quinta-feira, abril 23, 2026

Autor: Redação

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Produção de rãs conquista espaço e impulsiona empreendedorismo feminino


A produção de rãs vem ganhando destaque no mercado nacional, principalmente pela semelhança da carne com a de frango, leve e versátil. Em Minas Gerais, no meio rural, acompanhando o pai, que criava peixes por hobby, despertou em Natália Moreira Andrade Melo o interesse pelo setor de aquicultura.

“Sempre gostei de mexer com peixe. Eu cresci ajudando meu pai e, quando me formei em Aquicultura, decidi dar continuidade, transformando em um negócio”, lembra a empreendedora.

O caminho do empreendedorismo no mercado de rãs, no entanto, não foi fácil. Com uma pequena estrutura inicial, Melo precisou aprender a conciliar a paixão pela piscicultura com a realidade de empreender.

“Eu quis tocar um negócio fiel, aumentar a produção e abrir novas oportunidades. Esse sempre foi o meu sonho”, destaca.

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Atualmente, a produtora de rã está em processo de adesão do selo do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisb- Poa) por meio de um consórcio. Passo importante que vai permitir que seus produtos sejam comercializados em todo o Brasil.

Segundo Melo, a chance de expandir para além da região, abre horizontes antes inimagináveis. “A gente sonha grande, mas precisa de apoio para transformar esse sonho em realidade.” Com determinação e apoio, ela segue firme no propósito: alcançar o mercado nacional.

“Os consumidores estão começando a experimentar e gostar da carne de rã. Isso abre muitas oportunidades para pequenos produtores.” Além de gerar renda, o negócio de rãs fortalece a autonomia feminina. A empreendedora incentiva outras mulheres a empreenderem no setor.

“É importante mostrar que podemos empreender, crescer e gerar renda com algo que amamos, inovando e conquistando o mercado”, conclui Melo, que reforça a importância da capacitação. “Pesquiso sempre para melhorar a qualidade e garantir produtos seguros e atrativos.”

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais sobre empreendedorismo? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Shutdown nos EUA eleva apostas de cortes de juros pelo Fed


No morning call desta quinta-feira (2), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o shutdown nos EUA interrompeu dados econômicos e elevou apostas de cortes de juros pelo Fed. O ADP apontou corte de 32 mil vagas em setembro, e o ouro renovou recordes.

No Brasil, incertezas fiscais pressionaram Ibovespa, que caiu 0,49% a 145 mil pontos, e dólar fechou em alta a R$ 5,32. Hoje, destaque para IPC-Fipe, vendas de veículos e taxa de desemprego na Europa.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações e dólar podem aliviar pressão no algodão



A safra de algodão 2025/26 no Brasil começa com expectativa de crescimento



Foto: Canva

A safra de algodão 2025/26 no Brasil começa com expectativa de crescimento de área e rendimento estável, mesmo diante de incertezas no mercado e no clima. De acordo com a Céleres, o cultivo deve se beneficiar de condições meteorológicas próximas da neutralidade, o que pode sustentar produtividades dentro da média histórica.

Com uma possível La Niña de baixa intensidade em formação, os riscos climáticos para o algodão se tornam menos acentuados, favorecendo o planejamento agrícola no Cerrado, principal polo de produção do país. A janela de plantio, especialmente para a segunda safra, tende a se manter dentro do cronograma ideal.

Além do clima, o mercado internacional do algodão também exerce influência relevante. A demanda global segue moderada, e os preços internacionais não sinalizam recuperação expressiva no curto prazo. Ainda assim, o Brasil aposta na sua eficiência produtiva para manter competitividade.

A valorização do dólar frente ao real poderia favorecer as exportações, mas as margens seguem pressionadas pelos altos custos de insumos e financiamento. A gestão eficiente de recursos será determinante para a rentabilidade da cultura.

Outro fator que impacta o algodão é a necessidade crescente de práticas sustentáveis, com certificações ganhando relevância nas negociações internacionais. A rastreabilidade e boas práticas agrícolas podem funcionar como diferenciais em mercados exigentes. Combinando clima relativamente estável e foco em produtividade, o algodão brasileiro inicia a temporada com potencial de manter sua relevância global, mesmo diante de um cenário econômico desafiador.





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Capitais podem enfrentar chuva volumosa e ventos fortes; veja a previsão do tempo



As instabilidades continuam ativas nesta quinta-feira (2) em boa parte da região Sul. A combinação de um cavado em níveis médios da atmosfera e o aporte de umidade deve manter a formação de nuvens carregadas ao longo do dia.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

No Rio Grande do Sul, o tempo volta a ficar instável em grande parte do estado, com pancadas de chuva moderadas a fortes nas Missões, região central, noroeste, norte, vales e serra. Há risco de temporais isolados no planalto e no noroeste. No litoral, os ventos ficam mais intensos, com rajadas entre 40 km/h e 50 km/h.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Em Santa Catarina e Paraná, a chuva começa pela manhã e ganha força à tarde. Há risco de temporais com raios, ventos e volumes elevados, sobretudo no Oeste catarinense e no Centro-Sul do Paraná. Curitiba e Florianópolis devem registrar chuva forte e persistente. Apenas o norte do Paraná deve seguir com tempo firme e calor intenso.

No Sudeste, predomina o tempo aberto. A exceção é o Sul de São Paulo, a Zona da Mata e o Sul de Minas Gerais, além de trechos do litoral do Espírito Santo, onde podem ocorrer pancadas de chuva isoladas à tarde, com risco de raios e trovoadas. No interior paulista e mineiro, o destaque é o calor e a baixa umidade, que pode chegar a níveis de alerta e até emergência.

Enquanto no Centro-Oeste, as instabilidades se concentram no Sul e Oeste de Mato Grosso do Sul e no Oeste e Noroeste de Mato Grosso, com risco de pancadas fortes e temporais isolados. Já em Goiás e no Distrito Federal, o tempo segue firme, com sol, muito calor e baixa umidade do ar à tarde.

Já no Nordeste, os ventos marítimos mantêm a instabilidade no litoral da Bahia ao Rio Grande do Norte. Entre Maceió e Natal, a chuva pode ser mais intensa em alguns momentos. No interior da região, o predomínio é de sol, calor e ar seco.

E no Norte, temporais atingem Amazonas, Rondônia e Acre já pela manhã, além do Oeste do Pará e Roraima. As pancadas podem ser fortes, mas isoladas. No Amapá e Tocantins, o tempo continua quente e seco.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil aposta nos bioinsumos para fortalecer liderança global no agro sustentável


As inscrições estão abertas para o 2º Fórum Bioinsumos no Agro, que acontece em 9 de outubro, em São Paulo. O evento reunirá autoridades, produtores e especialistas para debater o papel dos bioinsumos na consolidação do Brasil como potência agrícola sustentável.

Fórum amplia debate sobre sustentabilidade e competitividade

Promovido pela Embrapa, Sistema Ocesp e Sociedade Rural Brasileira (SRB), com organização da Araiby, o encontro terá paineis sobre prioridades do desenvolvimento sustentável, modelos de negócios e regulamentação da Lei dos Bioinsumos. O objetivo é impulsionar o setor, considerado estratégico para reduzir custos, ampliar mercados e alinhar a produção agropecuária às exigências internacionais de sustentabilidade.

“Acredito que o Brasil está na vanguarda e no caminho certo. Seguimos a rota da governança sustentável, mostrando ao mundo que temos potencial para sermos grandes abastecedores e geradores de segurança alimentar global”, afirmou Luiz Mário Machado Salvi, presidente da Araiby.

ESG e imagem internacional do produtor brasileiro

Salvi destacou ainda que os produtores rurais brasileiros já estão avançados em termos de práticas ESG, com preservação ambiental e uso racional de defensivos. Segundo ele, no comparativo de defensivos por quilo produzido, o Brasil está entre os países que menos utilizam esses produtos.

“Já fazemos muito em termos de preservação, mas ainda divulgamos pouco. Sofremos críticas por falta de esclarecimento, quando na verdade nossos produtores são referência em sustentabilidade”, reforçou.

Inscrições gratuitas e programação técnica

O evento, gratuito e presencial, será realizado no auditório da Ocesp, em São Paulo. As inscrições podem ser feitas no site oficial: forumbioinsumosnoagro.com.br

. A programação inclui a mesa-redonda “Regulamentação – Questões relevantes e perspectivas sobre a Lei dos Bioinsumos” e contará com lideranças como Roberto Rodrigues (FGV e Envoy do Agro Brasileiro na COP 30) e Carlos Goulart (MAPA), entre outros representantes do setor.

Com o uso de bioinsumos, o Brasil busca ampliar sua competitividade, reduzir dependência de insumos importados e fortalecer a imagem de potência agrícola sustentável. Para Salvi, o caminho é manter a estratégia já em curso: “Não se trata de competir, mas de compartilhar conhecimento e harmonizar a produção”, disse.





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AgroNewsPolítica & Agro

Área plantada com milho cresce, mas valor dos defensivos encolhe na safrinha


O mercado de defensivos agrícolas voltados ao milho na segunda safra registrou queda de 7% em 2025, somando US$ 2,36 bilhões, segundo levantamento da Kynetec Brasil. A retração, segundo a empresa de inteligência de mercado, é reflexo da redução média de 13% nos preços dos produtos, além da desvalorização de 16% do real frente ao dólar no período.

Apesar da queda em valor, a área plantada com milho na segunda safra cresceu 6%, alcançando 16,9 milhões de hectares, conforme dados da pesquisa FarmTrak Milho 2025. O plantio de soja dentro da janela ideal, a demanda por etanol e o ritmo das exportações foram os principais fatores que estimularam essa expansão.

Adoção tecnológica cresce e impulsiona uso de defensivos

Com o avanço da área cultivada, cresceu também a adoção de tecnologias no campo, com alta de 11% em relação à safra anterior. Isso impactou diretamente o indicador de Área Potencialmente Tratada (PAT), que subiu 24% e chegou a 386 milhões de hectares, considerando o total de aplicações e misturas de tanque ao longo do ciclo.

O aumento da pressão de pragas e doenças, além de dificuldades no controle de plantas daninhas, reforçou a necessidade de estratégias mais robustas de manejo fitossanitário, segundo análise da consultoria.

Queda nos valores movimentados atinge principais categorias

Mesmo ocupando o topo do ranking, os inseticidas foliares movimentaram US$ 891 milhões, retração em relação aos US$ 1,008 bilhão registrados na safra anterior. Já os fungicidas foliares cresceram para US$ 500 milhões e ultrapassaram os herbicidas no ranking da Kynetec, que recuaram para US$ 466 milhões. Outras categorias, como os produtos para tratamento de sementes, se mantiveram estáveis (US$ 306 milhões), enquanto nematicidas e demais segmentos representaram 8% do total, com US$ 195 milhões.

A pesquisa também apontou avanços em nichos estratégicos. A área tratada com nematicidas cresceu de 33% para 44%, totalizando 7,43 milhões de hectares. Os Fungicidas premium responderam por 49% dos investimentos no controle de doenças, enquanto os Fungicidas do tipo “stroby mix” foram aplicados em 7,1 milhões de hectares, mantendo liderança em PAT.

No caso dos lagarticidas, observou-se aumento de 2,3 para 2,8 aplicações por ciclo e elevação na participação de mercado, de 20% para 31% em valor. Também houve crescimento expressivo nos herbicidas do tipo “premium grass” (de 23% para 28%) e de amplo espectro (de 19% para 38%).

Mato Grosso lidera

Entre os estados, Mato Grosso concentrou 43% da área da segunda safra de milho, com 7,25 milhões de hectares. O Paraná cresceu 14% e alcançou 2,7 milhões de hectares (16% da área), enquanto Goiás e Mato Grosso do Sul dividiram participação de 13% cada. Os 15% restantes ficaram com regiões consolidadas como Bahia, Mapitopa, Minas Gerais, São Paulo e Sergipe.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de soja nos EUA atinge 19% da área



USDA estima 17,05 milhões de toneladas na safra de soja 25/26



Foto: Divulgação

Segundo a análise semanal divulgada nesta segunda-feira (29) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que a colheita da soja da safra 2025/26 avançou 10 pontos percentuais em relação à semana anterior.

Até o dia 28 de setembro, 19% da área prevista havia sido colhida, resultado 5 pontos percentuais abaixo do mesmo período da safra 2024/25. Entre os estados com maior avanço estão Louisiana, com 78%, Mississippi, com 66%, e Arkansas, com 44%. Em relação às condições, 62% das lavouras foram classificadas como boas ou excelentes. No desenvolvimento, 79% das áreas apresentaram desfolhamento.

O USDA destacou que a colheita ainda está em fase inicial, e a definição da produção ocorrerá apenas ao término do ciclo. Até o momento, a estimativa é de 17,05 milhões de toneladas, o que representa redução de 1,51% em relação ao ano passado. De acordo com o relatório, os próximos meses serão decisivos para uma definição mais precisa do tamanho da safra e para maior clareza sobre o relacionamento com a China, principal compradora da soja norte-americana.





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Aromas cítricos ganham força diante da crise



“Nosso objetivo é oferecer à indústria alternativas”


“Nosso objetivo é oferecer à indústria alternativas"
“Nosso objetivo é oferecer à indústria alternativas” – Foto: Canva

O mercado da laranja atravessa um período de forte volatilidade, influenciado por fatores climáticos, pela propagação do greening nas últimas safras e pelas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos. Esse cenário tem pressionado a indústria de alimentos e bebidas, que busca alternativas para manter a estabilidade de custos e preservar a consistência sensorial dos produtos.

“As tendências de consumo e, consequentemente, as necessidades específicas da indústria, estão sempre em mente quando desenvolvemos nossas soluções e existe um grande dinamismo que exige respostas eficazes e personalizadas. Por isso, nos últimos anos, agregamos novas tecnologias ao nosso portfólio de aromas, incluindo tecnologias de extração de óleos essenciais para a formulação de aromas cítricos. Hoje existe uma ampla gama de produtos que permite a aromatização seja em bebidas, panificação ou doces, e que contribui para que se utilize menos as matérias-primas in natura afetadas por flutuações de preço”, explica Tiago Coroa, Gerente de Desenvolvimento de Produtos e Criação da ADM na América Latina.

No Brasil, maior produtor mundial de laranja, atender à demanda por sabores autênticos é um desafio crescente. Para isso, a ADM conta com soluções como a Corefold®, que concentra óleos essenciais preservando o frescor, a CitrusFlex, que substitui o suco de laranja em formulações de bebidas, e a EZCore®, que recria diferentes perfis de sabor a partir de ingredientes naturais.

“Nosso objetivo é oferecer à indústria alternativas que garantam competitividade e agradem o consumidor em diferentes cenários de mercado. Contamos com novas tecnologias e capacidade técnica para desenvolver soluções que superem possíveis barreiras e adaptem os sabores às preferências específicas de cada região. A tendência é que cada vez mais tenhamos inovações nesse sentido”, finaliza Coroa.

 





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Em 10 anos, sistema ferroviário avançará o que não avançou em 30, diz ministro



O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta quarta-feira (1) que o sistema ferroviário brasileiro deve avançar, na próxima década, mais que nos últimos 30 anos.

A declaração foi feita durante a abertura do evento Brasil nos Trilhos, principal encontro do setor ferroviário de cargas do país.

Segundo o ministro, os investimentos em ferrovias atingiram R$ 13,7 bilhões em 2024, quase o dobro do registrado dois anos antes.

O crescimento acompanha o aumento da safra agrícola, da exportação de minério e da produção industrial. Ele anunciou que a Transnordestina fará sua primeira viagem de carga em outubro, transportando milho do Piauí até o Ceará.

Renan Filho destacou que os aportes em infraestrutura têm vindo tanto do setor público quanto do privado, com predominância da iniciativa privada. “Hoje há confiança e horizonte de longo prazo, o que permite ampliar a carteira de projetos e assegurar recursos para novas concessões”, afirmou.

Segundo a Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), o nível atual de investimentos privados é o maior já registrado no setor.

Oportunidades do sistema ferroviário

O ministro relacionou a expansão da malha a efeitos macroeconômicos, como geração imediata de empregos, aumento de renda e redução de custos logísticos.

A previsão é que a ampliação da participação ferroviária na matriz de transportes contribua para baratear o frete e elevar a competitividade do Brasil em setores como agronegócio, mineração e indústria exportadora.

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“As curvas de juros vão fechar, trazendo 2026 para o ambiente que esperamos: inflação controlada, desemprego baixo, investimentos em alta e PIB em crescimento sustentável. Esse ciclo virtuoso – mais infraestrutura, confiança, juros menores, inflação sob controle e renda crescente – ajuda o país a enfrentar até o ‘tarifaço’, amortecendo seus efeitos”, disse ele no discurso.

Outro ponto ressaltado foi a retomada de investimentos em mobilidade urbana sobre trilhos, com projetos de VLTs e trens regionais. Para ele, esse modal deve ser encarado como instrumento de inclusão social e integração nacional, não apenas como alternativa de transporte.



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