domingo, maio 3, 2026

Autor: Redação

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Abiove consegue liminar para barrar suspensão da Moratória da Soja



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) conseguiu na noite desta segunda-feira (25) uma medida preventiva para que a suspensão da Moratória da Soja seja impedida.

Na ação, contra o superintendente-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Alexandre Barreto de Souza, a entidade sustenta que a decisão, aprovada em 18 de agosto, foi tomada de maneira monocrática e proferida sem a devida apreciação das manifestações técnicas e jurídicas apresentadas, em evidente afronta ao contraditório, à ampla defesa e ao devido processo legal.

A ação que cancelava os efeitos da Moratória — pacto multissetorial que impede que traders de soja comprem o grão de produtores que tenham desmatado áreas no bioma amazônico após julho de 2008 — havia sido requerida ao Cade pela Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

A Abiove alega, ainda, que o ato extrapola os limites da competência da Superintendência Geral do Cade ao interferir em política pública ambiental reconhecida e apoiada formalmente por órgãos federais, como o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Assim, a previsão de multa diária de R$ 250 mil às signatárias da Moratória também foi suspensa na decisão, assinada pela juíza federal Adverci Rates Mendes de Abreu, da 20ª Vara/SJDF.

Ao aprovar o pleito que suspendia os efeitos da Moratória da Soja, o superintendente-geral do Cade havia determinado, ainda, uma investigação completa sobre os signatários do pacto, dizendo que se “constitui em um acordo anticompetitivo entre concorrentes que prejudicam a exportação de soja”.



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Agroleite 2025 registrou alta de 86% em volume de negócios



A 25ª edição do Agroleite movimentou R$ 969 milhões em negócios, valor recorde, informou a organização em nota. O montante é 86% superior ao registrado em 2024, quando o total chegou a R$ 520 milhões. A mostra leiteira ocorreu entre os dias 5 e 8 de agosto em Castro, no Paraná.

“Devido o contexto geral da economia, nossa expectativa era de um montante próximo ao da última edição, mas, durante os dias do evento, constatamos, em conversa tanto com expositores, quanto com visitantes, que as pessoas aguardaram o momento da feira e as condições especiais para fechar negócios”, afirmou, na nota, o presidente da Castrolanda, Willem Bouwman.

O levantamento foi feito junto às 370 empresas expositoras e instituições financeiras participantes. De acordo com o gerente do Agroleite, Gustavo Viganó, a cifra apenas as transações fechadas durante os quatro dias de feira.

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“Sabemos também que é grande o volume de negócios prospectados e que se concretizam nas semanas seguintes ao evento”, acrescentou.

O Agroleite 2025 recebeu 163 mil visitantes, recorde de público e o dobro da população de Castro. Outro destaque foi o retorno do Leilão Virtual Estrelas do Leite, que comercializou 41 animais e arrecadou R$ 834 mil. O maior valor pago foi R$ 42 mil por uma fêmea jovem da raça Jersey.

A próxima edição do Agroleite já está confirmada para agosto de 2026, com data a ser anunciada nas próximas semanas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Argentina projeta aumento na área de milho



No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção



No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produçãoNo cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção
No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produçãoNo cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção – Foto: Agrolink

A produção de milho na Argentina para o ciclo 2025/26 deve registrar uma recuperação expressiva em relação ao ano anterior. Segundo levantamento da Bolsa de Cereales de Buenos Aires (BCBA), a área destinada ao grão pode alcançar 7,8 milhões de hectares, impulsionada por melhores condições de umidade e maior conhecimento sobre o manejo da cigarrinha do milho (Dalbulus maidis).

O estudo da BCBA indica que, após um ano marcado por incertezas relacionadas à praga, os produtores estão mais confiantes e tendem a optar por sementes precoces para reduzir riscos, especialmente nas regiões que sofreram reduções significativas de área na safra passada. Além disso, a combinação de umidade favorável no solo e estratégias de manejo contribui para um cenário mais positivo.

No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção e no consumo de milho, impulsionados pela demanda para alimentação, etanol e indústria. Estados Unidos devem alcançar um recorde histórico, enquanto o Brasil se consolidaria com uma das maiores safras de sua história. Os estoques finais mundiais também devem subir, com destaque para a recuperação ucraniana, embora ainda sujeita às variações do conflito na região.

Localmente, os preços futuros apresentam ligeira valorização, enquanto os custos de insumos tendem a cair, melhorando a relação insumo-produto, embora a rentabilidade projetada permaneça ajustada. A previsão de crescimento de 9,6% na área plantada em relação ao ciclo anterior confirma a retomada da confiança do produtor argentino, colocando a safra como a segunda maior da série histórica da BCBA.

 





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Brasil e Nigéria firmam acordos em agricultura, pecuária e fertilizantes


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o presidente da Nigéria, Bola Tinubu, para uma visita de Estado, nesta segunda-feira (25), no Palácio do Planalto, e reafirmou sua preocupação com o desenvolvimento do continente africano.

Lula disse que o Brasil quer ampliar o fluxo comercial com a Nigéria e afirmou que os dois países apostam no livre comércio, em um momento em que ressurgem “o protecionismo e o unilateralismo” no mundo.

Ele lembrou que o intercâmbio entre Brasil e Nigéria “diminuiu drasticamente” na última década, de US$ 10 bilhões em 2014 para US$ 2 bilhões no ano passado, sendo a Nigéria o quarto maior parceiro comercial brasileiro na África.

Durante declaração à imprensa, Lula afirmou que nos últimos governos o Brasil se distanciou da África e destacou que duas das maiores economias da América Latina e do continente africano deveriam manter um intercâmbio muito maior.

“Nesse momento, em que ressurgem o protecionismo e o unilateralismo, Nigéria e Brasil reafirmam a sua aposta no livre comércio e na integração produtiva. Seguimos empenhados na construção de um mundo de paz e livre de imposições hegemônicas”, acrescentou.

Cooperação em agricultura e pecuária

Entre as áreas possíveis de cooperação, Lula citou agricultura e pecuária, petróleo e gás, fertilizantes, aeronaves e máquinas. Hoje, o Brasil exporta principalmente açúcares e melaços (74%), enquanto as importações são concentradas em fertilizantes (48%) e petróleo e derivados (48%).

Lula reafirmou que o Brasil tem uma dívida com o continente africano diante dos 350 anos de escravidão a que o povo negro foi submetido no território brasileiro. Para o presidente, a dívida histórica deve ser paga com solidariedade, transferência de tecnologia e assistência para o desenvolvimento da agricultura local, por meio de uma relação “solidária, fraterna e igualitária”.

Por sua vez, o presidente da Nigéria, Bola Tinubu, contou que a Nigéria tem uma população muito jovem, que está pronta para troca de ideias e para aproveitar as oportunidades com as transferências tecnológicas. “Eles sabem que o Brasil tem os ativos que nós precisamos”, afirmou.

Segundo Tinubu, a Nigéria tem interesses na produção industrial de medicamentos genéricos, já consolidada no Brasil, e em parcerias com a Petrobras, na exploração de gás natural.

“Somos o terceiro maior produtor de petróleo da África e isso não está levando a atividades comercias de valor como deveria”, afirmou.

Retomada

Nessa retomada da cooperação, Lula contou que vários acordos já foram firmados em áreas como defesa, agricultura e pecuária, segurança, produção audiovisual, comércio, investimentos, turismo e energia.

Durante a visita, foram assinados cinco atos bilaterais. Um deles é o acordo sobre aviação civil, com o propósito de estabelecer e explorar os serviços aéreos entre os dois territórios. Foi aprovado o início da operação de um voo direto entre São Paulo e Lagos, cidade litorânea da Nigéria.



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confira os números da soja no Brasil e Chicago



O mercado doméstico de soja iniciou a semana em queda, com recuos simultâneos na Bolsa de Chicago, no dólar e nos prêmios. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, esses fatores compensaram pouco o movimento de baixa, com o resultado em um cenário de lentidão nas negociações.

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Nos portos, praticamente não há ofertas relevantes. O mercado está lento, com poucas indicações para setembro, afirmou o especialista. Ele acrescentou que o mesmo padrão se observa na indústria, onde predominam apenas compras pontuais, sem volume expressivo.

O analista também destacou a fraqueza nas movimentações relacionadas à safra 2026. “O início da semana está bem fraco, inclusive para a safra futura, com poucos reportes de ofertas”, disse.

De modo geral, o mercado segue em ritmo moroso, com agentes cautelosos diante das condições externas e internas que pressionam os preços.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em baixa. A perspectiva de demanda fraca por parte da China e o sentimento de safra cheia nos Estados Unidos determinaram as perdas.

Após atingir os melhores níveis em dois meses na sexta-feira, o mercado corrigiu na abertura da semana. O sentimento entre os operadores é de ceticismo sobre uma possível recuperação das negociações comerciais entre China e Estados Unidos.

A crop tour da Pro Farmer indicou uma boa safra a ser colhida nos EUA, ainda que em nível abaixo do projetado pelo Departamento de Agricultura americano (USDA). A produção norte-americana deverá totalizar 4,246 bilhões de bushels em 2025, com produtividade média de 53 bushels por acre. O USDA, no entanto, projeta 4,292 bilhões de bushels, com rendimento de 53,6 bushels por acre.

Contratos futuros de soja

No fechamento, os contratos da soja em grão com entrega em setembro recuaram 11,00 centavos de dólar, ou 1,06%, a US$ 10,25 1/2 por bushel. A posição novembro terminou em US$ 10,47 3/4 por bushel, com baixa de 10,75 centavos ou 1,01%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo caiu US$ 0,60, ou 0,20%, para US$ 290,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 54,87 centavos de dólar, com perda de 0,45 centavo ou 0,81%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,21%, cotado a R$ 5,4138 para venda e R$ 5,4118 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4017 e a máxima de R$ 5,4367.



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Saiba como os preços da arroba do boi gordo iniciaram a semana


O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços acomodados em grande parte do país nesta segunda-feira (25).

De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios sugere por um perfil ainda lateralizado no restante da semana, com maior espaço para reajustes durante a primeira quinzena de setembro.

“Vale destacar que os frigoríficos, em especial os de maior porte, contam com a incidência de animais de parceria (contratos a termo), para reforçar as escalas de abate, além da utilização de confinamento próprio”, disse.

  • São Paulo: R$ 311,68
  • Goiás: R$ 301,61
  • Minas Gerais: R$ 302,65
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,09
  • Mato Grosso: R$ 310,34

Mercado atacadista

O mercado atacadista iniciou a semana apresentando manutenção do padrão das negociações em um ambiente que não denota grande espaço para recuperação dos preços, conforme Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23 por quilo, o dianteiro segue cotado a R$ 18 por quilo e a ponta de agulha permanece a R$ 17 por quilo.

Exportações de carne bovina

carnecarne
Foto: arquivo Canal Rural

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,192 bilhão em agosto até o momento (16 dias úteis), com média diária de US$ 74,550 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 212,925 mil toneladas, com média diária de 13,307 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.602,00.

Em relação a agosto de 2024, houve alta de 70,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 34,7% na quantidade média diária exportada e avanço de 26,3% no preço médio.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,21%, sendo negociado a R$ 5,4138 para venda e a R$ 5,4118 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4017 e a máxima de R$ 5,4367.



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Touro não cobre a vacada? Veterinário explica os motivos e a solução


Pecuaristas, a reprodução é o pilar da pecuária de cria, e o desempenho do touro reprodutor é crucial para o sucesso da estação de monta. Quando o touro não consegue mais cobrir a vacada, mesmo com alta libido, o produtor Cleudes Rodrigues, de Breu Branco, no estado do Pará, buscou ajuda para entender o que pode estar acontecendo com seu reprodutor gir, filho do C.A. Sansão. Assista ao vídeo e confira as recomendações.

Nesta segunda-feira (25), o médico-veterinário e consultor Guilherme Vieira respondeu à dúvida no quadro “Giro do Boi Responde” do programa Giro do Boi.

Ele explica que o problema, que parece estar no salto, pode ser causado por doenças e lesões que afetam a performance do touro, e uma atenção rápida é fundamental para resolver a questão.

Sinais de alerta: o problema pode ser mais grave

Foto: Reprodução

Guilherme Vieira ressalta que o animal de Cleudes Rodrigues apresenta libido e faz a subida para a cópula, mas não consegue completá-la.

Esse comportamento é um sinal de alerta que pode estar relacionado a diversos problemas de saúde, que exigem a intervenção de um profissional:

  • Lesões nos membros posteriores: Lesões nos cascos ou nas articulações podem causar dor intensa no momento da subida, impedindo a cópula.
  • Orquite e epididimite: Inflamações nos testículos e no epidídimo podem causar dor e inchaço, afetando diretamente o desempenho reprodutivo.
  • Doenças infecto-contagiosas: Outras doenças podem comprometer a saúde do touro e impedir que ele exerça sua função reprodutiva de forma eficaz.

O especialista observa no vídeo que o touro demonstra sinais de dor antes da cópula, o que dificulta a conclusão do ato.

Recomendações: investir na recuperação do reprodutor

A recomendação para Cleudes Rodrigues e para todos os pecuaristas que enfrentam um problema semelhante é chamar imediatamente um médico-veterinário. Um exame clínico apurado é fundamental para chegar a um diagnóstico e prescrever o tratamento adequado.

Para o produtor, vale a pena o investimento na recuperação do touro, especialmente se ele tem um histórico de boas crias e uma genética de ponta. Se o seu touro, que é um bom reprodutor, “refugar” na hora da cópula, chame logo um veterinário.

A ação rápida pode evitar perdas e garantir que o animal volte a ser um reprodutor eficaz, protegendo o seu investimento e a produtividade da fazenda.

O alerta de Guilherme Vieira é claro: um touro que tem histórico de sucesso, mas de repente para de cobrir a vacada, precisa de atenção. A intervenção rápida de um profissional pode ser a chave para salvar o investimento e manter a produtividade da fazenda.



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Autorizada concessão de R$ 21,7 mi para leilões de subvenção ao preço do feijão



O governo federal autorizou nesta segunda-feira (25), a concessão de subvenção econômica por meio de equalização de preços para o feijão da safra 2024/25 proveniente da região Sul.

A medida, publicada em portaria interministerial no Diário Oficial da União assinada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e Orçamento e Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), prevê R$ 21,7 milhões para a subvenção econômica do grão.

A medida valerá para feijão cores e feijão-preto cultivados e produzidos no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

A subvenção será concedida pelo governo por meio de pagamento do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural e/ou sua Cooperativa (Pepro) e do Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), que serão ofertados em leilões realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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Produtores rurais e cooperativas de produtores rurais poderão participar dos certames do Pepro e usinas de beneficiamento e comerciantes poderão participar dos leilões de PEP. O feijão deverá ser comercializado pelo setor privado, dispõe a portaria.

Pagamento de preços mínimos

Os leilões visam garantir o pagamento dos preços mínimos aos produtores de feijão, já que os preços praticados no mercado estão abaixo do patamar previsto pela Conab para a safra e que cobre os custos de produção.

O preço mínimo de garantia do governo vigente para a safra 2024/2025 é de R$ 181,23 por saca de 60 kg para o feijão cores e de R$ 152,91 por saca de 60 kg para o feijão-preto, conforme estabelecido na portaria.

O Ministério da Agricultura deve estabelecer o volume máximo de feijão cores e de feijão-preto a ser comercializado por cada produtor rural em toda a safra.

A Conab deverá realizar vistoria para apuração da regularidade das operações e verificar e comparar o volume total negociado no Estado de produção com o volume de produção disponibilizado na Produção Agrícola Municipal do IBGE para o pagamento da subvenção, prevê a portaria.

A portaria interministerial entra em vigor nesta segunda-feira e tem vigência até 30 de outubro.



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Estado brasileiro registra melhor produtividade de soja da história; saiba qual



A produção de soja em Goiás atingiu um novo patamar na safra 2024/2025, com o melhor resultado já registrado pelo estado. Segundo dados do 11º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa é que Goiás produziu um recorde de 20,4 milhões de toneladas de soja, um crescimento de 21,4% em relação ao ciclo anterior.

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Segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), esse avanço é resultado da combinação entre expansão da área plantada e, principalmente, do salto na produtividade média. A área cultivada com a oleaginosa passou para 4,9 milhões de hectares, uma alta de 2,5% em comparação ao ciclo 2023/24. Já a produtividade subiu 18,4%, alcançando a marca histórica de 4,1 toneladas por hectare.

Com este desempenho, Goiás se consolida como o líder nacional em produtividade e o terceiro maior produtor de soja do país. “Esse resultado histórico reforça o trabalho conjunto entre produtores, pesquisadores, técnicos e políticas públicas eficientes. Com o apoio do Governo de Goiás, os produtores rurais seguem garantindo a produtividade, a competitividade e a sustentabilidade no campo”, destaca o titular da Seapa, Pedro Leonardo Rezende.

Produções goianas

Mais informações detalhadas sobre a safra de soja e outras cadeias agropecuárias do estado podem ser consultadas na Plataforma Aroeira, ferramenta da Inteligência de Mercado Agropecuário da Seapa, disponível aqui.
 



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AgroNewsPolítica & Agro

É hora de vender o feijão?



O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab



O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab
O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab – Foto: Canva

A dúvida que mais ronda os produtores neste momento é direta: vender agora ou esperar mais um pouco? Segundo o Instituto Brasileiro do feijão e Pulses (Ibrafe), esse questionamento é natural em períodos de transição, quando o mercado dá sinais de recuperação justamente na virada de mês. O cenário atual mostra compradores ativos, buscando mercadorias a partir da nota 8 e pagando entre R$ 220 e R$ 230 nos lotes de melhor qualidade, o que representa uma oportunidade para quem precisa de caixa imediato.

Apesar disso, os especialistas alertam que o melhor momento de venda tende a se concentrar entre outubro e o início de janeiro, quando historicamente o mercado ganha força. Até lá, setembro pode trazer oscilações: logo no início do mês, é comum haver tentativas de recuo de preços por parte dos compradores, após o rally de valorização de final e início de período. Essa pressão, porém, tende a ser passageira, com chances de reação mais consistente já na segunda quinzena do mês.

No Feijão-preto, a situação segue distinta. O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab, seja por meio do PEPRO ou outro mecanismo de suporte. Enquanto isso não acontece, a ampla disponibilidade de produto — incluindo lotes de menor qualidade que competem diretamente com os melhores nas gôndolas — mantém a referência pressionada para baixo. Já no caso do Feijão-caupi, a expectativa é de um setembro mais positivo em comparação a agosto, tanto no Mato Grosso quanto na Bahia.

O panorama atual reforça a necessidade de decisões individualizadas. Para os produtores que têm urgência em gerar liquidez, o momento de venda é agora, aproveitando o interesse dos compradores. Já para aqueles que podem segurar a mercadoria, há espaço para esperar uma reação do mercado nos próximos meses, reduzindo a pressão típica do período mais fraco do ano.

 





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