sexta-feira, abril 24, 2026

Autor: Redação

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Produtora de Minas Gerais aposta em cafés especiais com marca familiar



O Dia Internacional do Café, celebrado hoje, 1º de outubro, vai além da xícara. A data valoriza uma das bebidas mais consumidas do mundo e destaca histórias de produtores que mantêm a tradição, mas também buscam inovação.

É o caso de Dulcinéia, produtora rural de Luisburgo, na região das Matas de Minas, que há quase uma década transformou a gestão da propriedade herdada do pai em um negócio voltado para cafés especiais.

“Eu sou a terceira geração na cafeicultura, essa propriedade eu recebi de herança do meu pai e aos 20 anos eu peguei a gestão total da propriedade”, conta a produtora.

Reconhecimento e rastreabilidade

A qualidade dos cafés é atestada pelo Conselho das Matas de Minas, que emite laudos e garante rastreabilidade.

“Esses cafés, que são cafés especiais, nós levamos aqui para o Conselho das Matas de Minas, que é um conselho que nos dá o laudo, desses cafés pontuados, onde atesta a qualidade daquele produto, é um selo de rastreabilidade, e aquele café conta ali a nossa história.”

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Apoio e mercado

Além disso, o trabalho de Dulcinéia ganhou força com apoio do Sebrae, por meio de capacitações e rodadas de negócios, “através de um apoio sobre gestão, de capacitação, o Sebrae traz pra gente muito treinamento… Uma das coisas muito importantes que pra mim o Sebrae faz é rodada de negócios. Esse acesso que ele nos proporciona a mercado”, conclui a produtora.

Com isso, a gerente de Agronegócios e Artesanato do Sebrae Minas, Priscilla Lins, afirma que “a estratégia de Identidade e Origem, criada pelo Sebrae Minas, conecta produto, território e pessoas, valorizando vocações locais e transformando o café em alavanca de desenvolvimento territorial sustentável.”

E, também, enaltece o data… “Neste Dia Internacional do Café, celebramos a força dos produtores que sustentam o poder de sermos o maior produtor de café do mundo e das indústrias, cooperativas, exportadores, baristas e empreendedores que fazem essa roda girar.”

Mais que bebida

No Dia Internacional do Café, histórias como a de Dulcinéia revelam como a cafeicultura brasileira une tradição, sustentabilidade e protagonismo feminino, mantendo viva a importância cultural e econômica do setor.



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AgroNewsPolítica & Agro

colheita da soja fica 5 pontos atrás de 2024



USDA atualiza avanço de milho e soja



Foto: Canva

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apresentou o andamento da safra de milho e soja no país até 28 de setembro.

No caso do milho, 95% da safra atingiu o estágio de amadurecimento, resultado igual ao do ano passado e 1 ponto percentual abaixo da média dos últimos cinco anos. Segundo o boletim, “71% do milho estava maduro no final da semana, 2 pontos percentuais abaixo do ano passado e 3 pontos abaixo da média”. Até os mesmos dados, 18% da área plantada havia sido colhida, recuo de 2 pontos em relação a 2024 e 1 ponto abaixo da média histórica. A qualidade do cereal manteve-se estável, com 66% classificado como bom a excelente. Em Iowa, principal estado produtor, o índice chegou a 71%.

Em relação à soja, 79% da safra havia perdas até 28 de setembro, número igual ao do ano passado e 2 pontos percentuais acima da média de cinco anos. A colheita atingiu 19% da área plantada, 5 pontos abaixo de 2024 e 1 ponto abaixo da média. O USDA informou que “62% da safra de soja foi classificada como boa a excelente, 1 ponto percentual acima da semana anteriorou”.





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Após São Paulo, Pernambuco confirma duas mortes por intoxicação por metanol em bebidas



A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco confirmou, na terça-feira (30), três casos suspeitos de intoxicação por metanol. Dois pacientes morreram e um ficou cego após dar entrada no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, no Agreste. As vítimas são homens de Lajedo e João Alfredo.

Segundo o hospital, o primeiro paciente, de 43 anos, morreu no dia 9 de setembro; o segundo, de 32 anos, perdeu a visão, mas recebeu alta em 23 de setembro; já o terceiro homem, natural de João Alfredo, não resistiu e morreu nesta terça.

A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) informou que equipes intensificarão a fiscalização em distribuidoras e pontos de venda de bebidas alcoólicas, com coleta de amostras e interdição preventiva de lotes suspeitos.

Casos semelhantes foram registrados em São Paulo, onde ao menos cinco pessoas morreram após consumir bebidas adulteradas com a substância altamente tóxica. A suspeita é que o metanol esteja sendo usado em produtos falsificados.

Os sintomas de intoxicação podem incluir náusea, vômito e dor abdominal, evoluindo em poucas horas para visão turva, cegueira e até coma.



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Outubro começa com temporais e calor intenso; veja a previsão do tempo



A quarta-feira (1º) será marcada por instabilidade em várias regiões do Brasil, enquanto áreas do Sudeste e do Centro-Oeste devem enfrentar calor intenso e baixa umidade do ar.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

A entrada de ventos marítimos mantém o tempo instável sobre boa parte do Rio Grande do Sul, com pancadas de chuva isoladas e de fraca intensidade ao longo do dia, especialmente no norte, na Costa Doce, na Serra, no litoral e na região metropolitana.

Em Santa Catarina e no Paraná, a umidade e perturbações em níveis mais altos da atmosfera reforçam a instabilidade. As chuvas começam já pela manhã no interior e ganham força à tarde. No leste catarinense e no interior paranaense há risco de chuva forte. No litoral do Paraná, as pancadas variam entre fraca e moderada intensidade. A exceção será o norte do estado, que permanece com tempo firme, calor e umidade crítica.

Sudeste

A maior parte da região terá tempo seco. Há chance de chuva isolada apenas nas faixas litorâneas, como no litoral sul de São Paulo e no Espírito Santo. O leste paulista, incluindo a Grande São Paulo, também pode registrar pancadas de chuva rápidas.

No interior paulista, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, o destaque será o calor intenso, com temperaturas próximas dos 40 °C e umidade em níveis de atenção e alerta. Entre o Triângulo Mineiro, norte e noroeste paulista, os índices podem cair abaixo dos 12%.

Centro-Oeste

As instabilidades se concentram no norte e oeste de Mato Grosso e no oeste e sul de Mato Grosso do Sul, com pancadas de chuva irregulares à tarde, algumas de forte intensidade, acompanhadas de raios e rajadas de vento.

No restante da região, a atuação de uma área de alta pressão mantém o tempo firme, ensolarado e seco. Em Goiás, no Distrito Federal e em parte de Mato Grosso, a umidade deve atingir níveis de alerta e até de emergência.

Nordeste

A circulação de ventos marítimos leva umidade para a faixa leste da região, com chuva entre o litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte. Entre Alagoas e Pernambuco, a chuva pode ser mais forte em alguns momentos.

Já no interior, o tempo segue firme, quente e seco. No sertão nordestino, a umidade se mantém em níveis críticos, e o risco de queimadas permanece elevado.

Norte

As instabilidades continuam atuando sobre Amazonas e Roraima, com pancadas de chuva que variam de moderada a forte intensidade. Também deve chover, de forma isolada, no Acre, em Rondônia e no oeste do Pará. Já Amapá e Tocantins devem ter tempo firme ao longo do dia.



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Corte de juros pelo Fed trouxe otimismo para os mercados em setembro


No morning call desta quarta-feira (1), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que setembro foi de otimismo nos mercados, com expectativas de cortes de juros pelo Fed impulsionando bolsas de NY e moedas emergentes. O Dow Jones e o S&P 500 tiveram melhores resultados para o mês desde 2019 e 2010.

No Brasil, o Ibovespa subiu 3,40% e o dólar fechou a R$ 5,32, enquanto os juros longos recuaram. Hoje, destaque para indicadores econômicos locais e PMIs industriais na Europa e nos Estados Unidos.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Produtora de Minas Gerais aposta em cafés especiais com marca familiar



O Dia Internacional do Café, celebrado hoje, 1º de outubro, vai além da xícara. A data valoriza uma das bebidas mais consumidas do mundo e destaca histórias de produtores que mantêm a tradição, mas também buscam inovação.

É o caso de Dulcinéia, produtora rural de Luisburgo, na região das Matas de Minas, que há quase uma década transformou a gestão da propriedade herdada do pai em um negócio voltado para cafés especiais. “Eu sou a terceira geração na cafeicultura, essa propriedade eu recebi de herança do meu pai e aos 20 anos eu peguei a gestão total da propriedade”, conta a produtora.

Reconhecimento e rastreabilidade

A qualidade dos cafés é atestada pelo Conselho das Matas de Minas, que emite laudos e garante rastreabilidade. “Esses cafés, que são cafés especiais, nós levamos aqui para o Conselho das Matas de Minas, que é um conselho que nos dá o laudo, desses cafés pontuados, onde atesta a qualidade daquele produto, é um selo de rastreabilidade, e aquele café conta ali a nossa história.”

Apoio e mercado

Além disso, o trabalho de Dulcinéia ganhou força com apoio do Sebrae, por meio de capacitações e rodadas de negócios, “através de um apoio sobre gestão, de capacitação, o Sebrae traz pra gente muito treinamento… Uma das coisas muito importantes que pra mim o Sebrae faz é rodada de negócios. Esse acesso que ele nos proporciona a mercado”, conclui a produtora.

Com isso, a gerente de Agronegócios e Artesanato do Sebrae Minas, Priscilla Lins, afirma que “a estratégia de Identidade e Origem, criada pelo Sebrae Minas, conecta produto, território e pessoas, valorizando vocações locais e transformando o café em alavanca de desenvolvimento territorial sustentável.”

E, também, enaltece o data… “Neste Dia Internacional do Café, celebramos a força dos produtores que sustentam o poder de sermos o maior produtor de café do mundo e das indústrias, cooperativas, exportadores, baristas e empreendedores que fazem essa roda girar.”

Mais que bebida

No Dia Internacional do Café, histórias como a de Dulcinéia revelam como a cafeicultura brasileira une tradição, sustentabilidade e protagonismo feminino, mantendo viva a importância cultural e econômica do setor.



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AgroNewsPolítica & Agro

Demanda por fretes cai em Goiás após colheita do milho



Goiás exporta 1,9 milhões de toneladas de grãos até agosto



Foto: Sheila Flores

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, por meio da edição de setembro do Boletim Logístico, divulgou nesta segunda-feira (29), que Goiás registrou em agosto redução na demanda por fretes a partir da segunda quinzena. Segundo a publicação, “essa variação sazonal está diretamente relacionada ao encerramento da colheita de milho na região sul do estado, um dos principais fatores que movimentam o setor logístico local”.

Conforme os boletins anteriores, os principais destinos das cargas transportadas pelas empresas foram os portos da Baixada Santista e o terminal da Rumo, em Rio Verde, considerados pontos estratégicos para o escoamento da produção regional. Durante o mês, o milho foi o produto mais movimentado, sobretudo na primeira quinzena. Com o fim da colheita, os preços oscilaram, registrando tanto quedas quanto altas pontuais que contribuíram para o mercado em algumas semanas.

Entre os fatores de sustentação do mercado, a Conab destacou a relativa estabilidade das cotações, mesmo diante das perspectivas de uma segunda safra de milho considerada promissora. Além disso, as exportações de Goiás entre janeiro e agosto somaram 1.921.219 toneladas de grãos in natura e processados, segundo dados do Siscomex. “Esse volume representa um aumento de quase 13% em relação ao exportado no mesmo período de 2024”, informou a companhia. O índice de comercialização da safra atual está entre 60% e 65%, podendo ser superior, em razão de vendas realizadas diretamente nas propriedades rurais.





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No Dia Internacional do Café, incertezas globais desafiam futuro do setor



O café é quase uma unanimidade por inúmeros motivos. O grão reúne fatores culturais, sociais e sensoriais, além de benefícios à saúde. Consumido por bilhões de pessoas diariamente, é a segunda bebida mais ingerida no mundo, atrás apenas da água.

O Dia Internacional do Café, celebrado em 1º de outubro, foi criado em 2015 para valorizar essa trajetória e destacar a importância da cadeia produtiva.

No Brasil, maior produtor e exportador, o setor enfrenta desde 2020 uma combinação de desafios, que vão de eventos climáticos extremos a custos mais altos de produção, bem como tensões geopolíticas. Além disso, os repasses de preços no varejo também desafiam o consumo.

Consumo em queda

Diante desse cenário, o café começa a perder espaço na xícara do consumidor. É o que mostra uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), que ouviu 4.200 pessoas de todas as regiões do país. Segundo o levantamento, 24% dos entrevistados afirmaram ter diminuído o consumo, a maior taxa da série histórica.

O principal fator para a retração é o aumento expressivo dos preços. Nos últimos dois anos, o café esteve entre os alimentos que mais pressionaram a inflação brasileira, acumulando alta superior a 70%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compilados pela ABIC.

Tarifaço e protecionismo

Em vigor desde agosto, as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras estão entre as principais preocupações do setor. Marcos Matos, diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), reforça que o foco da entidade em garantir a isenção tarifária o mais rápido possível continua.

“Nos EUA, o setor atua de forma decisiva para abrir o diálogo com as contrapartes norte-americanas”, explica.

Além do tarifaço, há o debate sobre a lei antidesmatamento da União Europeia, que proíbe a importação de produtos, como o café, provenientes de áreas desmatadas. Nesse sentido, Matos afirma que a cafeicultura brasileira é carbono negativo, ou seja, sequestra mais do que emite. “O nosso grão é baseado na sustentabilidade social, ambiental e econômica”, diz.

Café: orgulho nacional

Embora os desafios sejam muitos, o brasileiro continua fiel ao café. Segundo Celírio Inácio, diretor-executivo da ABIC, 87% dos consumidores reconhecem o selo de qualidade da entidade. Afinal, a bebida está presente na rotina de 98% dos lares.

“Isso confirma a confiança do público na certificação, mesmo em momentos de crise. Nosso papel é garantir que o café siga presente em todos os lares, mantendo qualidade e segurança alimenta”, ressalta.

Para Matos, o café representa um legado brasileiro. “Neste Dia Internacional do Café — um produto que é orgulho nacional e que, em 2027, completará 300 anos no Brasil —, reafirmamos o compromisso do Cecafé em promover a sustentabilidade, a competitividade e a eficiência do setor”, conclui.



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AgroNewsPolítica & Agro

enchentes e seca afetam áreas agrícolas europeias



Chuva intensa contrasta com seca em regiões da Europa



Foto: Pexels

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), destacou que as condições climáticas na Europa apresentaram fortes contrastes ao longo da última semana.

Segundo o relatório, “uma forte área de alta pressão sobre o norte da Europa manteve céus ensolarados e temperaturas até 3°C abaixo do normal”, o que favoreceu tanto a colheita das safras de verão quanto a semeadura das culturas de inverno.

Na Europa Central, o sistema de tempestades permaneceu estacionado devido à mesma alta pressão, provocando chuvas de 10 a 100 milímetros entre o leste da França, Itália, Alemanha central e sul, Bálcãs ocidentais e sudoeste da Polônia. “Os volumes de precipitação aumentaram o suprimento de umidade para os grãos e oleaginosas de inverno, mas também causaram inundações localizadas”, informou o boletim. Em algumas áreas do noroeste da Itália, os totais semanais ultrapassaram 200 milímetros, chegando a 262 milímetros.

Enquanto isso, a seca se intensificou na Hungria e no vale do baixo rio Danúbio, sob calor até 5°C acima do normal e céu aberto, o que manteve a umidade do solo severamente limitada para a emergência das lavouras de inverno.

Na Península Ibérica, o tempo seco sustentou um início mais lento do Ano Hidrológico de 2025/26. O boletim observou que “as temperaturas recordes da semana anterior foram substituídas por valores de 3 a 6°C abaixo do normal”. Apesar disso, os remanescentes do furacão Gabrielle trouxeram chuvas localizadas ao norte de Portugal e ao centro-oeste da Espanha logo após o período de monitoramento.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Petróleo fecha em queda por preocupações com grande volume de oferta


Logotipo Reuters

Por Erwin Seba

HOUSTON (Reuters) – Os preços do petróleo caíram nesta sexta-feira, uma vez que as preocupações com o grande volume de suprimentos e o declínio da demanda superaram as expectativas de que o primeiro corte da taxa de juros do ano pelo Federal Reserve dos Estados Unidos desencadearia mais consumo.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam a US$66,68 por barril, com queda de 1,1%. Os contratos futuros do West Texas Intermediate (WTI) dos EUA fecharam a US$62,68, com queda de 1,4%.

Ambos os contratos de referência, entretanto, subiram pela segunda semana consecutiva.

“O fornecimento de petróleo continua robusto e a Opep está reduzindo seus cortes na produção de petróleo”, disse Andrew Lipow, presidente da Lipow Oil Associates. “Não vimos nenhum impacto sobre as exportações russas de petróleo” devido às sanções.

O Fed cortou sua taxa de juros em um quarto de ponto percentual na quarta-feira e indicou que mais cortes viriam em seguida, em resposta aos sinais de fraqueza no mercado de trabalho dos EUA.

Os custos de empréstimos mais baixos normalmente aumentam a demanda por petróleo e elevam os preços.

John Kilduff, sócio da Again Capital, disse que futuros cortes de um quarto de ponto percentual nas taxas do Fed provavelmente não impulsionariam os mercados de petróleo porque enfraqueceriam ainda mais o dólar, tornando a compra do petróleo mais cara.

Do lado da demanda, todas as agências de energia, incluindo a Administração de Informações sobre Energia dos EUA, sinalizaram preocupação com o enfraquecimento da demanda, atenuando as expectativas de aumento significativo dos preços no curto prazo, disse Priyanka Sachdeva, analista da Phillip Nova.

(Reportagem de Erwin Seba em Houston, Stephanie Kelly em Londres; reportagem adicional de Sudarshan Varadhan)





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