segunda-feira, abril 27, 2026

Autor: Redação

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Faltam 15 dias! Inscreva-se para a Abertura Nacional do Plantio da Soja!



Falta pouco! No dia 3 de outubro, em Sidrolândia (MS), acontecerá a Abertura Nacional do Plantio da Soja, que este ano será realizada na Fazenda Recanto. O evento marca oficialmente o início da safra 2025/26 e também dará início à 14ª temporada do projeto Soja Brasil. Não vai ficar de fora, né? Clique aqui e garanta sua vaga!

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Organizado pelo Canal Rural, em parceria com a Aprosoja Brasil, o encontro reunirá governadores, produtores rurais e especialistas para discutir os principais desafios e oportunidades da nova temporada. Na pauta, estarão temas como o mercado internacional da soja, as condições climáticas previstas e os impactos do cenário geopolítico sobre a produção.

Além da programação técnica, a cerimônia terá transmissão ao vivo pelo Canal Rural no YouTube, ampliando o alcance para quem não puder estar presente.



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Poder de compra do avicultor segue favorável, mesmo com alta nos insumos



De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o poder de compra de avicultores paulistas avança ligeiramente na parcial de setembro. 

Segundo o instituto, os recentes aumentos nos preços do milho e do farelo de soja (principais insumos da atividade) preocupam. Mas ao mesmo tempo, o frango vivo vem se valorizado, o que garante uma situação um pouco mais favorável ao produtor. 

Pesquisadores explicam que a alta do animal está associada ao tradicional aquecimento da demanda na primeira metade do mês. No caso do milho, a Equipe Grãos/Cepea, explica  que, mesmo com estimativas indicando crescimento na produção brasileira da safra 2024/25, os preços do cereal seguem registrando pequenos avanços. Isso se dá frente à firme demanda interna e também à posição mais cautelosa de vendedores, que limitam o volume disponível no spot nacional. 

Quanto ao farelo de soja, a Equipe Grãos/Cepea aponta que parte dos consumidores retomou as aquisições do derivado. Assim, os valores oscilaram dentre as regiões pesquisadas pelo instituto.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Brasil procura captar investimentos chineses para recuperação de pastagens



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apresentou na quinta-feira (18), em Santos (SP), o Programa Caminho Verde Brasil a representantes do Departamento de Relações Econômicas Internacionais da China. A iniciativa tem como meta recuperar 40 milhões de hectares de pastagens degradadas nos próximos dez anos, com apoio de investimentos internacionais.

Segundo o Mapa, o programa já dispõe de R$ 30,2 bilhões, captados por meio do Eco Invest Brasil, para financiar a primeira fase do projeto. O montante permitirá a recuperação de até 3 milhões de hectares de terras abandonadas ou pouco produtivas. Os recursos terão distribuição regional: Amazônia (R$ 3,5 bilhões), Caatinga (R$ 3 bilhões), Pampa (R$ 1,2 bilhão) e Pantanal (R$ 1,1 bilhão).

Modelos de investimento

Na reunião, realizada no Museu do Café, os assessores especiais do Mapa, Carlos Ernesto Augustin e Pedro Cunto, apresentaram dois formatos de aporte financeiro aos chineses:

  • Equity: aquisição de propriedades em sociedade com produtores brasileiros, com o investidor estrangeiro como sócio minoritário. Os recursos são usados na restauração do solo, na ampliação da produção e em tecnologia.
  • Barter: financiamento pago com parte da produção obtida nas áreas recuperadas.

A comitiva chinesa demonstrou interesse e tirou dúvidas sobre os modelos. Novas reuniões devem ser marcadas para aprofundar a negociação.

Sustentabilidade e produção

O Caminho Verde Brasil tem como objetivo aumentar a produção de alimentos e biocombustíveis sem abrir novas áreas de floresta, reforçando o compromisso do país com a sustentabilidade. O programa prevê crédito com juros abaixo do mercado em 10 instituições financeiras, entre elas Banco do Brasil, BNDES, Caixa, Itaú, Bradesco, Santander e Rabobank.

Para participar, os produtores precisam se comprometer a não desmatar novas áreas durante o financiamento e apresentar balanço anual de carbono, entre outras exigências ambientais.



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Brasil quer ampliar comércio do agro com países árabes



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou nesta quinta-feira (19), em Brasília, de uma reunião com o Conselho de Embaixadores da Liga dos Estados Árabes. O encontro, realizado na embaixada da Palestina, reuniu diplomatas, representantes do governo, empresários do agro e a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. O objetivo foi ampliar a cooperação comercial e fortalecer parcerias em ciência e tecnologia.

Brasil é líder em proteína halal

Fávaro lembrou que Brasil e países árabes completam 80 anos de relações diplomáticas em 2025 e destacou o papel do agro nessa relação. “De tudo o que o Brasil exporta para a Liga Árabe, 75% vem da agropecuária. Destaco carnes de aves, bovinos, açúcar, milho e mel. O Brasil é um grande provedor de alimentos para os países árabes”, afirmou.

O ministro também frisou a intenção de ampliar as importações. “Nós queremos ser grandes compradores, não apenas de fertilizantes, que são fundamentais para a nossa produção, mas de outros itens que os países da Liga tenham interesse em comercializar com o Brasil. Estamos abertos a negociar”, disse.

Para o embaixador da Palestina, Ibrahim Alzeben, a qualidade e a competitividade dos alimentos brasileiros são reconhecidas no mundo árabe. “A proteína halal do Brasil tem destaque especial, pois atende aos padrões exigidos e é valorizada em nossos mercados”, declarou.

Comércio bilateral em expansão

O presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, William Adib Dib, lembrou que o comércio bilateral movimenta cerca de US$ 33 bilhões por ano. “Temos muito espaço para avançar em áreas como fertilizantes e na economia halal, que vai além das proteínas animais e inclui alimentos industrializados, cosméticos, medicamentos e serviços”, ressaltou.

Além disso, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, reforçou a importância da cooperação em ciência. “Os desafios de uma agricultura resiliente às mudanças climáticas exigem inovação, e a parceria com os países árabes é estratégica para alcançar esse objetivo”, disse.

Já o embaixador Carlos Duarte, do Itamaraty, destacou a evolução recente das exportações. “O comércio entre o Brasil e os países árabes cresceu mais de 130% em relação a 2023, o que mostra o dinamismo dessa relação”, afirmou.

Ao citar as barreiras impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, Fávaro reforçou a importância de diversificar os destinos. “Conseguimos viabilizar negócios como ovos férteis para a Arábia Saudita, açaí para o Egito, além de café e suco de laranja para os Emirados Árabes Unidos. Queremos transformar amizade e diplomacia em oportunidades comerciais”, disse.

O ministro também apresentou o programa Caminho Verde Brasil. “Nosso objetivo é recuperar até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em dez anos, convertendo essas áreas em terras agricultáveis de alto rendimento, sem desmatamento”, explicou.



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Tarifaço derruba exportações de alimentos para os EUA em agosto



Balanço da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) registrou queda de US$ 300 milhões na exportação de alimentos industrializados em agosto, equivalente a redução de 4,8% em com comparação a julho.

Segundo o levantamento, as exportações somaram US$ 5,9 bilhões em agosto. Deste volume, US$ 332,7 milhões para os Estados Unidos, o que representa uma queda de 27,7% em relação a julho e de 19,9% na comparação com agosto de 2024.

O resultado reflete o aumento das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros, além da antecipação dos embarques em julho antes da entrada em vigor da taxação. Em julho, os EUA haviam importado US$ 460,1 milhões em alimentos industrializados do Brasil.

Os produtos mais afetados para os EUA foram açúcares (recuo de 69,5% em agosto na comparação com julho), proteínas animais (- 45,8%) e preparações alimentícias (- 37,5%).

O desempenho das exportações nos dois últimos meses evidencia uma inflexão clara: o crescimento expressivo de julho foi seguido por ajuste em agosto, sobretudo nos EUA, impactados pela nova tarifa, enquanto a China reforçou seu papel como mercado âncora”, analisa João Dornellas, presidente executivo da Abia, em nota. Para o representante, a queda observada em agosto mostra que o país precisa diversificar seus parceiros comerciais e aumentar sua capacidade de negociação.

A queda para o mercado norte-americano coincidiu com um aumento substancial das vendas para o México, que comprou um total de US$ 221,15 milhões (3,8% do total), principalmente de proteínas animais.

“O avanço do México, que coincide com a retração das vendas aos Estados Unidos, indica um possível redirecionamento de fluxos e a abertura de novas rotas comerciais, movimento que ainda requer monitoramento para identificar se terá caráter estrutural ou apenas conjuntural”, explica a nota da associação.

No total, os mexicanos compraram 43% a mais de produtores brasileiros em agosto, sendo o mercado que mais aumentou a participação no período.

A perspectiva é que o impacto mais expressivo seja sentido no acumulado do ano. Segundo a ABIA, a estimativa é de que as vendas de alimentos atingidos pelo tarifaço para o mercado norte-americano acumulem, entre agosto e dezembro, queda de 80%, com perda acumulada de US$ 1,351 bilhão.

China

A China, maior comprador de alimentos industrializados, adquiriu US$ 1,32 bilhão em produtos, alta de 10,9% em relação a julho e de 51%, em relação a agosto de 2024. A fatia chinesa representa 22,4% do total exportado em agosto deste ano.O mercado externo representa 28% do faturamento do setor.

Já os países da Liga Árabe reduziram em 5,2% as compras em agosto em relação a julho, que somaram US$ 838,4 milhões. A União Europeia importou US$ 657 milhões em alimentos, redução de 14,8% sobre julho e de 24,6% quando comparado com agosto de 2024.

De janeiro a julho de 2025, as exportações gerais totalizaram US$ 36,44 bilhões, representando uma queda de 0,3% no mesmo período de 2024, em razão da diminuição de produção do açúcar na entressafra.

Suco de laranja

Setor que não foi taxado, a indústria de suco de laranja teve crescimento de 6,8% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado, e queda de 11% frente a julho, em razão da antecipação de embarques.

Empregos no setor

A indústria de alimentos registrou, em julho, 2,114 milhões de postos de trabalho formais e diretos. No comparativo interanual, foram criados, de julho de 2024 a julho de 2025, 67,1 mil novas vagas, o que representou um crescimento de 3,3%.

Neste ano, foram 39,7 mil empregos diretos novos e outros 159 mil postos abertos na cadeia produtiva, em setores como agricultura, pecuária, embalagens, máquinas e equipamentos.



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Facções criminosas avançam sobre o mercado de agrotóxicos e mancham a reputação do agro


O avanço do crime organizado sobre o mercado de agrotóxicos, está se tornando grave para todo o agronegócio brasileiro. Investigações recentes do Ministério Público revelaram que facções como o PCC atuam em redes de contrabando, falsificação e venda ilegal de defensivos agrícolas. São esquemas sofisticados, com núcleos especializados em rótulos, galões, notas fiscais fraudulentas e importações clandestinas vindas de países vizinhos e até da China.

A questão vai muito além do uso de um produto mais barato. O produtor que adquire insumos de origem ilícita não só coloca em risco a eficácia da lavoura e a saúde do aplicador, como também compromete a segurança alimentar, contamina solos e águas e expõe o setor a escândalos de reputação.

O barato pode sair caríssimo: multas, apreensões, perda de certificações e até processos criminais. Mais grave ainda, ao comprar de procedência duvidosa, o agricultor pode ser enquadrado como cúmplice da atividade criminosa, carregando para si uma pecha que atinge toda a categoria.

O agronegócio brasileiro não pode permitir que sua imagem seja manchada por atalhos criminosos. O setor, que construiu reconhecimento internacional pela produtividade e pela tecnologia, corre o risco de ver sua credibilidade arruinada se deixar a porta aberta para práticas ilegais. É preciso que os produtores compreendam que cada compra é também um ato de responsabilidade: verificar a origem, exigir nota fiscal idônea, checar embalagens e selos, comprar apenas de canais oficiais.

O crime organizado é como um gás: ocupa todos os espaços que encontra. E quando explode, a destruição é irreversível. Se o agro permitir que esse veneno infiltre suas raízes, não haverá como reverter os danos à credibilidade, à saúde e ao futuro do setor.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Fim de semana chega com chuva e e calor; veja a previsão do tempo



A área de baixa pressão centralizada entre o norte da Argentina e o Paraguai deve continuar influenciando nas condições de tempo sobre a região Sul, favorecendo a incursão de umidade e calor vindo da região norte do país e consequentemente estimulando a formação de instabilidades nesta sexta-feira (19).

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

No Rio Grande do Sul, o tempo se mantém instável, com condições para chuva com moderada a pontualmente forte intensidade, seguidas por raios e até mesmo com chance para eventual queda de granizo. Toda metade, oeste e sul do estado, devem seguir com maior atenção para risco de chuva forte e até mesmo possibilidade de eventuais temporais – sobretudo na campanha gaúcha.

Em Santa Catarina e no Paraná, o tempo deve seguir firme ao longo do dia, com predomínio de sol e destaque para o calor, que ganha força no decorrer das horas – especialmente no estado paranaense. No período da tarde, conforme as temperaturas se elevam, a umidade despenca, e as regiões sudoeste, oeste, noroeste e norte paranaenses, devem contar com índices em níveis críticos, variando entre limiares de atenção e até mesmo de alerta.

No Sudeste, a circulação de ventos na atmosfera deve continuar promovendo a formação de instabilidades sobre o sul de Minas Gerais e o Espírito Santo. No estado mineiro, as pancadas de chuva ganham força no período da tarde, variando entre fraca e moderada intensidade. Entre o triângulo e o sul mineiro, há risco de chuva localmente forte, seguida por raios e ventos.

No Espirito Santo, a chuva começa a aparecer ainda pela manhã e persiste durante o dia, adotando comportamento intermitente – também com risco de episódios mais intensos no decorrer das horas. Já o estado de São Paulo e o Rio de Janeiro seguem com maior predomínio de tempo aberto, sol e calor intenso, marcando presença durante o dia. Apenas em algumas cidades do centro-leste e norte paulista, sobretudo aquelas próximas à divisa com Minas Gerais, podem contar com pancadas de chuva isoladas no período da tarde.

A circulação de ventos quentes de origem continental deve contribuir para que o interior paulista, além também de boa parte do estado mineiro, contem com a presença de calor intenso na parte da tarde, além do alerta para baixa umidade do ar.

Enquanto no Centro-Oeste, a circulação de umidade mantém as instabilidades sobre o centro-norte de Mato Grosso, com condições para pancadas de chuva com moderada a pontual forte intensidade na parte da tarde, seguidas por raios e ventos. Mesmo assim, ainda continua bastante quente em todo o estado mato-grossense, com calor intenso marcando presença na parte da tarde.

Algumas áreas do norte de Mato Grosso do Sul podem contar também com episódios de chuva isolada ao longo da tarde, sinalizando esse trânsito de umidade que começa a avançar sobre áreas mais centrais da região. No sul de Mato Grosso do Sul, o cenário é oposto, com predomínio de ar seco e alerta de baixa umidade do ar à tarde. Já no estado de Goiás e no Distrito Federal, haverá risco de fortes pancadas de chuva no período da tarde, seguidas por raios, trovoadas e rajadas de vento.

Já no Nordeste, a incidência de ventos marítimos levando umidade sobre o continente mantém as instabilidades sobre a costa leste da região, condicionando a ocorrência de pancadas de chuva com fraca a moderada intensidade entre o litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte.

No litoral baiano, haverá risco de pancadas de chuva mais fortes e acumulados mais significativos durante o dia – sobretudo entre o litoral sul e o recôncavo baiano. Por outro lado, o interior nordestino segue substancialmente seco e quente, cenário que persiste desde os últimos dias e deve continuar acontecendo neste fim da semana. Matopiba ainda com calor intenso e alerta para baixa umidade do ar na parte da tarde.

E no Norte, os temporais seguem presentes no Amazonas, em Roraima e no sul do Pará, ainda alimentados pela interação entre calor e umidade presentes na atmosfera local. Pode chover forte também no Acre e em Rondônia. Já o Amapá e o Tocantins seguem ainda com predomínio de tempo firme e bastante calor durante o dia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mato Grosso amplia envios de bovinos para outros estados



Mato Grosso do Sul lidera destino de gado mato-grossense



Foto: Divulgação

Segundo a análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (15), “Mato Grosso enviou para o gancho em outros estados 10,12 mil animais terminados, segundo o Indea, aumento de 8,99 vezes em relação a jul/25”.

De acordo com o Imea, “esse avanço resultou, principalmente, do aumento expressivo nos envios para Mato Grosso do Sul, cujo volume de bovinos foi 34,61 vezes maior comparado com o de jul/25, sendo responsável por 64,58% dos envios interestaduais por MT em ago/25”.

O instituto destacou que “o aumento nos abates em outros estados está atrelado, principalmente, à competitividade dos preços do boi gordo em Mato Grosso”.

Por fim, o Imea avaliou que, “com a menor competitividade nos preços da arroba do boi gordo mato-grossense frente aos demais estados, os envios interestaduais tendem permanecer nesse ritmo até o início do quarto trimestre de 2025, quando o movimento de recuperação da arroba tende a ocorrer no final do ano”.





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Para onde o mercado está olhando hoje? Não perca a análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que Fed e Copom mantiveram juros, mas o tom cauteloso de Powell e a postura “hawkish” do BC brasileiro marcaram os mercados. NY renovou recordes com alta da Intel e Treasuries subiram.

No Brasil, Selic ficou em 15%, juros futuros avançaram e Ibovespa caiu 0,06% a 145 mil pontos. Dólar fechou a R$ 5,31. Hoje, atenção ao prévio IGP-M e à decisão de juros do BoJ.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço médio do frete rodoviário registra leve queda


O preço médio do frete por quilômetro rodado no Brasil voltou a recuar em agosto, segundo o Índice de Frete Rodoviário (IFR) da Edenred, com dados da plataforma Repom. O valor caiu de R$ 7,40 em julho para R$ 7,36, uma redução de 0,54%.

De acordo com Vinicios Fernandes, Diretor da Edenred Frete, a retração reflete a contração de alguns setores da indústria e os efeitos da política tarifária dos Estados Unidos, que reduziram a demanda por transporte. A desvalorização do dólar e a manutenção da taxa Selic em 15% ao ano também contribuíram para o cenário estável.

“O resultado de agosto mostra como diferentes fatores se equilibraram. A menor atividade da indústria pressionou os preços para baixo, enquanto a safra de milho, a tabela de frete e o aumento do diesel impediram uma redução mais acentuada”, explica Vinicios Fernandes, Diretor da Edenred Frete.

Apesar da queda, fatores como o escoamento da segunda safra de milho, o reajuste do piso da tabela de frete em julho e o aumento do diesel impediram uma redução mais acentuada. Em agosto, o diesel comum subiu 0,65%, a R$ 6,19, e o S-10 avançou 0,81%, para R$ 6,22, segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). Para os próximos meses, o IFR deve registrar pequenas oscilações, influenciadas pelo câmbio, pelos combustíveis e por possíveis mudanças regulatórias.

A Edenred é líder em soluções de mobilidade na América Latina, representada no Brasil pelas marcas Ticket Log, Repom, Pagbem e Taggy. Possui mais de 30 anos de experiência no País e conecta pessoas e negócios a uma mobilidade mais eficiente e sustentável.

 





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