sexta-feira, abril 24, 2026

Autor: Redação

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Em 2025, queda no Indicador do arroz é de quase 40%



Os preços do arroz em casca negociado no Rio Grande do Sul estão praticamente atravessando o ano de 2025 em queda. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em economia Aplicada (Cepea).

Em setembro, o Indicador Cepea/IRGA-RS (produto com 58% de grãos inteiros e pagamento à vista) recuou 9,3% e, na parcial de 2025, a baixa é de quase 40%. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão vem da ampla oferta, da demanda interna estável, do ritmo lento das exportações e da retração das cotações internacionais, que, por sua vez, estão nos menores patamares em 43 meses (de acordo com dados da FAO).

Esse cenário pressiona as margens esperadas para a próxima temporada e deve levar à redução da área destinada ao arroz no País. 

No mercado internacional, o comportamento é semelhante. Dados da FAO indicam que o índice global de preços do arroz beneficiado caiu para 101,4 pontos em agosto, 2,03% abaixo de julho e 24,33% inferior a agosto de 2024. Entre 18 países analisados, 16 registraram quedas expressivas, com destaque para Brasil, Argentina e Uruguai.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Um em cada quatro municípios do Cerrado tem menos de 20% de vegetação nativa



O Cerrado perdeu 40,5 milhões de hectares de vegetação nativa entre 1985 e 2024 — o equivalente a 28% de sua cobertura original. O dado faz parte da Coleção 10 do MapBiomas, divulgada nesta quarta-feira (1º), que detalha as transformações ocorridas no segundo maior bioma brasileiro ao longo de quatro décadas.

Hoje, um em cada quatro municípios do Cerrado tem menos de 20% de vegetação nativa, enquanto apenas 16% preservam mais de 80% de sua área com cobertura natural. Em 1985, esse percentual era de 37%.

No mesmo período, a região conhecida como Matopiba, que reúne Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e representa 30% do Cerrado, respondeu por 39% da perda líquida de vegetação nativa, equivalente a 15,7 milhões de hectares. Só nos últimos dez anos, 73% de todo o desmatamento do bioma ocorreu nessa área, hoje consolidada como a principal fronteira agrícola do país.

Segundo Bárbara Costa, analista de pesquisa do IPAM e integrante da equipe do MapBiomas Cerrado, o processo foi acelerado pela expansão agropecuária:

“O Cerrado vem sendo transformado em ritmo acelerado nas últimas quatro décadas. Mais recentemente, o Matopiba se consolidou como a principal fronteira agrícola, concentrando grande parte da perda da vegetação nativa, restando metade da cobertura natural do bioma.”

Expansão da agropecuária

Entre 1985 e 2024, as atividades agropecuárias no Cerrado cresceram 74%. A agricultura foi o uso da terra que mais se expandiu, com alta de 533% (+22,1 milhões de hectares), puxada principalmente pela soja, que hoje ocupa quase metade (49%) da área plantada no Brasil.

As pastagens, embora em queda desde o pico de 2007, ainda ocupam 24,1% do bioma. Já a silvicultura cresceu 446% no período, enquanto culturas perenes como café e cítricos também se expandiram.

Recursos hídricos sob pressão

O levantamento mostra ainda que a superfície natural de água encolheu 28% em 40 anos, enquanto cresceu a área destinada a hidrelétricas, reservatórios e aquicultura.

Para Ane Alencar, diretora de Ciência do IPAM e coordenadora do MapBiomas Cerrado e Fogo, o dado reforça a necessidade de políticas que conciliem produção agrícola e conservação ambiental:

“Mais da metade do bioma está em imóveis rurais. É fundamental promover incentivos que conciliem produção, conservação e recuperação da vegetação nativa para garantir a segurança hídrica, alimentar e climática do Brasil.”

Áreas protegidas resistem

O estudo também destaca que terras indígenas (97%), áreas militares (95%) e unidades de conservação (94%) apresentam os maiores percentuais de preservação. Já áreas urbanas mantêm apenas 7% de vegetação nativa.



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Algodão tem o menor preço médio desde fevereiro de 2015



A colheita de algodão da safra 2024/25 está praticamente concluída no Brasil e o beneficiamento da pluma se aproxima dos 50% da produção. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Pesquisadores do instituto destacam que esse cenário mantém elevada a disponibilidade de algodão no mercado spot nacional, levando alguns vendedores a ficar mais flexíveis nos valores pedidos.

Já compradores ativos seguem ofertando preços ainda menores. Esse contexto somado às recentes desvalorizações externas pressionam os valores domésticos do algodão em pluma. 

Levantamento do Cepea mostra que setembro foi o quarto mês consecutivo de baixa. Assim, depois de atingir em maio o maior patamar deste ano, a média da pluma vem recuando desde então, chegando, em setembro, ao menor patamar real desde fevereiro de 2015. 

Dados mostram que a média do Indicador em setembro caiu 6,6% frente à de agosto/25 e ficou 8,26% inferior à de setembro/24, sendo a também menor desde fevereiro/15 (R$ 3,5416/lp), em termos reais (IGP-DI de ago/25).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Oferta pressiona boi gordo em MT durante setembro



Imea projeta recuperação do boi gordo até fim do ano



Foto: Pixabay

Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (29), o aumento da arroba paulista ampliou o diferencial de base entre Mato Grosso e São Paulo na parcial de setembro de 2025.

Até o dia 26 de setembro, o preço da arroba do boi gordo em Mato Grosso ficou na média de R$ 295,98, recuo de 0,31% em relação a agosto. Em São Paulo, a arroba foi cotada em média a R$ 312,00, alta de 0,37% no mesmo comparativo. O relatório destaca que “esses valores representam os maiores já registrados para o período em ambas as praças”, considerando preços livres do Funrural.

Com esse movimento, o diferencial de base MT-SP atingiu -5,13% na parcial de setembro, queda de 0,66 ponto percentual em comparação com agosto. De acordo com o Imea, o cenário reflete o aumento da oferta de bovinos vencidos, que pressionou os preços do boi gordo ao longo do mês.

O instituto acrescenta que “o alongamento ou encurtamento do diferencial de base dependerá da recuperação dos preços do boi gordo, movimento que tenderá a ocorrer no final do ano”.





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Vendas de soja da Argentina à China geram atrito e podem afetar acordo de US$ 20 bi com os EUA



O presidente da Argentina, Javier Milei, visitará oficialmente os Estados Unidos no dia 14 de outubro, onde será recebido pelo presidente Donald Trump na Casa Branca. O encontro deve consolidar um acordo de swap de US$ 20 bilhões anunciado recentemente pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent.

No entanto, a operação começou a gerar desconforto em Washington após a Argentina fechar contratos bilionários de venda de soja para a China, um dos principais mercados-alvo dos produtores norte-americanos. Segundo a agência Reuters, republicanos classificaram a medida como contraditória, já que os EUA oferecem apoio financeiro ao governo Milei enquanto Buenos Aires amplia o comércio com Pequim.

Na semana passada, a Associated Press registrou Bessent lendo uma mensagem atribuída à secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, que descrevia a situação como “desafortunada”. O texto criticava a decisão argentina de reduzir tarifas de exportação de grãos e aproveitar para vender soja mais barata aos chineses justamente no período em que os EUA costumam abastecer o mercado asiático.

Taxa zero

Em agosto, o governo Milei suspendeu temporariamente a cobrança do imposto de exportação de soja e derivados, medida que ampliou a competitividade do grão argentino e favoreceu a conquista de grandes contratos com a China. Inicialmente, a isenção seria válida até o fim de outubro, mas o governo decidiu antecipar o retorno da tarifa em setembro, após pressão interna sobre a perda de arrecadação.

Ainda assim, no período de vigência da suspensão, exportadores argentinos fecharam pelo menos dez carregamentos de soja para o mercado chinês, cada um com cerca de 65 mil toneladas, aproveitando a janela de isenção tributária.

Risco diplomático

A ofensiva comercial pode complicar as negociações entre Milei e Trump. Enquanto os argentinos buscam reforçar os laços financeiros com Washington, o fortalecimento das exportações para a China em um setor estratégico como a soja levanta dúvidas sobre até que ponto Buenos Aires está alinhada aos interesses norte-americanos.



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Chuvas animam cafeicultores



Chuvas em meados de setembro animaram cafeicultores brasileiros, à medida que devem favorecer o desenvolvimento da safra 2026/27. Isso é o que apuraram os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do Cepea, produtores, agora, estão à espera da abertura das flores na maioria das lavouras de arábica da região Sudeste do Brasil. Até o fim do mês, alguns agentes consultados já sinalizavam começo de floração em certos talhões. Mas uma parcela mais significativa deve florescer nestes primeiros dias de outubro.

Já nas regiões irrigadas, colaboradores do Cepea informam que as lavouras apresentam uma florada significativa, indicando bom potencial para a próxima safra. Nas áreas de sequeiro, a floração está um pouco mais atrasada. 

Diante disso, é fundamental que as chuvas persistam neste momento, o que evitaria o abortamento das flores que já abriram e garantiria o desenvolvimento da produção. 

Pesquisadores do Cepea destacam que a safra 2026/27 do Brasil é bastante aguardada como alternativa para, ao menos, melhorar os estoques globais de café, já que a temporada 2025/26 ficou abaixo das expectativas no beneficiamento dos lotes. 

Assim, qualquer possibilidade de redução do potencial da próxima safra gera grande insegurança no mercado, intensificando a atual volatilidade.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Câmara pode votar nesta quarta isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil



A Câmara dos Deputados pode votar nesta quarta-feira (1º) o projeto de lei que aumenta a faixa de isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil a partir de 2026 (PL 1087/25).

A proposta, enviada em março deste ano pelo governo, estabelece que a isenção – que deve custar R$ 25,8 bilhões por ano – será compensada taxando mais quem ganha acima de R$ 600 mil por ano. Segundo o Ministério da Fazenda, a medida atingirá 0,13% dos contribuintes, que hoje pagam, em média, apenas 2,54% de Imposto de Renda.

O relator do texto, deputado Arthur Lira (PP-AL), afirmou que há unanimidade na Câmara dos Deputados para aprovar a isenção total de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e parcial para quem recebe até R$ 7.350.

Ele disse que o desafio do texto está em encontrar equilíbrio na compensação para garantir que cerca de 16 milhões de brasileiros tenham isenção parcial ou total do imposto.

A proposta foi aprovada em julho deste ano em comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para analisá-la. No Plenário, a proposta tramita em regime de urgência.



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avanço histórico ou vitrine política?


O presidente Lula sancionou a Lei nº 14.988/2025, que transforma o Pronaf e o Plano Safra da Agricultura Familiar em políticas de Estado. Na prática, esses instrumentos deixam de depender de decretos ou portarias, mais vulneráveis a mudanças de governo, e passam a ter um peso institucional muito maior.

O que mudou

Estabilidade legal: Pronaf e Plano Safra deixam de ser apenas políticas de governo e passam a ter continuidade garantida por lei.

Recriação do Condraf: o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, extinto em gestões anteriores, volta como instância permanente de participação social e formulação de diretrizes.

Prioridade legal: o crédito rural para agricultores familiares passa a ter prioridade definida em lei, reforçando o papel do setor na segurança alimentar.

O que foi criado

Compras públicas ampliadas: o percentual mínimo do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) sobe de 30% para 45% de produtos adquiridos da agricultura familiar.

Nova prioridade no PAA: o Programa de Aquisição de Alimentos passa a atender primeiro municípios em situação de emergência ou calamidade pública.

Selo Doador de Alimentos: incentivo a empresas e entidades que destinarem alimentos para doação, fortalecendo o combate ao desperdício e à fome.

É um passo importante, pois a agricultura familiar responde por grande parte dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros e precisa de previsibilidade para investir e planejar. Ao dar status de lei, cria-se a expectativa de continuidade e estabilidade para milhões de pequenos produtores.

Mas há um ponto essencial: a lei sem dinheiro não alimenta ninguém. O que sustenta o Pronaf e o Plano Safra não é o texto jurídico, mas sim o orçamento anual destinado a crédito, custeio e programas de apoio. Se os recursos não forem garantidos de forma consistente, a nova lei corre o risco de virar apenas vitrine política.

Outro desafio será evitar que a formalização traga rigidez. O campo exige flexibilidade: secas, pragas e oscilações de mercado não seguem calendário legislativo. Se a lei não vier acompanhada de mecanismos ágeis, o produtor pode continuar refém da burocracia.

É positivo que o Pronaf e o Plano Safra sejam elevados ao patamar de políticas de Estado. Além da importância institucional, a medida também representa uma oportunidade política: reforçar a imagem do governo junto ao público rural e mostrar compromisso com a segurança alimentar. Mas essa oportunidade só se consolidará se os resultados forem concretos no campo.

Em resumo, o verdadeiro teste será transformar esse marco no papel em benefícios reais para agricultores e consumidores. Sem orçamento robusto e gestão eficiente, a agricultura familiar pode acabar com uma lei para chamar de sua, mas sem força para mudar a vida de quem planta e colhe.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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São Paulo interdita bares em regiões nobres por suspeita de intoxicação de bebida por metanol



As Vigilâncias Sanitárias do estado e do município de São Paulo, em parceria com a Polícia Civil, interditaram dois bares localizados nos bairros dos Jardins e da Mooca, na capital paulista, na terça-feira (30). A ação ocorre após o registro de casos suspeitos de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas adulteradas. Em São Bernardo do Campo, outro bar também foi fechado.

Durante a fiscalização nos bares da capital, foram apreendidas mais de 100 garrafas sem rótulo e sem comprovação de procedência. Já no ABC, garrafas de bebidas foram recolhidas e encaminhadas para perícia policial.

Além desses casos, um minimercado no bairro Planalto Paulista, zona sul da capital, foi alvo de fiscalização, com a apreensão e interdição de mais de 40 garrafas de uísque, gim e vodca. O responsável pelo estabelecimento foi conduzido à delegacia. No M’Boi Mirim, uma distribuidora também teve a comercialização de bebidas alcoólicas parcialmente interditada.

Gabinete de crise

O governo paulista confirmou sete casos de intoxicação por metanol no estado, com cinco mortes já registradas. Outros 15 casos seguem em investigação. Para enfrentar a situação, foi criado um gabinete de crise para coordenar ações de fiscalização, atendimento hospitalar e investigação.

Riscos e sintomas

A intoxicação por metanol pode causar cegueira permanente e até a morte. Os primeiros sintomas incluem dor abdominal intensa, tontura e confusão mental. Em casos suspeitos, especialistas orientam procurar atendimento médico imediato. O socorro nas primeiras seis horas após o início dos sintomas é considerado essencial para evitar complicações.



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Produtora de Minas Gerais aposta em cafés especiais com marca familiar



O Dia Internacional do Café, celebrado hoje, 1º de outubro, vai além da xícara. A data valoriza uma das bebidas mais consumidas do mundo e destaca histórias de produtores que mantêm a tradição, mas também buscam inovação.

É o caso de Dulcinéia, produtora rural de Luisburgo, na região das Matas de Minas, que há quase uma década transformou a gestão da propriedade herdada do pai em um negócio voltado para cafés especiais.

“Eu sou a terceira geração na cafeicultura, essa propriedade eu recebi de herança do meu pai e aos 20 anos eu peguei a gestão total da propriedade”, conta a produtora.

Reconhecimento e rastreabilidade

A qualidade dos cafés é atestada pelo Conselho das Matas de Minas, que emite laudos e garante rastreabilidade.

“Esses cafés, que são cafés especiais, nós levamos aqui para o Conselho das Matas de Minas, que é um conselho que nos dá o laudo, desses cafés pontuados, onde atesta a qualidade daquele produto, é um selo de rastreabilidade, e aquele café conta ali a nossa história.”

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Apoio e mercado

Além disso, o trabalho de Dulcinéia ganhou força com apoio do Sebrae, por meio de capacitações e rodadas de negócios, “através de um apoio sobre gestão, de capacitação, o Sebrae traz pra gente muito treinamento… Uma das coisas muito importantes que pra mim o Sebrae faz é rodada de negócios. Esse acesso que ele nos proporciona a mercado”, conclui a produtora.

Com isso, a gerente de Agronegócios e Artesanato do Sebrae Minas, Priscilla Lins, afirma que “a estratégia de Identidade e Origem, criada pelo Sebrae Minas, conecta produto, território e pessoas, valorizando vocações locais e transformando o café em alavanca de desenvolvimento territorial sustentável.”

E, também, enaltece o data… “Neste Dia Internacional do Café, celebramos a força dos produtores que sustentam o poder de sermos o maior produtor de café do mundo e das indústrias, cooperativas, exportadores, baristas e empreendedores que fazem essa roda girar.”

Mais que bebida

No Dia Internacional do Café, histórias como a de Dulcinéia revelam como a cafeicultura brasileira une tradição, sustentabilidade e protagonismo feminino, mantendo viva a importância cultural e econômica do setor.



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