sexta-feira, maio 1, 2026

Autor: Redação

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Banho de leite: competição leiteira da Expointer registra recorde



A competição leiteira da Expointer é um dos pontos altos da feira em Esteio, reunindo criadores e valorizando a produção da raça Holandesa. Nesta terça-feira (2/9), o tradicional banho de leite surpreendeu o público ao revelar um novo recorde na pecuária leiteira gaúcha.

A vaca Cotribá Griebeler 143 Imperial, de Gediel Griebeler, da Fazenda Griebeler, em Montenegro (RS), alcançou 96,46 quilos de leite e conquistou o título na categoria jovem. O feito supera a marca da vaca Festleite Ferraboli, registrada na Fenasul 2023, que havia produzido 87 quilos.

“É resultado de muito trabalho. A felicidade é enorme e nos incentiva a seguir na atividade”, disse o criador.

Força também entre as adultas

Na categoria adulta, a vitória foi de STA Clara FF Mior Cileidi 1022 DOC TE, de Felipe Mior, da Fazenda Mior, em Serafina Corrêa (RS), que produziu 94,79 quilos de leite. O nutricionista Fernando Mocellin destacou que genética e manejo são diferenciais para alcançar esse desempenho.

Para o presidente da Gadolando, Marcos Tang, a competição vai além da produtividade. “As vacas são ordenhadas diante de grande público, o que exige temperamento dócil. Esse resultado é fruto de anos de trabalho e dedicação de criadores e associações”, afirma ele.

Solidariedade e futuro da pecuária leiteira

Ao todo, participaram 12 vacas adultas e 9 jovens, em cinco ordenhas consecutivas realizadas em um único dia.

Além de celebrar a produtividade, o evento teve caráter solidário: mil litros de leite foram doados a entidades assistenciais de Esteio. No encerramento, foi anunciada oficialmente a Fenasul Expoleite 2026, já confirmada no calendário da pecuária leiteira.



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Superávit de US$ 6,1 bi na balança comercial mostra força do agro


O Brasil encerrou agosto com um superávit comercial de US$ 6,133 bilhões, avanço de 35,8% em relação ao mesmo mês de 2024. O resultado foi impulsionado pelo agronegócio e pela indústria extrativa, que compensaram a forte queda nas vendas para os Estados Unidos, agora submetidas ao tarifaço de 50% imposto pelo governo Donald Trump.

As exportações totais somaram US$ 29,8 bilhões, com alta de 3,9% frente a agosto do ano passado. A agropecuária contribuiu com US$ 6,6 bilhões (+8,3%), enquanto a indústria extrativa alcançou US$ 7,2 bilhões (+11,3%). Já a indústria de transformação mostrou leve retração de 0,9%. As importações, por sua vez, caíram 2%, para US$ 23,7 bilhões, aliviando a balança.

O dado que chama mais atenção, porém, é a queda de 18,5% nas exportações para os EUA, que somaram apenas US$ 2,76 bilhões, gerando um déficit bilateral de US$ 1,23 bilhão no mês. Entre os produtos mais afetados estão minério de ferro, açúcar (-88%) e aeronaves (-84,9%).

Se por um lado a perda de mercado nos EUA preocupa, por outro, a China se consolidou como principal destino dos embarques brasileiros. Em agosto, as vendas para o país asiático avançaram quase 30%, com destaque para soja, milho, carnes e ouro, garantindo superávit de US$ 4,06 bilhões. A Argentina também apresentou recuperação, com aumento de 40,4% nas exportações brasileiras.

No acumulado de janeiro a agosto, o Brasil registra superávit de US$ 42,8 bilhões, com corrente de comércio de US$ 412,3 bilhões. O desempenho reforça a resiliência do comércio exterior brasileiro, mas deixa claro que a dependência de poucos mercados — e a fragilidade da relação com os EUA — pode se tornar um ponto crítico em meio à instabilidade política e econômica global.

O resultado de agosto mostra, mais uma vez, a força do agronegócio e da indústria extrativa como pilares da economia brasileira. No entanto, também evidencia nossa vulnerabilidade diante de decisões políticas externas, como o tarifaço imposto pelos Estados Unidos.

Na minha visão, esse episódio precisa ser entendido como um alerta estratégico. O Brasil não pode depender da boa vontade de Washington, nem aceitar passivamente que sua competitividade seja atacada por medidas arbitrárias. A reação deve vir em duas frentes:

  1. Diversificação de mercados, aprofundando laços com a Ásia, América Latina e União Europeia.
  2. Agregação de valor às exportações, reduzindo a dependência da venda de commodities brutas e ampliando a inserção internacional com produtos processados, de maior valor agregado.

O superávit de US$ 6,1 bilhões em agosto é, sem dúvida, uma vitória conjuntural. Mas se não transformarmos esse resultado em estratégia estrutural, continuaremos sujeitos a choques externos. O agro mostrou sua resiliência, mas o futuro exige mais do que resistência: exige visão de longo prazo, coragem política e protagonismo nas negociações internacionais.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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‘Pode faltar café até a próxima colheita’, avalia especialista



A sobretaxa imposta pelo governo de Donald Trump às exportações brasileiras tem pressionado o mercado de café, que reage com forte volatilidade nos preços. Nos últimos dias, porém, esse cenário começou a mudar, especialmente nos contratos futuros. Em uma semana, as perdas acumuladas já somam quase 3%.

Para Haroldo Bonfá, diretor da Faros Consultoria, as oscilações fazem parte da dinâmica das bolsas internacionais, em Londres e Nova York, influenciadas por fatos e rumores. Ele destaca que, entre 1º e 25 de agosto, as exportações brasileiras de café para os Estados Unidos caíram 47%.

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“O tarifaço americano impacta fortemente a precificação do café. Estamos falando de 7 a 8 milhões de sacas por ano que, teoricamente, seriam destinadas aos EUA e que agora precisam de novos destinos. O mercado busca alternativas, como triangulações via Canadá ou México, que já têm histórico comercial com o Brasil e poderiam, inclusive, receber o café processado antes de chegar ao consumidor americano”, explica Bonfá.

Segundo ele, o aumento de cerca de 50% no preço da matéria-prima tende a refletir nos valores ao consumidor final nos EUA, pressionando a inflação local. No entanto, o consumo em si deve se manter estável. “O café é considerado um produto inelástico: mesmo com variações de preço, a demanda não cai, porque a bebida oferece benefícios tanto à saúde quanto ao bem-estar emocional, o que sustenta o consumo”, acrescenta.

Bonfá orienta os produtores a manterem cautela na comercialização. “É fundamental ter consciência do volume colhido e lembrar que ele deve durar até a próxima safra. Muitos produtores estão capitalizados, o que reduz a necessidade de vendas imediatas. O ideal é usar bom senso: se surgir uma boa oportunidade de preço, realize parte das vendas e garanta rentabilidade. Mas é importante dosar, porque os cálculos indicam que pode faltar café até a próxima colheita.”

Mesmo com a entrada de novas safras do Vietnã, a partir de novembro, e da Colômbia, em dezembro, o especialista acredita que não será suficiente para compensar as perdas brasileiras, especialmente no arábica. “A expectativa da maioria dos analistas é de preços elevados até a próxima safra no Brasil”, conclui Bonfá.



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Produtores de beiju do ES crescem com selo de Indicação Geográfica


A conquista da Indicação Geográfica (IG) para o Beiju do Sapé do Norte, vem transformando a realidade de 33 comunidades quilombolas no Espírito Santo (ES).

“A produção de beiju é simplesmente artesanal, nós fazemos todo o processo, plantamos a mandioca, ralamos quando ela está madura, tiramos a goma, fazemos a fécula e aí vamos produzir o beiju”, conta Andréia Costa da Silva Carvalho, produtora rural, ressaltando que há vários sabores como coco e amendoim.

De acordo com Carvalho, a IG deu visibilidade e fortaleceu a comercialização. Antes restritos às feiras locais, os beijus hoje chegam a empórios e mercearias de outras regiões. Esse avanço, além de gerar renda, fortalece a resistência cultural quilombola.

“Nós conseguimos o selo da IG no ano passado. Estamos aí trazendo o nosso produto, mostrando a nossa resistência quanto quilombola, porque no nosso país, no geral, é muito difícil ser negro e principalmente ser quilombola, e nós estamos com o nosso produto que é uma subsistência, mas também é um produto de resistência”, afirma a produtora rural.

Outro impacto relevante é a permanência dos jovens no território. Muitos deixavam o campo em busca de estudo e renda, mas agora, com a valorização do produto, há um movimento de retorno.

“Conseguimos trazer de volta alguns jovens para a produção e isso nos dá esperança de manter viva a nossa cultura”, relata Carvalho, com orgulho.

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Vários pacotes de beiju em uma mesa
Beiju do Sapé do Norte (ES). Foto: Fabiana Bertinelli

Sebrae como parceiro estratégico

O Sebrae/ES teve papel fundamental no processo de conquista da IG. Segundo a produtora, foi a instituição que orientou, mostrou caminhos e ainda segue apoiando os quilombolas. “Foi o principal carro-chefe e continua sendo nosso parceiro”, afirma Carvalho.

Com o apoio do Sebrae/ES, a Beiju do Sapé do Norte participou da RuralturES 2025, uma das maiores feiras de agroturismo do Espírito Santo. A 6ª edição do evento já tem data marcada: será realizada entre os dias 13 e 16 de agosto, no Distrito Turístico de Pindobas. E, apesar das conquistas, os desafios continuam.

“Produzir beiju é trabalhoso, pois exige dedicação artesanal e poucas pessoas estão dispostas a atuar nesse processo. Então, às vezes, empreender não é tão difícil quanto a produzir.”

Ainda assim, os quilombolas demonstram coragem e determinação, mantendo a tradição viva e encontrando no mercado uma oportunidade de crescimento coletivo.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Como usar a balança comercial a seu favor?



“O que vimos em junho foi um reflexo claro da volatilidade global”



“O que vimos em junho foi um reflexo claro da volatilidade global"
“O que vimos em junho foi um reflexo claro da volatilidade global” – Foto: Pixabay

A balança comercial de junho fechou com superávit de US$ 6,7 bilhões, mas mostrou contrastes relevantes: soja e açúcar sustentaram os resultados, enquanto siderurgia, manufaturados e carnes processadas recuaram diante da desaceleração global e das tarifas impostas pelos Estados Unidos. O desempenho menor que em 2024 evidencia a necessidade de reorientação estratégica das exportações brasileiras.

Entre as recomendações para os exportadores, cinco pontos ganham destaque. O primeiro é mapear tendências setoriais, identificando os produtos mais resilientes e aqueles em retração. O segundo é acompanhar o câmbio em tempo real, utilizando ferramentas de proteção para preservar margens. Também se destaca o uso de regimes especiais, como o Drawback, que pode reduzir significativamente os custos de exportação. Outra medida é diversificar mercados, buscando alternativas na Ásia, Europa e Canadá. Por fim, antecipar gargalos logísticos com uso de dados e revisão de contratos torna-se fundamental.

“O que vimos em junho foi um reflexo claro da volatilidade global. As empresas dependentes de um único mercado estão mais vulneráveis às oscilações tarifárias e cambiais. Diversificação e proteção são hoje obrigatórias para manter a competitividade”, afirma Thiago Oliveira, CEO da Saygo.

Segundo dados do MDIC, a soja foi o principal sustentáculo do saldo positivo em junho, enquanto autopeças e aço perderam competitividade com tarifas de até 25% nos EUA. A retomada de políticas protecionistas em mercados estratégicos aumenta a incerteza e pressiona setores dependentes de um único destino de exportação.

Nesse cenário, empresas que adotarem políticas robustas de gestão cambial, ampliarem presença em mercados alternativos e anteciparem riscos logísticos estarão mais bem preparadas para enfrentar a instabilidade e manter a competitividade internacional. “Os mercados mais promissores também são os mais exigentes. É preciso estar pronto para atender aos padrões internacionais. Só sairão fortalecidas as empresas que aliarem eficiência, dados e estratégia cambial. A previsibilidade deixou de ser regra, é preciso operar com método e agilidade”, finaliza o CEO da Saygo.

 





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Deslocamento da frente fria provoca chuva forte em alguns estados; veja a previsão do tempo



A presença de algumas perturbações e umidade na atmosfera – ainda associadas ao deslocamento da frente fria – deve seguir favorecendo a formação de instabilidades sobre parte do Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (5). Ao longo do dia, ainda podemos ter a ocorrência de pancadas de chuva isoladas com moderada – a pontual forte – intensidade entre o norte e nordeste gaúcho. Em áreas próximas à divisa com Santa Catarina, não estão descartados eventuais temporais ainda pela manhã. No restante do estado, o tempo já deve seguir mais estável, devido a atuação da massa de ar polar que avançou na retaguarda da frente fria.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Em algumas áreas da campanha e em pontos mais elevados do sul, haverá condições para formação de geada ainda nas primeiras horas da manhã. Já entre Santa Catarina e o Paraná, o deslocamento da frente fria sobre a costa deverá espalhar as instabilidades ao longo do dia. Ainda pela manhã, já são esperadas fortes pancadas de chuva, seguidas por raios e rajadas de vento, sobretudo entre o sudoeste e sul paranaense e o oeste catarinense – onde há risco também para a ocorrência de temporais.

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No decorrer da tarde, as nuvens carregadas avançam sobre o interior catarinense e região central paranaense. Em Florianópolis e em Curitiba , há risco de chuva forte a partir do período da tarde. No litoral paranaense, a entrada de ventos marítimos deve promover a ocorrência de pancadas de chuva fraca durante o dia. No período da noite, as pancadas de chuva ganham força e podem vir com raios.

No Sudeste, a condição de tempo firme segue predominando no decorrer do dia, com sol e calor marcando presença em praticamente toda a região. A circulação de ventos quentes de origem continental deve favorecer o aumento dos termômetros e o calor segue intenso entre o interior paulista e mineiro. Na parte da tarde, a umidade relativa do ar despenca e entra em níveis de atenção e até mesmo de alerta em algumas áreas. Na Grande SP, a semana termina marcada pela virada dos ventos, que ocorre ao longo do dia. À noite, pode garoar em alguns pontos da região.

No litoral paulista, haverá condições para pancadas de chuva fraca ao longo do dia. Os ventos continuam soprando sobre boa parte dos estados, e o destaque segue sobre a região da baixada fluminense, no Rio de Janeiro, onde as rajadas podem ultrapassar os 50 km/h. Ainda no estado fluminense, o ar seco ganha força à tarde e estimula o alerta para baixa umidade do ar, incluindo na região metropolitana do RJ.

Enquanto no Centro-Oeste, o predomínio também deverá continuar sendo de tempo aberto, com sol aparecendo entre poucas nuvens durante o dia e ar seco sendo destaque em boa parte dos estados. Apesar disso, não estão descartadas algumas pancadas de chuva isoladas sobre o extremo norte e noroeste de Mato Grosso, ainda por influência das instabilidades que atuam sobre o norte do país – e que podem avançar sobre a região.

No oeste e sul de Mato Grosso do Sul, as instabilidades associadas ao deslocamento da frente fria e algumas perturbações em níveis mais elevados da atmosfera podem favorecer a ocorrência de chuva forte ainda pela manhã. A circulação de ventos mais frescos associados à massa de ar polar centralizada no sul do continente deve impedir com que os termômetros disparem de maneira semelhante aos últimos dias entre o oeste de Mato Grosso do Sul e sul de Mato Grosso. Ainda continua quente, mas as máximas não apresentam o mesmo grau de elevação. No estado de Goiás e no Distrito Federal, o tempo segue firme, calor e baixa umidade do ar marcam presença no fim desta semana.

Já no Nordeste, a circulação de ventos úmidos vindos do oceano deve seguir promovendo a formação de nuvens carregadas em praticamente toda a costa leste da região. Haverá condições para pancadas de chuva isoladas – mas que ainda podem incidir com forte intensidade, entre Aracaju e a Paraíba. Atenção maior para as capitais Maceió e Recife, que podem contar com chuva mais forte e volumes expressivos. Na Bahia, as instabilidades perdem força e o tempo abre mais no litoral. Nas demais regiões interioranas, o tempo já volta a abrir mais, com destaque para o sol e o calor intenso, que ganha força durante o dia.

E no Norte, as instabilidades permanecem concentradas entre Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, com condições para pancadas de chuva com moderada a forte intensidade, não sendo descartada também a ocorrência de temporais isolados. No Amapá, chuva com fraca a moderada intensidade em algumas áreas da metade sul do estado. Entre Pará e Tocantins, o predomínio deve continuar sendo de tempo firme, calor intenso e alerta para baixa umidade do ar.



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Desaceleração do mercado de trabalho nos EUA aumenta expectativa de queda nos juros


No morning call desta sexta-feira (5), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o payroll dos EUA deve confirmar desaceleração do mercado de trabalho, reforçando expectativa de corte de juros pelo Fed em setembro.

Wall Street subiu, o Ibovespa avançou 0,81% a 141 mil pontos, e o dólar fechou em leve baixa abaixo de R$ 5,45. O saldo comercial brasileiro de US$ 6,1 bilhões trouxe alívio ao real. Hoje, foco nos dados do payroll e estoques nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Rizoctoniose pode reduzir em 30% safra de batata



Produtividade da batata sofre com fungo do solo




Foto: Agrolink

A batata está entre as hortaliças mais cultivadas no Brasil e enfrenta entraves que comprometem o desempenho no campo, entre eles a rizoctoniose. A doença de solo é causada pelo fungo Rhizoctonia solani e pode reduzir em até 30% a produtividade da cultura quando não controlada. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), além de ter papel relevante na geração de renda no meio rural e na alimentação da população, a batata é cultivada em diversas regiões do país, o que exige atenção constante para o manejo de problemas fitossanitários.

Sem variedades resistentes disponíveis no mercado, o controle da rizoctoniose precisa ser preventivo. A medida busca reduzir os impactos da doença, que incluem a morte de brotos, a redução na formação e no tamanho dos tubérculos e o surgimento de crostas escuras conhecidas como mancha asfalto. A incidência também pode gerar reboleiras de plantas debilitadas, comprometendo o vigor inicial e a uniformidade da lavoura, informou a Embrapa.

Para apoiar o enfrentamento desse problema, a IHARA lançou o MONCUT, fungicida sistêmico desenvolvido para a cultura da batata. “O controle e a prevenção dessa doença de solo contam com tecnologias inovadoras criadas pela empresa, como o Moncut, que atende aos requisitos necessários e oferece alto nível de controle sobre a rizoctoniose”, afirmou Marcos Vilhena, gerente de Marketing Regional da IHARA.

Segundo a empresa, o MONCUT, indicado para aplicação terrestre, é rapidamente absorvido pelas plantas, protegendo estolões, ramas e tubérculos desde o início do desenvolvimento. De acordo com Marcos Vilhena, a solução contribui para aumentar a porcentagem de batatas especiais, melhora a qualidade da pele dos tubérculos e garante maior uniformidade ao estande, fatores que influenciam a produtividade e a qualidade final da colheita.





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cotação do boi gordo e “boi China” sobem em São Paulo



Preços do boi têm altas em SP e Espírito Santo




Foto: Canva

De acordo com análise divulgada nesta quarta-feira (3) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, a cotação do boi gordo e do chamado “boi China” apresentou alta em São Paulo.

O escoamento de carne, que estava lento na última semana, ganhou ritmo com o início do mês e a proximidade do quinto dia útil. No mercado externo, a demanda também se mostrou aquecida. Com esse cenário, o boi gordo registrou aumento de R$ 2,00/@ e o “boi China” de R$ 3,00/@. Para a vaca e a novilha, as cotações permaneceram estáveis.

Em Santa Catarina, a novilha apresentou elevação de R$ 5,00/@, enquanto as demais categorias não tiveram alterações. Não há referência de “boi China” no estado.

No Rio de Janeiro, o mercado abriu com preços estáveis em relação ao dia anterior. As escalas de abate estavam, em média, programadas para cinco dias.

No Espírito Santo, o dia começou com alta de R$ 3,00/@ para o boi gordo e de R$ 2,00/@ para a novilha. Já a vaca e o “boi China” mantiveram os mesmos valores.

Em Alagoas, não houve mudanças para nenhuma das categorias, e também não há referência de “boi China” no estado.





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Leite anuncia R$ 955 milhões em obras viárias e reconstrução de pontes


O governador Eduardo Leite anunciou, nesta quarta-feira (3/9), durante a 48ª edição da Expointer, um conjunto de investimentos em infraestrutura viária que totalizam R$ 955,8 milhões, oriundos do Fundo de Investimento do Plano Rio Grande (Funrigs).

Ao lado do secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, o governador assinou ordens de início de obras, de serviços e de convênios com municípios, contemplando a recuperação de estradas e a reconstrução de pontes em diferentes regiões do Estado. O vice-governador Gabriel Souza, o secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edvilson Brum, acompanharam o ato com a presença de outros secretários e autoridades de todas as esferas.

Modernização para reconstrução e desenvolvimento

De acordo com Leite, o pacote reforça o compromisso do governo com a modernização da infraestrutura. “Esses investimentos que anunciamos hoje só são possíveis porque o Estado fez o dever de casa. Voltamos a pagar a dívida, reorganizamos as contas e construímos as condições para que os recursos do Funrigs se transformem em obras de reconstrução e desenvolvimento. Quem não reconhece os avanços coloca em risco tudo o que já conquistamos, e coloca em risco o futuro do Rio Grande”, afirmou Leite.

O secretário Juvir Costella ressaltou a importância da iniciativa. “Estamos avançando com um plano consistente de reconstrução e desenvolvimento. Essas obras representam não apenas a melhoria e a resiliência da malha viária, mas também a garantia de segurança, competitividade e qualidade de vida para os gaúchos”, destacou.

Liderado pelo governador Eduardo Leite, o Plano Rio Grande é um programa de Estado criado para proteger a população, reconstruir o Rio Grande do Sul e torná-lo ainda mais forte e resiliente, preparado para o futuro.

Investimentos em rodovias

O anúncio do governo do Estado inclui o investimento total de R$ 240 milhões em ordens de início imediato de obras de recuperação das rodovias:

  • VRS-826 – Feliz a Alto Feliz (20 km | R$ 52,8 milhões)
  • ERS-129 – Estrela a Roca Sales (27 km | R$ 55,9 milhões)
  • ERS-348 – São João do Polêsine a Dona Francisca (10 km | R$ 33,2 milhões)
  • ERS-640 – Cacequi a Rosário do Sul (64 km | R$ 98,1 milhões)

Foram assinados ainda contratos para o início de serviços, que totalizam R$ 649,7 milhões em melhorias e pavimentações, contemplando 10 trechos de rodovias:

  • ERS-433 – Relvado – Encantado (16,6 km | R$ 77,6 milhões)
  • ERS-431 – Dois Lajeados – Distrito de Santa Bárbara (20,17 km | R$ 84,8 milhões)
  • RSC-453 – Caxias do Sul – Lajeado Grande (59,28 km | R$ 136,8 milhões)
  • RSC-453 – Lajeado Grande – Tainhas (39,45 km | R$ 113,6 milhões)
  • VRS-840 – Ivoti – Lindolfo Collor (7,79 km | R$ 14,7 milhões)
  • VRS-873 – Morro Reuter – Santa Maria do Herval (13,87 km | R$ 39,4 milhões)
  • ERS-020 – Taquara (km 48+690) – Acesso a Três Coroas (km 67+180) (18,49 km | R$ 63,9 milhões)
  • ERS-425 – Nova Bréscia – Encantado (12,21 km | R$ 43,6 milhões)
  • ERS-373 – Gramado – Serra Grande (6,55 km | R$ 19,4 milhões)
  • VRS-858 – Candelária – Linha do Rio (12,86 km | R$ 55,4 milhões)


Investimentos em pontes

Para a infraestrutura de pontes, o investimento do Estado é de R$ 33,6 milhões em novas obras, incluindo:

  • ERS-348, km 32 – Arroio Guarda Mor (Faxinal do Soturno) – 120 m | R$ 11,8 milhões
  • ERS-348, km 35 – Rio Soturno (Faxinal do Soturno) – 160 m | R$ 14,7 milhões
  • ERS-507 – Arroio Capivari (Alegrete) – 64 m | R$ 7,2 milhões

Também foi assinado um convênio com o Consórcio Intermunicipal de Infraestrutura Rodoviária Urbana e Rural (CIDIRUR) no valor de R$ 25,9 milhões para reconstrução de cinco pontes:

  • ERS-417 – Arroio Três Forquilhas (Três Forquilhas) – 69 m | R$ 7,8 milhões
  • ERS-494 – Rio Mengue (Morrinhos do Sul) – 38 m | R$ 4,3 milhões
  • ERS-494 – Rio de Dentro (Mampituba) – 39 m | R$ 4,4 milhões
  • ERS-494 – Arroio Lajeadinho (Três Cachoeiras) – 53 m | R$ 6,5 milhões

ERS-494 – Rio Negro (Morrinhos do Sul) – 26 m | R$ 2,9 milhões

“O nosso governo é o mais municipalista da história recente do Rio Grande do Sul. São mais de 5 mil convênios firmados, em todas as áreas, o maior número já realizado pelo Estado. Sempre com a prioridade de atender aos prefeitos, independentemente de partido, porque sabemos que fortalecer os municípios é fortalecer os gaúchos”, enfatizou o governador.

Ordem de serviço para vistorias

O pacote contempla ainda a ordem de início de serviço para o contrato de R$ 6,4 milhões, destinado à realização de vistorias e levantamento da condição de todas as pontes sob responsabilidade do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer).

Cobranças ao governo federal por socorro aos produtores

Entre os discursos das autoridades e representantes de entidades setoriais, foi unânime a cobrança ao governo federal por uma solução estruturante para socorrer os produtores gaúchos diante do alto endividamento acumulado em razão da sequência de estiagens e das enchentes que aprofundaram as perdas no campo. Os líderes do agro reforçaram a necessidade de atenção imediata às demandas dos produtores, com destaque para o projeto de securitização que tramita no Senado.

“O próprio governo federal tem relatórios que reconhecem: nenhum outro Estado do Brasil perdeu tanto com eventos climáticos quanto o Rio Grande do Sul. Por isso, a União tem o dever de apoiar os nossos produtores, priorizando medidas estruturantes como o projeto que prevê o uso do Fundo Social para refinanciar as dívidas do setor. É disso que os nossos agricultores precisam para voltar a ter fôlego e capacidade de investir”, ressaltou Leite.

O vice-governador falou sobre a preocupação com a ausência do Ministério da Agricultura na Expointer, um evento de grande importância para o setor. “A feira, que está em sua quinta edição e se encerrará no próximo domingo, 7 de setembro, necessita da visita do ministro da Agricultura. Essa presença não só representa o respeito que devemos ao produtor rural e a um Estado que deriva 40% de seu Produto Interno Bruto da agricultura e é um dos maiores produtores de grãos do Brasil, mas também é crucial para, no mínimo, apresentar soluções efetivas aos problemas que os produtores gaúchos enfrentam. Esperamos, no mínimo, que o ministro ouça as demandas e compreenda as dificuldades que estamos vivenciando. Esta não é uma crítica em vão. Nossa intenção é clara: merecemos, necessitamos e exigimos a presença do ministro da Agricultura na Expointer de 2025”, defende Gabriel.





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