sexta-feira, abril 10, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Condições climáticas impulsionam cultivo de girassol



Produção de girassol atinge 6 mil hectares no Rio Grande do Sul



Foto: Divulgação

De acordo com dados do 1º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento, a área de produção de girassol no Rio Grande do Sul está estimada em 6 mil hectares. O crescimento é atribuído à maior disponibilidade de sementes nesta safra, fator que havia limitado a expansão no ciclo 2024/25, além dos bons resultados obtidos nas últimas safras e da possibilidade de plantio de safrinha.

A produção está concentrada na região noroeste do estado, com a semeadura concluída e 100% das lavouras em desenvolvimento vegetativo. Segundo o levantamento, “a evolução da semeadura se deu em 25% da área no final de julho, 65% em agosto e 10% no início de setembro”.

Com as condições climáticas favoráveis em setembro, as lavouras apresentam bom desenvolvimento de estande e sanidade. A partir do início de outubro, as primeiras áreas devem entrar na fase reprodutiva, com a formação do capítulo.





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Preço do arroz atinge menor nível em 14 anos e preocupa produtores



Com o plantio avançando sobre 18% da área prevista para a safra 2025/26 no Rio Grande do Sul, principal estado produtor do país, o preço do arroz em casca atingiu o menor patamar em 14 anos. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a saca é negociada a R$ 59,17, o valor mais baixo desde setembro de 2011, uma queda de 50,3% em apenas um ano.

Em entrevista ao Rural Notícias, do Canal Rural, Evandro Oliveira, consultor da Safras & Mercado, explicou que o setor enfrenta uma crise de liquidez e rentabilidade causada pelo excesso de oferta.

“Depois de o arroz ultrapassar R$ 120 por saca, logo após a pandemia, houve estímulos e expansão de áreas em várias regiões do país. Isso resultou em uma produção nacional superior a 12,3 milhões de toneladas. Agora, o desafio é encontrar demanda para todo esse volume”, afirmou.

O especialista destaca que o escoamento da produção é um dos principais gargalos. A demanda interna está retraída e as exportações enfrentam forte concorrência com a safra norte-americana, que domina os mercados do hemisfério norte. “O Brasil segue com dificuldades, e o problema está longe de acabar”, avalia Oliveira.

De acordo com levantamento da Conab, a próxima safra ainda deve ultrapassar 11 milhões de toneladas, mesmo com a leve redução de área projetada, cerca de 920 mil hectares, queda de 5%. Para o consultor, esse volume ainda é alto e mantém o mercado pressionado. “O equilíbrio viria com uma produção nacional ajustada ao consumo, em torno de 10,5 milhões de toneladas. Só assim poderíamos ter um 2026 mais confortável”, explicou.

O mercado também sofre com novos entraves logísticos e de custos. “Nas últimas semanas tivemos o impacto do tabelamento dos fretes, o que afastou os poucos compradores que restavam. O mercado segue travado e com muita incerteza”, disse.

Oliveira reforça que a competitividade internacional do arroz brasileiro depende de avanços estruturais. “Demanda existe, mas o ‘custo Brasil’ tira a nossa vantagem. Pedágios, fretes caros, burocracia e altos custos de produção reduzem a margem e impedem o país de competir com grandes exportadores como Estados Unidos, Uruguai, Argentina e Paraguai”, destacou.

Atualmente, o preço de equilíbrio para o produtor, o ponto em que cobre os custos de produção, seria entre R$ 70 e R$ 75 por saca na fronteira oeste gaúcha, principal região produtora. No entanto, as cotações atuais estão bem abaixo desse patamar, variando entre R$ 55 e R$ 56. “É uma situação muito preocupante, que coloca em risco o planejamento de novos plantios”, concluiu o consultor.



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A ‘indústria petroquímica’ Lula e o desafio de transformar simpatia em acordos


Lula voltou do telefonema com Donald Trump dizendo que não nasceu apenas uma “química”, mas uma “indústria petroquímica”. A frase é boa, tem ritmo e humor, parece saída de um marqueteiro em dia inspirado. Mas também revela o desejo de transformar cordialidade em investimento, conversa em acordo e simpatia em negócio.

O problema é que, por enquanto, essa “indústria” ainda está no PowerPoint. O mundo real exige mais do que frases combustíveis: requer projetos concretos, tecnologia e, claro, redução de tarifas que hoje encarecem a carne, o café e até o etanol brasileiros nos Estados Unidos.

Se essa brincadeira diplomática render frutos, ótimo: o Brasil pode sair do campo das palavras para o das exportações. Se não, continuaremos produzindo o que temos de sobra, discursos inflamáveis e declarações que evaporam mais rápido que gasolina em dia de sol.

No fim das contas, talvez Lula tenha razão: com Trump, não pintou química, pintou mesmo foi um barril de expectativas. Só esperamos que ele venha com selo “livre de tarifas” e que, dessa refinaria de metáforas, saia pelo menos tarifas… nem que seja de piadas diplomáticas.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Brasil projeta safra recorde de soja, mas La Niña exige atenção



O Brasil deve colher safra recorde de 178,7 milhões de toneladas de soja em 2025/26, estimou Ana Luiza Lodi, analista da StoneX, durante seminário online nesta quarta-feira (15). O número considera 48,3 milhões de hectares de área plantada e recuperação de produtividade no Rio Grande do Sul, que teve perdas nas últimas temporadas. “Temos esse potencial de uma safra recorde, mas tudo vai depender do clima”, disse.

O fenômeno La Niña foi confirmado no Oceano Pacífico e deve persistir até o início de 2026, com fraca intensidade e curta duração. O padrão climático tende a reduzir as chuvas no sul da América do Sul nos meses de novembro e dezembro.

“Pode chover um pouco menos do que o normal em novembro e dezembro na Argentina, Uruguai e algumas áreas do Brasil. Mas são períodos que chove muito, então mesmo se chover menos não seria um grande problema. É um ponto a ser monitorado”, afirmou Lodi.

Para janeiro e fevereiro, meses críticos para o enchimento de grãos, a previsão indica maior normalidade nas precipitações no sul do continente. “Aí a gente tem o sul da América do Sul mais dentro da normalidade. De repente pode chover um pouco menos em outras partes do Brasil, mas são previsões muito longas que podem mudar bastante”, comentou.

Segundo Lodi, o La Niña não implica necessariamente perdas para a soja brasileira. As chuvas podem ficar abaixo da média no Sul, mas o fenômeno também tende a trazer temperaturas mais amenas, o que pode reduzir o impacto da menor umidade. Outras regiões do País podem ter volumes de precipitação acima do normal.

O plantio da soja avança dentro da janela ideal na maior parte das regiões, com ritmo mais acelerado que o registrado no ciclo passado. O clima segue favorável para o desenvolvimento inicial das lavouras, e as condições serão determinantes para a confirmação da estimativa recorde.

“O clima vai determinar se a nossa safra vai ser recorde no Brasil e dentro do esperado na Argentina, garantindo que o balanço global de soja continue sem maiores ameaças”, concluiu.



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Movimentos do Fed e tensão entre EUA e China derrubam dólar


No morning call desta quinta-feira (16), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o pedido dos EUA para o Banco Mundial encerrar apoio à China gerou volatilidade global. O ouro avançou e o dólar recuou com sinais dovish do Fed, enquanto petróleo e cobre caíram.

No Brasil, o dólar fechou a R$ 5,46, o Ibovespa subiu 0,65% acima dos 142 mil pontos e o varejo ampliado cresceu 0,9%. Hoje, destaque para o IBC-Br e o IPC-S.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Chuva com ventos fortes e granizo atinge estados; veja a previsão do tempo para hoje



A quinta-feira (16) será marcada por calor, alta umidade e risco de temporais em várias regiões do país. A presença de uma área de baixa pressão atmosférica entre o Paraguai e o norte da Argentina deve espalhar instabilidades sobre a Região Sul, com potencial para chuva forte, trovoadas e até granizo em alguns pontos.

No Rio Grande do Sul, há previsão de pancadas de chuva de fraca a moderada intensidade em grande parte do estado, acompanhadas por raios e trovoadas. Nas regiões das Missões e Central, há risco de temporais localizados e queda de granizo. Apesar da instabilidade, o tempo segue abafado e as temperaturas máximas continuam elevadas no interior.

Em Santa Catarina, as instabilidades ficam concentradas no interior, com chuva forte e risco de tempestades no oeste do estado ainda pela manhã. As demais áreas seguem com tempo mais aberto ao longo do dia. Já no Paraná, as pancadas se formam à tarde e se espalham pelo sudoeste e região central. A chuva será irregular, mas pode cair com intensidade e acompanhada de ventos e trovoadas.

No Sudeste, o calor e a umidade mantêm o tempo instável em parte de São Paulo e Minas Gerais. As pancadas de chuva ocorrem de forma isolada, principalmente à tarde. No Triângulo Mineiro, há possibilidade de chuva forte e temporais pontuais. Na Grande São Paulo, o calor volta a ganhar força e pode haver pancadas rápidas com raios em alguns bairros. Entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, o céu permanece mais carregado, com possibilidade de pancadas de fraca a moderada intensidade, especialmente no estado capixaba.

Enquanto no Centro-Oeste, a instabilidade continua espalhada por Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal, devido ao fluxo de umidade que atravessa a região. A chuva ocorre de forma irregular, mas pode ser forte em pontos isolados, com risco de raios e rajadas de vento, principalmente no norte de Mato Grosso e no centro-sul de Goiás. Mesmo com a nebulosidade, o calor persiste.

Já no Nordeste, o dia será de sol e calor na maior parte da região. A circulação de umidade vinda do oceano ainda pode provocar chuvas fracas e passageiras na faixa litorânea, entre a Bahia, Alagoas e Pernambuco. No interior, o tempo permanece firme e seco, com alerta para baixos índices de umidade do ar durante a tarde.

E no Norte, as instabilidades continuam ativas sobre o Amazonas, Acre, Rondônia e o sul do Pará, com chuva forte e possibilidade de temporais no oeste amazonense. Também há risco de pancadas intensas no sul do Tocantins, enquanto em Roraima e no norte do Amapá a chuva será mais fraca e isolada.

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Nova Alta Paulista conquista ‘IG de Procedência’ com café arábica


A Região da Nova Alta Paulista, interior de São Paulo, alcançou um marco histórico com a conquista da Indicação Geográfica (IG) de Procedência (IP) para o café arábica produzido em 23 municípios.

O reconhecimento, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), confirma a qualidade e a reputação do café cultivado na região, reforçando o vínculo entre o produto e seu território.

O pedido foi formalizado em 2023 pela Associação dos Produtores Rurais de Pacaembu e Região (Aprup) e contou com o apoio técnico e estratégico do Sebrae/SP, que acompanha os cafeicultores desde 2019.

Durante o processo, foram realizadas etapas como o diagnóstico da região, a elaboração do dossiê de notoriedade e a criação do caderno de especificações técnicas que define as boas práticas necessárias para o uso do selo.

De acordo com José Carlos Cavalcante, gerente regional do Sebrae/SP, o resultado é motivo de grande orgulho.

“A Indicação Geográfica surge para garantir a diferenciação do produto produzido na região. Além de agregar valor ao produto, contribui para o fortalecimento e o desenvolvimento da economia regional, protege a área produtora”, diz Cavalcante.

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Para Waldir Visioli, dirigente da Aprup e cafeicultor, o selo simboliza o reconhecimento do esforço coletivo.

“Com muita alegria recebemos a notícia da aprovação da Indicação Geográfica do café arábica da Nova Alta Paulista. Isso comprova que o nosso cafeicultor está evoluindo, cuidando melhor de suas lavouras e produzindo cafés de excelência”, esclarece Visioli.

O dirigente acrescenta que o selo também impulsionará outras atividades. “Por consequência da Indicação Geográfica, as outras atividades econômicas da nossa região também serão beneficiadas. Toda a cadeia produtiva do café sentirá a importância do selo”, conclui.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às sextas-feiras, às 18h, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo gaúcho encalhado: mercado segue parado



Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas


Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas
Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas – Foto: Canva

O mercado de trigo permaneceu travado no Rio Grande do Sul nesta quarta-feira, com compradores e vendedores sem chegarem a um consenso sobre preços. Segundo a TF Agroeconômica, moinhos estão ausentes e a exportação, mesmo oferecendo R$ 1.180 por tonelada no porto com pagamento em janeiro de 2026, não encontrou interessados.

Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas, o volume ainda é considerado muito baixo para reduzir o excesso de oferta. Com isso, o mercado segue sob forte pressão. Internamente, os moinhos aguardam o cumprimento de contratos antigos, oferecendo valores entre R$ 1.050 e R$ 1.070 por tonelada nas regiões das Missões e Tenente Portela. Estima-se que ainda restem cerca de 2,4 milhões de toneladas de trigo gaúcho para comercializar, o que dificulta qualquer recuperação de preços.

Em Santa Catarina, a colheita começou de forma tímida e sem registro de novos negócios. Produtores pedem R$ 1.250 por tonelada FOB, mas os moinhos oferecem o mesmo valor CIF, travando as negociações. Os preços pagos aos triticultores recuaram em algumas praças, variando de R$ 62 a R$ 70,50 por saca.

No Paraná, os negócios seguem desbalanceados entre regiões, com cotações entre R$ 1.230 e R$ 1.300 por tonelada. As chuvas recentes prejudicaram a colheita e a qualidade do grão, enquanto os preços ao produtor recuaram 2,52% na semana, ampliando o prejuízo médio para quase 13%. A TF Agroeconômica alerta que o uso do mercado futuro pode ser uma alternativa para garantir melhores margens aos produtores. As informações foram divulgadas nesta manhã.

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Imea registra primeiros números do plantio de soja em Mato Grosso


Logotipo Reuters

SÃO PAULO (Reuters) – O plantio de soja em Mato Grosso, principal produtor brasileiro, teve os primeiros números registrados esta semana, de acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Até esta sexta-feira, o plantio da safra 2025/26 havia atingido 0,55% da área estimada, versus 0,27% no mesmo período do ano passado para o ciclo 2024/25, segundo o instituto ligado aos produtores.

Neste início, o plantio de soja no Estado está acima da média histórica para o período, de 0,48% da área, segundo o Imea.

A expectativa é que os trabalhos de plantio se desenvolvam nas próximas semanas com as chuvas ficando mais abrangentes. Para a próxima semana, há precipitações volumosas, acima da média, segundo os dados meteorológicos.

(Por Roberto Samora)

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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores rurais de Minas terão renegociação de dívidas


O Sistema Faemg Senar, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), inicia, a partir do dia 14 de outubro, uma série de rodadas de reuniões e orientações sobre a renegociação de dívidas de crédito rural em Minas Gerais. Os descontos podem chegar a 95%, dependendo do porte do produtor, da localização do empreendimento e da forma de renegociação.

A iniciativa tem como propósito orientar e facilitar o acesso dos produtores aos benefícios previstos nas Leis nº 14.166/2021 e nº 13.340/2016, além do Decreto nº 12.381/2025 (Desenrola Rural), dispositivos legais que autorizam a liquidação ou o parcelamento de contratos com recursos dos fundos constitucionais. A ação integra um grande mutirão nacional promovido pela CNA, com o objetivo de auxiliar produtores rurais que contrataram operações com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

Em Minas, alguns encontros já têm data marcada, com início em Teófilo Otoni (14/10), em seguida Almenara (21/10), Janaúba (21/10), São João da Ponte (21/10), Jaíba (22/10), Brasília de Minas (24/10), Araçuaí (27/10), Carlos Chagas (27/10), Manga (27/10), Montes Claros (27/10), Francisco Sá (28/10), São Francisco (28/10), Chapada Gaúcha (7/11) e Januária (7/11). Outras cidades mineiras ainda terão suas datas confirmadas nas próximas semanas.

O Sistema Faemg Senar está mobilizando sindicatos rurais e produtores para garantir ampla participação nas rodadas em Minas. “Nosso papel é estar ao lado do produtor, oferecendo informação, orientação técnica e suporte na interlocução com o Banco do Nordeste. Queremos garantir que todos tenham a oportunidade de entender se o seu contrato está enquadrado em alguma das legislações e, desse modo, possibilitando regularizar sua situação com a instituição financeira. A partir disso, seguir produzindo e até contratando novo crédito”, afirma a assessora técnica do Sistema Faemg Senar, Aline Veloso.

O prazo de adesão vai até 31 de dezembro de 2025 para as renegociações previstas na Lei nº 13.340/2016 e no Desenrola Rural, e até 24 de abril de 2028 para os enquadramentos na Lei nº 14.166/2021. Para os outros municípios em que não ocorrem reuniões, os produtores devem procurar a agência do Banco do Nordeste mais próxima.





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