terça-feira, agosto 18, 2026

Autor: Redação

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Focos de queimadas caem 79% no Tocantins


Taxa de redução na curva de crescimento é a maior registrada desde setembro





Foto: Pixabay

O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), divulgou na última quinta-feira (3) o 4º Boletim Climático e Riscos de Incêndio, destacando uma redução expressiva de 79% nos focos de incêndio entre os dias 26 de setembro e 2 de outubro. Foram registrados 259 focos no período, em comparação aos 1.258 focos observados na semana anterior.

Entre os municípios com maior número de focos, Formoso do Araguaia lidera com 41 registros, seguido por Sandolândia com 28 e Mateiros com 21. Já a microrregião de Araguaína apresentou o menor número de focos, com apenas 1,2% do total, enquanto a microrregião do Rio Formoso concentrou 35,9% das ocorrências de queimadas.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

O boletim também trouxe previsões meteorológicas, indicando temperaturas elevadas e baixa umidade relativa do ar nas três principais regiões do estado. No norte, a temperatura média foi de 27,8ºC com 68% de umidade; na região central, os termômetros marcaram 33,5ºC com 41% de umidade; e, no sul, a média foi de 29,6ºC com 46% de umidade. O monitoramento hídrico revelou queda nos níveis dos rios devido à estiagem, mas com leve recuperação em relação ao ano anterior. A estação Jatobá, no Rio do Sono, registrou um nível de 2,80 metros, superior aos 2,65 metros observados em 2023.

O boletim, elaborado pelo Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) em parceria com o Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), é publicado semanalmente e fornece informações detalhadas sobre o clima, queimadas e o monitoramento hídrico das bacias do Tocantins.





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Com 3.064 animais e R$ 22,8 milhões em negócios, 61ª Expo Rio Preto SICREDI encerra com números expressivos


A 61ª Expo Rio Preto SICREDI foi um sucesso, correspondendo às altas expectativas de seus idealizadores. Segundo a Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, foram R$ 18 milhões em negócios dentro do recinto. São José do Rio Preto também se beneficiou do evento: outra pesquisa, promovida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Negócios de Turismo, demonstrou que o impacto econômico na cidade, durante a Expo, foi de aproximadamente R$ 22,8 milhões.

Esses números foram possíveis graças ao público e aos criadores, que compareceram em peso – mais de 40 mil pessoas passaram pelo recinto. Nas baias, 3.064 animais, entre bovinos, equinos e ovinos, abrilhantaram ainda mais o evento. 

A Expo Rio Preto SICREDI abrigou 14 raças diferentes, entre as bovinas: Santa Gertrudis, Gir Dupla Aptidão, Guzerá, Sindi, Simental, Tabapuã, Nelore, Gir Leiteiro e Girolando, além de equinos da raça Mangalarga e Ovinos das raças Dorper, Santa Inês, White Dorper e Xitada com Dorper. 

Dividida em duas etapas (Leite e Corte), a feira apresentou uma programação diversificada, que incluiu julgamentos e leilões de animais com alto valor genético, oficinas e palestras técnicas sobre as principais e mais promissoras culturas da região, além de opções de entretenimento para toda a família. 

Com essa edição, o evento reafirmou sua relevância após 61 anos de tradição e deixa um legado imensurável para as próximas gerações. Foram mais de 3 mil pessoas diretamente envolvidas e 82 empresas expositoras que acreditaram no potencial da Expo este ano, além de 13 parceiros institucionais e 14 associações colaboradoras. 

“Encerramos mais uma Expo com números expressivos e aprovação total de quem frequentou a feira. Acredito que essa edição foi a mais completa que já realizamos. Estamos orgulhosos e com sentimento de gratidão por todas as pessoas que nos ajudaram a idealizar este maravilhoso projeto. Um desafio muito grande colocar quase 3 mil bovinos no recinto, mas mostramos mais uma vez que estamos prontos e preparados para grandes eventos”, disse o Secretário Municipal de Agricultura e Abastecimento de Rio Preto e coordenador da Expo, Pedro Pezzuto. 

“Nos despedimos da Expo Rio Preto orgulhosos do trabalho feito ao longo desses últimos 8 anos. Resgatamos a verdadeira essência do evento. Os criadores que chegaram ao nosso recinto se depararam com uma estrutura de primeira. Isso coroa todos os nossos esforços. Rio Preto mais uma vez mostrou seu grande potencial para sediar eventos do mundo agro”, afirmou o Prefeito de São José do Rio Preto, Edinho Araújo. 

Uma expo, duas etapas! 

Na primeira semana de evento, de 15 a 21 de setembro, o Recinto de Exposições Alberto Bertelli Lucatto sediou grandes eventos das raças leiteiras, destaque para a 24ª Exposição Nacional do Gir Leiteiro, com julgamentos, torneio leiteiro, quatro leilões e palestras técnicas no InterTech Agro. Ao todo, foram 942 animais na primeira semana, entre Gir Leiteiro, Girolando, ovinos, cavalos Mangalargas e outras três raças de corte, que não couberam na programação da semana destinada ao corte. 

Na Etapa Corte, de 28 a 4 de outubro, passaram pelo recinto 2.123 animais, com julgamentos de 44 cabeças da raça Guzerás, 60 Tabapuãs, 240 Sindis e 764 Nelores (dos quais 535 participaram da Etapa Ouro de Ranqueamento Nelore, reafirmando a Expo Rio Preto como a maior exposição de ranqueamento da Associação de Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) até o momento. 

Ranqueamento Nelore 
Um dos eventos mais importantes de julgamento da raça Nelore no Brasil, a Etapa Ouro contou com animais de todo o País, divididos em 12 categorias, sete para fêmeas e cinco para machos. Entre as vencedoras, a grande campeã fêmea foi Carina FIV do Kado, da Casa Branca Agropastoril, de Silvianópolis (MG). Avaliado em mais de 10 milhões, o animal de 34 meses pesou 1.024 quilos no início da competição. Entre os machos, Havenger FIV Brun, também da Casa Branca Agropastoril, garantiu o título de grande campeão.  

2º Intertech Agro

Intertech Agro proporcionou a troca de conhecimento e informação sobre diferentes cadeias produtivas do agronegócio. Foram 47 palestrantes, com discussões técnicas e atividades relacionadas à pecuária de leite, corte, cacau e à valorização da mulher nos negócios do campo, com o InterTech Mulheres. 
A 61ª Expo Rio Preto SICREDI foi realizada pela Prefeitura de São José do Rio Preto, com correalização da Associação Comercial e Empresarial de São José do Rio Preto (ACIRP) e apoio do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, SEBRAE-SP e Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). A bebida oficial da feira foi o Guaraná Poty.





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Chuvas volumosas retornam ao Sul do Brasil


A semana começa com condições agitadas e alertas de chuvas volumosas em várias regiões do Brasil. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a retomada das chuvas está prevista para o Centro-Oeste e Sudeste, com acumulados localizados que podem ultrapassar os 100 mm. No Sul do país, um sistema de baixa pressão está elevando o potencial de chuvas intensas, com previsão de tempo adverso nos próximos dias.

O sistema de baixa pressão, que se desenvolve nos países vizinhos, deve começar a influenciar o clima no Rio Grande do Sul já a partir de hoje. No estado, as chuvas avançam pelo sudoeste, com volumes de até 50 mm em áreas como Uruguaiana e Quaraí. Na terça-feira, as precipitações chegam ao sul do Paraná, com acumulados mais significativos concentrados no Sul de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde o tempo ficará encoberto.

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Na quarta-feira, a intensificação das instabilidades trará um cenário de chuvas ainda mais expressivo no noroeste do Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina, com previsões acima dos 100 mm. Além disso, temporais poderão atingir regiões do Centro-Oeste e Sudeste, como Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e leste de São Paulo, embora de forma mais irregular.

Para quinta-feira, o alerta é para chuvas intensas no sul de Mato Grosso do Sul e oeste do Paraná, com volumes que podem alcançar 100 mm. O cenário chuvoso deve continuar até o final da semana, especialmente no Sul e Centro-Oeste, com interrupções previstas para o plantio e colheitas em andamento. No entanto, essas condições são promissoras para o avanço do plantio da soja no Centro-Oeste e Sudeste.

No Nordeste, a previsão é de uma semana mais seca, com chuvas leves apenas no sul da Bahia e Maranhão, mantendo-se dentro do esperado para esta época do ano.





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veja quem ainda disputa o cargo de prefeito


O primeiro turno das eleições municipais de 2024, realizado no domingo, 6 de outubro, revelou que a abstenção dos eleitores foi de 21,71%, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar disso, em muitas cidades a disputa está longe de acabar. No total, 50 municípios com mais de 200 mil eleitores terão uma nova rodada de votações no próximo dia 27 de outubro, incluindo 15 capitais. As eleições foram definidas em primeiro turno em 11 capitais, como no Rio de Janeiro, onde Eduardo Paes (PSD) foi reeleito, e em Salvador, com a reeleição de Bruno Reis (União Brasil).

Capitais com segundo turno

A maior cidade do país, São Paulo, terá uma disputa apertada entre Ricardo Nunes (MDB), que obteve 29,49% dos votos, e Guilherme Boulos (PSOL), com 29%. Em Belo Horizonte, Bruno Engler (PL) e Fuad Noman (PSD) se enfrentam no segundo turno, enquanto em Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB) terá Maria do Rosário (PT) como adversária.

Já em Curitiba, a corrida continua entre Eduardo Pimentel (PSD) e Cristina Graeml (PMB). As eleições seguem indefinidas em capitais como Manaus, onde David Almeida (Avante) disputa com Capitão Alberto Neto (PL), e em Fortaleza, onde André Fernandes (PL) enfrenta Evandro Leitão (PT).

Lista completa de cidades com segundo turno confirmado:

Manaus (AM): David Almeida (Avante) e Capitão Alberto Neto (PL)

Camaçari (BA): Caetano (PT) e Flávio (União)

Fortaleza (CE): André Fernandes (PL) e Evandro Leitão (PT)

Caucaia (CE): Naumi Amorim (PSD) e Catanho (PT)

Serra (ES): Weverson Meireles (PDT) e Pablo Muribeca (Republicanos)

Goiânia (GO): Fred Rodrigues (PL) e Mabel (União)

Aparecida de Goiânia (GO): Leandro Vilela (MDB) e Professor Alcides (PL)

Anápolis (MA): Marcio Correa (PL) e Antonio Gomide (PT)

Imperatriz (MA): Rildo Amaral (PP) e Mariana Carvalho (Republicanos)

Cuiabá (MT): Abílio (PL) e Lúdio (PT)

Campo Grande (MS): Adriane Lopes (PP) e Rose Modesto (União)

Belo Horizonte (MG): Bruno Engler (PL) e Fuad Noman (PSD)

Uberaba (MG): Elisa Araújo (PSD) e Tony Carlos (MDB)

Belém (PA): Igor (MDB) e Delegado Eder Mauro (PL)

Santarém (PA): Zé Maria Tapajós (MDB) e JK do Povão (PL)

João Pessoa (PB): Cicero Lucena (PP) e Marcelo Queiroga (PL)

Campina Grande (PB): Bruno Cunha Lima (União) e Dr. Jhony (PSB)

Ponta Grossa (PR): Mabel Canto (PSDB) e Elizabeth Schmidt (União)

Curitiba (PR): Eduardo Pimentel (PSD) e Cristina Graeml (PMB)

Londrina (PR): Tiago Amaral (PSD) e Professora Maria Tereza (PP)

Olinda (PE): Vinicius Castello (PT) e Mirella (PSD)

Paulista (PE): Ramos (PSDB) e Junior Matuto (PSB)

Niterói (RJ): Rodrigo Neves (PDT) e Carlos Jordy (PL)

São João de Meriti (RJ): Leo Vieira (Republicanos) e Valdecy da Saúde (PL)

Petrópolis (RJ): Hugo Hammes (PP) e Yuri (PSOL)

Natal (RN): Paulinho Freire (União) e Natália Bonavides (PT)

Porto Alegre (RS): Sebastião Melo (MDB) e Maria do Rosário (PT)

Caxias do Sul (RS): Scalco (PL) e Adiló (PSDB)

Canoas (RS): Airton Souza (PL) e Jairo Jorge (PSD)

Pelotas (RS): Marroni (PT) e Marciano Perondi (PL)

Santa Maria (RS): Valdeci Oliveira (PT) e Rodrigo Decimo (PSDB)

Porto Velho (RO): Mariana Carvalho (União) e Léo (Podemos)

São Paulo (SP): Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL)

Guarulhos (SP): Lucas Sanches (PL) e Elói Pietá (Solidariedade)

São Bernardo do Campo (SP): Marcelo Lima (Podemos) e Alex Manente (Cidadania)

São José dos Campos (SP): Anderson (PSD) e Eduardo Cury (PL)

Ribeirão Preto (SP): Ricardo Silva (PSD) e Marco Aurélio (NOVO)

Santos (SP): Rogério Santos (Republicanos) e Rosana Valle (PL)

São José do Rio Preto (SP): Coronel Fábio Cândido (PL) e Itamar (MDB)

Diadema (SP): Taka Yamauchi (MDB) e Filippi (PT)

Jundiaí (SP): Parimoschi (PL) e Gustavo Martinelli (União)

Mauá (SP): Marcelo Oliveira (PT) e Átila (União)

Piracicaba (SP): Barjas Negri (PSDB) e Helinho Zanatta (PSD)

Barueri (SP): Beto Piteri (Republicanos) e Gil Arantes (União)

Franca (SP): Alexandre Ferreira (MDB) e João Rocha (PL)

Taubaté (SP): Ortiz Junior (Republicanos) e Sergio Victor (NOVO)

Guarujá (SP): Farid Madi (Podemos) e Raphael Vitello (PP)

Limeira (SP): Betinho Neves (MDB) e Murilo Félix (Podemos)

Taboão da Serra (SP): Engenheiro Daniel (União) e Aprígio (Podemos)

Sumaré (SP): Henrique do Paraíso (Republicanos) e Willian Souza (PT)

Aracaju (SE): Emília Correa (PL) e Luiz Roberto (PDT)

Palmas (TO): Janad Valcari (PL) e Eduardo Siqueira (Podemos)





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Porto no Amazonas desaba em meio a obras com 200 possíveis soterrados



Um desastre de grandes proporções aconteceu na tarde desta segunda-feira (7) no Porto da Terra Preta, em Manacapuru, no Amazonas. A terra que sustentava uma parte do porto deslizou. O local estava em obras, mas seguia funcionando como ponto estratégico para o transporte de mercadorias e passageiros.

Ainda não informações sobre as condições e o número de vítimas, mas o local conta com uma grande quantidade de pessoas que trabalham ali em atividades de carga e descarga de mercadorias. Também há pontos de táxis e mototáxis.

Comentários de testemunhas pelas redes sociais dão conta de que, pelo menos, 200 pessoas podem estar soterradas pela areia. Conforme relatos, uma família inteira em um flutuante teria sido soterrada.

No rio, há destroços de flutuantes, canos, casas e carros. Flutuantes são casas e hotéis que ficam sobre as águas do rio e são usados, em geral, para moradia e lazer. É possível ver pedaços desses flutuantes, canoas e destroços de casas e até carros.

Terras caídas

O Porto da Terra Preta abriga o Terminal Hidroviário e a Secretaria Municipal de Pesca (Sempa). O local é estratégico e conecta Manacapuru a diversas outras localidades da região.

O desastre pode ser resultado do fenômeno conhecido na região com “terras caídas”, às margens do Rio Solimões, que sofre a pior vazante da história.

Trata-se do termo como a população local descreve o processo de erosão fluvial, com escorregamentos, deslizamentos, desmoronamentos e desabamentos, que podem ter várias dimensões. Inclusive a que aconteceu agora.

A Prefeitura de Manacapuru divulgou nota em que lamenta o acidente ocorrido e informou que as equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) estão trabalhando no local.

Técnicos estão no local

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) também soltou nota e disse que o Porto da Terra Preta não está sob sua responsabilidade desta autarquia. O DNIT faz a gestão de uma das instalações portuárias, a IP4, de Manacapuru.

Técnicos do DNIT já estão no local para realizar uma inspeção detalhada, com o objetivo de avaliar a extensão dos danos e os riscos que ainda podem comprometer a segurança da estrutura da IP4.



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confira os preços no Brasil e em Chicago neste início de semana


O mercado brasileiro de soja teve um dia praticamente travado. Foram poucas indicações de negócios. Os preços ficaram mistos no dia.

As cotações internas ficam acima da paridade de exportação, mas há pouco interesse do vendedor.

Veja os preços da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 135 para R$ 133
  • Região das Missões: recuou de R$ 134 para R$ 132
  • Porto de Rio Grande: diminuiu de R$ 142 para R$ 141
  • Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 140 para R$ 138
  • Porto de Paranaguá (PR): estabilizou em R$ 143
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 134 para R$ 135
  • Dourados (MS): se manteve em R$ 135
  • Rio Verde (GO): baixou de R$ 133 para R$ 131

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira (7) em leve baixa. A previsão de clima seco nos Estados Unidos deve favorecer o trabalho de colheita.

Já no Brasil, a previsão é de retorno das chuvas, viabilizando a aceleração do plantio. As perdas foram limitadas por sinais de boa demanda pela soja americana e pela valorização do petróleo.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.431.345 toneladas na semana encerrada no dia 3 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 682.852 toneladas.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 172.500 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem entregues na temporada 2024/25.

Plantio no Brasil

O plantio da safra de soja 2024/25 do Brasil está em 4,1% da área total esperada até o dia 4 de outubro. A estimativa parte de levantamento de Safras & Mercado. Na semana anterior, o total semeado era de 1,9%.

A semeadura iniciou com atraso na comparação com igual período do ano passado, quando o número era de 7,8%. A média dos últimos cinco anos é de 5,5%.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicagocotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,75 centavos de dólar, ou 0,36%, a US$ 10,34 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,52 1/2 por bushel, com perda de 3,50 centavos ou 0,33%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 6,50 ou 1,96% a US$ 324,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 44,57 centavos de dólar, com alta de 0,60 centavo ou 1,36%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,55%, sendo negociado a R$ 5,4858 para venda e a R$ 5,4838 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4210 e a máxima de R$ 5,4928.



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Veja como o preço da arroba do boi gordo começou a semana



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta no decorrer da segunda-feira (7). Novamente foram relatadas negociações em até R$ 300 por arroba em São Paulo.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o dia foi menos fluído em termos de negociações, como tradicionalmente acontece em uma segunda-feira, com diversas unidades ainda ausentes da compra de gado.

“No geral as escalas de abate seguem encurtadas, entre cinco e seis dias úteis na média nacional”, disse o analista da empresa, Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 281,36

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços acomodados. O viés ainda é de alta dos preços no decorrer da primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 16,50. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,50 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 15,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,55%, sendo negociado a R$ 5,4858 para venda e a R$ 5,4838 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4210 e a máxima de R$ 5,4928.



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Cantor Leonardo tem nome incluído em ‘lista suja’ do trabalho escravo


Ao lado de outros 175 nomes, o cantor Leonardo foi incluído na “Lista Suja” de empregadores que submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão, de acordo com atualização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgada nesta segunda-feira (7).

O artista aparece com seu nome de registro, Emival Eterno da Costa, proprietário da Fazenda Talismã, no município de Jussara, em Goiás, a pouco mais de 220 quilômetros da capital Goiânia.

Sem água ou banheiro

Quarto trabalho escravo fazenda cantor LeonardoQuarto trabalho escravo fazenda cantor Leonardo
Foto: Reprodução MTE

No local, foram encontradas seis pessoas, incluindo um adolescente de 17 anos, em condições degradantes e insalubres. Os trabalhadores estavam dormindo em uma casa abandonada, com camas improvisadas com tábuas e galões de defensivos agrícolas, sem água potável e nem banheiro.

De acordo com a fiscalização, realizada em novembro de 2023 e que só veio a público agora com a divulgação da lista, o local estava infestado de insetos e morcegos, além de exalar um “odor forte e fétido”.

A fazenda do cantor Leonardo é avaliada em R$ 60 milhões, conta com uma mansão, piscina, quadras esportivas e quartos no estilo bangalô.

Ao todo, a Lista Suja conta com 727 nomes. Entre os incluídos nesta segunda, 22 empregadores são do segmento de produção de carvão vegetal, 17 de criação de bovinos, 14 de extração de minerais e 11 de cultivo de café, além de envolvidos no ramo de construção civil e outros setores.

Outro lado

O advogado de Leonardo, Paulo Vaz, procurado pela reportagem da Repórter Brasil, afirmou que o caso aconteceu em uma área arrendada na Fazenda Lakanka, também pertencente ao artista e contígua à Talismã.

De acordo com ele, a responsabilidade pela contratação dos empregados era do arrendatário. “Tratava-se de uma área arrendada, que todas essas pessoas tiveram as indenizações pagas e que os processos se encontram arquivado”, .



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Sojicultores devem aproveitar Chicago: Entenda


Exportações norte-americanas são um fator de alta nos preços




Por outro lado, os fatores de baixa incluem as condições climáticas favoráveis nos EUA
Por outro lado, os fatores de baixa incluem as condições climáticas favoráveis nos EUA – Foto: Abiove

Segundo informações da TF Agroeconômica, as recomendações para o mercado de soja baseiam-se nas recentes mudanças climáticas observadas tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Durante setembro, os preços foram sustentados pelas condições adversas do clima em ambos os países, mas a situação melhorou: o furacão Helene passou nos EUA, permitindo a retomada da colheita, e no Brasil, chuvas foram registradas no Centro-Oeste, com previsões de mais precipitações na segunda quinzena de outubro, favorecendo safras recordes. Diante disso, a recomendação é que os sojicultores aproveitem os níveis favoráveis em Chicago para fixar seus preços futuros, evitando problemas de entrega no mercado físico.

Entre os fatores de alta, destacam-se as vendas adicionais de 236 mil toneladas de soja (equivalente a quatro navios) e exportações nort-americanas positivas. O USDA informou embarques de 1.443.500 toneladas de soja para o período de 20 a 26 de setembro, dentro das expectativas do mercado, com a China sendo o principal comprador, adquirindo 725,7 mil toneladas. Além disso, os fundos reduziram suas posições vendidas, fator que contribuiu para sustentar os preços.

Por outro lado, os fatores de baixa incluem as condições climáticas favoráveis nos EUA, que permitem o avanço de uma safra recorde, com previsões de tempo seco nos próximos 7 a 10 dias, favorecendo a colheita. Adicionalmente, os estoques de óleo de palma na Malásia atingiram o maior nível em oito meses, pressionando os preços. No Brasil, a expectativa de normalização das chuvas, especialmente no centro do país, trouxe alívio aos produtores, mas também contribuiu para a tendência de queda das cotações em Chicago.
 





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Perspectivas e projeções para o mercado da soja: saiba o que esperar



O plantio da soja no Brasil avança de forma lenta devido à escassez de chuvas, com mapas climáticos divergentes gerando preocupações entre os produtores. Conforme a plataforma Grão Direto, a greve nos portos norte-americanos levantou temores de impactos, mas foi encerrada após intervenção da Casa Branca, evitando maiores prejuízos.

No cenário internacional, o conflito no Oriente Médio levou à alta do petróleo, afetando toda a cadeia de commodities, inclusive o óleo de soja. Em Chicago, o contrato para novembro de 2024 fechou a US$ 10,38 por bushel (-2,63%). No Brasil, o mercado físico teve movimentos positivos, impulsionados por uma leve alta de 0,37% do dólar, que encerrou a R$ 5,46. O contrato para março de 2025 também caiu 2,28%, fechando a US$ 10,71 por bushel.

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Perspectivas para o mercado do grão

As condições climáticas seguem sendo uma preocupação, com clima seco e quente na primeira semana de outubro. Previsões indicam chuvas no Sudeste e Centro-Oeste a partir do final da primeira quinzena. A experiência da última safra, marcada por atrasos e replantios, está sendo considerada, e o mercado já se prepara para cenários semelhantes, como evidenciado pelo aumento dos prêmios futuros.

O conflito no Oriente Médio gera incertezas sobre a oferta e logística de petróleo. A possibilidade de ataques a refinarias no Irã e restrições no estreito de Ormuz pode resultar em aumento nas cotações do óleo de soja e elevação dos custos logísticos.

Além disso, o governo chinês programou uma coletiva de imprensa para discutir estímulos econômicos, o que pode influenciar a demanda por commodities e resultar em volatilidade no mercado.



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