Com as chuvas previstas para o final de semana, o produtor da soja pode esperar boa umidade do solo, especialmente nas regiões do Centro-Oeste. Entretanto, a situação no Matopiba é oposta, já que a precipitação apresenta distribuição irregular.
Além disso, regiões do Noroeste e de Mato Grosso do Sul também enfrentam dificuldades, com volumes pluviométricos que mal chegam a 10 a 15 milímetros nos próximos cinco dias. Essa falta de umidade pode impactar negativamente as plantações.
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Quais são os pontos de atenção no clima?
Foto: Canal Rural/Reprodução
Observando a previsão para os próximos dias, um ciclone extratropical se formará na região Sul, gerando alerta para temporais na quarta e quinta-feira. Esse fenômeno poderá resultar em uma frente fria que afetará o Sudeste e o Centro-Oeste, trazendo chuvas volumosas. No entanto, o acumulado de chuva esperado não deverá interferir nos trabalhos agrícolas em campo e sim ajudar a manter a umidade do solo.
Na última semana de outubro, as perspectivas se tornam mais otimistas para Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, onde são esperados bons volumes de chuva, especialmente no norte de Minas, que pode ultrapassar os 100 milímetros.
O Mato Grosso do Sul deve viver uma semana de clima mais estável, favorecendo a manutenção da umidade do solo. São Paulo e o norte do Paraná também poderão se beneficiar dessas condições, criando uma janela ideal para que os produtores avancem com suas atividades agrícolas.
Diante dessas previsões climáticas, é essencial que os agricultores se preparem para aproveitar a umidade disponível, garantindo assim uma colheita produtiva na próxima safra de soja.
A Polícia Federal iniciou a Operação Circe nesta segunda-feira (21) em Guaíra, no Paraná. O objetivo da ação é reprimir e desarticular organização criminosa que atua na importação, no transporte e na comercialização de defensivos agrícolas contrabandeados do Paraguai.
Ao todo, os oficiais cumpriram oito mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva, expedidos pela 1ª Vara Federal de Umuarama (PR), nos municípios paranaenses de Terra Roxa, Iporã, Palotina e Jesuítas.
Defensivos reembalados
Foto: Divulgação PF
A investigação descobriu que os defensivos proibidos eram retirados de sua embalagem original e reembalados em invólucros de outros produtos. Assim, os contrabandistas buscavam enganar a fiscalização brasileira, transportando-os até outros estados do país, como Mato Grosso e Bahia.
A PF identificou uma elevada movimentação financeira nas transações da organização criminosa. Assim, para descapitalizar o grupo, foi determinado o sequestro de bens móveis e imóveis, além do bloqueio de contas bancárias no valor de até R$ 10 milhões vinculadas a quatro investigados.
Os suspeitos devem responder pelos crimes de organização criminosa, importação, comércio e transporte de defendsivos agrícolas em desacordo com as exigências da legislação vigente, além do crime de lavagem de dinheiro.
A operação da PF contou com o apoio do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) da Polícia Militar do Paraná.
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Entre os fatores que podem elevar os preços do trigo, destacam-se as boas exportações americanas – Foto: Mateus Zardin
De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo está passando por um período de volatilidade, influenciado por ações russas e condições climáticas. A recente intervenção do governo russo, que estabeleceu preços escalonados para o trigo exportado, gerou uma queda inicial nos preços, mas a expectativa é de que essa queda seja temporária, com efeito até, no máximo, novembro. A recomendação da TF Agroeconômica é que investidores aproveitem a oportunidade para estabelecer ordens de compra em níveis mais baixos, acreditando em um potencial de alta a médio e longo prazo, caso o mercado recupere após o impacto inicial.
Entre os fatores que podem elevar os preços do trigo, destacam-se as boas exportações americanas, que atingiram 504,1 mil toneladas na semana, superando as expectativas do mercado. No Brasil, os problemas de qualidade nos trigos do Paraná e Rio Grande do Sul também são motivo de atenção, pois podem aumentar a demanda por importações de trigo argentino na próxima safra. Além disso, as exportações do Rio Grande do Sul, que pode produzir cerca de 4,2 milhões de toneladas, são determinantes para o comportamento dos preços no mercado interno, especialmente se as condições climáticas adversas continuarem afetando a qualidade do produto.
Por outro lado, os fatores de baixa incluem a agressividade russa no mercado, onde as chuvas recentes têm favorecido o plantio de trigo de inverno, aumentando a oferta. No Brasil, a pressão de preços se intensifica com o início da colheita no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, levando a uma queda nos preços observada no Paraná e no Rio Grande do Sul. Adicionalmente, o trigo argentino, mesmo com uma produção menor do que o esperado, mantém o menor preço FOB de exportação devido ao aumento do dólar no Brasil, mantendo sua competitividade no mercado internacional.
Fiscalização na área portuária de Santana, no Amapá, apreendeu 52 kg de carne de jacaré e 250 kg de peixe da espécie tambaqui, que está em período de defeso desde o dia 1º de outubro.
A operação foi realizada pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar (BA/PM) no domingo (20). Os animais estavam em cubas em uma embarcação no Porto Norte do município.
O proprietário dos produtos ilícitos foi localizado e apresentado no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), de Santana.
De acordo com o BA/PM, o pescado passará por inspeção da Vigilância Sanitária e, caso esteja em condições para o consumo humano, será doado às entidades cadastradas no Batalhão. Já a carne de jacaré será doada para consumo animal.
Período de defeso
Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental
O período de defeso, também chamado de piracema na Região Norte, serve para a preservação dos peixes que, nesta época, entram em época de reprodução.
A partir do dia 15 de novembro até 15 de março de 2025, além do Tambaqui, outras espécies ficam protegidas e as fiscalizações devem ser intensificadas em todo o estado.
Durante os quatro meses de suspensão, as espécies protegidas se reproduzem em igarapés e rios como Araguari, Flexal, Cassiporé, Calçoene, Cunani, Uaçá, Amazonas e afluentes.
Lançado na última sexta-feira (18), em São Paulo o Programa Acredita, parceria do Sebrae com o Governo Federal vai oferecer crédito, com taxas de juros diferenciadas, para micro e pequenos empreendedores de todos os setores da economia, do campo à cidade.
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A estimativa do Governo é a de que o Programa tenha o potencial de destravar até R$30 bilhões em crédito. Lula afirmou em discurso que é necessário facilitar o acesso desses créditos nas instituições financeiras.
O presidente do Sebrae, Décio Lima, também esteve presente no evento e pontuou que o crédito deixou de ser artigo de luxo. “Este é um momento marcante para a história da economia do nosso país: a popularização do crédito”.
O mercado da soja tem sido influenciado por uma combinação de fatores climáticos, econômicos e de demanda. De acordo com a plataforma Grão Direto, as recentes chuvas ao longo da BR-153, por exemplo, impulsionaram o avanço do plantio do grão na região Centro-Oeste, proporcionando condições favoráveis para os produtores.
Internacionalmente, nos Estados Unidos, a colheita de soja avançou rapidamente, alcançando cerca de 75% da área total plantada. Esse ritmo acelerado tem pressionado as cotações em Chicago, refletindo um mercado em ajuste e a necessidade de adaptação dos produtores brasileiros às novas condições de oferta.
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PIB Chinês
O PIB da China apresentou crescimento abaixo do esperado, não respondendo como o governo havia previsto aos incentivos econômicos. Apesar disso, as compras de soja pelo país asiático ajudaram a sustentar os preços em queda ao longo da semana. A incerteza econômica na China continua a ser um fator que pode impactar a demanda por soja brasileira
Em Chicago, o contrato de soja para novembro de 2024 fechou a U$9,70 o bushel, uma queda de 3,48%. O contrato com vencimento em março de 2025 também registrou queda, encerrando a U$9,97 o bushel. No mercado físico brasileiro, os movimentos foram semelhantes, apesar da alta de 1,42% do dólar, que terminou a R$5,70.
O que esperar do mercado?
Condições meteorológicas As chuvas nas regiões produtoras do Brasil devem continuar nas próximas semanas, beneficiando o plantio. No entanto, a área plantada segue 13% abaixo da de 2023 e 20% abaixo em relação a 2022. Com a previsão de um ritmo acelerado no plantio, a safra 2024/2025 deve entrar em uma fase germinativa favorável, garantindo boa reserva de água para o desenvolvimento vegetativo.
Baixa comercialização A safra de soja brasileira inicia com o menor índice de comercialização dos últimos cinco anos, cerca de 12% inferior à safra anterior. Se essa baixa comercialização persistir e as chuvas continuarem, a fase crítica da produção, entre dezembro e janeiro, pode encontrar uma safra em boas condições, mas com pouca movimentação no mercado. Isso resultaria em forte pressão baixista sobre os prêmios no início da colheita.
Demanda chinesa Com a guerra comercial entre China e EUA, houve um aumento na demanda chinesa por soja brasileira. Contudo, o PIB anual da China cresceu menos do que o esperado, e a falta de clareza sobre as finalidades do pacote de incentivos do governo chinês pode impactar essa demanda. O cenário permanece desafiador, com pressão negativa sobre os prêmios brasileiros.
Com base nos fatores apontados pela plataforma, poderemos ter mais uma semana negativa em Chicago, restando ao dólar, principalmente, fazer o contrapeso das cotações no país. O cenário segue pessimista.
Um trabalho de cooperação a favor de questões que impactem o comércio global de produtos avícolas foi assinado nesta segunda-feira (21) pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, e do Conselho de Exportação de Aves e Ovos dos Estados Unidos (USA Poultry and Egg Export Council – USAPEEC), Greg Tyler, em Paris, França.
De acordo com o documento, ambas as entidades trabalharão em conjunto para a superação de temas que dificultam o fluxo e impactam a oferta global de produtos, como protecionismo, questões sanitárias, entre outras políticas de atuação.
O acordo também envolve o debate em torno do papel do Conselho Mundial da Avicultura e outros temas de interesse comum. Entre os tópicos de trabalho, estão:
A sustentabilidade ambiental ou ecológica como uma diretriz na produção e comércio de aves;
A regulamentação da saúde animal, sanitária e de segurança alimentar baseada nos princípios da ciência sólida e avaliação de risco apropriada;
O apoio para o desenvolvimento contínuo da indústria avícola e do comércio internacional;
As relações internacionais baseadas na cooperação e a negociação e mediação para resolver diferenças;
Promoção da ciência sólida e do livre comércio;
O documento estabelece a realização de encontros bilaterais periódicos para estimular o intercâmbio de informações e o fortalecimento das ações, em especial, em temas como saúde animal, disponibilidade de grãos para ração e combustível, uso e disponibilidade de água, biossegurança, segurança alimentar, segurança alimentar, resíduos, gerenciamento de resíduos, meio ambiente e outros.
“Somos concorrentes no mercado internacional, o que não nos impede de trabalhar em conjunto e cooperação em temas que são de interesse de ambos os países, bem como das nações importadoras”, diz Santin
Segundo ele, a construção de relações bilaterais de alto nível são fundamentais para o fortalecimento de um comércio global livre.
Um projeto de lei foi apresentado na Câmara dos Deputados com o objetivo de impedir o governo brasileiro de firmar acordos bilaterais ou multilaterais que possam penalizar o país com medidas restritivas ao comércio de produtos brasileiros, com base em cláusulas ambientais. A proposta, de autoria do deputado Tião Medeiros (PP-PR), visa proteger o agronegócio brasileiro contra barreiras comerciais impostas por blocos internacionais.
O projeto surgiu em meio às crescentes restrições ambientais impostas por países como os da União Europeia, que recentemente propuseram regulamentações mais rigorosas para produtos agrícolas importados. A proposta de Medeiros argumenta que o Brasil já cumpre rigorosas legislações ambientais, e que tais exigências internacionais têm motivação comercial, mascaradas por preocupações ambientais.
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“O Brasil não pode ser signatário de compromissos que penalizem nossos exportadores, enquanto outros países não seguem o mesmo rigor ambiental. A reciprocidade ambiental é necessária para manter a competitividade do país no cenário internacional,” declarou o deputado em entrevista.
A proposta agora aguarda tramitação na Comissão de Meio Ambiente e, posteriormente, será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de seguir para votação no plenário. A expectativa é que a medida seja aprovada antes da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP), em 2025.
Segundo o deputado Tião Medeiros, o Brasil é responsável por menos de 3% das emissões globais de gases de efeito estufa, enquanto a Europa e a Ásia são responsáveis por quase 50% dessas emissões. “Não podemos aceitar que nos imponham restrições comerciais sob o pretexto ambiental enquanto outros países não fazem sua parte”, acrescentou.
A partir de 1º de novembro, o Pix terá regras mais rígidas para garantir a segurança das transações e impedir fraudes. Transferências de mais de R$ 200 só poderão ser feitas de um celular ou de um computador previamente cadastrados pelo cliente da instituição financeira, com limite diário de R$ 1 mil para dispositivos não cadastrados.
O Banco Central(BC) esclarece que a exigência de cadastro valerá apenas para os celulares e computadores que nunca tenham sido usados para fazer Pix. Para os dispositivos atuais, nada mudará.
Além dessa novidade, as instituições financeiras terão de melhorar as tecnologias de segurança. Elas deverão adotar soluções de gerenciamento de fraude capazes de identificar transações Pix atípicas ou incompatíveis com o perfil do cliente, com base nas informações de segurança armazenadas no Banco Central.
As instituições também terão de informar aos clientes, em canal eletrônico de amplo acesso, os cuidados necessários para evitar fraudes. Elas também deverão verificar, pelo menos a cada seis meses, se os clientes têm marcações de fraude nos sistemas do Banco Central.
As medidas, informou o BC, permitirão que as instituições financeiras tomem ações específicas em caso de transações suspeitas ou fora do perfil do cliente. Elas poderão aumentar o tempo para que os clientes suspeitos iniciem transações e bloquear cautelarmente Pix recebidos. Em caso de suspeita forte ou comprovação de fraude, as instituições poderão encerrar o relacionamento com o cliente.
Pix Automático
Recentemente, o BC anunciou que o Pix Automático será lançado em 16 de junho de 2025. Em desenvolvimento desde o fim do ano passado, a modalidade facilitará as cobranças recorrentes de empresas, como concessionárias de serviço público (água, luz, telefone e gás), empresas do setor financeiro, escolas, faculdades, academias, condomínios, planos de saúde, serviços de streaming e clubes por assinatura.
Por meio do Pix Automático, o usuário autorizará, pelo próprio celular ou computador, a cobrança automática. Os recursos serão debitados periodicamente, sem a necessidade de autenticação (como senhas) a cada operação. Segundo o BC, o Pix Automático também ajudará a reduzir os custos das empresas, barateando os procedimentos de cobrança e diminuindo a inadimplência.
Parceria. Essa é a palavra que define o Soja Brasil, um exemplo de como alianças podem fortalecer a sojicultura brasileira. Durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja, realizada em Açailândia, no Maranhão, foi celebrada a colaboração de quatro parceiros que impulsionam o sucesso do projeto. Cada um desempenha um papel importante na iniciativa, atuando como aliado dos produtores rurais
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Quilômetros de colaboração
Foto: Canal Rural Reprodução/Evento MA
A Mitsubishi é uma parceira do Soja Brasil e sua L200 Triton se tornou protagonista e símbolo de força e tecnologia. Lado a lado do projeto, o modelo integra a expedição que percorre milhares de quilômetros, acompanhando de perto a safra e o desempenho da soja brasileira. A presença da Mitsubishi nas principais regiões produtoras é marcada pela confiança e resistência, essenciais para enfrentar os desafios do campo.
A cada quilômetro percorrido, o projeto Soja Brasil, em colaboração com o Canal Rural, revela a realidade do agronegócio, abordando sua complexidade e riqueza. O automóvel representa a base que sustenta essa jornada, pronta para explorar cada canto do Brasil e registrar momentos dessa aventura.
Nesta temporada, a expedição começará no Matopiba, abrangendo os estados do Maranhão, Piauí, Bahia e Tocantins, uma região que deve crescer cerca de 5% em área plantada, segundo a Conab. A Mitsubishi L200 Triton, com sua tecnologia japonesa e fabricação no Brasil, será conduzida por profissionais que conhecem bem as estradas e os desafios da produção rural.
À medida que a equipe percorre essas rotas, compartilhará cada detalhe com o público que acompanha o projeto Soja Brasil. A L200 Triton já se destacou na temporada anterior, passando por diversos estados e mostrando sua versatilidade e resistência.
“A Mitsubishi sempre foi uma parceira do produtor rural, acompanhando-o ao longo de décadas e agora se fazendo presente neste importante projeto, que visa melhorar a comunicação no agronegócio. Sabemos que precisamos vencer os desafios da produção e voltar a ter lucratividade, pois sem rentabilidade não podemos falar em sustentabilidade”, afirma Sabino Costa, proprietário Sansei Motors Mitsubishi.
A presença da Mitsubishi, ao lado de parceiros como o Canal Rural, reforça o compromisso de melhorar a comunicação entre os produtores rurais e o público. Com a L200 Triton, é possível captar as nuances da produção agrícola e conectar todos à essência do campo.
O controle e a transformação do grão
Foto: Canal Rural Reprodução/Evento MA
A Intacta 2 Xtend®️ é uma parceira importante na transformação do futuro da soja, especialmente neste ano que marca o centenário da chegada da soja ao Brasil. A biotecnologia revoluciona a proteção da soja, oferecendo controle avançado contra as principais lagartas e um manejo eficaz de plantas daninhas.
O investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento reafirma o compromisso em fornecer soluções que garantem produtividade e sustentabilidade. A missão é alimentar uma população crescente, minimizando o impacto ambiental e assegurando práticas agrícolas responsáveis e eficientes. A plataforma Intacta 2 Xtend®️ exemplifica como a inovação pode alinhar produtividade e respeito ao meio ambiente, moldando o futuro da agricultura de forma sustentável.
“Estamos presentes em momentos importantes para a evolução da agricultura brasileira, impulsionando os avanços na soja e enfrentando os desafios de alimentar uma população crescente com menor impacto ambiental. Introduzimos um controle aprimorado para plantas daninhas, com tolerância ao glifosato e resistência a novos herbicidas. Como resultado, já no primeiro ano, registramos produtividades acima de 100 sacas por hectare, com mais de 80% do mercado de soja brasileira utilizando nossas biotecnologias, principalmente a plataforma”, explica Rafael Mendes, diretor de negócios de soja da Bayer.
Nutrindo o trabalho em campo
Foto: Canal Rural Reprodução/Evento MA
A Campo Forte, 100% brasileira, tem um forte compromisso com a nutrição das lavouras. Produzindo fertilizantes especiais, orgânicos e organominerais, a empresa promove um equilíbrio nutricional que potencializa a produtividade. Seu foco na sustentabilidade se reflete na reciclagem de nutrientes essenciais, respeitando o meio ambiente e ajudando os produtores a alcançarem altos índices de rentabilidade, garantindo a saúde de suas culturas.
Com o DNA JBS, a empresa acredita que o futuro da nutrição começa agora. Produz mais do que fertilizantes: contribui para a sustentabilidade através da reciclagem de nutrientes de fontes orgânicas, agregando valor e tecnologia ao desenvolvimento para proporcionar alta produtividade.
“Na Campo Forte, acreditamos na força do agronegócio brasileiro e que o futuro do agro passa pela qualidade e pela sustentabilidade. Nosso compromisso é claro: entregar fertilizantes tecnológicos que tragam inovação e priorizem colheitas mais produtivas e rentáveis”, afirma Paulo Garcia, gerente de vendas da Campo Forte.
Na linha de frente do dia a dia do produtor
A Ihara é reconhecida por sua expertise em pesquisa e desenvolvimento, dedicando-se a oferecer soluções eficazes para o controle de pragas e doenças que afetam as lavouras. Com capital japonês, a empresa se destaca por introduzir tecnologias inovadoras que trazem benefícios diretos para o cotidiano dos produtores, contribuindo para uma agricultura mais produtiva e sustentável.
A cada quilômetro percorrido pelo Brasil o projeto Soja Brasil, em parceria com o Canal Rural, desvenda a realidade do agronegócio, destacando sua complexidade e diversidade. A L200 Triton é a base dessa jornada, pronta para explorar diferentes regiões do Brasil e capturar os momentos dessa experiência.”
João Vítor Sousa, administrador técnico de vendas da Ihara, enfatiza: “A Ihara se dedica a trazer inovações para o agricultor brasileiro. Nossos produtos foram desenvolvidos com o objetivo de atender às exigências do campo, oferecendo soluções que realmente fazem a diferença. Além disso, contamos com o herbicida Amato, que proporciona excelente controle das plantas daninhas, um aspecto fundamental para garantir a saúde das lavouras.