quinta-feira, abril 16, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de batata-doce entra na fase final em Feliz



Microclima favorece colheita de batata-doce



Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (2), a colheita da batata-doce na região administrativa de Lajeado está na fase final. Em Feliz, onde o cultivo é escalonado e o microclima se mantém favorável, a produção deve continuar por mais tempo.

Os produtores estão concluindo o plantio de ramas nas novas áreas, e, até o momento, não há registros de problemas fitossanitários. O preço do quilo do tubérculo varia entre R$ 1,50 e R$ 1,80.

Conforme o Censo Olerícola de 2025, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) em parceria com a Emater/RS-Ascar, o cultivo de batata-doce ocorre em 215 unidades produtivas da região, ocupando uma área total de 116,42 hectares, com produtividade média de 17.626 quilos por hectare. Os municípios com maior produção são Feliz, Roca Sales, Encantado e Barão.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Milho fecha 6ªfeira estável em Chicago, mas recua até 1,4% na semana


Logotipo Notícias Agrícolas

A sexta-feira (19) chega ao final com os preços internacionais do milho registrando poucas movimentações e encerrando o pregão na estabilidade, mas acumulando desvalorizações semanais de até 1,4%. 

Roberto Carlos Rafael, da Germinar Corretora, explicou que o mercado internacional está sob forte pressão diante de uma safra recorde chegando nos Estados Unidos, com projeção de 430 milhões de toneladas, o que deve elevar os estoques em mais de 20 milhões de toneladas. Além disso, Ucrânia e Argentina também devem ofertar volumes maiores. 

Por outro lado, há suporte para os preços do ponto de vista da demanda. As exportações norte-americanas de milho seguem elevadas, já que o país é a originação mais barata no mercado internacional neste momento. 

No fim, Rafael acredita que a pressão negativa deva ter mais força daqui para a frente, conforme os trabalhos de colheita nos EUA seguirem avançando, até o momento 10% das lavouras já foram colhidas, de acordo com dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 

O vencimento dezembro/25 foi cotado a US$ 4,24 com alta de 0,25 ponto, o março/26 valeu US$ 4,41 com queda de 0,25 ponto, o maio/26 foi negociado por US$ 4,51 com perda de 0,50 ponto e o julho/26 teve valor de US$ 4,57 com baixa de 0,25 ponto. 

Esses índices representaram perdas, com relação ao fechamento da última quinta-feira (18), de 0,06% para o março/26, de 0,11% para o maio/26 e de 0,05% para o julho/26, além de ganho de 0,06% para o dezembro/25. 

No acumulado semanal, as posições do cereal norte-americano registraram desvalorizações de 1,40% para o dezembro/25, de 1,29% para o março/26, de 1,31% para o maio/26 e de 1,40% para o junho/26, com relação ao fechamento da última sexta-feira (12). 

variação semanal milho cbot

Mercado Interno 

Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho também finalizaram o pregão com movimentações próximas da estabilidade. 

Os últimos meses estão sendo de mercado do milho lateralizado no Brasil, mesmo com a colheita da safrinha praticamente finalizada.  

Segundo Roberto Carlos Rafael, da Germinar Corretora, o produtor tem administrado as vendas de forma cautelosa, entregando apenas volumes necessários e aproveitando o consumo interno, especialmente das usinas de etanol, que já formam estoques para o período de entressafra. 

Além disso, as exportações brasileiras permanecem fracas, limitadas pelo câmbio e pela resistência do produtor em aceitar os preços praticados nos portos, hoje na faixa de R$ 65,00 a R$ 66,00 por saca. A expectativa é que o país exporte cerca de 40 milhões de toneladas em 2025, abaixo do necessário para reduzir os estoques internos. Esse cenário pode gerar pressão adicional no início de 2026, quando haverá concorrência por espaço de armazenagem com a safra de soja. 

Por outro lado, a demanda de indústrias de ração e do setor de etanol tem garantido suporte às cotações, impedindo quedas mais acentuadas. Só em 2025, o consumo pelas usinas deve superar 24 milhões de toneladas, podendo chegar a 30 milhões em 2026, à medida que novas unidades entram em operação. Esse movimento ajuda a absorver parte da produção e equilibra a disputa entre exportações e o mercado doméstico. 

Confira como ficaram todas as cotações nesta sexta-feira 

No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho se movimentou pouco neste último dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou valorizações apenas em Sorriso/MT e Brasília/DF. 

O vencimento novembro/26 foi cotado a R$ 67,35 com alta de 0,15%, o janeiro/26 valeu R$ 70,15 com elevação de 0,07%, o março/26 foi negociado por R$ 73,20 com estabilidade e o maio/26 teve valor de R$ 71,85 com ganho de 0,17%. 

No acumulado semanal, as cotações do milho brasileiro registraram perdas de 0,14% para o setembro/25, de 1,25% para o novembro/25 e de 1,41% para o janeiro/26, além de ganhos de 0,01% para o março/26 e de 0,20% para o maio/26, em relação ao fechamento da última sexta-feira (12). 

variação semanal milho b3





Source link

News

Brasileiros têm R$ 10,4 bilhões esquecidos em bancos para resgatar



Mais de 53 milhões de pessoas e empresas possuem R$ 10,46 bilhões em valores esquecidos em instituições financeiras, segundo informou o Banco Central (BC) nesta terça-feira (7). Do total, R$ 8,08 bilhões pertencem a 48,4 milhões de pessoas físicas, enquanto R$ 2,37 bilhões estão em nome de 4,56 milhões de empresas.

Os dados, divulgados com dois meses de defasagem, referem-se a agosto de 2025 e fazem parte do Sistema de Valores a Receber (SVR). Segundo o BC e o Ministério da Fazenda, não há prazo limite para o saque dos valores, que permanecem guardados nas instituições até que o titular solicite o resgate.

Em 2024, o Congresso autorizou o Tesouro Nacional a recolher os recursos, mas o Ministério da Fazenda afirma que o processo não está em andamento.

Apenas em agosto, os resgates somaram R$ 396,7 milhões. Desde o lançamento do sistema, em fevereiro de 2022, R$ 11,74 bilhões foram devolvidos. Desse total, 30,3 milhões de pessoas físicas recuperaram R$ 8,66 bilhões, e 3,2 milhões de empresas receberam R$ 3,08 bilhões.

Resgate gratuito e seguro

O BC reforça que todo o processo de consulta e resgate é gratuito e deve ser feito apenas pelo site oficial do Sistema de Valores a Receber, que exige conta nível ouro ou prata e verificação em duas etapas pelo portal gov.br..

Quem tem chave Pix cadastrada pode optar pela devolução direta, recebendo o dinheiro em até 12 dias úteis. Quem não possui Pix precisa entrar em contato com a instituição financeira indicada pelo sistema para combinar a forma de pagamento.

No fim de maio, o BC informou que é possível habilitar um pedido automático de resgate de valores a receber, feito no próprio SVR. O processo pretende facilitar a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente o pedido de cada valor em seu nome.

Pequenos valores

A maior parte dos beneficiários tem direito a quantias baixas. De acordo com o Banco Central, 64% dos correntistas possuem valores de até R$ 10, enquanto apenas 1,8% têm montantes acima de R$ 1 mil.

Os valores estão distribuídos principalmente entre bancos (R$ 5,9 bilhões), administradoras de consórcio (R$ 3,1 bilhões) e cooperativas de crédito (R$ 864 milhões). Também há recursos em instituições de pagamento, financeiras, corretoras e distribuidoras.

Entre as origens mais comuns dos valores esquecidos estão contas correntes e poupanças encerradas, tarifas cobradas indevidamente, cotas de cooperativas de crédito, recursos de consórcios encerrados e contas de pagamento com saldo residual.

Golpes

O Banco Central aconselha o correntista a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos, mesmo com a interrupção dos saques.

O órgão ressalta que todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.



Source link

News

Soja tem dia de aumento nos preços; confira as cotações por região do Brasil



O mercado brasileiro de soja registrou melhores indicações nesta terça-feira (7). Segundo o analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, houve negócios reportados, com a indústria buscando produtos disponíveis, enquanto nos portos não se observaram movimentações agressivas.

”Os preços melhoraram em quase todas as praças, mas ainda existe um spread elevado entre comprador e vendedor”, destacou.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

No dia, a Bolsa de Chicago apresentou alta tímida, enquanto o dólar comercial ganhou fôlego de valorização e os prêmios se mantiveram estáveis, sustentando as ofertas. No entanto, os negócios com a safra nova seguem lentos, refletindo cautela do mercado diante de incertezas no cenário internacional.

Saiba os preços de soja no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 130,00 para R$ 132,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 121,00 para R$ 123,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 124,50 para R$ 125,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 121,00 para R$ 123,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 136,00 para R$ 137,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 135,00 para R$ 137,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam o dia em leve oscilação na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O movimento foi caracterizado como uma recuperação técnica, com preços flutuando em uma margem estreita. A paralisação do governo americano deixou de divulgar dados essenciais sobre a evolução da colheita e o ritmo das exportações, mantendo o mercado cauteloso.

Os contratos da soja em grão para entrega em novembro fecharam a US$ 10,22 por bushel, com leve queda de 0,41%. Já o contrato de janeiro teve cotação de US$ 10,39 por bushel, alta de 0,31%. Nos subprodutos, o farelo fechou a US$ 276,90 por tonelada, recuando 0,07%, e o óleo encerrou em 51,04 centavos de dólar, com alta de 1,31%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,75%, negociado a R$ 5,3501 para venda e R$ 5,3481 para compra, com mínima de R$ 5,3194 e máxima de R$ 5,3534 durante o dia.



Source link

News

Boi gordo registra preços acima da referência em alguns estados; confira as cotações do dia



O mercado físico do boi gordo teve movimentações acima da referência média em diversos estados nesta terça-feira (7). Frigoríficos de menor porte continuam com escalas de abate apertadas, exigindo postura mais agressiva na compra de animais. Segundo a consultoria Safras & Mercado, por outro lado, indústrias maiores mantêm escalas confortáveis, com boa oferta de animais de parceria na temporada.

As exportações seguem oferecendo suporte aos preços, enquanto o mercado doméstico apresenta avanços com recuperação dos preços da carne no atacado nos últimos dias, destacou Fernando Henrique Iglesias, da Consultoria Safras & Mercado.

Preços médio do boi gordo

  • São Paulo: R$ 310,08 (modalidade à prazo)
  • Goiás: R$ 294,11
  • Minas Gerais: R$ 292,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 320,68
  • Mato Grosso: R$ 292,88

Mercado atacadista

O mercado atacadista também apresentou elevação nos preços. Segundo Iglesias, a tendência é de continuidade do movimento no curto prazo, impulsionada pela entrada dos salários, pelo décimo terceiro salário e pelo aumento do consumo de proteínas no final do ano, especialmente com as confraternizações e contratações temporárias.

Preços do atacado

  • Quarto traseiro: R$ 25,00
  • Quarto dianteiro: R$ 17,70 (alta de R$ 0,20)
  • Ponta de agulha: R$ 16,50

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,75%, sendo negociado a R$ 5,3501 para venda e R$ 5,3481 para compra. Durante o dia, oscilou entre R$ 5,3194 e R$ 5,3534.



Source link

News

Capim-pé-de-galinha pode causar perdas de até 50% na produção de soja; saiba como agir



O capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) é uma gramínea daninha agressiva e de difícil controle, que afeta principalmente lavouras de soja, milho, algodão e sorgo. A espécie preocupa pela alta capacidade de produção e dispersão de sementes, que permanecem viáveis no solo por longos períodos, e pela resistência crescente aos herbicidas.

De acordo com o gerente de marketing da UPL, Rafael Rovêa, o capim-pé-de-galinha está presente em todas as regiões agrícolas do planeta.

“Não existe país produtor de grãos que não enfrente o capim-pé-de-galinha. É uma planta extremamente resistente, capaz de sobreviver em solos compactados, com pouco oxigênio e até em períodos de estiagem”, destaca.

Culturas afetadas

Além das lavouras de grãos, a infestação já começa a atingir pastagens e canaviais, ampliando o impacto econômico da praga. Na soja, as perdas podem chegar a 50% da produção.

Segundo levantamento realizado pela UPL, a infestação pode causar prejuízos de 10 a 15 sacas por hectare, o que representa valores entre R$ 1.300 e R$ 1.900 por hectare nas cotações atuais.

Prevenção ao capim-pé-de-galinha

Segundo Rovêa, o manejo é a principal forma de prevenção contra o capim-pé-de-galinha, segundo especialistas. Algumas populações da planta já apresentam múltipla resistência a herbicidas, tornando o uso tradicional de glifosato menos eficaz.

A partir da safra de 2023, observou-se crescimento da infestação devido a essa resistência, aumentando a necessidade de novas estratégias.

De acordo com Rovêa, para enfrentar o problema, a UPL desenvolveu um novo produto que promete soluções eficientes e de fácil manejo, oferecendo aos produtores uma ferramenta moderna para controlar a praga e reduzir prejuízos nas lavouras.



Source link

News

Vantagem da soja brasileira tem dias contados? Consultor analisa cenário futuro



O presidente dos Estados Unidos pretende lançar um pacote de ajuda aos agricultores norte-americanos entre 10 e 14 milhões de dólares para compensar perdas geradas pela guerra comercial com a China. O foco será especialmente os produtores de soja, setor que sofre com as tarifas de 34% aplicadas pela China desde abril. Assista a todos os detalhes:

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Desde maio, nenhuma soja da safra atual dos Estados Unidos foi comprada pela China, gerando estoques internos e prejuízos para os produtores americanos. “Estamos diante do terceiro ano consecutivo de margens negativas na soja nos EUA, a maior da série histórica, com impactos também em outros grãos, como algodão. Apenas o milho não foi impactado”, explicou o consultor em agronegócio, Carlos Cogo.

Soja brasileira

Cogo ressalta que essa situação abriu oportunidades para o Brasil. Em setembro, o país exportou 72,7 milhões de toneladas de soja para a China, o que representa 77,4% das exportações brasileiras. “O tarifão imposto pelos EUA elevou os prêmios pagos nos portos brasileiros em até 15 a 20%, garantindo lucro positivo para os produtores nacionais”, afirmou.

Cenário futuro

No entanto, há riscos. Caso um eventual acordo entre China e EUA seja fechado, permitindo a retomada das compras de soja americana, os prêmios brasileiros podem cair e a competitividade mudar.

A China pode voltar a comprar a soja americana por meio de cotas ou reduzindo a alíquota de importação de 34% para 0%, 5% ou 10%, tornando o mercado mais equilibrado. Nessa situação, a disputa entre Brasil e EUA se dará principalmente via logística e prêmios, sendo que o prêmio americano tende a ser mais competitivo.

“Com mais demanda por soja americana, o preço futuro vai ganhar força na Bolsa de Chicago e subir, enquanto os prêmios do Brasil podem derreter, reduzindo os ganhos do país. Esse é o cenário de acomodação, que é inevitável”, alertou Cogo.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Reunião entre China e EUA pode derrubar a soja



Reunião vai ocorrer nos próximos momentos


Caso haja acordo e a China volte a comprar soja americana, os preços devem cair
Caso haja acordo e a China volte a comprar soja americana, os preços devem cair – Foto: Canva

O mercado da soja vive um momento de incerteza e depende diretamente dos rumos da política internacional e do clima. Segundo análise da TF Agroeconômica, a próxima reunião entre Donald Trump e Xi Jinping será determinante para a tendência de preços. 

Caso haja acordo e a China volte a comprar soja americana, os contratos em Chicago (CBOT) devem subir e os preços no Brasil cair, o que indicaria a venda imediata. Por outro lado, se a China optar por reduzir a dependência dos EUA e priorizar apenas a América do Sul, a CBOT pode cair, mas o Brasil manteria preços relativamente altos, ainda que o lucro do produtor seja reduzido diante do aumento da safra local.

Entre os fatores de alta, destacam-se a expectativa de auxílio bilionário de Trump aos agricultores americanos, estimado entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões, o que pode sustentar os preços no curto prazo. No Brasil, a demanda firme por óleo de soja se mantém mesmo diante da queda do petróleo e do feriado da Semana Dourada na China, refletindo a procura por biocombustíveis e os estoques estáveis de óleos vegetais. Além disso, as exportações brasileiras continuam aquecidas: em setembro, foram estimadas em 7,14 milhões de toneladas, número menor que em agosto, mas bem acima do mesmo período de 2024.

Já do lado baixista, o mercado enfrenta pressão com a falta de relatórios do USDA devido à paralisação do governo americano, o que aumenta o pessimismo dos investidores. Soma-se a isso o ritmo acelerado da colheita nos EUA, favorecido pelo clima seco, ainda que haja risco de queda de produtividade estimada em quase 1%. Outro ponto de peso é a ausência da China no mercado americano, fator que deixa em aberto duas possibilidades: retomada das compras, beneficiando Chicago, ou consolidação da preferência pela América do Sul, o que manteria os preços brasileiros relativamente firmes.





Source link

News

fraude movimentou mais de R$120 milhões nos últimos cinco anos



A Polícia Civil de Goiás deflagrou, nesta terça-feira (7), uma megaoperação contra um grupo suspeito de aplicar golpes em produtores rurais, especificamente na comercialização de milho. Nos últimos cinco anos, a quadrilha movimentou valores superiores a R$ 120 milhões.

A operação, apelidada de “Agrofraude”, visa desarticular uma associação criminosa especializada na prática de estelionato qualificado por fraude eletrônica e lavagem de dinheiro.

Como o golpe funcionava

Conhecido como “falso intermediário”, o golpe começou a ser investigado após diversas denúncias de vítimas lesadas. De acordo com a Polícia Civil, os criminosos se passavam por compradores legítimos junto a corretores de grãos, obtendo informações reais sobre produtos disponíveis em fazendas, como fotos, vídeos, qualidade e quantidade.

Com os dados em mãos, os membros da quadrilha se passavam por vendedores frente a outros corretores e compradores, fechando os negócios fraudulentos.

Prejuízos milionários a produtores rurais

Apenas em Rio Verde, a prática criminosa vitimou mais de 10 pessoas, com prejuízos totais estimados em R$ 1 milhão. Além disso, as investigações se estenderam para outras regiões, e a operação foi realizada de forma simultânea em oito estados e no Distrito Federal:

  • Cuiabá (MT);
  • Várzea Grande (MT);
  • Brasília (DF);
  • Paraguaçu Paulista (SP);
  • Cascavel (PR);
  • Joinville (SC);
  • Portão (RS);
  • Manaus (AM);
  • Rio Branco (AC);
  • São Gonçalo do Piauí (PI).

Ao final da operação, foram expedidos 41 mandados judiciais contra os investigados, incluindo prisões, buscas e apreensões, além de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens.

*Sob supervisão de Beatriz Gunther



Source link

News

por que o manejo é mais importante que a textura



A escolha do capim ideal é um ponto de partida fundamental para a rentabilidade da pecuária, mas a decisão não deve se restringir apenas à textura do solo.

A dúvida sobre qual capim plantar em solo argiloso é comum, mas, segundo o engenheiro agrônomo Marcius Gracco, da Intensifique Consultoria, o fator mais importante para uma escolha acertada é o manejo proposto para a pastagem. Confira o vídeo.

Antigamente, algumas espécies, como a Tanzânia, eram frequentemente evitadas em solos argilosos devido ao risco de acúmulo de água e consequente problemas com fungos.

No entanto, o avanço da genética e as novas cultivares no mercado apresentam melhor sanidade, tornando a textura do solo um fator secundário na decisão estratégica.

A regra essencial para a escolha da forrageira deve ser a intensidade de produção que o pecuarista pretende aplicar. A decisão deve ser baseada no nível de investimento e na estratégia de pastejo, desde a alta lotação até o pastejo contínuo.

Para determinar o capim mais adequado, o produtor deve definir qual será o nível de investimento e intensificação no pasto, priorizando sempre a eficiência produtiva:

Alta lotação e intensificação

Se o objetivo é um sistema de alta produtividade, com investimento em piqueteamento, correção e adubação intensa, o foco deve ser nas espécies do gênero Panicum.

  • Exemplos: Mombaça, Zuri ou Massai.
  • Vantagem: possuem o maior potencial de produtividade.
  • Exigência: são as forrageiras mais exigentes em fertilidade do solo e manejo.

Pastejo contínuo e baixa intensidade

Se o sistema de produção for baseado no pastejo contínuo, com pouca ou nenhuma adubação, as espécies mais indicadas são as Braquiárias.

  • Exemplos: Piatã ou Marandu.
  • Vantagem: são mais “elásticas”, menos exigentes em manejo e requerem um pouco menos de fertilidade do solo.

Adaptação climática e recuperação de áreas

Além do manejo, a adaptação climática da região deve ser uma consideração crucial. Em áreas sujeitas a longos períodos de estiagem, por exemplo, o pecuarista deve buscar forrageiras com maior resistência à seca, como Paiaguás ou o próprio Massai.

Para situações em que não há condições de fazer a correção do solo, como em áreas degradadas ou juquiradas, o agrônomo recomenda o uso de espécies do tipo Humidícola. Este material é menos exigente em fertilidade inicial, embora ainda necessite de um manejo adequado, como o pastejo rotacionado, para evitar o pisoteio excessivo e a degradação.

Em resumo, a chave para o sucesso é o planejamento: o pecuarista deve focar no manejo que será proposto para a sua fazenda para, então, escolher o capim que melhor se alinhará à sua estratégia de produção e, consequentemente, à rentabilidade do seu negócio.



Source link