terça-feira, agosto 18, 2026

Autor: Redação

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Plantio da soja evolui, mas área da Coopavel (PR) ainda precisa de chuvas



A área da soja sob a responsabilidade da Cooperativa Coopavel, localizada no oeste e sudoeste do Paraná, está em necessidade de precipitações. De acordo com a fonte Safras e Mercado, as chuvas esperadas para a semana passada não vieram, observa um representante da cooperativa em entrevista exclusiva à Agência Safras. Com uma grande área de soja já plantada, é fundamental que a chuva chegue, acrescenta.

A previsão meteorológica aponta chuvas a partir de amanhã, com expectativa de continuidade até quinta e sexta-feira. Para sexta-feira (11) são esperados 80 milímetros acumulados, informa o entrevistado, trazendo um alívio potencial para as lavouras.

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Conforme o relatório do dia 7 de outubro, o percentual de soja já plantada atingiu 57%, um aumento em relação aos 40% registrados na semana anterior. Atualmente, 55% das lavouras estão na fase de emergência, enquanto 45% encontram-se em desenvolvimento vegetativo. A produtividade média na região permanece estimada em 4.000 quilos por hectare.

Para este ano, a expectativa é que a área cultivada chegue a 411 mil hectares, um leve aumento em comparação aos 405 mil hectares de 2023. A situação hídrica continua a ser um fator crucial para o sucesso da safra, e todos aguardam ansiosamente pela chegada das chuvas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Bovinos: cotações continuam em alta


Mercado de reposição de gado segue firme apesar do clima





Foto: Divulgação

De acordo com os dados divulgados pela Scot Consultoria, o segundo semestre tem sido marcado por condições climáticas adversas, com temperaturas acima da média histórica e chuvas irregulares na maior parte dos estados brasileiros durante setembro. Essas variáveis afetaram a qualidade das pastagens, especialmente na primeira semana de outubro, que não apresentou mudanças consideráveis no clima.

As condições climáticas afetaram a oferta de gado e os negócios no setor, principalmente para os bovinos mais jovens, que exigem mais tempo para completar o ciclo produtivo. Nesse cenário, há uma maior demanda por animais mais erados para reposição, já que o tempo de finalização é mais curto. Apesar do clima desfavorável, o mercado de reposição continua aquecido, impulsionado pela valorização da arroba do boi gordo.

Segundo a Scot Consultoria, nas praças paulistas, por exemplo, as cotações mensais subiram consideravelmente: o boi magro teve alta de 5,3%, o garrote subiu 3,3%, o bezerro de ano aumentou 4,1% e o bezerro de desmama, 2,8%. Entre as fêmeas, as valorizações também foram expressivas, com a vaca magra subindo 12,5%, a novilha 6%, a bezerra de ano 5,4% e a bezerra de desmama 4,2%.

A expectativa para o mercado nesta semana é de que os preços se mantenham firmes. Mesmo com as previsões de chuvas para outubro, as condições climáticas atuais não devem mudar o cenário no curto prazo, conforme o informado pela Scot Consultoria.





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Frente fria chega ao Sudeste trazendo pancadas de chuva e risco de tempestades



Saiba como o clima vai se comportar nesta quarta-feira (9) em todo o Brasil:

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Sul

O tempo volta a ficar estável nas regiões sul, sudoeste e da Campanha Gaúcha. A chuva persiste nas demais áreas, avançando por todo o estado do Paraná. Fortes temporais e queda de granizo podem ocorrer no noroeste paranaense.

Sudeste

A frente fria chega ao Sudeste e aumenta a nebulosidade nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Há previsão de pancadas de chuva no Vale do Ribeira, litoral, região metropolitana de São Paulo e Vale do Paraíba. Não se descarta a possibilidade de temporais.

Centro-Oeste

Instabilidades ganham força na região devido ao avanço de uma frente fria. Há condições para pancadas isoladas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no extremo sul de Goiás. Temporais isolados e queda de granizo podem ocorrer.

Nordeste

O tempo estável predomina em toda a região. No interior, a umidade do ar pode cair para níveis inferiores a 20%, com temperaturas elevadas, atingindo máximas de 35 graus e, em alguns pontos, chegando a 40 graus.

Norte

Ainda há condição favorável para pancadas isoladas de chuva sobre os estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Nas demais áreas, o dia será ensolarado e com temperaturas elevadas.



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como está o plantio da soja?


O plantio da soja em Minas Gerais está liberado desde o dia 30 de setembro, mas os produtores ainda enfrentam uma série de desafios relacionados à semeadura. Luiz Carlos Saad, vice-presidente da Aprosoja Minas Gerais, alerta para a gravidade da situação hídrica no estado. “Desde março, o estado enfrenta uma estiagem severa, com uma deficiência hídrica que afetou drasticamente a produção da safrinha”, detalha.

Saad observa que, embora a irrigação tenha sido uma alternativa para alguns, ela se mostrou limitada devido à falta de chuvas, comprometendo a recomposição hídrica necessária para o cultivo. As previsões meteorológicas para outubro não são otimistas, indicando chuvas entre 6 e 20 milímetros, um volume insuficiente para o início do plantio.

“Para um plantio adequado, seriam necessários pelo menos 100 milímetros de chuvas na região. As lavouras irrigadas, que normalmente são plantadas antecipadamente, ainda não estão em condições de receber as sementes”, explica Saad. Essa situação leva muitos produtores a questionar se poderão iniciar a semeadura no prazo ideal.

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Tempo seco e altas temperaturas

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Tempo seco. Foto: Pixabay

Outro fator preocupante é o impacto das queimadas no Cerrado, que danificaram a palhada, essencial para a conservação do solo e a produtividade das lavouras. Essas queimadas, resultantes da seca, forçaram muitos agricultores a repensar suas estratégias de plantio, gerando custos adicionais para a recuperação do solo. A perda da palhada compromete a fertilidade e a saúde do solo, o que pode afetar a produção nas próximas safras.

Saad destaca que as altas temperaturas, que chegam a 40 graus, dificultam ainda mais a recuperação hídrica. A combinação de calor extremo e escassez de água torna a situação crítica, com rios secando e o aquífero Guarani sob pressão. Ele ressalta que os produtores não são responsáveis pelas queimadas; o prejuízo recai sobre eles, e a interpretação equivocada dos decretos governamentais agrava ainda mais o problema.

Apesar dos desafios, ele confia na resiliência dos produtores. ”Com o mês avançando, eles aguardam mudanças climáticas que tragam alívio e possibilitem um plantio bem-sucedido. O clima permanece como o principal fator para o futuro da safra de soja, e todos esperam que as chuvas cheguem no momento certo para garantir uma boa colheita”, finaliza.



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Políticos, empresários e agricultores lideram entre os prefeitos eleitos



De acordo com dados divulgados pela Agência Senado, a função de prefeito é a ocupação mais comum entre os eleitos em primeiro turno nas eleições municipais de 2024. Entre os candidatos eleitos, 30% se declararam prefeitos como profissão, seguido por 15% de empresários, 6% de agricultores e 5% de advogados. Outras ocupações também se destacaram, como servidores públicos municipais (4%), administradores (4%), médicos (3%) e vereadores (3%).

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Em termos de escolaridade, 60% dos novos prefeitos possuem ensino superior completo, enquanto 25% concluíram o ensino médio. Apenas 5% têm o ensino fundamental completo, 5% o superior incompleto, 4% o ensino fundamental incompleto e 2% o ensino médio incompleto.

Quando o assunto é estado civil, 71% dos prefeitos eleitos são casados, 19% solteiros, 8% divorciados, 2% viúvos e 5% separados judicialmente.

Essa nova composição revela a presença significativa de políticos de carreira e empreendedores à frente das administrações municipais, com um forte predomínio de prefeitos com formação superior, indicando uma tendência de qualificação dos gestores públicos nos próximos anos.



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Projeto destina parte dos recursos de loterias para o crédito rural



O projeto de lei 1658/23, já aprovado pelo Senado, destina parte da arrecadação com loterias ao financiamento do crédito rural. O texto, agora em análise na Câmara dos Deputados, altera a lei 13.756/18, que trata de loterias.

Pela proposta, a cada ano os valores líquidos arrecadados em três concursos de loterias esportivas serão destinados ao Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) e alocados no Fundo de Terras e da Reforma Agrária (Banco da Terra).

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Esse programa de crédito oferece linhas de financiamento para a compra de propriedades rurais ou de bens e serviços para estruturar a produção agropecuária. Os beneficiários são pequenos agricultores familiares ou trabalhadores rurais.

Segundo o autor da proposta, senador Jaime Bagattoli (PL-RO), a intenção é fortalecer esse tipo de financiamento. “A realidade tem mostrado que o acesso ao PNCF não tem sido satisfatório em face da escassez de recursos”, disse.

Atualmente, a lei 13.756/18, já destina a renda de três concursos anuais para a Cruz Vermelha Brasileira e para as federações das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Fenapaes) e das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi).

O projeto tramita na Câmara dos Deputados em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto, que já foi aprovado pelo Senado, também terá de ser aprovado pela Câmara.



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Brasil avança com novo marco regulatório para biocombustíveis



A Lei dos Combustíveis do Futuro foi sancionada nesta terça-feira (8) pelo presidente Lula, que estabelece o marco regulatório para biocombustíveis no país. A nova legislação cria diretrizes para o Programa Nacional do Diesel Verde (PNDV) e incentiva o uso de bioquerosene na aviação (ProBioQAV).

Durante a cerimônia de sanção na Base Aérea de Brasília, autoridades e especialistas destacaram a importância do marco para o futuro dos biocombustíveis no país. O setor prevê que a nova lei impulsionará investimentos de até R$ 200 bilhões, além de fortalecer a produção de biocombustíveis, como o etanol e o biodiesel, consolidando o Brasil como protagonista na descarbonização do transporte.

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Para Francisco Turra, presidente do Conselho de Administração da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), a medida vai redefinir a história do desenvolvimento sustentável do Brasil. “Este projeto inaugura um novo momento da economia nacional, caracterizado por fortes investimentos no parque industrial e pela agregação de valor em toda a cadeia do agronegócio, impulsionando a economia e o emprego verde”, afirma.

A exposição Liderança Verde Brasil Expo, também foi um dos pontos altos do evento, destacando o compromisso do setor privado com a transição energética. Na avaliação de Erasmo Carlos Battistella, presidente da Be8, empresa líder em produção de biodiesel, a exposição é a prova viva de que o setor privado está avançando e assumindo compromissos para tornar a transição energética uma realidade e o país”.

Os avanços também envolvem o aumento da mistura de etanol na gasolina para até 35% e o biodiesel no diesel para 20% até 2030, o que deve gerar impacto direto na expansão de pesquisas e no mercado global de energia sustentável.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a produção nacional de biodiesel atingiu mais de 7,5 bilhões de litros em 2023, impulsionada pelo aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel para 12%, em vigor desde abril deste ano. A região sul do Brasil lidera a produção com 3,1 bilhões de litros, seguida pelo Centro-Oeste, que produziu 3 bilhões de litros no ano passado.

O principal insumo utilizado é o óleo de soja, mas também há participação de gordura animal e óleo de algodão.

Aceleração na tramitação

Após ter sido aprovado inicialmente pela Câmara dos Deputados, o projeto foi analisado pelo Senado, que fez algumas modificações no texto. Entre as principais alterações estão o aprimoramento dos programas voltados à promoção do diesel verde, combustível sustentável para aviação, e a descarbonização do setor energético.

O relator na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), acatou grande parte das emendas, destacando que as mudanças fortaleceram o avanço do Brasil na adoção de combustíveis sustentáveis. Com a aprovação tanto na Câmara quanto no Senado, o projeto seguiu para a sanção presidencial, que é a última etapa do processo legislativo antes de uma proposta se tornar lei.



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AgroNewsPolítica & Agro

Estudos revelam impacto do nitrato de cálcio no algodão


O algodão, uma das culturas mais tradicionais e importantes no cenário agrícola global, tem se destacado no Brasil, que hoje é o terceiro maior produtor mundial e o maior exportador. O protagonismo brasileiro nessa área é resultado de avanços tecnológicos e da adoção de novas práticas de manejo, que têm contribuído para a elevação da produtividade. Entre as inovações mais recentes, está o uso do nitrato de cálcio, que tem mostrado resultados expressivos na melhoria do desempenho do algodão. Estudos recentes apontam que esse insumo é capaz de aumentar a produtividade da cultura, beneficiando tanto a qualidade quanto a quantidade do algodão colhido.

Um estudo conduzido pela Yara, em parceria com a Universidade do Oeste Paulista, destacou o papel do cálcio na produtividade do algodão. A pesquisa, realizada na fazenda experimental da universidade, em Presidente Bernardes (SP), revelou que a disponibilidade natural de cálcio no solo pode não ser suficiente para atender às demandas da planta durante seu ciclo de crescimento, especialmente em períodos críticos de alta absorção de nutrientes.

Ao testar diferentes fontes de cálcio, o nitrato de cálcio se destacou como o mais eficaz. O estudo apontou um aumento de 155% no comprimento das raízes do algodão, quando comparado ao controle, além de uma redução entre 21% e 50% nos níveis de alumínio tóxico no solo. Isso é extremamente relevante, pois o alumínio é prejudicial ao desenvolvimento do algodoeiro, limitando seu crescimento e produtividade. Outro aspecto relevante foi o aumento do teor de cálcio nas folhas e flores, o que contribui para o vigor da planta e, consequentemente, para melhores resultados na colheita.

Em um segundo estudo, realizado no Centro de Aprendizagem e Difusão Oeste da Fundação MT, em Sapezal (MT), foi possível observar os benefícios da aplicação de nitrato de cálcio em um sistema de rotação de culturas soja/algodão. A pesquisa, que abrangeu as safras de 2021 a 2023, mostrou que o uso de fontes nitrogenadas com cálcio solúvel, como o YaraLiva NITRABOR, associadas a outros insumos como YaraBela ou YaraMila, resultou em um aumento expressivo no desenvolvimento radicular da planta, além de maior rendimento do algodão em caroço.

Além de favorecer o desenvolvimento das raízes, essa combinação de insumos promoveu a saturação por bases, reduzindo a necessidade de calagem ao longo dos anos, o que representa um ganho em sustentabilidade. A prática de manejo adequada, combinada ao uso de tecnologias como o nitrato de cálcio, coloca o Brasil na vanguarda da produção global de algodão, com uma postura cada vez mais sustentável e eficiente.

O especialista agronômico da Yara Brasil, Diego Pelizari, ressalta que o sucesso da cotonicultura está diretamente ligado à aplicação de técnicas avançadas de manejo. “Para o algodão, elementos como nitrogênio, cálcio, potássio e boro são essenciais. Análises de solo detalhadas e preparos adequados, considerando as condições climáticas regionais, são fundamentais. Além disso, práticas como irrigação controlada, manejo de pragas e uma desfolha eficiente garantem a qualidade da fibra colhida.” Ele também destaca a importância de adotar práticas sustentáveis, como o uso de insumos com menor pegada de carbono, algo que tem se tornado uma tendência no mercado global. A crescente demanda por algodão de alta qualidade, aliado a práticas ambientais mais conscientes, abre portas para novos mercados e valoriza ainda mais a produção brasileira.





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Projeto de horta escolar ensina sustentabilidade e alimentação saudável em SC



A Escola EEB Morro Chato, localizada no município de Turvo, no interior de Santa Catarina, é a mais recente a aderir ao projeto “Plantando para o Futuro: Horta Escolar“, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC) em parceria com os sindicatos rurais. O projeto visa promover a educação ambiental e incentivar hábitos alimentares saudáveis entre os alunos do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano.

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A iniciativa, que já impacta várias escolas em diferentes regiões do estado, oferece aos estudantes a oportunidade de cultivar hortas e aprender sobre práticas agrícolas sustentáveis. As atividades na EEB Morro Chato foram conduzidas pelo instrutor Gilsonei Duarte, sob supervisão de Sueli Silveira Rosa, do Senar/SC. Ela destacou a alegria das crianças em participar do projeto, que une educação e meio ambiente.

A diretora da escola, Cleusa Bardini, agradeceu a parceria com o Senar/SC e destacou a importância do projeto para o desenvolvimento das crianças. “O cultivo de uma horta na escola incentiva os alunos a prestarem mais atenção na natureza e desperta o gosto por uma alimentação saudável, essencial para o futuro”, disse Cleusa.

O presidente do Sindicato rural de Turvo, Moacir Bendo, também ressaltou a relevância do projeto para a educação prática dos estudantes, contribuindo para complementar o aprendizado com a vivência agrícola.

O projeto “Plantando para o Futuro: Horta Escolar”, lançado no ano passado, já beneficiou centenas de alunos em várias escolas catarinenses, promovendo o trabalho em equipe e o respeito ao meio ambiente. José Zeferino Pedrozo, presidente da Faesc/Senar, afirmou que o projeto tem gerado impactos concretos no cotidiano escolar, incentivando hábitos alimentares saudáveis e o desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro das crianças.



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semeadura de milho verão safra 24/25 atinge 25,9% da área



A semeadura de milho verão no país, referente à safra 2024/25, alcançava, até domingo (6), 25,9% da área prevista, avanço de 4,3 pontos porcentuais ante a semana anterior. A informação parte da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em relatório semanal de progresso de safra publicado nesta terça-feira (8).

Em comparação com igual período da safra passada, há atraso de 0,9 ponto porcentual. O Paraná, com 74% da área semeada, lidera os trabalhos, seguido do Rio Grande do Sul, com 73%, e de Santa Catarina, com 55%.

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Em relação à soja da safra 2024/25, o país havia semeado, até segunda-feira (7), 5,1% da área, avanço de 2,7 pontos porcentuais em relação à semana anterior, mas atraso de 5 pontos porcentuais em relação a igual período da safra 2023/24, quando 10,1% da área já havia sido trabalhada.

O Paraná, com 22% da área plantada, lidera os trabalhos, seguido de Mato Grosso do Sul, com 10%. Mato Grosso, o principal estado produtor de soja do país, semeou, até ontem, 3,7% da área prevista.

Em relação ao arroz, até este domingo,13,1% da área havia sido semeada, avanço de 2,5 pontos porcentuais ante a semana passada e de 1,5 ponto porcentual na comparação com igual período da safra 2023/24. Santa Catarina já plantou 55% da área, seguido por Goiás, com 15%. O Rio Grande do Sul, principal produtor, semeou 11%.

Quanto à colheita de trigo 2023/24, até o domingo, 36,7% da área havia sido ceifada, avanço de 5,8 pontos porcentuais em relação à semana passada, mas atraso de 4,3 pontos porcentuais em relação a igual período da safra passada.

Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia já encerraram a colheita do cereal. Entre os maiores estados produtores, o Paraná contava com 62% da área trabalhada. Já o Rio Grande do Sul ainda não iniciou a colheita.



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