sábado, agosto 22, 2026

Autor: Redação

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Veículos do Exército utilizados nas enchentes estão em exposição na Expointer



A ExpoEx 2024, parte da 47ª Expointer em Esteio (RS), está atraindo grande atenção dos visitantes com sua exibição de veículos utilizados em operações de resgate e táticas militares. Localizada ao lado do parque de diversões no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, a mostra apresenta uma impressionante coleção de equipamentos bélicos, incluindo veículos que participaram da Operação Taquari 2 durante as enchentes de maio no Rio Grande do Sul.

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Entre os destaques da exposição estão carros de combate, veículos anfíbios e drones, todos utilizados para operações de engenharia e salvamento. A exposição também apresenta uma ponte de metal, conhecida como passadeira, utilizada em Candelária (RS) durante as enchentes, além de veículos de grande porte que se transformam em balsas. Os visitantes, como a família Ramos de Eldorado do Sul, aproveitaram para tirar fotos com os tanques e expressaram seu apreço pelo apoio militar em momentos de crise.

Além dos veículos, a ExpoEx oferece uma variedade de atividades interativas para o público, incluindo passeios a cavalo, em botes infláveis, pistas de cordas e muros de escalada. Na barraca de logística militar, os visitantes podem conhecer tecnologias de comunicação, aprender sobre nós e amarrações utilizados em salvamento, e experimentar rações operacionais utilizadas em campanhas militares. Em outras áreas, há demonstrações de sistemas de filtragem de água, montagem de motocicletas antigas e cenários de perícia criminal.

Os carros de transporte e de combate, como o Leopard1, são um dos pontos altos da mostra. Segundo o soldado Farias, do 4º Regimento de Carros de Combate, o Leopard1 é “a linha de frente” em situações de confronto. Outro equipamento que chamou a atenção foi o sistema de mísseis teleguiados, como o RBS 70, que fascinou jovens visitantes como Rafael Oltemare, de 14 anos, interessado em tecnologia militar.

A ExpoEx 2024 está aberta ao público até o próximo domingo, 1º de setembro. Nos dias finais, os visitantes também poderão assistir a apresentações de ordem unida sem comando, demonstrações da banda de música do Exército e performances dos cães de guerra, proporcionando uma experiência educativa e interativa que destaca o papel do Exército Brasileiro na defesa e resgate, além de suas tecnologias e operações militares.



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AgroNewsPolítica & Agro

Bicudo causa grande prejuízo na cana-de-açúcar


“Os danos são tão severos que reduzem o número de canas por metro, sem recuperação”



O Sphenophorus está presente em todas as regiões produtoras de cana do Brasil
O Sphenophorus está presente em todas as regiões produtoras de cana do Brasil – Foto: Canva

O bicudo da cana-de-açúcar (Sphenophorus levis) é a principal praga do setor canavieiro devido à sua difícil gestão, causando perdas de 1,6 toneladas de produtividade para cada 1% de toco atacado. Cerca de 40% dos canaviais brasileiros, ou 3,5 milhões de hectares, são tratados anualmente para controle dessa praga. 

Segundo Maurício Oliveira, gerente de marketing regional da FMC, a praga reduz significativamente a produção, especialmente em São Paulo, onde há uma perda estimada de 10 toneladas por hectare ao ano. A larva do bicudo, que vive nos rizomas da cana, é a principal responsável pelos danos, matando os perfilhos e reduzindo a produtividade.

“Os danos são tão severos que reduzem o número de canas por metro e não há recuperação. Alguns canaviais são reformados no terceiro corte, sendo que a média de cortes pode chegar a 6 cortes. No estado de São Paulo, por exemplo, estima-se que cerca de 10 toneladas por hectare são perdidas, todos os anos. Isso torna cada vez mais importante que o manejo seja adotado em todas as fases da praga e, também, desde a fase de plantio da cana-de-açúcar”, explica Maurício Oliveira, gerente de marketing regional da FMC.

O Sphenophorus está presente em todas as regiões produtoras de cana do Brasil, espalhando-se principalmente pelo transporte de mudas e cana para a indústria. Em áreas com alta infestação, a praga é geralmente detectada quando o nível já é elevado. Para minimizar essa infestação e garantir alta produtividade, é essencial adotar práticas e tecnologias desde a formação do viveiro. A FMC oferece soluções como o inseticida Premio® Star, que possui ação multipragas e dupla ação, controlando o Sphenophorus, a broca-da-cana e a broca-dos-rizomas, garantindo melhor proteção e um período prolongado de controle no canavial.
 





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Produção de soja no Brasil em 2024/25 deve crescer 12%, calcula Datagro



O Brasil está a caminho de colher uma safra recorde de soja em 2024/25, com a produção projetada em 167,09 milhões de toneladas, segundo estimativas divulgadas nesta terça-feira (27) pela Datagro, em evento realizado em Cuiabá, Mato Grosso.

Esse volume representa um crescimento de 11,8% em relação à safra anterior, impulsionado principalmente por um aumento de 9,6% na produtividade, que deve atingir 3.554 kg por hectare (59,2 sacas).

Além disso, a área plantada está prevista em expansão de 1,8%, totalizando 47 milhões de hectares. “É o 18º ano consecutivo de crescimento da área, o que mostra a importância da cultura”, disse o economista e líder de conteúdo da consultoria, Flávio França Júnior.

Segundo França Júnior, o cenário da próxima safra será mais animador no aspecto climático. “Tudo aponta para um La Niña de intensidade moderada ou fraca, muito diferente do El Niño que prejudicou as lavouras na safra passada”, afirmou.

Preços da soja lá embaixo

No entanto, pelo lado econômico, as previsões não são tão otimistas, de acordo com o analista. “O mercado passa agora por um processo de acomodação, com estoques globais mais elevados e uma safra recorde nos Estados Unidos.”

França Júnior destacou que o mercado de commodities teve um boom de preços entre 2020 e 2022, impulsionado por uma “tempestade perfeita” de problemas climáticos e geopolíticos. Contudo, com a normalização da oferta e o aumento da produção em várias regiões do mundo, os preços começaram a recuar.

Para a safra 2024/25 de soja, a previsão é de preços estabilizados, com leve queda nos custos de produção, entre 5% e 10%, o que pode garantir uma renda maior para os produtores que conseguirem otimizar a produtividade.

“O mercado de futuros em Chicago deve continuar pressionado por causa do quadro superavitário global, o que pode limitar altas nos preços”, informou.



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Medidas de apoio ao produtor fortalecem a cadeia láctea de Goiás


Apenas no primeiro trimestre de 2024, a cadeia láctea de Goiás registrou a produção de 558,6 milhões de litros de leite industrializado, ocupando a quinta posição no ranking nacional. O setor, porém, enfrentou muitos desafios nos últimos anos, como a queda de preços, elevação de custos de produção e concorrência de produtos importados.

Essa situação levou o Governo de Goiás a adotar uma série de medidas de apoio ao segmento. Em março deste ano, por exemplo, o governador Ronaldo Caiado anunciou a retirada de benefícios fiscais de laticínios que importam leite e derivados de outros países, por meio de alteração em lei e publicação de decretos.

Também lutou pela criação de uma linha de crédito específica para a bovinocultura leiteira no âmbito do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Em vigor desde janeiro deste ano, o FCO Leite oferece menores taxas de juros e carência mais longa para pagamento.

Já no mês de maio, o Goiás Social, em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e a Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), promoveu a doação de milho a produtores de leite do estado, aliviando os custos com insumos.

PAA Leite

Na esfera da comercialização do leite, o Goiás Social lançou também uma edição do Programa de Aquisição de Alimentos específica para a cadeia láctea: o PAA Leite.

“Com o Agro é Social, o Goiás Social se faz presente na vida dos pequenos produtores da agricultura familiar de Goiás, e com a cadeia produtiva do leite não é diferente. Com esses incentivos, nós garantimos geração de renda para essas famílias ao mesmo tempo que melhoramos a qualidade da produção e fortalecemos a economia do nosso Estado”, afirma a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado.

Por meio do PAA Leite, cujo edital foi publicado no final de julho, o Estado irá adquirir o produto de organizações associativas e cooperativas de agricultores familiares. Conforme destaca o titular da Seapa, Pedro Leonardo Rezende, essas pessoas são as mais impactadas pelas oscilações do segmento.

“Aproximadamente 52% de todo o leite que é produzido em Goiás vem de propriedades rurais da agricultura familiar. É um perfil de produtores que precisa cada vez mais de políticas públicas eficientes”, pontua.

Conciliação

Outra medida importante, levando em consideração a necessidade de apoiar o produtor na precificação do leite, foi a instituição do Índice de Preços de Derivados Lácteos. O indicador se tornou uma referência para a definição do preço pago pelo leite ao produtor rural no mês seguinte à comercialização.

“Esse índice demonstra a variação dos preços da cesta de derivados lácteos, reduzindo a imprevisibilidade e possibilitando que os valores pagos aos produtores sejam mais justos”, explica o secretário Pedro Leonardo.

A metodologia do índice foi estabelecida pela Câmara Técnica de Conciliação da Cadeia Láctea, um ambiente de negociação que tem como objetivo o aumento da transparência e a redução de conflitos na cadeia láctea de Goiás.





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Chicago realiza lucros após subir por três sessões. Safra deve seguir cheia nos EUA



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado realiza lucros, após subir por três sessões seguidas. O sentimento é que, mesmo com a previsão de tempo quente para a região produtora dos Estados Unidos nos próximos dias, o reflexo no rendimento será mínimo, conforme trader consultado pela Dow Jones.

Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 9,79 por bushel, baixa de 7,50 centavos de dólar por bushel ou 0,76% em relação ao fechamento anterior.

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Ontem, o mercado reagiu positivamente aos mais recentes boletins meteorológicos, que apontam temperaturas elevadas para as regiões produtoras dos Estados Unidos nos próximos dias.

O relatório de ontem do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou piora nas condições das lavouras americanas. Segundo o USDA, até 25 de agosto, 67% estavam entre boas e excelentes condições (o mercado esperava 67%), 24% em situação regular 9% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 68%, 24% e 8%, respectivamente.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 5,75 centavos de dólar, ou 0,58%, a US$ 9,86 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,03 1/2 por bushel, com ganho de 5,25 centavos ou 0,52%.



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Busca por selo de saúde animal aumenta


Lançada pela MSD Saúde Animal no final de 2022, a Certificação em Bem-Estar Único – Missão de Cuidar tem visto um aumento de 220% na demanda em menos de dois anos. Atualmente, 11 propriedades possuem a certificação e 15 estão em processo de obtenção. Auditada pela QIMA/WQS, a certificação garante práticas modernas e sustentáveis, atendendo às exigências do mercado internacional. Para a Schoeler Agro, um dos maiores produtores independentes de suínos no Brasil, o selo destaca seu compromisso com o bem-estar animal, o meio ambiente e a qualidade de vida.

“Foram 10 meses de adequações, em especial na parte documental e treinamentos. O processo de conquista já foi enriquecedor, com conhecimento profundo de normativas e procedimentos. Com os processos bem desenhados e claros, honramos, inclusive, o trabalho das equipes da granja”, diz Lilian Schoeler, diretora administrativa da Schoeler Agro.

Paulo Giehl, gerente comercial da Schoeler Agro, complementa que o selo trouxe benefícios e boas expectativas: “Esperamos novos clientes em potencial, como redes de supermercados e frigoríficos que exportam. Trabalhamos para sermos reconhecidos como uma empresa que cuida de seus animais e prioriza a qualidade, e isso já está acontecendo, especialmente com o reforço do selo. Já notamos diferença na percepção dos clientes, que reconhecem e elogiam a certificação e, da nossa parte, recebem animais com mais qualidade. Além disso, esperamos uma valorização no preço no decorrer do tempo, pois o selo poderá facilitar a negociação”.

Erivelton Schinermann, gerente de produção, destaca a importância da certificação para motivar as equipes e formalizar práticas que antes eram informais. Com o selo, os protocolos foram institucionalizados e a transparência aumentou. Ele observa que a certificação resultou em animais mais calmos e com menor mortalidade, melhorando a saúde, reduzindo perdas ao parto, e aprimorando a formação mamária e a produção de leite.
 





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Preços do boi gordo seguem em alta; veja cotações do dia


O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços mais altos. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a tendência ainda é de continuidade deste movimento.

Isso por conta da posição média das escalas de abate, com dificuldades na aquisição de boiadas em um ambiente ainda pautado por oferta restrita.

Goiás e Rondônia tiveram altas mais destacadas no decorrer do dia. “Indústrias que firmaram contratos a termo estão com escalas de abate mais confortáveis e participando de forma menos ativa do mercado”, assinalou Iglesias.

Preço da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 242,50

Preço no atacado

carne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado atacadista voltou a apresentar alta dos preços nesta terça-feira. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere por maior propensão a reajustes durante a primeira quinzena de setembro, período pautado por maior apelo ao consumo.

As exportações ainda apresentam forte ritmo, com expectativa de estabelecer um novo recorde na atual temporada. “O Brasil é disparadamente a melhor alternativa para fornecimento global de carne bovina”, considera Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 18,00 por quilo, alta de R$ 0,50. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,50, por quilo.



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expositores que sofreram com as enchentes são exemplos de superação


Para além dos 413 empreendimentos que ocupam o Pavilhão da Agricultura Familiar e que levam o que de melhor é produzido nas propriedades rurais do Rio Grande do Sul, a edição de 2024 traz um componente especial: a história de homens e mulheres que foram fortemente impactados pelas chuvas e enchentes que ocorreram no Estado, mas que superaram as adversidades para reerguerem seus empreendimentos e trazerem seus produtos à Expointer.  

O caso de Igor Longaray, de 27 anos, revela a superação que os gaúchos buscam encontrar desde o início dos eventos meteorológicos. Funcionário da Casa Bucco, cachaçaria de Bento Gonçalves, Longaray perdeu a esposa e o sogro devido a um deslizamento de terra que atingiu as instalações da agroindústria. Decidiu que, apesar da dor que enfrentava, tinha que seguir e estar presente na Expointer. “A minha esposa sempre foi uma pessoa positiva, sempre pensando para frente. Todos os produtos que estão nessa mesa, as cachaças que estão aqui, passaram pelas mãos dela, então eu levei isso em consideração e decidi tocar adiante o legado dela”, apontou Longaray.

A chuva que castigou o Vale do Rio Pardo atingiu a moradia e o empreendimento do casal Givanildo Vidal de Souza e Maria Elisa Hennig, em Candelária. Os proprietários da agroindústria Rodeio Figueira perderam a casa e toda a estrutura do negócio familiar. Além disso, perderam toda a matéria-prima responsável pela produção de melado e sofreram com o solo lavado pela enxurrada.

Sem ter onde morar e produzir, e hospedados na casa de vizinhos, Givanildo e Maria colocaram em prática uma força-tarefa para conseguir estar na Expointer, local em que foram premiados no concurso da agricultura familiar na categoria melado da edição de 2023. “Remontamos a agroindústria num galpão velho e entramos numa verdadeira corrida contra o tempo para podermos estar aqui. Foram poucas horas de sono nas últimas semanas, mas alcançamos nosso objetivo”, comemora Givanildo.

A enchente também desabrigou Enéas Lopes Kaiper, morador da Ilha das Flores, em Porto Alegre. Proprietário das Cuias Kaiper, Enéas afirmou que a água tapou completamente sua casa. O artesão saiu às pressas de casa, conseguindo salvar apenas parte da sua produção. Morando por mais de um mês acampado próximo à BR-386, Enéas afirmou que mesmo com as dificuldades, não havia hipótese de não estar na Expointer. “Tivemos que arregaçar as mangas e trabalhar em dobro. A Expointer é uma grande vitrine para o nosso negócio, não poderíamos ficar de fora”, garante.

“Ver esse pavilhão lotado revela que, para além da qualidade, também está aqui exposta a garra desses trabalhadores para se fazerem presentes, mesmo ante todas as dificuldades”, pontua o secretário de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti.  

Em dois dias de venda, o Pavilhão da Agricultura Familiar da Expointer vendeu um total acumulado de R$ 2.252.141,88, o que aponta um crescimento de 16,64% em relação ao mesmo período de 2023, reafirmando o sucesso e a importância desse espaço.





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Incêndios afetam quase 2 milhões de toneladas de cana da Raízen



A Raízen informou que vem combatendo focos de incêndio que afetaram parte dos canaviais operados pela companhia, bem como de alguns fornecedores de cana-de-açúcar, notadamente no estado de São Paulo.

A companhia estima que aproximadamente 1,8 milhão de toneladas de cana própria e de fornecedores foram queimadas, representando 2% do total previsto na safra 2024/25, com base no piso da premissa de moagem total.

“De forma a mitigar os efeitos adversos, a companhia está priorizando a moagem da cana-de-açúcar afetada. Com essa medida, esperamos que as perdas e impactos em nossos resultados sejam imateriais”, explicou o comunicado.

Combate aos incêndios

A Raízen informa que a sua equipe de brigadistas e de monitoramento de incêndios age em colaboração às autoridades locais, bem como a outras usinas, fornecedores de cana e comunidades envolvidas.

Com essas ações, neste momento, houve o controle de todos os focos de incêndio em áreas da companhia, estendendo essa assistência também aos fornecedores.

“Desde a sua formação, a queima de cana como método de colheita foi proibida. Todas as operações são 100% mecanizadas, e a companhia é signatária do Protocolo Agroambiental Etanol Mais Verde, reafirmando seu compromisso com a preservação do meio ambiente”, destacou a companhia.

Por fim, a Raízen afirmou que continuará monitorando a situação e expressou seu agradecimento às equipes envolvidas no combate aos incêndios e reafirmou seu compromisso com a segurança de suas operações.



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Ginetes e cavalos demonstram habilidades em provas de equinos na Expointer


O Freio de Ouro é a competição equina mais conhecida quando se fala em Expointer, mas não é a única: a feira também sedia uma série de provas e competições de diversas raças, que demonstram os atributos dos animais e as habilidades dos ginetes. Confira algumas das provas, seus horários e locais.

Árabe

Os cavalos Árabes competem em provas em todos os nove dias da feira, nas pistas 14 e 15. “Hoje teremos a prova de Morfologia Funcional, criada aqui no Rio Grande do Sul. Nela, ocorre a seleção dos melhores exemplares funcionais, entre os cavalos que estão realizando as provas montadas”, explica o presidente da Associação Gaúcha de Cavalo Árabe, Luís Fernando Tarragô.

A programação da raça segue na quarta-feira (28/8), às 15h, com a prova feminina dos cinco tambores. “As amazonas darão um espetáculo de destreza e coragem com seus cavalos árabes”, destaca Luís Fernando.

Na quinta-feira (29/8), às 17h, será a vez da prova de rédea campeira; na sexta-feira (30/8), às 15h, a prova de seis balizas; e no sábado (31/8), às 10h30, a tradicional prova do Carro X Cavalo. Nesta prova, duplas de cavaleiro e motorista, masculino com feminino, correm em uma pista a cavalo; na sequência, o cavaleiro ou amazona embarca na caminhonete e faz outro percurso no carro. A dupla que fizer em menor tempo é a campeã. “É uma prova muito divertida e que agrada ao público, lotando as arquibancadas”, garante Tarragô.

Cavalo Campeiro

Assim como o cavalo Crioulo, o Campeiro também é uma raça que surgiu na região Sul do Brasil. Seus atributos são testados em provas funcionais, que ocorrem na Expointer na quinta-feira (29/8), a partir das 8h, nas pistas 14 e 15. São 45 animais inscritos para a edição deste ano, com promoção do Núcleo Gaúcho de Cavalo Campeiro.

Quarto de Milha

Os cavalos Quarto de Milha competem a 6ª etapa e a final do Campeonato Gaúcho durante a Expointer, na sexta (30/8) e sábado (31/8), a partir das 8 horas, na pista de provas 1. São 57 conjuntos inscritos, para as categorias aberto, amador, amador light, jovem e feminino.

Na sexta, às 13h, o Quarto de Milha participa de provas de laço comprido, junto com a raça Paint Horse, na pista de prova de equinos. “A avaliação é feita por pegada de armada, aquela laçada que é feita nas aspas do boi. Cada núcleo pontua os cavalos de sua raça”, explica Darlene Marques, do Núcleo Sul dos Criadores de Cavalo Quarto de Milha.

Entre os cavalos Paint Horse, são 15 inscritos para a prova de laço comprido. “Tem que laçar o boi. Se errar, está fora”, resume Antonio Marcelo Caleffi, do Núcleo Regional Sul da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo da Raça Paint Horse (ABCPaint). Mas a eliminação não é irremediável: quem perder a laçada pode se reinscrever e tentar novamente.





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