quinta-feira, abril 30, 2026

Autor: Redação

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Vendas na Expointer despencam 50% e produtores gaúchos cobram socorro real


A 48ª Expointer, realizada no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS), mostrou um contraste doloroso: público recorde e vendas em queda de aproximadamente 50%. O resultado escancara a crise profunda da agropecuária gaúcha, castigada por cinco anos seguidos de extremos climáticos que levaram milhares de produtores à beira da falência.

O desânimo do setor ficou evidente nas vaias direcionadas a ministros, governadores e lideranças políticas. Coroas de flores e balões pretos marcaram a abertura oficial da feira, simbolizando o luto do campo pela ausência de apoio concreto.

O governo federal anunciou, em resposta, a liberação de R$ 12 bilhões em recursos do Tesouro e possibilidade de até R$ 20 bilhões via sistema financeiro. Mas produtores criticaram a medida como insuficiente, destacando juros altos, prazos curtos e a falta de diálogo real. No Estado, o governo de Eduardo Leite anunciou ações emergenciais de postergação de dívidas e investimentos em infraestrutura, também recebidas com descrédito.

Para os agricultores, a sucessão de secas, enchentes e ondas de calor extremo já provocou perdas superiores a R$ 200 bilhões no Rio Grande do Sul. Diante desse cenário, a política de retórica e polarização se mostra corrosiva, quando o que está em jogo é a sobrevivência do setor produtivo.

As vaias da Expointer ecoam como um alerta: o campo gaúcho não pede favores, exige soluções objetivas e urgentes.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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China amplia importação de carne do Brasil e compensa queda nas vendas aos EUA



A China, maior importadora mundial de carne bovina, adquiriu 505 mil toneladas do produto em agosto, volume 5,3% menor em relação a julho, segundo dados da Administração Geral de Alfândegas do país. No acumulado de janeiro a agosto, as compras somaram 4,24 milhões de toneladas, queda de 3,6% frente ao mesmo período de 2024.

Apesar da retração no total importado, o Brasil ganhou espaço no mercado chinês. As exportações de carne bovina brasileira para o país asiático saltaram de 106 mil toneladas em agosto de 2024 para 158 mil toneladas em agosto deste ano, crescimento de 50% nos embarques, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O desempenho compensou perdas em outros destinos. As vendas para os Estados Unidos caíram de 15 mil toneladas em agosto de 2024 para cerca de 6,4 mil toneladas neste ano, uma redução de 58%. Já a Rússia ampliou as compras, passando de 7,5 mil toneladas para 12,4 mil toneladas no mesmo comparativo.

Na prática, a maior demanda da China e da Rússia neutralizou o impacto da queda das exportações para os EUA, mantendo o setor aquecido. O Brasil segue consolidado como um dos principais fornecedores de carne bovina para o mercado internacional, com destaque para o protagonismo chinês nas compras.



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Índices de inflação dos EUA, Europa e China estão no radar do mercado


No morning call desta segunda-feira (8), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a semana teve fortes oscilações e apostas de cortes de juros nos EUA, após dados fracos do mercado de trabalho. Bolsas americanas subiram, dólar recuou, e commodities tiveram desempenho misto.

No Brasil, o Ibovespa avançou, o real se fortaleceu e o Tesouro captou US$ 3,25 bilhões em Global Bonds. Hoje, atenção à inflação nos EUA, Europa e China, além dos indicadores de preços e atividade locais.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho encerra semana com variações mistas


O mercado de milho encerrou a semana com variações mistas tanto na B3 quanto em Chicago, refletindo o equilíbrio entre a firme demanda e a pressão exercida pela perspectiva de safra recorde nos Estados Unidos. No Brasil, os contratos futuros mostraram ajustes pontuais, sustentados pelo comportamento do produtor, que segue comercializando apenas lotes limitados, o que ajuda a segurar os preços no mercado físico. A média Cepea registrou avanço de 0,76% na semana, compensando em parte a queda do dólar e contribuindo para a estabilidade nas cotações.

Segundo a TF Agroeconômica, na B3 os principais vencimentos encerraram o pregão com resultados distintos. O contrato de setembro/25 fechou a R$ 65,37, queda de R$ 0,02 no dia e de R$ 0,12 na semana. Já novembro/25 recuou para R$ 68,10, acumulando baixa de R$ 0,52 no dia e de R$ 1,42 na semana. O contrato de janeiro/26 terminou cotado a R$ 71,22, após perdas de R$ 0,42 no dia e de R$ 0,73 na semana. No mercado externo, as exportações brasileiras de agosto caíram em relação a julho, mas subiram quase 13% frente ao mesmo mês do ano passado, sinalizando um ritmo mais forte para o ciclo 25/26.

Em Chicago, os preços também fecharam a semana em leve baixa, após sessões de oscilação próxima da estabilidade. O contrato de dezembro encerrou a US$ 418,00 por bushel, recuo de 0,42% ou US$ 1,75 cents, enquanto março fechou a US$ 436,50, queda de 0,23% ou US$ 1,00 cent. O mercado segue dividido entre o impacto da colheita americana, que deve ser a maior da história, e o ritmo firme das exportações. Apenas na última semana, o USDA reportou vendas externas de 2,117 milhões de toneladas.

Com isso, o milho em Chicago acumulou queda semanal de 0,54%, equivalente a US$ 2,25 cents/bushel. O cenário mostra que, apesar da pressão da oferta abundante, a demanda segue sendo fator-chave e poderá gerar movimentos mais bruscos nos preços conforme a colheita avance e os dados de produtividade se confirmem.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como o milho encerrou a semana


No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, o plantio de verão avança em ritmo normal e os preços seguem parados, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações atuais de compra estão em R$ 67,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 68,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 69,00 em Marau e Gaurama, e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Para setembro, as pedidas no interior variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto no porto a referência futura para fevereiro/2026 segue em R$ 69,00/saca”, comenta.

A produção recorde ainda contrasta com mercado travado em Santa Catarina. “Em Campos Novos, produtores pedem R$ 80,00/saca, enquanto as ofertas ficam em R$ 70,00; no Planalto Norte, a diferença vai de R$ 75,00 para pedidos a R$ 71,00 nas ofertas. Esse impasse já leva parte dos agricultores a repensar investimentos no próximo ciclo”, completa a consultoria.

No Paraná a produção recorde sustenta oferta, mas a liquidez segue baixa. “O mercado de milho no Paraná segue com liquidez baixa, marcado pelo impasse entre pedidas e ofertas. Produtores pedem valores próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto compradores mantêm ofertas CIF abaixo de R$ 70,00, o que trava os negócios”, indica.

Negociações avançam, mas resistência ainda limita mercado no Mato Grosso do Sul. “As cotações variam entre R$ 45,00 e R$ 53,00/saca, com destaque para a boa alta em Sidrolândia, enquanto Dourados mantém o melhor valor do estado. Apesar dos ajustes, os preços ainda não alcançam níveis capazes de estimular novos contratos, mantendo o impasse entre compradores e vendedores”, conclui.

 





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Ciclone e frente fria provocam chuva forte em alguns estados; veja a previsão do tempo para hoje



Processo de formação de um novo ciclone próximo à costa da região Sul e de uma nova frente fria associada a ele, além da presença de um cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera, deve reforçar as instabilidades sobre o Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (8). O risco de temporal e chuva mais volumosa é alto, sobretudo no oeste e sul do estado e a semana começa com risco alto de temporal na Grande Porto Alegre, região central e no litoral do estado. Na serra gaúcha, no oeste, sul e litoral de Santa Catarina, a situação é de atenção para ocorrência de pancadas moderadas a forte.

Os ventos ficam mais intensos em grande parte da região, com rajadas desde o sul do Paraná até o sul do Rio Grande do Sul, variando entre 51 a 70 km/h. A chuva retorna no final do dia sobre a região de Foz do Iguaçu e cidades do sudoeste do Paraná com até forte intensidade. Chove moderado no norte de SC e na região do Vale do Itajaí. O norte do Paraná, ainda começa a semana com padrão de tempo firme e umidade baixa; não chove em Curitiba, mas, a segunda ainda será gelada na capital e o mar fica agitado na costa do Rio Grande do Sul.

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No Sudeste, a umidade que vem do oceano ainda mantém a chuva sobre o litoral do Espírito Santo e a semana começa com atenção em Vitória para pancadas moderadas a forte; demais áreas do interior do estado, parte do norte do Rio de Janeiro e leste de Minas, com possibilidade de chuva mais fraca e irregular.

O sol volta aparecer mais no leste e sul de SP e a semana começa sem chuva e com elevação de temperatura. Interior paulista, cidades do Triângulo, noroeste e norte de Minas com o tempo muito seco e calorão – a umidade relativa do ar continua em atenção com valores entre 30 e 21%. Não chove na cidade do Rio, mas, ainda pode ventar de forma moderada com rajadas de até 50 km/h, inclusive em áreas do litoral.

A presença das instabilidades no Sul, provocam chuva em parte do extremo sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul neste começo de semana, porém, o tempo segue abafado e ensolarado pela manhã, com as pancadas retornando à noite. Grande parte do Centro-Oeste, ainda com tempo muito seco e temperaturas altas, especialmente entre Goiás e Mato Grosso. Pode chover de forma mais isolada no noroeste e extremo norte de Mato Grosso durante a tarde, pela umidade presente no Norte do país. Cuiabá, Brasília, Campo Grande, Goiânia começam a semana sem chuva e com umidade entre 30 e 21%; em Brasília alerta para valores mais próximos a 12%.

Já no Nordeste, a presença de uma frente fria estacionária na altura da costa leste da região mantém a umidade alta e a condição de chuva moderada e ventos. As pancadas podem ocorrer em vários momentos em Maceió e no Recife, com potencial para chuva moderada a forte. Alagoas e João Pessoa, podem ter chuva fraca a moderada, ainda intercalando períodos de sol no decorrer da segunda. Os ventos podem variar entre 40 a 50 km/h desde o norte e litoral do Maranhão até o oeste da Bahia.

O ar ainda fica mais seco no sertão, com umidade em alerta no sul do Piauí e oeste da Bahia, entre 20 e 21% e atenção para valores entre 30 e 21% no sul do Ceará, oeste da Paraíba, Pernambuco e na região central no Maranhão e Piauí. Salvador, começa a semana com chuva mais fraca de manhã e tempo firme à tarde.

E no Norte, a combinação de calor e umidade mantém a formação de nuvens carregadas sobre parte dos estados. As pancadas de chuva se espalham sobre o Amazonas e Roraima, variando entre moderada e forte intensidade, mas acontecendo ainda de maneira irregular. No interior do Pará, a chuva pode cair de forma mal distribuída, porém, com moderada intensidade, enquanto Belém, começa a semana com tempo firme. Não chove no Acre, em Rondônia e Amapá, que devem ter uma segunda com o tempo aberto. No Tocantins, a atuação da alta pressão mantém o céu limpo, os termômetros bastante elevados e a umidade do ar em níveis críticos.

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Sebrae abre inscrições para expositores: ‘Feira do Empreendedor’



Microempreendedores individuais (MEIs), agricultores familiares e artesãos da região de Bauru já podem se inscrever para participar do espaço Sebrae Comunidades: Shopping Compre do Pequeno na Feira do Empreendedor 2025

O evento, promovido pelo Sebrae/SP, ocorrerá de 15 a 18 de outubro, no São Paulo Expo, na capital paulista. As inscrições ficam abertas até 15 de setembro e são gratuitas.

Para garantir a participação, os interessados devem observar os critérios do edital, respeitar prazos e apresentar a documentação exigida. O edital completo está disponível no site oficial da Feira do Empreendedor 2025

Além disso, o Shopping Compre do Pequeno representa uma vitrine estratégica para os pequenos negócios. Em 2024, a feira reuniu mais de 150 mil visitantes, demonstrando o potencial de alcance e de geração de oportunidades. Assim, o espaço foi criado para dar visibilidade, ampliar mercados e aproximar empreendedores de consumidores e parceiros.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

“Participar do espaço é mais do que expor produtos. É conquistar visibilidade, valorizar os pequenos negócios e transformar cada conexão em oportunidade real de crescimento e geração de renda. É oportunidade de levar um produto local para uma vitrine com visibilidade nacional”, destaca Juliana Fardin, analista de negócios do Sebrae/SP e gestora do Programa Sebrae Comunidades na região de Bauru.

Portanto, os empreendedores locais têm a chance de apresentar seus produtos a um público nacional e diversificado.

Serviço 

Sebrae Comunidades: Shopping Compre do Pequeno na FE 2025 

Inscrições: até 15 de setembro pelo link

Local da feira: São Paulo Expo (próximo ao Metrô Jabaquara)

 
Data da feira: 15 a 18 de outubro, das 10h às 20h 



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AgroNewsPolítica & Agro

Expointer 2025 registra recorde de público e vendas na agricultura familiar


A 48ª Expointer entrou para a história como a edição dos registros em público e mercados da agricultura familiar. Realizada no Par que Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, a feira registrou o maior número de visitantes e de vendas no segmento, superando as marcas anteriores.

Os resultados foram apresentados neste domingo (09/07), durante coletiva de imprensa realizada no estande do governo do Estado, no Pavilhão Internacional. O anúncio contou com a presença do secretário de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum, e do secretário de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti, além de autoridades e copromotores do evento.

Entre os dias de programação, 960.144 visitantes passaram pelo parque até as 14h30 de domingo. O recorde anterior era de 2023, quando 822 mil pessoas estiveram presentes. Em 2024, o público havia sido de 662 mil. O resultado deste ano representa um aumento de 16,8% em relação à melhor marca já registrada.

Um dos destaques foi o Pavilhão da Agricultura Familiar, que alcançou o maior volume de vendas da história, somando R$ 13,6 milhões em faturamento. A marca anterior, de R$ 10,8 milhões em 2024, foi superada em mais de 25%. O espaço também conta com a presença iniciada de 456 empreendimentos expositores, ampliando a oferta de produtos e serviços.

Na participação de animais, outro registro foi registrado, com 6.696 exemplares inscritos em competições e exposições. Mesmo assim, as vendas no setor tiveram queda: R$ 15,4 milhões em 2025 contra R$ 18,9 milhões em 2024. No geral, o evento também registrou redução de cerca de 45% no total de negociações.

A próxima edição já tem data confirmada. A Expointer 2026 ocorrerá de 29 de agosto a 6 de setembro.





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AgroNewsPolítica & Agro

bergamota atua na saúde cardiovascular e redução do colesterol


A bergamota apresenta propriedades que contribuem para o controle da diabetes. De acordo com informações do portal “Tua Saúde”, revisadas pela nutricionista Karla Leal, comer a bergamota com o bagaço ajuda a controlar e prevenir a diabetes, pois a pectina, que é a fibra presente na fruta, ajuda a diminuir a velocidade de digestão dos alimentos e a absorção de açúcar no intestino, controlando os níveis de glicose e do hormônio insulina no sangue.

A fruta também auxilia na saciedade, por ser rica em fibras solúveis, a bergamota promove a saciedade, diminuindo a fome e a vontade de comer doces. As folhas e cascas da bergamota contêm óleos essenciais antioxidantes, como limoneno e terpineno, que combatem os radicais livres, evitando a oxidação das células de gordura e reduzindo triglicerídeos e colesterol no sangue.

Além disso, a pectina presente na fruta diminui a absorção intestinal de gorduras, contribuindo para a redução do colesterol total e LDL, prevenindo doenças cardiovasculares, como aterosclerose e infarto. A bergamota é rica em fibras solúveis e água, que prolongam a saciedade, auxiliam na perda de peso e são baixas em calorias.

Os óleos essenciais da bergamota também têm efeito calmante no sistema nervoso central, melhorando o humor e diminuindo a frequência dos batimentos cardíacos, sendo uma boa opção para o tratamento do estresse e da ansiedade. A fruta é ainda rica em água e Potássio, ajudando a eliminar o excesso de sódio do organismo e a prevenir a hipertensão.

A bergamota contém antioxidantes, como vitamina A e C, que combatem os radicais livres, fortalecendo o sistema circulatório e melhorando a saúde das artérias. A pectina, por ser uma fibra prebiótica, também alimenta as bactérias benéficas do intestino, favorecendo o funcionamento intestinal.

Além disso, a fruta auxilia na formação do bolo fecal, facilitando a evacuação, e a vitamina C presente nela ajuda na absorção de Ferro dos alimentos, beneficiando a formação de hemoglobina e o tratamento da anemia. Segundo o informado, a bergamota fortalece o sistema imunológico e ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como de mama, intestino e próstata, devido à presença de antioxidantes como ácido cítrico, flavonoides e óleos essenciais.





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Demanda aquecida deve continuar freando baixa da arroba do boi em setembro


O mercado físico do boi gordo se depara com predominante acomodação em seus preços nos últimos dias.

De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos, em especial os de maior porte, ainda desfrutam de uma posição mais confortável em suas escalas de abate.

“Tais indústrias contam com a incidência de animais de parceria (contratos a termo), somado a utilização de confinamento próprio para suprir suas necessidades”, define.

Segundo ele, as exportações em alto nível ainda são o grande ponto de sustentação do mercado, com um ritmo acelerado de embarques nas últimas semanas, o que deve continuar no restante do mês.

Iglesias reforça que algumas das principais indústrias estão com a escala cheia para o mês de setembro e, por conta disso, naturalmente tendem a pressionar o mercado, mas este movimento não deve ter força o suficiente para baixar significativamente os atuais patamares.

Variação de preços da arroba do boi na semana

  • São Paulo: R$ 312,17
  • Goiás: R$ 303,57
  • Minas Gerais: R$ 299,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,66
  • Mato Grosso: R$ 311,69

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com reajustes em seus preços no decorrer da quinta-feira. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia nos primeiros dias do mês, motivando, assim, a reposição entre atacado e varejo.

No entanto, é importante reforçar que a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade se comparado com as proteínas concorrentes, em especial em relação à carne bovina”.

A semana terminou com o quarto traseiro cotado a R$ 24 por quilo, o dianteiro precificado a R$ 18,10 por quilo e a ponta de agulha a R$ 17,10.

Exportações de carne bovina

carne bovina exportações China
Foto: Pixabay

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,504 bilhão em agosto (21 dias úteis), com média diária de US$ 71,622 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 268,562 mil toneladas, com média diária de 12,788 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.600,00.

Em relação a agosto de 2024, houve alta de 56% no valor médio diário da exportação, ganho de 23,5% na quantidade média diária exportada e avanço de 26,3% no preço médio. 



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