sexta-feira, abril 24, 2026

Autor: Redação

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Pedidos de recuperação judicial no agro disparam 32% no segundo trimestre



Os pedidos de recuperação judicial (RJ) no agronegócio tiveram um salto de 31,7% no segundo trimestre deste ano em comparação a igual período do ano passado, somando 565 solicitações, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (29) pela Serasa Experian.

De acordo com o levantamento, a taxa de aumento é recorde e foi impulsionada por pleitos de produtores rurais que atuam como PJ (pessoa jurídica), com 243 pedidos, o dobro do requisitado entre abril, maio e junho do ano passado.

Também foi observado aumento dos pedidos entre as empresas da cadeia de fornecimento, como revendedores de insumos. Neste rol, foram 102 solicitações, 8,5% mais do que em igual período de 2024.

No relatório, a Serasa não especifica os motivos do aumento dos pedidos de recuperação judicial. Contudo, para o advogado especializado no tema, Euclides Ribeiro Silva, a alta se deve à atual taxa Selic em 15% ao ano.

“O que nós temos hoje é uma inviabilidade da produção no campo, pagando juros de 15% ao ano, não há agronegócio que funcione no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos ou na China”, considera.

De acordo com ele, em sua experiência, existem no mercado atualmente RJs que variam entre R$ 5 bilhões e R$ 2 milhões, ou seja, englobam do grande ao pequeno produtor.

Em entrevista no último sábado (27), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a pasta acredita que pode estar havendo “abuso” do mecanismo de proteção contra credores por parte de alguns setores, como o agro.

“O abuso é encarar uma taxa de juros alta dessas de juros [da taxa Selic] quando não temos uma produção que gere esse tipo de riqueza. Então, não há, na minha visão, um dado que seja confiável [a respeito] do que essas pessoas estão dizendo que as empresas que entram em recuperação judicial vão quebrar porque elas [as pessoas] estão envieszados para dizer que não se faça recuperação judicial porque, para eles, talvez não seja interessante ter que encarar a realidade de que o problema não é o produtor rural ou o advogado ou a recuperação, mas sim os juros que essas pessoas estão praticando”, diz Silva.



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entenda o que é e quais os perigos da substância presente em bebidas adulteradas



Foi confirmada nesta segunda-feira (29) a terceira morte em São Paulo por suspeita de ingestão de bebidas contaminadas com metanol. A substância, um dos principais insumos da indústria química, é usada como matéria-prima na produção de solventes, e possui regulamentação rigorosa quanto à sua fabricação.

Altamente tóxico para seres humanos, o metanol pode causar a morte mesmo em pequenas doses. Saiba como identificar bebidas adulteradas, os principais sintomas de intoxicação e a diferença entre metanol e etanol.

Diferença entre etanol e metanol

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o metanol é um composto orgânico da família dos álcoois, com um átomo de carbono, três átomos de hidrogênio e uma hidroxila cuja fórmula é CH3OH, sendo líquido à temperatura ambiente.

Já o etanol é uma substância química produzida especialmente via fermentação de açúcares. As principais matérias-primas utilizadas para produzir etanol são cana-de-açúcar, milho, aveia, arroz, cevada, trigo e sorgo. É seguro para consumo humano em quantidades moderadas, encontrado em bebidas alcoólicas

Como é feita a regulação do metanol?

Em razão da toxicidade do produto, seu potencial como adulterador do etanol combustível e da gasolina, os riscos à saúde humana e à segurança pública, a ANP tem uma regulamentação rígida, que estabelece o registro obrigatório para a movimentação e o armazenamento do produto.

O que é bebida alcoólica adulterada?

Bebida alcoólica adulterada é aquela que não atende ao padrão legal definido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e que teve a sua composição modificada indevidamente, seja pela adição, retirada, substituição ou modificação de ingredientes que podem levar o consumidor a erro ou colocar sua saúde em risco.

Quais sintomas são sinal de consumo de bebida adulterada?

O consumidor deve ficar atento a alguns sintomas pós-consumo como visão turva, dor de cabeça intensa, náusea, tontura ou rebaixamento do nível de consciência, isso pode indicar intoxicação por metanol ou por bebida adulterada.

O metanol pode ser adicionado em bebidas?

O metanol não pode ser adicionado a nenhuma bebida, em razão de ser uma substância altamente tóxica para os humanos. No entanto, pode aparecer naturalmente em algumas bebidas alcoólicas, em baixíssimas concentrações, em razão do processo de fermentação de açúcares e pectinas.

Qual é o limite para adicionar metanol nas bebidas?

O Mapa estabelece limites máximos de metanol residual que podem aparecer nas bebidas. Esses limites são muito baixos e não significam autorização de uso – apenas reconhecem que traços inevitáveis podem estar presentes.

Como saber se a bebida é original?

A orientação do Procon-SP é desconfiar de preços muito baixos, que, no mínimo, podem indicar alguma irregularidade como sonegação e adulteração.

Há outros meios para identificar adulteração nas bebidas?

Segundo o órgão, o consumidor deve observar a apresentação das embalagens e o aspecto do produto: lacre ou tampa tortos ou “diferentes”, rótulo desalinhado ou desgastado, erros de ortografia ou logos com “variações”, ausência de informações como CNPJ, endereço do fabricante ou distribuidor, número do lote, ou outra imperfeição perceptível.

O que deve ser feito em caso de consumo de bebida adulterada?

Ao notar alguma diferença, o consumidor não deve realizar testes caseiros como cheirar, provar ou tentar queimar a bebida. Essas práticas não são seguras nem conclusivas. Busque atendimento médico imediato se houver qualquer sintoma suspeito, o consumidor deve procurar urgência médica sem demora.



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AgroNewsPolítica & Agro

Justiça suspende liminar que proibia herbicida 2,4-D no RS



Entenda a decisão do TJRS que suspendeu a proibição



Foto: Canva

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul suspendeu, nesta quinta-feira (25/9), a decisão que proibia o uso do herbicida 2,4-D na Campanha Gaúcha e em áreas próximas a cultivos sensíveis. A medida tem efeitos imediatos e alivia a pressão sobre produtores rurais às vésperas do plantio da safra 2025/2026.

Segundo informações divulgadas pelo Tribunal de Justiça, o Desembargador Francesco Conti, da 4ª Câmara Cível do TJRS, concedeu efeito suspensivo ao recurso apresentado pelo Governo do Estado. A decisão reverte, de forma temporária, a sentença da Vara Regional do Meio Ambiente que atendia a um pedido da Associação Gaúcha de Produtores de Maçã e da Associação dos Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha.

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Essas entidades alegaram prejuízos ambientais e econômicos decorrentes da deriva — o deslocamento do produto pelo vento — do herbicida 2,4-D, amplamente utilizado no controle de plantas daninhas. A sentença anterior determinava a proibição do produto em toda a Campanha Gaúcha e restringia seu uso a no mínimo 50 metros de distância de vinhedos e pomares de maçã no restante do estado. No recurso, o Estado argumentou que a proibição geraria impactos significativos, especialmente por ter sido emitida próximo ao início da nova safra, quando os produtores já haviam adquirido insumos e equipamentos.

Ao deferir o pedido, o Desembargador considerou que a suspensão imediata do uso de um insumo essencial ao manejo agrícola, sem transição adequada, poderia gerar “abalo significativo e de consequências imprevisíveis” para a economia do setor. Ele também destacou a ausência de definição clara sobre os municípios incluídos na região da Campanha Gaúcha, o que ampliava a insegurança jurídica.

A decisão não encerra o processo, que seguirá para análise do colegiado da 4ª Câmara Cível. Até lá, o uso do 2,4-D está autorizado no estado. O caso reacende o debate sobre a necessidade de políticas públicas eficazes de fiscalização e monitoramento do uso de defensivos, equilibrando segurança ambiental e previsibilidade para o setor produtivo.





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Fazenda em Rondônia inova no manejo de recria e engorda de gado



A pecuarista Givalda Alves Feitosa Krauser, do Sítio Santa Fé, localizado em Pimenta Bueno (Rondônia), está adotando novas técnicas no manejo de recria e engorda de gado, destacando-se no mercado pela qualidade de seus bovinos. A iniciativa foi apresentada durante o quadro Giro pelo Brasil, exibido na segunda-feira (29) no programa Giro do Boi. Confira o vídeo.

O gerente da unidade da Friboi em Pimenta Bueno, Hemerson Lima, destacou o investimento em tecnologia e conhecimento, que tem transformado os resultados da produção. A fazenda se tornou um exemplo de como a dedicação ao manejo pode assegurar produtos de altíssima qualidade.

Manejo inovador e resultados positivos

O segredo do sucesso do Sítio Santa Fé está no manejo inovador aplicado na recria e engorda das novilhas. A pecuarista implementou um protocolo que garante a nutrição adequada e o cuidado necessário em cada fase do desenvolvimento das fêmeas.

Essa atenção aos detalhes resulta em novilhas que alcançam a maturidade mais cedo, apresentando um acabamento de carcaça que atende aos padrões de qualidade mais exigentes. Esse modelo de produção reforça a importância da inovação na lida, promovendo rentabilidade e eficiência na pecuária.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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confira os preços da arroba do boi neste início de semana


O mercado físico do boi gordo se depara com preços em predominante acomodação no início da semana.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por algumas tentativas de compra em patamares mais baixos.

“Vale destacar que as escalas de abate ainda apresentam relativo conforto. As grandes indústrias país a fora ainda contam com boa incidência de animais de parceria”.

Segundo ele, o desempenho das exportações de carne bovina são o ponto de sustentação dos preços, com crescimento importante do volume embarcado e com incremento ainda mais relevante da receita.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 302,97 — ontem: R$ 303,17
  • Goiás: R$ 287,14 — R$ 286,61
  • Minas Gerais: R$ 285,88 — R$ 285,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,75 — R$ 319,59
  • Mato Grosso: R$ 294,14 — R$ 293,05

Mercado atacadista

O mercado atacadista abre a semana apresentando acomodação em seus preços, com alguma expectativa em torno da demanda durante a primeira quinzena do mês, com a entrada dos salários na economia motivando a reposição entre atacado e varejo.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,00 por quilo; o dianteiro segue cotado a R$ 17,00 por quilo; e a ponta de agulha ainda é precificada a R$ 16,50.

Exportação de carne bovina

carne bovina exportações China
Foto: Pixabay

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,654 bilhão em setembro (20 dias úteis), com média diária de US$ 82,713 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 294,706 mil toneladas, com média diária de 14,735 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.613,20.

Em relação a setembro de 2024, houve alta de 52,9% no valor médio diário da exportação, ganho de 23,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 24,4% no preço médio.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,30%, sendo negociado a R$ 5,3212 para venda e a R$ 5,3192 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3058 e a máxima de R$ 5,3458.



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Empresa estuda cepas de Noronha para criar bioinsumos que reduzem impacto ambiental na agricultura



A Apoena Agro, empresa de biotecnologia, realizou sua segunda expedição científica de bioprospecção em Fernando de Noronha, estudando novas cepas microbianas com potencial para gerar bioinsumos que aumentam a produtividade e reduzem o impacto ambiental na agricultura.

“O arquipélago reúne condições naturais únicas e desponta como um lugar estratégico para o desenvolvimento de bioinsumos de nova geração. Na bioprospecção, estudamos ambientes naturais para encontrar microrganismos capazes de gerar novos produtos e tecnologias”, explica a líder do laboratório Apoena Agro, Paula Segura-Ramírez.

Durante a expedição, foram coletadas 47 amostras em piscinas naturais rasas, recifes e formações rochosas submersas. O objetivo é identificar microrganismos com potencial de gerar bioinsumos prontos para uso pelas indústrias do setor agrícola.

Segundo Paula Segura-Ramirez, essas soluções biológicas ajudam a melhorar a saúde do solo e controlar pragas e doenças de forma equilibrada. Atualmente, a empresa mantém um banco exclusivo com mais de 800 cepas microbianas coletadas em biomas diferentes, incluindo Amazônia e Fernando de Noronha.

“Nos próximos meses, estudaremos outros biomas brasileiros, ampliando esse acervo e acelerando o desenvolvimento de bioinsumos exclusivos. O Brasil é o país mais biodiverso do mundo e, com consciência, parcerias estratégicas e respeito às normas de conservação, podemos transformar essa biodiversidade em soluções que fortalecem a agricultura sustentável”, afirma.



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Operação Safra 2025-2026 é lançada no Oeste da Bahia



Foi lançada na manhã desta segunda-feira (29), Base Avançada do Graer, em Barreiras, no Oeste da Bahia, a 12ª edição da Operação Safra 2025-2026. A iniciativa, que envolve forças de segurança pública e instituições privadas, tem como objetivo intensificar o patrulhamento em propriedades rurais da região pelos próximos seis meses.

O trabalho operacional é feito pela Polícia Militar da Bahia, por meio do Comando de Policiamento da Região Oeste; do Comando de Policiamento em missões especiais – CPME com a Cipe Cerrado e do Comando de Policiamento rodoviário com a CIPRv/Barreiras – Companhia de Policiamento Rodoviária.

Além disso, a supervisão é da coordenação do Comando de Policiamento da Região Oeste (CPRO), e atuação de suas unidades do orgânico: CIPT/O – Rondesp Oeste, e as 30ª, 83ª, 85ª e 86ª CIPMs, e o apoio institucional da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Resultados da última operação

De acordo com a Polícia Militar, durante o período de outubro de 2024 a março de 2025, a edição da Operação Safra registrou:

  • 15.634 abordagens
  • 8.723 visitas a propriedades rurais
  • 5 prisões em flagrante
  • 3.167 abordagens a veículos de quatro rodas
  • 2.020 abordagens a motocicletas
  • 9 armas de fogo apreendidas
  • 2,15 kg de maconha, 1,34 kg de cocaína e 21 g de crack apreendidas

As ações contemplam 11 municípios do Oeste da Bahia: Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Formosa do Rio Preto, Cocos, Correntina, Coribe, Baianópolis, Jaborandi, Riachão das Neves e Santa Maria da Vitória. A área atendida alcança cerca de 500 mil pessoas.

Tecnologia e inovação

O ato solene contou com presença de autoridades locais estaduais e produtores rurais. Segundo o comandante da Região Oeste, coronel PM Soares, a operação vem passando por constantes melhorias.

“São 12 anos de operação e os índices de criminalidade na região reduziram 85%. Neste ano, cada guarnição terá acesso a internet Starlink, permitindo comunicação 24 horas, além da implantação de QR Codes nas fazendas para georreferenciamento e atuação mais eficiente das equipes”, destacou.

Já o presidente da Aiba, Moisés Schmidt, ressaltou o uso de tecnologia de vigilância.

“Estamos blindando o Oeste da Bahia com câmeras que fazem leitura facial e de placas de veículos. Informações de carros irregulares ou procurados serão repassadas diretamente à Polícia Militar, em parceria com o Governo do Estado”, afirmou.

Apoio à fiscalização agropecuária

Para o diretor-geral da Adab, Paulo Sérgio Luz, a operação também reforça o trabalho de combate a crimes relacionados ao agronegócio.

“Enfrentamos casos de insumos agrícolas falsificados, contrabandeados ou roubados, além de sonegação de impostos. Criamos uma coordenação de inteligência na Adab em parceria com polícias e o Ministério da Agricultura para reduzir drasticamente esses crimes”, explicou.

Na semana passada, três homens foram presos suspeitos de furtarem soja em uma fazenda em Formosa do Rio Preto. Eles utilizavam dois caminhões que foram apreendidos pela Polícia.


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Saiba como ficaram os preços de soja na última segunda-feira de setembro



O mercado brasileiro de soja encerrou a segunda-feira (29) em ritmo lento, com poucas ofertas e preços recuando diante da combinação de dólar mais fraco e perdas na Bolsa de Chicago. De acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, os prêmios tiveram poucas mudanças e não compensaram as telas vermelhas de hoje.

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Segundo Silveira, os produtores seguem focados na safra nova, com atenção ao plantio em andamento no Brasil, e evitam negociar no disponível. “O mercado não vem a ofertar e também não há grande demanda pela soja, o que resume o dia em uma sessão de poucas ofertas”, explicou.

Confira os preços no fechamento de mercado:

  • Passo Fundo (RS): caiu de 131,00 para 129,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de 132,00 para 130,00
  • Cascavel (PR): caiu de 130,00 para 129,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de 126,00 para 125,00
  • Dourados (MS): manteve em 124,00
  • Rio Verde (GO): caiu de 122,00 para 121,00
  • Paranaguá (PR): caiu de 136,00 para 135,00
  • Rio Grande (RS): caiu de 137,00 para 135,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja recuaram na sessão desta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O avanço da colheita nos Estados Unidos e a fraca demanda por parte da China pelo produto americano pressionaram os contratos. O dia também foi de ajustes frente aos números para os estoques trimestrais em 1º de setembro, que serão divulgados amanhã pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1º de setembro deverão ficar abaixo do número indicado pelo USDA em igual período de 2024. A projeção de analistas e corretores entrevistados por agências internacionais indica estoques de 322 milhões de bushels, frente aos 342 milhões de bushels de igual período do ano passado. O relatório será divulgado nesta terça-feira, dia 30, às 13h.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,25 centavos de dólar, ou 0,32%, a US$ 10,10 1/2 por bushel. A posição janeiro foi cotada a US$ 10,29 3/4 por bushel, queda de 3,25 centavos ou 0,31%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou em alta de US$ 0,80 ou 0,29%, a US$ 275,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 49,69 centavos de dólar, com perda de 0,50 centavo ou 0,99%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,30%, sendo negociado a R$ 5,3212 para venda e a R$ 5,3192 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3058 e a máxima de R$ 5,3458.



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População ocupada no agro bate recorde com mais mulheres e maior nível de instrução



A População Ocupada (PO) no agronegócio brasileiro somou 28,2 milhões de pessoas no segundo trimestre deste ano, um recorde para o período, segundo o Boletim Mercado de Trabalho no Agronegócio, elaborado pelo Cepea em parceria com a CNA.

De acordo com o documento, tal comportamento representou um aumento de 0,5% em relação ao 1º trimestre deste ano (139.010 trabalhadores a mais). O desempenho foi impulsionado pelo crescimento nos segmentos primário, agrosserviços e insumos agropecuários.

Já no comparativo com o mesmo período de 2024, a População Ocupada registrou um aumento de 0,9% (244.646 trabalhadores), com aumentos observados em todos os segmentos, exceto no primário, ou seja, da porteira para dentro.

Assim, com o resultado do 2º trimestre, a participação do setor no total de empregos no país foi de 26%.

Nível de instrução da população ocupada

O boletim também mostra uma alta do número de trabalhadores dos níveis médio (3,4% ou 371.051 trabalhadores) e superior (4,5%, ou 201.987 trabalhadores) no 2º trimestre de 2025 em relação ao 2º trimestre de 2024.

No mesmo período, houve queda do número de trabalhadores sem instrução (-8,5%) e de escolaridade fundamental (-1,8%), o que evidencia a continuidade da tendência de elevação do grau de escolaridade no setor.

Já o crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho no agronegócio ocorreu a um ritmo mais acelerado do que o dos homens no comparação com 2024. Neste
período, a PO feminina aumentou 1,9% (203.093 trabalhadoras), enquanto a PO masculina registrou um crescimento de 0,2% (41.554 trabalhadores).



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