segunda-feira, abril 13, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Estoques de soja caem mais de 30% em MT e acendem alerta para o mercado



Em contrapartida, o consumo interestadual apresentou avanço



Foto: Expodireto Cotrijal

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) atualizou, em outubro de 2025, os dados da demanda de soja no estado. As exportações para a safra 2024/25 foram reduzidas em 0,97% em relação ao relatório de setembro, totalizando agora 30,50 milhões de toneladas. Em contrapartida, o consumo interestadual apresentou avanço expressivo de 11,99%, atingindo 6,54 milhões de toneladas. Estoques finais caíram mais de 30% no comparativo mensal.

O consumo interno também subiu, embora de forma mais moderada, com alta de 0,32% e estimativa de 13,03 milhões de toneladas. Esse movimento é atribuído à ampliação da capacidade das indústrias esmagadoras no estado, que vêm ampliando sua participação na demanda total pela oleaginosa.

A combinação entre alta na demanda e redução nas exportações provocou queda acentuada nos estoques finais da safra 2024/25, que foram projetados em 0,92 milhão de toneladas — recuo de 32,42% em comparação ao mês anterior. Para a safra 2025/26, o cenário também foi ajustado. As exportações foram novamente revistas para baixo, com recuo de 1,67%, ficando estimadas em 29,33 milhões de toneladas. Já os volumes de consumo interestadual e interno foram mantidos em 4,54 milhões e 13,24 milhões de toneladas, respectivamente.

A diferença na dinâmica da nova safra aparece nos estoques finais, que registraram alta de 5,92% frente à projeção anterior e estão agora estimados em 1 milhão de toneladas. O Imea atribui essa elevação ao ritmo lento da comercialização da soja até o momento. Para produtores e indústrias, o cenário sinaliza a importância de monitorar o ritmo de comercialização e o comportamento das exportações na virada entre as safras 2024/25 e 2025/26.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo e “boi China” registram alta em São Paulo


De acordo com a análise desta terça-feira (7) do informativo Tem Boi na Linha, publicado pela Scot Consultoria, o mercado do boi gordo abriu o dia com alta de R$ 2,00 por arroba e o “boi China” com aumento de R$ 3,00 por arroba em São Paulo. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis. As escalas de abate nas indústrias atendiam, em média, a nove dias.

Segundo a consultoria, “o escoamento da carne ainda não estava dentro do esperado, mas a chegada do quinto dia útil do mês poderia impulsionar as vendas”. Além disso, parte das indústrias vinha oferecendo valores mais altos para completar as escalas de abate. A Scot também destacou que “a exportação de carne bovina in natura seguia com excelente desempenho”, fator que contribuiu para a sustentação dos preços no mercado interno.

No Espírito Santo, o “boi China” registrou alta de R$ 3,00 por arroba, enquanto a vaca teve aumento de R$ 5,00 por arroba. As demais categorias mantiveram estabilidade. As escalas de abate no estado estavam, em média, para cinco dias.

Na região Oeste do Maranhão, após a elevação registrada no dia anterior para todas as categorias, os preços permaneceram sem alteração. Em Alagoas, a cotação da vaca recuou R$ 5,00 por arroba, enquanto os valores do boi gordo e da novilha se mantiveram inalterados.

Em relação ao mercado externo, a exportação de carne bovina in natura alcançou volume recorde em setembro, com 314,7 mil toneladas embarcadas — o maior da história. A média diária foi de 14,3 mil toneladas, aumento de 25,1% em relação a setembro de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5,6 mil, alta de 24,4% na comparação anual.





Source link

News

Embrapa encerra circuito Diálogos pelo Clima e prepara documento para a COP30



O circuito Diálogos pelo Clima, iniciativa da Embrapa, chegou à Mata Atlântica, última etapa de um percurso que passou pelos seis biomas brasileiros. O projeto promoveu encontros com especialistas, produtores rurais, representantes da pesquisa, da sociedade civil e do setor produtivo, com o objetivo de conectar saberes locais a estratégias globais de enfrentamento às mudanças climáticas.

A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destacou a importância da escuta em cada território.

“Nesses eventos, a gente percebe ao mesmo tempo a diversidade de demandas que existem por bioma, mas também a convergência na busca por uma agricultura mais resiliente às mudanças climáticas”, afirmou. “Vemos desde práticas de manejo sustentável até o potencial genético de espécies mais resistentes ao estresse hídrico e a doenças”, completou.

Estratégias para uma agricultura sustentável

Com base nas experiências colhidas em todo o país, a Embrapa prepara agora um documento estratégico que será encaminhado à direção da COP30, conferência da ONU sobre o clima que acontece em novembro, em Belém (PA). O material vai reunir propostas e resultados que reforçam o papel da agricultura brasileira na mitigação dos efeitos climáticos e na produção sustentável.

Segundo Silvia Massruhá, o trabalho reflete a evolução das políticas públicas voltadas à sustentabilidade no campo.

“Nós temos políticas mais antigas, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que hoje evolui para o Zarc Níveis de Manejo, incentivando práticas sustentáveis”, disse. “Essa jornada vai desde a reconversão de pastagens degradadas até o mercado de carbono e o pagamento por serviços ambientais. Tudo isso compõe uma agricultura sustentável, resiliente e preditiva”, ressaltou.

Práticas regenerativas e inovação

Durante o circuito, práticas de agricultura e pecuária regenerativas ganharam destaque, mostrando que a ciência e o conhecimento local podem caminhar juntos. Segundo Walkymário Lemos, chefe da Embrapa Amazônia Oriental, essas experiências serão apresentadas ao mundo durante a COP30, na AgriZone, a casa da agricultura sustentável brasileira.

“Vamos mostrar experiências que vão desde cultivos agroalimentares biofortificados até sistemas biodiversificados de integração lavoura-pecuária-floresta”, contou Lemos. “Teremos também propostas de recuperação de áreas degradadas e novos arranjos agroflorestais adaptados a diferentes realidades regionais”.

Agro brasileiro em destaque na COP30

O Canal Rural é parceiro da Embrapa nessa missão de mostrar ao mundo o protagonismo do agro brasileiro. O presidente da emissora, Julio Cargnino, reforçou a importância dessa jornada conjunta.

“O Canal Rural está envolvido desde o início do projeto Diálogos pelo Clima. Esta já é a sétima etapa e acompanhamos todas elas. Agora estamos nos preparando para, a partir de 10 de novembro, estarmos juntos com a Embrapa e com as entidades do setor na AgriZone, em Belém”, afirmou.

Com o encerramento do circuito, a Embrapa consolida o aprendizado de uma jornada que uniu ciência, inovação e sustentabilidade, reforçando o compromisso do Brasil com uma agricultura mais verde, eficiente e conectada ao futuro climático do planeta.



Source link

News

Frente fria colabora para virar o tempo em região do país; confira



O avanço recente de uma frente fria entre o Sul e o Sudeste do Brasil trouxe mudanças significativas no tempo no Centro-Oeste. O sistema, mesmo sem atuar diretamente sobre a região, estimula a formação de um canal de umidade que favorece a formação de nuvens carregadas e provoca mudança na direção dos ventos, de acordo com a Climatempo. O resultado é um alívio no calor intenso que vinha predominando na região nos últimos dias.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

As instabilidades seguem ativas nos próximos dias, ainda que de forma irregular. As chuvas ocorrem em pancadas isoladas, intercaladas com períodos de sol e tempo firme. Em áreas do norte de Mato Grosso e do sul de Mato Grosso do Sul, há risco de pancadas mais fortes, acompanhadas de raios e rajadas de vento.

Também deve chover entre o sudeste de Mato Grosso e o sul de Goiás, enquanto o norte goiano segue com tempo seco e temperaturas elevadas.

Risco de temporais isolados

Em Mato Grosso, a atmosfera permanece bastante úmida, mantendo as condições para pancadas mais expressivas no norte do estado, com potencial para temporais isolados.

Em Mato Grosso do Sul, as instabilidades se concentram principalmente no extremo sul. Já em Goiás, a chuva tende a ocorrer com maior frequência no sul, alternando momentos de abafamento e precipitação.

Tendência: mais chuva e menos calor

Nos próximos dias, o cenário úmido deve persistir no Centro-Oeste. As chuvas variam de intensidade e podem acumular até 25 mm em grande parte da região.

A partir da próxima segunda-feira (13), a expectativa é de manutenção da umidade e expansão das áreas de chuva, principalmente entre Mato Grosso do Sul, Goiás e o Triângulo Mineiro, onde os acumulados podem atingir 30 mm.

Entre o sábado (11) e a próxima terça (14), um novo sistema meteorológico deve se intensificar sobre o Centro-Sul, provocando instabilidades mais fortes. A previsão indica chuvas generalizadas e volumosas, além da redução das temperaturas. Isso deve trazer alívio para o calor e melhorar as condições de umidade do ar.



Source link

News

Projeto de conservação protege 30 mil hectares de floresta nativa em Mato Grosso



Um projeto piloto do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) deixou um legado de conservação em Mato Grosso, protegendo cerca de 30 mil hectares de floresta. A iniciativa será apresentada durante a COP30, em Belém, e mostra caminhos para políticas públicas de preservação e pagamento por serviços ambientais a produtores e empresas agrícolas.

A primeira fase do projeto, iniciado em 2020, envolveu 25 fazendas em Mato Grosso, Pará e Maranhão. O programa valoriza o trabalho do produtor que mantém áreas de vegetação nativa, oferecendo remuneração entre R$ 240 e R$ 400 por hectare ao ano, aproximando-se do que seria obtido em atividades convencionais, como produção de soja, milho ou pecuária.

Segundo André Guimarães, diretor executivo do Ipam, o projeto vai além da conservação. “Nossa agricultura depende do ciclo natural de chuvas. Em última instância, o Conserv protege vegetação nativa, biodiversidade e serviços ambientais, mas também garante a resiliência da agricultura brasileira para o futuro”, explica.

“Então foi com isso em mente que criamos há 8 anos atrás o Conserv. Ele funcionou até outubro de 2024, enceraram-se os contratos, mas a ideia conceitual continua”, conclui.

Financiado pelos governos da Noruega e dos Países Baixos, o pagamento por serviços ambientais é uma forma de valorizar o trabalho do produtor, reconhecendo o esforço em manter a área de vegetação nativa. Para muitos, esta remuneração é vista como uma quarta safra.

“Não teve mais incêndios como era antigamente. Então se eu não deixar ela em pé, quem vai deixar?”, diz o produtor de Sapezal, Carlos Roberto Simonetti.

Com a COP30 no Brasil, a expectativa é que iniciativas como esta ganhem mais visibilidade, destacando o protagonismo do país na luta contra as mudanças climáticas no mundo.



Source link

News

Frutas puxam indicador de preços da Ceagesp em setembro, mas há queda no ano



O índice de preços Ceagesp registrou alta de 4,06% em setembro, ante alta de 1,15% no mês anterior. “No mesmo período do ano passado, o índice havia apresentado alta de 2,69%. Com o resultado obtido, acumula queda de 2,46% no ano e alta de 2,30% em 12 meses”, disse a Ceagesp em nota.

O setor de frutas subiu 9,67% ante agosto. Acumula queda de 2,80% no ano e alta de 3,63% em 12 meses. As principais altas ocorreram nos preços de limão-taiti (+42,10%) e do maracujá-azedo (+41,13%). As principais quedas ocorreram nos preços de morango (-31,55%) e da melancia (-14,86%).

“O setor de frutas foi o que mais contribuiu para a alta de preços (inflação IP-Ceagesp) de setembro, com 73% dos produtos apresentando alta, sendo determinantes para este cenário fatores de sazonalidade e restrição no volume de oferta”, destacou a empresa.

O setor de legumes caiu 11,22%, acumulando alta de 19,85% no ano e de 19,90% em 12 meses. As principais quedas ocorreram nos preços de maxixe (-40,81%) e vagem macarrão (-38,52%). As principais altas ocorreram nos preços de batata doce rosda (+38,51%) e tomate caqui (+35,47%).

O setor de verduras caiu 7,86%, acumulando retração de 13,57% no ano e alta de 10,26% em 12 meses. As principais quedas ocorreram nos preços de coentro (54,81%) e espinafre (17,27%). As principais altas ocorreram nos preços de salsa (66,93%) e brócolis (8,88%).

O setor de diversos cedeu 4,52%, acumulando recuo de 17,70% no ano e de 26,36% em 12 meses. As principais quedas ocorreram nos preços de coco seco (18,59%) e da cebola nacional (13,48%). As principais altas ocorreram nos preços de batata escovada (+12,08%) e amendoim com pele (3,68%).

O setor de pescados subiu 0,55%, acumulando queda de 6,50% no ano e de 3,20% em 12 meses. As principais altas ocorreram nos preços de sardinha Lages (125,00%) e anchovas (25,83%). As principais quedas ocorreram nos preços de cavalinha (12,18%) e namorado (9,49%).



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Doença viral em bovinos na Espanha acende alerta



O alerta surgiu após três novilhas apresentarem febre e lesões


O alerta surgiu após três novilhas apresentarem febre e lesões
O alerta surgiu após três novilhas apresentarem febre e lesões – Foto: Bing

No sábado, 4 de outubro de 2025, a pecuária europeia foi novamente abalada pela confirmação do primeiro caso de Dermatite Nodular Contagiosa (DNC) em bovinos na Espanha. O foco foi detectado em uma fazenda localizada na região de Alt Empordà, na Catalunha, levando o governo espanhol a adotar medidas imediatas de contenção. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária, Pescas e Alimentação da Catalunha, a doença foi confirmada por testes realizados no Laboratório Veterinário Central de Algete, em Madrid.

O alerta surgiu após três novilhas apresentarem febre e lesões cutâneas em um rebanho de 123 animais. As autoridades isolaram a propriedade e enviaram amostras para análise, que confirmaram a presença do vírus por PCR. A DNC, que já provocou 67 surtos na França e 47 na Itália, não é transmissível a humanos, mas representa uma grave ameaça econômica e sanitária para a bovinicultura europeia. As medidas incluem o abate sanitário do rebanho, eliminação de materiais contaminados e investigação epidemiológica para identificar a origem da infecção.

Causada por um vírus da família *Poxviridae*, a doença é transmitida por insetos hematófagos, como moscas e mosquitos, além do contato direto entre animais. Ela provoca febre, perda de apetite, queda na produção de leite e nódulos na pele, com mortalidade próxima de 10% e morbidade de até 45%. O governo espanhol também delimitou zonas de proteção (raio de 20 km) e vigilância (50 km) para conter o vírus. Embora o Brasil e Portugal ainda sejam considerados livres da doença, o avanço da DNC na Europa acende um alerta sobre os riscos de disseminação e os impactos para o comércio internacional de carne bovina.

 





Source link

News

Boi gordo mantém preços firmes com escalas mais curtas; confira o fechamento de mercado



O mercado físico do boi gordo registrou negócios com preços mais altos ao longo da quarta-feira (8). O encurtamento das escalas de abate, principalmente para os frigoríficos de menor porte, segue dando sustentação aos preços.

Além disso, os frigoríficos de maior porte ainda sinalizam para uma maior disponibilidade de animais de parceria, com uma posição de escalas relativamente mais tranquila.

É importante mencionar que o mercado interno tem apresentado maior fluidez durante a semana, com melhora dos preços da carne bovina no atacado. Outro elemento importante são as exportações que permanecem em ótimo nível, segundo Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado.

Preços do boi gordo

  • São Paulo: a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 311,50 (modalidade a prazo)
  • Goiás: a indicação média foi de R$ 295,00 para a arroba do boi gordo
  • Minas Gerais: a arroba teve preço médio de R$ 294,41
  • Mato Grosso do Sul: a arroba foi indicada em R$ 321,25
  • Mato Grosso: a arroba ficou indicada em R$ 293,11

Atacado

O mercado atacadista se depara com preços firmes, e o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes no curto prazo, ainda sob o efeito da entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

A chegada do último trimestre também produz otimismo, considerando o consumo aquecido que marca esse período.

  • Quarto traseiro segue no patamar de R$ 25,00 por quilo
  • Ponta de agulha ainda é precificada a R$ 16,50 por quilo
  • Quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 17,70

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,14%, sendo negociado a R$ 5,3426 para venda e a R$ 5,3406 para compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3292 e a máxima de R$ 5,3637.



Source link

News

Empresa mensura carbono em mais de 700 mil hectares e avança na produção regenerativa



Uma iniciativa da SLC Agrícola deu origem à maior operação de mensuração de carbono do agronegócio brasileiro, abrangendo mais de 736 mil hectares em 23 fazendas. O projeto gera dados auditáveis e automatizados, com foco não apenas em compensar emissões, mas em impulsionar a produtividade regenerativa.

Segundo Álvaro Dilli, diretor de recursos humanos, sustentabilidade e T.I da SLC Agrícola, a iniciativa começou em 2021, motivada pelo objetivo da empresa de se tornar carbono neutro no escopo 1 e 2 até 2030.

“Diante do volume de dados e da ausência de uma plataforma capaz de integrar todas as informações das lavouras, desenvolvemos uma solução junto a uma startup do nosso hub de inovação”, explica Dilli.

De acordo com Dilli, a plataforma permite automatizar o balanço de emissões e remoções de carbono, superando limitações das metodologias tradicionais baseadas em planilhas. No caso das lavouras de grãos, com uma ou duas safras anuais e cobertura total do solo, o sistema calcula com precisão o quanto de carbono está sendo incorporado ao solo.

Mensuração de carbono

Em 2024, a SLC Agrícola já mensurou 736 mil hectares, registrando uma evolução de mais de 120% nas remoções de carbono em comparação ao ano de 2019. No último ano, foram retiradas 500 mil toneladas de carbono por hectare do solo.

Além de auxiliar na neutralização, a plataforma identifica excedentes que podem ser direcionados para projetos de compensação de carbono, fortalecendo o mercado ambiental.



Source link

News

Oscilações nas cotações de soja marcam mercado de quarta-feira; confira preços no Brasil



O mercado brasileiro de soja registrou mais um dia de baixa movimentação nesta quarta-feira (8). De acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, os negócios envolveram poucos lotes, com o produtor mantendo distância do mercado disponível.

Segundo Silveira, os vendedores não têm cedido nas ofertas e seguem aguardando cotações mais firmes, enquanto os compradores mantêm postura cautelosa diante das margens apertadas.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Os preços oscilaram entre estáveis e levemente mais altos, mas sem grandes mudanças. A Bolsa de Chicago apresentou ganhos discretos, enquanto os prêmios permaneceram estáveis.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 132,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 123,00 para R$ 125,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 125,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 123,00 para R$ 124,00
  • Paranaguá (PR) subiu de R$ 137,00 para R$ 137,50
  • Rio Grande (RS) manteve em R$ 137,50.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O sentimento de que a produtividade da safra em colheita nos Estados Unidos possa ficar abaixo dos números oficiais e o ritmo lento das vendas por parte dos produtores americanos sustentaram as cotações.

USDA

Analistas acreditam que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá revisar para baixo suas estimativas de rendimento e produção nos próximos relatórios. Por conta da paralisação do governo americano, ainda não há data definida para a divulgação do relatório de outubro, antes previsto para o dia 9.

Preços domésticos

Os preços domésticos da soja seguem firmes no interior dos EUA, já que os vendedores estão retraídos, aguardando avanços nas negociações comerciais entre Pequim e Washington.

Contratos futuros de soja

Os contratos de novembro fecharam em alta de 7,50 centavos (0,73%), a US$ 10,29 ½ por bushel, enquanto janeiro subiu 5,25 centavos (0,50%), a US$ 10,44 ¼ por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para dezembro avançou US$ 1,10 (0,39%), a US$ 278,00 por tonelada. O óleo para dezembro subiu 0,44 centavo (0,86%), a 51,48 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com leve baixa de 0,14%, negociado a R$ 5,3426 para venda e R$ 5,3406 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,3292 e a máxima de R$ 5,3637.



Source link