domingo, maio 3, 2026

Autor: Redação

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Estado brasileiro registra melhor produtividade de soja da história; saiba qual



A produção de soja em Goiás atingiu um novo patamar na safra 2024/2025, com o melhor resultado já registrado pelo estado. Segundo dados do 11º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa é que Goiás produziu um recorde de 20,4 milhões de toneladas de soja, um crescimento de 21,4% em relação ao ciclo anterior.

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Segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), esse avanço é resultado da combinação entre expansão da área plantada e, principalmente, do salto na produtividade média. A área cultivada com a oleaginosa passou para 4,9 milhões de hectares, uma alta de 2,5% em comparação ao ciclo 2023/24. Já a produtividade subiu 18,4%, alcançando a marca histórica de 4,1 toneladas por hectare.

Com este desempenho, Goiás se consolida como o líder nacional em produtividade e o terceiro maior produtor de soja do país. “Esse resultado histórico reforça o trabalho conjunto entre produtores, pesquisadores, técnicos e políticas públicas eficientes. Com o apoio do Governo de Goiás, os produtores rurais seguem garantindo a produtividade, a competitividade e a sustentabilidade no campo”, destaca o titular da Seapa, Pedro Leonardo Rezende.

Produções goianas

Mais informações detalhadas sobre a safra de soja e outras cadeias agropecuárias do estado podem ser consultadas na Plataforma Aroeira, ferramenta da Inteligência de Mercado Agropecuário da Seapa, disponível aqui.
 



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AgroNewsPolítica & Agro

É hora de vender o feijão?



O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab



O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab
O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab – Foto: Canva

A dúvida que mais ronda os produtores neste momento é direta: vender agora ou esperar mais um pouco? Segundo o Instituto Brasileiro do feijão e Pulses (Ibrafe), esse questionamento é natural em períodos de transição, quando o mercado dá sinais de recuperação justamente na virada de mês. O cenário atual mostra compradores ativos, buscando mercadorias a partir da nota 8 e pagando entre R$ 220 e R$ 230 nos lotes de melhor qualidade, o que representa uma oportunidade para quem precisa de caixa imediato.

Apesar disso, os especialistas alertam que o melhor momento de venda tende a se concentrar entre outubro e o início de janeiro, quando historicamente o mercado ganha força. Até lá, setembro pode trazer oscilações: logo no início do mês, é comum haver tentativas de recuo de preços por parte dos compradores, após o rally de valorização de final e início de período. Essa pressão, porém, tende a ser passageira, com chances de reação mais consistente já na segunda quinzena do mês.

No Feijão-preto, a situação segue distinta. O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab, seja por meio do PEPRO ou outro mecanismo de suporte. Enquanto isso não acontece, a ampla disponibilidade de produto — incluindo lotes de menor qualidade que competem diretamente com os melhores nas gôndolas — mantém a referência pressionada para baixo. Já no caso do Feijão-caupi, a expectativa é de um setembro mais positivo em comparação a agosto, tanto no Mato Grosso quanto na Bahia.

O panorama atual reforça a necessidade de decisões individualizadas. Para os produtores que têm urgência em gerar liquidez, o momento de venda é agora, aproveitando o interesse dos compradores. Já para aqueles que podem segurar a mercadoria, há espaço para esperar uma reação do mercado nos próximos meses, reduzindo a pressão típica do período mais fraco do ano.

 





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Setores de carne e café dispensam compras públicas do governo em socorro ao tarifaço



Os segmentos de carne e de café dizem não haver necessidade de serem incluídos em programas governamentais como medida de socorro ao tarifaço dos Estados Unidos. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (25) pelo ministro Paulo Teixeira, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

“Eu acho que é um otimismo dos segmentos da carne e do café. Não é só um otimismo, mas um pedido deles para que o governo continue com a negociação com os Estados Unidos”, disse.

De acordo com ele, há um sentimento no governo e nos setores produtivos de que a sociedade norte-americana está reagindo e pressionando o governo de Donald Trump para modificar o tarifaço em relação aos produtos brasileiros.

“Não veem a necessidade de inclusão deles [os setores de carne e café] nesse programa de compras. Essa é uma medida que será monitorada cotidianamente”, ressaltou.

Entre janeiro e julho deste ano, o Brasil exportou 169,2 mil toneladas de carne bovina fresca e congelada aos Estados Unidos, crescimento de 106% frente ao mesmo período de 2024, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Já em relação ao café, o grão nacional abastece cerca de 33% da demanda norte-americana.

Compras públicas de produtos afetados

Portaria do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), publicada em edição extra no Diário Oficial na sexta-feira (22), dispõe sobre os procedimentos excepcionais e emergenciais relativos às compras públicas de gêneros alimentícios.

A medida atende exclusivamente produtores e exportadores brasileiros atingidos pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos.

De acordo com a portaria, entre os produtos elegíveis, estão:

  • Açaí (purê, preparações alimentícias e frutas congeladas);
  • Água de coco;
  • Castanha de caju (in natura sem casca, além de preparações, sucos e extratos);
  • Castanha-do-brasil (fresca ou seca, sem casca);
  • Manga (fresca ou seca);
  • Mel natural;
  • Uvas frescas;
  • Pescados, incluindo corvina, pargo, outros peixes frescos, refrigerados ou congelados, além de tilápia em diferentes apresentações (filés frescos, congelados ou refrigerados, e peixes inteiros frescos ou congelados).

Segundo a norma, poderão participar produtores e pessoas jurídicas que deixaram de exportar em razão das novas tarifas. Para se habilitar, as empresas exportadoras deverão apresentar uma Declaração de Perda (DP) e comprovar, via Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), que realizaram exportações desde janeiro de 2023.

Já os produtores que fornecem diretamente a essas empresas deverão apresentar uma Autodeclaração de Perda (AP). Nos casos de produtores que exportam diretamente, serão exigidos os mesmos documentos das empresas.



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Chega de frio! Calor será o protagonista em setembro, com temperaturas de até 42°C



Depois do período de ar frio, o tempo quente começa a se intensificar gradualmente, especialmente no Centro-Oeste, em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no interior do Matopiba. Até a segunda quinzena de setembro, o calor ‘dá as caras’ e as máximas podem atingir entre 39°C e 42°C, exigindo cautela dos produtores de soja nos preparativos para a próxima safra.

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Agora é a vez do calor nas lavouras de soja!

O calor deve se manter entre os dias 15 e 20, enquanto as chuvas seguem irregulares, sem volumes suficientes para reduzir o déficit hídrico. No interior de São Paulo, as precipitações nos próximos dias serão fracas, insuficientes para alterar a situação.

Chuvas também ‘dão as caras’

Entre 31 de agosto e 4 de setembro, a faixa oeste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul deve registrar chuvas leves, ainda sem volumes expressivos. Já de 5 a 9 de setembro, pancadas de 5 a 20 mm começam a se intensificar. Para reverter efetivamente o déficit hídrico, seriam necessários volumes entre 50 mm e 70 mm, estimados apenas para o final de setembro e início de outubro.

Cautela, pois clima é positivo

Com a chegada de chuvas mais regulares a partir de outubro, a tendência é de que a safra tenha condições favoráveis, reforçando a importância do monitoramento contínuo do clima e da execução cuidadosa dos preparativos pelos produtores.

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Mais 4 países retiram restrições de exportação à carne de aves brasileira



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou nesta segunda-feira (25) que Chile, Namíbia, Macedônia do Norte e Arábia Saudita retiraram as restrições temporárias impostas à importação de carne de aves do Brasil.

A medida acontece mais de dois meses após a conclusão do foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), registrado no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul. Contudo, até o momento, cinco nações e a União Europeia continuam sem comprar a proteína brasileira.

De acordo com a pasta, a situação atual das restrições à proteína nacional é a seguinte:

  • Sem restrição de exportação: África do Sul, Albânia, Angola, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Bahrein, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Catar, Chile, Coreia do Sul, Cuba, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Hong Kong, Índia, Iraque, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbia, Macedônia do Norte, Marrocos, Mauritânia, México, Mianmar, Montenegro, Namíbia, Paraguai, Peru, República Dominicana, Reino Unido, Singapura, Sri Lanka, Turquia, Uruguai, Vanuatu e Vietnã.
  • Suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil: Canadá, China, Malásia, Paquistão, Timor-Leste, União Europeia.
  • Suspensão restrita ao estado do Rio Grande do Sul: Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Omã, Quirguistão, Rússia, Tajiquistão e Ucrânia.
  • Suspensão limitada aos municípios Campinápolis e Santo Antônio da Barra: Japão
  • Suspensão limitada à zona: Maurício, São Cristóvão e Nevis, Suriname e Uzbequistão. O reconhecimento de zonas específicas é denominado regionalização, conforme previsto no Código Terrestre da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e no Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) da Organização Mundial do Comércio (OMC).



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Friboi e Banco Original: parceria garante dinheiro da arroba em 30 minutos


Pecuaristas, a JBS tem investido em uma série de serviços para o agronegócio, que vão muito além da compra do gado para o abate. Além de programas de gestão, assessoria jurídica e terceirização de engorda, agora, o produtor rural tem mais um benefício exclusivo na comercialização de bovinos com a Friboi: a possibilidade de antecipação de recebíveis em tempo recorde.Assista ao vídeo abaixo e confira essa história.

Nesta reportagem especial, o Giro do Boi conversou com Reinaldo Bolgheroni, da mesa de operações “Antecipa Original”.

Ele explicou como essa parceria com o Banco Original foi desenhada para atender às necessidades do pecuarista, garantindo agilidade, praticidade e segurança na hora de receber o dinheiro da venda do gado.

Antecipação de recebíveis: agilidade e praticidade

Foto: Canva

O produto, desenhado especificamente para o pecuarista, é uma antecipação de recebíveis de todo o gado vendido para a JBS. O processo é super rápido e sem burocracia, e traz uma série de benefícios diretos para o fluxo de caixa da fazenda:

  • Cadastro rápido: O cadastro é feito em uma ficha simples, sem a necessidade de documentos. O relacionamento com a JBS é a “âncora” do processo, o que agiliza a análise de crédito.
  • Dinheiro em 30 minutos: Após o cadastro, o pecuarista está apto a fazer a antecipação, e o dinheiro cai na sua conta em meia hora.
  • Conectividade: Se o produtor não tem acesso à internet, a mesa de operações pode fazer a operação por ele, e o dinheiro é transferido em 30 minutos.

Essa agilidade é crucial para o pecuarista que precisa do dinheiro para o giro do negócio, para comprar insumos ou para cumprir seu planejamento financeiro de forma mais rápida, sem depender de longos prazos de recebimento.

Atendimento personalizado e sem burocracia

Foto: Reprodução/Giro do Boi

A JBS e o Banco Original entenderam que o pecuarista não quer falar com máquinas ou robôs. Por isso, um dos diferenciais do serviço é o atendimento personalizado.

  • Relacionamento de gente para gente: O pecuarista fala com uma pessoa, um operador da mesa que irá atendê-lo e conhecer suas necessidades e características.
  • Contato direto: O relacionamento é feito por WhatsApp ou telefone, de forma próxima e ágil, facilitando a comunicação.
  • Zero burocracia: O produto foi desenhado para ser simples, rápido e sem complicações, atendendo à necessidade do pecuarista de agilidade e praticidade.

A equipe do Antecipa Banco Original tem participado de eventos estratégicos Brasil afora para mostrar os produtos e serviços aos pecuaristas, reforçando o compromisso com o relacionamento e o atendimento de qualidade.



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MST invade fazenda do Banco do Brasil no Rio Grande do Sul



Mais de 500 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiram, na manhã desta segunda-feira (25), uma área agrícola que pertence ao Banco do Brasil.

A ação do grupo, realizada na Fazenda Rincão de São Brás, também conhecida como Fazenda Barcelos, em Itapuã, no Rio Grande do Sul, tem como objetivo pressionar o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para agilizar o processo de aquisição da área.

De acordo com o Movimento, a área estaria sendo usada para plantio de arroz por um invasor, que teria ocupado a fazenda de forma ilegal. Conforme os integrantes do MST, ao chegar no local, foram encontrados descartes ilegais de defensivos agrícolas na área às margens da Lagoa dos Patos.

Segundo o grupo, a área de 351 hectares foi anunciada para fins de reforma agrária no programa Terra da Gente e indicada ao Movimento pelo Incra/RS em negociações no dia 23 de dezembro de 2024.

“O MST busca o avanço nas negociações entre a União e o Banco do Brasil e segue na negociação com o Incra para a liberação das áreas prometidas para novos assentamentos no estado ainda em 2025”, afirma a dirigente estadual do MST/RS, Carla Camila Marques.

Conforme o Incra, o Programa Terra da Gente tem como meta beneficiar 295 mil famílias agricultoras até 2026. Desse total, 74 mil famílias serão assentadas em novas áreas, e 221 mil serão reconhecidas ou regularizadas em lotes de assentamentos já existentes.

Procurada pela reportagem, a assesoria do Banco do Brasil ainda não se manifestou. O espaço segue aberto.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Custos de produção elevados preocupam produtores de soja



O custo da produção de soja safra 2025/26 em Mato Grosso voltou a subir em julho, o que reacende preocupações sobre a rentabilidade da próxima safra. Fertilizantes, corretivos e defensivos foram os principais responsáveis pelo aumento do custeio, que já passa dos R$ 4.000 por hectare. A alta reacende a preocupação com a rentabilidade já que, apesar da alta, o mercado ainda não apresenta preços firmes para a próxima temporada.

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Soja em MT

O plantio da safra 2025/26 no estado só será liberado a partir de 7 de setembro, quando termina o período do vazio sanitário. Até lá, os produtores já sentem no bolso o peso das despesas. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), só em julho, o custo de produção avançou 0,92%, com fertilizantes e corretivos subindo 1,31% e defensivos, 1,44%. Atualmente, o custeio por hectare está em R$ 4.183.

Os produtores destacam que a alta de custos se reflete principalmente nos defensivos, enquanto a relação de troca com a soja permanece desfavorável. Comparando com as últimas cinco safras, o cenário atual exige mais sacas para garantir uma tonelada. Além disso, fatores logísticos e incertezas no comércio internacional adicionam desafios à produção.

De acordo com o Imea, apesar do aumento recente, os custos seguem abaixo do patamar registrado no ciclo 2022/23, quando ultrapassaram R$ 5.000 por hectare. Ainda assim, o setor reforça a importância de controlar despesas, investir de forma estratégica em maquinário e reduzir ao máximo a estrutura da lavoura para manter a competitividade.

Outro ponto de preocupação é o custo elevado de juros, que pressiona a agricultura e aumenta a insegurança financeira. Quando o clima não ajuda, a produtividade cai, os insumos custam caro e o juro está alto, consumindo a renda do produtor na primeira safra. Muitas vezes, a segunda safra é necessária para equilibrar as contas.

Cenário internacional

O cenário internacional também impacta diretamente o planejamento agrícola. A dependência de derivados de petróleo e as incertezas nas relações comerciais, como taxações e ameaças do governo norte-americano, podem elevar ainda mais os custos de produção, especialmente para produtores arrendatários.

Diante desse contexto, os produtores apostam em estratégias de venda escalonadas e cautelosas. O segredo está em vender conforme surgem oportunidades, dividindo ao longo do ano, para conseguir melhores preços e preservar a renda no campo, além de torcer por um clima favorável, pois a produtividade ainda depende disso.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de fertilizantes mostra valorização da ureia



No segmento de fosfatados, o ritmo das negociações segue lento



No segmento de fosfatados, o ritmo das negociações segue lento
No segmento de fosfatados, o ritmo das negociações segue lento – Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de fertilizantes registrou movimentos distintos nesta semana, com alta nos preços da Ureia, estabilidade no map e leve queda no Cloreto de potássio. Segundo informações da StoneX, a dinâmica global de oferta e demanda da Ureia permanece apertada, o que tem impulsionado as cotações em diversos países, incluindo o Brasil.

No segmento de fosfatados, o ritmo das negociações segue lento. As relações de troca entre commodities agrícolas e o MAP atingiram um dos piores patamares dos últimos anos, o que desestimula a demanda interna. Nesse cenário, os preços CFR do produto permaneceram estáveis, refletindo um mercado mais retraído e com baixa liquidez.

Já para o cloreto de potássio, houve uma pequena redução nas cotações CFR. A queda está relacionada à menor procura por parte do mercado brasileiro, que atualmente demonstra um comportamento mais cauteloso em relação às compras. Esse movimento indica que os compradores estão esperando melhores condições para retomar negociações de maior volume.

Com esse cenário, o mercado de fertilizantes no Brasil segue sob influência tanto de fatores globais, como a restrição de oferta da ureia, quanto locais, como a fragilidade da demanda por MAP e potássicos. A tendência para os próximos meses dependerá do ritmo de compras do agronegócio e das movimentações no cenário internacional de suprimentos.

“Os preços CFR da ureia aumentaram novamente no mercado brasileiro. A dinâmica entre a oferta e a demanda está apertada no mercado global de ureia, e isso tem elevado os preços em diversos países, como o Brasil. No segmento de fosfatados, as negociações estão lentas, pois as relações de troca entre commodities agrícolas e o MAP estão nos piores níveis dos últimos anos. Nesse cenário, as cotações CFR do MAP permaneceram estáveis. Por fim, houve uma pequena queda para os preços do cloreto de potássio, pois a demanda brasileira está relativamente enfraquecida no momento”, conclui.

 





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Setembro terá chuva superior a 200 mm e temperaturas acima da média


Chuva próximo a média para setembro em quase todo o Brasil central e o Nordeste do país. É o que indica a previsão do tempo para todo o mês, publicada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) nesta segunda-feira (25), como mostram as manchas em cinza no mapa abaixo.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Já na maior parte da Região Sul e no noroeste do Amazonas, as estimativas apontam precipitações acima da média (tom em azul). Entretanto, em diversos setores da Região Norte, estão previstos valores abaixo da média (amarelo).

Chuva de 160 mm

Em relação à Região Norte, o Inmet prevê volumes de chuva de até 50 mm abaixo da média histórica em grande parte de Roraima, centro-sul do Pará, porções centrais do Acre e Rondônia e em áreas isoladas do Amazonas (tom em amarelo).

Por outro lado, volumes de chuva acima de 160 mm são previstos para o norte do Amazonas, bem como acumulados acima de 100 mm para o extremo nordeste do Pará. Nas demais áreas da região, o prognóstico indica valores próximos às médias climatológicas.

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Foto: Reprodução Inmet

Para a Região Nordeste, majoritariamente, os valores previstos ficarão em torno da média histórica em praticamente todos os estados, exceto no nordeste da região costeira da Bahia, onde são previstos volumes de chuva de até 50 mm abaixo da média histórica.

Para o Centro-Oeste e Sudeste durante setembro, o Inmet prevê volumes de chuva próximos à climatologia, com as seguintes exceções:

  • Setores sudeste e sudoeste de São Paulo, extremo sul de Minas Gerais e sudeste de Mato Grosso do Sul, com estimativas de volumes até 50 mm acima da média.
  • Chuva abaixo da média histórica para as áreas do oeste de Mato Grosso do Sul.

Acumulados acima de 200 mm

Para o Sul do país, o Inmet indica chuva muito acima da média para setembro em quase toda a Região. Veja:

  • Na porção central de divisa entre as mesorregiões do noroeste e nordeste Rio-Grandense é previsto volume de chuva acima de 200 mm para o próximo mês (tom em azul escuro).
  • Acumulados próximos à média histórica de setembro são previstos em áreas isoladas do norte e sudoeste do Paraná.

A previsão do tempo para setembro indica que as temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do país (tons laranja e vermelho no mapa da direita), especialmente nas regiões do Pará, Mato Grosso, leste de Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais.

Segundo o Inmet, as temperaturas podem alcançar até 1,5°C acima da média, variando entre 27°C e 30°C nas seguintes áreas:

  • Sudoeste do Pará e na divisa de Goiás com Minas Gerais

Na região central e leste do Nordeste, a previsão é de temperaturas acima da média para todos os estados, com áreas na costa norte próximas à climatologia.

As temperaturas devem variar entre 22°C e 27,5°C no Nordeste, com áreas pontuais na região central de Pernambuco e sudeste da Bahia apresentando valores entre 17°C e 20°C.

Já para o Sudeste, o Inmet prevê temperaturas médias acima de 15°C em áreas do centro-sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e centro-leste de São Paulo. Já temperaturas mais elevadas são esperadas nas partes central e oeste de Minas Gerais.

Calor no Sul?

A Região Sul deve apresentar temperaturas dentro da média (tonalidade em cinza no mapa da direita), exceto no Paraná, onde as temperaturas podem ficar até 0,6 °C acima da média. Nessa região, devem predominar temperaturas entre 12°C e 17°C, com temperaturas mais baixas no Rio Grande do Sul e na divisa com Santa Catarina, onde as médias podem ficar abaixo de 12,5°C.

Já na Região Centro-Oeste, as temperaturas médias devem ficar acima de 22,5°C em todos os estados, com exceção do sul de Mato Grosso do Sul, onde as médias devem ficar em 20°C.



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