domingo, abril 12, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de grãos inicia sexta em queda


Os mercados de grãos iniciaram esta sexta-feira (10) com movimento de baixa nas principais bolsas internacionais, influenciados pela força do dólar e pelo cenário macroeconômico global. Segundo a TF Agroeconômica, a tendência do dia é de cautela, com os investidores atentos à situação do trigo, soja e milho em meio à paralisação do governo norte-americano, que suspendeu a divulgação do relatório WASDE do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

No trigo, os contratos de dezembro/25 em Chicago recuaram para US$ 505,50 por bushel, pressionados pela valorização do dólar. No Brasil, os preços regionais divergem: o Cepea aponta R$ 1.242,83/tonelada no Paraná (+0,71%) e R$ 1.186,12/tonelada no Rio Grande do Sul (-0,24%). Há rumores de que a Conab estuda lançar um PEPRO voltado a cooperativas e produtores do RS, com foco no atendimento de até 200 mil toneladas destinadas ao Norte e Nordeste, o que poderia demandar cerca de R$ 75 milhões em recursos. A proposta busca equilibrar a competitividade frente ao trigo argentino, que mantém prêmios atrativos.

A soja também opera em baixa, com o contrato novembro/25 recuando 7,75 cents, a US$ 1.014,50/bushel. A volta da China ao mercado, após o feriado nacional, impulsionou compras de seis carregamentos de soja brasileira e dois da nova safra, além de cotações pedidas à Argentina. Contudo, a realização de lucros pelos fundos limitou ganhos em Chicago. No Brasil, o Cepea registrou R$ 131,95 no interior do Paraná (+0,04%) e R$ 136,72 em Paranaguá (-0,16%). O feriado argentino reduziu a liquidez regional.

O milho acompanha a tendência de queda, cotado a US$ 417,25/bushel para dezembro/25. O recuo é sustentado pela colheita recorde nos EUA e pela redução da previsão de importação da China para 6 milhões de toneladas na safra 2025/26. No mercado interno, o Cepea apontou R$ 65,19 (-0,17%), enquanto na B3 o contrato novembro/25 subiu 0,64%, a R$ 67,24. 

 





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CMN ajusta regras para renegociação



O Conselho Monetário Nacional (CMN) ajustou as regras de enquadramento de produtores e cooperativas do Rio Grande do Sul para renegociação de dívidas rurais através da linha de crédito subsidiado pelo Tesouro Nacional.

Produtores e cooperativas agropecuárias localizados em municípios gaúchos com decretos de situação de emergência ou calamidade pública em pelo menos três anos entre 1º de janeiro de 2020 e 31 de dezembro de 2024 em virtude de secas, enchentes e alagamentos poderão acessar a linha de crédito subsidiado. A medida foi publicada nesta sexta-feira (10), por meio da resolução 5.257/2025, após reunião extraordinária do colegiado realizada na quinta.

Produtores desses municípios estão dispensados de cumprir os critérios anteriores previstos na resolução 5.247/2025 do CMN, de perdas de no mínimo 20% do rendimento médio da produção do município, em pelo menos duas das três principais atividades agrícolas.

A renegociação foi autorizada no âmbito da medida provisória 1.314/2025, que libera R$ 12 bilhões do Tesouro em recursos subsidiados para a liquidação ou prorrogação dos débitos. A exceção é válida exclusivamente ao Rio Grande do Sul.

Em nota, o Ministério da Fazenda afirmou que a flexibilização da regra para produtores do Rio Grande do Sul deve-se ao fato de o estado “ter sido constantemente atingido por eventos climáticos adversos nos últimos anos”. “E, por isso, aos produtores rurais daquele estado têm sido ofertadas diversas medidas de renegociação de dívidas com vistas à recuperação da capacidade financeira e produtiva a fim de permitir que os beneficiários exclusivamente do estado possam contratar a linha de crédito com recursos de fontes supervisionadas pelo Ministério da Fazenda”, explicou a Pasta na nota.

A Fazenda esclareceu que o volume de recursos de R$ 12 bilhões para a linha de crédito subsidiado, bem como as taxas de juros, os limites de créditos e os prazos de reembolso foram mantidos.

Com a mudança, mais 56 municípios gaúchos estarão aptos somando aos 403 que já estavam enquadrados anteriormente com a medida. Ao todo 1.419 municípios brasileiros estarão enquadrados pela medida ante os atuais 1.363. Uma nova lista completa de municípios aptos à renegociação com crédito subsidiado deve ser publicada pelo Ministério da Agricultura nos próximos dias, em reedição à portaria 1.314/2025 da Secretaria de Política Agrícola.



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Carne de frango ganha competitividade em relação à suína em SP



A carne de frango ganhou competitividade em relação à carne suína em setembro no atacado da Grande São Paulo, pelo quinto mês consecutivo, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

“Esse movimento reflete a desvalorização da proteína avícola nos últimos meses, em decorrência sobretudo do episódio de influenza aviária em uma granja comercial em maio, e a firmeza dos preços da carne suína no mesmo período”, destacou o Cepea em relatório sobre o mercado.

Conforme o centro de estudos, no mês que passou o frango inteiro resfriado foi negociado a 5,93 reais por quilo abaixo da carcaça especial suína, diferença 1,2% maior que a observada em agosto. “A conjuntura nacional de elevada oferta interna de carne de frango e a consequente forte queda nos preços – especialmente entre maio e junho, quando o produto resfriado apresentou desvalorização de 13,4% em decorrência das restrições impostas por importadores à carne brasileira – foram fatores determinantes para o ganho de competitividade da proteína avícola em setembro.”

A leitura é de que o ciclo de choque de oferta pode estar chegando ao fim. “Agentes de mercado relatam maior capacidade de repasse dos custos e de reajuste positivo nos preços da carne avícola sempre que a demanda apresenta aquecimento, o que reforça a percepção de reequilíbrio entre oferta e procura”, informa o Cepea.

De agosto para setembro, o preço do frango inteiro resfriado subiu 7,8% (ou 54 centavos). No caso da carne suína, a combinação entre o avanço do consumo doméstico e as exportações aquecidas têm sustentado os valores da carcaça especial. Entre agosto e setembro, a cotação média no atacado paulista subiu 4,8% (ou 61 centavos o quilo), para R$ 13,46/kg no último mês.

Ainda segundo o Cepea, a demanda de início de mês tem sustentado o movimento de alta nos preços da carne de frango e do animal vivo na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea. Entre 1º e 8 de outubro, no atacado da Grande São Paulo, os frangos inteiros congelado e resfriado registraram valorização de 1,8% e 2%, negociados a R$ 8,07/kg e R$ 8,14/kg na quarta-feira (8). “Ressalta-se que o movimento de avanço vem se sustentando desde o início de setembro, tendo, inclusive, atravessado a segunda quinzena – período em que tradicionalmente há recuo na demanda devido ao menor poder de compra da população – sem interrupção nas altas.”

No mercado de pintainhos de corte, a unidade negociada em São Paulo atingiu R$ 2,97 no dia 8, avanço de 1,6% em relação ao dia 1º. De acordo com agentes consultados pelo Cepea, o movimento de alta tem sido sustentado por uma oferta reduzida e por uma demanda firme pelo produto.



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Ciclone chega no fim de semana e coloca estados em alerta para temporais e ventos fortes



Um ciclone extratropical deve se formar neste domingo (12) e provocar temporais, rajadas de vento intensas e queda de granizo em áreas do Centro-Sul do Brasil. O alerta vale principalmente para os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, interior de São Paulo e Paraná, segundo previsão do meteorologista do Canal Rural, Artur Müller.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Segundo Arthur, o sistema é resultado de uma área de baixa pressão atmosférica associada a um cavado, fenômeno que favorece a formação de nuvens carregadas e tempestades. “Todo o Centro-Sul do país deve ficar em atenção no domingo (12) e na segunda-feira (13). A chuva não será tão volumosa, mas as rajadas de vento podem derrubar árvores e provocar interrupções no abastecimento de energia elétrica”, afirma Müller.

Apesar do alerta para o mau tempo, a chuva é bem-vinda em muitas regiões, especialmente para os produtores rurais que aguardam condições melhores para avançar com o plantio da safra 2025/26. “Essas pancadas ajudam a aliviar o calor e o tempo seco que vêm predominando no Brasil Central”, destaca o meteorologista.

Antes da chegada do sistema, o tempo segue firme em grande parte do país. O sol ainda predomina nesta sexta-feira (10) no Rio Grande do Sul, no interior do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e no norte de Minas Gerais. As temperaturas continuam elevadas, com máximas entre 30°C e 35°C.



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‘Não queremos outro país falido ou liderado pela China’, diz secretário dos EUA sobre Argentina



O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, fez novos comentários sobre a ajuda norte-americana anunciada na quinta-feira (9) à Argentina. “Nós não queremos outro país falido ou liderado pela China na América Latina. Estabilizar a Argentina é ‘America First‘”, escreveu no X nesta sexta-feira, (10).

Segundo ele, o presidente argentino, Javier Milei, está tentando “quebrar 100 anos de ciclos ruins” no país. “Ele é um grande aliado dos EUA, e estamos ansiosos para sua visita ao Salão Oval na próxima semana.”

Na quinta-feira, Bessent confirmou que Washington comprou diretamente pesos argentinos e firmou um acordo de swap cambial de US$ 20 bilhões com o Banco Central da Argentina (BCRA), após quatro dias de reuniões com o ministro da Economia do país latino, Luis Caputo.

“A Argentina enfrenta um momento de aguda falta de liquidez”, escreveu o secretário, ressaltando que “a comunidade internacional, incluindo o FMI, está unida em apoio à sua estratégia fiscal prudente”.



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preços elevados indicam virada de ciclo na pecuária



Depois do pico de R$ 2.926 em setembro, a cotação do bezerro segue estável na parcial de outubro. A tendência, porém, é que os preços sigam elevados nos próximos meses, o que sinaliza uma reversão do ciclo pecuário. A avaliação é de Thiago Bernardino de Carvalho, coordenador de pecuária do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o pesquisador, o setor vive uma fase de transição. “Tivemos um pico em 2021 e, de lá pra cá, passamos por cerca de 40 meses de oscilação entre altos e baixos nos preços. Esse movimento indica uma reversão do ciclo pecuário”, analisa.

Além disso, Carvalho explica que o bezerro pode oscilar de preço ao longo do ano, mas não deve apresentar quedas contínuas. “Em alguns momentos, o valor pode variar conforme o preço do boi gordo, mas a tendência agora é de preços do bezerro altos pelo menos até 2027 — ou na virada de 2026 para 2027, quando deve atingir o pico”, completa.

Bezerro em alta, boi pressionado

Se por um lado os preços do bezerro mostram força, a arroba do boi gordo segue pressionada pela maior oferta de animais terminados em confinamento. Carvalho confirma que o volume de animais confinados aumentou em comparação com o ano passado, algo em torno de mais de 500 mil.

“Os grandes confinamentos estão aumentando o volume confinado, trabalhando com garantia de escala e estratégias de contrato com as indústrias. Isso pode ser um fator de equilíbrio ou de pressão no mercado”, afirma.

Apesar da pressão causada pelo maior número de animais confinados, a demanda externa deve ajudar a equilibrar os preços. Carvalho destaca que as exportações brasileiras de carne bovina seguem em ritmo forte e devem superar 3 milhões de toneladas neste ano.

“A demanda internacional continua aquecida, e o consumo interno tende a melhorar no fim do ano. Esse movimento deve garantir preços mais firmes no curto e médio prazo”, avalia.

Relação de troca equilibrada

Se a alta nos preços da arroba se confirmar, tendência comum a partir do último trimestre do ano, a relação de troca entre boi gordo e bezerro também deve melhorar. O pesquisador, no entanto, pondera que é preciso acompanhar o mercado de perto.

“Nesse cenário, a relação de troca começa a ficar mais ajustada para o terminador. É claro que podemos ter uma supervalorização do boi gordo, o que beneficia essa relação de troca, mas a tendência é de uma relação cada vez mais equilibrada”, conclui.



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Capital do Ovo produz 22 milhões de unidades por dia e tem apenas 20 mil habitantes



De janeiro a setembro deste ano, os preços dos ovos pagos ao produtor estão, em média, 17% maiores quando comparados com igual período do ano passado. Outra boa notícia é que os custos com a alimentação do plantel também estão menores em relação ao mesmo intervalo de 2024, conforme análise da Scot Consultoria.

A estimativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) para 2025 é que a produção cresça 7,5%, salto diretamente associado a maior demanda pelo produto. Assim, o consumo por habitante deve passar de 269 unidades por ano para 288.

Quanto às exportações, que representam apenas pouco mais de 1% da produção nacional, também há expectativa de forte incremento ao longo de 2025. Nos primeiros nove meses do ano, o país já embarcou 174% a mais que igual período de 2024.

Campeão de produção de ovos

Neste universo, um município do interior de São Paulo se sobressai, sendo responsável por 11% de toda a produção nacional. Conhecida como a Capital do Ovo, Bastos possui pouco mais de 20 mil habitantes, mas impressiona pela produtividade: cerca de 22 milhões de ovos produzidos por dia.

Por lá, tudo começou há mais de 100 anos, em 1908, com a chegada dos primeiros imigrantes japoneses no Brasil pelo navio Kasato Maru. Em 1928, foram para o interior paulista em busca de terras férteis para a agricultura. Depois de tentativas sem sucesso no cultivo de algodão e na criação de bicho de seda, veio a grande virada: a produção de ovos.

Conta-se que a primeira família a investir nisso foi a do japonês Kizuki Watanabe, em 1937, quando ele e sua esposa compraram 200 galinhas e começaram a testar a nova atividade, que deu certo.

Percebendo o sucesso, a Bratac, empresa colonizadora da época, decidiu expandir o negócio, distribuindo matrizes para mais oito famílias. Vinte anos depois, em 1966, a avicultura já representava 60% da atividade econômica local.

“O produtor de ovos de Bastos tem uma característica muito diferente. Primeiro porque, em sua maioria, são descendentes japoneses e herdaram alguns traços da cultura japonesa que são muito importantes para se ter sucesso em qualquer nicho de produção, como a disciplina, resiliência, flexibilidade, o momento de entender a hora de dar uma segurada e a hora de seguir em frente”, considera o representante de marketing do Sindicato Rural de Bastos Tiago Henrique.

Atualmente, são mais de 30 milhões de aves alojadas no município. Há 63 anos, a cidade celebra essa história na tradicional Festa do Ovo, que acontece todo mês de julho e reúne produtores e visitantes para valorizar, comercializar e avaliar a qualidade do alimento.

“Vem produtores de diversas regiões do país e do mundo também [na festa]. [O evento] movimenta a nossa economia local, gera mais oportunidades, traz muitos benefícios também para os produtores locais que têm a oportunidade de negociar equipamentos, tecnologias”, conta Henrique.



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O futuro do agro passa por bioinsumos e digitalização



A agricultura digital também ganha força com drones


A agricultura digital também ganha força com drones
A agricultura digital também ganha força com drones – Foto: Divulgação

A pressão global por alimentos cresce rapidamente. Segundo a FAO, até 2050 será necessário produzir 60% mais comida para atender quase 10 bilhões de pessoas, em meio a desafios como as mudanças climáticas, a perda de áreas agricultáveis e a escassez de recursos naturais. Nesse contexto, o Brasil desponta como protagonista na transformação agrícola, com agtechs e foodtechs desenvolvendo soluções que unem produtividade e sustentabilidade, enquanto plataformas como a Arara Seed ampliam o acesso a financiamento e conectam investidores ao setor.

Entre os principais movimentos que moldam o futuro do agro, a recuperação de pastagens degradadas se destaca. O país possui 164 milhões de hectares de pastagens, dos quais 28 milhões estão degradados, segundo Embrapa e MapBiomas. A regeneração dessas áreas pode elevar a produtividade sem necessidade de abrir novas fronteiras, atraindo bilhões em investimentos e fortalecendo a agricultura de baixo carbono.

Outro pilar é o avanço dos bioinsumos, que devem movimentar US$ 30 bilhões globalmente até 2030. No Brasil, o segmento cresce mais de 30% ao ano, impulsionado por startups de biotecnologia e pelo Programa Nacional de Bioinsumos. Essas soluções reduzem custos, melhoram a saúde do solo e aumentam a rastreabilidade — fator crucial para mercados internacionais exigentes.

A agricultura digital também ganha força com drones, sensores e inteligência artificial, permitindo ganhos médios de 25% na produtividade e redução de 30% no uso de insumos, segundo a Accenture. Aliada à expansão do 5G, a automação transforma o campo em um ambiente de decisões mais assertivas e sustentáveis.

“A recuperação dessas áreas é apontada como uma das maiores oportunidades globais de regeneração agrícola e climática, capaz de atrair bilhões em investimentos e elevar a produtividade sem necessidade de abrir novas fronteiras”,  afirma Henrique Galvani, CEO da startup.





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Trump ameaça elevar tarifas à China e preço da soja cai



Os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira (10) em forte baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As perdas se acentuaram após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar aumentar as tarifas comerciais sobre produtos chineses, o que reduziu as expectativas de um novo acordo que ampliaria as compras de soja americana pela China.

A declaração do republicano gerou um movimento de aversão ao risco nos mercados, com investidores buscando ativos mais seguros e pressionando as cotações das commodities de forma generalizada.

Em uma longa publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que estuda um “aumento maciço das tarifas” sobre produtos chineses importados pelos Estados Unidos. A ameaça ocorre após a China anunciar novas restrições à exportação de minerais críticos. O governo chinês já controlava rigidamente as exportações de terras raras, mas, na quinta-feira (9), adicionou cinco novos elementos à lista, elevando para 12 o total de substâncias sujeitas a restrições. Pequim também limitou a exportação de dezenas de equipamentos e materiais usados na mineração e no refino desses minerais, setores nos quais é líder mundial.

“Uma das políticas que estamos calculando neste momento é um aumento maciço das tarifas sobre produtos chineses que entram nos Estados Unidos da América. Há muitas outras contramedidas também sendo consideradas seriamente”, escreveu Trump.

Além disso, o presidente americano sinalizou que pode desistir do encontro com o líder chinês, Xi Jinping, durante a cúpula da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), marcada para daqui a duas semanas na Coreia do Sul.

“Eu deveria me encontrar com o presidente Xi em duas semanas, na Apec, na Coreia do Sul, mas agora parece não haver razão para isso”, disse.

Cotações

Na CBOT, os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 15,50 centavos de dólar, ou 1,51%, a US$ 10,06 3/4 por bushel. A posição janeiro recuou 15,25 centavos (-1,46%), cotada a US$ 10,23 1/4 por bushel.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para dezembro caiu US$ 1,90 (-0,68%), a US$ 275,00 por tonelada. Já o óleo de soja com vencimento em dezembro fechou a 49,97 centavos de dólar por libra-peso, com perda de 0,97 centavo (-1,90%).



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Embarques de soja devem totalizar 7,453 milhões de t em outubro



O line-up, que organiza a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 7,453 milhões de toneladas de soja em grão para outubro, segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado. O volume representa um crescimento em relação ao mesmo período do ano passado, quando as exportações atingiram 4,443 milhões de toneladas.

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Embarques em setembro

Em setembro, os embarques totalizaram 6,964 milhões de toneladas, enquanto a previsão para novembro já chega a 261 mil toneladas, mostrando a cadência crescente das operações portuárias.

Soja: janeiro a outubro deste ano

No acumulado de janeiro a outubro de 2025, o line-up projeta o embarque de 102,687 milhões de toneladas, contra 93,251 milhões de toneladas no mesmo período de 2024, reforçando a tendência de aumento das exportações brasileiras de soja neste ano.



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