sábado, abril 25, 2026

Autor: Redação

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Goiaba de Carlópolis busca espaço no mercado europeu em Madrid



A Cooperativa Coac, referência na produção de goiaba em Carlópolis (PR), dá mais um passo para consolidar sua presença internacional. Com apoio de parceiros como Sebrae/PR, Abrafrutas, CNA e Exportare, o grupo volta a participar da Fruit Attraction Madrid, a maior feira mundial do setor hortofrutícola.

O evento será realizado a partir de amanhã (30) a 2 de outubro, na Espanha. A participação busca ampliar o mercado europeu e fortalecer a Indicação Geográfica (IG) da goiaba da região. Segundo o consultor do Sebrae/PR, Odemir Capello, o trabalho começou há quase dez anos e já mostra resultados importantes.

“A gente iniciou um trabalho lá em 2015. O objetivo, na época, era trabalhar a Indicação Geográfica da goiaba de Carlópolis, organizar os produtores, buscar mercado e dar visibilidade”, explica Capello.

Agora, a estratégia é mais robusta. Parcerias fortalecidas buscam agregar valor ao produto e conquistar consumidores europeus. Um dos diferenciais é adaptar o ponto de colheita ao paladar estrangeiro.

“Queremos mudar talvez o ato de consumo de goiaba na Europa. Ela chega lá num ponto mais verde e isso a deixa mais ácida. A ideia é colocar a fruta num ponto ideal de consumo, oferecendo uma experiência mais doce e agradável”, ressalta o consultor.

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Capello destaca que a iniciativa vai além da exportação.

“Tem todo um apelo de desenvolvimento regional e local. Envolve a Indicação Geográfica, o Global GAP e a melhoria das condições dos produtores de goiaba de Caiuá e da região abrangida pela IG. Estamos trabalhando juntos: Sebrae, Abrafrutas, CNA, Prefeitura e Exportare, para que o projeto ganhe novos rumos, beneficie mais pessoas, aumente o volume de exportação e, quem sabe, até o preço médio”, completa.

Fruit Attraction

A presença na feira reforça o compromisso com a inovação e o crescimento sustentável. Realizada pela Ifema Madrid e Fepex, a Fruit Attraction Madrid 2025 reunirá profissionais de toda a cadeia de frutas e vegetais. O evento fortalece o potencial das frutas brasileiras e cria novas oportunidades de negócios e networking para os produtores de Carlópolis.



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AgroNewsPolítica & Agro

Queda da ureia traz alívio parcial



A ureia segue mais cara em comparação com 2024


A ureia segue mais cara em comparação com 2024
A ureia segue mais cara em comparação com 2024 – Foto: Canva

Os preços da Ureia apresentaram queda nas últimas quatro semanas no mercado internacional. No Brasil, essa retração foi acompanhada por um fator adicional favorável: além da redução em dólar, o câmbio atual tem auxiliado o produtor que realiza suas compras em reais, avalia Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado. Esse movimento trouxe algum alívio imediato, mas ainda não foi suficiente para colocar os valores abaixo do observado no último ano.

Mesmo com as baixas recentes, a ureia segue mais cara em comparação com 2024. Em moeda nacional, os preços estão cerca de 8% acima dos do ano passado, enquanto em dólar a alta acumulada chega a 16% no comparativo entre setembro de 2024 e a última semana de setembro de 2025, representando aproximadamente US$ 50 por tonelada a mais. Esse avanço demonstra como a pressão internacional continua influenciando diretamente o custo do insumo no Brasil, mesmo em momentos de desvalorização.

Souza destaca que o ano de 2025 vem sendo marcado por uma competição intensa entre ureia e sulfato de amônio, com este último se mostrando mais competitivo. Essa diferença de desempenho tem reduzido a liquidez da ureia no mercado doméstico, ao passo que as importações do produto caem em relação a 2024. O movimento oposto ocorre com o sulfato de amônio, que alcança recordes históricos de entrada no país, consolidando-se como uma alternativa cada vez mais presente no planejamento de fertilização.

Outro fator de peso é a demanda projetada para os próximos ciclos. Ainda há um amplo espaço para negócios ligados ao milho “safrinha” de 2026 neste último trimestre do ano, e operações antecipadas para 2027 já estão sendo registradas. Para Souza, o cenário reforça a necessidade de análises regionais no mercado de insumos. 

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Projeto de algodão orgânico com irrigação avança



A ação integra diferentes apoios


A ação integra diferentes apoios
A ação integra diferentes apoios – Foto: Pixabay

Mais um passo importante foi dado para ampliar o cultivo de algodão orgânico consorciado no Semiárido paraibano. O projeto, desenvolvido pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) em parceria com o Instituto Casaca de Couro (ICC), utiliza sistema de irrigação que possibilita até três colheitas por ano. A iniciativa começou no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, envolvendo três produtores locais.

A ação integra diferentes apoios: a Empaer oferece assistência técnica, a prefeitura de Pilar garantiu o preparo da terra e o ICC compra toda a produção com preço fixo, além de fornecer a certificação. O modelo também prevê o plantio de milho e gergelim, ampliando as alternativas de renda para os agricultores.

“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casaca de Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.

Segundo os técnicos, a proposta aproveita as águas da transposição do Rio São Francisco, com meta de expandir o sistema irrigado do Cariri até o Agreste, alcançando municípios às margens do Rio Paraíba. Financiamentos via Banco do Nordeste, por meio do Agroamigo, podem auxiliar os produtores a investir na irrigação.

Com isso, o projeto busca consolidar um modelo produtivo sustentável e garantir mercado para a produção agrícola regional, fortalecendo a economia do Semiárido e oferecendo novas oportunidades aos pequenos produtores. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.

 





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Projeto de algodão orgânico com irrigação avança



A ação integra diferentes apoios


A ação integra diferentes apoios
A ação integra diferentes apoios – Foto: Pixabay

Mais um passo importante foi dado para ampliar o cultivo de algodão orgânico consorciado no Semiárido paraibano. O projeto, desenvolvido pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) em parceria com o Instituto Casaca de Couro (ICC), utiliza sistema de irrigação que possibilita até três colheitas por ano. A iniciativa começou no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, envolvendo três produtores locais.

A ação integra diferentes apoios: a Empaer oferece assistência técnica, a prefeitura de Pilar garantiu o preparo da terra e o ICC compra toda a produção com preço fixo, além de fornecer a certificação. O modelo também prevê o plantio de milho e gergelim, ampliando as alternativas de renda para os agricultores.

“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casaca de Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.

Segundo os técnicos, a proposta aproveita as águas da transposição do Rio São Francisco, com meta de expandir o sistema irrigado do Cariri até o Agreste, alcançando municípios às margens do Rio Paraíba. Financiamentos via Banco do Nordeste, por meio do Agroamigo, podem auxiliar os produtores a investir na irrigação.

Com isso, o projeto busca consolidar um modelo produtivo sustentável e garantir mercado para a produção agrícola regional, fortalecendo a economia do Semiárido e oferecendo novas oportunidades aos pequenos produtores. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.

 





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Canal Rural estreia novo projeto com Aurora Coop e Sebrae-SC



Com uma temática que vai retratar os desafios e oportunidades do agronegócio do estado, o Canal Rural estreia um novo projeto em Santa Catarina. Em uma parceria estratégica com a Aurora Coop e o Sebrae catarinense, o Momento Agro vai pautar temas de interesse de dentro e fora da porteira, do produtor e do consumidor. A considerar a participação do agro no Produto Interno Bruto (PIB) do estado, próximo de 30%, um projeto de interesse amplo da sociedade organizada, do público e do privado.

O projeto será realizado por meio de drops de conteúdos, exibidos nos intervalos dos telejornais e principais programas da grade de programação do Canal Rural. Ao longo de seis meses serão produzidas e exibidas reportagens no formato de entrevistas de estúdio e matérias com captações externas a campo, em especial no Oeste de Santa Catarina. Entre as fontes de informação, lideranças e dirigentes do setor, produtores rurais, técnicos e profissionais do sistema cooperativo e do  Sebrae.

Entre os grandes temas que serão abordados, competitividade nas propriedades rurais, gestão de negócios, sucessão familiar, inclusão de jovens e mulheres, mercado, inovação e sustentabilidade. Para 2026 também está previsto a realização de um fórum para discutir as temáticas tratadas durante o projeto, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural para todo o Brasil.

A iniciativa tem como objetivo levar informação e conteúdo, capaz de mobilizar, conscientizar e auxiliar a cadeia produtiva a ser mais eficiente e competitiva. Todos os materiais terão exibição inédita no Canal Rural, com reprises na programação durante 30 dias. As reportagens também serão listadas em uma playlist no Youtube do Canal Rural podendo ser acessados a qualquer hora e de qualquer lugar, proporcionado ampla audiência multiplataforma: TV e Digital.

O material inédito na TV será exibido sempre na primeira segunda-feira de cada mês, entre outubro/25 e março/26. O primeiro vai ao na próxima segunda, 06/outubro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço do tomate sobe após período de baixas



Caxias do Sul se prepara para nova safra de tomate



Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (25), o preço do tomate apresentou alta na Ceasa/Serra, em Caxias do Sul. O quilo passou de R$ 4,10 para R$ 4,71 após um período de quedas.

“Os produtos comercializados são provenientes de outras regiões do Brasil, pois, durante o inverno, a produção local não se desenvolveu, mesmo em estufas”, informou o boletim.

No município de Caxias do Sul, produtores de regiões mais baixas, como no Distrito de Vila Cristina, já iniciaram o plantio das áreas para antecipar a colheita. No entanto, “a maior parte da produção e das mudas de tomateiros deve ser transplantada em outubro e novembro para ser colhida nos primeiros meses de 2026”, destacou a Emater/RS-Ascar.





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Morre Rubenildo Cláudio Batista Rodrigues, técnico e jurado da ABCZ



Rubenildo Cláudio Batista Rodrigues, Técnico de Registro e jurado efetivo da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), faleceu neste domingo (28).

Reconhecido por sua dedicação à pecuária, Rubenildo tinha uma carreira marcada pelo compromisso com a orientação e incentivo aos criadores, além do respeito e cuidado com os animais.

Ao longo de sua trajetória, ele se destacou pelo conhecimento técnico e pela generosidade, contribuindo para o fortalecimento da criação de zebu no Brasil. Sua atuação envolvia a fiscalização e o registro de animais, participação em julgamentos e apoio aos produtores em diversas regiões do país.

A ABCZ divulgou uma nota lamentando o falecimento e agradecendo por tudo o que Rubenildo fez em prol da entidade e do desenvolvimento das raças zebuínas no Brasil. 

“Hoje nos despedimos de nosso grande amigo Rubenildo. Neste momento faltam palavras para aliviar a dor, mas vamos nos apegar às ótimas lembranças de um companheiro alegre, cheio de vida, que gostava de cantar e trazia alegria a todos”, afirmou o Vice-Presidente da ABCZ, Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges.



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Semana agitada, mas negativa para a soja; Argentina entra no ‘game’ e EUA avançam na colheita



O mercado brasileiro de soja encerrou a semana em baixa. Os negócios permaneceram escassos e os preços recuaram tanto no interior quanto nos portos, acompanhando a sinalização da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

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A valorização do dólar, que seguiu na faixa de R$ 5,30 a R$ 5,35, não foi suficiente para estimular novas vendas por parte dos produtores.

Preços de soja

  • Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 134,00 para R$ 130,00
  • Em Cascavel (PR), a cotação recuou de R$ 134,50 para R$ 130,00
  • Em Rondonópolis (MT), o preço passou de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • No Porto de Paranaguá (PR), houve queda de R$ 2,50, com a saca sendo negociada a R$ 136,00

Chicago pressionada

Na CBOT, os contratos de novembro perderam 1,37% na semana, ficando em torno de US$ 10,11 ½ por bushel na manhã de sexta-feira (26). A colheita avança sem contratempos nos Estados Unidos, consolidando a expectativa de uma safra cheia em um mercado já bem ofertado.

Esse cenário encontra ainda a demanda estagnada da China pela soja americana, já que os asiáticos seguem priorizando a compra do produto sul-americano.

Argentina entra no cenário da soja

Um fator adicional veio da Argentina. O governo local retirou temporariamente as retenções à soja para atrair divisas, atingindo a meta de ingresso de dólares em apenas três dias. Com isso, a taxa de exportação foi retomada.

A medida, no entanto, mexeu com o mercado internacional: estima-se que os chineses tenham programado a compra de pelo menos 40 cargas de soja argentina. Esse movimento ajudou a pressionar ainda mais as cotações em Chicago, refletindo também no Brasil.

Câmbio com efeito limitado

A valorização do dólar, que fechou a semana a R$ 5,36, alta de 0,7%, ajudou a atenuar parte da queda nas cotações, mas não trouxe grandes volumes de negociação ao mercado interno.

Estoques trimestrais nos EUA

No radar dos agentes de mercado, está o relatório trimestral do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na terça-feira (30), às 13h.

Analistas projetam estoques norte-americanos de soja em 322 milhões de bushels na posição de 1º de setembro, abaixo dos 342 milhões registrados em igual período de 2024.



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Bebidas adulteradas com metanol podem causar perda irreversível de visão, alerta associação


Alarmada com os casos de intoxicação, no estado de São Paulo, por ingestão de metanol em bebidas adulteradas, a Associação Brasileira de Neuro-oftalmologia (ABNO) alerta sobre riscos do consumo da substância causar neuropatia óptica (perda ou alteração de visão). 

“[A neuropatia ótica é] uma doença grave que pode causar perda de visão irreversível”, descreve nota enviada à Agência Brasil.

Segundo a associação, o metanol é um produto alcóolico usado em solventes e combustíveis. Entre 12 horas e 24 horas após o consumo, podem surgir sintomas de intoxicação como dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, confusão mental e, principalmente, visão turva repentina ou até cegueira.

De acordo com a ABNO, o diagnóstico deve ser feito a partir da história clínica do paciente e por exames de sangue e de imagem.

O tratamento deve ser imediato e com uso de antídotos (como o etanol venoso), bicarbonato para corrigir a acidez no sangue, vitaminas (ácido fólico/folínico) e, nos casos mais graves, hemodiálise para remover o veneno.

Nos últimos 25 dias, nove pessoas apresentaram intoxicação após o consumo de bebida alcoólica adulterada com metanol. Duas pessoas morreram.

A situação crítica levou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP) a publicarem uma nota técnica com recomendações urgentes aos estabelecimentos que comercializam bebidas alcoólicas no estado de São Paulo. 



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Comissão aprova medidas de proteção à abelha sem ferrão



A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta para promover ações de incentivo à proteção das abelhas sem ferrão e ao desenvolvimento de meliponários urbanos dentro da política de produção de mel.

O projeto altera a Lei 14.639/23, que institui a Política Nacional de Incentivo à Produção Melífera e ao Desenvolvimento de Produtos e Serviços Apícolas e Meliponícolas de Qualidade.

O texto aprovado é um substitutivo da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável ao Projeto de Lei 430/23, do deputado José Medeiros (PL-MT).

A proposta original previa a inclusão, no plano diretor das cidades, de áreas de proteção para abelhas sem ferrão e meliponários urbanos.

Para o relator, deputado Saulo Pedroso (PSD-SP), tornar obrigatória a inclusão de meliponários poderia dificultar a implementação da política, gerando conflitos normativos e sobrecarga administrativa para gestores públicos.

O texto da Comissão de Meio Ambiente, segundo Pedroso, é mais adequado porque permite ao poder público realizar ações de incentivo à proteção das abelhas sem ferrão e ao desenvolvimento de meliponários urbanos, conferindo, ainda, harmonização entre as normas sem ultrapassar qualquer limite de competência.

Próximos passos

A proposta ainda será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.



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