quarta-feira, agosto 19, 2026

Autor: Redação

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Cuidados e perspectivas para a safra 2024/25 da soja


Nas regiões produtoras da soja do Brasil, é preciso ter cautela. Atualmente, os produtores monitoram o mercado em preparação para a safra 2024/25. No sul do Piauí, o gerente de um grupo de fazendas, João Victor Brugnera, destaca que os preços da soja recuaram em relação à última safra, gerando preocupações. Embora alguns custos estejam travados, muitos insumos já foram adquiridos, com parte do pagamento prevista para o próximo ciclo.

Na safra 2023/24, a produtividade média nas fazendas gerenciadas por Brugnera foi de 67 sacas por hectare, e há um esforço para repetir ou superar esse resultado no próximo ciclo. O cenário de oferta para o próximo ano traz desafios, tornando essencial que os agricultores adotem uma abordagem cautelosa e estratégica.

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Estratégias para redução de custos

comercialização commoditiescomercialização commodities
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

Um ponto importante é a necessidade de medidas que possam ser adotadas pelos produtores ao longo dos anos para diminuir custos. “Se você trabalhar o solo adequadamente, conseguirá uma rentabilidade média que ajuda a sobreviver nesse mercado desafiador”, explica uma especialista em mercado, Ana Paula Lod.

Cenário global da soja

Foto: Canal Rural

A analista também aponta que, do ponto de vista mundial, a produção da soja deve superar o consumo, resultando em preços pressionados. A combinação de uma produção robusta e incertezas na demanda, especialmente em relação à economia da China, contribui para essa situação.

Além disso, a baixa do dólar tem impactado o valor da soja no Brasil. Um dos fatores que evita uma desvalorização maior do grão é a demanda aquecida por seus derivados, como o óleo da soja, utilizado na fabricação de óleo de cozinha e biodiesel.

Comercialização e tendências

Foto: Canal Rural

Para a safra 2023/24 e até a 2024/25, a comercialização antecipada tem sido mais lenta em comparação com anos anteriores. Esse movimento é reflexo de um cenário de preços mais pressionados, que limita as expectativas de venda.

Os produtores, portanto, precisam se adaptar a esse novo cenário, mantendo a cautela e buscando estratégias para garantir a rentabilidade em um mercado cada vez mais desafiador.

Confira a reportagem completa:



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AgroNewsPolítica & Agro

Floricultura paranaense movimenta R$ 249,6 milhões em 2024


Paraná registra crescimento no setor de floricultura





Foto: Pixabay

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a floricultura no Paraná alcançou um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 249,6 milhões em 2024. Os gramados e as plantas perenes ornamentais foram os maiores responsáveis por esse resultado, contribuindo com 72,1% do total gerado pelo setor no estado.

As flores ornamentais, como orquídeas, crisântemos e roseiras, também tiveram uma importante participação na floricultura paranaense, representando 20,9% do VBP do segmento, com a produção complementada por outras 27 espécies florais.

As orquídeas, em especial, destacaram-se em 2023, com uma produção de 549 mil unidades, gerando um VBP de R$ 24,3 milhões. A maior parte dessa produção se concentrou na região de Toledo, responsável por 43,9% do valor total, com 241 mil plantas produzidas, equivalentes a R$ 10,7 milhões. A região de União da Vitória aparece logo em seguida, contribuindo com 37,2% da produção de orquídeas. Juntas, essas duas regiões representam 81,1% do total estadual de produção de orquídeas.





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Canal Rural está disponível na Samsung TV Plus para 19 milhões de TVs conectadas



Produtores rurais e amantes do agronegócio agora têm mais uma forma de acompanhar as notícias e atualizações do setor. O Canal Rural está disponível na Samsung TV Plus, um serviço de vídeo presente em 19 milhões de TVs conectadas da marca no Brasil. A novidade foi anunciada nesta quinta-feira (27), durante o programa Mercado & Companhia.

Segundo a diretora de conteúdo e programação do Canal Rural, Jaqueline Silva, a parceria facilita o acesso do público à programação do canal. “Qualquer pessoa que tenha a TV Samsung Plus pode assistir ao Canal Rural ao vivo e ficar por dentro das informações sobre os próximos passos que o produtor rural está dando para produzir com sustentabilidade“, explicou.

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O Canal Rural é o único canal de TV dedicado ao agro disponível na Samsung TV Plus e é reconhecido como uma referência no mercado. Ele se destaca por ser uma fonte segura para decisões dos produtores rurais, além de aproximar o setor de toda a sociedade.

Para o presidente do Canal Rural, Júlio Cargnino, essa parceria amplia o alcance do conteúdo voltado para o campo. “É uma tecnologia que está crescendo muito, por ter qualidade, ser gratuita e muito acessível. Queremos conectar os dois mundos, do campo e da cidade, para que o Canal Rural seja uma janela que mostra o interior do Brasil para toda a sociedade“, afirmou.

O canal está disponível no dial 2084 da Samsung TV Plus, e a sintonização é bastante simples. Basta acessar o aplicativo Samsung TV Plus, selecionar a opção ‘Guia’, depois ‘Locais’ e, por fim, escolher o número 2084. Em poucos passos, o público pode conferir os principais conteúdos do universo agro e relaxar enquanto se mantém informado sobre o setor que impulsiona a economia nacional.



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Fim de semana com chuvas intensas e frio no Sul: confira a previsão



Saiba como o clima irá se comportar neste fim de semana em todo o Brasil:

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Sábado (28)

Sul

A nebulosidade aumenta no leste e litoral do Paraná, com possibilidade de garoa. As temperaturas ficam mais baixas, enquanto a chuva diminui em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, com destaque para as temperaturas baixas na Campanha gaúcha e na Serra.

Sudeste

Há condições de chuva no leste e sul de São Paulo, no centro-sul do Rio de Janeiro e no sul de Minas Gerais, devido à passagem de uma frente fria em alto mar. A temperatura diminui mais no litoral paulista. A previsão é de chuva isolada no sul do Espírito Santo, com tempo firme no noroeste de Minas Gerais.

Centro-Oeste

Tempo abafado na região, com chance de pancadas irregulares no sul de Goiás, nordeste de Mato Grosso do Sul e noroeste e norte de Mato Grosso. As capitais Brasília, Cuiabá e Campo Grande ficam sem chuva.

Nordeste

Dia mais instável no centro-leste da Bahia, com chuva a qualquer momento em Salvador. No entanto, as temperaturas continuam altas, mantendo o tempo abafado. O tempo fica firme no Maranhão, Piauí, Ceará e no interior e sertão da região.

Norte

A condição de temporais típicos da primavera, com raios, ventos moderados e trovoadas, aumenta no Acre, Amazonas e no estado de Roraima. As pancadas de chuva podem ocorrer em vários momentos do dia, intercalando com períodos de melhora, enquanto o Amapá e Tocantins permanecem com tempo firme e seco.

Domingo (29)

Sul

Sem previsão de chuva na maior parte da região. Existe a possibilidade de pancadas bem irregulares no extremo sul do Rio Grande do Sul, enquanto em Porto Alegre, em todo o estado de Santa Catarina e do Paraná, o tempo fica firme. As temperaturas permanecem amenas nas serras gaúchas e catarinense.

Sudeste

Possibilidade de chuva no leste de Minas Gerais, incluindo Belo Horizonte e no Espírito Santo, onde a umidade aumenta, criando condições para pancadas de chuva com trovoadas. O domingo amanhece com muitas nuvens em São Paulo, mas sem chuva. O tempo fica firme na cidade do Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

Chuva concentrada no norte de Mato Grosso, podendo vir em forma de pancadas com risco de granizo, enquanto Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal permanecem com tempo firme e calor.

Nordeste

Chuva moderada no litoral da Bahia, em Recife e em Maceió. Todas as demais áreas do Nordeste seguem com sol, calor intenso, tempo firme e seco.

Norte

Tempo instável, com possibilidade de pancadas fortes de chuva e risco de temporais no Acre, Amazonas, Roraima e no centro-sul e noroeste do Pará. Há uma pequena chance de chuva em Palmas, enquanto Belém e Macapá permanecem com tempo firme.



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em meio à realização de lucros, Chicago chega ao intervalo próxima à estabilidade


A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo com preços próximos à estabilidade para o grão, enquanto o farelo apresenta alta e o óleo tem baixa.

O mercado é dominado por um movimento de realização de lucros desde o início da manhã, mas a semana continua muito positiva, refletindo o clima seco em partes do Brasil e as incertezas sobre o potencial produtivo nos Estados Unidos.

Os investidores também se posicionam em relação ao relatório de estoques trimestrais dos Estados Unidos, que será divulgado na próxima segunda-feira (30).

Os contratos com vencimento em novembro de 2024 estavam cotados a US$ 10,41 1/2 por bushel, com um avanço de 0,50 centavo por bushel, ou 0,04%. A posição de janeiro de 2025 era negociada a US$ 10,59 1/4 por bushel, estável.

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Farelo da soja

embarque de soja para mercado externoembarque de soja para mercado externo
Foto: Fabio Scremin/APPA

No farelo, o contrato de dezembro de 2024 estava cotado a US$ 329,70 por tonelada, com uma elevação de US$ 2,90 por tonelada, ou 0,88%. Em contraste, a posição de dezembro de 2024 do óleo era cotada a 42,30 centavos de dólar por libra-peso, apresentando uma baixa de 0,60 centavo por libra-peso, ou 1,01%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Seca impede queda no preço do leite no Paraná


Leite segue com preços elevados no Paraná





Foto: Pixabay

Com as adversidades climáticas recentes no Paraná, o preço do leite no estado continua elevado, conforme análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. O valor pago aos produtores, segundo a última pesquisa semanal do Deral, está em R$ 2,77 por litro de leite entregue à indústria. A previsão de queda nos preços ainda não se concretizou, principalmente devido à seca que atingiu as pastagens após o inverno.

No mês de agosto, as principais regiões produtoras do estado receberam até 60mm a menos de chuvas do que o esperado. Embora muitos produtores tenham conseguido suprir as necessidades nutricionais dos rebanhos com ração e silagem, a necessidade de suplementar a alimentação no cocho fez com que os custos de produção aumentassem, mantendo os preços do leite em alta.

A seca tem sido um fator determinante para a manutenção dos preços, mesmo em um cenário onde havia a expectativa de uma queda. A combinação de condições climáticas desfavoráveis e o aumento dos custos de alimentação dos rebanhos prolongam o cenário de preços elevados para o setor leiteiro no Paraná.





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Brasil e Camarões discutem novas parcerias para fortalecer a cadeia do cacau



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) recebeu, na quarta-feira (25), a delegação da República dos Camarões para discutir parcerias bilaterais e fortalecer a cadeia do cacau. A reunião faz parte de uma proposta de cooperação entre os dois países, visando promover o intercâmbio de experiências e revitalizar a produção cacaueira em ambos.

Um dos principais temas discutidos foi a realização de uma visita ao país africano ainda em 2024. Durante essa visita, técnicos e pesquisadores brasileiros conhecerão o modelo de produção e gestão do cacau em Camarões, apresentando também as boas práticas e técnicas sustentáveis utilizadas na cacauicultura brasileira.

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Segundo Martin Mbeng, embaixador de Camarões e chefe da delegação, as informações adquiridas nessa visita serão fundamentais para desenvolver novas propostas de cooperação e renovar o acordo setorial já existente.

A secretária-adjunta de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Mapa, Lizane Soares, destacou a importância dessa parceria, ressaltando que a cooperação entre os países contribui para o fortalecimento global do setor, uma vez que Brasil e Camarões se destacam mundialmente na produção de cacau.

Além da secretária-adjunta, participaram da reunião representantes da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, e membros da embaixada de Camarões, incluindo o ministro Martial Tchenzette e o conselheiro Francis Seme.



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buscando realizar lucros, Chicago opera com leves perdas; semana ainda é positiva



Os contratos da soja em grão registram preços levemente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado busca realizar parte dos lucros acumulados durante a semana. Até o momento, a posição novembro/24 ainda registra 3% de ganhos semanais.

Por outro lado, a correção é restringida pelas preocupações com a seca, que atrasou o início da temporada de plantio do grão no Brasil. No entanto, traders consultados por agências internacionais acreditam que as chuvas previstas para o próximo mês podem permitir que o trabalho no campo comece a tempo.

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Os agentes também começam a se posicionar frente ao relatório de estoques trimestrais dos Estados Unidos, que será divulgado na segunda pelo Departamento de Agricultura norte-americano, o USDA.

Os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 10,40 1/2 por bushel, baixa de 0,50 centavo de dólar, ou 0,04%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (26), a soja fechou em baixa, em dia de muita volatilidade. Após iniciar a sessão em alta, em meio a preocupações com o clima aqui e nos Estados Unidos e reagindo às medidas de incentivo à economia chinesa, o mercado sucumbiu à pressão exercida pela queda do petróleo e ao cenário fundamental de médio prazo.

A falta de chuvas pode impactar a produtividade da safra americana em algumas regiões. No Brasil, o clima seco vem atrasando o plantio. Apesar destes incômodos, a produção americana deverá ser a maior da história e as estimativas iniciais para o Brasil também indicam safra recorde.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 12,25 centavos de dólar, ou 1,16%, a US$ 10,41 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,59 1/4 por bushel, com perda de 12,50 centavos ou 1,16%.



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saiba o que mexe com o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que, em linha com o esperado, o Relatório Trimestral de Inflação veio com um tom hawkish, falando mais duro no sentido de mais juros. O destaque foi para alta para 3,5% na projeção de IPCA no 2º trimestre de 2026, que passa a ser o horizonte relevante nas próximas reuniões.



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AgroNewsPolítica & Agro

condições satisfatórias marcam safra de trigo


Chuvas afetam sul do estado





Foto: Canva

As lavouras de trigo no Rio Grande do Sul apresentam condições satisfatórias, com destaque para as regiões ao Norte do estado, onde as condições climáticas são mais favoráveis, conforme apontado no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (26). Já no Sul, as chuvas recorrentes nas áreas da Campanha e no Extremo Sul têm dificultado o manejo das culturas, resultando em adiamentos e suspensões de operações importantes, como adubações e pulverizações. Apesar disso, na região do Planalto Médio, as lavouras que sofreram acamamento devido a ventos fortes em 20 de setembro demonstraram quase total recuperação.

De acordo com o informativo, o ciclo produtivo do trigo no estado está avançado, com 4% das lavouras já em fase de maturação, 42% em enchimento de grãos, 38% em floração e 16% ainda em desenvolvimento vegetativo. Do ponto de vista fitossanitário, o controle de doenças, como oídio e ferrugem, tem sido eficaz, com baixa incidência. Embora haja preocupação com doenças como giberela e brusone, as lavouras apresentam raros sintomas dessas pragas.

Produtores têm seguido as previsões climáticas e realizado aplicações preventivas de fungicidas antes das chuvas, além de manterem o controle de pulgões, cuja presença é baixa, mas requer monitoramento constante. Segundo a Emater/RS-Ascar, a área cultivada com trigo no estado alcança 1.312.488 hectares, e a produtividade prevista é de 3.100 kg/ha.





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