domingo, abril 12, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Melhoramento genético eleva produtividade do milho


A produção de grãos no Brasil deve alcançar 333,3 milhões de toneladas em 2025, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do IBGE, com crescimento de 13,9% em relação a 2024. O milho se destaca nesse cenário, liderando tanto em volume quanto em produtividade, especialmente na segunda safra, e consolidando-se como protagonista do agro nacional. A genética avançada tem papel decisivo nesse desempenho, garantindo estabilidade e eficiência nas lavouras.

Por trás de cada híbrido existe um processo complexo que vai dos laboratórios de pesquisa genética até os campos de ensaio. Pesquisadores analisam o genoma do milho em busca de características como produtividade, resistência a doenças e tolerância a seca e calor. Linhagens complementares são cruzadas e avaliadas em diferentes solos e climas do país, até que se obtenha um híbrido confiável, adaptado e produtivo.

“A base de tudo está no DNA da planta e na interação do genótipo com o ambiente. Pesquisadores analisam o genoma do milho em busca de características como produtividade, resistência a doenças, tolerância à seca e ao calor. Com um dos bancos genéticos mais robustos do setor, nós exploramos a diversidade presente em milhares de linhagens para desenvolver híbridos superiores, adaptados às mais diversas condições do campo brasileiro”, explica Cristian Rafael Brzezinski, Global Corn Research Manager da GDM, empresa líder global no melhoramento genético de sementes.

A biotecnologia adiciona novas camadas a esse processo, com eventos transgênicos, como o gene Bt para proteção contra pragas, e técnicas de edição gênica como CRISPR-Cas9, que permitem ajustes precisos no DNA da própria planta, acelerando o desenvolvimento de híbridos mais resistentes sem inserir genes externos. Cada semente passa por testes rigorosos de Valor de Cultivo e Uso (VCU) para comprovar sanidade, estabilidade e produtividade antes de chegar ao agricultor.

“Antes de chegar ao mercado, cada novo híbrido desenvolvido pela GDM passa por grande rede de testes em condições de manejo semelhantes ao dos agricultores e ensaios de Valor de Cultivo e Uso (VCU), exigidos pelo Ministério da Agricultura, que atestam produtividade, sanidade e estabilidade em todas as regiões edafoclimáticas recomendadas. Somente após essa validação científica e regulatória é que a produção comercial começa garantindo ao agricultor uma semente de alta performance, pronta para entregar resultado”, conta Andre Gradowski de Figueiredo, Development Corn Manager da GDM.

 





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Senar e MDA firmam acordo para levar assistência técnica a 100 mil pequenos produtores



O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) firmaram um acordo na quarta-feira (8) para oferecer Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) a pequenos produtores rurais em todo o país.

O acordo de cooperação técnica prevê que o Senar leve assistência gratuita, durante 24 meses, a cerca de 100 mil famílias. Cada propriedade será acompanhada por um técnico da entidade ao longo de dois anos.

O objetivo é ampliar a produção de alimentos e a renda de pequenos produtores rurais, com foco na melhoria da gestão e no aumento da produtividade das propriedades.

Capacitação e acompanhamento

Pelo acordo, o Senar será responsável por selecionar e capacitar técnicos de campo, além de oferecer cursos e treinamentos voltados à Assistência Técnica e Gerencial.

Durante a cerimônia de assinatura, o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, destacou o papel do Senar no desenvolvimento da agropecuária nacional, que constrói, junto com o produtor rural, um plano de negócios que permite à propriedade evoluir.

“O que ele quer para sua propriedade? A partir daí é feito um plano de negócio para acompanhar se aquilo que foi projetado está sendo cumprido rigorosamente”, afirmou.

Expansão do atendimento

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, ressaltou a importância da iniciativa e a qualidade reconhecida da assistência oferecida pelo Senar.

“A partir de hoje, 100 mil novos agricultores terão acesso à assistência técnica do Senar, com o que há de mais moderno em gestão e produção”, disse o ministro.

Além da assistência técnica, o acordo também prevê ações para facilitar o acesso dos produtores a mercados e políticas públicas, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF).

Participações na assinatura

Estiveram presentes na assinatura o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara; o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), Humberto Miranda; o diretor de ATeG do Senar, Eduardo Oliveira; e o diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi.



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Preços da arroba do boi gordo hoje: cotações voltam a subir



O mercado físico do boi gordo apresentou um ou outro negócio realizado acima da referência média ao longo do dia, de acordo com analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, o movimento se explica pelo fato de os frigoríficos de menor porte ainda encontrarem dificuldade na composição de suas escalas de abate.

“O limitador para altas mais contundentes segue na posição das escalas de abate das indústrias de maior porte, que ainda contam com boa incidência de animais de parceria neste momento.”

Iglesias reforça que o aquecimento do mercado doméstico e o forte ritmo de exportação ainda são elementos importantes a se considerar.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 311,67 — ontem: R$ 311,50
  • Goiás: R$ 295,71 — R$ 295
  • Minas Gerais: R$ 297,65 — R$ 294,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 321,45 — R$ 321,25
  • Mato Grosso: R$ 293,46 — R$ 293,11

Mercado atacadista

A entrada dos salários na economia ainda traz suporte aos preços no atacado, motivando a reposição entre atacado e varejo.

Outro fator de otimismo no mercado é a proximidade do 13º salário e das festas de fim de ano, que motivam o aumento no consumo.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 25,00 por quilo, o dianteiro a R$ 17,70 e a ponta de agulha permanece cotada a R$ 16,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,60%, sendo negociado a R$ 5,3749 para venda e a R$ 5,3729 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3249 e a máxima de R$ 5,3794.



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sojicultores de olho no plantio e à espera por chuva



Nesta quinta-feira (9), o mercado brasileiro de soja registrou negócios pontuais, especialmente no Rio Grande do Sul e no Paraná. Segundo o analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, também houve movimentação nos portos, mas sem grandes mudanças.

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”A safra disponível vai sendo cadenciada até o final do ano, enquanto a nova aparece em pequenos volumes, com o produtor segurando as ofertas”, disse o analista. Segundo ele, a leve queda da Bolsa de Chicago contrastou com a alta do dólar, o que trouxe algum suporte às cotações físicas.

Além disso, o produtor segue focado no plantio, atento aos mapas climáticos, e só deverá voltar ao mercado se as ofertas atingirem patamares mais atrativos.

Confira os preços de soja por região:

  • Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos subiu de R$ 131,00 para R$ 132,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 133,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 125,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 124,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 137,50
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 137,50 para R$ 138,00

Soja em Chicago

Em Chicago, os contratos futuros da soja encerraram o dia em baixa na Bolsa de Mercadorias (CBOT). O mercado segue pressionado pela falta de dados oficiais, resultado da paralisação do governo dos Estados Unidos. O clima favorável à colheita e a ausência de demanda chinesa também contribuíram para a queda das cotações.

Sem acordo para o fim do shutdown, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) deixou de publicar relatórios importantes, como o de exportações semanais e o de oferta e demanda (Wasde).

Além disso, o presidente Donald Trump declarou que pode reduzir ainda mais as importações chinesas caso as relações comerciais não avancem. Ele deve discutir o tema da soja na reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), no fim de outubro.

A secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, afirmou que o governo norte-americano poderá lançar um programa de apoio aos produtores rurais após o fim da paralisação.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão para novembro caíram 0,70%, a US$ 10,22¼ por bushel, enquanto janeiro recuou 0,55%, para US$ 10,38½. No farelo, houve queda de 0,39%, a US$ 278,00 por tonelada, e no óleo, recuo de 1,04%, a 50,94 centavos de dólar por libra.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,60%, cotado a R$ 5,3749 para venda. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,3249 e R$ 5,3794.



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Santa Gertrudis se destaca em prova de eficiência no interior de SP; saiba mais



A raça Santa Gertrudis está escrevendo um novo e impressionante capítulo em sua história de desempenho, com resultados inéditos na 2ª Prova de Eficiência Alimentar, realizada na Central Bela Vista, em Botucatu (SP).

Em apenas 28 dias após o período de adaptação, os animais superaram de forma significativa a meta de Ganho Médio Diário (GMD) estipulada pela organização. A dieta da prova foi formulada para proporcionar um GMD de 1,10 kg/dia. No entanto, a média geral chegou a 1,75 kg/dia.

“Os resultados desta fase intermediária demonstram excelente desempenho da raça Santa Gertrudis, com ganhos acima do esperado e ótimo escore corporal, evidenciando o elevado potencial de conversão alimentar e eficiência produtiva dos animais”, disse o supervisor de produção e pesquisa da Central Bela Vista, Matheus Vargas, em comunicado à imprensa.

O desempenho por sexo foi o seguinte:

  • Machos: foram o grande destaque, atingindo 1,84 kg/dia, com peso médio de 390 kg ao final do período.
  • Fêmeas: também apresentaram alta performance, alcançando 1,61 kg/dia, com peso médio de 327 kg.

Força genética e adaptabilidade comprovada em todo o Brasil

O superintendente técnico da Associação Brasileira de Santa Gertrudis (ABSG), Arnaldo Amstalden, ressaltou em comunicado que esse desempenho sinaliza a força genética e a eficiência da raça. “Isso reforça que o Santa Gertrudis é capaz de responder muito bem em diferentes sistemas de produção”.

O vice-presidente da ABSG, Gustavo Barretto, comemorou o retorno para os criadores. “É impressionante ver esse resultado em apenas três semanas. Como criador, é a confirmação de que investir na raça é investir em eficiência e retorno econômico”.

A prova, que se estenderá até novembro, tem como objetivo avaliar os dados de consumo individual e a eficiência alimentar completa dos 59 animais em teste (24 fêmeas e 35 machos), gerando dados valiosos para o melhoramento genético.

Santa Gertrudis se destaca pelo desempenho

A raça Santa Gertrudis, desenvolvida nos Estados Unidos a partir do cruzamento entre 5/8 Shorthorn e 3/8 Brahman, é reconhecida por sua rusticidade e adaptabilidade.

Presente em 14 estados brasileiros desde sua chegada em 1953, ela se consolida por entregar desempenho superior, alto rendimento de carcaça e aliar alta produtividade à capacidade de adaptação. A prova de eficiência em São Paulo é um passo importante para fortalecer a pecuária nacional com essa genética de ponta.



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Frango vencido há 8 anos é apreendido pelo Ministério Público em armazém



O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) apreendeu, nesta quarta-feira (8), 675 quilos de alimentos e bebidas impróprios para consumo, incluindo um frango vencido há 8 anos.

O mandado de busca e apreensão foi realizado na casa de um comerciante em Alecrim, na região noroeste do estado. O investigado armazenava irregularmente os produtos no imóvel anexo ao mercado de sua propriedade.

Durante a fiscalização, foram recolhidos vinho, cachaça, banha, ovos, mel, queijo, feijão, leite e carne, todos sem origem comprovada.

Além disso, os fiscais confiscaram unidades de álcool com venda proibida e medicamentos vencidos, cuja comercialização é ilegal.

Sobre a ação

A ação dá continuidade à operação realizada pelo MPRS na última quarta-feira (7), quando foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão no mesmo município.

Ao todo, apreenderam em torno de 25 toneladas de produtos impróprios para consumo, entre elas, 14 toneladas de bebidas irregulares, sem origem, com rótulos adulterados e validade vencida.

A operação teve colaboração de servidores da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Porto Alegre, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRS), da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), da Secretaria Estadual da Saúde e da Patrulha Ambiental da Brigada Militar (Patram).

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Exportações de café caem 18% em setembro com tarifaço dos EUA



O Brasil exportou 3,75 milhões de sacas de café em setembro, queda de 18,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. A retração reflete estoques mais baixos, safra menor e o tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos sobre o produto brasileiro.

Apesar do recuo nos embarques, a receita cambial cresceu 11,1%, somando US$ 1,36 bilhão, segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Desempenho da safra e impacto do tarifaço

Nos três primeiros meses do ano-safra 2025/26, o país exportou 9,67 milhões de sacas, volume 20,6% inferior ao do mesmo período anterior. A receita, no entanto, subiu 12%, para US$ 3,52 bilhões, puxada por preços mais altos.

De acordo com o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, a queda já era esperada após os recordes de exportação de 2024. “A disponibilidade de café diminuiu com estoques menores e nova quebra de safra. O tarifaço dos Estados Unidos agravou o cenário, reduzindo as compras do nosso principal parceiro comercial”, afirmou.

Em setembro, as importações norte-americanas caíram 52,8%, para 332 mil sacas, fazendo o país cair para a terceira posição entre os compradores do café brasileiro. A Alemanha liderou as aquisições (654 mil sacas), seguida pela Itália (334 mil).

Pressão por diálogo comercial

Além disso, Ferreira defendeu que o governo brasileiro atuar rapidamente para retomar o diálogo com Washington. Ele lembrou que, após conversas entre os presidentes Lula e Donald Trump, o setor aguarda avanços diplomáticos. “Os Estados Unidos continuam sendo o maior destino do nosso café no acumulado do ano. Precisamos agir para evitar novas perdas”, disse.

O Cecafé solicitou reunião com o vice-presidente Geraldo Alckmin, responsável pelo comitê que coordena as negociações comerciais, para discutir medidas de reação. Segundo a entidade, os cafés brasileiros respondem por mais de um terço do mercado norte-americano, onde 76% da população consome a bebida.

Principais destinos e tipos exportados

De janeiro a setembro, as exportações somaram 29,1 milhões de sacas, retração de 20,5% frente ao mesmo período de 2024. Ainda assim, a receita subiu 30%, totalizando US$ 11,04 bilhões, refletindo o câmbio favorável e a valorização do produto.

Os Estados Unidos seguem na liderança anual, com 4,36 milhões de sacas importadas (-24,7%), seguidos por Alemanha, Itália, Japão e Bélgica. O arábica representou 79,7% dos embarques, enquanto os cafés diferenciados, com certificações de sustentabilidade e qualidade, responderam por 20% das vendas externas, movimentando US$ 2,5 bilhões.

O Porto de Santos manteve-se como principal via de escoamento, responsável por 79% das exportações brasileiras de café nos nove primeiros meses de 2025.



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Lista de produtos que têm direito a bônus do PGPAF é atualizada; confira



A lista com o bônus de descontos do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF), calculado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), já foi divulgada.

Neste mês, passam a contar com os benefícios do programa os produtores de raiz de mandioca em Santa Catarina, mel de abelha em Sergipe e no Rio Grande do Sul, feijão-caupi no Amapá e arroz em Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Além desses, outros 18 produtos em diferentes estados brasileiros estão contemplados na lista publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (9/10). O bônus entra em vigor a partir de amanhã (10) e segue até 9 de novembro.

Maiores descontos

Os maiores bônus serão concedidos aos produtores de cebola em São Paulo e Paraná, com diferença entre o preço de garantia e o valor de comercialização de 70,31% e 65,62%, respectivamente. O feijão-caupi no Amapá terá desconto de 64,92%, a batata no Paraná receberá abatimento de 59,65%, e o mel de abelha no Rio Grande do Sul terá bônus de 54,52%.

Outros produtos contemplados

Além dos estados já citados, também terão direito ao bônus os produtores de:

  • Açaí (Acre)
  • Alho (Minas Gerais e Goiás)
  • Arroz (Mato Grosso e Ceará)
  • Banana (Pernambuco)
  • Batata (Rio Grande do Sul e Distrito Federal)
  • Borracha natural cultivada (Espírito Santo e São Paulo)
  • Cará (Amazonas e Espírito Santo)
  • Castanha de caju (Piauí e Rio Grande do Norte)
  • Cebola (Bahia e Distrito Federal)
  • Erva-mate (Santa Catarina)
  • Feijão (Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul)
  • Feijão-caupi (Pará, Tocantins, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Mato Grosso)
  • Laranja (Bahia, Sergipe e Rio Grande do Sul)
  • Leite (Maranhão)
  • Manga (Bahia)
  • Maracujá (Minas Gerais)
  • Mel de abelha (Bahia, Paraíba, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul)
  • Milho (Bahia e Maranhão)
  • Raiz de mandioca (Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo)
  • Sisal (Bahia e Paraíba)
  • Trigo (Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul)

Como funciona

A portaria com os valores do bônus mensal é divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O benefício do PGPAF é concedido sempre que o valor de mercado dos produtos fica abaixo do preço de garantia, com base nos custos de produção elaborados pela Conab.

O programa tem como objetivo apoiar o produtor familiar na implantação, ampliação ou modernização de estruturas de produção, beneficiamento e indústrias em áreas rurais e comunitárias.

Para acessar a lista com todos os produtos contemplados neste mês e os percentuais de bônus acesse aqui.



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Safra de trigo deve cair 6,5% no Brasil


A produção de trigo no Brasil para a safra 2024/25 apresenta reduções significativas em alguns estados, enquanto outros registram crescimento, conforme levantamento realizado pela TF Agroeconômica. Os dados obtidos são fundamentais para o mercado brasileiro, pois orientam decisões estratégicas de importação e exportação, influenciando preços e planejamento da cadeia produtiva. A análise detalhada por estado mostra um cenário misto, refletindo diferenças climáticas, manejo agrícola e histórico de produtividade.

No Rio Grande do Sul, principal produtor nacional de trigo, a expectativa de colheita caiu 18,24% em relação à safra anterior, passando de 3,91 milhões de toneladas para cerca de 3,2 milhões. Santa Catarina também deve registrar queda, de 460,7 mil toneladas para 374,5 mil, recuo de 18,71%. Estados do Centro-Oeste, como Goiás e Bahia, enfrentam perdas ainda mais expressivas, de 25,4% e 34,21%, respectivamente, impactando diretamente o fornecimento regional e a necessidade de ajustes nas estratégias de comercialização.

Por outro lado, Mato Grosso do Sul deve apresentar crescimento significativo de 88,19%, passando de 44,9 mil toneladas para 84,5 mil, impulsionado por condições climáticas favoráveis e incremento no investimento em tecnologia agrícola. Paraná e Distrito Federal também registram evolução positiva, com aumento de 12,78% e 15,62%, respectivamente, enquanto Minas Gerais tem um incremento mais modesto, de 4,37%. No total, a produção nacional de trigo deve atingir 7,38 milhões de toneladas, representando queda de 6,48% em relação à safra 2023/24, que alcançou 7,88 milhões. 

 





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Com custos elevados, sojicultores de MT adotam cautela e aguardam melhora no clima



Na região sudeste do estado de Mato Grosso, o início do plantio da soja segue ditado pelo clima. As chuvas irregulares fazem com que a safra avance de forma desigual: alguns agricultores já semearam cerca de 40% da área prevista, enquanto outros aguardam a umidade ideal para começar.

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Em Primavera do Leste, produtores relatam que, com custos elevados e margens apertadas, a temporada exige cautela e planejamento rigoroso. “Não é ano para floreios ou gastos excessivos. O objetivo é manter a média do ano passado”, comenta o gerente do Sindicato Rural, Carlos Donim.

A região conhecida como Grande Primavera, que abrange 11 municípios de Mato Grosso, deve plantar 1,6 milhão de toneladas de soja nesta safra. Na temporada anterior, o município colheu em média 52 sacas por hectare.

Segundo fonte da Cearpa, não há margem para erros. O tempo ainda está a favor, mas é preciso ”pé no chão” e esperar o clima para concretizar o plantio. No início, houve dificuldades devido à demora na entrega de insumos, que agora se normalizou. As chuvas do final de setembro ajudaram a ajustar esses problemas e preparar melhor os produtores para a safra.

Em Jaciara, o cenário é semelhante, pois o ritmo das chuvas ainda é tímido e irregular. Agricultores que já plantaram destacam o desafio de manter a umidade nos talhões e garantir que as plantas se enraízem bem diante das altas temperaturas. “Além do manejo correto, ainda pedimos para São Pedro ajudar”, brinca um produtor.



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