sexta-feira, abril 24, 2026

Autor: Redação

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USDA em Pequim mantém projeção de importação de soja em 2025/26



A representação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Pequim manteve em 106 milhões de toneladas sua estimativa para a importação chinesa de soja no ano comercial 2025/26. O volume é 1 milhão de toneladas menor do que a estimativa para 2024/25, de 107 milhões de toneladas.

“A previsão relativamente estável para as importações de soja está ligada ao crescimento contido na demanda de esmagamento e aos esforços contínuos de Pequim para limitar o crescimento das importações”, disse o USDA em relatório.

O USDA em Pequim observou que a China ainda não comprou soja da safra 2025/26 dos Estados Unidos, devido às tensões comerciais entre os dois países. A representação destacou também que, entre junho e agosto, o Brasil exportou mais de 10 milhões de toneladas de soja por mês para o país asiático.

“Nas últimas semanas, à medida que a oferta brasileira começou a ficar mais restrita e os preços aumentaram, a China reservou carregamentos adicionais da Argentina e do Uruguai para compensar a falta de suas compras sazonais normais de soja dos EUA”, disse o USDA. “Fontes do setor relatam que os pedidos recentes e os amplos estoques comerciais constituídos durante o verão (do Hemisfério Norte) fornecerão oferta adequada de soja importada até meados de dezembro.”

O esmagamento foi elevado de 101 milhões para 103 milhões de toneladas, enquanto a produção foi aumentada levemente, de 19,8 milhões para 19,9 milhões de toneladas. O escritório aumentou o consumo doméstico de 124,4 milhões para 125,6 milhões de toneladas em 2025/26, e reduziu os estoques finais de 47,37 milhões para 45,31 milhões de toneladas.



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Indicador do etanol hidratado se estabiliza no final do mês



Distribuidoras de etanol voltaram a ficar um pouco mais ativas no mercado spot do estado de São Paulo neste encerramento de setembro. Isso é o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

No entanto, a maior parte desses demandantes ainda adquire volumes pontuais e insuficientes para causar reações nos preços de negociação.

Do lado das usinas, a participação de vendedores também está limitada, com agentes atentos aos resultados finais do desempenho da safra 2025/26.

Nesse cenário, entre 22 e 26 de setembro, os valores do hidratado ficaram praticamente estáveis. O Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,7416/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). O valor representa ligeira desvalorização de 0,2% no comparativo ao período anterior.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Desemprego fica em 5,6% no trimestre até agosto, aponta IBGE



A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% no trimestre encerrado em agosto, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O índice repetiu o resultado do trimestre anterior e segue no menor nível desde o início da série histórica, em 2012.

Estabilidade do mercado de trabalho

Na comparação com o mesmo período de 2024, quando a taxa estava em 6,6%, houve queda de um ponto percentual. Analistas já projetavam esse patamar, com expectativa entre 5,4% e 6%. Para especialistas, a manutenção do índice reflete a estabilidade do mercado de trabalho formal e informal.

De acordo com o IBGE, o contingente de ocupados no país permanece elevado, sustentando a taxa em patamar historicamente baixo. “O mercado tem mostrado resiliência, mesmo diante de um cenário econômico de incertezas”, destacou em nota o instituto.

Rendimento e massa salarial

O rendimento médio real da população ocupada foi estimado em R$ 3.488 no trimestre até agosto. O valor ficou estável em relação aos três meses anteriores, mas registrou aumento de 3,3% na comparação anual.

Já a massa de rendimento real habitual, que considera o total recebido pelos trabalhadores, somou R$ 352,6 bilhões. O resultado representa alta de 1,4% frente ao trimestre anterior e de 5,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Perspectivas

Economistas avaliam que o desempenho do mercado de trabalho deve continuar acompanhando o ritmo da economia brasileira. A taxa de desemprego tende a permanecer em níveis baixos, mas ainda depende de fatores como crescimento do PIB, custo do crédito e cenário internacional.



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Presidente da Conafer é preso em flagrante pela CPMI do INSS



O presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), Carlos Roberto Ferreira Lopes, foi preso em flagrante na madrugada desta terça-feira (30), enquanto prestava depoimento à CPMI do INSS. Ele negou envolvimento em fraudes nos descontos de aposentados e afirmou desconhecer detalhes de operações de pessoas e empresas ligadas à entidade, investigadas por irregularidades.

Para o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), Lopes mentiu ao colegiado, mesmo após ter se comprometido a falar a verdade. “Ele tentou de todas as maneiras nos convencer de que se tratava de uma operação perfeitamente legal e correta. Não é, nós sabemos muito bem que isso é lavagem de dinheiro, dinheiro dos aposentados” afirmou.

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Segundo Viana, o presidente da Conafer ocultou informações e tentou convencer o colegiado de que a operação era regular. Ao agir dessa forma, Lopes teria cometido crime de falsidade ideológica. “Sei que nossa voz de prisão se repetirá, a pessoa será ouvida e liberada, mas há um grito na garganta de todos os brasileiros em relação a essa impunidade”, disse o presidente da CPMI.

O pedido de prisão já havia sido feito pelo deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), alegando que Carlos Roberto Ferreira teria praticado o crime de falso testemunho pelo menos quatro vezes ao longo da oitiva.

O relator da CPI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), informou que, ainda nesta terça-feira, pedirá a prisão preventiva de Lopes ao encarregado do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça. Os parlamentares entendem que a prisão preventiva é urgente, pois haveria perigo de fuga da testemunha e de que o dinheiro não seja encontrado para ressarcir os cofres públicos.



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Juros altos e endividamento travam contratação de crédito rural



Embora o Plano Safra ofereça crédito rural com taxas mais baixas, os produtores acompanham com atenção os rumos da economia. A Selic, atualmente em 15% ao ano, deve permanecer nesse nível por um período mais prolongado, segundo projeção do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. 

Na avaliação de Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, a contratação de crédito está menor que no ano passado, apesar de não depender diretamente da variação da Selic. Segundo Estevão, porém, a queda ocorre justamente em função dos juros elevados.

O Moderfrota, a 13,5% ao ano, tem registrado menor procura devido ao custo considerado alto pelos agricultores. No Pronamp, com juros de 12,5%, a demanda é maior, e no Pronaf, a 5,5%, a saída continua expressiva por ser a opção mais barata”, explica.

Números da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) comprovam esse cenário de queda no Plano Safra 2025/26. Entre julho e agosto de 2025, as operações de custeio e investimento somaram R$ 86,4 bilhões, recuo de 31% na comparação com o mesmo período de 2024, quando R$ 124,7 bilhões foram desembolsados.

Burocracias e ajuda federal ineficiente

Além disso, a aquisição de crédito pelo setor agropecuário também resvala na burocracia. Para Fabrício Rosa, diretor-executivo da Aprosoja Brasil, a dificuldade se traduz em cobranças feitas por instituições financeiras, encarecendo o custo final. Seguro de vida, da família ou dos bens são algumas delas. 

“Esse custo de captação, mesmo com banco público e recursos do Plano Safra, está extremamente alto nesta safra. Esse talvez seja o pior problema hoje na agricultura brasileira”, diz. Rosa também faz um alerta sobre o cenário fiscal do Brasil. Segundo ele, enquanto não houver reequilíbrio das contas públicas, dificilmente haverá uma solução consistente.

Algumas ações anunciadas pelo governo federal também não se mostraram eficientes. É o caso da medida provisória 1316/25, que abre crédito extraordinário de R$ 12 bilhões no Orçamento de 2025 para atender produtores rurais afetados pelo clima adverso. “A MP trouxe algum alívio, mas ainda é pouco. Falta suporte maior”, afirma.

Juros altos X crédito rural: qual a solução?

Diante das dificuldades, entidades do setor têm defendido ajustes para garantir maior acesso ao crédito. Entre as propostas está a utilização de parte dos recursos do Fundo Social do pré-sal, estimada em R$ 10 bilhões, para reforçar o financiamento agrícola.

A medida, segundo Rosa, permitiria ampliar o alcance da renegociação de dívidas para produtores que hoje não estão contemplados pela MP. “O governo aposta em linhas a juros livres, mas isso é inviável. Produtor não vai conseguir renegociar dívida a 18% ou 20% ao ano”, ressalta.

Para Estevão, a manutenção de linhas do Plano Safra até junho de 2026 garante alguma previsibilidade. No entanto, ele reconhece que o ritmo das contratações tende a continuar desaquecido. “Com o juro elevado e o impacto do tarifaço dos Estados Unidos, devemos fechar 2025 com crescimento menor do que o projetado no início do ano”, avalia.



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Trump anuncia novas tarifas sobre madeira e móveis importados



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (30) a aplicação de novas tarifas sobre produtos de madeira e mobiliário importados.

A medida prevê taxa de 10% para madeira e toras, além de 25% para armários de cozinha, pias de banheiro e móveis estofados. As tarifas entram em vigor em 14 de outubro. A partir de 1º de janeiro de 2026, os percentuais subirão para 30% no caso de móveis estofados e para 50% no caso de armários e gabinetes, em países que não firmarem acordo comercial com Washington.

Justificativa de segurança nacional

Trump baseou a decisão na Seção 232 da Lei de Comércio de 1974, que permite impor tarifas por razões de segurança nacional. Segundo a proclamação presidencial, as importações estariam enfraquecendo a indústria norte-americana de madeira e mobiliário, considerada estratégica para o setor de defesa e infraestrutura crítica.

O documento cita o uso da madeira em construções militares, transporte de munições, armazenamento de equipamentos e até em sistemas de defesa antimísseis.

Impacto nos parceiros comerciais

O Canadá, maior exportador de madeira serrada para os EUA, é o país mais afetado. O setor já enfrenta tarifas antidumping e antisubsídio que chegam a 35%. Diante das novas medidas, o governo canadense anunciou apoio de até 1,2 bilhão de dólares canadenses (cerca de US$ 870 milhões) à indústria local.

México e Vietnã, que ganharam espaço no mercado após as tarifas impostas contra a China em 2018, também estão na mira. O Vietnã havia anunciado em julho um acordo preliminar para estabelecer tarifa de 20%, mas o pacto ainda não foi formalizado, o que gera incerteza.

Alguns países conseguiram exceções parciais. O Reino Unido terá tarifa limitada a 10%, enquanto União Europeia e Japão enfrentarão 15%, de acordo com acordos bilaterais.

Críticas internas

A Câmara de Comércio dos EUA criticou as novas restrições. Para a entidade, as tarifas devem elevar custos para empresas e para o setor de construção civil, além de reduzir a competitividade em indústrias como papel e celulose.

A organização também questionou a justificativa de segurança nacional, afirmando que as importações de madeira não representam risco ao país. O órgão alertou ainda que comunidades americanas dependentes da indústria florestal podem ser diretamente prejudicadas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fundecitrus integrará consórcio internacional para combater o greening com IA


O Fundecitrus passará a integrar o consórcio internacional “Save the Orange”, lançado na última semana em Boston (EUA). A iniciativa é coordenada pela Coca-Cola Company, com apoio do MIT Generative AI Impact Consortium — vinculado ao Massachusetts Institute of Technology (MIT), uma das mais renomadas instituições de pesquisa e educação em tecnologia do mundo. O grupo também conta com a participação da Invaio Sciences, Microsoft, e outras instituições de referência em tecnologia, ciência de dados e biotecnologia. O objetivo é unir esforços no combate ao greening, considerada a doença mais grave que ameaça a produção mundial de laranjas, conectando pesquisas avançadas em inteligência artificial (IA) a aplicações práticas em diferentes setores.

No “Save the Orange”, a IA generativa será aplicada para acelerar pesquisas e simulações que possam reduzir o tempo de desenvolvimento de soluções contra a doença, que já devastou pomares nos Estados Unidos e ameaça o fornecimento global de citros. O Fundecitrus, reconhecido mundialmente por sua expertise em pesquisa e manejo da doença, terá papel de orientação e direcionamento do trabalho, usando os mais de 20 anos de experiência com pesquisas e manejo do greening.

Segundo o diretor executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres, a participação da entidade reforça seu protagonismo na pesquisa e no combate às pragas cítricas. “O Fundecitrus é referência no mundo no desenvolvimento de estratégias de manejo para uma doença que não tem cura. Ao integrar esse consórcio, reafirmamos nosso compromisso histórico com soluções baseadas em ciência, transparência e inovação, em uma ampla rede colaborativa. Esse consórcio trará os principais cientistas dos EUA em IA e irá explorar uma nova área de forma integrada para acelerar as pesquisas e, assim, ganharmos tempo. O momento exige união e um esforço mundial para quebrarmos paradigmas e vencermos o greening”, destaca.

Nova frente de atuação

O projeto reúne especialistas de diversas áreas em busca de alternativas viáveis para conter o avanço do greening. Para o Fundecitrus, a colaboração internacional amplia as chances de desenvolver ferramentas práticas que cheguem ao campo e apoiem diretamente os produtores. “A união entre academia, indústria e centros de pesquisa é fundamental para acelerar descobertas e consolidar o enfrentamento ao greening como um esforço global, no qual o Fundecitrus assume protagonismo representando a citricultura brasileira”, afirma o pesquisador Franklin Behlau.

Nos próximos meses, pesquisadores do consórcio devem visitar pomares brasileiros para conhecer de perto a citricultura do país, bem como os estudos conduzidos pelo Fundecitrus sobre o manejo do greening e o controle do psilídeo transmissor da doença.





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Sem gestão de risco, o agro é refém do clima


O agro brasileiro domina a produção, mas continua vulnerável aos humores do clima. Chuvas fora de hora, estiagens e eventos extremos se multiplicam, e já não basta confiar apenas na intuição: a sobrevivência exige planejamento científico.

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) é mais do que burocracia: é um escudo contra perdas, indicando onde e quando plantar para reduzir riscos. Somado a isso, a meteorologia ganhou protagonismo. Cada previsão confiável pode significar lucro ou prejuízo, e os boletins do Canal Rural tornaram-se aliados indispensáveis para decisões no campo.

O problema é que, enquanto EUA e Europa trata o seguro rural como política de Estado, o Brasil ainda o vê como luxo. Pequenos e médios produtores seguem descobertos, dependentes de socorros emergenciais lentos e insuficientes. Sem zoneamento aplicado, meteorologia confiável e seguro acessível, o risco climático continuará recaindo sobre quem produz.

Proteger o produtor é proteger a soberania alimentar do Brasil. O agro pode ser moderno e sustentável, mas sem gestão de risco seguirá refém da próxima nuvem carregada.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Produtor paraibano conquista certificação e abre novos mercados para o mel


Samuel dos Santos Bezerra, apicultor e sócio-presidente da Associação dos Apicultores e Meliponicultores de São José dos Cordeiros, na Paraíba (PB), comemora um marco importante para a atividade: o certificado do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisb-Poa), que garante a venda dos produtos em todo o país.

“A gente não consegue nem descrever a importância de uma conquista desse tamanho, porque, agora, vamos conseguir levar o nosso produto além das fronteiras do estado”, diz Bezerra.

Segundo o apicultor, a certificação amplia a visibilidade e dá ânimo aos produtores. “Agora, literalmente o Brasil é o limite. Com isso, os produtores vão se sentir mais motivados a aumentar a produção e a região passa a ter uma perspectiva diferente”, afirma o apicultor.

Com certificação, união e apoio, os apicultores de São José dos Cordeiros, na Paraíba agora enxergam novos horizontes para o mel local.

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Desde pequeno Bezerra explora o universo da apicultura, acompanhando o pai na atividade. Por tanto, essa vivência lhe deu profundo conhecimento sobre a realidade, principalmente da cidade.

“A gente sofre muito com as intempéries do tempo, às vezes chove muito, e às vezes não chove de jeito nenhum, e a apicultura é uma possibilidade de [empreender] e ter uma vida melhor.”

Além disso, a trajetória da associação até a conquista do selo Sisb-Poa contou com um incentivo decisivo.

“O Sebrae ajudou desde a implantação da atividade apícola no município até a chance de eu estar aqui representando a associação no evento. O Sebrae/PB é um pai, uma mãe, é um parceiro grande da gente”, destaca o apicultor feliz pela conquista.

Para os pequenos produtores que ainda não entraram no empreendedorismo, por medo ou por qualquer outro motivo, o apicultor dá uma dica: “Vai com medo mesmo, acredite no seu potencial e invista nele. Vai ser fácil? Não. Mas só vai que vai dar certo.”

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais sobre empreendedorismo no campo? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Parceria internacional impulsiona pesquisa com extratos vegetais no combate ao cancro cítrico



A comitiva visitou a sede do Fundecitrus


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, na semana passada, a visita do pesquisador Dirk Jan Scheffers, da Universidade de Groningen, na Holanda, acompanhado de sua aluna de doutorado Terezija Jovanovski, além dos professores Henrique Ferreira e Michel Brienzo, da Unesp Rio Claro. O encontro marcou mais uma etapa da parceria entre as instituições, voltada ao desenvolvimento de formulações à base de extratos vegetais para o combate ao cancro cítrico. Nesta fase, liderada pelo Fundecitrus, os trabalhos incluem experimentos de campo.

A comitiva visitou a sede do Fundecitrus, na companhia dos pesquisadores Franklin Behlau e Eduardo Gorayeb e da pós-doutoranda da instituição Beatriz Pecoraro Sanches, e o campo experimental de Votuporanga (SP). As pesquisas com extratos vegetais têm grande relevância para a citricultura por oferecerem alternativas sustentáveis e seguras ao uso do cobre, principal defensivo químico empregado no manejo da doença. “Essas formulações podem ser incorporadas ao manejo integrado, ampliando as ferramentas disponíveis para os produtores e reduzindo a pressão de seleção que favorece o surgimento de bactérias resistentes. Além disso, o uso desses produtos contribui para a segurança alimentar e facilita o atendimento às exigências de mercados consumidores mais rigorosos”, explica Gorayeb.

O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em parceria com a Netherlands Organization for Scientific Research (NWO), principal agência pública de fomento à pesquisa da Holanda.





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