quinta-feira, abril 23, 2026

Autor: Redação

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Área plantada com milho cresce, mas valor dos defensivos encolhe na safrinha


O mercado de defensivos agrícolas voltados ao milho na segunda safra registrou queda de 7% em 2025, somando US$ 2,36 bilhões, segundo levantamento da Kynetec Brasil. A retração, segundo a empresa de inteligência de mercado, é reflexo da redução média de 13% nos preços dos produtos, além da desvalorização de 16% do real frente ao dólar no período.

Apesar da queda em valor, a área plantada com milho na segunda safra cresceu 6%, alcançando 16,9 milhões de hectares, conforme dados da pesquisa FarmTrak Milho 2025. O plantio de soja dentro da janela ideal, a demanda por etanol e o ritmo das exportações foram os principais fatores que estimularam essa expansão.

Adoção tecnológica cresce e impulsiona uso de defensivos

Com o avanço da área cultivada, cresceu também a adoção de tecnologias no campo, com alta de 11% em relação à safra anterior. Isso impactou diretamente o indicador de Área Potencialmente Tratada (PAT), que subiu 24% e chegou a 386 milhões de hectares, considerando o total de aplicações e misturas de tanque ao longo do ciclo.

O aumento da pressão de pragas e doenças, além de dificuldades no controle de plantas daninhas, reforçou a necessidade de estratégias mais robustas de manejo fitossanitário, segundo análise da consultoria.

Queda nos valores movimentados atinge principais categorias

Mesmo ocupando o topo do ranking, os inseticidas foliares movimentaram US$ 891 milhões, retração em relação aos US$ 1,008 bilhão registrados na safra anterior. Já os fungicidas foliares cresceram para US$ 500 milhões e ultrapassaram os herbicidas no ranking da Kynetec, que recuaram para US$ 466 milhões. Outras categorias, como os produtos para tratamento de sementes, se mantiveram estáveis (US$ 306 milhões), enquanto nematicidas e demais segmentos representaram 8% do total, com US$ 195 milhões.

A pesquisa também apontou avanços em nichos estratégicos. A área tratada com nematicidas cresceu de 33% para 44%, totalizando 7,43 milhões de hectares. Os Fungicidas premium responderam por 49% dos investimentos no controle de doenças, enquanto os Fungicidas do tipo “stroby mix” foram aplicados em 7,1 milhões de hectares, mantendo liderança em PAT.

No caso dos lagarticidas, observou-se aumento de 2,3 para 2,8 aplicações por ciclo e elevação na participação de mercado, de 20% para 31% em valor. Também houve crescimento expressivo nos herbicidas do tipo “premium grass” (de 23% para 28%) e de amplo espectro (de 19% para 38%).

Mato Grosso lidera

Entre os estados, Mato Grosso concentrou 43% da área da segunda safra de milho, com 7,25 milhões de hectares. O Paraná cresceu 14% e alcançou 2,7 milhões de hectares (16% da área), enquanto Goiás e Mato Grosso do Sul dividiram participação de 13% cada. Os 15% restantes ficaram com regiões consolidadas como Bahia, Mapitopa, Minas Gerais, São Paulo e Sergipe.

 





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Colheita de soja nos EUA atinge 19% da área



USDA estima 17,05 milhões de toneladas na safra de soja 25/26



Foto: Divulgação

Segundo a análise semanal divulgada nesta segunda-feira (29) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que a colheita da soja da safra 2025/26 avançou 10 pontos percentuais em relação à semana anterior.

Até o dia 28 de setembro, 19% da área prevista havia sido colhida, resultado 5 pontos percentuais abaixo do mesmo período da safra 2024/25. Entre os estados com maior avanço estão Louisiana, com 78%, Mississippi, com 66%, e Arkansas, com 44%. Em relação às condições, 62% das lavouras foram classificadas como boas ou excelentes. No desenvolvimento, 79% das áreas apresentaram desfolhamento.

O USDA destacou que a colheita ainda está em fase inicial, e a definição da produção ocorrerá apenas ao término do ciclo. Até o momento, a estimativa é de 17,05 milhões de toneladas, o que representa redução de 1,51% em relação ao ano passado. De acordo com o relatório, os próximos meses serão decisivos para uma definição mais precisa do tamanho da safra e para maior clareza sobre o relacionamento com a China, principal compradora da soja norte-americana.





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Aromas cítricos ganham força diante da crise



“Nosso objetivo é oferecer à indústria alternativas”


“Nosso objetivo é oferecer à indústria alternativas"
“Nosso objetivo é oferecer à indústria alternativas” – Foto: Canva

O mercado da laranja atravessa um período de forte volatilidade, influenciado por fatores climáticos, pela propagação do greening nas últimas safras e pelas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos. Esse cenário tem pressionado a indústria de alimentos e bebidas, que busca alternativas para manter a estabilidade de custos e preservar a consistência sensorial dos produtos.

“As tendências de consumo e, consequentemente, as necessidades específicas da indústria, estão sempre em mente quando desenvolvemos nossas soluções e existe um grande dinamismo que exige respostas eficazes e personalizadas. Por isso, nos últimos anos, agregamos novas tecnologias ao nosso portfólio de aromas, incluindo tecnologias de extração de óleos essenciais para a formulação de aromas cítricos. Hoje existe uma ampla gama de produtos que permite a aromatização seja em bebidas, panificação ou doces, e que contribui para que se utilize menos as matérias-primas in natura afetadas por flutuações de preço”, explica Tiago Coroa, Gerente de Desenvolvimento de Produtos e Criação da ADM na América Latina.

No Brasil, maior produtor mundial de laranja, atender à demanda por sabores autênticos é um desafio crescente. Para isso, a ADM conta com soluções como a Corefold®, que concentra óleos essenciais preservando o frescor, a CitrusFlex, que substitui o suco de laranja em formulações de bebidas, e a EZCore®, que recria diferentes perfis de sabor a partir de ingredientes naturais.

“Nosso objetivo é oferecer à indústria alternativas que garantam competitividade e agradem o consumidor em diferentes cenários de mercado. Contamos com novas tecnologias e capacidade técnica para desenvolver soluções que superem possíveis barreiras e adaptem os sabores às preferências específicas de cada região. A tendência é que cada vez mais tenhamos inovações nesse sentido”, finaliza Coroa.

 





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Em 10 anos, sistema ferroviário avançará o que não avançou em 30, diz ministro



O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta quarta-feira (1) que o sistema ferroviário brasileiro deve avançar, na próxima década, mais que nos últimos 30 anos.

A declaração foi feita durante a abertura do evento Brasil nos Trilhos, principal encontro do setor ferroviário de cargas do país.

Segundo o ministro, os investimentos em ferrovias atingiram R$ 13,7 bilhões em 2024, quase o dobro do registrado dois anos antes.

O crescimento acompanha o aumento da safra agrícola, da exportação de minério e da produção industrial. Ele anunciou que a Transnordestina fará sua primeira viagem de carga em outubro, transportando milho do Piauí até o Ceará.

Renan Filho destacou que os aportes em infraestrutura têm vindo tanto do setor público quanto do privado, com predominância da iniciativa privada. “Hoje há confiança e horizonte de longo prazo, o que permite ampliar a carteira de projetos e assegurar recursos para novas concessões”, afirmou.

Segundo a Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), o nível atual de investimentos privados é o maior já registrado no setor.

Oportunidades do sistema ferroviário

O ministro relacionou a expansão da malha a efeitos macroeconômicos, como geração imediata de empregos, aumento de renda e redução de custos logísticos.

A previsão é que a ampliação da participação ferroviária na matriz de transportes contribua para baratear o frete e elevar a competitividade do Brasil em setores como agronegócio, mineração e indústria exportadora.

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“As curvas de juros vão fechar, trazendo 2026 para o ambiente que esperamos: inflação controlada, desemprego baixo, investimentos em alta e PIB em crescimento sustentável. Esse ciclo virtuoso – mais infraestrutura, confiança, juros menores, inflação sob controle e renda crescente – ajuda o país a enfrentar até o ‘tarifaço’, amortecendo seus efeitos”, disse ele no discurso.

Outro ponto ressaltado foi a retomada de investimentos em mobilidade urbana sobre trilhos, com projetos de VLTs e trens regionais. Para ele, esse modal deve ser encarado como instrumento de inclusão social e integração nacional, não apenas como alternativa de transporte.



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Campanha para o uso responsável de antimicrobianos é lançada pela ABPA



Para ampliar o uso responsável de antimicrobianos na produção de aves, suínos e ovos, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou nesta quarta-feira (1), em São Paulo, o Movimento Uso Consciente, Futuro Sustentável.

A ação é inspirada no conceito internacional de One Health (Saúde Única), que reconhece a interdependência entre saúde animal, humana e ambiental.

Assim, busca promover informação qualificada e estimular o engajamento dos elos da cadeia produtiva em torno de ações voluntárias de incentivo ao uso prudente de antimicrobianos na cadeia produtiva.

"Uma das bases do movimento é a parceria com entidades setoriais vinculadas à ABPA. A iniciativa será ativada em espaços como o SIAVS e em eventos organizados por parceiros da associação, criando oportunidades para a difusão de conteúdos técnicos e boas práticas", diz a Associação, em nota.

As ações incluem o lançamento de um hotsite oficial, que reunirá materiais educativos, minicursos digitais e agenda de cursos e eventos. Também serão divulgados materiais de comunicação em redes sociais, campanhas informativas e conteúdos técnicos de apoio às empresas signatárias.

“O movimento nasce para incentivar, unir esforços e valorizar práticas já presentes em nosso setor. É uma medida pelo incentivo à conscientização, que fortalece a cultura de responsabilidade e mostra que estamos atentos às expectativas da sociedade e dos mercados”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Já para a diretora técnica da entidade, Para Sula Alves, o movimento reforça um trabalho contínuo de educação e engajamento.

“Nosso objetivo é apoiar produtores, agroindústrias e profissionais com informações técnicas claras e acessíveis, que ajudem a orientar decisões no dia a dia da produção. Conscientizar é criar uma base sólida para o futuro, garantindo saúde única, qualidade dos alimentos e sustentabilidade para o setor”, completa.



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Custos de produção estáveis e boa oferta de milho mantêm rentabilidade de suínos



O mercado de suínos registrou queda nos preços na última semana, reflexo do ritmo mais lento das vendas no mercado interno, típico do período. Apesar disso, setembro deve encerrar com médias próximas das máximas do ano, segundo levantamento da Scot Consultoria.

O milho, principal insumo da suinocultura, permanece em níveis que permitem custos controlados. Até 25 de setembro, em Campinas, São Paulo, a saca de 60 quilos foi cotada em R$ 65,34, sem frete, alta de 2,1% em relação a agosto e de 2% na comparação anual.

De acordo com o analista de mercado da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a relação de troca entre suínos e milho permanece favorável.

“Os preços da suinocultura brasileira estão relativamente confortáveis. O ano é bom para o setor, com boas margens e oferta suficiente de milho, graças a uma safra de safrinha de 100 milhões de toneladas”, explica.

Ele ressalta que a expectativa para o último trimestre de 2025 é de abastecimento confortável e demanda aquecida, tanto no mercado interno quanto nas exportações.

Análise histórica

A análise histórica mostra que o cenário mudou bastante em pouco tempo. Entre setembro e dezembro de 2024, a relação de troca era desfavorável: eram necessários entre 7,5 e 8,5 quilos de milho para produzir um quilo de suíno, refletindo custos altos de alimentação.

Já no início de 2025, houve melhora significativa: em março, eram necessários menos de 6 quilos de milho, beneficiando a rentabilidade do produtor.

No entanto, no segundo semestre de 2025, a relação de troca começou a se recuperar, voltando a níveis próximos a 8 quilos de milho por quilo de suíno nos meses de agosto e setembro, indicando nova pressão sobre as margens.

“O gráfico mostra claramente que o produtor operou acima ou abaixo da média anual de 7,40 quilos de milho por quilo de suíno, evidenciando a volatilidade do mercado e a importância de planejamento estratégico”, afirma Iglesias.

Além do milho, a oferta de farelo de soja também se manteve confortável, enquanto o óleo de soja sofreu pressão pelo aumento da demanda do setor de biocombustíveis, especialmente com a possível elevação do percentual obrigatório da mistura B16.

Apesar da recente queda de preços, Iglesias detalha que o panorama para a suinocultura brasileira segue favorável. Custos controlados, oferta de insumos adequada e demanda interna e externa aquecida devem sustentar boas margens para os produtores até o final do ano.



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a chave para aumentar a produtividade e mitigar o impacto climático



O investimento na saúde do solo emerge como o principal ativo da pecuária moderna. A adoção de práticas regenerativas não apenas impulsiona a produtividade e a segurança alimentar, mas também se apresenta como uma estratégia robusta para mitigar os efeitos das mudanças climáticas

Em entrevista ao programa Giro do Boi, o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, Alberto Bernardi, afirmou que um solo saudável é um sistema vivo que, quando bem manejado, tem o poder de reverter o acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera. Confira a entrevista completa.

Estratégias como a Integração Lavoura-Pecuária (ILP), a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e o plantio direto são cruciais para essa transformação.

A Embrapa destaca que a combinação de culturas como a soja (uma leguminosa que fixa nitrogênio no solo) com o plantio direto gera uma economia bilionária para o produtor e é essencial para a recuperação de áreas degradadas. Priorizar a saúde do solo pavimenta o caminho da sustentabilidade e da resiliência climática para o agronegócio brasileiro.

A pecuária como sumidouro de carbono

O Brasil possui cerca de 160 milhões de hectares de pastagem. O pesquisador Alberto Bernardi enfatiza que uma área mal manejada é uma fonte de degradação e perda de carbono.

No entanto, o cenário se inverte quando a pastagem é bem manejada: ela se transforma em um eficiente sumidouro de carbono, sequestrando o gás carbônico da atmosfera e estocando-o no solo sob a forma de matéria orgânica.

A ILPF é apresentada como a alternativa mais eficaz para reverter o quadro de pastagens degradadas, que hoje atinge uma área estimada entre 30 e 40 milhões de hectares.

Essa integração devolve ao solo sua saúde química, física e biológica, garantindo um robusto retorno econômico ao produtor, além de inúmeras vantagens ambientais. O solo, rico em matéria orgânica e biologicamente ativo, atua como o grande reservatório de carbono do sistema produtivo.

Estratégias para a agricultura regenerativa e a safra de verão

Para o pecuarista que se prepara para a safra de verão, as práticas de agricultura regenerativa englobam a agricultura conservacionista, que tem como pilares a rotação de culturas, o plantio direto e a manutenção do solo coberto o ano todo.

A Embrapa fornece dicas práticas para aprimorar o manejo:

  • Reforma do Pasto: É vital diagnosticar a real necessidade de reformar o pasto. Se o solo já estiver corrigido, o produtor deve priorizar o plantio direto, sem revolvimento, para preservar a estrutura e o acúmulo de matéria orgânica.
  • Sistemas Arborizados: A Embrapa investe em pesquisas sobre sistemas silvipastoris e pastagens arborizadas. Esses sistemas não só promovem o bem-estar animal (oferecendo sombra e conforto térmico), mas também impulsionam o acúmulo de carbono em profundidade, devido ao crescimento conjunto e sinérgico das raízes da árvore e da forrageira.
  • Leguminosas e Economia: O uso de leguminosas, como a soja, é um excelente exemplo de sustentabilidade e economia. Ao fixar biologicamente nitrogênio no solo, a soja elimina a necessidade de adubação nitrogenada, gerando uma economia gigantesca e reduzindo a pegada de carbono da produção.

Essas tecnologias brasileiras são a prova concreta do engajamento do produtor rural com a produção sustentável. Essa informação é essencial e deve ser amplamente difundida, servindo de destaque positivo para o agronegócio em eventos globais, como a futura COP 30.



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Seis estabelecimentos são fechados em SP suspeitos de vender bebidas adulteradas



Seis estabelecimentos foram fechados por suspeita de comercialização de bebidas alcoólicas adulteradas em São Paulo, informou na tarde desta quarta-feira (1) o gabinete de crise criado pelo governo do estado para coordenar as ações de enfrentamento aos casos de intoxicação por metanol.

Os estabelecimentos ficam nos bairros da Bela Vista, Itaim Bibi, Jardins e Mooca, na capital, e também nas cidades de São Bernardo e Barueri, na região metropolitana. Neste último município, segundo o gabinete, foram apreendidas 128 mil garrafas de vodca. Lacrado, o lote aguarda a apresentação da documentação para liberação.

A fiscalização é feita de modo conjunto entre as secretarias de Saúde, Segurança Pública, Fazenda e Justiça. As medidas, conforme o governo estadual, “são cautelares, e o envolvimento dos estabelecimentos com os casos é investigado”.

Uma distribuidora de bebidas teve sua inscrição estadual suspensa preventivamente e outras três estão sob análise para suspensão. Além disso, um bar, nos Jardins, também teve a inscrição suspensa após a interdição do local.

Em Mogi das Cruzes, houve a apreensão de 80 garrafas de bebidas alcoólicas com indícios de adulteração e falsificação em uma adega. E, em Americana, duas pessoas foram detidas e mais de 17,7 mil bebidas apreendidas.

No balaço do gabinete, também consta a apreensão de 802 garrafas, sendo 660 em distribuidoras e 142 em três bares da capital.



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Irga abre credenciamento para multiplicadores de sementes básicas



O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) abriu credenciamento para produtores interessados em multiplicar ou comercializar sementes básicas certificadas das cultivares IRGA 424 RI, IRGA 431 CL e IRGA 426 CL.

Além das categorias C1 e C2, o edital inclui a categoria Básica, que permite a participação de pessoas físicas ou jurídicas registradas no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem) ativo.

A primeira análise documental será feita em 17 de outubro, para inscrições enviadas até o dia 16. Serão disponibilizados 80 sacos de 30 kg da cultivar IRGA 424 RI, 40 da IRGA 426 CL e 40 da IRGA 431 CL.

Os interessados devem enviar a documentação em formato PDF para o e-mail [email protected].



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Ibama apreende 19 toneladas de ovas douradas que iam para Taiwan


O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreendeu, nesta terça-feira (30), 19 toneladas de ovas de peixe-voador (Cypselurus) no Porto do Pecém, no Ceará.

Conhecido no mercado internacional como golden caviar ou tobiko, o produto tinha como destino Formosa, em Taiwan, mas foi barrado após a constatação de irregularidades na documentação apresentada pela empresa exportadora.

A apreensão ocorreu porque a empresa não conseguiu comprovar a origem legal do pescado, requisito essencial para a exportação, aos agentes de fiscalização do Ibama e da Receita Federal.

As informações fornecidas nos documentos divergiam dos dados levantados durante a investigação, o que levou à retenção da mercadoria e à suspensão do embarque. A empresa foi autuada e multada em R$ 411,7 mil pela infração ambiental e permanecerá como fiel depositária da carga até a definição de seu destino.

Foto: divulgação/Ibama

Ovas de peixe: carga de alto valor

As ovas de peixe-voador quando processadas, podem custar até 10,60 euros (equivalente a R$ 66,17 por embalagem de 80 gramas), o que a torna um item altamente lucrativo para exportadores e alvo constante de fiscalização ambiental.

Considerando o preço praticado no mercado internacional, a carga apreendida poderia alcançar no mercado final o valor estimado de 2,5 milhões de euros, o equivalente a R$ 15,7 milhões.



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