domingo, abril 12, 2026

Autor: Redação

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‘Não queremos outro país falido ou liderado pela China’, diz secretário dos EUA sobre Argentina



O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, fez novos comentários sobre a ajuda norte-americana anunciada na quinta-feira (9) à Argentina. “Nós não queremos outro país falido ou liderado pela China na América Latina. Estabilizar a Argentina é ‘America First‘”, escreveu no X nesta sexta-feira, (10).

Segundo ele, o presidente argentino, Javier Milei, está tentando “quebrar 100 anos de ciclos ruins” no país. “Ele é um grande aliado dos EUA, e estamos ansiosos para sua visita ao Salão Oval na próxima semana.”

Na quinta-feira, Bessent confirmou que Washington comprou diretamente pesos argentinos e firmou um acordo de swap cambial de US$ 20 bilhões com o Banco Central da Argentina (BCRA), após quatro dias de reuniões com o ministro da Economia do país latino, Luis Caputo.

“A Argentina enfrenta um momento de aguda falta de liquidez”, escreveu o secretário, ressaltando que “a comunidade internacional, incluindo o FMI, está unida em apoio à sua estratégia fiscal prudente”.



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preços elevados indicam virada de ciclo na pecuária



Depois do pico de R$ 2.926 em setembro, a cotação do bezerro segue estável na parcial de outubro. A tendência, porém, é que os preços sigam elevados nos próximos meses, o que sinaliza uma reversão do ciclo pecuário. A avaliação é de Thiago Bernardino de Carvalho, coordenador de pecuária do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o pesquisador, o setor vive uma fase de transição. “Tivemos um pico em 2021 e, de lá pra cá, passamos por cerca de 40 meses de oscilação entre altos e baixos nos preços. Esse movimento indica uma reversão do ciclo pecuário”, analisa.

Além disso, Carvalho explica que o bezerro pode oscilar de preço ao longo do ano, mas não deve apresentar quedas contínuas. “Em alguns momentos, o valor pode variar conforme o preço do boi gordo, mas a tendência agora é de preços do bezerro altos pelo menos até 2027 — ou na virada de 2026 para 2027, quando deve atingir o pico”, completa.

Bezerro em alta, boi pressionado

Se por um lado os preços do bezerro mostram força, a arroba do boi gordo segue pressionada pela maior oferta de animais terminados em confinamento. Carvalho confirma que o volume de animais confinados aumentou em comparação com o ano passado, algo em torno de mais de 500 mil.

“Os grandes confinamentos estão aumentando o volume confinado, trabalhando com garantia de escala e estratégias de contrato com as indústrias. Isso pode ser um fator de equilíbrio ou de pressão no mercado”, afirma.

Apesar da pressão causada pelo maior número de animais confinados, a demanda externa deve ajudar a equilibrar os preços. Carvalho destaca que as exportações brasileiras de carne bovina seguem em ritmo forte e devem superar 3 milhões de toneladas neste ano.

“A demanda internacional continua aquecida, e o consumo interno tende a melhorar no fim do ano. Esse movimento deve garantir preços mais firmes no curto e médio prazo”, avalia.

Relação de troca equilibrada

Se a alta nos preços da arroba se confirmar, tendência comum a partir do último trimestre do ano, a relação de troca entre boi gordo e bezerro também deve melhorar. O pesquisador, no entanto, pondera que é preciso acompanhar o mercado de perto.

“Nesse cenário, a relação de troca começa a ficar mais ajustada para o terminador. É claro que podemos ter uma supervalorização do boi gordo, o que beneficia essa relação de troca, mas a tendência é de uma relação cada vez mais equilibrada”, conclui.



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Capital do Ovo produz 22 milhões de unidades por dia e tem apenas 20 mil habitantes



De janeiro a setembro deste ano, os preços dos ovos pagos ao produtor estão, em média, 17% maiores quando comparados com igual período do ano passado. Outra boa notícia é que os custos com a alimentação do plantel também estão menores em relação ao mesmo intervalo de 2024, conforme análise da Scot Consultoria.

A estimativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) para 2025 é que a produção cresça 7,5%, salto diretamente associado a maior demanda pelo produto. Assim, o consumo por habitante deve passar de 269 unidades por ano para 288.

Quanto às exportações, que representam apenas pouco mais de 1% da produção nacional, também há expectativa de forte incremento ao longo de 2025. Nos primeiros nove meses do ano, o país já embarcou 174% a mais que igual período de 2024.

Campeão de produção de ovos

Neste universo, um município do interior de São Paulo se sobressai, sendo responsável por 11% de toda a produção nacional. Conhecida como a Capital do Ovo, Bastos possui pouco mais de 20 mil habitantes, mas impressiona pela produtividade: cerca de 22 milhões de ovos produzidos por dia.

Por lá, tudo começou há mais de 100 anos, em 1908, com a chegada dos primeiros imigrantes japoneses no Brasil pelo navio Kasato Maru. Em 1928, foram para o interior paulista em busca de terras férteis para a agricultura. Depois de tentativas sem sucesso no cultivo de algodão e na criação de bicho de seda, veio a grande virada: a produção de ovos.

Conta-se que a primeira família a investir nisso foi a do japonês Kizuki Watanabe, em 1937, quando ele e sua esposa compraram 200 galinhas e começaram a testar a nova atividade, que deu certo.

Percebendo o sucesso, a Bratac, empresa colonizadora da época, decidiu expandir o negócio, distribuindo matrizes para mais oito famílias. Vinte anos depois, em 1966, a avicultura já representava 60% da atividade econômica local.

“O produtor de ovos de Bastos tem uma característica muito diferente. Primeiro porque, em sua maioria, são descendentes japoneses e herdaram alguns traços da cultura japonesa que são muito importantes para se ter sucesso em qualquer nicho de produção, como a disciplina, resiliência, flexibilidade, o momento de entender a hora de dar uma segurada e a hora de seguir em frente”, considera o representante de marketing do Sindicato Rural de Bastos Tiago Henrique.

Atualmente, são mais de 30 milhões de aves alojadas no município. Há 63 anos, a cidade celebra essa história na tradicional Festa do Ovo, que acontece todo mês de julho e reúne produtores e visitantes para valorizar, comercializar e avaliar a qualidade do alimento.

“Vem produtores de diversas regiões do país e do mundo também [na festa]. [O evento] movimenta a nossa economia local, gera mais oportunidades, traz muitos benefícios também para os produtores locais que têm a oportunidade de negociar equipamentos, tecnologias”, conta Henrique.



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AgroNewsPolítica & Agro

O futuro do agro passa por bioinsumos e digitalização



A agricultura digital também ganha força com drones


A agricultura digital também ganha força com drones
A agricultura digital também ganha força com drones – Foto: Divulgação

A pressão global por alimentos cresce rapidamente. Segundo a FAO, até 2050 será necessário produzir 60% mais comida para atender quase 10 bilhões de pessoas, em meio a desafios como as mudanças climáticas, a perda de áreas agricultáveis e a escassez de recursos naturais. Nesse contexto, o Brasil desponta como protagonista na transformação agrícola, com agtechs e foodtechs desenvolvendo soluções que unem produtividade e sustentabilidade, enquanto plataformas como a Arara Seed ampliam o acesso a financiamento e conectam investidores ao setor.

Entre os principais movimentos que moldam o futuro do agro, a recuperação de pastagens degradadas se destaca. O país possui 164 milhões de hectares de pastagens, dos quais 28 milhões estão degradados, segundo Embrapa e MapBiomas. A regeneração dessas áreas pode elevar a produtividade sem necessidade de abrir novas fronteiras, atraindo bilhões em investimentos e fortalecendo a agricultura de baixo carbono.

Outro pilar é o avanço dos bioinsumos, que devem movimentar US$ 30 bilhões globalmente até 2030. No Brasil, o segmento cresce mais de 30% ao ano, impulsionado por startups de biotecnologia e pelo Programa Nacional de Bioinsumos. Essas soluções reduzem custos, melhoram a saúde do solo e aumentam a rastreabilidade — fator crucial para mercados internacionais exigentes.

A agricultura digital também ganha força com drones, sensores e inteligência artificial, permitindo ganhos médios de 25% na produtividade e redução de 30% no uso de insumos, segundo a Accenture. Aliada à expansão do 5G, a automação transforma o campo em um ambiente de decisões mais assertivas e sustentáveis.

“A recuperação dessas áreas é apontada como uma das maiores oportunidades globais de regeneração agrícola e climática, capaz de atrair bilhões em investimentos e elevar a produtividade sem necessidade de abrir novas fronteiras”,  afirma Henrique Galvani, CEO da startup.





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Trump ameaça elevar tarifas à China e preço da soja cai



Os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira (10) em forte baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As perdas se acentuaram após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar aumentar as tarifas comerciais sobre produtos chineses, o que reduziu as expectativas de um novo acordo que ampliaria as compras de soja americana pela China.

A declaração do republicano gerou um movimento de aversão ao risco nos mercados, com investidores buscando ativos mais seguros e pressionando as cotações das commodities de forma generalizada.

Em uma longa publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que estuda um “aumento maciço das tarifas” sobre produtos chineses importados pelos Estados Unidos. A ameaça ocorre após a China anunciar novas restrições à exportação de minerais críticos. O governo chinês já controlava rigidamente as exportações de terras raras, mas, na quinta-feira (9), adicionou cinco novos elementos à lista, elevando para 12 o total de substâncias sujeitas a restrições. Pequim também limitou a exportação de dezenas de equipamentos e materiais usados na mineração e no refino desses minerais, setores nos quais é líder mundial.

“Uma das políticas que estamos calculando neste momento é um aumento maciço das tarifas sobre produtos chineses que entram nos Estados Unidos da América. Há muitas outras contramedidas também sendo consideradas seriamente”, escreveu Trump.

Além disso, o presidente americano sinalizou que pode desistir do encontro com o líder chinês, Xi Jinping, durante a cúpula da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), marcada para daqui a duas semanas na Coreia do Sul.

“Eu deveria me encontrar com o presidente Xi em duas semanas, na Apec, na Coreia do Sul, mas agora parece não haver razão para isso”, disse.

Cotações

Na CBOT, os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 15,50 centavos de dólar, ou 1,51%, a US$ 10,06 3/4 por bushel. A posição janeiro recuou 15,25 centavos (-1,46%), cotada a US$ 10,23 1/4 por bushel.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para dezembro caiu US$ 1,90 (-0,68%), a US$ 275,00 por tonelada. Já o óleo de soja com vencimento em dezembro fechou a 49,97 centavos de dólar por libra-peso, com perda de 0,97 centavo (-1,90%).



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Embarques de soja devem totalizar 7,453 milhões de t em outubro



O line-up, que organiza a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 7,453 milhões de toneladas de soja em grão para outubro, segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado. O volume representa um crescimento em relação ao mesmo período do ano passado, quando as exportações atingiram 4,443 milhões de toneladas.

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Embarques em setembro

Em setembro, os embarques totalizaram 6,964 milhões de toneladas, enquanto a previsão para novembro já chega a 261 mil toneladas, mostrando a cadência crescente das operações portuárias.

Soja: janeiro a outubro deste ano

No acumulado de janeiro a outubro de 2025, o line-up projeta o embarque de 102,687 milhões de toneladas, contra 93,251 milhões de toneladas no mesmo período de 2024, reforçando a tendência de aumento das exportações brasileiras de soja neste ano.



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AgroNewsPolítica & Agro

BAT Brasil cria tecnologia inovadora para o cultivo do tabaco



Parque tecnológico reforça compromisso com o desenvolvimento do agro brasileiro


Foto: Divulgação

Projeto criado no BAT Brazil Labs, segundo maior parque tecnológico privado da América Latina reforça compromisso com o desenvolvimento do agro brasileiro

 

A BAT Brasil acaba de entrar com um pedido de patente, no INPI, de uma tecnologia capaz de antecipar riscos climáticos e produtivos que possam gerar impactos na cultura do tabaco. Por meio de inteligência artificial e aprendizagem de máquina, a solução inovadora ajuda a prever indicadores-chave, permitindo ações de mitigação para garantir a qualidade da colheita em cada safra.

 

Desenvolvido no BAT Brazil Labs (BBL), centro de inovação e pesquisa em Cachoeirinha (RS) e o segundo maior parque tecnológico privado da América Latina, o projeto contou com a participação de três bolsistas do CNPq, ao longo de três anos. A metodologia, estruturada em três fases – analítica, preditiva e prescritiva – utiliza dados climáticos históricos, algoritmos de aprendizado de máquina e resultados de campo para oferecer recomendações de manejo em tempo real – com potencial para ser aplicado em diferentes cadeias agrícolas.

 

A solução já apresenta resultados expressivos. Durante o El Niño de 2024, o piloto do projeto evitou perdas de mais de 11 milhões de quilos de tabaco no Brasil e 5 milhões no México, outro país atendido pelo centro de excelência. A companhia também registrou um aumento de 8,2% na produtividade da última safra (2023/24).

 

“A BAT Brasil tem a inovação em seu DNA. Essa solução alia tecnologia à tradição da nossa produção agrícola, garantindo a qualidade do tabaco e melhores resultados para nossos produtores integrados. Com isso, temos previsibilidade diante de eventos climáticos cada vez mais frequentes, permitindo a mitigação de riscos a partir da adoção de práticas sustentáveis”, afirma Maurício Cantisani, diretor de Tabaco da BAT Brasil para a América do Sul.

 

A solução deu tão certo no Brasil que agora é exportada para outros mercados do grupo BAT. Além do México, a tecnologia é empregada em Bangladesh, Paquistão e Croácia.

 

Presença feminina e parcerias com centros acadêmicos

 

Com meio século de história, o BAT Brazil Labs vem se consolidando como um dos maiores polos privados de tecnologia e inovação da América Latina. Com 222 colaboradores, sendo 59% mulheres — das quais 45% ocupam cargos de liderança —, o BBL é um exemplo de diversidade e protagonismo feminino em ciência e tecnologia.

 

O centro também reúne um time altamente qualificado, com 52% dos profissionais com pós-graduação, mestrado, doutorado ou pós-doutorado. Outra marca é a parceria com mais de 10 instituições acadêmicas, entre universidades e centros de ensino, além da parceria com o Instituto Caldeira, maior hub de inovação do estado do Rio Grande do Sul.





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tíquete médio por compra do produto supera os R$ 300, aponta pesquisa



Às vésperas do Dia Mundial do Ovo, comemorado na próxima segunda-feira (13), uma pesquisa realizada pela Neogrid indicou que o preço médio do produto caiu a partir do segundo trimestre de 2025.

Segundo o levantamento, o valor passou de R$ 13,70 em abril para R$ 11,81 em agosto. Apesar da redução, o tíquete médio das compras que incluem o produto permanece elevado, o que demonstra sua presença constante nos lares brasileiros.

“A queda recente no valor médio, aliada ao incremento no volume de compras, reforça a relevância desse produto na composição das refeições e no planejamento financeiro das famílias”, afirmou Carolina Fercher, líder de dados estratégicos da Neogrid, em comunicado à imprensa.

Demanda aquecida e alta no tíquete médio

O estudo da Neogrid relevou ainda que quando os ovos estão presentes no carrinho, o valor médio das compras chega a R$ 340,20, com cerca de 44,9 itens por cesta.

Já a ruptura da categoria – quando o produto está indisponível nas gôndolas – subiu 1,4 ponto percentual em agosto em relação a julho, alcançando 23%, sugerindo que a procura pelo item segue intensa.

Perfil de consumo e itens associados

O estudo mostra ainda que a compra de ovos está ligada a um perfil de consumo diversificado. Entre os consumidores que adquirem o produto, 41,2% também compram biscoitos, 37,2% levam pão e 32,4% adicionam leite UHT ao carrinho.

Produtos como frango (29,6%), refrigerantes (28,1%), óleo (27,1%) e arroz (26,1%) também aparecem com frequência nas cestas que contêm ovos.

“A importância do ovo na rotina dos brasileiros se deve à combinação entre versatilidade, valor nutricional e preço competitivo”, acrescentou Fercher.



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Cafés especiais do Brasil podem gerar US$ 70 milhões no Japão



Produtores e exportadores brasileiros de cafés especiais participaram de eventos no Japão que podem gerar até US$ 70,125 milhões em negócios. Desse total, US$ 7,18 milhões foram fechados presencialmente, e US$ 62,945 milhões estão projetados para os próximos 12 meses, segundo a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).

Entre 24 e 27 de setembro, os brasileiros participaram da SCAJ World Specialty Coffee Conference and Exhibition 2025, maior feira do setor na Ásia, e da rodada “Taste of the Harvest”, com 53 importadores convidados. Foram realizados 722 contatos comerciais, sendo 297 com novos parceiros.

Exportações para o Japão

O Japão é um dos principais destinos do café brasileiro. Em 2024, o país importou 2,211 milhões de sacas de 60 kg, correspondendo a 4,4% das exportações nacionais e ocupando o quinto lugar no ranking de compradores. Desse total, 14,6%, ou 323 mil sacas, foram cafés especiais, conforme dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

No período de janeiro a agosto de 2025, os japoneses adquiriram 1,671 milhão de sacas, consolidando-se como o quarto maior comprador do Brasil. Deste total, 15,9%, ou 265 mil sacas, foram de cafés especiais.

Estratégia diante de novos desafios

O diretor executivo da BSCA, Vinicius Estrela, afirmou que o momento é estratégico para fortalecer parcerias comerciais.

“Com o tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre o café brasileiro, é essencial ampliar o diálogo com novos e tradicionais compradores, como o Japão”, destacou.



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