terça-feira, abril 28, 2026

Autor: Redação

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pressão de um lado, alívio de outro; confira as cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais baixos nesta quarta-feira (17).

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos mantém escalas de abate mais confortáveis em grande parte do país, posicionados para o restante de setembro.

Segundo ele, a incidência de animais de parceria (contratos a termo) contribuiu de maneira decisiva para esse cenário. “Outro elemento de pressão a ser considerado é a recente movimentação cambial, com o real bastante valorizado, com juros atrativos neste momento”, diz.

Como contraponto, Iglesias ressalta que as exportações de carne bovina prosseguem com volumes bastante expressivos no decorrer de 2025.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 302,75 — ontem: R$ 305,50
  • Goiás: R$ 289,29 — R$ 291,43
  • Minas Gerais: R$ 287,65 — R$ 288,24
  • Mato Grosso do Sul: R$ 320,34 — R$ 320,55
  • Mato Grosso: R$ 298,78 — R$ 299,26

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com preços acomodados durante a quarta-feira para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios volta a sugerir pela queda das cotações no curto prazo.

Isso acontece pelo arrefecimento do consumo durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

“Além disso, apesar da recente alta, a carne de frango ainda conta com a preferência da maior parcela da população brasileira, em especial das famílias com menor renda, entre um e dois salários-mínimos”, pontuou o analista.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,10 por quilo; o dianteiro segue a R$ 18,00 por quilo; e a ponta de agulha se mantém no patamar de R$ 17,10 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,06%, sendo negociado a R$ 5,3017 para venda e a R$ 5,2997 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2752 e a máxima de R$ 5,3132.



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Congresso ABMRA 2025 discute evolução do marketing no agronegócio



O agronegócio vive uma transformação acelerada que impacta diretamente a forma como produtores se relacionam com marcas e consomem informações. Para acompanhar esse movimento, profissionais de marketing e comunicação precisam se atualizar e encontrar novas estratégias. É nesse contexto que será realizado o 17º Congresso de Marketing do Agro ABMRA, nesta quinta-feira (18), a partir das 7h, no Blue Tree Transatlântico, em São Paulo.

Com o tema “Os 5 Ps do Marketing: A Evolução e Aplicação no Agro”, o evento contará com cinco painéis principais: Pessoas, Processos, Praça, Promoção e Performance. Mais de 15 especialistas e líderes do setor compartilharão suas experiências e insights práticos, oferecendo conhecimento que pode ser aplicado diretamente pelas empresas.

Temas que impactam o futuro do marketing rural

Segundo Ricardo Nicodemos, presidente da ABMRA, o congresso trará à tona questões urgentes para o setor. Entre os destaques da programação estão:

  • valorização e motivação de colaboradores;
  • uso da inteligência artificial (IA) para otimizar processos;
  • estratégias para destacar marcas nos pontos de venda (PDVs);
  • desenvolvimento de planos institucionais e comerciais;
  • aplicação do mix de comunicação;
  • criação de métricas e controles de retorno sobre o investimento (ROI).

“Abordaremos temas que exigem atenção imediata de quem precisa aumentar os índices de sucesso e êxito dos seus projetos e campanhas”, afirma Nicodemos.

Tradição e relevância no agro

Criado em 1984, o Congresso ABMRA se consolidou como o principal encontro de debates estratégicos de marketing rural no Brasil. Reconhecido por empresas, profissionais e instituições, o evento deste ano reforça sua importância como espaço de atualização e troca de experiências.

Além da programação de painéis, o congresso é considerado uma oportunidade de networking de alto nível, reunindo gestores de marketing, gerentes de produto, agências de publicidade, profissionais de mídia, acadêmicos, líderes de associações e representantes políticos.

Experiência para profissionais do setor

De acordo com o presidente da associação, a curadoria do evento é preparada com meses de antecedência para oferecer uma experiência de qualidade. “Assim que uma edição termina, a curadoria da próxima já se inicia. Estamos há meses dedicados a construir uma experiência única, e o resultado é uma seleção de painelistas, debatedores e conteúdos que nos enche de orgulho”, reforça Nicodemos.

O Congresso ABMRA é descrito como um verdadeiro MBA de conhecimento em marketing e comunicação no agro, reunindo conteúdos inovadores e aplicáveis ao dia a dia das empresas.

Inscrições abertas

Os interessados podem garantir presença no 17º Congresso ABMRA.
📍 Data: 18 de setembro de 2025
📍 Local: Blue Tree Transatlântico, São Paulo
🔗 Inscrições: congressoabmra.com.br



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AgroNewsPolítica & Agro

Falta apenas uma semana para o APSUL América 2025


Estamos a uma semana do APSUL América 2025, o maior congresso sul-americano de Agricultura de Precisão e Máquinas Precisas, que acontecerá nos dias 23 e 24 de setembro, no Parque da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS.

Com o tema “AGRICULTURA 4.0 – INOVAÇÃO DIANTE DOS DESAFIOS CLIMÁTICOS, ECONÔMICOS E SOCIAIS”, o APSUL América 2025 promete reunir pesquisadores renomados, empresários, produtores rurais e grandes lideranças do setor agropecuário para compartilhar as soluções mais avançadas e sustentáveis para os desafios atuais e futuros do agronegócio.

O evento contará com mais de 60 painelistas e moderadores de quatro países – Brasil, Holanda, Argentina e Estados Unidos –, além de minicursos gratuitos, demonstrações práticas de drones e máquinas agrícolas, e a exposição de trabalhos técnicos que farão parte do e-book oficial do evento.

Ainda dá tempo de garantir sua vaga, mas as inscrições são limitadas! ?

 Acesse o site oficial e inscreva-se agora mesmo.

Detalhes sobre a Inscrição

Congressista: R$ 165,00

Estudante: R$ 85,00 (mediante apresentação de comprovante).

Combo Empresa/Instituição (mais de 10 inscrições): R$ 135,00 por pessoa.

Não deixe para a última hora! Venha se conectar com o futuro do agro em um dos eventos mais importantes da América Latina.

Confira a Programação Completa e Atualizada

Terça-feira – 23 de setembro de 2025

07h45 – 08h30 | Credenciamento – Praça de Alimentação08h30 | Boas-vindas – Auditório do Restaurante

Painel I | 08h40Atualização na recomendação de fertilizantes e corretivos e a inteligência artificial

Dr. Rodrigo Marcelli Boaretto – Pesquisador Científico – Instituto Agronômico – IAC

Dr. Jackson Ernani Fiorin – Pesquisador – Rede Técnica Cooperativa – RTC

Rodrigo Buffon – Consultor SPD Soil Diagnostic

Moderador: Me. Leonardo Kerber – Coordenador de Validação Agrodigital e do Programa de Agricultura de Precisão – Cotrijal

Painel II | 09h50Agricultura em tempos desafiadores – o papel da gestão e inovação

Ernani Polo – Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico do RS

Gilson dos Santos – Prefeito Municipal de Não-Me-Toque

Inge Horstmeier – Conselheira de Agricultura dos Países Baixos no Brasil

Nei Cesar Mânica – Presidente da Cotrijal

Gedeão Silveira Pereira – Presidente do Sistema FARSUL/SENAR

Moderadora: Teodora Berta Souilljee Lütkemeyer – Presidente do APSUL América

Sessão Técnica | 11h10Agricultura de Precisão nos Estados Unidos – Ensinamentos de um país pioneiro

Steve Phillips, PhD – Professor – Oklahoma State University (EUA)

Moderador: Dr. Telmo Jorge Carneiro Amado – Professor PPGAP/UFSM e Coordenador Técnico APSUL América

12h00 – 13h00 | Almoço – Praça de Alimentação

Demonstrações Técnicas | 13h00 – 14h00

Dinâmica:

Tema: Drones – Semeadura de plantas de cobertura e aplicação de insumos biológicos

Empresas participantes: Case, New Holland, Farming Solutions/DJI, CMPC do Brasil

Moderadores: Dr. Lúcio de Paula Amaral e Dr. Luiz Felipe Diaz de Carvalho – Professores UFSM

Estática:

Tema: Máquinas precisas e tecnologias no campo

Empresas participantes: Stara, PTx/Massey Ferguson, Case, New Holland

Moderador: Dr. Eduardo Leonel Bottega – Professor UFSM

Painel III | 14h00Inovação e Empreendedorismo no setor de máquinas agrícolas

Paulo Herrmann – Engenheiro Agrônomo

Assis Strasser – Sócio Fundador e CEO – GTS Group

Werner Ferreira dos Santos – Conselheiro Administrativo e Consultor – PH Advisory Group

Me. Mauricio Blanco Infantini – Gerente de Inovação Aberta e Fomentos – CNH

Moderador: Ing. Agr. MSc. Fernando Scaramuzza – Consultor em Agricultura de Precisão e Mecanização Agrícola (AR)

Painel IV | 15h40Tendências da Agricultura de Precisão nos Estados Unidos, Argentina, Brasil e Holanda

Ing. Agr. MSc. Fernando Scaramuzza – Consultor em Agricultura de Precisão e Mecanização Agrícola (AR)

Bernardo Maestrini, PhD – Pesquisador – Wageningen University & Research – WUR (NL)

Dr. Christian Bredemeier – Professor UFRGS

Steve Phillips, PhD – Professor – Oklahoma State University (EUA)

Moderador: Pós-Dr. Dalvan José Reinert – Professor UFSM

17h00 | Minicursos gratuitos com coffee break:(Confira a lista completa no site oficial)

19h00 – 21h30 | Happy Hour – Praça de Alimentação

Quarta-feira – 24 de setembro de 2025

08h00 | Painel V: Conservação do SoloCom Ulfried Arns, Murilo Teixeira Gonçalves, Rodrigo Aléssio, Elton Zanella e Laércio Dalla Vecchia.

09h30 – 10h10 | Coffee Break e Exposição de Trabalhos Científicos10h10 | Palestra “Smart-Soybean” (Brasil-Holanda) com Bernardo Maestrini e Misghina Teklu.10h50 | Painel VI: Tecnologias Digitais com Esp. Cristiano Buss, Me. Diego Lopes, Me. Gabrielly Souza, Me. Maria Teresa Silva e Me. Airton Polon.

13h00 | Painel VII: O Agro Brasileiro com Dr. Antônio da Luz e Dr. Christian Lohbauer.14h15 | Painel VIII: Taxa Variável de Sementes com Dr. Tiago Hörbe e Saulo Penna Neto.15h10 | Palestra: Estratégias Sustentáveis (Holanda) com MSc. Alwin Meenderink e MSc. Hendrik Braam.15h50 | Encerramento + Sorteio

Local: Parque da Expodireto Cotrijal, Não-Me-Toque/RS?? Data: 23 e 24 de setembro de 2025?? Mais informações e inscrições: 

www.apsulamerica.com.br





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Soja apresenta recuo e produtor segura a oleaginosa; saiba as cotações do dia



O mercado brasileiro de soja segue sem grandes novidades, avaliou Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado. “Os preços recuam no geral, mas não é uma queda forte, gira em torno de R$ 1,00 a R$ 1,50”, explicou.

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Segundo ele, as ofertas seguem escassas. “O comprador aparece pouco, e o produtor também vai segurando o produto. Ele não baixa a régua e pede spreads muito mais altos do que o comprador está disposto a pagar. Assim, fica sem oferta e arcando com o custo de carrego do grão”, acrescentou.

Fatores externos também limitaram a sustentação das cotações. “O dólar está em baixa, os prêmios não se moveram e a CBOT recuou um pouco. Tudo isso tira valor da saca no porto e deixa a semana bem lenta na comercialização”, concluiu.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 141,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,50
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 139,00 para R$ 138,50
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00

Mercado internacional de soja

Os contratos futuros de soja recuaram na sessão desta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), pressionados pelo cenário fundamental. A entrada da safra americana adiciona pressão sazonal aos preços, enquanto a demanda chinesa permanece fraca. Agentes do mercado aguardam novidades sobre um possível acordo entre China e Estados Unidos, que poderia impulsionar a negociação de soja entre os países.

Contratos futuros

Os contratos de soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 6,00 centavos de dólar, ou 0,57%, a US$ 10,43 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,63 por bushel, com baixa de 6,25 centavos ou 0,58%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,40 ou 0,13%, a US$ 285,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,78 centavos de dólar, com perda de 1,42 centavo ou 2,66%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,06%, sendo negociado a R$ 5,3017 para venda e a R$ 5,2997 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2752 e a máxima de R$ 5,3132.



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Justiça condena grupo por fraude e desvio de cargas de fertilizantes



A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) confirmou a condenação de três homens envolvidos em um esquema de desvio de cargas de fertilizantes no município de São Francisco do Sul, norte de Santa Catarina.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o grupo simulava contratos de frete com empresas de transporte e usava documentos falsificados para retirar cargas de alto valor comercial, que nunca eram entregues aos destinatários.

Em um dos casos, uma carga de 32 toneladas de adubo, avaliada em mais de R$ 100 mil, desapareceu após o motorista alegar falsamente que o caminhão havia quebrado.

A Vara Criminal da comarca de São Francisco do Sul condenou os réus pelos crimes de estelionato, falsificação de documentos particulares e falsificação de selo público.

Pedidos da defesa

As defesas pediram absolvição por falta de provas ou, de forma subsidiária, que os crimes de falsificação fossem absorvidos pelo de estelionato (princípio da consunção).

Os desembargadores rejeitaram os recursos apresentados pelas defesas e mantiveram as penas, que variam de quatro anos e seis meses a seis anos e oito meses de prisão, em regime semiaberto, além de pagamento de multa.

Para a relatora do processo, as provas demonstraram de forma clara a intenção deliberada de obter vantagem ilícita em prejuízo das transportadoras.

Ela destacou que os crimes seguiam um padrão: os motoristas eram contratados por meio de aplicativos de frete, apresentavam documentos adulterados para dar aparência de legalidade e, depois de retirar os fertilizantes, não respondiam mais às empresas. 

“É importante consignar que não há necessidade de se comprovar o intuito de fraudar o documento com o fim de obter vantagem ilícita, uma vez que a simples inserção de dados falsos ou a falsificação de selo de natureza pública é suficiente para caracterizar a infração, situação que se verificou no caso dos autos”, afirmou a relatora.



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Pecuária de ponta: por que um dia a mais de cocho pode custar caro na arroba?



Pecuaristas, a lucratividade do confinamento não depende apenas da qualidade da dieta, mas também da precisão do manejo. A definição correta dos dias de cocho é um fator determinante que pode separar o lucro do prejuízo.

Nesta quarta-feira (17), o zootecnista Maurício Scoton, professor da Uniube, apresentou no quadro “Dicas do Scoton” do Giro do Boi os segredos para otimizar os dias de confinamento. Ele explica por que um dia a mais de cocho pode custar caro na engorda.

O ciclo de eficiência e a conversão alimentar

A eficiência alimentar do gado no confinamento é um ciclo que tem um começo, um meio e um fim. No início da engorda, o animal tem uma excelente conversão alimentar, precisando de cerca de 6 kg de matéria seca para converter 1 kg de ganho de peso. No entanto, ao longo do confinamento, essa eficiência vai piorando.

A tendência é que o animal precise comer mais para converter o mesmo quilo. O custo de produção da arroba pode se tornar maior que o custo de venda, o que significa prejuízo. Portanto, definir corretamente os dias de cocho é crucial para não errar no ponto de abate.

Fatores que definem os dias de cocho

O tempo de permanência em confinamento depende de diversos fatores que devem ser analisados para um manejo de precisão:

  • Biotipo do animal: Animais sindi, que têm um tamanho corporal menor e depositam gordura mais cedo, podem ser abatidos com menos peso (500 kg). Já um nelore precisa de mais peso (550 a 600 kg) para ter o mesmo acabamento, o que influencia os dias de cocho.
  • Peso de entrada e peso final: Um animal que entra com 500 kg ficará menos dias no cocho (60 dias) do que um animal que entra com 360 kg (110 dias), mesmo que o peso final de abate seja o mesmo.
  • Categoria sexual: Vacas, que já são adultas, têm um período de confinamento mais curto (50 a 60 dias). Novilhas, que ainda estão em crescimento, ficam mais tempo no cocho (80 a 100 dias).
  • Grau de acabamento: O grau de acabamento (cobertura de gordura na carcaça) define o abate. O acabamento ideal para a “carne commodity” é uma gordura 3. Para a carne premium, o gado pode ficar até 300 dias no cocho, com uma dieta específica.

A importância do planejamento e do acabamento

A definição dos dias de cocho é crucial para o planejamento da escala de abate. Se o pecuarista passar dos dias ideais, o custo de produção da arroba pode se tornar maior que o custo de venda. Se ele não chegar aos dias ideais, a carcaça não estará pronta, com uma carne de baixa qualidade.

O acabamento de gordura é fundamental para a qualidade da carne. O pecuarista deve produzir o boi que ele compraria no açougue, com uma boa cobertura de gordura, que é o que o consumidor busca. Um bom planejamento dos dias de cocho é a chave para o sucesso na engorda.



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Defesa Civil ativa envio de alertas em 28 municípios da região Norte



A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informou que o sistema Defesa Civil Alerta será ativado no Norte do país neste sábado (20), às 15h.

Nesta primeira etapa, 28 municípios dos sete estados da região receberão alertas de demonstração, enviados pelas defesas civis estaduais a partir de comando da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (Sedec/MIDR).

O sistema opera por meio da rede de telefonia celular, enviando mensagens de texto e avisos sonoros para aparelhos em áreas com risco iminente de desastres.

Os alertas aparecem em destaque na tela, podem soar mesmo com o celular no modo silencioso, não exigem cadastro e são gratuitos. A abrangência depende da cobertura da telefonia móvel e da compatibilidade com redes 4G ou 5G.

Municípios que receberão os alertas:

  • Amapá: Macapá, Santana, Laranjal do Jari e Tartarugalzinho
  • Amazonas: Manaus, Manacapuru, Novo Airão e Iranduba
  • Acre: Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Brasiléia e Jordão
  • Pará: Belém, Parauapebas, Paragominas e Tucuruí
  • Roraima: Boa Vista, Amajari, Bonfim e São João da Baliza
  • Tocantins: Palmas, Araguaína, Gurupi e Talismã
  • Rondônia: Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes e Vilhena

A CNM afirma que União, estados, Distrito Federal e municípios têm o dever de adotar medidas articuladas para reduzir riscos de desastres. Segundo pesquisa realizada pela confederação em 2024 com 3.560 municípios, 57% não possuem sistema de alerta e 44% não contam com setor ou equipe dedicada ao monitoramento.

Diante desse cenário, a CNM lidera a criação do Consórcio Nacional de Gestão Climática e Prevenção de Desastres (Conclima), voltado a fortalecer a cooperação municipalista na resposta à emergência climática.

O consórcio busca orientar tecnicamente, captar recursos, elaborar planos setoriais e promover gestão compartilhada de serviços públicos para proteger a população e reduzir impactos dos desastres.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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AgroNewsPolítica & Agro

Arrendamento cresce no Brasil



O segmento ainda é pouco explorado pelas empresas do setor


O segmento ainda é pouco explorado pelas empresas do setor
O segmento ainda é pouco explorado pelas empresas do setor – Foto: Pixabay

O Brasil já conta com mais de 2 milhões de arrendatários rurais, produtores que não são donos da terra, mas arrendam propriedades para atividades agrícolas e pecuárias. Segundo dados da EEmovel Agro, apenas em áreas de soja o potencial de vendas de fertilizantes para esse público ultrapassa R$ 5 bilhões, com destaque para Paraná (271.930 arrendatários), Bahia (185.985), Piauí (148.052), Minas Gerais (146.221) e Rio Grande do Sul (144.854).

“Os arrendatários são o ouro inexplorado do agronegócio. Muitas companhias direcionam seus esforços apenas aos proprietários, mas os arrendatários representam um mercado robusto e altamente estratégico, justamente por estarem focados em maximizar a produtividade a cada safra”, afirma Luiz Almeida, diretor de Operações do Agro na EEmovel Agro.

O segmento ainda é pouco explorado pelas empresas do setor, mas representa um mercado robusto e estratégico, voltado para maximizar a produtividade a cada safra. O último Censo Agropecuário do IBGE mostra que a proporção de áreas arrendadas no Brasil subiu de 4,5% em 2006 para 8,6% em 2017. Mantido esse ritmo, a expectativa é que até 2026/27 esse percentual chegue a 12% ou 16%, impulsionando o consumo de fertilizantes solúveis, defensivos agrícolas e sementes de alto potencial produtivo.

Regiões como o Matopiba (MA, TO, PI e BA) despontam como polos emergentes, com potencial estimado em R$ 1,3 bilhão em insumos agrícolas apenas para soja na safra 2023/24. “Nossa missão é transformar a forma como o agronegócio enxerga esse público. Ao oferecer dados precisos e validados, ajudamos nossos clientes a direcionar estratégias de venda, aumentar receita e explorar regiões promissoras com mais segurança”, complementa Almeida.

 





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Valor bruto da produção deve crescer 11,3% em 2025, projeta Mapa



O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária em 2025 deve atingir R$ 1,406 trilhão, prevê o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O número fica acima dos R$ 1,404 trilhão estimado pela pasta no mês passado. Em relação a 2024, há crescimento de 11,3%, destaca a pasta. Para 2024, o ministério também revisou sua projeção de R$ 1,261 trilhão para R$ 1,263 trilhão, aumento de 1,1% ante o ano anterior.

As projeções constam de boletim mensal da Secretaria de Política Agrícola do Ministério. O VBP é o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais, considerando a produção agrícola e pecuária e a média de preços recebidos pelos produtores rurais de todo o país.

Crescimento das lavouras e da pecuária

Do total previsto para 2025, R$ 928,075 bilhões devem vir das lavouras, equivalente a 66% do total e incremento estimado de 10,8% ante 2024.

Outros R$ 478,080 bilhões estão relacionados à produção pecuária, correspondente a 34% do total e alta de 12,3% em comparação com o ano passado. Em 2024, conforme projeções do ministério, o VBP agrícola recuou 3% e o da pecuária cresceu 10,4%.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Na agricultura, o maior crescimento de VBP, de 47,2%, é projetado para as lavouras de café, somando R$ 115,278 bilhões neste ano. Entre as principais culturas com participação no VBP, as lavouras de soja devem apresentar faturamento bruto 8,8% maior, para R$ 322,172 bilhões, enquanto o VBP do milho é estimado em R$ 164,681 bilhões, incremento anual de 32,4%. A receita bruta obtida com a produção de trigo deve somar R$ 10,840 bilhões, alta anual de 3,8%.

Culturas em queda

O faturamento das lavouras de cana-de-açúcar, por sua vez, deve cair 1,3%, estima o ministério, para R$ 117,909 bilhões, enquanto o faturamento bruto das lavouras de laranja deve recuar 17,9%, para R$ 23,073 bilhões.

Já o VBP das lavouras de arroz e feijão deve recuar, respectivamente, 10,2% e 15,9%. O faturamento bruto da produção de arroz deste ano é estimado em R$ 22,215 bilhões. A receita bruta do cultivo de feijão é projetada em R$ 12,367 bilhões.

Por outro lado, o valor bruto da produção das lavouras de algodão é estimado em R$ 36,639 bilhões, alta anual de 8,4%. As previsões apontam para crescimento de 21,1% do VBP do cacau, para R$ 13,310 bilhões.

Valor da cadeia de bovinos

Na pecuária, o maior crescimento deve ser observado na cadeia de bovinos, com aumento estimado de 20,5%, para um VBP projetado em R$ 204,168 bilhões. A produção bovina continua liderando o faturamento bruto da pecuária.

Segundo o Mapa, o valor bruto da cadeia de suínos deve avançar 9,6%, para R$ 60,932 bilhões, enquanto o faturamento bruto da produção de frangos é projetado 4,7% acima do ano anterior, para R$ 111,096 bilhões.

Já a receita bruta obtida com a produção de leite deve aumentar 5,2%, para R$ 71,514 bilhões. A produção de ovos deve apresentar VBP 14,1% maior, para R$ 30,370 bilhões.

O VBP é projetado mensalmente pelo ministério. O número é calculado pelo cruzamento das informações de produção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e dos preços coletados nas principais fontes oficiais. O estudo da pasta abrange 19 cadeias da agricultura e cinco atividades pecuárias.



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