sexta-feira, abril 10, 2026

Autor: Redação

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Após morte por ‘falsa couve’, cidade de Minas Gerais confirma mais sete casos de intoxicação



Além de Patrocínio (MG), que registrou quatro casos de intoxicação pelo consumo da planta Nicotiana glauca, conhecida como “falsa couve” — um deles resultando na morte de uma mulher de 37 anos —, o município de Santa Vitória (MG) confirmou o registro de mais sete casos de intoxicação pela “falsa couve” nos últimos dois meses.

Pelo seu perfil em uma rede social redes social, Sérgio Moreira de Oliveira Júnior, prefeito de Santa Vitória, alertou a população sobre os riscos do consumo da planta e fez um apelo para que quem a cultive em casa “acabe com tudo”.

Segundo o diretor-geral do Pronto Atendimento de Santa Vitória, Arthur Costa Borges, todas as vítimas receberam atendimento rápido e estão fora de risco. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, quatro dos sete intoxicados pertencem à mesma família.

O caso ocorreu após um homem de 58 anos colher a planta e levá-la para casa acreditando se tratar de couve. Durante o almoço em família, todos ingeriram a “falsa couve” e apresentaram sintomas como visão turva, vômitos e perda de equilíbrio.

Ainda de acordo com Borges, a morte de Claviana Nunes da Silva, de 37 anos, registrada em Patrocínio (MG) na última segunda-feira (13), fez com que as autoridades de Santa Vitória reforçasse o alerta sobre os perigos da planta.

Morte em Patrocínio

Claviana estava internada havia cinco dias na Santa Casa de Patrocínio após consumir a planta tóxica junto com três familiares, que a confundiram com couve. Ela foi diagnosticada com lesão cerebral grave e não resistiu. Um dos idosos intoxicados saiu do coma, outro segue em coma induzido e o terceiro recebeu alta hospitalar.

Planta venenosa

A Nicotiana glauca, também conhecida como “fumo-bravo”, é comum em áreas rurais e margens de estradas. Sua toxicidade é causada pela substância anabazina, que pode provocar paralisia muscular e respiratória, levando à morte em casos graves.

Embora parecida com a couve tradicional, a “falsa couve” possui folhas verde-acinzentadas, de textura aveludada e formato mais fino. Já a couve verdadeira apresenta nervuras bem marcadas e folhas mais espessas.





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setores de máquinas e café veem avanço com os Estados Unidos



O Brasil ganhou espaço para avançar nas negociações comerciais com os Estados Unidos. A reunião entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, gerou otimismo entre representantes da indústria de máquinas e do setor exportador de café.

Para José Velloso, presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a reunião cumpriu o esperado. Segundo ele, foi aberto um canal direto de negociação com instâncias próximas ao presidente norte-americano, Donald Trump.

“O pedido do Brasil é que cesse o adicional de 40% nas tarifas e que o valor volte ao patamar de 10% durante as negociações. Vejo grande possibilidade de isso ocorrer”, afirma Velloso. Além disso, ele destaca que temas como Big Techs, minerais críticos e a situação da Venezuela ainda serão debatidos.

O setor cafeeiro também demonstrou entusiasmo com a reunião. Márcio Ferreira, presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), reforçou a importância do mercado norte-americano, que consome principalmente cafés arábica e conilon, além de café solúvel feito sob medida para a indústria dos Estados Unidos.

“EUA e Brasil não podem caminhar separadamente. Essa redução abre espaço para que outros países ocupem o mercado. O consumidor americano não deveria se acostumar com cafés sem o perfil brasileiro”, diz.

Próximos passos

Para Velloso, o diálogo recente representa uma oportunidade de trégua durante as negociações, mantendo as tarifas suspensas enquanto se discutem acordos que beneficiem tanto a indústria quanto o agronegócio brasileiro.

“Seria excelente se os Estados Unidos aceitassem abrir as negociações com essa trégua nas tarifas, o que eu não descarto”, afirma.

Nesse sentido, o Cecafé acredita que o encontro entre os presidentes Lula e Trump, prevista para ocorrer durante a viagem do Brasil à Ásia, pode avançar na solução das tarifas. “A intenção é alcançar a isenção das tarifas e recolocar o Brasil em condições de igualdade com outros produtores”, diz Ferreira.

Enquanto isso, a entidade tem uma reunião marcada com o vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, para a próxima quarta-feira (22).



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MT: Custos de produção de soja 25/26 caem 1,96% em setembro



Os custos de produção de soja transgênica da safra 25/26 em Mato Grosso caiu em setembro na comparação com agosto. Segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), no mês passado, o produtor gastava R$ 4.173,76 para semear 1 hectare com soja geneticamente modificada, valor 1,96% menor ante o apurado em agosto, de R$ 4.257,10. A queda foi puxada por despesas menores com fertilizantes e defensivos.

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O desembolso com fertilizantes e corretivos caiu de R$ 1.947,43 por hectare em agosto para R$ 1.879,33 em setembro. Já o gasto com defensivos recuou para R$ 1.225,64 em setembro, contra R$ R$ 1.257,01 em agosto.

Em contrapartida, as despesas com sementes subiram. O insumo representou um gasto de R$ 599,48 por hectare em setembro, comparado a R$ 582,04 em agosto.

Custos de produção do milho

Já o custo de produção de milho segunda safra 2025/26 em Mato Grosso foi de R$ 3.305,87 por hectare em setembro, alta de 0,32% ante o apurado em agosto pelo Imea. Naquele mês, foi de R$ 3.295,32. A alta está relacionada ao aumento de 0,20% no custo operacional efetivo de setembro, projetado pelo Imea em R$ 4.792,45 por hectare, ante R$ 4.782,75 por hectare em agosto. O custo operacional total (COT) também subiu, 0,17% em setembro, para R$ 5.381,07 por hectare, ante R$ 5.372,17 em agosto.

Algodão

O custo de produção do algodão de alta tecnologia 2025/26 em Mato Grosso recuou 2,7% em setembro, para R$ 10.769,75 por hectare, ante R$ 11.068,21 no mês anterior, segundo o Imea. A queda foi puxada pela redução de 3,21% nas despesas com fertilizantes e corretivos, que passaram de R$ 3.990,74 para R$ 3.862,75 por hectare. Dentro da categoria, o destaque foram os macronutrientes, cujo custo caiu 2,89%, de R$ 3.142,67 para R$ 3.051,89 por hectare.

Quedas registradas

Com menor pressão sobre os insumos, o Custo Operacional Efetivo (COE) também recuou, encerrando setembro em R$ 15.171,99 por hectare, 2,19% abaixo do registrado em agosto, quando atingiu R$ 15.511,09, disse o Imea.

O Custo Operacional Total (COT) encerrou o mês em queda, saindo de R$ 16.488,62 por hectare em agosto, para R$ 16.143,44 por hectare em setembro, queda de 2,09%.

A Mosaic já havia destacado, em relatório, na terça-feira (14), queda de 7% no Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) em setembro. Segundo a Mosaic, o movimento reflete o encerramento da colheita da safrinha e o início do plantio da soja. O impacto da leve retração do dólar, de aproximadamente 1,5%, sobre o índice foi limitado. A principal contribuição para a queda veio da retração nos preços dos fertilizantes.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de soja avançam no país e em Goiás


De acordo com a edição de outubro do informativo mensal “Agro em Dados”, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), o Brasil exportou 103 milhões de toneladas do complexo soja entre janeiro e agosto de 2025, crescimento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No estado, o volume exportado atingiu 12,4 milhões de toneladas, alta de 6,6% na comparação anual. Esse resultado garantiu a segunda posição no ranking nacional de exportações, atrás apenas do Mato Grosso. Segundo a publicação, “o desempenho reflete o aumento da produção, a expansão industrial e a posição estratégica do estado para o escoamento da safra, fatores que fortalecem a logística e consolidam Goiás como um dos principais polos exportadores do país”.

Na safra 2024/25, Goiás alcançou também a segunda colocação nacional na produção de soja, com 20,7 milhões de toneladas, ultrapassando o Paraná. A produtividade média foi superior a 69,7 sacas por hectare, a maior do país, com 9,4 sacas acima da média nacional. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), esse desempenho está ligado a avanços tecnológicos no manejo e maior adoção de cultivares resistentes.

Em setembro, o mercado físico da soja apresentou retração nos preços após valorização em agosto. O preço médio nacional ficou em R$ 138,77 por saca, queda de 1,2% em relação ao mês anterior e 0,8% abaixo do valor registrado em setembro de 2024, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A análise indica que as margens dos produtores devem ser pressionadas pelo aumento dos custos de produção, especialmente fertilizantes, e pelo custo elevado do capital. “Nesse cenário, estratégias de comercialização escalonada e gestão financeira mais rigorosa tornam-se essenciais para preservar a rentabilidade da safra”, informa o boletim.

 





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Imagens aéreas revelam dimensão de incêndio em algodoeira



Imagens áreas mostram a dimensão do incêndio de grandes proporções que atingiu fardos de algodão que estavam no pátio de uma algodoeira localizada às margens da BR-242, no setor industrial de Luís Eduardo Magalhães, nesta quinta-feira (17).

O Corpo de Bombeiros informou que Equipes da 2ª Companhia do 17º Batalhão de Bombeiros Militar da Bahia (17º BBM) foram acionadas por volta das 14h15 para atender a ocorrência, que diante da gravidade, solicitou apoio da Defesa Civil do município, que enviou caminhões-pipa e uma pá carregadeira para auxiliar nos trabalhos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, ao chegarem ao local, as equipes encontraram o incêndio em fase avançada, com intenso volume de fogo e grande quantidade de material combustível.

A ação integrada dos bombeiros, com o suporte da Defesa Civil, de funcionários da algodoeira e de empresas vizinhas, foi essencial para controlar as chamas e evitar que o fogo se alastrasse para outras áreas.

Além disso, durante a operação, foi realizado o isolamento e a retirada dos fardos que não haviam sido atingidos, preservando parte significativa do material armazenad

De acordo com o gerente da empresa, a força dos ventos no momento do início das chamas contribuiu para a rápida propagação do incêndio.

Após horas de combate, por volta das 17h50, a guarnição realizou o levantamento da área e confirmou que o fogo estava completamente controlado. Não houve registro de mortes ou feridos.

Em aproximadamente 6 meses, este é o terceiro caso de incêndio em algodoeiras da região Oeste da Bahia.


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O Nobel e o agro brasileiro


O Prêmio Nobel de Economia de 2025 foi concedido a Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt, em reconhecimento a seus estudos sobre como a inovação — especialmente por meio do que se chama de “destruição criativa” — estimula o crescimento econômico sustentado.

Mokyr analisou os pré-requisitos culturais, institucionais e tecnológicos que permitem que as sociedades cresçam ao longo do tempo. Aghion e Howitt formularam modelos teóricos mostrando que empresas e tecnologias obsoletas são progressivamente suplantadas por novas, mais eficientes, criando ciclos de renovação produtiva.

Esse mote do Nobel ressoa fortemente com a trajetória do setor agropecuário brasileiro ao longo dos últimos 50 anos. O Brasil, que era visto como dependente de importações para praticamente tudo, investiu em pesquisa, extensão rural, melhoramento genético, agroindústria e logística. Instituições como a Embrapa, universidades, empresas privadas e produtores familiares introduziram inovações que transformaram solos, sementes, práticas de manejo e integração produtiva.

Resultado: hoje somos potência global em grãos, carnes, café, açúcar etc., com produtividade muito acima do que se via décadas atrás, e com melhor eficiência de uso de terra, água e insumos. Essa inovação tem sido a base de nossa segurança alimentar interna, abastecendo populações urbanas e rurais em todos os rincões do país, e de nossa capacidade de contribuir para alimentar o mundo.

Conforme expliquei numa palestra no evento Rio+Agro, no Rio de Janeiro, a inovação tornou-se um elemento importante na construção da nova realidade no campo. A missão do Sistema Faesp/Senar é exatamente aproximar os pequenos produtores das inovações tecnológicas e a sua capacidade de se adaptar com velocidade será o diferencial de competitividade. Estamos construindo oito centros de excelência, que irão fomentar as melhores práticas em agricultura familiar, turismo rural, agroindústria e irrigação, entre outros temas.

As ideias de Mokyr, Aghion e Howitt sugerem lições importantes para políticas públicas no agro: manutenção de ambientes regulatórios que favoreçam pesquisa, incentivo à competição saudável, estímulo ao empreendedorismo, proteção ao investimento em ciência e infraestrutura.

Quando o Brasil estimula universidades e centros de estudos, financia melhoramento genético e tecnologias de adaptação climática e apoia acesso a crédito para inovação, então o agro brasileiro não apenas consolida sua liderança mundial, mas também desempenha papel estratégico no combate às mudanças climáticas. Métodos como a integração lavoura-pecuária-floresta, sistemas de plantio direto, controle biológico e agricultura de precisão são exemplos concretos dessa capacidade transformadora.

Com esse foco, o agro deixa de ser visto apenas como fonte de matérias-primas, passando a ser protagonista de um modelo de desenvolvimento sustentável, justo e resiliente.

Frente a características naturais e emprego cada vez mais forte de tecnologia no campo, o resultado do Prêmio Nobel demonstra que o caminho para uma produção de alta rentabilidade e aproveitamento das áreas de cultivo passará, indubitavelmente, pela ciência. O emprego desta é irreversível, e estados e empresas privadas que não estiverem em acordo com essa prática ficarão para trás — não importa se em lucro, sustentabilidade ou práticas que poderão ser empregadas nas próximas décadas ou até mais.

*Tirso Meirelles é presidente do Sistema Faesp/Senar-SP. Economista e produtor rural, atua há décadas no fortalecimento da produção paulista


O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação



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Envios de suco de laranja aos EUA e Europa se igualam



As exportações brasileiras de suco de laranja entre julho e setembro de 2025, registram desempenho aquém do observado no mesmo período da temporada passada. Isso é o que apontam os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com dados da Comex Stat, o volume de suco embarcado totalizou 199,7 mil toneladas em equivalente concentrado. Volume que representa queda de 4% frente a igual intervalo do ano anterior, e a receita recuou 15%, para US$ 751,3 milhões.

Segundo pesquisadores do Cepea, a retração no montante recebido por exportadores reflete o enfraquecimento dos preços internacionais, diante da ampliação da oferta global e do comportamento mais cauteloso de compradores, sobretudo os europeus. 

O destaque do início da safra, indicam pesquisadores do Cepea, foi a mudança na composição dos destinos. Pela primeira vez em vários anos, os embarques aos Estados Unidos e à União Europeia se igualaram, com aproximadamente 48% de participação cada (em volume). 

O avanço de 13% nas vendas ao mercado norte-americano, mesmo com a manutenção da tarifa residual de 10%, evidencia a elevada dependência dos Estados Unidos do suco brasileiro. 

Por outro lado, a União Europeia, tradicional principal destino, mostrou retração de 8%, influenciada pela redução da demanda após os altos preços e problemas de qualidade observados na safra anterior.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Apesar de gripe aviária, exportações de frango podem bater novo recorde



Caso o atual desempenho intenso das exportações brasileiras de carne de frango se mantenha, 2025 pode encerrar com um novo recorde no volume escoado. Isso é o que apontam as análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse resultado seria verificado mesmo diante do caso de gripe aviária em maio deste ano em uma granja comercial do Rio Grande do Sul. A quantidade de carne de frango exportada em setembro foi a maior em 11 meses. Nesta parcial de outubro, o ritmo diário de embarques está 9,6% superior ao de setembro/25 e expressivos 16% acima do de outubro/24, conforme dados da Secex.

Pesquisadores do Cepea explicam que esse cenário é favorecido pela recente retomada das compras da proteína brasileira por parte da União Europeia. Este fator contribui para consolidar a recuperação do ritmo exportador nacional a patamares pré-gripe. Ressaltam, ainda, que as vendas à China seguem suspensas, e que um retorno dos embarques ao país asiático poderia impulsionar ainda mais as exportações totais.

Segundo pesquisadores, as perspectivas de vendas externas recordes em 2025, no entanto, dependem da ausência de novos casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1 ou IAAP) em granjas comerciais, assim como de outros tipos de influenza.

Por outro lado, os levantamentos do Cepea mostram que os preços dos ovos encerraram a primeira quinzena de outubro estáveis na maioria das regiões. Pesquisadores explicam que a intensa valorização do início do mês, impulsionada pela maior procura pela proteína, perdeu um pouco de força nos últimos dias.

Ainda assim, segundo colaboradores, o bom ritmo de vendas e a oferta controlada em diversas praças ajudaram a sustentar as cotações.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Trump volta a criticar a China e diz que tarifas de até 157% ‘não são sustentáveis’



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a comentar as tensões comerciais com a China durante entrevista à emissora Fox Business nesta sexta-feira (17). Ele classificou como “não sustentável” o atual nível das tarifas impostas aos produtos chineses, que podem chegar a 157%, mas afirmou que o país asiático o “forçou” a adotar a medida.

“Acho que vamos nos dar bem com a China, mas precisamos de um acordo justo. A China nos enganou desde o primeiro dia”, disse Trump, em referência à política comercial iniciada após a reabertura do país asiático nas décadas passadas.

O presidente também reconheceu que mantém uma relação pessoal positiva com o líder chinês, Xi Jinping, a quem chamou de “um homem forte e incrível”, mas ressaltou que Pequim “só respeita a força”.

Durante a entrevista, Trump indicou que novos encontros diplomáticos devem ocorrer em breve, mencionando a possibilidade de uma reunião com autoridades chinesas na Coreia do Sul. Segundo ele, apesar da escalada tarifária, a expectativa é de que as negociações avancem.

“Não sei o que vai acontecer, mas acredito que podemos chegar a um bom entendimento com eles”, afirmou.

As declarações ocorrem em meio ao endurecimento das restrições comerciais e de exportação de minerais estratégicos entre os dois países, ponto central da disputa por influência tecnológica e industrial.



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Lucro do confinamento supera média histórica em quase todo o país



A rentabilidade do confinamento de bovinos registrou avanço em setembro, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em parceria com a DSM-Tortuga. A expectativa é de resultados acima da média histórica em quase todos os estados acompanhados.

O desempenho positivo é resultado da combinação entre a queda nos custos de alimentação e a alta dos preços futuros do boi gordo, especialmente nos contratos para dezembro de 2025 e janeiro de 2026.

Rio Grande do Sul lidera resultados

O Rio Grande do Sul apresenta o melhor cenário, com potencial de rentabilidade superior a 20%. O Paraná vem em seguida, com estimativa de ganho em torno de 15%.

Em Mato Grosso, que concentra o maior número de animais confinados do país, também deve registrar bom retorno, de quase 13%.

Demais estados mantêm margens positivas

Nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, a projeção de rentabilidade gira em torno de 10%, com destaque para a redução do diferencial de preços em relação ao mercado paulista.

Os cálculos consideram médias de 105 dias de confinamento, com peso de entrada de 375 quilos e saída de 540 quilos, rendimento de carcaça de 55% e nível básico de tecnologia nutricional.

No caso do Rio Grande do Sul, os parâmetros foram ajustados para machos europeus castrados, com peso final de 500 quilos e rendimento de 53,5%.



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