domingo, abril 26, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Argentina suspende retenciones sobre grãos



A medida se soma a reduções já implementadas desde julho


A medida se soma a reduções já implementadas desde julho
A medida se soma a reduções já implementadas desde julho – Foto: Pixabay

O governo argentino anunciou nesta segunda-feira (22) a eliminação temporária das retenciones, equivalentes às exportações, sobre todos os grãos até o dia 31 de outubro. A medida foi comunicada pelo porta-voz presidencial, Manuel Adorni, que destacou o objetivo de acelerar o ingresso de dólares no país e fortalecer as reservas do Banco Central, que na última semana vendeu US$ 1,1 bilhão em meio à forte pressão cambial. A decisão atinge soja, milho, trigo, girassol e outros cultivos estratégicos.

Segundo Adorni, a iniciativa busca aumentar a competitividade do setor e garantir maior oferta de divisas em um momento de incerteza econômica. Ele também acusou setores opositores de tentar “boicotar o programa de governo” por meio de críticas às medidas. A suspensão das retenciones, que terá efeito até cinco dias após as eleições nacionais, foi interpretada como uma aposta de curto prazo para aliviar a crise cambial.

A medida se soma a reduções já implementadas desde julho, quando o Decreto 526 diminuiu alíquotas sobre grãos e carnes, e segue a linha do presidente Javier Milei de gradualmente encerrar o sistema de tributos às exportações. O governo argumenta que o setor agroexportador, responsável por cerca de US$ 48 bilhões anuais, é essencial para a estabilidade macroeconômica e o crescimento regional. Apesar disso, especialistas lembram que o próprio Executivo condiciona a eliminação definitiva das retenciones à conquista de um superávit fiscal sustentável.

No campo, as reações foram divididas. Nicolás Pino, presidente da Sociedade Rural Argentina (SRA), elogiou a decisão e defendeu que a isenção seja permanente. Já Andrea Sarnari, da Federação Agrária Argentina (FAA), criticou o caráter transitório, destacando que pequenos e médios produtores não terão como se beneficiar, pois já venderam sua produção. Para ela, o impacto positivo deve se concentrar em grandes exportadores capazes de estocar grãos à espera de melhores condições de mercado.

 





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Brasil busca safra recorde em setembro e produção agrícola sustentável



Setembro traz marcos importantes para o agro brasileiro: o Dia da Árvore (21), o início da primavera (22) e o começo da nova safra de grãos no país. Para especialistas, essas datas simbolizam futuro, renovação e escolhas que impactam a produção agrícola e ambiental.

Segundo o head of agrobusiness da Terradot, Renato Rodrigues, esses marcos de setembro simbolizam renovação e escolhas que impactam o futuro da produção agrícola.

Safra recorde em setembro

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta a safra 2026 em 353,8 milhões de toneladas, superando o recorde da temporada passada. A soja deve alcançar 178 milhões de toneladas, mantendo o Brasil como maior produtor mundial.

O milho deve atingir cerca de 138 milhões de toneladas, enquanto o algodão caminha para mais de 4 milhões de toneladas. Arroz e feijão registram pequenas quedas, mas devem garantir o abastecimento interno.

Práticas sustentáveis

Rodrigues destaca que o Brasil não é apenas potência em volume de produção, mas também em tecnologia e práticas sustentáveis. Ele cita a integração lavoura-pecuária-floresta, presente em mais de 20 milhões de hectares, que alia produção e conservação ambiental.

“As árvores nos sistemas produtivos geram sombra, aumentam o bem-estar animal, fixam carbono, protegem nascentes e melhoram o microclima, aumentando a resiliência da lavoura e a produtividade por hectare”, afirma.

O especialista ressalta que, combinadas a práticas regenerativas como rotação de culturas, plantio direto, uso de bioinsumos, pó de rocha e manejo integrado de pragas, essas estratégias colocam o Brasil na vanguarda de um modelo de agricultura de baixo carbono e alta produtividade.

“Produzir mais é importante, mas o verdadeiro recorde que precisamos buscar está nos hectares recuperados, nas áreas reflorestadas, nas pastagens regeneradas e na biodiversidade preservada”, reforça Rodrigues.

Segundo ele, o país tem condições climáticas favoráveis para alinhar agricultura e pecuária à preservação de florestas, biomas nativos e unidades de conservação, como lembra a celebração dos 25 anos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

Para Rodrigues, esta safra representa mais do que grãos: é a oportunidade de semear ideias, compromissos e escolhas que podem consolidar o Brasil como grande potência agroambiental mundial.



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Canal do Criador, do grupo Canal Rural, celebra 5 anos de história



O Canal do Criador nasceu em 2020, em plena pandemia, com o propósito de ampliar a presença do agro e dos leilões na televisão. Em setembro de 2025, o canal completou 5 anos, mostrando que a iniciativa do grupo Canal Rural se consolidou como um dos principais veículos de comunicação do setor, fortalecendo ainda mais a pecuária brasileira.

“O Canal do Criador nasceu pra ser um grande parceiro do pecuarista brasileiro, e hoje para nós é motivo de muito orgulho ver esse projeto crescer e se consolidar dessa forma”, afirma Júlio Cargnino, diretor-presidente do Canal Rural.

Desde a sua criação, o projeto trouxe parcerias estratégicas e promoveu negócios em todo o país. “O Canal do Criador nasceu valorizando a pecuária. Hoje, depois de 5 anos, conseguimos constituir um crescimento muito forte, com propósito e com muita parceria. Muito obrigada a todos que fazem esse canal ser o canal que faz o mercado acontecer”, destaca Plínio Queiroz, diretor de Pecuária do grupo Canal Rural.

Reconhecimento do setor

O trabalho desenvolvido ao longo desses cinco anos também é reconhecido por parceiros importantes. Para Paulo Horto, da Programa Leilões, a trajetória reflete a relevância conquistada em pouco tempo: “Parabéns, Canal do Criador. Canal mais jovem do agronegócio brasileiro. Se a gente for ver a precocidade, já que a gente trabalha muito com genética, o Canal do Criador é um top 01, principalmente em precocidade, porque, em 5 anos, se tornou um dos principais veículos de comunicação do agronegócio brasileiro. Um orgulho para nós da Programa Leilões, que estamos desde o nascimento como um grande parceiro.”

Comemorando meia década de atuação, o Canal do Criador reforça sua missão de dar visibilidade à pecuária nacional. Como parte do grupo Canal Rural, segue fortalecendo a comunicação no campo, aproximando criadores, leiloeiros e investidores, e mostrando que a união entre tradição e inovação é o caminho para o futuro do agro.



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Lei antidesmatamento adiada; o que está por trás da decisão?



A União Europeia indicou que pode adiar para 2026 a entrada em vigor do Regulamento de Produtos Livres de Desmatamento (EUDR), conhecido como lei antidesmatamento. A legislação afeta diretamente produtos como café, cacau, borracha, carne, madeira e óleo de palma. Na avaliação do setor produtivo é preciso cautela, uma vez que a decisão ainda tem que ser formalizada.

Por meio de nota, o Conselho Nacional do Café (CNC) ressalta que o futuro das novas regras do bloco europeu continua em incerto. “A decisão ainda não é definitiva, pois a proposta precisa ser apreciada e votada pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia”, diz.

O que está por trás do adiamento?

O professor da FGV e especialista em direito ambiental e bioeconomia, Daniel Vargas, explica que a lei antidesmatamento vem perdendo força há bastante tempo, mesmo sem começar a valer de fato. Sobre os motivos para a decisão, ele avalia que a própria conjuntura política da União Europeia reduziu o espaço para medidas como o EUDR.

“A eleição do novo Parlamento Europeu em 2025 marcou uma mudança ideológica no discurso europeu. A competitividade passou a ser o foco principal, com a meta de eliminar barreiras que possam encarecer a produção”, afirma. Segundo ele, a aprovação recente do pacote chamado Omnibus, que flexibiliza regras do Green New Deal, é exemplo desse movimento.

Além disso, Vargas reforça que fatores externos também pesam. A volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos gerou preocupação no bloco, que enfrenta dificuldades econômicas e a pressão dos gastos militares com a guerra em curso nas fronteiras. Diante dessa perspectiva, ele explica que não há espaço para impor novas exigências que criem entraves burocráticos à produção.

Em relação ao início da vigência da nova legislação nos próximos anos, a aposta do professor da FGV é clara. “A chance de o EUDR ser implementado nos próximos anos é cada vez menor”, conclui.

Ao analisar o adiamento das novas regras, o CNC volta a reforçar a necessidade de diálogo entre países produtores e consumidores de café. “É uma forma de construir uma regulamentação justa e exequível. O setor cafeeiro brasileiro continuará atuando para melhor informar às cooperativas, associações e produtores sobre os próximos passos relacionados à legislação”, afirma.

Por fim, a entidade reforça que o Brasil está preparado para atender às regras do mercado europeu. Nesse sentido, o setor afirma que já cumpre parte das exigências.



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Mesmo com quebra, açúcar deve ter superávit global de quase 3 milhões de toneladas


O mercado global de açúcar deve ter um superávit de 2,8 milhões de toneladas (valor bruto) na temporada 2025/26, diz projeção da StoneX.

De acordo com o analista de Inteligência de Mercado da empresa Marcelo Di Bonifácio Filho, mesmo diante de uma safra 2024/25 deficitária, o mercado vem sendo pressionado pela combinação de estoques elevados e ritmo lento de importações globais.

“Os aspectos de trade flow [fluxo comercial], portanto, vem sendo muito mais impactantes ao mercado neste momento e podem ser balizadores para a trajetória dos futuros daqui para frente”, considera.

Segundo ele, nos últimos meses, compradores internacionais têm mantido importações em ritmo mais fraco, aproveitando os preços baixos e evitando movimentos que pudessem gerar “gatilhos” de alta.

Bonifácio Filho destaca que esse comportamento é resultado do excedente produtivo de 2023/24, aliado às exportações recordes do Brasil em 2024, que contribuíram para a formação de estoques elevados nos principais mercados consumidores.

Já do lado da oferta, a safra atual do Centro-Sul brasileiro segue historicamente volumosa em moagem. Entre abril e agosto, o setor registrou uma maximização inédita do mix açucareiro, com o indicador acumulado ultrapassando 52%.

“Esse aumento na produção de açúcar reforça a tendência de preços mais baixos no médio prazo, especialmente considerando a expectativa de um ciclo positivo a nível global para 2025/26”, observa o analista.

Brasil lidera nas Américas

Brasil lidera produção de açúcarBrasil lidera produção de açúcar
Foto: Divulgação Stonex/ Arte refeita por Canal Rural

O Brasil segue como protagonista na produção de açúcar nas Américas. Segundo as primeiras estimativas oficiais da StoneX para a safra 2026/27 (abril a março) no Centro-Sul, a moagem deve crescer mais de 20 milhões de toneladas, com recuperação no ATR e um mix açucareiro que, apesar de uma leve queda, seguirá elevado.

De acordo com Bonifácio Filho, esse desempenho será fortemente impulsionado pelo avanço do etanol de milho, cuja produção deve alcançar 11,4 milhões de m³ na temporada.

Assim, com esse aumento, o Centro-Sul tende a elevar significativamente os volumes de açúcar ofertados no próximo ano, atingindo 41,7 milhões de toneladas na safra internacional 2025/26 (outubro a setembro).

Para Bonifácio Filho, essas projeções, ainda que preliminares, são fundamentais para o cenário atual de preços. “O crescimento estimado para 2026 no Centro-Sul brasileiro dá suporte aos níveis atuais do mercado e garante o superávit previsto”, diz.

Estimativa de produção de açúcar na Índia

Desde julho, o clima na Índia tem se mantido dentro do esperado. Em agosto, as chuvas ficaram 5% acima da média, favorecendo os canaviais, especialmente em Maharashtra, após um julho de precipitações irregulares.

De acordo com a StoneX, no sul daquele país, os reservatórios seguem em níveis elevados, impulsionando tanto o desenvolvimento das lavouras para a safra 2025/26 quanto o plantio para 2026/27. Já em setembro, as precipitações começaram a cair em Karnataka e Maharashtra, cenário positivo para a possível antecipação da colheita, caso o clima mais seco se mantenha em outubro.

Com o clima dentro do previsto, a StoneX mantém sua estimativa de produção de açúcar em 32,3 milhões de toneladas, considerando 4,5 milhões de toneladas desviados para etanol.

“Agora, as atenções se voltam à decisão do governo sobre exportações, já que a Isma [Indian Sugar Mills Association] solicitou 2,0 MMt, embora o cenário seja pouco viável economicamente, pois a paridade de exportação segue na faixa de US¢ 17-18/lb, acima dos preços atuais em Nova York”, diz a empresa, em nota.

Déficit global

A StoneX também divulgou a 8ª revisão do saldo global de açúcar 2024/25 (outubro a setembro), temporada que está praticamente concluída.

De acordo com o levantamento, o déficit global projetado é de 4,7 milhões de toneladas, resultado da queda combinada na produção do Brasil e da Índia, que, juntos, registraram retração de 9,3 milhões de toneladas em valor bruto: “Esse cenário reduziu o potencial exportável dos dois maiores players globais”.

Para os próximos meses, os fluxos de comércio serão determinantes na formação dos preços. De acordo com Bonifácio Filho, no quarto trimestre, espera-se um leve aperto entre o volume disponível para exportação e a demanda, com a redução nas vendas brasileiras durante a entressafra do Centro-Sul e estoques mais baixos na Tailândia, cuja produção se intensifica apenas no início de 2026.

“Além disso, a oferta de açúcar refinado deve enfrentar riscos, já que a menor compra de açúcar bruto pelas refinarias pode limitar o volume disponível para reexportação. Caso a demanda por branco cresça no final de 2025 e início de 2026, a pressão altista pode aumentar, tornando o Diferencial Londres-NY (prêmio do branco) um indicador-chave a ser monitorado”, conclui o analista.



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Moratória da Soja, reforma administrativa e tributação são temas da reunião da FPA



A Moratória da Soja foi um dos temas da reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira (23), em Brasília. Criado em 2006 para impedir a compra de grãos oriundos de áreas desmatadas na Amazônia após 2008, o acordo deveria durar apenas dois anos, mas se estendeu até hoje.

Em agosto, o Cade derrubou a medida, mas poucos dias depois a Justiça Federal de Brasília concedeu liminar restabelecendo o acordo. O caso agora será analisado pelo tribunal do Cade.

Outros assuntos abordados

Além do impasse sobre a soja, a Frente Parlamentar da Agropecuária se posicionou contrariamente à medida provisória que altera alíquotas de Imposto de Renda. A FPA já apresentou 290 emendas à proposta, que afeta instrumentos importantes como as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e os Fundos de Investimento na Cadeia Produtiva das Agroindústrias (Fiagros).

O vice-presidente da FPA, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), criticou a proposta, afirmando que o governo insiste em aumentar impostos em vez de reduzir gastos. Ele defendeu prioridade para uma reforma administrativa, que está na pauta e prevê avaliação de políticas públicas e revisão anual das despesas. A relatoria da MP está sob responsabilidade do deputado Pedro Paulo (PSD-RJ).



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Cana-de-açúcar recebe primeira planta de biochar em Minas; próxima parada é Goiás



A NetZero, empresa especializada na produção de biochar, anunciou em Minas Gerais a construção de sua primeira planta voltada à cana-de-açúcar, marcando um passo importante para o crescimento do setor e para a sustentabilidade agrícola.

O biochar é um tipo de carvão produzido por pirólise (aquecimento da biomassa sem oxigênio) que melhora a qualidade do solo, retém água e nutrientes, e libera esses elementos às plantas durante períodos de seca.

Segundo o CEO da NetZero, Pedro Figueiredo, o produto pode ser aplicado em diversas culturas, como hortaliças, café e flores, e tem como objetivo recuperar e tornar o solo mais produtivo.

De acordo com ele, a planta será instalada em uma fazenda próxima a companhias de açúcar e álcool, aproveitando tanto o bagaço quanto a palha de cana que normalmente seriam descartados, reduzindo emissões de CO2 e metano.

“O objetivo é desenvolver uma produção de biochar a partir da palha deixada pelos produtores, beneficiando o uso dos dois principais rejeitos da cana-de-açúcar”, explicou Figueiredo.

Segundo Figueiredo, a inauguração está prevista para fevereiro de 2026, e a empresa já planeja expandir a tecnologia para outras regiões do país.

O CEO também revelou uma nova parceria com a empresa Ativos para a construção de uma planta em Goiás, reforçando a expansão acelerada do biochar na cadeia da cana.

Com essa iniciativa, a NetZero contribui para a economia circular, aproveitando integralmente os resíduos da cana e promovendo maior sustentabilidade na produção agrícola.



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Ibama aplica multa de R$ 320 mil por transporte ilegal de madeira



Em operação conjunta concluída no último sábado (20) pelo Ibama e pela PRF, em Pernambuco, foram aplicados mais de R$ 320 mil em autos de infração por irregularidades no transporte de madeira.

A ação fiscalizatória iniciada no dia 8 deste mês foi deflagrada nos municípios de Arco Verde, Petrolina e Salgueiro, no sertão do estado, e teve como objetivo coibir o transporte irregular de produtos florestais e garantir o cumprimento da legislação ambiental vigente.

Dezenove autos de infração foram lavrados por transporte irregular de 928,79 m³ de madeira serrada, que não tinha Guias Florestais consideradas válidas, conforme análise feita. A quantidade equivale a aproximadamente 19 caminhões carregados do produto.

Os agentes ambientais aplicaram, também, quatro autos de infração por transporte irregular de 144,09 m³ de estacas de madeira sabiá e de jurema com Documentos de Origem Florestal (DOFs) considerados inválidos.

Os agentes apuraram que as cargas tinham como origem os biomas Amazônia e Caatinga.

Além dos municípios de Salgueiro, de Parnamirim, de Serra Talhada e de Verdejante, as seguintes organizações de Pernambuco receberam doações dos produtos florestais apreendidos:

  • Instituto de Pesquisas Agronômicas (IPA);
  • Exército Brasileiro;
  • Corpo de Bombeiros;
  • Unidades do Instituto Federal (IF);
  • Diocese de Salgueiro.

A destinação da madeira apreendida segue o previsto na legislação, promovendo a reutilização responsável dos recursos e beneficiando diversas comunidades locais.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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AgroNewsPolítica & Agro

Paraná registra alta de 10,4% na produção de peixes



Tilápia e camarão sustentam piscicultura paranaense



Foto: Pixabay

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (18), preparado pelos analistas do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a produção de carne de peixe manteve crescimento nos últimos anos no Paraná. Em 2024, o valor bruto da produção (VBP) de peixes, considerando o cultivo em cativeiro e captura, chegou a R$ 2,29 bilhões, aumento de 10,4% em relação a 2023.

De acordo com o boletim, a tilápia continua como a principal espécie produzida no estado, respondendo por mais de 80% do VBP. A produção de alevinos aparece em seguida, representando quase 8% do total.

O levantamento aponta que a atividade é específica na região Oeste, nos núcleos regionais de Toledo e Cascavel, responsáveis ??juntos por 73% do VBP da piscicultura paranaense. O núcleo de Paranaguá ocupa a terceira posição, com participação de 6,8% no VBP estadual.

Ainda segundo o boletim, em Paranaguá predomina a pesca de captura marinha, diferentemente das demais regiões, onde o cultivo em cativeiro é a atividade principal. Entre os produtos capturados, destacam-se o camarão em primeiro lugar e, em seguida, os pescados marinhos que englobam diversas espécies.





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