quinta-feira, abril 30, 2026

Autor: Redação

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Comercialização da soja segue lenta


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, a comercialização da soja segue lenta, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de preços para pagamento em meados de setembro, com entrega entre agosto e setembro, ficaram em R$ 141,70 (+1,21%) nos portos. No interior, as cotações marcaram ganho e ficaram em torno de R$ 135,00 (+0,75%) por saca, em Cruz Alta, Passo Fundo e Santa Rosa para 30/09”, comenta.

Santa Catarina mostra estabilidade com variações regionais. “O mercado da soja em Santa Catarina apresentou movimentação pontual e sem tendência unificada. Não foram encontrados dados oficiais sobre comercialização, fretes ou armazenagem na data, o que reforça a leitura de um mercado disperso e guiado por condições específicas de cada região. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 142,84”, completa.

No Paraná, o mercado registra retração em parte das praças, mas o porto sustenta cotações. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 142,35 (-0,11%). Em Cascavel, o preço foi 129,01 (-0,98%). Em Maringá, o preço foi de R$ 130,47 (-2,14%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 132,26 (-0,89%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 124,00. No balcão, o preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul tem mercado estável, mas com quedas pontuais. “A dinâmica sugere pressões de baixa em regiões específicas, possivelmente relacionadas à logística ou à maior concentração de oferta em determinadas áreas. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 123,51 (+2,07%), Campo Grande em R$ 123,51 (+2,07%), Maracaju em R$ 122,76 (+0,62%), Chapadão do Sul a R$ 121,96 (-0,40%), Sidrolândia a em R$ 122,60 (-0,57%)”, informa.

O Mato Grosso mantém valorização da soja apesar da queda em Chicago. “As altas observadas em algumas regiões, mesmo em um cenário de queda em Chicago e de recuos em outros estados, sugerem um aquecimento da demanda local por parte das indústrias ou um ajuste na oferta disponível nessas áreas, visto que o produtor tende a tentar segurar mais quando os preços não estão adequados. Campo Verde: R$ 123,50 (+2,70%). Lucas do Rio Verde: R$ 119,16, Nova Mutum: R$ 119,16. Primavera do Leste: R$ 123,50 (+2,18%). Rondonópolis: R$ 130,00 (+8,11%). Sorriso: R$ 119,30 (+0,21%)”, conclui.

 





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Comercialização de soja envolve 20,5% da safra 25/26



A comercialização da safra 2024/25 de soja no Brasil alcançou 84,1% da produção projetada, segundo levantamento da Safras & Mercado com dados até 5 de setembro. No relatório anterior, referente a 5 de agosto, o índice era de 78,4%.

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Em igual período do ano passado, a negociação envolvia 87,7% da safra, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 89,3%. Considerando a produção estimada em 171,83 milhões de toneladas, o total de soja já comprometido chega a 144,54 milhões de toneladas.

Comercialização 2025/26

Para a temporada 2025/26, cuja produção é projetada em 180,92 milhões de toneladas, a comercialização antecipada atinge 20,5%, o equivalente a 37,06 milhões de toneladas. No mesmo período do ano passado, o índice era de 24,8%, contra uma média de 29,2%.

O relatório anterior, de 5 de agosto, apontava 16,8% da safra 2025/26 já negociada, o que mostra avanço no ritmo, ainda que abaixo do histórico.



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preços abaixo do custo preocupam


O mercado de milho segue pressionado por preços pouco atrativos para 2026, tanto no Brasil quanto no cenário internacional. De acordo com a TF Agroeconômica, os valores atuais ficam bem abaixo do custo de produção, o que exige atenção redobrada dos produtores. No mercado doméstico, a saca é negociada a R$ 68,92, 6,29% abaixo do custo estimado em R$ 73,55. Já na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços estão em R$ 57,84, 21,26% abaixo da média de produção.

No Brasil, a expectativa é de alta no segundo semestre, impulsionada pela demanda das indústrias de carnes e etanol, mas seria necessário um avanço de ao menos 10% para garantir rentabilidade. Para julho de 2026, os preços precisariam ultrapassar R$ 80,00/saca para compensar os custos. Entretanto, a supersafra norte-americana tende a prejudicar as exportações brasileiras, deixando a aposta no consumo interno como principal sustentação. Por outro lado, o trigo no país apresenta tendência de valorização, o que também merece atenção do setor.

Entre os fatores de alta estão: o avanço das exportações americanas, que alcançaram 2,117 milhões de toneladas no último relatório do USDA; a piora nas condições das lavouras nos EUA, com queda de 71% para 69% das áreas em boas/excelentes condições; e a queda acentuada das exportações da Ucrânia, que despencaram 63,88% no início de julho. Além disso, o Brasil vem ampliando participação no mercado europeu, beneficiado pela retração das vendas ucranianas, e deve ver estoques internos reduzidos conforme avança o consumo doméstico.

Por outro lado, pesam no mercado os fatores de baixa, como o rápido progresso da colheita americana, que promete volumes recordes acima de 421 milhões de toneladas, segundo estimativas da StoneX. No Brasil, as exportações também perderam ritmo, estimadas em 6,37 milhões de toneladas em setembro, abaixo das 7,31 milhões embarcadas no mês anterior e inferiores ao mesmo período de 2024. Com esses elementos, o mercado segue dividido entre fundamentos altistas e baixistas, exigindo estratégias cautelosas dos produtores.

 





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JBS já entregou mais de 120 mil brincos para rastreamento de rebanho a pecuaristas



O programa Acelerador JBS alcançou a marca de 123.765 tags (brincos) entregues gratuitamente para rastreamento de rebanho no Pará. Desse total, 65.902 já estão nas orelhas dos animais, em 89 propriedades rurais do estado. O avanço permitiu à Friboi realizar o primeiro processamento de bovinos rastreados individualmente no estado, marco inédito para a cadeia pecuária.

O lote de 20 machos devidamente registrados, oriundos de uma fazenda em Marabá, foi destinado à unidade da Friboi sob inspeção federal no município. Todo o processo foi monitorado por uma plataforma do Programa Pecuária Sustentável do Pará, da saída da propriedade até a indústria, garantindo rastreabilidade plena na cadeia produtiva.

Vinicius Lima, responsável pela empresa Apoema Agro, foi o fornecedor do lote rastreado à Friboi. Lima é um entusiasta do programa. Essa iniciativa do estado, em parceria com outras entidades, tem como meta identificar individualmente todos os bovinos e bubalinos em trânsito a partir de janeiro de 2026, e alcançar a totalidade do rebanho estadual a partir de janeiro de 2027.

“Tenho expectativas muito altas em relação à rastreabilidade de rebanho no estado do Pará. Esse era um futuro que virou presente”, afirma Lima: “O que considero mais interessante nesse processo é a valorização de nossa produção, que é a carne”. Segundo ele, os investimentos em genética, tecnologia e bem-estar animal, entre outros pontos de melhores práticas, somados à rastreabilidade, farão com que “nossa mercadoria se valorize e nosso negócio seja mais próspero. Será bom para toda a cadeia pecuária”. O produtor informou que receberá mais de 2.000 brincos adicionais da JBS para a identificação de seu rebanho.

Acelerador

O Acelerador JBS integra o investimento de mais de R$ 35 milhões da Companhia em rastreabilidade e apoio a pequenos produtores no Pará. Com suporte técnico, tags de identificação e ferramentas digitais, o programa incentiva a adesão de produtores à Plataforma Pecuária Transparente, reforçando o compromisso da JBS com uma cadeia de fornecimento cada vez mais sustentável. A entrega gratuita de tags via Acelerador da Companhia termina em dezembro deste ano.

Fábio Dias, Líder de Pecuária Sustentável da JBS, ressalta que “o primeiro processamento de animais rastreados individualmente no Pará reforça o compromisso da JBS em apoiar os produtores na construção de uma pecuária mais sustentável e transparente”.

Programa estadual

Lançado pelo governo estadual na COP28, em Dubai, há dois anos, o Programa Pecuária Sustentável do Pará visa assegurar a conformidade sanitária, fundiária e socioambiental de toda a cadeia produtiva por meio de parcerias entre instituições públicas, empresas e produtores rurais.

Nesse contexto, iniciativa da JBS com a ONG The Nature Conservancy (TNC) prevê a doação de 2 milhões de tags, principalmente para pequenos produtores, utilizando recursos do Bezos Earth Fund. O programa Acelerador JBS se desenvolve de forma independente a essa doação. Para garantir a funcionalidade do sistema, a JBS também doou 175 leitores de RFID (identificação por radiofrequência) para a Adepará, equipando a agência estadual.

O programa Escritórios Verdes, lançado nacionalmente pela JBS em 2021, também é outro ponto de apoio para a iniciativa. No Pará, a JBS mantém atendimentos em quatro municípios estratégicos para a pecuária: Marabá, Redenção, Tucumã e Santana do Araguaia. Em patamar nacional, o programa alcançou a marca de quase 20 mil propriedades rurais com regularização ambiental realizada. Somente no Pará, foram mais de 4 mil.



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Mercado financeiro projeta PIB de 2,16% em 2025


O mercado financeiro prevê crescimento de 2,16% da economia brasileira para 2025, percentual abaixo dos 2,19% projetados há uma semana para o Produto Interno Bruto – PIB, a soma de todas riquezas produzidas no Brasil.

É o que indica o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Banco Central (BC). Para os anos subsequentes, a previsão do mercado é que a economia cresça 1,85%, em 2026; e 1,88% em 2027.

O PIB brasileiro cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), resultado que atingiu “o maior patamar da série histórica, iniciada em 1996”apesar de representar desaceleração, se comparado ao crescimento de 1,3% observado no primeiro trimestre.

Inflação

Com relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país), o Boletim Focus interrompeu uma tendência de queda que vinha sendo observada há 14 semanas, mantendo a mesma previsão observada na semana passada, de 4,85%. Há quatro semanas, a expectativa de inflação para o ano estava em 5,05%.

Para 2026 e 2027, as estimativas de inflação estão menores do que as projetadas nas semanas anteriores: 4,3% no ano que vem; e 3,94% em 2027. Na semana anterior, as previsões estavam em 4,31% e 3,94%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda nos preços dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Este percentual é também o projetado pelo boletim há 11 semanas.

Para 2026 e 2027, a projeção do mercado para a Selic também se mantém estável, em 12,5% e 10,5%, respectivamente.

O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, em julho, após sete altas seguidas na Selic.

Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos EUA aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária, então, informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Os bancos consideram outros fatores além da Selic na hora de definir os juros a serem cobrados dos consumidores. Entre eles estão risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Dólar

Pela terceira semana seguida, o Boletim Focus reduz o valor projetado para o dólar ao final de 2025. A expectativa do mercado financeiro é de que a moeda norte-americana feche o ano cotada a R$ 5,55.

Há uma semana a projeção estava em R$ 5,56; e há quatro semanas estava em R$ 5,60 – o mesmo valor projetado para 2026 e 2027.



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Exportações de carne suínas crescem 2,8% em agosto



As exportações de carne suína cresceram 2,8% em agosto, totalizando 121,4 mil toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A receita registrada no período chegou a US$ 294,9 milhões, saldo 6,7% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

No acumulado de janeiro a agosto, as exportações de carne suína alcançaram 970,3 mil toneladas, saldo 11,5% maior que o total do ano passado, com 870,2 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 23,8%, com US$ 2,334 bilhões nos oito primeiros meses deste ano, contra US$ 1,885 bilhão em 2024.

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“As exportações de carne suína do Brasil ampliaram a diversificação entre os destinos dos embarques, com novos mercados entre os maiores importadores. A maior capilaridade deve proporcionar mais sustentação ao fluxo, projetando manutenção das exportações positivas do setor para este ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Destino

As Filipinas seguem como principais destinos das exportações, com 33,4 mil toneladas registradas em agosto, saldo 19,5% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Em seguida estão o Chile, com 13,3 mil toneladas (+8,3%), China, com 10,3 mil toneladas (-36,3%), Japão, com 8,5 mil toneladas (+5,4%), México, com 7,4 mil toneladas (+30,7%), Hong Kong, com 6 mil toneladas (-36,6%), Vietnã, com 5,9 mil toneladas (42,7%), Singapura, com 5,2 mil toneladas (-33,1%), Uruguai, com 3,7 mil toneladas (+2,4%) e Costa do Marfim, com 3,4 mil toneladas (+164,3%).

Santa Catarina segue como maior exportador de carne suína do Brasil, com 56,9 mil toneladas exportadas em agosto (-9% em relação ao mesmo período do ano passado), seguido por Rio Grande do Sul, com 31,4 mil toneladas (+20,5%), Paraná, com 18,3 mil toneladas (+9,4%), Minas Gerais, com 2,5 mil toneladas (1,5%) e Mato Grosso, com 3,1 mil toneladas (-3,6%).



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Vendas na Expointer despencam 50% e produtores gaúchos cobram socorro real


A 48ª Expointer, realizada no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS), mostrou um contraste doloroso: público recorde e vendas em queda de aproximadamente 50%. O resultado escancara a crise profunda da agropecuária gaúcha, castigada por cinco anos seguidos de extremos climáticos que levaram milhares de produtores à beira da falência.

O desânimo do setor ficou evidente nas vaias direcionadas a ministros, governadores e lideranças políticas. Coroas de flores e balões pretos marcaram a abertura oficial da feira, simbolizando o luto do campo pela ausência de apoio concreto.

O governo federal anunciou, em resposta, a liberação de R$ 12 bilhões em recursos do Tesouro e possibilidade de até R$ 20 bilhões via sistema financeiro. Mas produtores criticaram a medida como insuficiente, destacando juros altos, prazos curtos e a falta de diálogo real. No Estado, o governo de Eduardo Leite anunciou ações emergenciais de postergação de dívidas e investimentos em infraestrutura, também recebidas com descrédito.

Para os agricultores, a sucessão de secas, enchentes e ondas de calor extremo já provocou perdas superiores a R$ 200 bilhões no Rio Grande do Sul. Diante desse cenário, a política de retórica e polarização se mostra corrosiva, quando o que está em jogo é a sobrevivência do setor produtivo.

As vaias da Expointer ecoam como um alerta: o campo gaúcho não pede favores, exige soluções objetivas e urgentes.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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China amplia importação de carne do Brasil e compensa queda nas vendas aos EUA



A China, maior importadora mundial de carne bovina, adquiriu 505 mil toneladas do produto em agosto, volume 5,3% menor em relação a julho, segundo dados da Administração Geral de Alfândegas do país. No acumulado de janeiro a agosto, as compras somaram 4,24 milhões de toneladas, queda de 3,6% frente ao mesmo período de 2024.

Apesar da retração no total importado, o Brasil ganhou espaço no mercado chinês. As exportações de carne bovina brasileira para o país asiático saltaram de 106 mil toneladas em agosto de 2024 para 158 mil toneladas em agosto deste ano, crescimento de 50% nos embarques, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O desempenho compensou perdas em outros destinos. As vendas para os Estados Unidos caíram de 15 mil toneladas em agosto de 2024 para cerca de 6,4 mil toneladas neste ano, uma redução de 58%. Já a Rússia ampliou as compras, passando de 7,5 mil toneladas para 12,4 mil toneladas no mesmo comparativo.

Na prática, a maior demanda da China e da Rússia neutralizou o impacto da queda das exportações para os EUA, mantendo o setor aquecido. O Brasil segue consolidado como um dos principais fornecedores de carne bovina para o mercado internacional, com destaque para o protagonismo chinês nas compras.



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Índices de inflação dos EUA, Europa e China estão no radar do mercado


No morning call desta segunda-feira (8), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a semana teve fortes oscilações e apostas de cortes de juros nos EUA, após dados fracos do mercado de trabalho. Bolsas americanas subiram, dólar recuou, e commodities tiveram desempenho misto.

No Brasil, o Ibovespa avançou, o real se fortaleceu e o Tesouro captou US$ 3,25 bilhões em Global Bonds. Hoje, atenção à inflação nos EUA, Europa e China, além dos indicadores de preços e atividade locais.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Milho encerra semana com variações mistas


O mercado de milho encerrou a semana com variações mistas tanto na B3 quanto em Chicago, refletindo o equilíbrio entre a firme demanda e a pressão exercida pela perspectiva de safra recorde nos Estados Unidos. No Brasil, os contratos futuros mostraram ajustes pontuais, sustentados pelo comportamento do produtor, que segue comercializando apenas lotes limitados, o que ajuda a segurar os preços no mercado físico. A média Cepea registrou avanço de 0,76% na semana, compensando em parte a queda do dólar e contribuindo para a estabilidade nas cotações.

Segundo a TF Agroeconômica, na B3 os principais vencimentos encerraram o pregão com resultados distintos. O contrato de setembro/25 fechou a R$ 65,37, queda de R$ 0,02 no dia e de R$ 0,12 na semana. Já novembro/25 recuou para R$ 68,10, acumulando baixa de R$ 0,52 no dia e de R$ 1,42 na semana. O contrato de janeiro/26 terminou cotado a R$ 71,22, após perdas de R$ 0,42 no dia e de R$ 0,73 na semana. No mercado externo, as exportações brasileiras de agosto caíram em relação a julho, mas subiram quase 13% frente ao mesmo mês do ano passado, sinalizando um ritmo mais forte para o ciclo 25/26.

Em Chicago, os preços também fecharam a semana em leve baixa, após sessões de oscilação próxima da estabilidade. O contrato de dezembro encerrou a US$ 418,00 por bushel, recuo de 0,42% ou US$ 1,75 cents, enquanto março fechou a US$ 436,50, queda de 0,23% ou US$ 1,00 cent. O mercado segue dividido entre o impacto da colheita americana, que deve ser a maior da história, e o ritmo firme das exportações. Apenas na última semana, o USDA reportou vendas externas de 2,117 milhões de toneladas.

Com isso, o milho em Chicago acumulou queda semanal de 0,54%, equivalente a US$ 2,25 cents/bushel. O cenário mostra que, apesar da pressão da oferta abundante, a demanda segue sendo fator-chave e poderá gerar movimentos mais bruscos nos preços conforme a colheita avance e os dados de produtividade se confirmem.

 





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