terça-feira, maio 5, 2026

Autor: Redação

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Trator da Série S6 da Valtra é destaque na Expointer


A Valtra, referência em tecnologia agrícola no Brasil e no mundo, marcará presença na 48º edição da Expointer, maior feira da agropecuária da América Latina, com uma seleção de suas principais soluções em mecanização agrícola. A Valtra, que completa 65 anos no Brasil, apresenta como destaque a recém-lançada Série S6, linha de tratores de maior potência já produzida pela marca, que chega pela primeira vez ao público gaúcho. O evento acontece de 30 de agosto a 7 de setembro, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (PEEAB), em Esteio, no Rio Grande do Sul.

Projetada e fabricada na Finlândia, a linha é ideal para operações de alta demanda, como as da produção de grãos e do setor sucroenergético. Com potência elevada, tecnologia inteligente embarcada e foco no conforto do operador, o modelo é ideal para produtores que buscam máxima performance, inclusive em terrenos desafiadores.

“A Série S6 é ideal para atender as necessidades dos produtores do Sul, que trabalham principalmente com soja, milho e arroz, que são culturas fortes na região e que demandam máquinas potentes, eficientes e com alta capacidade de operação. Apresentar esse trator na Expointer reforça nosso compromisso em entregar soluções que realmente façam a diferença no dia a dia do campo”, afirma Claudio Esteves, diretor de vendas da Valtra.

Durante o evento, os visitantes também poderão conhecer de perto outros modelos reconhecidos da marca, como os tratores da Série Q5, máquinas de alta performance e precisão; o modelo T CVT, equipado com motor AGCO Power e transmissão continuamente variável, que garante melhor controle de potência e velocidade; os tratores da Série A4, ideais para tarefas que buscam força, agilidade, precisão e economia; a plantadora Momentum de 18 linhas, que gera economia de insumos e maior produtividade no cultivo de soja e milho; e o pulverizador BS2225H, com autonomia e desempenho para garantir a máxima eficiência nas pulverizações.

Com mais de quatro décadas de história, a Expointer reúne lançamentos, tendências e inovações que movimentam o agronegócio na região Sul do País. A presença da Valtra na feira reforça o compromisso da marca em estar próxima dos produtores, promovendo tecnologias que aumentam a produtividade no campo.

Linha completa em soluções agrícolas

Além da recém-lançada e premiada Série S6, os visitantes também poderão conhecer de perto outros modelos reconhecidos da marca durante o evento, como os Tratores da Série Q5, que se sobressaem pelo reconhecimento internacional e pela combinação de força e inteligência no campo. Com modelos que variam de 265 cv a 305 cv, os tratores da linha são equipados com motor AGCO Power de 7,4 litros e transmissão CVT da Valtra, garantindo alta performance, manobrabilidade e um nível superior de visibilidade. A tecnologia SmartTurn permite a realização automática das manobras de cabeceira, sem intervenção do operador, trazendo mais precisão e eficiência às operações.

Outro destaque também será o Trator T CVT, voltado para os produtores que demandam alta potência e precisão, já que possui transmissão contínua variável e faixas de potência de 195 cv a 250 cv. Em conjunto com a Plantadeira Valtra Momentum, o modelo entrega alto rendimento, robustez e economia.

A Plantadeira Valtra Momentum de 18 linhas destaca-se por seu conceito inovador de plantadeira dobrável, que garante muito mais flexibilidade para o agricultor. Proporcionando alta precisão na deposição de sementes, ela conta com tecnologia Weight Transfer, que redistribui a carga central do chassi para as pontas, e o sistema exclusivo SmartFrame, que nivela automaticamente as três seções de plantio, garantindo que todas as linhas permaneçam em contato com o solo, mesmo em terrenos irregulares.

A Série A4 HiTech, que também estará em exibição, é projetada para maximizar a economia de combustível e a eficiência operacional. Com motor AGCO Power e transmissão HiTech4 PowerShift, a linha entrega até 12% de economia por hectare trabalhado, devido aos modos de operação inteligentes que permitem ajustes automáticos para diferentes tipos de trabalho, proporcionando a melhor produtividade do seu segmento.

Por fim, a Valtra também destaca o Pulverizador BS2225H, que entrega maior autonomia e produtividade, graças ao motor AGCO Power. Equipado com transmissão 4×4 cruzada permanente e sistema de pulverização controlado por válvula PWM, o modelo garante eficiência mesmo em terrenos inclinados.

 





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Portaria estabelece diretrizes para a safra de soja


De acordo com o Mapa, a doença, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, pode provocar perdas que variam de 10% a 90% nas regiões em que há níveis epidêmicos. 

“O vazio sanitário é um período mínimo de 90 dias quando são proibidos o plantio ou a manutenção de plantas vivas de soja, sejam cultivadas ou voluntárias, em qualquer fase de desenvolvimento, na área estabelecida para cultivo”, explica Hudslon Huben, gerente sênior de efetividade e go to market da Orígeo, joint venture entre Bunge e UPL.

Segundo o Mapa, a eliminação de plantas voluntárias durante o vazio sanitário tem como objetivo reduzir o inóculo do fungo antes do início da safra, diminuindo os riscos de infestação e os custos de controle. O governo destacou ainda que a responsabilidade pela eliminação das plantas é do agricultor, que deve adotar medidas preventivas para não comprometer a produtividade futura.

O calendário de semeadura funciona como complemento ao vazio sanitário, ao estabelecer datas específicas para o plantio. De acordo com a legislação, só é permitido plantar fora dessas janelas em situações autorizadas pela Defesa Agropecuária, como produção de sementes, pesquisas ou eventos agrícolas.

Na safra 2025/2026, os prazos variam conforme os estados e, em alguns casos, por regiões. Em Mato Grosso, o vazio sanitário vai de 8 de junho a 6 de setembro e o plantio poderá ocorrer de 7 de setembro de 2025 a 7 de janeiro de 2026. Em Rondônia, o vazio será de 10 de junho a 10 de setembro, e a semeadura estará autorizada de 11 de setembro de 2025 a 9 de janeiro de 2026. Já nos estados do MATOPIBAPA, as datas também são diferenciadas, com início e término do vazio e do plantio definidos de forma regionalizada.

A empresa ressaltou que a integração do calendário de semeadura com práticas de agricultura regenerativa pode ampliar os resultados no controle da ferrugem. “Ao aliar o controle de pragas e doenças à agricultura regenerativa, é possível melhorar a saúde do solo, fortalecer a biodiversidade e aumentar a adaptação das lavouras contra pragas e doenças, incluindo a ferrugem asiática”, afirma Igor Borges, head de sustentabilidade da Orígeo.





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Mercado de boi começa semana com vendas mais lentas


De acordo com a análise desta segunda-feira (18) do informativo Tem Boi na Linha, publicado pela Scot Consultoria, o mercado de bovinos iniciou a semana com recuo no escoamento da carne e aumentos pontuais na oferta, o que resultou no alongamento das escalas de abate. Apesar desse cenário, “a semana começou com poucos negócios e, assim, as cotações de todas as categorias permaneceram inalteradas”, apontou a consultoria.

As escalas de abate foram estimadas, em média, em oito dias.

Na região do Triângulo Mineiro, o informativo destacou que houve maior oferta de bovinos, associada ao fraco escoamento da carne, o que pressionou os preços para baixo. “Na região do Triângulo, a cotação caiu R$2,00/@ para todas as categorias”, informou a Scot. As escalas de abate foram registradas em torno de dez dias.

Em Belo Horizonte, por sua vez, o mercado abriu a semana estável, com as escalas atendendo, em média, a oito dias.

No atacado de carne com osso, a consultoria avaliou que a sazonalidade típica do mês resultou em menor volume de vendas, ampliando o estoque. Nesse cenário, “a maioria das carcaças casadas manteve suas cotações, com exceção da carcaça do boi capão, que registrou recuo”. Segundo o levantamento, a carcaça casada do boi capão caiu 1,2%, ou R$0,25/kg, enquanto a do boi inteiro permaneceu estável.

Entre os cortes avulsos, apenas o traseiro do boi capão apresentou variação, com queda de 1,1% ou R$0,25/kg. Já a cotação das carcaças casadas das fêmeas não sofreu alteração.

No mercado de carnes alternativas, o informativo registrou que “o frango médio recuou 3,0% ou R$0,20/kg, enquanto o suíno especial avançou 3,1% ou R$0,40/kg”.





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Moratória da Soja é suspensa e signatárias podem ter de pagar multa bilionária



O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aceitou, nesta segunda-feira (18), uma medida cautelar que determina a suspensão imediata da Moratória da Soja.

O processo teve início a partir de representações feitas por quatro entidades: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Câmara dos Deputados e Senado Federal.

Apesar de apresentarem argumentos distintos, todas alegaram que a Moratória seria uma prática ilícita e deveria ser condenada.

Mais recentemente, apenas a CNA solicitou a adoção de providências imediatas, alegando que há danos concretos aos produtores que não podem aguardar a tramitação do processo. Para sustentar essa posição, a entidade apresentou um parecer econômico apontando prejuízos para o setor e para o país.

Segundo o Cade, a medida cautelar que suspende a Moratória tem como objetivo evitar que os danos se ampliem antes da conclusão definitiva do processo. Com a decisão, as empresas envolvidas ficam obrigadas a suspender imediatamente o acordo.

Prática anticompetitiva

Em nota técnica, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) acusa 30 grandes empresas exportadoras (veja lista abaixo) de formação de cartel e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec) de indução à conduta uniforme.

Segundo apuração da SG/Cade, empresas privadas concorrentes criaram o chamado Grupo de Trabalho da Soja, com a finalidade de monitorar o mercado e viabilizar um acordo que estabelecesse condições para a compra da commodity no país.

Para a SG/Cade, tal arranjo constitui um acordo anticompetitivo entre concorrentes que prejudicam a exportação do grão. Diante desse cenário, foi adotada medida preventiva, determinando que o Grupo de Trabalho da Soja se abstenha de coletar, armazenar, compartilhar ou disseminar informações comerciais referentes à venda, produção ou aquisição de soja, bem como que se abstenha de contratar processos de auditoria.

Além disso, seus membros devem também se abster de compartilhar relatórios, listas e documentos que instrumentalizem o acordo, bem como retirar a divulgação de documentos relacionados à moratória de seus sítios eletrônicos.

De acordo com nota do Conselho, existe, ainda, a possibilidade de ser fixado um Termo de Cessação de Conduta (TCC) entre o Cade e as representadas. Caso sejam condenadas, as associações poderão pagar multas que variam de R$ 50 mil a R$ 2 bilhões; para as empresas, as multas variam entre 0,1% a 20% do valor do faturamento bruto da empresa no último exercício anterior à instauração do Processo Administrativo.

Empresas acusadas pelo Cade

O processo foi instaurado para as seguintes empresas, além de Abiove e Anec: ADM do Brasil Ltda, Agrex do Brasil Ltda., Humberg Agribrasil Comércio e Exportação de Grãos S.A., Agrícola Alvorada S.A, Agro Amazônia Produtos Agropecuários S.A., AgrogalaxyParticipações S.A., Agromave Insumos Agricola Ltda, Agropecuária Maggi Ltda., Bunge Alimentos S.A., Caramuru Alimentos S.A., Cargill Agrícola S/A, CHS Agronegócio – Indústria e Comércio Ltda., CJ International Brasil Comercial Agrícola Ltda., CJ Selecta S.A., Cofco International Brasil S.A., Sucocitrico Cutrale Ltda., Dual Duarte Albuquerque Comércio e Indústria Ltda., Engelhart CTP (Brasil) S.A., Fiagril Ltda., Imcopa– Importação, Exportação e Indústria de Óleos S.A. – em Recuperação Judicial, Louis Dreyfus Company Brasil S.A., Lavoro Agrocomercial S.A., Novaagri Infra-Estrutura de Armazenagem e Escoamento Agrícola S.A., Nutrade Comercial Exportadora Ltda., Olam Agrícola Ltda., Sinova Inovações Agrícolas S.A., Sipal Indústria e Comércio Ltda., Três Tentos Agroindustrial S.A., Usimat Destilaria de Álcool Ltda. e ViterraAgriculture Brasil S.A.

A Moratória da Soja é um acordo estabelecido pelas empresas signatárias de não adquirir soja de fazendas com lavouras em desmatamentos realizados após 22 de julho de 2008 (data de referência do Código Florestal) no bioma Amazônia visando eliminar o desmatamento da cadeia de produção da soja.



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Protocolos de inseminação e suplementação reforçam rebanhos


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (14), os rebanhos de bovinos de corte no Rio Grande do Sul apresentam condição corporal e sanitária adequadas, com ganhos de peso em algumas regiões. “O período de parições continuou em diversos municípios, e o peso dos terneiros ao nascer está satisfatório”, aponta o informativo.

A complementação alimentar foi necessária em razão da limitação de pastagens de melhor qualidade e do uso prioritário dessas áreas para categorias específicas, como touros. O mercado do gado gordo manteve-se estável na maioria dos municípios, com pequenas quedas em algumas localidades.

Na região administrativa de Bagé, os animais ganharam peso e a condição sanitária foi considerada adequada. Em Alegrete, o período de parições se iniciou, e o mercado do gado gordo permaneceu estável em grande parte dos municípios. Em Caçapava do Sul, algumas categorias registraram redução de aproximadamente R$ 2,00/kg, entre 8% e 10%. Em Lavras do Sul, ocorreu remate no dia 9 de agosto, com comercialização de 252 terneiras a R$ 11,57/kg e de 231 terneiros a R$ 12,00/kg. Já em Rosário do Sul, a procura por terneiros aumentou.

Em Caxias do Sul, devido à limitação de pastagens cultivadas, os animais foram mantidos principalmente em campos nativos, de menor valor nutricional. “Apesar da suplementação com sal proteinado, houve uma queda acentuada na condição corporal do rebanho”, informa a Emater/RS-Ascar. A excessiva umidade do solo prejudicou o conforto dos animais, e as pastagens de melhor qualidade foram direcionadas aos touros para garantir condição corporal adequada na estação de monta.

Na região de Erechim, a maioria das vacas e novilhas está coberta, e fêmeas com problemas reprodutivos têm sido comercializadas para engorda, assim como bois e vacas de descarte. O estado nutricional dos rebanhos está satisfatório. Em Frederico Westphalen, mesmo com disponibilidade de pasto, foi necessário complementar a alimentação para manutenção do escore corporal. Em Passo Fundo, aspectos nutricionais e sanitários permaneceram adequados, com predominância de gestação e engorda de lotes.

Em Pelotas, produtores reforçaram a vacinação preventiva contra clostridioses. A oferta de animais prontos para abate permaneceu restrita. Em Pinheiro Machado, no Parque Charrua, foram comercializados 94 animais, com preços médios de R$ 1.587,50/cabeça para 36 terneiros, R$ 1.324,00 para 10 terneiras, R$ 1.930,00 para duas vaquilhonas, R$ 2.400,00 para cinco novilhos, R$ 2.469,50 para 40 vacas solteiras e R$ 4.020,00 para uma vaca com cria ao pé.

Em Porto Alegre, alguns produtores iniciaram protocolos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF). Animais mantidos em pastagens diferidas, com suplementação alimentar, apresentaram condição corporal adequada. Em Santa Maria, devido às condições climáticas adversas que afetaram pastagens, foi necessária complementação alimentar, sem impacto ao bem-estar animal, com atenção redobrada a vacas em parição e terneiros recém-nascidos.

Em Santa Rosa, produtores da bovinocultura de leite têm aproveitado cercas, bebedouros, piquetes e pastagens para criação de gado de corte. A utilização de pastagens de inverno cultivadas e sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP) contribuiu para redução de custos e maior taxa de lotação. Em Soledade, o período de parição começou e os terneiros apresentaram bom peso ao nascer, com seleção de fêmeas para reposição. As condições sanitárias dos rebanhos permaneceram satisfatórias.





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Conab faz os primeiros leilões de contrato de opção de arroz nesta semana



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) marcou para as próximas quinta (21), e sexta-feira (22), os primeiros leilões de Contrato de Opção de Venda de arroz.

Ao todo, serão ofertados 4.074 contratos de 27 toneladas cada, o que possibilita a aquisição de cerca de 110 mil toneladas do grão na política de retomada dos estoques públicos.

As operações serão destinadas aos agricultores e agricultoras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Em nota, a estatal disse que serão ofertados oito lotes, com objetivo de dar a opção de venda futura ao produtor do arroz para o governo federal.

Na quinta-feira, serão 1.224 contratos de 27 toneladas cada, divididos em quatro lotes destinados exclusivamente aos agricultores familiares, produtores rurais e cooperativas que possuem Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ou Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF).

Já na sexta-feira, serão disponibilizados outros quatro lotes, desta vez em caráter de ampla concorrência, ou seja, todos os produtores, cooperativas e demais fornecedores de milho poderão participar, inclusive agricultores familiares.

Os contratos terão vencimento em 30 de setembro e 31 de outubro. Os valores de venda também estão estabelecidos conforme com os prazos de cada vencimento, acrescidos dos custos logísticos e financeiros da colheita até a entrega do produto, informa a Conab.



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veja como o mercado pecuário abriu a semana


O mercado físico do boi gordo abriu a semana apresentando manutenção do padrão dos negócios.

Em determinadas regiões do país começam as tentativas de compra em patamares mais baixos, ainda sem êxito. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, São Paulo e Minas Gerais são exemplos desse movimento.

“Já no Centro-Norte do país ainda é evidenciada firmeza dos preços, com manutenção do padrão dos negócios, ou mesmo com algumas negociações realizadas em patamares mais altos”, conta.

Segundo ele, sob o prisma da demanda, as exportações de carne bovina seguem contundentes, com ritmo acelerado e receita crescente.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 311,25 — na sexta: R$ 314
  • Goiás: R$ 299,82 — R$ 300,54
  • Minas Gerais: R$ 298,53 — R$ 299,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,98 — R$ 319,43
  • Mato Grosso: R$ 308,38 — R$ 308,99

Mercado atacadista

O mercado atacadista abriu a semana apresentando acomodação em seus preços para a carne bovina, com menor espaço para reajustes no decorrer da segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

“Ainda vale mencionar que a carne de frango dispõe de maior competitividade em relação as proteínas concorrentes”, disse Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,30 por quilo; o dianteiro segue no patamar de R$ 18,00 por quilo; e a ponta de agulha permanece a R$ 17,20 por quilo.

Exportações de carne bovina

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Foto: Pixabay

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 764,394 milhões em agosto até o momento (11 dias úteis), com média diária de US$ 69,490 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Já a quantidade total exportada pelo país chegou a 135,785 mil toneladas, com média diária de 12,344 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.629,40.

Em relação a agosto de 2024, houve alta de 58,5% no valor médio diário da exportação, ganho de 24,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 26,9% no preço médio.



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Carga com 78 cabeças de gado avaliada em mais de R$ 200 mil é apreendida



Duas cargas irregulares com cerca de 78 cabeças de gado sem nota fiscal e um guindaste hidráulico foram apreendidos por fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda do Pará (Sefa) neste domingo (17).

A operação que recolheu os animais ocorreu em Cachoeira do Piriá, município que faz divisa com o Maranhão. A carga havia saído de Nazaré do Piauí com destino a Altamira, no Pará.

De acordo com o coordenador Gustavo Bozola, o condutor apresentou apenas a Guia de Transporte Animal (GTA), mas afirmou não possuir a nota fiscal. Com base no boletim de preços mínimos do estado, o valor total da carga foi arbitrado em R$ 200.138,84.

Foi lavrado então um TAD de R$ 68.447,48, referente ao imposto e à multa pela infração tributária.

Já em Dom Eliseu, no sudeste do estado, os fiscais retiveram o guindaste hidráulico, procedente de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e com destino a Belém, Pará.

Segundo o coordenador Rafael Brasil, nessa situação deveria ter sido recolhido o Diferencial de Alíquota (Difal), mas o pagamento não foi localizado. Diante da irregularidade, foi lavrado um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 267.254,56, referente ao imposto devido e à multa pela infração.



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Capim humidícola e sal mineral: um mito que pode prejudicar sua fazenda


Pecuaristas, a busca pela forrageira ideal para o gado é constante, e o manejo correto das pastagens pode evitar muitos problemas. José Teixeira Filho, de Salvador, no estado da Bahia, levantou uma dúvida importante sobre o capim humidícola: a forrageira inibe o consumo de sal mineral? Assista ao vídeo abaixo e confira.

Nesta segunda-feira (18), o engenheiro agrônomo Wagner Pires, especialista em pastagens, consultor do Circuito da Pecuária e embaixador de conteúdo do Giro do Boi, respondeu à pergunta no quadro “Giro do Boi Responde“.

Ele esclareceu que essa ideia é um mito e explicou o que, de fato, pode afetar o consumo de sal mineral pelo rebanho.

O capim humidícola não inibe o consumo de sal mineral

Capim humidicola. Foto: Divulgação
Capim humidicola. Foto: Divulgação

Wagner Pires é enfático: o capim humidícola não inibe o consumo de sal mineral. Ele explica que a ingestão de sal pelo gado está relacionada a outros fatores, que podem estar presentes na fazenda e que, muitas vezes, são mal interpretados.

Um dos fatores é a fertilidade do solo. Se o solo é muito rico em fósforo e outros minerais, o capim, por consequência, também será rico em nutrientes.

Nesses casos, o gado já se nutre das necessidades minerais ao pastejar, e o consumo de sal pode ser menor. No entanto, essa situação não é comum no Brasil, onde a maioria dos solos tem baixa fertilidade e a suplementação mineral é crucial.

Outro fator é a qualidade da água. Se a água disponível na fazenda é salobra, o gado já está consumindo sal ao beber, o que inibirá a ingestão do sal mineral oferecido no cocho.

A importância da qualidade do sal e da mineralização

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Foto: Giro do Boi

A qualidade do sal mineral também é um ponto crucial. Muitos minerais e sais proteicos contêm palatabilizantes que estimulam o consumo, o que ajuda o gado a se mineralizar mais facilmente.

Se o pecuarista oferece apenas sal branco e a água já é salobra, o gado consumirá pouco sal, o que pode levar a deficiências nutricionais.

A mineralização é essencial para a nutrição do gado, e a deficiência de minerais pode comprometer o resultado da fazenda. Portanto, é fundamental:

  • Oferecer um sal mineral de qualidade, com palatabilizantes que estimulem o consumo, para garantir que o rebanho atenda às suas necessidades.
  • Avaliar a qualidade da água disponível para o gado, para entender se ela já contribui com o consumo de sal.
  • Ter atenção à mineralização, que é a base para um rebanho saudável e produtivo, capaz de expressar todo o seu potencial genético.

A correta mineralização do rebanho, combinada com um bom manejo de pastagens, é a chave para uma pecuária mais rentável e sustentável.



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Preços da soja ficam estáveis e três regiões apresentam alta nas cotações; confira



O mercado de soja teve sessão marcada por poucos reportes de negócios, avaliou Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado. Apesar da sustentação das cotações, não houve grandes movimentações no dia. Nos portos, as indicações foram escassas, enquanto Chicago trabalhou de forma volátil, mas dentro de margens estreitas. O dólar apresentou firmeza, porém sem reflexos relevantes nas ofertas.

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Segundo Silveira, depois do volume expressivo de negócios registrado na semana passada, os vendedores agora se mostram mais cautelosos, aguardando novas oportunidades em meio a possíveis volatilidades externas.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 136,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 142,00 para R$ 142,50
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 141,00 para R$ 141,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 126,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços em baixa. O dia foi de muita volatilidade, com os preços oscilando em uma estreita margem. De um lado, sinais de melhora na demanda limitaram as perdas. Mas o clima favorável segue sendo fator de pressão e os agentes acompanham as informações vindas da crop tour iniciada nesta segunda nos principais estados produtores americanos.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 473.605 toneladas na semana encerrada no dia 14 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 544.246 toneladas.

Trabalhos de pesquisa de lavouras de soja e milho dos Estados Unidos devem ter seus primeiros resultados divulgados a partir de amanhã (19), com a perspectiva de bons números para a Dakota do Sul.

Para a soja, a contagem de vagens nas amostras também é muito boa. Apesar das chuvas recentes na região, inspetores de safra identificaram áreas com solo ressecado e rachado em condados como Jay, em Indiana.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 1,50 centavos de dólar, ou 0,14%, a US$ 10,20 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,41 1/4 por bushel, com baixa de 1,25 centavo ou 0,11%.

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,00, ou 1,05%, a US$ 280,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 53,27 centavos de dólar, com ganho de 0,09 centavo ou 0,16%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,63%, sendo negociado a R$ 5,4330 para venda e a R$ 5,4310 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4035 e a máxima de R$ 5,4400



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