domingo, abril 26, 2026

Autor: Redação

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Zero novidades? Confira o fechamento do mercado de soja desta segunda-feira



Nesta segunda-feira (22), o mercado brasileiro de soja encerrou o dia praticamente zerado. De acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, o porto ficou travado com preços em queda na Bolsa e nos prêmios, pressionando ainda mais as cotações.

No mercado doméstico, não houve movimento relevante, com apenas algumas vendas no Tocantins. No geral, o produtor segue fora e as ofertas do dia foram escassas.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 132,00 para R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 131,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 133,50 para R$ 131,50
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 124,50 para R$ 123,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 124,00 para R$ 122,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 138,50 para R$ 136,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 137,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja recuaram na sessão desta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado ainda sente os efeitos da pouca demanda chinesa, após a falta de evolução nas conversas comerciais entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping. Além disso, o governo argentino zerou as retenções até 31 de outubro, aumentando a competitividade do produto do país.

A China, maior importadora mundial de soja, ainda não adquiriu volumes da safra norte-americana, optando por suprimentos provenientes da América do Sul. Nos Estados Unidos, a colheita já se inicia no Meio-Oeste, com temperaturas acima da média acelerando a maturação das lavouras.

O ritmo de registros de exportação de grãos deve aumentar após o decreto 682/2025, que exige que exportadores liquidem pelo menos 90% das divisas obtidas em até três dias úteis após o registro, válido até o fim de outubro ou até US$ 7 bilhões em operações. Quem descumprir a regra volta a pagar a alíquota original.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 484.116 toneladas na semana encerrada em 18 de setembro, segundo o USDA.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 14,50 centavos de dólar, ou 1,41%, a US$ 10,11 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,30 1/2 por bushel, baixa de 14,25 centavos ou 1,36%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,90 ou 1,37%, a US$ 280,10 por tonelada. No óleo, os contratos de dezembro fecharam a 49,69 centavos de dólar, perda de 0,93 centavo ou 1,83%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,3370 para venda e R$ 5,3350 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,3205 e R$ 5,3655.



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Semana chuvosa no Brasil: saiba como fica o tempo até o início de outubro



A previsão do tempo indica que áreas produtoras de soja apresentarão condições diferentes nos próximos dias. Enquanto algumas regiões recebem chuvas, outras ainda aguardam precipitações para ‘preparar o terreno’ para o início da safra de soja 2025/26.

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Mapa de umidade: o tempo pelo país

O mapa de umidade do solo indica necessidade de mais chuva no Sudeste, em parte de Mato Grosso do Sul e Goiás, enquanto o centro-norte de Mato Grosso já registra bons acumulados. Essa condição inclui cidades como Alta Floresta, Sorriso e Sinop.

Semana com chuva

Nos próximos dias, a previsão indica volumes de 30 a 40 mm em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, o que ajuda a melhorar as condições do solo e a dar o pontapé inicial da nova safra.

No Norte do país, chove no sul do Pará. Essa chuva, no entanto, não avança para o interior da região do Nordeste.

Como fica o tempo no começo de outubro?

No Sul do país, a tendência é de tempo firme pelo menos até os próximos 10 dias. Entre 28 de setembro e 2 de outubro, a chuva deve retornar a Mato Grosso do Sul, Paraná e oeste de Mato Grosso, com acumulados de 20 a 30 mm. Já entre 3 e 7 de outubro, as precipitações se concentram principalmente no Rio Grande do Sul.

A partir da segunda semana de outubro, próximo ao dia 10, as chuvas devem avançar gradualmente para o Brasil Central e para a região do Matopiba. Apesar disso, as temperaturas elevadas ainda não retornam, mantendo o ambiente mais ameno.

Com as condições previstas, produtores de soja devem contar com um período favorável para o plantio, garantindo o bom desenvolvimento das lavouras e aumentando as chances de uma safra promissora para 2025/26.



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Confinamento dispara rentabilidade e garante otimismo no campo


A pecuária brasileira vive um momento de alta rentabilidade, impulsionada pelo confinamento de gado. Dados recentes mostram que o investimento na engorda intensiva está proporcionando margens de lucro robustas, mesmo em um cenário de custos de nutrição animal mais elevados. 

O sucesso do setor, aliado a uma safra de grãos recorde e à valorização da arroba, reforça a importância da intensificação da produção como caminho para o sucesso. Confira o vídeo.

De acordo com informações da consultoria Ponta Agro, que monitora cerca de sete milhões de cabeças em confinamento no país, o cenário atual é um dos melhores já registrados.

Os sócios da empresa, o zootecnista Paulo Dias e o médico veterinário Marcelo Ribas, destacam que, apesar do aumento no custo da nutrição, a valorização do produto final compensa e garante uma margem de lucro significativa.

O ICAP (Índice de Custo Alimentar Ponta), uma das principais métricas do mercado, revela o motivo do otimismo. Enquanto o custo com a nutrição animal registrou um leve aumento em relação ao ano passado, a combinação de uma safra de grãos recorde e a valorização contínua da arroba impulsionaram a rentabilidade.

Lucro por cabeça impressiona e reforça potencial do setor

A Ponta Agro divulgou os dados de agosto da engorda intensiva. Foto: Divulgação.

A análise da Ponta Agro aponta para resultados expressivos em diferentes regiões do Brasil. No Centro-Oeste, o lucro por cabeça em confinamento atingiu a marca de R$ 780. Já na região Sudeste, o valor foi ainda maior, chegando a impressionantes R$ 840 por animal.

É importante ressaltar que esses números consideram apenas o preço de balcão, sem contabilizar as bonificações adicionais por rastreabilidade e protocolos de mercado, o que poderia elevar ainda mais a lucratividade.

Para os especialistas, esse cenário positivo é resultado de uma combinação de fatores. A busca por eficiência produtiva e a adoção de tecnologia na pecuária são fundamentais para alcançar esses resultados. A conversa com os sócios da Ponta Agro reforçou que a genética de ponta e o uso de ferramentas de monitoramento são cruciais para aprimorar o desempenho.

  • Tecnologia e Genética: O uso de touros com DEP (Diferença Esperada da Progênie) para CAR (Consumo Alimentar Residual) permite aos pecuaristas produzir mais arrobas em menos tempo, com um custo de produção reduzido. Essa abordagem tecnológica garante que a produção seja mais sustentável e economicamente viável.
  • Mercado Favorável: A queda recente nos preços de insumos e a valorização crescente da carne brasileira no mercado internacional fortalecem a tese de que a intensificação da produção é o caminho para a rentabilidade no longo prazo.

A Ponta Agro disponibiliza o catálogo Ponteiros da Eficiência, que lista os touros mais eficientes e a genética que pode garantir esses resultados. O material está disponível para download em https://contato.pontaagro.com/catalogo-ponteiros-da-eficiencia e é uma fonte de informações valiosas para pecuaristas que buscam aprimorar seus resultados.



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Frente fria, chuva de 100 mm e muita ventania atingirão o país nesta semana



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou relatório meteorológico com a previsão de chuva e temperaturas entre esta segunda (22) e a próxima (29) para todo o país. Confira:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

No início dessa semana, a passagem de uma frente fria pela Região Sul favorece a ocorrência de tempestade no centro e norte do Paraná, com previsão de ventos intensos e queda de granizo. Contudo, ao longo da semana, a previsão indica diminuição da chuva em grande parte dos três estados, com possibilidade de precipitações apenas nos litorais catarinense e paranaense. Entretanto, ao longo do fim de semana, a chuva deve voltar a ganhar intensidade no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Sudeste

O avanço de um sistema frontal deve provocar aumento das chuvas no decorrer da semana. Os maiores volumes devem se concentrar entre São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e sul de Minas Gerais, com acumulados de até 40 mm. De acordo com o Inmet, nessas áreas existe a possibilidade de tempestades, com rajadas de vento e queda de granizo em áreas localizadas, principalmente até quarta-feira (24). Nas demais áreas da Região, tem possibilidade apenas de chuvas localizadas ao longo da semana. Com o avanço da chuva sobre o Sudeste, a umidade do ar deve aumentar em grande parte da Região.

Centro-Oeste

Assim como no Sudeste, o avanço de um sistema frontal deve favorecer a ocorrência de tempestades em parte de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, especialmente entre hoje (22) e quarta-feira. O volume previsto deve variar entre 10 mm e 20 mm e não se descartam chuvas fortes, rajadas de vento, raios e queda de granizo em pontos localizados. No entanto, a partir de quinta-feira (25), as condições para ocorrência de chuva devem diminuir em grande parte do Centro-Oeste, apenas com possibilidade de chuvas isoladas. Com o avanço de áreas de instabilidade, a umidade do ar deve aumentar sobre a Região ao longo da semana.

Nordeste

Ao longo da semana, o tempo deve permanecer seco e sem chuva em grande parte do interior do Nordeste, com destaque para a Bahia, Piauí, região central do Ceará e oeste da Paraíba e Rio Grande do Norte. Nessas áreas, a umidade do ar pode ficar abaixo de 25%. Segundo o Inmet, até quarta-feira, áreas de instabilidade devem provocar chuvas isoladas sobre o sul e oeste baiano, sul do Maranhão e Piauí. A partir de quinta, as precipitações devem ganhar força entre o litoral da Bahia e Sergipe.

Norte

A combinação de alta umidade, calor e circulação dos ventos favorece áreas de instabilidade e formação de nuvens carregadas na Região Norte. Os maiores volumes de chuva são esperados entre o Amazonas e Rondônia, onde os acumulados podem ultrapassar os 100 mm, especialmente em áreas do oeste do Amazonas. Já no Tocantins, sul do Pará, Acre e Roraima o volume médio de chuva não deve ultrapassar 20 mm. Entre o norte do Pará e Amapá, a previsão é de tempo seco na maioria das áreas, com possibilidade apenas de chuvas isoladas.

Temperaturas máximas e mínimas

Sul

As temperaturas máximas sofrem declínio devido a incursão de uma frente fria logo no início desta semana, onde as máximas não ultrapassam os 15°C até quarta-feira, seguido de sutil elevação até o sábado (27). As temperaturas mínimas também sofrem declínio, previstas entre 2°C e 8°C, especialmente em áreas serranas dos três estados da região. Por isso, há possibilidade de formação de geada para esta semana, especialmente entre os dias 23 e 25, sendo mais intensa nas regiões serranas.

Sudeste

As temperaturas máximas entram em declínio a partir de terça devido à incursão de uma massa de ar mais frio, e somente o norte de Minas Gerais se mantêm com temperaturas elevadas, em torno dos 30°C. Ao longo da semana as temperaturas máximas não ultrapassam os 18°C, ficando em torno dos 14°C em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais e sul do Espírito Santo a partir do dia 24. Nas demais áreas do Sudeste, as máximas podem variar de 15°C a 20°C e as mínimas entre 5°C e 16°C.

Centro-Oeste

O Inmet enxerga indicativos de temperaturas máximas acima de 30°C em toda a Região. Os valores mais expressivos são previstos para grande parte de Mato Grosso do Sul e região sul de Mato Grosso, podendo ultrapassar os 40°C ao longo da semana.

Nordeste

As temperaturas permanecem elevadas no interior da região, com máximas que devem superar os 37°C, principalmente em áreas do Maranhão, Piauí e interior da Bahia. No litoral leste da região, as máximas devem variar entre 24°C e 34°C.

Norte

As temperaturas mais elevadas são previstas para os estados do Tocantins, Pará e Amapá, com máximas entre 38°C e 40°C. Conforme o Inmet, nas demais áreas, as temperaturas máximas devem variar entre 26°C e 36°C.



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Órgãos do Brics acompanham decisão do Cade sobre Moratória da Soja



Os órgãos antitrustes dos países do Brics estão acompanhando de perto a decisão do Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre o futuro da Moratória da Soja, acordo que restringe a comercialização do grão produzido em áreas desmatadas da Amazônia Legal após 2008.

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A decisão do Cade no Brasil é vista como referência internacional em regulamentação de práticas de mercado. Especialistas destacam que o resultado pode servir de parâmetro para outros países do bloco, que já conduzem estudos sobre a cadeia global de grãos e eventuais impactos nas negociações comerciais internacionais.

Em agosto, a Superintendência-Geral do Cade abriu processo administrativo contra o Grupo de Trabalho da Soja, responsável pela moratória, e suspendeu preventivamente o acordo. Uma semana depois, a Justiça Federal de Brasília concedeu liminar revertendo a suspensão, a pedido da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). O caso será analisado na próxima sessão ordinária do Cade, prevista para 30 de setembro.

O setor permanece dividido. Tradings defendem que a moratória ajudou a reduzir o desmatamento e que reforça o compromisso ambiental do país. Produtores de soja, por outro lado, argumentam que o acordo limita a expansão de áreas agrícolas legais. Com o possível fim, redes varejistas e supermercados europeus solicitaram às grandes tradings que continuem adquirindo soja produzida em áreas não desmatadas, mesmo que a moratória não seja suspensa no Brasil.

*Com informações da CNN Brasil.



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Agro sustenta saldo positivo da balança comercial em setembro



Puxada pelas exportações do agro, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 721,8 milhões na terceira semana de setembro, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No acumulado do mês, o saldo chega a US$ 2,382 bilhões.

De janeiro a setembro, o superávit soma US$ 45,194 bilhões. As exportações totalizaram US$ 247,520 bilhões, contra US$ 202,326 bilhões em importações no mesmo período.

Avanço do agro

Nas três primeiras semanas de setembro, a agropecuária registrou crescimento de 5,7% nas exportações, que alcançaram US$ 4,3 bilhões. O setor foi o único a apresentar expansão, enquanto a indústria extrativa recuou 3,9% e a indústria de transformação caiu 4,5% em relação ao mesmo período de 2024.

Do lado das importações, houve queda de 9,5% na compra de produtos agropecuários, para US$ 298,6 milhões. Já a indústria de transformação avançou 7% e somou US$ 16,215 bilhões, puxando o crescimento de 5,1% nas importações totais.

Comércio exterior em equilíbrio

Além disso, o avanço do agronegócio ajudou a sustentar o saldo positivo da balança, mesmo diante da retração nas exportações da indústria. Ao mesmo tempo, a maior demanda por bens manufaturados elevou as compras externas, equilibrando o desempenho das contas comerciais no mês.



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Porteira Aberta Empreender em novo dia e horário


O programa multiplataforma, Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre Canal Rural e Sebrae, tem novidades. A partir desta semana, o programa passa a ser exibido todas às sextas-feiras, às 18h, ou seja, em novo dia e horário.

A mudança integra a adaptação da grade do Canal Rural, que busca aproximar ainda mais os micro e pequenos produtores rurais com conteúdos de empreendedorismo, histórias inspiradoras do campo e muito mais. 

Tema de estreia no novo horário

Nesta sexta-feira (26), às 18h, o tema é “Sucessão Familiar. Você vai conhecer histórias de quem deixou o campo e voltou e, até mesmo, dicas de como preparar gerações e a gestão do negócio rural.

O programa Porteira Aberta Empreender também abre espaço para você, produtor. Envie sugestões, mostre sua propriedade e cultivos, compartilhe experiências e, claro, tire dúvidas  pelo nosso WhatsApp.

Porteira Aberta Empreender

Além do YouTube, assista ao Porteira Aberta Empreender nestes canais:

Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Diretor da Ubrabio marca presença e afirma: ‘Produzir soja é produzir energia que move o Brasil’



No dia 3 de outubro, a cidade de Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul, receberá a Abertura Nacional do Plantio da Soja, evento realizado na Fazenda Recanto. Uma das presenças de destaque do encontro é Donizete Tokarski, diretor-superintendente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio). Ele participará das discussões sobre clima, geopolítica e mercado, junto a governadores e representantes do setor. Confira a declaração de Tokarski ao Soja Brasil:

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“O evento é um marco representativo e extremamente importante diante da próxima safra agrícola brasileira, que será novamente um recorde. E é nesse sentido que devemos valorizar o plantio”, destaca Tokarski.

Muito além de uma commodity

O diretor ressalta que a oleaginosa deixou de ser vista apenas como commodity e hoje oferece diferentes oportunidades. “Temos a soja transgênica, a não transgênica e, agora, o programa de plantio de soja destinado à produção de biodiesel, o RenovaBio, que valoriza a descarbonização do grão. Cada produtor rural tem uma possibilidade diferente de ganhos em função da redução de emissões e da pegada de carbono”, explica.

Papel de destaque

Ele destaca, também, o papel estratégico da soja para a economia e a alimentação. “Cada grão de soja fecundado no solo se transforma em farelo e óleo, permitindo a produção de suínos, peixes, aves e outras proteínas, gerando riqueza para o país”, afirma.

Tokarski acrescenta que o grão também se converte em óleo destinado à produção de biodiesel, uma energia limpa e sustentável que movimenta motores, máquinas agrícolas e impulsiona a economia brasileira.

Sojicultores na linha de frente

Tokarski valoriza e parabeniza os agricultores e a sustentabilidade. “Parabéns aos agricultores que cultivam a oleaginosa e todas as culturas, produzindo riqueza, alimentos e energia. Neste ano de COP, o Brasil leva a produção de soja associada à energia limpa, sustentabilidade e diversidade de culturas, mostrando o desenvolvimento tecnológico da agricultura brasileira. Vamos em frente, Sidrolândia!”, completa.

Inscrições em andamento

As inscrições para a Abertura Nacional do Plantio da Soja seguem abertas. Clique aqui e faça parte.



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AgroNewsPolítica & Agro

Nutrição equilibrada é chave para produtividade



“É necessário realizar análises periódicas do solo”


“É necessário realizar análises periódicas do solo"
“É necessário realizar análises periódicas do solo” – Foto: Divulgação

Uma das principais garantias para o aumento sustentável da produtividade agrícola está na nutrição equilibrada das plantas. Esse processo integra saúde vegetal, qualidade do solo e preservação ambiental, permitindo alcançar o potencial máximo de produção sem comprometer o ecossistema. O fornecimento correto e balanceado de nutrientes como Nitrogênio, Fósforo, Potássio, Cálcio, Magnésio e micronutrientes é essencial para processos vitais como a fotossíntese, base da energia e da formação estrutural das culturas.

De acordo com Fellipe Parreira, responsável por Portfólio e Acesso no Grupo GIROAgro, a deficiência ou o excesso desses nutrientes compromete diretamente a fotossíntese, afetando a produtividade e a qualidade das colheitas. Por isso, a análise contínua do solo e a adubação equilibrada tornam-se práticas indispensáveis para manter a fertilidade, evitar esgotamentos e reduzir impactos ambientais. O uso racional de fertilizantes também contribui para minimizar desperdícios e emissões de gases de efeito estufa.

Nesse cenário, técnicas como a adubação de precisão, o uso de fertilizantes organominerais e o manejo orgânico surgem como aliados da sustentabilidade. Plantas bem nutridas se tornam mais resistentes a pragas e doenças, reduzindo a necessidade de defensivos agrícolas. Com isso, agricultores obtêm maior produtividade, redução de custos e menor impacto ambiental, gerando benefícios tanto econômicos quanto ecológicos.

“É necessário realizar análises periódicas do solo e da planta para identificar a falta ou o excesso nutricional”, enfatiza Parreira que complementa dizendo: “O ideal é ajustar a adubação conforme o ciclo e a exigência das culturas. As tecnologias de agricultura de precisão para aplicação localizada e na dose adequada impulsionam ainda mais esse processo”, conclui.

 





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Fertilizante menos concentrado derruba ureia na preferência dos produtores



O Brasil costuma demandar mais fertilizantes no período que antecede o verão, algo já esperado pelo mercado, destaca relatório semanal da StoneX.

No entanto, o movimento está mais intenso por conta da busca de produtos menos concentrados, como o sulfato de amônio (SAM), que vem ganhando destaque no país nos últimos meses.

“Neste momento, estima-se que a quantidade de sulfato de amônio esperada nos portos do Brasil, especialmente em Santos e Paranaguá, supere em larga medida o volume de ureia estimado para chegar ao país”, ressalta o analista de Inteligência de Mercado da empresa Tomás Pernías.

Segundo ele, em 2025, os preços elevados de fertilizantes e as relações de troca desfavoráveis levaram os importadores a buscarem alternativas mais competitivas.

“A necessidade de nitrogenados e de fosfatados está sendo, em parte, atendida justamente por esses produtos de menor concentração, que exigem maiores quantidades em toneladas para fornecer as mesmas quantias de nutrientes que estariam presentes em produtos de maior concentração”, diz.

Como consequência, essa escolha aumentou o volume total de fertilizantes que entram no Brasil, intensificando a movimentação nos portos, justamente em uma época de demanda tradicionalmente firme.

“Conforme informações coletadas pela StoneX, é provável que essa preferência por produtos de menor concentração se mantenha nas próximas semanas”, realça Pernías.

Frente a esse cenário, a expectativa é de que as importações de nitrogenados continuem aquecidas nos últimos meses do ano, principalmente devido à necessidade de abastecimento para a safrinha de milho, uma cultura que demanda altos níveis de nitrogênio.

“Diante disso, o mercado segue atento para identificar se o sulfato de amônio manterá a liderança nas importações ou se a ureia voltará a recuperar espaço até o fim de 2025”, conclui o analista de Inteligência de Mercado.



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