domingo, abril 19, 2026

Autor: Redação

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Diretora do Banrisul defende inovação com propósito e liderança inclusiva



Com uma carreira sólida de 37 anos no setor financeiro, Elizabete Tavares, diretora administrativa do Banrisul, se tornou uma das vozes femininas mais experientes quando o assunto é gestão, inovação e transformação digital. Em entrevista ao programa A Protagonista, a executiva destacou que o futuro dos bancos passa pela eficiência administrativa, pela integração tecnológica e, sobretudo, pela valorização das pessoas.

Para Elizabete, o papel da administração mudou profundamente nas últimas décadas. O que antes era visto como uma área meramente operacional passou a ocupar uma posição estratégica, essencial para o avanço digital das instituições financeiras.

Ela afirma que a modernização de processos e o uso de ferramentas digitais são fundamentais para garantir segurança, agilidade e competitividade em um cenário de rápidas mudanças. Segundo a diretora, os bancos tradicionais precisaram se reinventar diante do avanço das fintechs e dos bancos digitais, que operam com estruturas mais leves e foco total em eficiência.

“Os bancos digitais trouxeram uma influência muito grande sobre a questão de eficiência. Para os bancos tradicionais, isso se tornou uma estratégia de linha de frente”, destacou.

No Banrisul, a área administrativa passou a atuar com foco em resultados e otimização de processos internos, o que, na visão de Elizabete, é essencial para manter o protagonismo em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo.

Liderança feminina em ascensão

Ao longo da conversa, Elizabete relembrou que, quando iniciou sua trajetória, a presença feminina nas carreiras ligadas a finanças era rara. Formada em Economia, ela era uma das poucas mulheres de sua turma — cenário que, felizmente, vem mudando ao longo dos anos.

Hoje, ela observa um crescimento expressivo da participação feminina em cargos de liderança e gestão, inclusive dentro do próprio Banrisul.

“Nós já temos funções gerenciais com participação feminina significativa e, aos poucos, essa presença avança para os cargos mais altos”, observou.

A executiva avalia que a diversidade tem contribuído para uma gestão mais humana e criativa, com mulheres trazendo novas perspectivas e uma abordagem colaborativa aos desafios do setor financeiro.

Tecnologia e novas gerações transformam o ambiente corporativo

Elizabete acredita que a tecnologia é um pilar indispensável para o futuro da administração, mas ressalta que seu verdadeiro valor está em como as pessoas a utilizam. Para ela, a eficiência não se resume à automação: é uma forma de potencializar talentos e melhorar o desempenho das equipes.

Ela também destacou que as novas gerações, com perfis mais digitais e dinâmicos, estão transformando o ambiente de trabalho. Jovens profissionais buscam tarefas mais criativas e desafiadoras, o que estimula as empresas a repensarem suas estruturas e processos.

Inteligência artificial e o futuro do trabalho

Entre os temas discutidos, a inteligência artificial (IA) ocupa lugar de destaque. Elizabete reconhece o poder transformador da IA, mas alerta que sua implementação exigirá cuidado e responsabilidade.

“A inteligência artificial vai substituir muitas atividades iniciais. Isso exigirá profissionais capazes de pensar sobre estratégia e tomar decisões de forma crítica”, disse.

Para ela, o maior desafio das empresas será equilibrar automação e desenvolvimento humano. A educação e o pensamento lógico passam a ser competências essenciais em um contexto em que a informação está cada vez mais automatizada.

Ética, governança e propósito

Elizabete também enfatizou a importância de políticas claras de governança, segurança e ética no uso das novas tecnologias. Segundo ela, a transformação digital precisa estar acompanhada de propósito e responsabilidade social.

Na sua avaliação, o futuro pertencerá às instituições que conseguirem unir eficiência, inovação e valores humanos.

“A inteligência artificial é uma ferramenta poderosa, mas o diferencial continuará sendo o ser humano — sua capacidade de pensar, criar e se adaptar”, concluiu.

Com uma trajetória marcada por persistência e resultados, Elizabete Tavares representa a nova geração de líderes que acreditam que o sucesso no setor financeiro não depende apenas da tecnologia, mas da forma como ela é usada para gerar valor e inclusão.



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Abertura nacional da colheita de trigo nesta quinta-feira (09) no RS


Canal Rural e Cotricampo realizam nesta quinta-feira (09) a Abertura Nacional da Colheita de Trigo. Com conteúdo técnico e de mercado, o evento acontece em Campo Novo, noroeste do Rio Grande do Sul. A programação tem início logo cedo com um dia de campo. No período da tarde, com transmissão ao vivo para todo Brasil, ocorrem painéis sobre mercado, clima e tecnologia, seguido de uma dinâmica de máquinas com a colheita em uma área no Campo Experimental Cotricampo.

Entre os destaques da programação um painel sobre qualidade, autossuficiência e soberania que contará com a participação de pesquisadores brasileiros da Embrapa Trigo e argentinos do INTA, o Instituto de Tecnologia Agropecuária. A previsão climática fica por conta da meteorologia do Canal Rural. E as tendências de mercado com a Stonex Consultoria.

Na avaliação do presidente da Cotricampo, Gelson Bridi, trata-se de um evento extremamente representativo, buscando dar ainda mais destaque a uma cultura que ainda carece de incentivos e políticas públicas, mas que se sobressai na região de atuação da cooperativa em razão do trabalho que envolve os produtores, o departamento técnico e o moinho, resultando na industrialização do trigo com potencialização de renda e oportunidades.

Para Giovani Ferreira, do Canal Rural Sul, trata-se de uma parceria estratégica, criando um palco de discussão permanente sobre a cadeia do trigo no Brasil. “Precisamos buscar a autossuficiência porque ainda somos dependentes de trigo importado. E essa autossuficiência tem a ver com soberania, segurança e abastecimento alimentar”.

Como pano de funda das discussões, o fato de o Brasil ser altamente dependente do trigo importado. De um consumo estimado em quase 13 milhões de toneladas, o país deve produzir no ciclo atual de 7,5 milhões de toneladas, conforme projeção da Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento. Escolhido como palco simbólico da abertura da colheita, o Rio Grande do Sul é o maior produtor nacional do cereal, com quase 50% do volume e produção estimada em 3,6 milhões de toneladas. Em segundo vem o Paraná com 2,4 milhões de toneladas. 

Assista AO VIVO AQUI. (9/10 às 14h)

A agenda em Campo Novo será das 8 horas às 16h30. A transmissão ao vivo pela TV e Youtube do Canal Rural acontece das 14 horas às 16h30. O evento tem apoio local da Bioagreen, Bayer, FMC, Basf, Yara e Stara Menegazzo. Abaixo você confere os detalhes da programação.

Chamada para o evento:

PROGRAMAÇÃO:

8 às 12 horas Dia Campo Cultura do Trigo – Cotricampo
12 às 13h30 Almoço
14h00 Abertura Oficial
14h20às 16 horas Fórum do Trigo
Painel 1 Panorama nacional e internacional de trigo: destaques nova temporada, por Jonathan Pinheiro, da Stonex Consultoria.
Painel 2 O eterno desafio do clima. O que vem por aí, por Arthur Muller, do Canal Rural.
Painel 3 Qualidade, autossuficiência e soberania, por Jorge Lemainski, da Embrapa Trigo, Leticia Mir e Guillermo Donaire, do INTA – Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Argentina)
16 horas Dinâmica de campo na colheita do trigo
16h30 Encerramento



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como a soja encerrou a semana


O mercado gaúcho da soja, segundo a TF Agroeconômica, segue atento à volatilidade internacional, já que a Bolsa de Chicago encerrou o dia em queda. “Preços reportados para pagamento em 15/10 (entrega set/out) ficaram em R$ 136,60 (+1,19%) porto. No interior os preços seguiram firmes, a depender da praça. R$ 130,00 (+0,78%) Cruz Alta – Pgto 30/10; R$ 130,00 (+0,78%) Passo Fundo – Pgto 30/10; R$ 130,00 (+0,78%) Santa Rosa / Sa~o Luiz – Pgto 30/10. Preços de pedra em Panambi ficaram em R$ 120,00 hoje”, comenta.

A comercialização da soja em Santa Catarina segue alinhada ao desempenho portuário do Sul, com Paranaguá servindo como principal referência. “O indicador CEPEA apontou o preço disponível em R$ 134,39 por saca, refletindo uma paridade direta para o escoamento da produção. No cenário externo, os contratos futuros de novembro de 2025 em Chicago recuaram -0,51%, cotados a US$ 10,17 por bushel, movimento que pressiona as margens de tradings e reduz a atratividade de vendas imediatas. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,39”, completa.

O Paraná sustenta preços estáveis e aproveita alívio nos custos logísticos. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 136,04 (-0,11%). Em Cascavel, o preço foi 127,51 (-0,02%). Em Maringá, o preço foi de R$ 127,13 (+0,07%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,27 (-0,03%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 134,39. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

Apesar da euforia no campo, o mercado físico do Mato Grosso do Sul segue contido, com preço de balcão em R$ 117,00 por saca, refletindo cautela na comercialização. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 123,54 (+1,10%), Campo Grande em R$ 123,54 (+1,10%), Maracaju em R$ 123,54 (+1,10%), Chapadão do Sul a R$ 120,09 (-0,05%), Sidrolândia a em R$ 123,54 (+1,10%)”, informa.

No mercado do Mato Grosso, a soja disponível acompanha a pressão internacional, com a CBOT recuando, sem divulgação muito precisa de cotações locais ou prêmios neste dia. “Campo Verde: R$ 121,08 (+0,16%). Lucas do Rio Verde: R$ 116,44 (+0,65%), Nova Mutum: R$ 116,44 (+0,65%). Primavera do Leste: R$ 121,08 (+0,08%). Rondonópolis: R$ 121,08 (+0,08%). Sorriso: R$ 115,69”, conclui.

 





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É oficial: Brasil é campeão nas exportações de carne bovina em setembro



As exportações brasileiras de carne bovina in natura atingiram um patamar recorde em setembro: 314,7 mil toneladas, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Os números representam uma alta de 25,1% frente o mesmo mês do ano passado.

De acordo com análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os embarques da proteína em 2025 superaram todos os resultados mensais obtidos no ano anterior. Sendo assim, o acumulado dos três primeiros trimestres deste ano já representam 85% do total exportado em 2024.

Com isso, o ano caminha para ter o maior resultado da história, apesar do tarifaço dos Estados Unidos em andamento. Além disso, em termos financeiros, os embarques de carne bovina em setembro trouxeram quase R$ 9,5 bilhões em receita. O avanço ocorre mesmo com a desvalorização do dólar nos últimos dias do mês.

Como fica o escoamento no mercado interno

Os pesquisadores do Cepea destacam que no mercado interno, que fica com cerca de 70% da carne bovina produzida no país, as vendas seguem em ritmo normal. Nesta segunda-feira (6), na Grande São Paulo, o preço da carcaça casada de boi teve média à vista de R$ 21,24/kg. Segundo representantes de alguns frigoríficos, os estoques de carne, que antes estavam altos, voltaram à normalidade.



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Oferta de milho em Mato Grosso será menor na safra 25/26; veja os números



A oferta de milho em Mato Grosso foi estimada em 53,29 milhões de toneladas na safra 2025/26, queda de 4,05% em relação à temporada anterior, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A demanda foi projetada em 52,67 milhões de toneladas, recuo de 2,40% ante a safra 2024/25, resultado da menor expectativa de produção frente ao recorde observado na safra passada.

Para a safra 2024/25, já concluída, o instituto consolidou a produção em 55,43 milhões de toneladas, a maior da série histórica. Com estoques iniciais de 110 mil toneladas, a oferta totalizou 55,54 milhões de toneladas, alta de 14,03% em relação ao ciclo anterior.

Queda das exportações e alta na demanda

As exportações devem cair 7,06%, para 26,10 milhões de toneladas. O consumo interestadual apresentou retração de 3,61%, totalizando 8 milhões de toneladas. Já o consumo interno avançou 5,61%, alcançando 18,57 milhões de toneladas, impulsionado pela entrada em operação de novas usinas de etanol, ampliação da capacidade instalada e maior demanda de milho destinado à ração animal.

Os estoques finais foram estimados em 616,59 mil toneladas, queda de 60,77% em relação à safra 2024/25. A produção para o ciclo 2025/26 foi calculada em 51,72 milhões de toneladas, recuo de 6,70% ante o recorde da safra anterior, mas ainda 9,22% acima do volume da safra 2023/24. A área cultivada foi projetada em 7,39 milhões de hectares, crescimento de 1,83%, com destaque para a região Nordeste, onde a expansão projetada é de 4,31%. A produtividade inicial foi estimada em 116,61 sacas por hectare.

A demanda em Mato Grosso foi projetada em 54 milhões de toneladas em 2024/25, avanço de 11,10%. O aumento reflete as exportações, estimadas em 28,08 milhões de toneladas, crescimento de 16,04%, além do maior consumo dentro do estado, com alta de 6,72%, e do crescimento do consumo interestadual, com avanço de 5,14%. Os estoques finais foram definidos em 1,55 milhão de toneladas.



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Exportações de carne de frango em setembro tem o segundo melhor mês do ano



As exportações brasileiras de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, totalizaram 482,3 mil toneladas em setembro, de acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é o segundo maior registrado em 2025, ficando apenas 0,6% abaixo do recorde histórico de setembro de 2024, quando o país embarcou 485 mil toneladas.

A receita com as exportações somou US$ 857,9 milhões, recuo de 10,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior (US$ 953,8 milhões).

No acumulado do ano, entre janeiro e setembro, o Brasil exportou 3,876 milhões de toneladas de carne de frango, leve queda de 1% frente ao mesmo período de 2024. A receita totaliza US$ 7,166 bilhões, valor 1,5% menor na comparação anual.

Pela primeira vez, a África do Sul liderou o ranking mensal de destinos, com 38,7 mil toneladas importadas em setembro, alta de 35,9% em relação a 2024. Em seguida aparecem Emirados Árabes Unidos (37,2 mil t, -10,2%), México (37,1 mil t, +55,5%), Japão (36,4 mil t, -0,2%) e Arábia Saudita (35,7 mil t, +19,2%).

Outros destaques foram as Filipinas (+103,2%), Coreia do Sul (+229,8%) e Hong Kong (+138,6%), que ampliaram expressivamente as compras do produto brasileiro.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a retomada dos embarques reflete a normalização das vendas após as suspensões causadas por focos pontuais de gripe aviária no primeiro semestre:

“O fato de termos baixa diferença entre os volumes embarcados para os principais destinos mostra uma procura generalizada pelo produto brasileiro. Isso reflete demandas reprimidas durante o período em que determinados mercados suspenderam a importação devido ao foco já resolvido de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, no Rio Grande do Sul. Há boas expectativas de que o desempenho siga forte no próximo mês, agora com a retomada das vendas para a União Europeia”, afirmou.

Entre os estados exportadores, o Paraná segue na liderança, com 182,3 mil toneladas embarcadas (-6,9%), seguido por Santa Catarina (116,7 mil t, +10,5%) e Rio Grande do Sul (65,2 mil t, +3,2%). Também se destacam São Paulo (31,1 mil t, +10,7%) e Goiás (21,6 mil t, +10,8%).



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‘Química’ entre Lula e Trump abre caminho para negociação definitiva



A conversa por telefone entre Donald Trump e o presidente Lula, nesta segunda-feira (6), marcou o primeiro contato direto entre Estados Unidos e Brasil desde o início do tarifaço. As sobretaxas de 50% impostas pelos norte-americanos, em vigor desde agosto, atingem diversos produtos brasileiros, com destaque para carne bovina, café e frutas.

Para o ex-secretário de Comércio Exterior e sócio da BMJ Consultores Associados, Welber Barral, o diálogo demonstrou disposição política para retomar a cooperação entre os dois países. “A reunião foi a conversa mais longa entre os dois presidentes. Além disso, houve uma boa ‘química’ nas Nações Unidas, o que foi bastante positivo”, ressalta.

O que esperar da reunião entre Lula e Trump?

Os próximos passos, no entanto, dependerão de como as negociações técnicas serão conduzidas. “A questão agora é saber quais serão as demandas americanas, o que o Brasil pode oferecer em concessões e o que o país vai pedir em troca”, explica Barral.

As negociações deverão ser conduzidas pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, conforme escolha do próprio Trump. Do lado brasileiro, os ministros Geraldo Alckmin, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e Fernando Haddad, da Fazenda, serão os responsáveis pelas conversas. O chanceler Mauro Vieira também participará.

De acordo com o ex-secretário de Comércio Exterior, essas tratativas podem definir o rumo da relação bilateral nos próximos meses. “Com sorte, essas questões serão resolvidas e o martelo será batido na próxima reunião entre os presidentes”, analisa.

O local onde a reunião deverá ocorrer, entretanto, segue indefinido. Lula sugeriu um novo encontro presencial em breve, citando a Cúpula da ASEAN, na Malásia, a COP30, em Belém. Além disso, o presidente brasileiro se colocou à disposição para viajar aos Estados Unidos.



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Plantio de soja atinge 8,2% no Brasil; veja avanço por estado



De acordo com o último boletim de progresso da safra divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o plantio da soja 2025/26 já alcançou 8,2% da área prevista no Brasil. O Paraná lidera o avanço, com 26% da área semeada, seguido por Mato Grosso (15,6%) e Mato Grosso do Sul (5%). Em seguida está o estado de São Paulo (3%), Minas Gerais (1,4%) e Goiás (1%).

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O meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, aponta um panorama otimista para o início da safra. Ele prevê chuvas mais regulares a partir da segunda quinzena de outubro, favorecendo as regiões produtoras do Centro-Oeste e do Sudeste.

No entanto, Müller alerta para a formação de temporais no Sul, provocados por uma frente fria associada a um ciclone extratropical, com rajadas de vento acima de 100 km/h e queda de granizo no Rio Grande do Sul. Esse sistema deve avançar nos dias seguintes para o Paraná, Santa Catarina e alcançar o Sudeste entre quarta e quinta-feira desta semana.



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Brasil bate recorde histórico nas exportações de carne suína em setembro



As exportações brasileiras de carne suína, considerando produtos in natura e processados, atingiram 151,6 mil toneladas em setembro, o maior volume mensal já registrado pelo setor. O número representa um aumento de 25,9% em relação ao mesmo mês de 2024, quando o país exportou 120,4 mil toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita também foi recorde, alcançando US$ 368,4 milhões, alta de 29,9% na comparação anual.

Com o bom desempenho de setembro, os embarques acumulados no ano somam 1,12 milhão de toneladas, o que representa crescimento de 13,2% sobre o mesmo período do ano passado. Em faturamento, o avanço chega a 24,6%, totalizando US$ 2,7 bilhões entre janeiro e setembro.

As Filipinas continuam em destaque como o principal destino da carne suína brasileira, com 49 mil toneladas importadas em setembro, um salto de 73,9% frente a 2024. Em seguida aparecem China (13,6 mil toneladas, queda de 18,2%), Japão (11,4 mil, +32,4%), Vietnã (9,6 mil, +39,8%) e México (9,6 mil, +55,8%).

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento é resultado de uma demanda aquecida em diversos mercados:

“Embora as Filipinas sejam o principal destino, não são o único impulsionador da forte demanda pelo produto brasileiro, que cresce em taxas significativamente elevadas em mercados estratégicos. A tendência é de continuidade da demanda, com o fechamento do ano com resultados recordes”, afirmou.

Entre os estados exportadores, Santa Catarina lidera com 72,7 mil toneladas, alta de 17,4%, seguido por Rio Grande do Sul (35,7 mil, +39,6%) e Paraná (25,3 mil, +35,5%). Também se destacam Mato Grosso (3,9 mil, +19,1%) e Minas Gerais (2,9 mil, -10,6%).



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Governo atende demanda do agro e mantém isenção de LCAs



O relator da Medida Provisória 1303/25, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), deverá retirar a cobrança de imposto sobre as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Imobiliário (LCI). Segundo informações apuradas pela CNN Brasil, a retirada foi autorizada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

A MP, que trata da tributação de investimentos, no entanto, precisa ser votada na comissão mista e pelos plenários da Câmara e do Senado até quarta-feira (8), para não perder a validade. Para o setor agropecuário, eventuais alíquotas poderiam ameaçar o acesso ao crédito privado.

Mobilização do agro

As LCAs são uma das principais fontes de recursos para financiamento do setor produtivo. Neste sentido, o recuo do governo atende a demanda da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). O deputado Pedro Lupion (PP-PR), presidente da bancada, já havia criticado a proposta de taxação de 7,5% sobre as LCAs e LCIs. Atualmente, as duas modalidades seguem isentas de tributação.

Além das letras de crédito, a MP inclui cobranças sobre apostas eletrônicas, as chamadas bets, com alíquota de 18%. As aplicações financeiras também poderão ser tributadas em 17,5% a partir de 2026. O texto ainda prevê imposto para as grandes empresas de tecnologia, as big techs, que operam no país.

O texto foi editado para compensar a perda de arrecadação após a derrubada do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Além disso, a expectativa do governo é arrecadar R$ 21 bilhões com a nova medida, valor que já está previsto no orçamento do ano que vem.



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