quinta-feira, abril 30, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Expointer 2025 registra recorde de público e vendas na agricultura familiar


A 48ª Expointer entrou para a história como a edição dos registros em público e mercados da agricultura familiar. Realizada no Par que Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, a feira registrou o maior número de visitantes e de vendas no segmento, superando as marcas anteriores.

Os resultados foram apresentados neste domingo (09/07), durante coletiva de imprensa realizada no estande do governo do Estado, no Pavilhão Internacional. O anúncio contou com a presença do secretário de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum, e do secretário de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti, além de autoridades e copromotores do evento.

Entre os dias de programação, 960.144 visitantes passaram pelo parque até as 14h30 de domingo. O recorde anterior era de 2023, quando 822 mil pessoas estiveram presentes. Em 2024, o público havia sido de 662 mil. O resultado deste ano representa um aumento de 16,8% em relação à melhor marca já registrada.

Um dos destaques foi o Pavilhão da Agricultura Familiar, que alcançou o maior volume de vendas da história, somando R$ 13,6 milhões em faturamento. A marca anterior, de R$ 10,8 milhões em 2024, foi superada em mais de 25%. O espaço também conta com a presença iniciada de 456 empreendimentos expositores, ampliando a oferta de produtos e serviços.

Na participação de animais, outro registro foi registrado, com 6.696 exemplares inscritos em competições e exposições. Mesmo assim, as vendas no setor tiveram queda: R$ 15,4 milhões em 2025 contra R$ 18,9 milhões em 2024. No geral, o evento também registrou redução de cerca de 45% no total de negociações.

A próxima edição já tem data confirmada. A Expointer 2026 ocorrerá de 29 de agosto a 6 de setembro.





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AgroNewsPolítica & Agro

bergamota atua na saúde cardiovascular e redução do colesterol


A bergamota apresenta propriedades que contribuem para o controle da diabetes. De acordo com informações do portal “Tua Saúde”, revisadas pela nutricionista Karla Leal, comer a bergamota com o bagaço ajuda a controlar e prevenir a diabetes, pois a pectina, que é a fibra presente na fruta, ajuda a diminuir a velocidade de digestão dos alimentos e a absorção de açúcar no intestino, controlando os níveis de glicose e do hormônio insulina no sangue.

A fruta também auxilia na saciedade, por ser rica em fibras solúveis, a bergamota promove a saciedade, diminuindo a fome e a vontade de comer doces. As folhas e cascas da bergamota contêm óleos essenciais antioxidantes, como limoneno e terpineno, que combatem os radicais livres, evitando a oxidação das células de gordura e reduzindo triglicerídeos e colesterol no sangue.

Além disso, a pectina presente na fruta diminui a absorção intestinal de gorduras, contribuindo para a redução do colesterol total e LDL, prevenindo doenças cardiovasculares, como aterosclerose e infarto. A bergamota é rica em fibras solúveis e água, que prolongam a saciedade, auxiliam na perda de peso e são baixas em calorias.

Os óleos essenciais da bergamota também têm efeito calmante no sistema nervoso central, melhorando o humor e diminuindo a frequência dos batimentos cardíacos, sendo uma boa opção para o tratamento do estresse e da ansiedade. A fruta é ainda rica em água e Potássio, ajudando a eliminar o excesso de sódio do organismo e a prevenir a hipertensão.

A bergamota contém antioxidantes, como vitamina A e C, que combatem os radicais livres, fortalecendo o sistema circulatório e melhorando a saúde das artérias. A pectina, por ser uma fibra prebiótica, também alimenta as bactérias benéficas do intestino, favorecendo o funcionamento intestinal.

Além disso, a fruta auxilia na formação do bolo fecal, facilitando a evacuação, e a vitamina C presente nela ajuda na absorção de Ferro dos alimentos, beneficiando a formação de hemoglobina e o tratamento da anemia. Segundo o informado, a bergamota fortalece o sistema imunológico e ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como de mama, intestino e próstata, devido à presença de antioxidantes como ácido cítrico, flavonoides e óleos essenciais.





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Demanda aquecida deve continuar freando baixa da arroba do boi em setembro


O mercado físico do boi gordo se depara com predominante acomodação em seus preços nos últimos dias.

De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos, em especial os de maior porte, ainda desfrutam de uma posição mais confortável em suas escalas de abate.

“Tais indústrias contam com a incidência de animais de parceria (contratos a termo), somado a utilização de confinamento próprio para suprir suas necessidades”, define.

Segundo ele, as exportações em alto nível ainda são o grande ponto de sustentação do mercado, com um ritmo acelerado de embarques nas últimas semanas, o que deve continuar no restante do mês.

Iglesias reforça que algumas das principais indústrias estão com a escala cheia para o mês de setembro e, por conta disso, naturalmente tendem a pressionar o mercado, mas este movimento não deve ter força o suficiente para baixar significativamente os atuais patamares.

Variação de preços da arroba do boi na semana

  • São Paulo: R$ 312,17
  • Goiás: R$ 303,57
  • Minas Gerais: R$ 299,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,66
  • Mato Grosso: R$ 311,69

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com reajustes em seus preços no decorrer da quinta-feira. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia nos primeiros dias do mês, motivando, assim, a reposição entre atacado e varejo.

No entanto, é importante reforçar que a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade se comparado com as proteínas concorrentes, em especial em relação à carne bovina”.

A semana terminou com o quarto traseiro cotado a R$ 24 por quilo, o dianteiro precificado a R$ 18,10 por quilo e a ponta de agulha a R$ 17,10.

Exportações de carne bovina

carne bovina exportações China
Foto: Pixabay

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,504 bilhão em agosto (21 dias úteis), com média diária de US$ 71,622 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 268,562 mil toneladas, com média diária de 12,788 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.600,00.

Em relação a agosto de 2024, houve alta de 56% no valor médio diário da exportação, ganho de 23,5% na quantidade média diária exportada e avanço de 26,3% no preço médio. 



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Preços do açúcar ampliam quedas com perspectiva de oferta global robusta


Logotipo Notícias Agrícolas

Os contratos futuros do açúcar mantiveram a trajetória de baixa nas bolsas internacionais nesta quarta-feira (6), pressionados por perspectivas favoráveis para a oferta global da commodity. As cotações recuaram tanto na Bolsa de Nova York quanto na Bolsa de Londres, com perdas em todos os principais vencimentos.

Em Nova York, o contrato com vencimento em outubro/25 caiu 0,08 cent, ou 0,50%, encerrando o dia cotado a 16,01 cents/lbp. O março/26 recuou 0,09 cent (-0,54%), negociado a 16,66 cents/lbp. Já os contratos para maio/26 e julho/26 também perderam 0,09 cent cada (-0,55%), fechando a 16,41 e 16,34 cents/lbp, respectivamente.

Em Londres, o cenário também foi de queda. O vencimento outubro/25 recuou US$ 1,50 (-0,32%), encerrando a US$ 462,10 por tonelada. O contrato para dezembro/25 cedeu US$ 1,90 (-0,41%), cotado a US$ 456,20 por tonelada. O março/26 teve perda de US$ 2,40 (-0,52%), negociado a US$ 460,00 por tonelada, enquanto o maio/26 caiu US$ 2,30 (-0,50%), a US$ 462,00 por tonelada.

Segundo Jack Scoville, analista da The Price Futures Group, o mercado segue pressionado pelas expectativas de ampla oferta global, alimentadas por condições climáticas favoráveis ao cultivo de cana-de-açúcar e beterraba em diversas regiões produtoras. “A colheita no Centro-Sul do Brasil está mais rápida agora, em meio a condições mais secas. A produção no Centro-Sul do Brasil também tem sido forte”, observou o analista.

Além da oferta brasileira, países como Índia e Tailândia também apresentam boas perspectivas, com o início antecipado da temporada de monções contribuindo para o desenvolvimento das lavouras. Esse cenário reforça a expectativa de suprimentos abundantes, o que limita o avanço dos preços no mercado futuro.





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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores limitam oferta e seguram preços do milho


Segundo a análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente à semana de 08 a 14 de agosto e publicada na quinta-feira (14), o mercado de milho no Brasil registrou leve alta em algumas praças. No Rio Grande do Sul, a média semanal ficou em R$ 62,37 por saco, enquanto as principais localidades locais praticaram valores entre R$ 59,00 e R$ 60,00 por saco. No restante do país, os preços variaram entre R$ 45,00 e R$ 64,00 por saco.

O Ceema apontou que as negociações com o cereal foram pontuais no mercado livre nacional, com vendedores limitando a oferta na expectativa de preços melhores. “Muitos consumidores estão recebendo lotes negociados antecipadamente e usando os estoques”, disse o relatório, que ainda destaca que os operadores apostam em queda dos preços nas próximas semanas devido à produção elevada e aos estoques de passagem altos, enquanto o ritmo das exportações ainda é fraco, apesar de melhoria em agosto, segundo o Cepea.

O plantio da nova safra de verão, concentrado no Sul do país, atingiu 6,7% da área esperada no Centro-Sul até 28 de agosto, contra 7,7% no mesmo período de 2024, conforme a AgRural. O clima está normal nessas regiões, embora haja problemas pontuais. Paralelamente, a colheita da safrinha estava praticamente encerrada no final de agosto, com cerca de 97% da área nacional da segunda safra colhida, segundo a Conab. A produção da nova safra de verão nacional é estimada em 25,6 milhões de toneladas, 0,5% acima do ano anterior.

No Mato Grosso, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) projeta crescimento de 1,8% na área de milho 2025/26, que deve atingir 7,39 milhões de hectares. No Rio Grande do Sul, a Emater estima que a área semeada na nova safra de verão chegará a 785 mil hectares, alta de 9,3% sobre 2024. Em clima normal, a produção pode alcançar 5,79 milhões de toneladas, mais de 9% acima do ano passado.

Segundo o analista da Safras & Mercado, o mercado brasileiro ainda opera com lentidão, com operadores aguardando a finalização da colheita da safrinha e o avanço da logística do cereal, o que trava a comercialização. “O câmbio ganha mais atenção, pois para haver recuperação consistente nos preços internos, o ritmo das exportações precisa aumentar. Por enquanto, o produtor não aceita vender abaixo dos atuais patamares de preços”, disse o relatório.

A consultoria Germinar indica que um fator de suporte aos preços é a forte demanda interna, com o consumo estimado entre 93 e 94 milhões de toneladas em 2025, contra 89 milhões no ano passado. O setor de etanol poderá absorver cerca de 23 milhões de toneladas em 2025, chegando a 24 milhões em 2026. Atualmente, o biocombustível representa quase 25% do consumo interno de milho, com tendência de crescimento devido a novas usinas.

No comércio exterior, os embarques brasileiros somaram cerca de 8 milhões de toneladas até agosto. Em 2024, as exportações totalizaram quase 39 milhões de toneladas, e a expectativa para 2025/26 varia entre 35 e 40 milhões de toneladas. Com uma produção total estimada próxima de 150 milhões de toneladas, seria necessário exportar até 56 milhões de toneladas para equilibrar a oferta, algo considerado difícil diante da lentidão nas vendas atuais.





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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações brasileiras de ovos sobem cerca de 72% em agosto


As exportações brasileiras de ovos, incluindo produtos in natura e processados, somaram 2.129 toneladas em agosto de 2025, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa alta de 71,9% em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram embarcadas 1.239 toneladas.

A receita gerada com os embarques em agosto chegou a US$ 5,729 milhões, desempenho 90,8% superior ao registrado em agosto de 2024, que totalizou US$ 3,003 milhões, informou a ABPA.

No acumulado de janeiro a agosto, as exportações brasileiras de ovos alcançaram 32.303 toneladas, aumento de 192,2% em comparação com o mesmo período de 2024 (11.057 toneladas). A receita no acumulado do ano chegou a US$ 75,295 milhões, incremento de 214,5% em relação aos US$ 23,943 milhões do ano anterior.

Em agosto, os principais destinos de exportação foram o Japão, com 578 toneladas (+328,5%), seguido pelos Estados Unidos, com 439 toneladas (+628,9%), México, com 304 toneladas, Emirados Árabes Unidos, com 182 toneladas, e Chile, com 172 toneladas (-79,6%).

“Os embarques para os Estados Unidos sofreram os efeitos do tarifaço, com diminuição no fluxo embarcado no mês. Ao mesmo tempo, vemos a retomada de destinos, como os Emirados Árabes Unidos e o fortalecimento para novos importadores, como o México. De qualquer forma, não são esperados efeitos significativos à oferta interna de ovos, já que exportamos menos de 2% de nossa produção”, afirmou Ricardo Santin, presidente da ABPA.





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Navios fantasmas atracam no Brasil com diesel barato, mas cheios de riscos ao agro


Após as sanções impostas à Rússia pelos Estados Unidos, União Europeia e G7, centenas de navios petroleiros passaram a operar de forma irregular. Esses navios velhos, com donos ocultos, mudam de bandeira frequentemente, desligam rastreadores e navegam sem seguro. Essa rede clandestina ficou conhecida como “frota fantasma”.

Segundo investigação da BBC News Brasil, 36 navios da frota fantasma já trouxeram combustível russo para o Brasil desde 2022, representando 17% do diesel importado no período. Como o país não aderiu às sanções internacionais, acabou se tornando um porto seguro para essas embarcações.

O salto das importações

O comércio cresceu de forma explosiva:

  • 2022: cerca de US$ 100 milhões em diesel russo;
  • 2023: US$ 4,5 bilhões;
  • 2024: US$ 5,4 bilhões;
  • Jan–jul/2025: US$ 3,07 bilhões.

Hoje, a Rússia já é o principal fornecedor de diesel ao Brasil, respondendo por mais da metade do consumo importado.

Para o agronegócio, o tema é vital. O diesel é a base do custo logístico da produção brasileira, ou seja, abastece tratores, colheitadeiras, caminhões e secadores de grãos.

O diesel mais barato ajudou a aliviar os custos no campo em anos de juros altos e margens apertadas. Porém, a dependência crescente da Rússia deixa o agro vulnerável: uma mudança brusca na política internacional, ou eventual bloqueio de navios sancionados, poderia disparar os preços e gerar insegurança no abastecimento.

Além disso, se Estados Unidos ou Europa aplicarem sanções secundárias, setores de exportação como soja, carne e café podem ser atingidos, prejudicando diretamente os produtores brasileiros.

Riscos e dilemas

Destaco três principais riscos ao Brasil com a frota fantasma de Vladmir Putin em águas brasileiras:

Ambientais: navios antigos e sem seguro aumentam o risco de acidentes e vazamentos, com potencial de afetar ecossistemas costeiros e até rotas de exportação agrícola.

Diplomáticos: empresas brasileiras envolvidas podem sofrer retaliações em mercados-chave para o agro.

Jurídicos: sem adesão às sanções, autoridades brasileiras alegam não ter base legal para impedir essas operações.

O Brasil enfrenta um dilema: manter o diesel barato que sustenta o agro e a economia, ou assumir os riscos ambientais, diplomáticos e comerciais de se tornar destino da frota fantasma.

Mais do que um debate sobre energia, trata-se de uma questão que atinge o coração da competitividade do agronegócio brasileiro.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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como fica o clima para a colheita do trigo?



Faltando praticamente um mês para o evento de Abertura Nacional da Colheita do Trigo, em Campo Novo, no Rio Grande do Sul, o panorama das condições climáticas para os trabalhos em campo em outubro é de bastante chuva em toda a região Sul do Brasil. Essa é a avaliação do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller.

Atenção, produtor de trigo

O especialista aproveita para fazer um alerta para os agricultores que já começaram a colheita de trigo. “O produtor paranaense, que já está colhendo, deve aproveitar setembro, antes da primavera, para acelerar os trabalhos. Em outubro, a previsão indica acumulados de cerca de 200 milímetros ao longo do mês”. Apesar da chuva poder atrapalhar o ritmo, Müller diz que não deve haver perdas significativas.

Nas demais regiões, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, as chuvas frequentes vão exigir planejamento e atenção. No entanto, o meteorologista reforça que os agricultores devem conseguir colher sem grandes problemas, desde que aproveitem as janelas de tempo firme.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até a última semana, os produtores colheram 9,1% da área de trigo. O número está abaixo do total do mesmo período de 2024 e também da média dos últimos cinco anos, quando os agricultores já tinham avançado sobre 11,6% e 10,3% da área, respectivamente.

Previsão para os próximos dias

Em regiões onde a colheita já passa da metade, como Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, o clima deve continuar ajudando. Por outro lado, São Paulo segue em ritmo mais lento por causa das geadas ocorridas em julho.

Segundo Müller, o vendaval e a queda de granizo no Rio Grande do Sul nos últimos dias podem trazer prejuízos pontuais, porém nada que configure uma quebra de safra. Até porque no estado e também em Santa Catarina, o plantio de trigo acontece tardiamente. “No geral, a umidade e as temperaturas têm sido adequadas no Sul, favorecendo o desenvolvimento das lavouras que ainda estão em floração”, reforça. 

Portanto, a recomendação do meteorologista é clara: acompanhar a previsão semanal e aproveitar as melhores janelas de tempo firme para avançar com a colheita.



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Brasil e Uruguai dividem pódio na final do Freio de Ouro 2025; veja os campeões


Bi-grande Campeã da Exposição do Prado, a fêmea gateada Índia Envenenada Del Chamame (Box 25) somou 20.770 pontos e levou o Freio de Ouro 2025 para o Uruguai, em uma tarde de arquibancadas lotadas e torcida animada neste sábado (6), no penúltimo dia da Expointer, em Esteio, no Rio Grande do Sul.

A égua “doble chapa” é filha de Basco Veneno e Indiecita Del Chamame e foi credenciada para a final em terras gaúchas, quando assegurou o Bocal de Bronze, na mesma pista onde correu. Conduzida pelo ginete Gabriel Viola Marty, ela convenceu tanto pela excelência morfológica quanto pela aptidão para o serviço de campo.

“É uma égua extremamente linda, muito boa na morfologia e na função, que é o que se busca: um cavalo lindo e bom. Ela foi perfeita. Brilhou”, disse o expositor Martin Gurmendez Marquez, que, ao lado do irmão Tomas Marquez, conduz a Cabanha El Chamame, na cidade uruguais de Florida.

Emocionado, o ginete declarou seu amor à égua: “Hoje, ela foi espetacular e ganhou com sobra”, disse o detentor de sete Freios de Ouro.

Pontuando sempre entre os primeiros colocados nos resultados parciais, a égua iniciou em quinto lugar na Morfologia, depois avançou para a segunda colocação nas provas de Andaduras/Figura/VSP/Esbarradas; primeiro lugar na Mangueira I e quinto no Campo.

Assim, abriu a final com o primeiro lugar na Mangueira II, vencendo também Bayard e Campo II. “Foi merecida porque é muito bonita e fez provas muito boas. Houve um nível muito equilibrado, especialmente entre as fêmeas”, referendou o jurado Rodrigo Díaz de Vivar, responsável por determinar as notas entre as fêmeas, juntamente com Mário dos Santos Suñe e Telmo de Oliveira Peixoto.

Freios de Prata, Bronze e Alpaca

Freio de Prata 2025
Vencedora Freio de Prata – BOX 38 Harmonia do Açungui.

Harmonia do Açungui (Box 38) garantiu o Freio de Prata com 20.229 pontos. O expositor é Guilherme Wendler da Cabanha Açungui, da cidade de Balsa Nova (PR). A colorada salina carrega a genética do pai Real Invido do Purunã e da mãe, Suntuosa do Purunã, e foi conduzida pelo ginete Fabrício Brunelli Barbosa.

O Paraná também conquistou o Freio de Bronze. A colorada douradilha Belle Que Bela (Box 08) somou 20.215 pontos e integra o plantel da criadora e expositora Elizabeth Lemanski, da fazenda Paraíso, de Balsa Nova (PR).

O Freio de Alpaca foi para Santa Vitória do Palmar (RS) com Oferenda da Tamanca (Box 32). A douradilha somou 20.179 pontos e tem Chicão de Santa Odessa como pai e Campana Tarimbera como mãe. Montada por Ricardo Gigena Wrege e exposta por Lauro Cardoso Terra e Filhos, da Estância Tamanca.

Machos vencedores

Entre os machos, Ópio da Baraúna (Box 56) fez uma campanha ascendente até a conquista do Freio de Ouro. Atual Bocal de Ouro, é inédito no final do Freio, onde somou 20.218 pontos.

“Ele não veio ponteando, mas foi regular e cresceu muito na final hoje”, destacou o jurado Carlos Marques Gonçalves Neto, que fez as avaliações juntamente com Federico Arguelles e Francisco Kessler Fleck, tendo Luciano Corrêa Passos como reserva.

A vitória foi comemorada pelo criador Vanderlei Guerra, da Baraúna Agropastoril. “Foi maravilhoso. São 34 anos criando cavalos Crioulos e esse é nosso primeiro Freio de Ouro”, disse o crioulista de Arroio Grande (RS).

A experiência do ginete tricampeão do Freio de Ouro Raul Teixeira Lima ajudou na conquista. “O cavalo é um fenômeno, ele merecia estar no pódio. Eu sabia que eu tinha um cavalo competitivo e que podia crescer muito hoje”, disse reforçando anos de dedicação e treinamento.

Já o Freio de Prata foi para Campana Echo a Mano (box 91). O cavalo zaino montado por Tomaz Marques Gonçalves e exposto por André Rodigheri, da Cabanha Rodigheri, de Osório (RS), somou 20,183 pontos.

O colorado Justiceiro 111 do Imaguare (Box 86) ficou com o Freio de Bronze. Montado pelo ginete Fabrício Brunelli Barbosa, foi exposto pelo Condomínio Justiceiro 111 do Imaguaré, somou 20.150 e leva a genética de Malke Brasão e Tdo Amistad.

La Castellana Norteño leva para Goiânia (GO) o Freio de Alpaca, com 20,030 pontos. O animal do box 89 é filho de Matreiro do Itapororó e Madriguera Névoa e foi exposto por Victor Barbosa Penner, da Cabanha Gameleira, tendo como ginete Eduardo Weber de Quadros.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), César Augusto Rabassa Hax, o ciclo 2024/2025 mobilizou 1.411 conjuntos em oito classificatórias, sendo que apenas 96 habilitaram-se para Esteio e 32 para a grande final de ontem.

Vencedor: fêmea

Freio de Ouro: Box 25 India Envenenada Del Chamame
Ginete:
Gabriel Viola Marty
Nota: 20,770
R.p. 394, sbu143766, nmgc 0, nasc 28/12/2017, femea, gateada,
Por basco veneno(b409696) (pai) e indiecita del chamame(d0092001) (mãe)
Criador: Tomas y Martin Gurmendez Marquez
Expositor: Tomas y Martin Gurmendez Marquez
Estabelecimento: Cabanha el Chamamé, Florida – Uruguai
Domador: Juan Pablo González

Vencedor: macho

Freio de ouro: Box 56 Ópio da Baraúna
Ginete: Raul Teixeira Lima
Nota: 20,218
R.p. 474, b586302, nmgc 7, nasc 31/12/2019, macho, gateada bragada, por niazzi improviso (b349886) (pai) e algazarra da palmeira (b327209) (mãe)
Criador: Baraúna Agropastoril Industrial LTDA
Expositor: Baraúna Agropastoril Industrial LTDA
Estabelecimento: Cabanha Baraúna, Arroio Grande-R
Domador: Nei Galvão Lopes Ramos

Machos

Freio de ouro
Box 56 ópio da baraúna
Ginete: raul teixeira lima
Nota: 20,218
R.p. 474, b586302, nmgc 7, nasc 31/12/2019, macho, gateada bragada, por niazzi improviso(b349886) (pai) e algazarra da palmeira(b327209) (mãe)
Criador: baraúna agropastoril industrial ltda.
Expositor: baraúna agropastoril industrial ltda.
Estabelecimento: cabanha baraúna, arroio grande-rs
Domador: nei galvao lopes ramos

Freio de prata
Box 91 campana echo a mano
Ginete: tomaz marques ignacio gonçalves
Nota: 20,183
R.p. 885, b503706, nmgc 7, nasc 18/10/2016, macho, zaina, por triunfo do purunã(b238882) (pai) e campana ana terra(b392068) (mãe)
Criador: mário moglia suñe
Expositor: andré rodigheri
Estabelecimento: cabanha rodigheri, osório-rs

Freio de bronze
Box 86 justiceiro 111 do imaguare
Ginete: fabricio brunelli barbosa
Nota: 20,150
R.p. 111, b521740, nmgc 7, nasc 10/11/2016, macho, colorada, por as malke brasão(b397150) (pai) e tdo amistad(b237715) (mãe)
Criador: kerlon de ávila farias
Expositor: condomínio justiceiro 111 do imaguaré
Estabelecimento: cabanha treze tilias, cabanha macanudo, fazenda liscano e madôlo,
Domador: josé ambrósio perret

Freio de alpaca
Box 89 la castellana norteño
Ginete: eduardo weber de quadros
Nota: 20,030
R.p. 344, b511592, nmgc 7, nasc 26/10/2016, macho, baia, por matreiro do itapororó(b192264) (pai) e madriguera névoa(b356930) (mãe)
Criador: marcelo amaral moraes
Expositor: victor barbosa penner
Estabelecimento: cabanha gameleira, goiânia-go



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Estratégias nutricionais melhoram adaptação de bovinos ao confinamento, aponta estudo



O período de adaptação de bovinos ao confinamento é considerado uma das fases mais críticas para o bem-estar e o desempenho dos animais. Nesse contexto, a empresa FBR Saúde Animal apresentou, durante reunião da Sociedade Americana de Ciência Animal, nos Estados Unidos, resultados de um estudo que avaliou o impacto de soluções nutricionais no ganho de peso e na eficiência alimentar de bovinos confinados.

Segundo Arquimedes Júnior, zootecnista e mestre em nutrição de ruminantes, os dados mostram que intervenções adequadas já nos primeiros dias de confinamento podem garantir melhores resultados até o fim do ciclo produtivo.

“O período de adaptação é desafiador porque os animais chegam de diferentes origens, passam a conviver em novos lotes e precisam se ajustar a uma dieta e a um ambiente totalmente diferentes. Esse processo envolve mudanças comportamentais, fisiológicas e até imunológicas, o que pode gerar estresse e reduzir o desempenho”, explica.

De acordo com o especialista, quando o animal passa por situações de estresse nessa fase, há queda no consumo de matéria seca, maior risco de doenças e redução no ganho de peso, comprometendo a rentabilidade do confinamento.

“Estamos falando de um sistema intensivo e curto, de 100 a 120 dias. Se o boi perde desempenho nos primeiros 20 ou 25 dias de adaptação, isso compromete praticamente um quarto do ciclo. Cada dia faz diferença na lucratividade da operação”, reforça Arquimedes.



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