segunda-feira, maio 4, 2026

Autor: Redação

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Fiscais apreendem 35 toneladas de farinha de mandioca no Pará


Fiscais de receitas do Pará apreenderam 35 toneladas de farinha de mandioca nesta segunda-feira (18). A equipe atua na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) do Gurupi, no município de Cachoeira do Piriá, divisa com o Maranhão.

Segundo o coordenador da unidade, Gustavo Bozola, as notas fiscais indicavam que a carga tinha origem em Marcolândia, no Piauí, e destino a Breves, no Pará, com valor muito abaixo do mercado.

Durante a inspeção do veículo, foi confirmado que se tratava de farinha, conforme descrito nas notas fiscais.

“O histórico da empresa destinatária mostra que ela foi aberta recentemente, estava com a inscrição cadastral suspensa e entrou em situação irregular diversas vezes”, explicou Bozola.

Farinha de mandioca; apreensão
Foto: divulgação Sefa

A mercadoria teve o preço reajustado, segundo o valor do boletim de preços mínimos do estado, totalizando R$ 145.950,00, e foi lavrado o Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 38.822,70, referente ao imposto e multa.



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Exportações paulistas de limão tahiti crescem 21% no 1º semestre de 2025



No primeiro semestre de 2025, o estado de São Paulo exportou 81 mil toneladas de lima ácida (popularmente conhecido como limão tahiti), com uma receita de US$ 72 milhões. A quantidade representa um aumento de 21% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em 2024, foram colhidas mais de 1,1 milhão de toneladas de limão tahiti no estado, o maior produtor no Brasil, com 70% da fruta destinada à exportação. Os dados partem do Instituto de Economia Agrícola (IEA–Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA).

Principais destinos das exportações

O mercado europeu é o principal destino das exportações, com destaque para os Países Baixos (62,2 mil toneladas), que servem como porta de entrada através do Porto de Roterdã para distribuição aos demais países do bloco. O ranking de destinos inclui ainda:

  • Reino Unido: 11,6 mil t
  • Rússia: 1,3 mil t
  • Canadá: 970 t

“O comércio entre os Países Baixos e o Brasil é um exemplo dinâmico de mercados agrícolas complementares, com o estado de São Paulo desempenhando um papel central como principal produtor e exportador, oferecendo oportunidades significativas para fortalecimento da cooperação bilateral em produção e logística sustentáveis”, destaca o assessor agrícola do Consulado Geral dos Países Baixos Alf de Wit.

“Investimos continuamente na certificação fitossanitária de origem, garantindo que os produtos paulistas cheguem ao mercado internacional com qualidade e segurança.” conta o chefe do Departamento de Defesa Sanitária e Inspeção Vegetal (DDSIV), Alexandre Paloschi.

Capital Nacional do Limão

Considerada a capital nacional do limão, o município de Itajobi, região de São José do Rio Preto, destaca-se na produção da variedade taiti. A empresa familiar Pimentel Itajobi, localizada na cidade, atua no ramo há 30 anos, atendendo, principalmente, o mercado internacional como Reino Unido e a União Europeia. 

“Em 2024, exportamos mais de 4 mil toneladas de limão tahiti, e vimos um ano bastante próspero para o setor, mesmo enfrentando um período de seca bastante severo para a agricultura.”, ressaltou o analista de exportação da Pimentel Alison Dejavite.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Confinamento automatizado: a receita para uma arroba mais barata e lucrativa


Pecuaristas, o segredo para o sucesso no confinamento não está apenas em uma boa dieta, mas em como ela é produzida e entregue aos animais. A diferença entre o lucro simulado em uma planilha e o resultado real pode estar na falta de eficiência operacional. Um confinamento automatizado é a chave para resolver esse problema, garantindo uma arroba mais barata e maiores lucros.Assista ao vídeo abaixo e confira.

Nesta quarta-feira (20), o zootecnista Maurício Scoton, professor da Uniube, apresentou no quadro “Dicas do Scoton” do Giro do Boi um caso de sucesso que ilustra a importância da tecnologia para ganhar eficiência. Ele mostrou como um sistema de automação revolucionou a gestão de um confinamento, transformando a teoria em prática.

O abismo entre a teoria e a prática

Operador de drone em área de confinamento de bovinos de corte. Foto: Divulgação
Operador de drone em área de confinamento de bovinos de corte. Foto: Divulgação

Um dos grandes desafios no confinamento é a diferença entre a dieta formulada pelo nutricionista e o que realmente chega ao cocho. Essa falha operacional, por menor que seja, pode comprometer todo o resultado da engorda.

Em uma simulação de resultados, o lucro esperado era de R$ 776 por animal, mas o produtor não conseguia ver esse dinheiro no final da operação.

Maurício Scoton explica que a origem do problema era um “abismo operacional” na mistura e distribuição da dieta.

Antes da automação, a fazenda cometia erros graves, que elevavam os custos e prejudicavam o desempenho do rebanho:

  • Erros nos ingredientes mais caros: A inclusão de DDG e sorgo, os ingredientes mais caros da dieta, tinha erros na casa de 40%, o que elevava o custo da arroba produzida.
  • Excesso de volumoso: A adição de mais bagaço do que o recomendado, uma fibra de menor qualidade, reduzia o consumo dos animais, diminuindo o ganho de peso.
  • Falta de pré-mistura: A pré-mistura, que contém núcleos e ionóforos essenciais, era adicionada em 20% a menos, causando instabilidade na curva de consumo e impactando o desempenho dos animais.

A automação como solução

Distribuição de ração para bovinos de corte no cocho de alimentação em confinamento. Foto: Divulgação
Distribuição de ração para bovinos de corte no cocho de alimentação em confinamento. Foto: Divulgação

A instalação de um sistema de automação resolveu esses problemas. O software, que se conecta à balança do vagão, monitora com precisão a mistura e a distribuição da dieta, garantindo a consistência e a eficiência.

Após a automação, os resultados foram impressionantes, mostrando a importância da precisão na nutrição:

  • Redução drástica dos erros: O erro na inclusão do DDG e sorgo caiu de 40% para 0,6%. O erro no bagaço foi de 44% para 0,9%. E na pré-mistura, o erro foi para apenas 0,34%.
  • Precisão no fornecimento: A automação corrigiu os desvios no fornecimento do trato, que antes eram enormes (50 kg de matéria seca a mais por dia), e garantiu que a dieta formulada no computador fosse a mesma entregue no cocho, otimizando o consumo e o ganho de peso.

Maurício Scoton enfatiza que a culpa não é do tratador, mas da falta de precisão que um sistema de automação oferece.

A tecnologia empodera a equipe, elevando o nível de excelência no trato e garantindo que o confinamento seja, de fato, uma operação lucrativa e precisa.



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Camarão vendido no Waltmart dos EUA é investigado por conter material radioativo



Camarão cru congelado vendido pela PT. Bahari Makmur Sejati (BMS Foods), da Indonésia, sob a marca Great Value, exclusiva da rede de supermercados Walmart, nos Estados Unidos, estão sob investigação por possível contaminação com Césio-137, isótopo radioativo.

O alerta parte da Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês), agência reguladora norte-americana similar à Anvisa brasileira. A hipótese é que a carga entrou em contato com o material durante o transporte nos contêineres.

O órgão esclarece que, até o momento, nenhum produto com resultado positivo ou alerta para o contaminante entrou no comércio dos Estados Unidos. Apesar disso, o Walmart já anunciou que iniciou o recolhimento dos lotes de produtos que já estavam nas lojas, conforme a BBC.

Em nota, a FDA esclarece que está trabalhando com distribuidores e varejistas que receberam produtos da BMS Foods após a data da primeira detecção de Césio-137 pela Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP), mas de remessas que não apresentaram alerta para o material radioativo, para recomendar que as empresas realizem um recall.

“Em conjunto com outras informações, a FDA determinou que o produto da PT. Bahari Makmur Sejati viola a Lei Federal de Alimentos, Medicamentos e Cosméticos, pois parece ter sido preparado, embalado ou mantido em condições insalubres, podendo ter sido contaminado com Césio-137 e representar um problema de segurança”, destaca a agência.

O camarão cru congelado da BMS Foods é enviado a supermercados Waltmart nos seguintes estados norte-americanos: Alabama, Arkansas, Flórida, Geórgia, Kentucky, Louisiana, Missouri, Mississippi, Ohio, Oklahoma, Pensilvânia, Texas e Virgínia Ocidental.

A FDA orienta que os consumidores da rede Walmart desses locais descartem quaisquer produtos comprados recentemente em três lotes: 8005540-1, 8005538-1 e 8005539-1. Todos têm o dia 15 de março de 2027 como data de validade.

Nível de Césio-137 no camarão

A FDA detectou Césio-137 em uma única remessa de camarão congelado importado da empresa. O nível detectado na remessa retida foi de aproximadamente 68 Bq/kg, abaixo do Nível de Intervenção Derivado da FDA para o contaminante, que é de 1200 Bq/kg.

“Nesse nível, o produto não representaria um risco agudo para os consumidores. Evitar produtos como a remessa testada pela FDA com níveis semelhantes de Césio-137 é uma medida destinada a reduzir a exposição à radiação de baixa intensidade, que pode ter impactos na saúde com a exposição contínua por um longo período”, diz a agência.

A FDA lembra que o principal efeito preocupante para a saúde após exposição prolongada e repetida a baixas doses (por exemplo, através do consumo de alimentos ou água contaminados ao longo do tempo) é um risco elevado de câncer, resultante de danos ao DNA nas células vivas do corpo.

A FDA também emitiu um novo alerta de importação à empresa por contaminação química com o intuito de impedir que os seus produtos entrem em solo norte-americano até que as condições que deram origem à aparente violação sejam resolvidas.



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AgroNewsPolítica & Agro

ferrugem asiática exige controle constante



Ferrugem pode reduzir até 90% da produtividade da soja




Foto: Pixabay

A ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) segue como um dos principais desafios fitossanitários da sojicultura brasileira. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a doença pode reduzir em até 90% a produtividade em casos severos, sobretudo em áreas com condições climáticas favoráveis à sua ocorrência.

Patrick Santos, consultor de desenvolvimento de produtos da Tropical Melhoramento & Genética (TMG), destacou que a região Sul concentra os maiores focos da ferrugem, principalmente no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Segundo ele, fatores como maior tempo de molhamento foliar, temperaturas entre 15°C e 25°C, alta umidade relativa e chuvas frequentes favorecem o avanço do fungo nessas localidades.

Os fatores ambientais influenciam o comportamento cíclico da ferrugem asiática, que apresenta variações de intensidade entre as safras, apontou a TMG. O consultor reforçou que, em anos de maior pressão, quando a umidade se prolonga e as temperaturas permanecem amenas, o avanço da doença é mais rápido e severo.

“Nesses períodos, o manejo da doença exige cuidados intensificados, e combinar o uso de cultivares resistentes, com um bom programa de fungicidas, aplicações criteriosas, seguido do monitoramento constante, contribuem para o controle do fungo, e reduz consideravelmente as perdas em produtividade”, afirmou Santos.





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Biofungicida da Embrapa promete mais de 80% de eficiência contra fungos no solo



A Embrapa Milho e Sorgo, em parceria com a empresa privada Simbiose, apresentou um novo biofungicida que promete revolucionar o manejo de doenças em culturas como soja e milho. O produto, resultado de quase dez anos de pesquisas, une duas bactérias — o Bacillus velezensis, já conhecido, e o inédito Paenibacillus sp. — trazendo um controle eficiente de mais de 80% dos fungos que atacam o solo, aliado ao aumento de produtividade e menor impacto ambiental.

Segundo o pesquisador da Embrapa, Luciano Cota, a formulação inédita amplia o espectro de ação e garante mais estabilidade em diferentes condições climáticas do Brasil. “Ao combinar duas bactérias, conseguimos não apenas combater fungos variados, mas também assegurar eficiência mesmo em ambientes de alta umidade ou calor intenso. É uma tecnologia pensada para a realidade do produtor brasileiro”, afirmou.


Ganhos de produtividade e eficiência no campo

Nos testes realizados em áreas de soja e milho, o biofungicida apresentou resultados superiores às alternativas químicas. O controle foi comprovado contra fusário, macrofomina e até doenças foliares, como o colletotrichum graminícola.

Além de controlar os patógenos, a tecnologia resultou em ganhos de 4 a 6 sacas por hectare na soja e de 10 a 15 sacas no milho. Comparado aos tratamentos químicos tradicionais, a produtividade foi até 6 sacas superior. “É uma prova de que os biológicos já competem em pé de igualdade com os químicos, e em muitos casos conseguem superá-los”, destacou Cota.


Alternativa sustentável e de baixo custo

Outro diferencial está na forma de aplicação: o produto foi desenvolvido para o tratamento de sementes, o que reduz a quantidade necessária por hectare. Para o milho, são utilizados apenas 40 ml do biofungicida por hectare, enquanto na soja o consumo é de até 120 ml.

Esse baixo volume torna a tecnologia uma alternativa acessível e sustentável, já que reduz custos, evita desperdícios e contribui para práticas agrícolas de baixo impacto ambiental. “O produtor terá em mãos uma solução prática, de custo relativamente baixo e com benefícios diretos para a lavoura e para o meio ambiente”, ressaltou o pesquisador.


Expansão para outras culturas

Embora já registrado para soja e milho, o produto tem potencial de uso em outras culturas de importância econômica, como algodão e feijão. Estudos preliminares também apontam eficiência contra nematoides, pragas que causam grandes prejuízos em diferentes sistemas de produção.

A expectativa é de que, nos próximos anos, a tecnologia seja ampliada para diferentes cadeias agrícolas, consolidando os bioinsumos como protagonistas no manejo sustentável. “Estamos apenas no começo. Essa inovação abre portas para um novo ciclo de proteção de plantas, alinhado à demanda global por sustentabilidade”, concluiu Cota.


Pesquisa nacional valorizada

O lançamento reafirma o papel da pesquisa agropecuária brasileira como referência mundial em inovação. Ao oferecer uma solução eficaz, econômica e ambientalmente responsável, a Embrapa e seus parceiros fortalecem a competitividade do agronegócio nacional e respondem à crescente demanda por insumos biológicos no campo.



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Tarifaço e gripe aviária devem influenciar exportação de frango e ovo, diz ABPA



Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (20), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apresentou um panorama atualizado dos impactos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre o setor. De acordo com a entidade, 36% do valor das exportações brasileiras destinadas ao mercado norte-americano serão diretamente afetadas.

O caso mais emblemático é o dos ovos: 63% das exportações brasileiras do produto têm os Estados Unidos como destino final, o que coloca o segmento entre os mais vulneráveis às novas barreiras comerciais.

Além de comentar os efeitos imediatos das tarifas, a ABPA divulgou dados atualizados e projeções para a produção e exportação de carne de frango, suína e ovos em 2025.

Frango sente efeitos da gripe aviária

O setor de carne de frango registrou retração nas vendas externas. A entidade informou que, em 2025, as exportações brasileiras devem apresentar queda de 2%, reflexo da crise da influenza aviária que atingiu os principais mercados globais.

Apesar da retração, a ABPA avalia que o Brasil segue competitivo frente a outros exportadores. A produção nacional deve alcançar 15,7 milhões de toneladas neste ano, mantendo o país entre os maiores fornecedores mundiais.

Ovos batem recorde histórico

No setor de ovos, o cenário é de forte crescimento. Pela primeira vez, o Brasil deve exportar mais de 1% de sua produção, com um salto de 116% no volume embarcado em comparação ao ano anterior. A alta na demanda internacional tem impulsionado o segmento, que busca ampliar mercados mesmo diante das incertezas comerciais.

Suínos em alta

A produção de carne suína também apresenta perspectivas positivas. Para 2025, a ABPA projeta uma produção total de 5,42 milhões de toneladas, avanço de 2,2% em relação a 2024. Já as exportações podem crescer até 7,2%, consolidando o Brasil como um dos principais players globais no segmento.

Segundo a associação, o setor segue atento às medidas dos Estados Unidos, mas confiante na capacidade de manter a competitividade no cenário internacional.



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Nova Piratininga: os segredos da propriedade que alimenta 120 mil bois na seca


Pecuaristas, a gestão de uma fazenda de grande porte exige um planejamento impecável. Com 120 mil cabeças de gado e mais de 202 mil hectares, a Fazenda Nova Piratininga se destaca como a maior fazenda de ciclo completo do Brasil, e sua operação para alimentar o rebanho na seca é um exemplo de alta precisão.Assista ao vídeo abaixo e confira essa história em detalhes.

O programa Giro do Boi recebeu o médico-veterinário Pedro Vinicius Souza Alves, gerente geral de pecuária da fazenda. Ele compartilhou os segredos do planejamento e da logística que permitem gerir um complexo de fazendas em Goiás e Tocantins, com 30 retiros e 1.200 pastos, e atender à demanda de um rebanho gigantesco.

Planejamento nutricional: o segredo da operação

Vista aérea da alimentação a ser distribuída para o gado na fazenda Nova Piratinga. Foto: Reprodução/Giro do Boi
Vista aérea da alimentação a ser distribuída para o gado na fazenda Nova Piratinga. Foto: Reprodução/Giro do Boi

Para a Nova Piratininga, o planejamento de suplementação para a seca começa antes do ano safra (setembro a agosto). A base de tudo é um planejamento orçamentário que define as estratégias para a produção de silagem, feno e a suplementação que vão atender à demanda de cada categoria animal.

A fazenda trabalha com o conceito de que o suplemento é para complementar, e o pasto é o principal. O manejo de pasto é uma das principais estratégias.

A propriedade é dividida em dois degraus, com forrageiras específicas para cada área, como humidícola na parte baixa e andropogon e massai na parte alta, otimizando o uso do solo.

As novilhas, por exemplo, são suplementadas para chegarem à estação de monta com peso entre 270 e 300 kg. As mais leves recebem 0,5% do peso vivo em ração, e as mais pesadas, 0,3%. As novilhas que já atingiram o peso-alvo recebem sal mineral aditivado com ureia na seca.

Tecnologia e sinergia na operação

Vista aérea da fazenda Nova Piratinga com silos de grãos, fábrica de ração e confinamento ao fundo. Foto: Reprodução/Giro do Boi
Vista aérea da fazenda Nova Piratinga com silos de grãos, fábrica de ração e confinamento ao fundo. Foto: Reprodução/Giro do Boi

A logística para servir a suplementação a 1.200 pastos é um desafio. A Nova Piratininga utiliza caminhões automatizados para a distribuição do suplemento, no mesmo sistema do confinamento, garantindo que a dieta seja servida diariamente. O sal mineral é servido em intervalos de dois dias.

A fazenda também conta com um confinamento estático de 18 mil cabeças, que opera o ano todo, e uma área de semiconfinamento para estratégias como cria intensiva e terminação de vacas de descarte, numa estratégia de TIP

lém disso, a Nova Piratininga investe em agricultura, com 13 mil hectares de áreas desenvolvidas, o que potencializa a produção de alimento para o gado.

O abate é feito em Mozarlândia (machos) e Goiânia (fêmeas), e a fazenda participa de programas de qualidade de entrega, como o Protocolo 1953.

Bem-estar e sustentabilidade

Vacas e novilhas em movimentação entre áreas de pastagem na fazenda Nova Piratinga. Foto: Reprodução/Giro do Boi
Vacas e novilhas em movimentação entre áreas de pastagem na fazenda Nova Piratinga. Foto: Reprodução/Giro do Boi

A Nova Piratininga tem como premissa a excelência nas operações diárias, com foco em:

  • Bem-estar animal: Todos os manejos, inclusive a desmama, preconizam o bem-estar do colaborador e dos animais.
  • Sustentabilidade: A fazenda produz feno e silagem e tem agricultura, o que potencializa a produção de comida, garantindo uma produção mais sustentável e eficiente.
  • Reciclagem: As vacas vazias são terminadas em um sistema de TIP, o que garante a produção de arroba barata em pouco tempo e a otimização do aproveitamento da carcaça.
Irrigação por pivô central em área de agricultura na fazenda Nova Piratinga. Foto: Reprodução/Giro do Boi
Irrigação por pivô central em área de agricultura na fazenda Nova Piratinga. Foto: Reprodução/Giro do Boi

O sucesso da Nova Piratininga é fruto de um planejamento orçamentário bem-feito, da dedicação dos 420 colaboradores e do uso de tecnologias que garantem a entrega de um produto de extrema qualidade na mesa do consumidor.



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Protagonismo de soja brasileira ‘entra em cena’ e EUA ficam em alerta



As importações de soja do Brasil pela China registraram alta de 13,9% em julho em relação ao mesmo período de 2024. De acordo com informações divulgadas pela consultoria Safras & Mercado, o aumento reflete a maior oferta da safra brasileira e o receio com a guerra comercial entre China e Estados Unidos.

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Segundo dados da Administração Geral da Alfândega chinesa, o país importou 10,39 milhões de toneladas de soja do Brasil em julho, contra 9,12 milhões em igual período do ano passado. No acumulado de 2025, as compras somam 42,26 milhões de toneladas, 3% abaixo do volume registrado no mesmo intervalo do ano anterior.

As importações da soja americana, por sua vez, tiveram desempenho misto. Em abril, a China adquiriu 420,874 mil toneladas, recuo de 11,5% frente ao mesmo mês de 2024. Já no acumulado do ano, as compras somam 16,57 milhões de toneladas, 31,2% acima do mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados pela agência Reuters.

Soja nos EUA

Foi divulgado pela consultoria Safras & Mercado nesta terça-feira (19) que produtores de soja dos Estados Unidos pediram ao presidente Donald Trump que firme um acordo com a China para garantir compras da oleaginosa.

A China, maior importadora mundial, tem priorizado a soja brasileira, o que pode gerar perdas de bilhões aos agricultores americanos. Em 23/24, o país comprou 54% da soja exportada pelos EUA, equivalente a US$ 13,2 bilhões.

A American Soybean Association alertou que os produtores enfrentam forte pressão financeira, com preços em queda e custos mais altos. Segundo a entidade, a falta de acordo até o outono agravará os impactos para o setor.



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Geadas podem comprometer mais de 400 mil sacas de café em MG, diz Expocacer



A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado Ltda. (Expocacer) divulgou nesta quarta-feira (20), em nota, levantamento preliminar sobre os efeitos das geadas registradas nos dias 10 e 11 de agosto nas lavouras de café no Cerrado Mineiro.

Segundo a cooperativa, há impacto direto em 1.173 hectares — o equivalente a 9,13% de um total de 12.850 hectares avaliados —, com perdas que podem chegar a pelo menos 412 mil sacas na safra 2025/26.

O relatório parcial aponta que 67 produtores cooperados foram atingidos. A massa de ar polar provocou temperaturas negativas, chegando a -2ºC em alguns pontos, com danos que variam de redução parcial de produtividade a perdas severas em determinadas áreas.

A Expocacer ressaltou no comunicado que o levantamento segue em andamento, com equipes técnicas em campo para avaliar também áreas sem geada visível, mas expostas ao frio intenso.

“Além dos danos aparentes, precisamos entender os impactos indiretos, como o estresse fisiológico das plantas e perdas no pegamento da florada”, afirmou na nota a gerente técnica de sustentabilidade da Expocacer, Farlla Gomes.

A entidade informou que seguirá atualizando os dados até a conclusão das análises e reforçou que prestará suporte técnico e estratégico aos produtores afetados.



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