sexta-feira, maio 1, 2026

Autor: Redação

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Ibama e hidrelétrica são condenados por infestação de mosquitos em assentamentos



A usina hidrelétrica Santo Antônio Energia (SAE) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram condenados a elaborar e executar um plano de controle ambiental contra a infestação de mosquitos nos assentamentos Joana D’Arc I, II e III, em Porto Velho, Rondônia.

A ação, de autoria do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público de Rondônia (MPRO), teve sentença emitida em 28 de agosto pela 5ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Justiça Federal em Rondônia.

A decisão acolheu parcialmente os pedidos da ação civil pública realizada pelo MPF e MPRO, em 2016, que se baseou na denúncia de 141 moradores da região sobre a proliferação de mosquitos do gênero Mansonia, decorrente da formação do reservatório de água do Complexo Hidrelétrico Santo Antônio.

Segundo os autos, a infestação tornou a convivência insustentável para a população local, gerando incômodo, distúrbios de saúde, riscos de transmissão de doenças e prejuízos econômicos, sociais e ambientais.

Conforme a ação, a causa da proliferação foi a omissão da SAE no cumprimento do Programa de Monitoramento de Macrófitas, exigido como condicionante da Licença de Operação nº 1044/2011, concedida pelo Ibama, que previa o controle das plantas aquáticas flutuantes, ambiente propício ao desenvolvimento das larvas de Mansonia.

Omissão do Ibama

De acordo com os autores da ação, o Ibama também foi omisso ao não fiscalizar adequadamente as obrigações impostas no processo de licenciamento ambiental.

Os réus argumentaram a existência de outra ação civil pública na Justiça Estadual com pedidos semelhantes e defenderam que tais insetos ocorrem naturalmente na localidade.

Segundo os réus, a situação é típica e pode decorrer de fatores ambientais, como precipitação abundante em determinados anos. Também apresentaram manifestações técnicas e artigos científicos favoráveis aos seus argumentos.

O Ibama afirmou que tem acompanhado o caso desde 2013, realizando vistorias, emitindo pareceres e exigindo medidas como a remoção de macrófitas e a distribuição de mosquiteiros.

No entanto, a Justiça Federal determinou a realização de prova pericial, por perita nomeada com expertise em entomologia médica.

Segundo a especialista, o laudo técnico divergiu dos argumentos apresentados pelos réus, confirmando que a situação dos moradores era de ‘calamidade de saúde pública’, com forte prejuízo à qualidade de vida.

“Ainda que não tenha sido possível determinar a origem dos mosquitos, há uma probabilidade de relação entre a formação do reservatório e o aumento da infestação, em razão da associação entre a reprodução dos insetos e a presença de macrófitas aquáticas”, argumenta.

Decisão judicial

A Justiça Federal reconheceu que as omissões da SAE e do Ibama proporcionaram a proliferação dos mosquitos e determinou a elaboração e implementação do plano de controle ambiental.

Além disso, a justiça condenou a Santo Antônio Energia S.A. a pagar R$ 500 mil de indenização por danos morais coletivos, valor que deverá ser revertido para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDDD).

Por fim, a decisão negou o pedido do MPF e do MPRO para remanejamento das famílias residentes nos assentamentos, por considerar que uma decisão na ação em curso na Justiça Estadual já havia concedido a realocação progressiva da população afetada, bem como auxílio financeiro, como medidas emergenciais.



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Polícia recupera trator furtado e prende três suspeitos em Minas Gerais



A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) recuperou, na manhã desta quarta-feira (3), um trator furtado em Candeias, na zona rural de Januária, Minas Gerais. Durante a ação, três homens foram presos nos municípios de Montes Claros, Januária e Formiga. 

A operação, batizada de Porteira Aberta, foi realizada com base em inquéritos instaurados para apurar o furto de três tratores, registrados no primeiro semestre deste ano, nos municípios de Campo Belo e Candeias.

“Por meio de investigação, comprovamos o envolvimento de alguns indivíduos da região de Januária, que teriam se deslocado até as cidades de Campo Belo e Candeias e subtraído os tratores”, informou o delegado titular da Delegacia Especializada em Investigação e Repressão a Crimes Rurais em Campo Belo, José Rubens.

A Polícia Civil apura a atuação de uma possível organização criminosa especializada no furto de tratores com ramificações em diferentes regiões do estado.

Os trabalhos policiais, coordenados pela Delegacia Especializada em Investigação e Repressão a Crimes Rurais em Campo Belo, continuam.



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Angus na TIP: saiba como o manejo sanitário e o conforto geram mais lucro


Pecuaristas, a terminação intensiva a pasto (TIP) é uma estratégia que permite aumentar o ganho de peso do gado e lucrar mais com a produção. No entanto, para que a TIP seja um sucesso com a raça angus, é preciso um manejo adequado que garanta a saúde e o conforto dos animais. Assista ao vídeo abaixo e confira as recomendações detalhadas.

Ézio Leite, pecuarista de Cassilândia, no estado de Mato Grosso do Sul, levantou a dúvida sobre se o gado angus pode ser engordado em TIP, de olho no mercado de carne premium. A resposta veio do zootecnista Tiago Felipini, especialista em nutrição animal, no quadro “Giro do Boi Responde” desta segunda-feira (18).

Manejo sanitário e controle de parasitas

Bovinos meio-sangue Angus em área de curral. Foto: Divulgação/Friboi Itapetinga (BA)Bovinos meio-sangue Angus em área de curral. Foto: Divulgação/Friboi Itapetinga (BA)
Bovinos meio-sangue Angus em área de curral. Foto: Divulgação/Friboi Itapetinga (BA)

Tiago Felipini ressalta que o gado angus, que se adapta bem ao Mato Grosso do Sul, pode ter um bom desempenho na TIP, desde que receba as condições de alimento e manejo ideais.

A primeira orientação do especialista é fazer um bom manejo sanitário antes de iniciar a TIP, especialmente com o controle estratégico de carrapato. A infestação de carrapatos prejudica o consumo de alimento e o desempenho do gado.

Além disso, animais muito infestados ficam doentes, perdem peso e encarecem a operação. O controle preventivo é fundamental para o sucesso da engorda.

Ambiência e conforto para o gado Angus

bovinos cruzamento Nelore e Angusbovinos cruzamento Nelore e Angus

O angus é uma raça europeia e, por isso, a ambiência é um fator crucial para o seu bom desempenho na TIP.

O pecuarista deve investir em conforto para o rebanho, especialmente em regiões com calor intenso, como o Mato Grosso do Sul.

  • Sombreamento: O ideal é colocar sombrite ou estruturas de sombreamento artificial, com 3 metros quadrados por cabeça. Quanto mais sombra, maior será o desempenho dos animais, pois eles gastam menos energia para se refrescar.
  • Água de qualidade: O acesso a água fresca e de qualidade é fundamental para a hidratação e o bem-estar do gado, o que influencia diretamente o consumo de matéria seca e o ganho de peso.
  • Manejo: É importante evitar o estresse e garantir o bem-estar animal para que o gado aproveite a dieta e ganhe peso de forma eficiente, sem perdas.

Com o manejo sanitário adequado e o investimento em ambiência e conforto, o pecuarista pode lucrar mais com a terminação intensiva a pasto, produzindo um gado angus de alta qualidade para o mercado de carne premium.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil fecha acordo e venderá milho pipoca à Costa Rica



Brasil soma 419 aberturas de mercado desde 2023




Foto: Pixabay

O governo brasileiro e o governo da Costa Rica concluíram negociações sanitárias e fitossanitárias que permitem ao Brasil exportar subprodutos de origem bovina destinados à alimentação animal e milho de pipoca para o mercado costarriquenho.

Segundo dados oficiais, em 2024 o Brasil exportou mais de US$ 272 milhões em produtos agropecuários para a Costa Rica, com destaque para cereais, farinhas, preparações e produtos do complexo soja.

Com a nova habilitação, o Brasil soma 419 aberturas de mercado desde o início de 2023. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) destacou que os avanços são resultado do trabalho conjunto com o Ministério das Relações Exteriores (MRE).





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Itália diz apoiar Acordo Mercosul-UE, mas quer proteger agricultores europeus



Após a adoção do texto final do Acordo Mercosul-União Europeia pelo Colégio de Comissários, o governo italiano demonstrou satisfação com a inclusão de um pacote de salvaguardas adicionais para proteger os agricultores europeus.

“Essas salvaguardas adicionais incluem, como a Itália solicitou ativamente nos últimos meses, um mecanismo de monitoramento e intervenção rápida em caso de perturbações de preços, inclusive no nível de Estados-Membros individuais, o fortalecimento dos controles fitossanitários em mercadorias recebidas, para garantir total conformidade com os padrões e regulamentos da UE, e um compromisso de fornecer compensação adequada para quaisquer cadeias de suprimentos agrícolas afetadas”, afirmou o governo italiano.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Tendo em vista a próxima aprovação formal do Acordo em Bruxelas, a Itália ainda avaliará eficácia das garantias adicionais fornecidas e a consequente possibilidade de apoiar ou rejeitar a aprovação final do Acordo Mercosul-UE.



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indústria tenta reduzir preço da arroba, mas demanda segura cotação



O mercado físico do boi gordo começa a se deparar com algumas tentativas de compra em patamares mais baixos no decorrer desta semana.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, algumas indústrias passam a indicar uma posição mais confortável das escalas de abate, com boa incidência de animais confinados.

Os grandes frigoríficos, por sua vez, possuem boa incidência de animais de parceria (contratos a termo) e a utilização de confinamentos próprios.

“No ponto de vista da demanda, as exportações seguem em altíssimo nível e são o grande diferencial para o ano”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 313 — ontem: R$ 312,42
  • Goiás: R$ 306,61 — R$ 305,54
  • Minas Gerais: R$ 299,71 — R$ 304,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,20 — R$ 317,05
  • Mato Grosso: R$ 313,38 — R$ 312,70

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com alguma volatilidade, com recuperação dos preços do traseiro bovino no decorrer da semana.

O ambiente de negócios ainda sugere por altas no decorrer da primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“A situação das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, ainda é relevante no curto prazo, ressaltando que a população de menor renda seguirá priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis, com destaque para embutidos, frango e ovos“, diz Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 24 por quilo, alta de R$ 1,10; o dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo, queda de R$ 0,25; enquanto a ponta de agulha foi indicada a R$ 17,00 por quilo, queda de R$ 0,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,66%, sendo negociado a R$ 5,4753 para venda e a R$ 5,4733 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4452 e a máxima de R$ 5,5012.



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Procurador pede suspensão do leilão do túnel Santos-Guarujá; entenda


O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) protocolou um requerimento na terça-feira (2), no Tribunal de Contas da União (TCU), pedindo a suspensão do leilão do túnel Santos-Guarujá, marcado para esta sexta-feira (5), na sede da B3, em São Paulo. O processo ainda não foi aberto para análise.

Assinado pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, o documento questiona o modelo do leilão, que poderia sugerir que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) “teria favorecido grupos estrangeiros e imposto restrições às empresas brasileiras, inviabilizando sua participação no certame”.

Para Furtado, o modelo atual do leilão impediu que empresas brasileiras, como Odebrecht e Andrade Gutierrez, pudessem apresentar propostas “devido à impossibilidade de obter financiamento ou atender às garantias exigidas pelo BNDES”.

Ao todo, apenas duas empresas estrangeiras apresentaram propostas para participar do certame para a construção do túnel, que vai ligar as cidades de Santos e Guarujá, no litoral paulista. As empresas que vão participar do leilão são a espanhola Acciona e a portuguesa Mota-Engil.

“Adicionalmente, há alegações de que o BNDES teria favorecido grupos estrangeiros, como a espanhola Acciona e a portuguesa Mota-Engil, esta última com participação acionária da gigante chinesa CCCC. A meu ver, tal situação levanta preocupações sobre a possível exclusão de empresas brasileiras em um projeto estratégico para o país, comprometendo a soberania nacional e o desenvolvimento da indústria de infraestrutura local”, escreveu Furtado no requerimento.

O túnel

projeto túnel santos guarujáprojeto túnel santos guarujá
Perspectiva do projeto, em desenho do Ministério de Portos e Aeroportos

O túnel Santos-Guarujá será a primeira travessia submersa do Brasil e terá 1,5 quilômetro de extensão, sendo 870 metros imersos, com módulos de concreto pré-moldados instalados no leito do canal portuário.

Quando concluído, o túnel se tornará a principal via de ligação entre as duas cidades, que atualmente é feito por via terrestre, em um trajeto de 43 km pela Rodovia Cônego Domênico Rangoni, ou por meio de balsas. Com o túnel, a previsão é de que o tempo gasto nessa travessia deva cair para cerca de 2 minutos.

O investimento estimado é de R$ 6,8 bilhões, com aporte público de até R$ 5,14 bilhões, dividido igualmente entre o governo de São Paulo e o governo federal. O restante será coberto pela iniciativa privada.

Posição do BNDES

Em resposta à Agência Brasil, o BNDES informou não ter recebido o ofício do MPTCU e que “não há qualquer pedido de financiamento privado para a construção do túnel Santos Guarujá”.

“O banco [BNDES] é o principal financiador de infraestrutura do Brasil e tem tido uma atuação inovadora no setor com amplo reconhecimento, tendo recebido 17 premiações internacionais desde 2023 pela estruturação de financiamento a grandes projetos de infraestrutura”, diz a nota da instituição.



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Produtor de soja também de olho no milho; confira o fechamento de mercado



A quarta-feira (3) foi de poucas mudanças no mercado brasileiro de soja. Os preços recuaram em algumas praças, em dia de poucas ofertas no mercado. “No Paraná, a diferença entre comprador e vendedor é de R$ 5 e há poucos lotes saindo. Em Goiás rodaram volumes melhores, mas, no geral, o mercado esteve calmo”, resumiu o analista e consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira.

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Na safra nova, o mercado manteve a mesma linha. “Os contratos futuros recuaram em Chicago, o dólar também está no vermelho e os prêmios melhoraram, mas o efeito altista não apareceu”, explica o analista. Segundo ele, muitas empresas já estão cobertas de posição. Já o produtor segura a soja, já de olho no plantio da próxima safra e buscando negócio no milho, completou.

No mercado físico, os preços de soja evoluíram da seguinte forma:

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 140,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 126,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais baixos. Os fundamentos voltaram a ser motivo de preocupação, principalmente as dúvidas sobre a demanda chinesa pela soja americana.

A ausência de procura por parte do principal comprador do mundo teve sua preocupação reforçada pela oposição geopolítica aos Estados Unidos. Pequim está recebendo esta semana líderes não ocidentais, incluindo o presidente russo Vladimir Putin e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi. Os chineses têm dado preferência ao produto do Brasil e de outros países sul-americanos.

O temor é que essa demonstração de vínculo com outras nações comprometam ainda mais as negociações comerciais entre China e Estados Unidos.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 9,50 centavos de dólar, ou 0,91%, a US$ 10,31 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,50 por bushel, com baixa de 9,50 centavos ou 0,89%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,30, ou 0,45%, a US$ 282,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,84 centavos de dólar, com perda de 0,82 centavo ou 1,55%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,39%, sendo negociado a R$ 5,4538 para venda e a R$ 5,4518 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4344 e a máxima de R$ 5,4684.



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Falta um mês para a Abertura Nacional do Plantio da Soja; inscreva-se!



Faltam exatos 30 dias para a Abertura Nacional do Plantio da Soja, evento que marca o início da safra de soja 2025/26. As inscrições para participação presencial estão abertas e são gratuitas. O processo é simples: basta acessar o link, preencher os dados e garantir a vaga. É simples, né?

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A cerimônia será realizada no dia 3 de outubro, a partir das 9h (horário de Brasília), na Fazenda Recanto, em Sidrolândia (MS), e também celebra o início da 14ª temporada do projeto Soja Brasil.

Organizado pelo Canal Rural, em parceria com a Aprosoja Brasil, o evento reunirá autoridades, produtores rurais e especialistas para debater temas como o mercado mundial da soja, condições climáticas e cenário geopolítico.

Além das discussões, os participantes poderão acompanhar máquinas agrícolas em operação no campo e participar de um almoço de confraternização.





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AgroNewsPolítica & Agro

Lideranças do agro reforçam união durante visita à Expointer 2025


O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) esteve, nesta segunda-feira (1º), na Casa do Sindicato de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers), durante a Expointer 2025, em Esteio (RS). A visita contou também com a presença do presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, e do presidente do Simers, Claudio Bier.

Encontro de cúpula no agro

No encontro, as lideranças discutiram medidas conjuntas para fortalecer o agronegócio brasileiro, com destaque para a mecanização agrícola, políticas de incentivo à produção e os desafios enfrentados pelo setor diante de um cenário de custos elevados e pressões ambientais.

Segundo Claudio Bier, presidente do Simers, “a união entre entidades é essencial para garantir competitividade ao produtor. Precisamos de políticas públicas que estimulem inovação, crédito acessível e sustentabilidade”.

Já o presidente da CNA reforçou a importância do diálogo constante com os estados. “O agro gaúcho tem papel estratégico na produção nacional, seja na pecuária, nos grãos ou na indústria de máquinas agrícolas. Estar aqui é reconhecer essa força e trabalhar em conjunto por soluções de longo prazo”, afirmou.

Expointer como espaço de articulação

A presença das três lideranças reforça a função da Expointer como mais do que uma vitrine de tecnologia: o evento se consolida como espaço de articulação política e institucional. Para Gedeão Pereira, presidente da Farsul, “a feira sempre foi palco de negócios e inovação, mas também é um fórum de debates que influencia decisões em Brasília e nos estados”.

Com público esperado de mais de 500 mil visitantes e bilhões em negócios, a Expointer mantém sua relevância como a maior feira agropecuária da América Latina, reunindo pecuaristas, agricultores, indústria e governo.

Impactos para o setor

O encontro sinaliza uma agenda conjunta entre CNA, Farsul e Simers para enfrentar os gargalos da produção e ampliar a voz do setor nos debates nacionais. Entre os temas discutidos estão crédito rural, logística, política de exportação e apoio à inovação tecnológica.

A expectativa é que, a partir dessa aproximação, novas propostas sejam encaminhadas ao governo federal e estadual nos próximos meses. “Mais do que celebrar conquistas, a Expointer é o momento de alinhar estratégias que impactam toda a cadeia produtiva”, resumiu Claudio Bier.

   





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