domingo, abril 12, 2026

Autor: Redação

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País tem 29 casos confirmados de intoxicação por metanol, diz governo



O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (10), que o Brasil tem 29 casos confirmados de intoxicação por metanol por ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas. São cinco pessoas a mais do que na última quarta (8).

Dos 29 casos confirmados, 25 foram registrados em São Paulo, três no Paraná e um no Rio Grande do Sul. Ao todo, há 217 notificações em investigação, um número menor do que no último balanço (quando havia 235 suspeitas).

Segundo o balanço, cresceu também o número de casos suspeitos descartados. Agora são 249. Até o momento, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul são os únicos estados com casos confirmados por esse tipo de intoxicação.

Casos suspeitos

O estado de São Paulo investiga, neste momento, 160 notificações, o que representa 73,73% do total. Em seguida, aparecem Pernambuco com 31 suspeitas, Rio Grande do Sul (4), Mato Grosso do Sul (4), Piauí (4), Rio de Janeiro (3), Espírito Santo (3), Goiás (2), Alagoas (1), Bahia (1), Ceará (1), Minas Gerais (1), Rio Grande do Norte (1) e Rondônia (1).

O balanço do Ministério da Saúde informou que não houve outra confirmação de morte causada pela ingestão de metanol desde a última quarta-feira (8). As cinco pessoas que morreram eram do estado de São Paulo.

No entanto, 12 óbitos estão sob investigação (um caso a mais do que na última quarta). Os casos suspeitos são no Ceará (1), em Minas Gerais (1), no Mato Grosso do Sul (1), em Pernambuco (3) e em São Paulo (6).



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negociar não faz o produtor plantar


O produtor gaúcho chegou a 2025 com três choques de estiagem e uma enchente histórica na conta. O resultado é queda de produção, receita comprimida e um passivo que foi sendo “rolado”, mas sem recompor limite para o próximo plantio.

Sem limite, não há custeio; sem custeio, não há renda para pagar nem a dívida rolada nem a corrente. O estado do Rio Grande do Sul registrou, em 2024, a pior tragédia climática de sua história recente, com mais de 200 mil propriedades rurais atingidas — um choque de produtividade e de caixa que não some com uma mera renegociação.

A dimensão macro agrava: a Selic em 15% a.a. prolonga a restrição monetária, freia crédito e atividade e pressiona o fluxo de caixa do campo. Mesmo com alguma desinflação, o próprio governo reconhece a transmissão forte da política de juros sobre crédito e PIB.

Houve avanços: o CMN e o governo abriram linhas especiais para produtores afetados por eventos climáticos, inclusive no RS, com taxas entre 2% e 10% a.a. para liquidar/amortizar dívidas, e ampliaram o rol de municípios contemplados (agora 459).

Também vieram R$ 12 bilhões em crédito emergencial segmentado por porte. São passos corretos — mas focalizados em renegociar ou quitar passivos. Eles não reconstroem o limite de custeio para o próximo ciclo quando o produtor já está “no teto”.

No Plano Safra 2025/26, as taxas equalizadas ficaram abaixo do mercado, mas a base Selic alta encareceu e racionou o crédito, efeito sentido sobretudo por médios e grandes fora das faixas mais subsidiadas. Entidades do setor já alertaram que a atual estrutura de juros compromete a efetividade do Plano.

Onde dói na prática

  • Risco e garantias: com balanços fragilizados, os bancos elevam risco, pedem mais garantias e bloqueiam novos limites para quem já rolou dívidas.
  • Custeio estrangulado: sem capital de giro/custeio, o produtor não planta e não gera a renda operacional que viabiliza pagar a dívida antiga e a nova.
  • Efeito bola de neve: renegocia-se hoje, inadimplência amanhã porque faltou grana para a safra que pagaria o acordo.
  • Proposta: “Crédito-Espelho RS” (novo limite na mesma medida da dívida rolada)
  • A solução simples: toda dívida rural renegociada/rolada no RS daria direito automático a um novo limite de crédito de custeio no mesmo montante, o “crédito-espelho”,com garantia pública parcial. Assim, o produtor recebe o combustível para plantar, gerar caixa e pagar o acordo e as parcelas correntes.
  • Como viabilizar a garantia: usar e integrar fundos garantidores já existentes (e hoje subutilizados para o agro) — FGI/BNDES, FGO e Fampe/Sebrae — e, se necessário, criar um “FGI Rural” dedicado ao agronegócio, como o próprio BNDES já aventa. Complementar com FGE (para operações ligadas à exportação/commodities) quando couber

Arquitetura sugerida

  • Elegibilidade: produtores do RS com comprovação de impacto climático (2020–2025), com operações prorrogadas por Resoluções CMN recentes.
  • Tamanho do crédito: valor da dívida rolada (teto por CPF/CNPJ).
  • Finalidade: custeio e capital de giro vinculados ao ciclo produtivo (insumos, serviços, armazenagem).
  • Garantia pública: cobertura 60%–80% via FGI/FGO/Fampe/“FGI Rural”; contrapartida de 20%–40% privada (CPR, penhor, aval).
  • Taxa e prazo: juros equalizados nas faixas já abertas para calamidade (2%–10% a.a., conforme porte), prazo compatível com ciclo + 1 safra (até 36 meses), com bônus de adimplência.
  • Condições prudenciais: acesso condicionado a ZARC, seguro rural/PRA ou adesão a programa de gestão de riscos (reduz risco moral e custo fiscal no tempo).
  • Securitização/saída: permitir CRI/CRA do “crédito-espelho” com a garantia pública parcial, abrindo espaço a fundos privados.

Por que funciona?

  • Reata o ciclo econômico: novo custeio → produção → receita → pagamento da dívida antiga e da nova.
  • Reduz perda esperada do Tesouro: garantia cobre parte do risco, mas a safra produzida diminui a inadimplência.
  • Custo fiscal controlável: em vez de subsídios difusos, a garantia é condicionada (RS/Calamidade), com limite, prazo e régua de desempenho (bônus de adimplência e gatilhos de corte).

Comparativo: o que temos hoje x o que proponho

  • Hoje: prorrogação, linhas para amortizar/liquidar passivos e algum crédito novo, porém sem regra automática para recompor limite em quem já estourou o teto.
  • Proposta: regra automática de “crédito-espelho” com garantia pública — foco no giro que viabiliza a renda operacional para honrar a própria renegociação.

Evidências e contexto

Impactos climáticos severos no RS rebaixaram produção e renda; o Ipea e o governo do RS quantificam perda ampla em grãos (soja, milho, trigo, arroz) e 206,6 mil propriedades afetadas.

O governo federal tem linhas e pacotes (R$ 12 bi; taxas reduzidas e novos municípios), e o CMN acaba de aprovar mais medidas focadas em produtores atingidos — especialmente no RS —, sinalizando espaço regulatório para ajustes adicionais como o “crédito-espelho”.

Em paralelo, a Selic em 15% segue sendo uma âncora de custo/escassez de crédito. Mesmo com equalização no Plano Safra, a base cara raciona e limita o alcance prático.

Contrapartidas responsáveis

  1. Gestão de risco obrigatória (ZARC + seguro rural), reduzindo sinistralidade.
  2. Transparência e governança dos fundos garantidores (comitê RS, indicadores mensais).
  3. Cláusula de performance: bônus de juros para adimplência e redução automática da garantia conforme melhora de rating.
  4. Foco territorial: priorizar cadeias críticas (arroz, leite, soja) e municípios com laudo de calamidade.

Negociar sem recompor limite é empurrar o produtor para fora da próxima safra. O “crédito-espelho” com garantia pública parcial é a ponte entre a dívida rolada e a renda operacional que paga a conta.

O arcabouço regulatório já existe (CMN, fundos garantidores); falta vontade de conectar as peças. No RS, isso não é política de nicho: é segurança alimentar, emprego e arrecadação. E é agora — antes que a lavoura vire estatística

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Desafios do Brasil na presidência da COP30


Dentro de exatamente um mês, grande parte dos olhos do mundo estarão voltados para a região Norte do Brasil, mais especificamente a região amazônica. Em 10 de novembro, começará a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém. 

O encontro internacional na capital paraense seguirá até o dia 21. São esperadas delegações de governos e organizações da sociedade civil de todas as partes do planeta para buscar soluções para o aquecimento global e a mudança climática.

Enquanto a cidade faz ajustes de infraestrutura, logística e acomodações, especialistas e negociadores brasileiros se esforçam para chegar a consensos que ajudem a salvar o planeta e os povos.

Na última semana, o secretário Nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Aloisio Lopes de Melo, uma das principais autoridades do governo brasileiro no tema, traçou os principais desafios e assuntos de interesse do Brasil, país que ocupa a presidência da COP30.

Ele participou de um encontro com representantes de instituições científicas, na sede da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), no Rio de Janeiro.

“É uma responsabilidade enorme do governo brasileiro ser a presidência nesse momento tão crítico”, ressaltou.

Na ocasião, os especialistas participantes do encontro pediram mais poder de decisão da ciência na COP30. 

Aloisio Melo é uma das vozes que participam da elaboração do Plano Clima, a política nacional para enfrentamento das mudanças climáticas, com ações previstas entre 2024 e 2035.

Com base na apresentação do secretário nacional, a Agência Brasil elaborou um guia sobre os principais desafios da presidência brasileira da COP30.

Na avaliação do secretário, o Brasil ocupa a presidência do encontro em um contexto “bastante complexo”, com conflitos políticos e bélicos, fazendo com que o primeiro desafio seja o fortalecimento do multilateralismo.

“O primeiro desafio é a necessidade de afirmar esse arcabouço multilateral como necessário, fundamental e efetivo para enfrentar a mudança do clima”, afirma ele, se referindo a protocolos como o Acordo de Paris, que limita o aumento da temperatura a 1,5° Celsius (C) acima dos níveis pré-industriais.

“Tem que mostrar que é necessário, para uma ação de enfrentamento da mudança do clima, um esforço coordenado internacionalmente”, diz Melo. “Tem um bombardeio ao sistema multilateral, e essa COP tem que mostrar que esse sistema é capaz de dar resposta e de mostrar ação”, completa.

Outro desafio e a ambição dos países. Segundo ele, a base do Acordo de Paris é de países apresentando suas contribuições voluntárias para manter a trajetória de limitar o aumento de 1,5° C. “Isso depende de que os países apresentem seus compromissos e, depois, que esses compromissos sejam suficientes para nos conduzir a essa trajetória”.

Melo aponta que cerca de 50 nações entregaram Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês) e aproximadamente 100 não o fizeram, mas apresentaram compromissos.

No início deste ano, o Acordo de Paris sofreu um revés, com o anúncio do então recém-empossado presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que deixaria o tratado internacional. 

Por outro lado, o Brasil revisou a Política Nacional sobre Mudança do Clima para alinhar compromissos ao Acordo de Paris e avançar rumo a emissões líquidas (diferença entre emissão e captura) de gases do efeito estufa zero até 2050.

O secretário nacional destaca que, no setor privado, a inovação em torno da descarbonização já é um direcionador assumido em várias indústrias e setores.

“As métricas estão claras, as estratégias e a agenda tecnológica estão bastantes definidas”.

Segundo ele, esse encontro de mundos público e privado mostra que os entes estão em movimento.

Mais um desafio é o financiamento, que enfrenta a necessidade de mobilizar US$ 1,3 trilhão até 2035. “São números bastante astronômicos”.

Aloisio Melo diz que “muita gente” está trabalhando nessa busca, e cita conversas que envolvem o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e ministros da pasta de outros países.

“Mas tem uma pergunta a se fazer: qual desse montante é o valor que vai ser destinado à agenda de pesquisa, desenvolvimento, inovação e implementação, ajudar os países, em especial os em desenvolvimento, a implementar efetivamente as medidas?”, questiona.

O secretário nacional considera que a COP30 terá o marco de “falar seriamente” sobre adaptação. “A presidência colocou isso com agenda prioritária”.

“É uma agenda muito densa em informação, conhecimento”, diz o secretário, acrescentando que a adaptação é uma prioridade também do Plano Clima brasileiro. Ele espera que a COP consiga aprovar um marco de indicadores de adaptação.

Aloisio Melo destacou que a equipe brasileira fez parte do grupo internacional que elencou a proposta de 100 indicadores globais de adaptação que deverá ser validada. “Vai ser referência para os países a partir de agora, se for aprovada”.

O secretário classifica a transição energética como um dos temas mais sensíveis e complexos da COP30. Ele lembra que está acordado entre os países o afastamento dos combustíveis fósseis, triplicar o uso de energias renováveis globalmente e duplicar a eficiência energética.

“A nossa perspectiva do MMA é que essa COP tem que criar o caminho para que os países definam claramente qual é o passo a passo para chegar a zero ou ao mínimo possível de uso de combustíveis fósseis”.

Aloisio pede que um acordo internacional tenha indicadores para endereçar questões socioeconômicas e fiscais relevantes.

“Países produtores, como nós, somos dependentes dessa receita, do ponto de vista para fechar conta de governo, tem impacto macroeconômico, tem impacto distributivo”, pondera.

Mas Melo é taxativo: “se não endereçarmos isso, que são 70% das emissões globais, a gente não está falando seriamente de enfrentar a mudança do clima”.

Um tema que terá atenção na COP30 é a questão do desmatamento e degradação florestal. Melo cita o Fundo Tropical das Florestas (TFFF), uma espécie de recompensa para países que preservam suas florestas tropicais. “A gente vai ser aportador nesse fundo”.

O secretário Nacional de Mudança do Clima chama atenção ainda para novos conhecimentos que precisam ser adquiridos. Ele cita o exemplo dos oceanos.

“O tema dos oceanos ganhou muita relevância ao longo do tempo, inclusive do ponto de vista da ação climática”, diz. “Mas, certamente, ainda há muitas demandas para entender melhor a interação entre oceano e clima, o que está ocorrendo com o oceano, e entender melhor os potenciais impactos para o sistema climático, mas também para os sistemas humanos”, completa.





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fique de olho em como o mercado fechou a semana



O mercado físico do boi gordo apresenta predominante acomodação em seus preços no decorrer da sexta-feira (10).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo.

“Os frigoríficos de menor porte ainda se deparam com escalas de abate mais apertadas. Para os frigoríficos de maior porte, a incidência de animais de parceria ainda contribui para uma posição de relativo conforto”.

De acordo com ele, o mercado segue atento ao comportamento da demanda interna, considerando a proximidade da entrada da primeira parcela do 13° salário na economia e as festas de fim de ano. Enquanto isso, as exportações permanecem em alto nível.

Preços do boi gordo

  • São Paulo: R$ 311,42 — ontem: R$ 311,67
  • Goiás: R$ 296,61 — R$ 295,71
  • Minas Gerais: R$ 297,94 — R$ 297,65
  • Mato Grosso do Sul: R$ 322,02 — R$ 321,45
  • Mato Grosso: R$ 293,68 — R$ 293,46

Mercado atacadista

O mercado atacadista confirmou a expectativa e se depara com alguma alta em seus preços no decorrer da semana.

Segundo Iglesias, o auge da demanda durante o último bimestre é um importante elemento a ser considerado daqui em diante.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 25,00 por quilo, a ponta de agulha ainda é precificada a R$ 16,50 por quilo, e o quarto dianteiro foi precificado a R$ 18,00 por quilo, alta de R$ 0,30.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 2,39%, sendo negociado a R$ 5,5037 para venda e a R$ 5,5017 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3617 e a máxima de R$ 5,5182. Na semana, a moeda teve valorização de 3,14%.



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Trump anuncia tarifa adicional de 100% sobre produtos da China



O presidente Donald Trump anunciou, após o fechamento dos mercados, nesta sexta-feira (10), que os Estados Unidos aplicarão uma tarifa adicional de 100% sobre importações chinesas a partir de 1º de novembro de 2025. A medida é uma resposta ao que ele classificou como “posição extraordinariamente agressiva da China em relação ao comércio”.

Em postagem na rede social Truth Social, Trump afirmou que a China enviou uma “carta extremamente hostil ao mundo”, indicando planos para implementar controles de exportação em larga escala em praticamente todos os produtos fabricados, afetando todos os países, sem exceção.

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O anúncio ocorreu após declarações anteriores do presidente sobre o comportamento agressivo da China, que já havia pressionado os mercados. Na sexta-feira, o Dow Jones encerrou em queda de 1,9%, o S&P 500 recuou 2,7% e o NASDAQ, com forte presença de empresas de tecnologia, caiu 3,6%. As perdas se estenderam aos mercados futuros após o anúncio da tarifa adicional.

Trump classificou os controles de exportação planejados pela China como “absolutamente inéditos no comércio internacional e uma vergonha moral nas relações com outras nações”. Além da tarifa de 100%, que será aplicada sobre as tarifas já existentes, os EUA também imporão controles de exportação sobre todo e qualquer software crítico a partir de 1º de novembro.

O presidente ainda indicou que a data de implementação poderia ser antecipada “dependendo de quaisquer ações ou mudanças futuras tomadas pela China”. Ele concluiu afirmando que o plano de controle de exportação da China era “obviamente um plano elaborado por eles anos atrás” e que “o resto é história.”





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Uso de bioinsumos cresce 15% em 2025 e abre novas oportunidades para agricultura sustentável



O uso de bioinsumos na agricultura brasileira vem crescendo, mas ainda enfrenta desafios relacionados à difusão tecnológica e ao acesso dos produtores.

Esses produtos incluem desde promotores de crescimento até soluções que auxiliam na fixação biológica de nitrogênio e na solubilização de fósforo, fortalecendo a resistência das plantas a estresses climáticos e contribuindo para a produtividade a longo prazo.

Segundo dados da Crop Life Brasil, a Safra 2024-2025 contabilizou 158,6 milhões de hectares tratados com bioinsumos, um crescimento de 15% em relação ao ciclo anterior. O número reforça a expansão do setor e o interesse crescente de produtores e empresas em soluções mais sustentáveis.

Durante o 2° Fórum Bioinsumos no Agro, em São Paulo, especialistas destacaram que o grande desafio é levar essas tecnologias à ponta, combinando ciência, tecnologia e conhecimento sobre o solo. Francisco Matturro, presidente da Rede ILPF, ressaltou que a integração de bioinsumos com práticas tradicionais, como adubação química, é essencial em solos predominantemente pobres.

O movimento dos bioinsumos também acompanha tendências globais e antecipa discussões que estarão presentes na COP 30, em Belém, com foco em práticas sustentáveis, conservação de matas ciliares e uso responsável da terra.



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Dólar em alta sustenta cotações da soja no Brasil, que chegam a R$ 140 nos portos



O mercado brasileiro de soja apresentou um dia mais firme, impulsionado pelo avanço do dólar e pela valorização das cotações nos portos. Segundo o analista Rafael Silveira, da Safras & Mercado, os preços chegaram a testar o patamar de R$ 140,00, refletindo um cenário mais animado para os produtores.

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“Em Minas Gerais, as cotações seguem firmes, muito acima da paridade, e em Goiás também”, explicou. No Paraná, o analista observou bons preços do lado comprador, enquanto produtores aproveitaram os melhores momentos do câmbio ao longo do dia.

Silveira ressaltou que a Bolsa de Chicago (CBOT) recuou forte, mas a valorização do dólar ajudou a sustentar o mercado físico. “Os prêmios se movimentaram pouco, mas, no geral, os preços ficaram melhores”, avaliou. A comercialização da safra nova, contudo, segue com poucas indicações.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 133,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 124,00 para R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 137,50 para R$ 138,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em forte baixa nesta sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), pressionados por declarações do presidente americano Donald Trump sobre possíveis aumentos de tarifas para a China, que dissiparam as expectativas de um acordo para ampliar as compras asiáticas de soja dos EUA.

O posicionamento de Trump gerou aversão ao risco, com investidores buscando opções mais seguras. Em postagem na rede social Truth Social, ele mencionou um aumento maciço das tarifas sobre produtos chineses e a possibilidade de não se encontrar com o presidente Xi Jinping na cúpula da Apec na Coreia do Sul.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 15,50 centavos de dólar, ou 1,51%, a US$ 10,06 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,23 1/4 por bushel, com baixa de 15,25 centavos ou 1,46%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,90 ou 0,68%, a US$ 275,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 49,97 centavos de dólar, com perda de 0,97 centavo ou 1,90%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 2,39%, sendo negociado a R$ 5,5037 para venda e a R$ 5,5017 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3617 e a máxima de R$ 5,5182. Na semana, a valorização chegou a 3,14%.



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Fábrica clandestina de bebidas usava etanol adulterado de postos



A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou nesta sexta-feira (10) que considera forte a possibilidade de que a origem da contaminação de bebidas com metanol esteja na compra, por falsificadores, de etanol combustível adulterado com metanol. A suspeita é de que o Primeiro Comando da Capital (PCC), investigado por adulterar combustíveis e lavar dinheiro em postos de gasolina, esteja envolvido.

“Ou seja, o crime organizado adulterava o etanol para lucrar, e esse etanol contaminado acabou sendo usado por falsificadores de bebidas”, disse o secretário de Segurança Pública do estado, Guilherme Derrite, em entrevista coletiva.

A pasta informa que os responsáveis podem responder por associação criminosa e até homicídio culposo, e que o Ministério Público deve avaliar as linhas de investigação.

Essa linha de investigação surgiu no rastro do primeiro óbito dos cinco já confirmados no estado. No bar que a vítima frequentou, foram apreendidas nove garrafas, oito delas com presença de metanol, variando de 14,6% a 45,1% do conteúdo.

Segundo a Polícia Técnico-Científica, algumas das garrafas continham apenas metanol, sem presença de álcool etílico. O órgão informou que 1,8 mil garrafas foram apreendidas em diversos estabelecimentos. Destas, 300 já foram periciadas, sendo que cerca de 50% apresentaram de 10% a 45% de metanol.

Em depoimento, o dono do bar confessou que havia comprado as garrafas de uma distribuidora não autorizada, investigada posteriomente e, de acordo com a polícia, utilizava etanol de posto de combustíveis na fabricação irregular das bebidas. “O falsificador foi no posto comprar etanol para falsificar a bebida, e o dono do posto vendeu etanol falsificado com metanol”, explicou Derrite.

No final de setembro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, havia dito que o problema das contaminações por metanol em bebidas alcoólicas é “estrutural”, não tendo relação com o crime organizado.



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Descubra como crescer na maricultura e piscicultura com especialistas



#PROGRAMA #21

Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, você vai conhecer tudo sobre maricultura e piscicultura. Há histórias inspiradoras do setor, explicações sobre o setor e orientações essenciais para quem quer empreender. 

Entre as dicas: investir em conhecimento e infraestrutura, montar um plano de negócio e obter licenças ambientais e sanitárias.

Aperte o play aqui

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Você sabe a diferença entre herdeiro e sucessor?

#PROGRAMA #20

Um assunto muito importante nos dias de hoje: sucessor e herdeiro. Você sabe a diferença? O herdeiro recebe bens; já o sucessor assume o legado familiar. 

Neste episódio do programa Porteira Aberta Empreender, Simone Goldman, consultora do Sebrae/SP, explica essa diferença e também como o agroturismo ajuda a manter os jovens no campo.

Além disso, você vai conhecer a região serrana do Espírito Santo, onde o turismo de experiência ganha força.

Quer saber mais? 

Então, aperte o play e confira!

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Agricultura Familiar: o papel da família na gestão do negócio

#PROGRAMA #19

No programa dessa semana, você vai descobrir como os familiares podem ser grandes aliados na gestão do negócio rural e como a tecnologia traz mais eficiência, organização e resultados para quem vive da terra. Muitas histórias, dicas e orientações para você empreender!

Do Campo Verde (MT) ao Amapá, veja como famílias do agro estão crescendo com apoio de parcerias, conhecimento e muita determinação.

Então, aperte o play e assista ao Porteira Aberta Empreender.

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Turismo e sabores: salumeria e vinícola na Rota dos Pireneus

#PROGRAMA #18

No programa de hoje, você vai conhecer duas histórias que dão ainda mais sabor à Rota dos Pireneus. Uma família italiana que trouxe a tradição da salumeria para o Brasil, unindo cultura e gastronomia artesanal. A equipe do Porteira Aberta Empreender também conheceu a Vinícola Assunção que vem fortalecendo o turismo rural, oferecendo experiências únicas que combinam vinho, paisagem e acolhimento goiano.

Aperte o play e venha viajar com a gente!

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Rota dos Pireneus em Goiás: turismo, gastronomia e histórias inspiradoras

#PROGRAMA #17

No programa de hoje, o Porteira Aberta Empreender te leva para um passeio inesquecível pelas serras de Goiás. Vamos mostrar como produtores locais transformam tradição e paixão em queijos artesanais, vinhos e experiências únicas que encantam visitantes.

Você vai conhecer histórias inspiradoras, saber como funciona a produção e entender por que o turismo rural se tornou uma das maiores forças da economia local.

Aperte o play e venha viajar com a gente!

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Cooperativismo rural: União que fortalece o negócio

#PROGRAMA #16

No programa dessa semana, você vai conhecer histórias reais de produtores que decidiram somar forças e estão colhendo resultados concretos no campo. A equipe do Porteira Aberta Empreender percorreu o Amapá, o Rio Grande do Sul e a cidade de Pedro de Toledo, em São Paulo para mostrar como a união e a organização fazem a diferença na vida de quem vive do agro.

Joaci Medeiros, analista de competitividade do Sebrae, reforça como a formalização e a gestão coletiva são caminhos para transformar vidas com mais profissionalismo e desenvolvimento.

Então, aperte o play e assista ao programa.

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Sustentabilidade que transforma: histórias do campo à cidade

#PROGRAMA #15

Nesse programa, embarque com a gente rumo a Iporanga, no interior de São Paulo, e conheça a surpreendente Palmitolândia, onde tradição e sustentabilidade caminham juntas.
Depois, seguimos para o Amapá para contar a trajetória inspiradora de uma empresária que criou o café com o caroço do açaí.

Histórias reais, soluções criativas e muita inspiração para quem acredita num futuro mais sustentável. Acesse aqui e assista ao programa Porteira Aberta Empreender!

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Transforme sua propriedade em um destino turístico

#PROGRAMA #14

No episódio #14 do Porteira Aberta Empreender, você vai descobrir como o turismo rural pode gerar renda extra, valorizar tradições e fortalecer a comunidade.

Conheça histórias inspiradoras no Vale do Ribeira, interior de São Paulo, e veja dicas práticas sobre planejamento, legalização e marketing digital — tudo com o apoio do Sebrae, que há 53 anos impulsiona o empreendedorismo no Brasil.

Acesse aqui e assista ao programa Porteira Aberta Empreender e conte pra gente: você já pensou em investir no turismo rural?

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Formalização: descubra a melhor opção para seu negócio rural

#PROGRAMA #13

No episódio #13 do Porteira Aberta Empreender, vamos conhecer histórias inspiradoras de quem avançou graças à formalização.

Você vai descobrir o que são e para que servem o CAF (Cadastro da Agricultura Familiar), o MEI (Microempreendedor Individual) e o CNPJ Rural — e como cada um pode ser o ideal para seu negócio.

Com a formalização, o produtor rural conquista crédito, apoio e mercado. Porque no campo, formalizar é abrir as porteiras do crescimento com estrutura, segurança jurídica e novas oportunidades. Quer saber mais?

Acesse aqui e assista ao Porteira Aberta Empreender #13

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Portfólio e apresentação estratégica: o segredo para fortalecer sua marca

#PROGRAMA #12

Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre a importância de ter um portfólio, um cartão de visitas e uma apresentação estratégica.

Ao combinar esses três elementos, você constrói uma identidade profissional forte, transmite confiança e aumenta suas chances de conquistar novos clientes. Quer saber mais?

Assista agora ao Porteira Aberta Empreender!

#PROGRAMA #12

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

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Como Feiras e Eventos podem impulsionar o seu negócio

#PROGRAMA #11

Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre a importância de participar de feiras e eventos, como a WTN e a Anuga, com exemplos de quem já esteve lá.

Vamos acompanhar dicas estratégicas de especialistas do Sebrae.

Entre os destaques estão:

  • Entenda como escolher o evento certo para o seu negócio
  • A importância de produtos bem apresentados (embalagens, rótulos, identidade visual)
  • Como construir uma apresentação que passe clareza e confiança
  • O papel das capacitações do Sebrae na preparação para esses momentos

Quer saber mais?

Assista agora ao Porteira Aberta Empreender e dê o primeiro passo para transformar seu negócio

Saiba como transformar sua propriedade rural em um negócio lucrativo

#PROGRAMA #10

Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos explorar o tema gestão de negócios para os micro e pequenos produtores rurais.

Descubra estratégias para agregar valor à sua propriedade, otimizar suas finanças e aproveitar as melhores oportunidades do mercado com Victor Rodrigues Ferreira, analista de competitividade do Sebrae Nacional.

Entre os destaques estão:

  • Realizar compras coletivas;
  • Atentar-se a sazonalidade dos produtos;
  • Planejar gestão de custos e preços;
  • Investir em capacitação.

Quer saber mais?

Assista agora ao Porteira Aberta Empreender e dê o primeiro passo para transformar seu negócio!

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Descubra como os selos agregam valor à produção rural

#PROGRAMA #9

Você sabia que ter um selo pode aumentar a rentabilidade da sua produção rural?

Os selos agregam valor ao produto, abrem portas para novos mercados e fortalecem a confiança do consumidor.

Quer saber como conquistar o seu certificado?

Então aperte o play e assista ao programa Porteira Aberta Empreender. A hora é de potencializar os resultados do seu negócio.

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#PROGRAMA #8

Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, você vai descobrir:

  • Como a tecnologia, a genética e a inseminação artificial podem abrir a porteira para o sucesso do seu negócio;
  • Como o pequeno produtor rural pode acessar inovações tecnológicas de ponta para aumentar a produção e otimizar processos;
  • Como ferramentas digitais como WhatsApp Business e o Instagram podem simplificar a comunicação e criar novas oportunidades no agronegócio.

Quer saber mais?

Então aperte o play e assista ao programa.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

#PROGRAMA #7

Gestão feminina oferece um novo olhar ao agro

Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, você vai acompanhar histórias de produtoras rurais que conquistaram novos mercados, mostrando a força e a determinação feminina no agro.

Juliana Almeida, diretora de Administração e Finanças do Sebrae Alagoas, compartilha orientações essenciais sobre gestão de negócios rurais liderados por mulheres.

Além disso, oferece dicas valiosas que podem ajudar pequenas produtoras a prosperarem em seus empreendimentos.

Então, aperte o play e assista ao programa.

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Inovação e empreendedorismo feminino

#PROGRAMA #6

Nesta edição, você vai conhecer histórias de mulheres que com muita disciplina, planejamento e qualificação conseguiram inovar o negócio no campo e o Sebrae foi um alicerce para as conquistas. 

Um dos assuntos abordados no programa Porteira Aberta Empreender, foi sobre o Sebrae/Delas com a participação de Renata Malheiros, que é gestora nacional do Sebrae/Delas e especialista em empreendedorismo feminino. Você também vai conhecer a história de uma produtora de uva no Paraná, que conquistou o primeiro lugar no prêmio nacional do ‘Sebrae Mulheres de Negócios’

Então, aperte o play e descubra! ▶️✨

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Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio

#PROGRAMA #5

Que tal investir em conhecimento e expandir seu negócio no mercado? O nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre capacitação. A qualificação abre portas para novas oportunidades, melhora a gestão, ajuda no planejamento e, claro, na rentabilidade do seu empreendimento rural. No campo, isso se traduz em mais eficiência, inovação e produtividade. Então, aperte o play e descubra como dar o próximo passo rumo ao sucesso!

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#PROGRAMA #5 | Tema: Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio

Exportação para pequenos produtores

#PROGRAMA #4

Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, você vai conhecer algumas formas de exportação para pequenos produtores rurais. A exemplo do Fairtrade (Comércio Justo, em português) e das Trading Companies (Empresas Comerciais Exportadoras, em português). Quer saber mais sobre como transformar o seu negócio? Então, aperte o play e descubra! ▶️✨

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

#PROGRAMA #4 | Tema: Exportação para pequenos produtores

#PROGRAMA #3

Acesso ao Crédito: saiba as melhores formas de investimento

Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos mostrar como solicitar financiamento de forma simples e eficiente, de acordo com a sua necessidade.

Você também vai conhecer o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMP), uma solução que pode destravar o crédito para quem aposta na agroindústria e quer expandir seus negócios.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

#PROGRAMA #3 | Tema: Acesso ao Crédito

O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

#3

Indicação Geográfica: “protege ativos do território como história e saberes”

Neste programa do Porteira Aberta Empreender, descubra como as Indicações Geográficas (IGs) podem contribuir para a valorização dos produtos e serviços rurais, destacar qualidades e fortalecer as tradições regionais.

Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras do Futuro do Sebrae, explica: “A IG protege os ativos de um território, como sua história, saberes e fatores naturais.”

Acompanhe histórias inspiradoras, exemplos de sucesso e dicas práticas para compreender o impacto desse reconhecimento no mercado. Acesse, AQUI

PROGRAMA #2 | Tema: Indicação Geográfica

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

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Crédito consciente: a chave para crescer no campo!

No primeiro episódio do Porteira Aberta Empreender, descubra como acessar crédito de forma responsável e estratégica para transformar o seu negócio rural. Confira:

PROGRAMA #1 | Tema: Crédito Consciente



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News

Mutirão CAR Digital 2.0 auxilia produtores na regularização ambiental



Produtores rurais de Mato Grosso terão a oportunidade de regularizar suas propriedades e esclarecer dúvidas sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR) durante o Mutirão CAR Digital 2.0, promovido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) entre os dias 21 e 23 de outubro, na cidade de Barra do Garças.

O evento contará com a presença da equipe da Sema, incluindo analistas e a secretária adjunta de Meio Ambiente, além do apoio dos Escritórios Verdes da JBS, que irão atender presencialmente os produtores para esclarecer questões sobre bloqueios e protocolos do programa Boi na Linha.

Segundo analista de sustentabilidade da JBS, Wolney Rodrigues, o CAR Digital 2.0 automatiza a validação do CAR, sobrepondo camadas de dados como reservas legais e áreas consolidadas, agilizando o processo que antes era manual.

“Todos os pecuaristas que possuem CAR ativo podem participar do evento, levando documentos pessoais, comprovante de endereço e o recibo do CAR. É essencial estar regularizado para acessar crédito, comercializar produtos e cumprir o Código Florestal”, explica Wolney.

Além da regularização, os participantes poderão receber vouchers do Programa de Reinserção e Monitoramento do Imac, caso tenham restrições relacionadas a desmatamento legal, embargos ou fraudes.

O evento reforça a importância da regularização ambiental e do uso de ferramentas digitais para agilizar processos e garantir a sustentabilidade do agronegócio em Mato Grosso.



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