O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) lançou, nesta segunda-feira (9), um alerta laranja de perigo para 12 estados brasileiros e o Distrito Federal (DF) devido à baixa umidade. Segundo o instituto, nesses locais a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 12%, com risco de incêndios florestais e riscos à saúde, como doenças pulmonares e dores de cabeça.
Além do DF, o alerta vale para os estados de Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, São Paulo e Maranhão. Em alguns locais a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 12%.
O instituto também emitiu um alerta amarelo, de perigo potencial, para os estados do Acre, Amazonas, Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul. Nesses locais, a umidade relativa do ar deve oscilar entre 30% e 20%.
A baixa umidade causa ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz. Entre as recomendações estão beber bastante líquido, evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia, evitar a prática de atividades físicas. Também são recomendados o uso hidratante para pele e umidificar o ambiente.
Ondas de Calor O Inmet emitiu ainda um alerta de ondas de calor para os Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e parte de Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O alerta vale até a quinta-feira (12). Nesses estados as temperaturas podem ficar até 5ºC acima da média.
No painel “A história do agro brasileiro e sua relevância na segurança alimentar“, realizado durante o FIAP 2024, em Cuiabá, duas importantes figuras do agronegócio, Roberto Rodrigues e Blairo Maggi, refletiram sobre a evolução do setor e seu impacto global. A discussão abordou temas cruciais, como segurança alimentar, segurança energética, mudanças climáticas e a diversidade de renda no campo, mostrando o papel do Brasil como líder no setor agropecuário.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
Avanços tecnológicos e sustentabilidade: o legado do agro brasileiro
Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura, enfatizou o papel da tecnologia como o grande motor da evolução da agricultura brasileira. Ele destacou que, entre as safras de 1990/1991 e 2023/2024, a área plantada no Brasil cresceu 110%, enquanto a produção agrícola saltou impressionantes 417%. “Isso se deve, fundamentalmente, à tecnologia“, afirmou Rodrigues, reforçando que o Brasil foi capaz de aumentar a produtividade sem a necessidade de expandir suas fronteiras agrícolas por meio do desmatamento.
Rodrigues também ressaltou o compromisso do Brasil com a sustentabilidade, apontando que 47,40% da matriz energética do país é renovável, sendo a agricultura responsável por cerca de metade dessa energia. “O Brasil não é um combatente, não quer ficar sozinho na parada. O Brasil pode ser o grande transmissor de conhecimento“, disse o ex-ministro, referindo-se ao potencial do país para compartilhar suas tecnologias agrícolas inovadoras com o mundo. “Temos tecnologias aqui que ninguém tem“, afirmou.
Blairo Maggi destaca a importância da política e da infraestrutura para o agro
Blairo Maggi, também ex-ministro da Agricultura, trouxe à tona a importância das mudanças políticas e logísticas para o desenvolvimento do agronegócio. Ele relembrou os desafios enfrentados no passado, quando as reivindicações de produtores rurais exigiam grandes sacrifícios financeiros. “Antigamente, para a gente ir a Brasília reivindicar algo, precisava fazer um bingo, matar um bezerro, para a gente poder pagar passagens e hotel“, contou.
Maggi elogiou o trabalho do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, por sua “revolução na logística“, citando as melhorias em estradas e infraestrutura como fundamentais para o avanço do setor. Segundo Maggi, a política desempenha um papel essencial na criação de oportunidades de novos negócios e na remoção de barreiras comerciais. “Somente a política pode impulsionar o Brasil a fazer novos negócios e retirar barreiras“, afirmou, reforçando a importância da participação do Brasil em fóruns internacionais como o G20.
Brasil como líder na segurança alimentar e energética
O painel reforçou a relevância do Brasil como uma potência mundial no agronegócio, capaz de liderar o caminho para a segurança alimentar e energética global. Com a capacidade de aumentar sua produção de forma sustentável e com o apoio da inovação tecnológica, o Brasil se posiciona como uma referência internacional no setor.
O B20, representando a iniciativa privada dos países do G20, acaba de lançar um conjunto de recomendações que prometem impulsionar uma transformação significativa nos sistemas alimentares globais. Este grupo, reunindo empresas e associações empresariais de vários setores, propõe uma abordagem inovadora e inclusiva para enfrentar os desafios atuais da produção e consumo de alimentos. O documento foi oficialmente entregue durante do FIAP 2024. Assista ao vídeo abaixo e confira a cerimônia na íntegra.
Participaram do momento desta entrega o executivo Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS, Roberto Perosa, Secretário de Comércio no Ministério da Agricultura, e Carlos Fávaro, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que recebeu o documento.
Carlos Fávaro, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Foto: Canal Rural
“O desafio é gigante, mas eu tenho certeza que as colaborações feitas até agora pela iniciativa privada e pelas outras, que vão vir, intensifiquem esse debate de hoje e, na quinta-feira, que possam fazer um poder de convencimento de todas as entidades brasileiras, que também têm uma representatividade internacional. Isso tudo para que esta declaração brasileira se torne um marco histórico da agropecuária nacional.”
Carlos Fávaro, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
No coração das recomendações apresentadas pelo grupo de trabalho “Sustainable Food Systems and Agriculture” está a defesa de um sistema multilateral de comércio agrícola robusto, liderado pela OMC. Esta iniciativa busca remover barreiras comerciais injustas e promover práticas agrícolas sustentáveis, assegurando um comércio justo e baseado em regras.
Roberto Perosa, secretário de Comércio no Ministério da Agricultura. Foto: Canal Rural
“O setor privado impulsiona o setor público e nós temos essa característica de, ouvindo o setor privado, darmos vazão aos interesses da sociedade brasileira.”
Roberto Perosa
Outra sugestão crucial envolve o desenvolvimento de modelos inovadores de financiamento para facilitar a transição para sistemas alimentares mais sustentáveis. Isso inclui a valorização dos serviços ecossistêmicos das práticas agrícolas regenerativas, importantes para a resiliência ambiental e a redução de emissões de gases de efeito estufa.
A importância da inovação na agropecuária
O B20 também destacou a necessidade de impulsionar a produtividade agrícola através da inovação. Expandindo o acesso a tecnologias e suporte técnico, especialmente para nações em desenvolvimento, busca-se enfrentar os desafios climáticos e afirmar a segurança alimentar global.
Segundo o documento, “adotar tecnologias avançadas, como a agricultura regenerativa, é essencial para garantir um futuro sustentável e nutritivo.”
Apresentação no FIAP 2024
As recomendações do B20 foram apresentadas no Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP 2024) em Cuiabá, onde líderes como Gilberto Tomazoni (JBS) e outros especialistas discutiram caminhos para a transformação e transição dos sistemas alimentares para serem cada vez mais sustentáveis, de agora em diante.
O executivo Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. Foto: Canal Rural
“Nós temos a solução. Precisamos ser inovativos nos sistemas em como financiar essa transição. E isso não é um trabalho só do governo. Tem ainda o trabalho da iniciativa privada e do terceiro setor. Temos de fazer todos juntos e não dá para ficar pensando em fronteiras. O planeta não tem fronteiras, pois as mudanças climáticas não reconhecem fronteiras.”
Gilberto Tomazoni
Este evento, promovido pelo Canal Rural, antecede os debates do G20 Agro em Chapada dos Guimarães, que abordarão práticas agrícolas sustentáveis e segurança alimentar.
Uma visão da agropecuária para 2030
Novas tecnologias impulsionam a agricultura, aumentando a produtividade e a eficiência no agro. | Foto: Liu Xiaozhong/Pixabay
Com o objetivo de reduzir drasticamente as emissões do setor agropecuário até 2030 e garantir acesso global a alimentos seguros, as ações propostas refletem uma crescente preocupação com os impactos ambientais dos sistemas alimentares.
Trata-se de preparar o terreno para uma transformação significativa que assegure a sustentabilidade e a segurança alimentar para as futuras gerações.
O encontro do G20 em Mato Grosso será uma oportunidade de ouro para fortalecer as relações comerciais e explorar novas oportunidades econômicas para o Brasil, conforme destacado pelo ministro Carlos Fávaro. Com o Brasil na vanguarda das discussões, o evento promete pavimentar o caminho para um futuro agrícola mais justo e sustentável.
Canal Rural no WhatsApp
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
Um alerta laranja de perigo para 12 estados e o Distrito Federal devido à baixa umidade foi lançado nesta segunda-feira (9) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Segundo o órgão, nesses locais a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 12%, com risco de incêndios florestais e riscos à saúde, como doenças pulmonares e dores de cabeça.
Além do Distrito Federal, o alerta vale para os seguintes estados:
Em alguns locais a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 12%. O Inmet também emitiu um alerta amarelo, de perigo potencial, para:
Parte do Rio Grande do Sul
Nesses locais, a umidade relativa do ar deve oscilar entre 30% e 20%.
A baixa umidade causa ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz. Entre as recomendações estão beber bastante líquido, evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia e evitar a prática de atividades físicas. Também são recomendados o uso hidratante para pele e umidificar o ambiente.
Ondas de calor
O Inmet emitiu ainda um alerta de ondas de calor para os Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e parte de Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O alerta vale até a quinta-feira (12). Nesses estados as temperaturas podem ficar até 5ºC acima da média.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o emprego das Forças Armadas para a garantia da votação e da apuração das eleições de 2024. O decreto foi publicado no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (9).
As localidades e o período de emprego das Forças Armadas serão definidos conforme os termos de requisição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A participação das Forças Armadas no processo eleitoral está prevista na Constituição Federal e no Código Eleitoral.
O decreto foi assinado em conjunto pelo presidente Lula, pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro e pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Marcos Antonio Amaro dos Santos.
Eleições municipais
Nas eleições municipais, são eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Somente no Distrito Federal não há eleições municipais.
O primeiro turno das eleições municipais de 2024 está marcado para 6 de outubro. O segundo turno ocorrerá em 27 de outubro, na eleição para prefeitos de municípios com mais de 200 mil eleitores, quando nenhum dos candidatos ao posto obtiver mais da metade dos votos válidos (excluídos os votos em branco e os votos nulos) para ser eleito.
Em relação a 2020, houve um aumento de 5% no número de votantes, tornando a eleição deste ano a maior municipal de todos os tempos no país.
Quanto aos concorrentes, o tribunal contabiliza 461.012 pedidos de registro de candidatas e candidatos em outubro, sendo 15.465 candidatos ao cargo de prefeito; 15.682 ao de vice-prefeito; e 429.865 ao de vereador.
Nesta segunda-feira (9), o Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP 2024) deu início à sua programação com a presença de grandes nomes do agronegócio e autoridades nacionais e internacionais. Realizado em Cuiabá, Mato Grosso, o evento, promovido pelo Canal Rural, tem como objetivo principal discutir as pautas mais relevantes para o setor agroalimentar e preparar o Brasil para o G20 Agro, que ocorrerá entre os dias 10 e 13 de setembro, na Chapada dos Guimarães.
Durante a abertura do evento, o presidente do Canal Rural, Julio Cargnino, destacou a importância do FIAP 2024 como um espaço de diálogo e construção de estratégias para o futuro do agro. “Esse é um momento em que estamos dedicados a construir esses espaços de diálogo. O evento tem três grandes objetivos. O primeiro é mostrar como chegamos até aqui, como o Brasil se tornou essa potência agroalimentar que é hoje. Em um segundo momento, vamos mostrar como estamos nos preparando para o futuro. Temos muitos desafios, mas também temos muitas estratégias sendo implementadas. O terceiro pilar é o diálogo com a comunidade internacional. Essas conversas precisam acontecer para que outros países nos conheçam cada vez mais“, afirmou.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
Autoridades discutem o futuro do agronegócio brasileiro
A abertura contou com a presença de diversas autoridades, como o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e os governadores Helder Barbalho (Pará), Mauro Mendes (Mato Grosso) e Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul). Cada um trouxe sua visão sobre o papel do Brasil como líder global na produção agroalimentar.
Vilmondes Tomain, presidente da Famato, reforçou a importância do agronegócio para Mato Grosso. “O agronegócio é a espinha dorsal do nosso estado. Somos responsáveis por grande parte da produção de soja, milho e carne, que abastecem tanto o mercado interno quanto o externo. O FIAP é um espaço para troca de conhecimentos e parcerias estratégicas“, ressaltou.
Jorge Viana, presidente da Apex Brasil, também enfatizou o caráter histórico do evento. “A realização deste fórum registra um momento histórico. Podemos dividir o antes e o depois. O Brasil sediar o G20 é uma oportunidade para construir uma narrativa verdadeira sobre o potencial deste país incrível. Acredito que é isso que o governo está fazendo“, destacou.
Desafios climáticos e sustentáveis na pauta
Entre as discussões centrais, a crise climática foi um ponto abordado por Jorge Viana. Ele destacou a necessidade de encontrar soluções e não apenas buscar culpados. “Essa fumaça que estamos vendo em Cuiabá não deve ser motivo para correr atrás de culpados. Precisamos encontrar soluções. A crise climática é um desafio real“, alertou.
O ministro Carlos Fávaro ressaltou os esforços do governo brasileiro para reestabelecer a posição do Brasil no cenário global. “A volta do presidente Lula ao comando do Brasil traz um desejo pessoal de que o país se reestabeleça na ordem mundial. Conseguimos abrir 184 novos mercados para os produtos da agropecuária brasileira. O Brasil, e o mundo, devem pensar o que e como produzir no futuro“, afirmou Fávaro.
Tecnologia e inovação como base para o futuro
Outro tema crucial foi a importância da tecnologia e da inovação para a sustentabilidade no campo. Daniel Carrara, diretor-geral do Senar Brasil, destacou o papel do Sistema CNA/Senar na transferência de tecnologia para o campo. “A CNA e o Senar têm a missão de comunicar o agro e diminuir as diferenças tecnológicas no país. Não existe sustentabilidade sem tecnologia“, declarou Carrara.
Alexandre Furlan, vice-presidente da CNI, mencionou as contribuições do B20, que trabalha com sete forças-tarefas, entre elas a dedicada à agricultura e sistemas alimentares sustentáveis. “As conclusões dessas forças-tarefas nos ajudarão a trazer benefícios ao Brasil e avanços no cenário internacional“, disse.
Orgulho e responsabilidade no agronegócio
Helder Barbalho, governador do Pará, exaltou o papel de Mato Grosso na produção agropecuária e sua importância para a segurança alimentar do Brasil e do mundo. “Destaco aqui o orgulho nacional que Mato Grosso se tornou. O estado compreendeu, a partir de sua vocação produtiva, que era possível alavancar a produção de alimentos e tornar-se a locomotiva da produção e da segurança alimentar que o Brasil adotou“, afirmou.
O governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, também reforçou o protagonismo do Brasil como fornecedor global de alimentos. “Hoje, somos conhecidos como o maior exportador líquido de alimentos. Temos grande capacidade de continuar crescendo“, ressaltou Mendes.
Levantamentos do Cepea mostram que os preços do milho seguem em alta no mercado doméstico.
Segundo pesquisadores, atentos às recentes valorizações externa e interna e preocupados com o clima nas principais regiões produtoras da safra de verão do Brasil, vendedores vêm limitando o volume ofertado.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
Do lado da demanda, pesquisadores do Cepea explicam que a procura internacional pelo milho brasileiro tem se aquecido, sustentada pela maior paridade de exportação.
Compradores internos também têm retomado as negociações, seja para recompor estoques e/ou por temerem novas valorizações nos próximos dias. Quanto aos embarques, em agosto, somaram 6,06 milhões de toneladas de milho, praticamente o dobro das 3,55 milhões escoadas em julho, mas ainda 35% inferiores aos de agosto/23 – dados Secex.
A Lei 14.956/24, que confere o título de Capital Nacional da Cevada e do Malte a Guarapuava (PR), foi publicada no Diário Oficial da União da última quinta-feira (5).
Sancionada sem vetos pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a norma originou-se do Projeto de Lei 2181/23, da Câmara dos Deputados.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
“Guarapuava se destaca, há mais de 13 anos, pela maior produtividade por hectare de cevada cervejeira do Brasil”, afirma o autor da proposta, deputado Marco Brasil (PP-PR).
De acordo com dados do IBGE, o Paraná é responsável por boa parcela da produção nacional de cevada, com o município de Guarapuava liderando essa estatística. Entre 2012 e 2021, o município respondeu, em média, por 20% do total da produção brasileira.
Marco Brasil acredita que a concessão do título de capital nacional ao município poderá ajudar a desenvolver toda a cadeia produtiva da cerveja, além de incentivar a criação de roteiros turísticos ligados ao setor cervejeiro.
Em 2017, uma lei estadual condeceu a Guarapuava o título de Capital Paranaense da Cevada e do Malte.
A falta de chuva nas principais regiões produtoras de soja no Brasil vem deixando agentes em alerta, visto que esse cenário pode atrasar o início da semeadura na temporada 2024/25.
Segundo pesquisas do Cepea, nesse cenário, vendedores restringem o volume ofertado no spot nacional, ao passo que consumidores domésticos e internacionais disputam a aquisição de novos lotes.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
Com a demanda superando a oferta, os prêmios de exportação e os preços domésticos da soja seguem em alta, também conforme levantamentos do Cepea.
A paridade de exportação indica, ainda, valores maiores para o próximo mês, o que reforça a resistência dos sojicultores em negociar grandes quantidades no curto prazo.
Uma comitiva da Associação Baiana dos Produtores de Algodão do Matopiba (Abapa), visitou na última semana, o Porto de Fortaleza (CE), com o objetivo de avaliar a infraestrutura do terminal para exportação como alternativa viável ao Porto de Santos.
De acordo com a Abapa, atualmente o porto santista, o maior da América Latina, é responsável por 90% da exportação de algodão brasileiro, incluindo o algodão da Bahia.
Também participaram da visita, o presidente da associação, Luiz Carlos Bergamaschi, acompanhado do conselheiro Celestino Zanella e do diretor executivo, Gustavo Prado.
“Estamos explorando alternativas para tornar o algodão baiano mais competitivo. E visitas como estas são importantes para que possamos conhecer o funcionamento e a estrutura dos portos disponíveis no Brasil, sempre em busca de rotas que possam garantir um tempo menor entre o embarque e a chegada do produto até destino final, e assim, garantir maior competitividade e mais valor ao nosso algodão,” explica Bergamaschi.
A comitiva foi recebida por representantes do Porto Pecém, da Tecer – Terminais Portuários do Ceará, e operadores como APM Terminals e Unilink.
Foto: Divulgação
Durante a visita, foram apresentadas as instalações do Porto de Fortaleza, que possui uma capacidade de movimentação de cerca de 500 mil TEUs ou 6 milhões de toneladas em contêineres.
Além disso, o porto se destaca pela sua possibilidade de expansão, mesmo já movimentando uma variedade de produtos como carvão, ferro, aço, frutas, grãos e fibras.
Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp!