domingo, abril 19, 2026

Autor: Redação

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Governo atende demanda do agro e mantém isenção de LCAs



O relator da Medida Provisória 1303/25, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), deverá retirar a cobrança de imposto sobre as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Imobiliário (LCI). Segundo informações apuradas pela CNN Brasil, a retirada foi autorizada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

A MP, que trata da tributação de investimentos, no entanto, precisa ser votada na comissão mista e pelos plenários da Câmara e do Senado até quarta-feira (8), para não perder a validade. Para o setor agropecuário, eventuais alíquotas poderiam ameaçar o acesso ao crédito privado.

Mobilização do agro

As LCAs são uma das principais fontes de recursos para financiamento do setor produtivo. Neste sentido, o recuo do governo atende a demanda da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). O deputado Pedro Lupion (PP-PR), presidente da bancada, já havia criticado a proposta de taxação de 7,5% sobre as LCAs e LCIs. Atualmente, as duas modalidades seguem isentas de tributação.

Além das letras de crédito, a MP inclui cobranças sobre apostas eletrônicas, as chamadas bets, com alíquota de 18%. As aplicações financeiras também poderão ser tributadas em 17,5% a partir de 2026. O texto ainda prevê imposto para as grandes empresas de tecnologia, as big techs, que operam no país.

O texto foi editado para compensar a perda de arrecadação após a derrubada do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Além disso, a expectativa do governo é arrecadar R$ 21 bilhões com a nova medida, valor que já está previsto no orçamento do ano que vem.



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AgroNewsPolítica & Agro

Não se iluda com o milho



No Brasil, o cenário externo também pressiona


No Brasil, o cenário externo também pressiona
No Brasil, o cenário externo também pressiona – Foto: Pixabay

O mercado de milho segue em movimento de recuperação no Brasil neste segundo semestre, ainda que de forma bastante lenta, influenciado pelos baixos preços de exportação. Segundo informações da TF Agroeconômica, a expectativa é de que os produtores consigam realizar vendas a preços melhores do que os registrados no primeiro semestre. 

No entanto, o alerta é para não se iludir: após a colheita, o custo do carregamento das posições pode comprometer a lucratividade. A consultoria destaca que, caso os preços oferecidos estejam abaixo dos valores projetados para outubro em diante, o produtor já deveria ter aproveitado oportunidades anteriores, evitando perdas.

Entre os fatores de alta, chama atenção a relutância dos agricultores norte-americanos em aceitar os preços atuais, o que limitou parte da oferta e sustentou leve valorização em Chicago. Além disso, o bom ritmo das exportações ajuda a manter suporte ao mercado, embora a paralisação do governo dos EUA reduza a transparência dos relatórios do USDA. Por outro lado, os fatores de baixa continuam pesando: a colheita acelerada e abundante nos Estados Unidos, com condições climáticas favoráveis, reforça projeções de safra próximas a 420 milhões de toneladas, acima de estimativas anteriores.

No Brasil, o cenário externo também pressiona. Os embarques de milho foram 12% menores em volume e 10% em receita no acumulado do ano, segundo dados do Ministério da Economia. Apesar da melhora em setembro, a exportação do primeiro semestre foi considerada fraca. Hoje, os preços brasileiros estão em média US$ 10/t acima dos americanos nos principais destinos, reflexo da queda acentuada na CBOT diante da safra recorde norte-americana.





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Preços do tomate sobem com força no atacado



Os preços médios do tomate no atacado subiram fortemente na última semana, indicam levantamentos do Hortifrúti/Cepea.

Em São Paulo, a valorização do Longa Vida 3A foi de 27,9% sobre o período anterior, com o produto cotado a R$ 72/cx. No Rio de Janeiro e em Belo Horizonte (MG), as médias foram de R$ 75/cx (+15,3%) e de R$ 76/cx (+52%), respectivamente.

Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea explicam que os aumentos nas cotações vêm sendo resultado da desaceleração da colheita e da proximidade do final da safra de inverno em algumas praças produtoras, como Itaocara (RJ) e São José de Ubá (RJ), que devem ofertar os últimos frutos ao final deste mês. 

Em Minas Gerais, as regiões de Pará de Minas, Araguari e Pimenta também já oferecem um menor volume de tomates aos atacados. Já em São Paulo, a praça de Sumaré iniciou as colheitas da segunda parte da safra de inverno, com uma parcela tímida de tomates destinados aos atacados paulistanos. 

Assim, de acordo com levantamentos do Hortifrúti/Cepea, a tendência é que, no correr de outubro, a oferta das regiões da segunda parte da safra de inverno aumente, compensando ao menos parte da redução das outras praças.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Tarifaço prejudicou mais que beneficiou população dos EUA, diz Haddad



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta terça-feira (7), que o Brasil vai oferecer os melhores argumentos econômicos para os Estados Unidos, nas negociações para reverter o tarifaço aos produtos brasileiros exportados para aquele país. O principal deles, segundo Haddad, é que a medida está encarecendo a vida do povo estadunidense.

“O papel do Ministério da Fazenda e do Ministério do Desenvolvimento [Indústria, Comércio e Serviços – MDIC] é justamente oferecer os melhores argumentos econômicos para mostrar, inclusive, que o povo dos Estados Unidos está sofrendo com o tarifaço. Eles estão com o café da manhã mais caro, eles estão pagando o café mais caro, eles estão pagando a carne mais cara, eles vão deixar de ter acesso a produtos brasileiros de alta qualidade no campo, também, da indústria”, disse Haddad, ao participar do programa Bom Dia Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação.

Entre os produtos tarifados pelos Estados Unidos estão café, frutas e carnes.

“Eles estão notando, de dois meses para cá, que as medidas mais prejudicaram do que favoreceram os Estados Unidos”, reforçou o ministro, ao relembrar que os Estados Unidos têm superávit comercial em relação ao Brasil e muitas oportunidades de investimento, sobretudo voltado para transformação ecológica, terras raras, minerais críticos, energia limpa, eólica e solar.

Videoconferência

Nesta segunda-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em conversa de meia hora, por videoconferência, Lula solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta pelo governo norte-americano a produtos brasileiros e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações. Os dois presidentes trocaram seus números de telefone para estabelecer uma via direta de comunicação e, também, devem se encontrar pessoalmente em breve.

Segundo Haddad, muito interlocutores propuseram que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotasse outra forma de proceder na negociação, mas, para o ministro, a diplomacia brasileira, “que é das melhores do mundo”, vai prevalecer.

“Eu creio que a estratégia que foi decidida pelo presidente Lula vai render os melhores frutos para o Brasil, independentemente de quem seja designado para negociar em nome do governo dos Estados Unidos. E penso que a diplomacia brasileira, com os argumentos que tem, vai saber superar esse momento que foi um equívoco muito grande. Muito mais com base em desinformação do que propriamente com base na realidade dos fatos”, disse o ministro.

Para Haddad, a ação de grupos de extrema direita brasileiros está desinformando o governo americano do que acontece no país.

“Está cada vez mais claro para o governo dos Estados Unidos, como está claro para o mundo inteiro, que não está acontecendo nada no Brasil que não siga absolutamente as regras democráticas do Estado de Direito.”



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Preços do trigo têm novas quedas no Brasil



Os preços do trigo seguem em queda no Brasil. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, além do avanço da colheita e do consequente aumento da oferta interna, nas últimas semanas, o breve corte nas taxas de exportação da Argentina reforçou a pressão sobe os valores.

Pesquisadores explicam que esse movimento acabou direcionando parte da demanda brasileira ao país vizinho, que é o principal fornecedor internacional do Brasil. 

Assim, a paridade de importação do trigo foi reduzida, forçando vendedores domésticos a ajustarem para baixo suas cotações para conseguir competir com o produto argentino.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Preço médio do açúcar cai quase 20% em relação ao ano passado



Em setembro, o Indicador Cepea/Esalq do açúcar cristal branco, cor Icumsa de 130 a 180, no mercado spot paulista, teve média de R$ 118,65/saca de 50 kg. O valor representa forte queda de17,54% frente à de um ano atrás (setembro/24), em termos reais com base em agosto/25.

Segundo o Instituto, desde o início oficial da safra de cana-de-açúcar 2025/26, em abril deste ano, as médias mensais têm ficado abaixo das registradas no mesmo período de 2024, com a maior diferença negativa sendo observada em setembro/25.

Pesquisadores explicam que o recuo dos preços domésticos nesta temporada pode estar sendo influenciado pelos menores patamares das cotações internacionais do açúcar demerara.

Além disso, a demanda interna não tem mostrado sinais de aquecimento. Agentes consultados pelo Cepea relatam queda nas vendas de produtos à base de açúcar no varejo.

Pesa ainda o fato de, ao longo da safra 2025/26, usinas paulistas estarem aumentando o volume da cana para a produção de açúcar.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Mitsubishi lança promoção para associados da Aprosoja durante a Abertura do Plantio da Soja 25/26



Sempre atenta ao que movimenta o agronegócio brasileiro e às necessidades dos produtores rurais, a Mitsubishi Motors anuncia o patrocínio de mais uma temporada do Projeto Soja Brasil, uma realização do Canal Rural e Aprosoja Brasil. O início da safra foi marcado pela Abertura Nacional do Plantio da Soja 25/26.  O evento, que foi realizado no dia 03 de outubro, reuniu mais de 1200 produtores de Associações de todo o Brasil e foi sediada na Fazenda Recanto, em Sidrolândia (MS). 

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O fórum que discutiu temas como os caminhos do agro, bicombustíveis, mercado e clima reuniu autoridades políticas e especialistas do setor em um evento transmitido ao vivo para todo o Brasil. Além dos debates estratégicos para o setor do agronegócio,  ésempre uma oportunidade para troca de experiências entre produtores, especialistas e representantes do agro. 

Durante o evento, a Mitsubishi Motors apresentou condições comerciais especiais em toda a sua linha de veículos. A promoção é especial para os produtores de soja Associados da Aprosoja. Vale relembrar que a Associação está presente em 16 estados.

A começar pela linha de picapes da marca que é oferecida aos visitantes com descontos de até R$ 47 mil. Destaque para a Mitsubishi Triton, picape produzida na fábrica da marca em Catalão (GO), que chegou ao mercado no começo deste ano e, em pouco mais de seis meses, já conquistou importantes reconhecimentos como o de Melhor Picape Média de acordo com o Guia Qual Comprar, publicado pela Revista Autoesporte, e o de picape com a melhor média de consumo de sua categoria pela Revista Quatro Rodas. O modelo da Mitsubishi também foi o primeiro de seu segmento a conquistar nota máxima em segurança pelos rigorosos testes Latin NCAP. 

Já a linha de SUVs Eclipse Cross será ofertada durante a feira com descontos de até R$ 15 mil. O modelo, que registrou recorde histórico de vendas nos últimos meses, viu seus emplacamentos quase triplicarem ao longo dos últimos dois anos o que reforça seu posicionamento como uma das melhores opções dentro de sua categoria. 

Já entre os modelos de sete lugares, o Pajero Sport HPE-S e o Outlander HPE-S, contarão com descontos de até R$ 29 mil. 

Projeto MIT Agro 

Durante os últimos anos, a Mitsubishi Motors realizou inúmeras visitas a produtores rurais de todas as regiões do país como forma de se mostrar ainda mais presente para qualquer necessidade dos produtores rurais. 

O projeto MIT Agro visitou fazendas dos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Tocantins, Rondônia, Pará, Espírito Santo e Maranhão.

O projeto faz parte de um plano robusto executado pela marca para se consolidar como a melhor opção de veículos dentro do segmento do agronegócio nacional em relação à sua gama de produtos, além se tornar a melhor opção de negócio entre as marcas de veículos para o público agro. Por isso, as mais de 140 concessionárias da marca espalhadas por todas as regiões do Brasil oferecem planos de financiamento exclusivos para o produtor rural e a opção, em algumas regiões, de compra de seus modelos com pagamento em grãos. 

Sobre a HPE Automotores  

No mercado desde 1991, a HPE Automotores do Brasil é a representante oficial das marcas Mitsubishi Motors e Suzuki no País. Para a HPE, ser 4×4 é um estilo de vida.  

Mais informações sobre a promoção Mitsubishi- Aprosoja aqui.



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Indicadores do etanol avançam em setembro



Em setembro, o indicador  mensal do etanol hidratado fechou a R$ 2,7583/litro, alta de 3,25% frente a agosto. Isso é o que mostram os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Para o anidro (modalidade spot e contratos), a elevação foi de 4,33% no mesmo comparativo, com o Indicador Cepea/Esalq a R$ 3,0999/litro. Na comparação anual (setembro/24), o Indicador do hidratado se valorizou 10% e o do anidro, 7,32%, em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-M de setembro). 

De acordo com o centro de pesquisas, as negociações do etanol seguiram limitadas em setembro. Compradores mostraram menor interesse frente ao atual cenário de fraco desempenho das vendas dos biocombustíveis no segmento varejista. 

Na posição dos vendedores, alguns participaram de maneira mais efetiva, mas boa parte continua fora do mercado spot.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Agro dos EUA teme perder mercado da China para a soja do Brasil



Uma das mais influentes entidades do agronegócio dos Estados Unidos, a American Farm Bureau Federation (AFBF), publicou um artigo, na última quinta-feira (2), alertando que a China tem reduzido suas compras de soja americana e aumentado as importações do Brasil. A organização destacou que as exportações para o mercado chinês são essenciais para a sobrevivência financeira dos produtores rurais norte-americanos.

“O comércio internacional tem sido, há muito tempo, uma tábua de salvação para a agricultura americana, proporcionando mercados para a produção excedente e sustentando milhões de empregos em toda a economia. Durante décadas, a China esteve no centro dessa história, comprando dezenas de bilhões de dólares em produtos agrícolas dos EUA e emergindo como a maior compradora de soja americana”, diz o texto.

A publicação ressalta que essa perda de espaço não começou recentemente, mas é o resultado de uma tendência de longo prazo.

“A tendência da última década indica que os tempos estão mudando. Mesmo quando os agricultores americanos produzem safras com preços competitivos, a China tem reduzido constantemente sua dependência dos Estados Unidos, voltando-se para o Brasil, a Argentina e outros fornecedores. A desaceleração das vendas em 2025 não é um evento isolado: faz parte de uma trajetória mais longa na qual a China está se diversificando, afastando-se da agricultura americana. Para os agricultores dos EUA, isso tem significado menos vendas, um déficit comercial agrícola crescente e maior incerteza sobre o futuro papel da China como mercado para a agricultura americana.”

A AFBF reconhece, porém, que as recentes tensões comerciais entre os dois países agravaram ainda mais o problema.

“Os mercados de soja tornaram-se o sinal mais claro de estresse no comércio agrícola dos EUA. De janeiro a agosto de 2025, as exportações de soja dos EUA para a China totalizaram apenas 218 milhões de bushels, uma queda acentuada em relação aos 985 milhões de bushels em 2024, quando a China comprou cerca de metade de todas as exportações americanas. Durante junho, julho e agosto, os EUA praticamente não enviaram soja para a China, e o país asiático não comprou nenhuma soja da nova safra para o próximo ano comercial.”

Ainda de acordo com a artigo, enquanto isso, o Brasil exportou cerca de 2,5 bilhões de bushels de soja para a China no mesmo período, consolidando sua liderança no mercado. E a Argentina também buscou ampliar as vendas ao suspender temporariamente o imposto de exportação do grão, medida revertida dias depois, quando as receitas externas atingiram US$ 7 bilhões. O texto diz que as importações chinesas de soja seguem em alta, mas a maior parte da demanda agora está sendo suprida pela América do Sul.

Em tom de crítica ao governo Trump, a entidade destacou que o setor agrícola americano depende fortemente das exportações e que disputas tarifárias podem gerar prejuízos profundos.

“O comércio não é apenas uma questão política abstrata; é fundamental para a saúde financeira dos agricultores e pecuaristas americanos. Aproximadamente 20% de toda a produção agrícola dos EUA é exportada, e essas vendas costumam ser o que faz a diferença entre lucro e prejuízo no campo. O crescente déficit comercial ressalta essa vulnerabilidade. Com os EUA importando mais produtos agrícolas do que exportando, os agricultores enfrentam menos oportunidades de comercializar suas safras e gado no exterior. Esse excesso de oferta pressiona os preços, reduz as margens de lucro e aumenta a pressão financeira nas comunidades rurais.”



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho encerra semana em queda em Chicago e com ajustes na B3


O mercado de milho encerrou a semana com resultados distintos entre Brasil e Estados Unidos. Segundo informações da TF Agroeconômica, a B3 registrou fechamento misto nesta sexta-feira (3), refletindo os movimentos do mercado físico, enquanto em Chicago o cereal acumulou perdas diante da cautela dos investidores.

Na B3, as cotações da safra atual recuaram, mas os contratos da próxima safra conseguiram leves ganhos. O vencimento de novembro/25 fechou em R$ 65,98, alta de R$ 0,27 no dia e queda de R$ 0,24 na semana. Já o contrato de janeiro/26 subiu R$ 0,20 no dia, para R$ 68,48, mas caiu R$ 0,61 na semana. O março/26 encerrou a R$ 70,94, com leve baixa de R$ 0,06 no dia e recuo semanal de R$ 0,91. Apesar da maior competitividade dos preços brasileiros nos últimos dias, o milho nacional ainda segue caro em relação ao produto americano.

No mercado físico, o indicador Cepea apontou alta de 0,31% no dia e de 0,67% na semana, sustentada pela demanda das fábricas de etanol. Parte dos produtores, no entanto, segue retendo seus lotes à espera de preços mais atrativos.

Em Chicago, o milho fechou o dia e a semana em baixa, pressionado pelo avanço da colheita e pela perspectiva da maior safra americana da história. O contrato de dezembro caiu 0,65% no dia, a US$ 419,00/bushel, acumulando queda semanal de 0,71% (-US$ 3,00). O março recuou 0,51%, a US$ 435,75/bushel. A indefinição sobre a divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA, devido à paralisação do governo americano, reforçou a cautela dos investidores. As informações foram divulgadas nesta manhã de segunda-feira.

 





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