sábado, agosto 15, 2026

Autor: Redação

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Galo segura empate com o River e está na final da Libertadores


O Atlético-MG é o primeiro finalista da edição 2024 da Copa Libertadores da América. A vaga na decisão veio após o Galo segurar um empate sem gols com o River Plate (Argentina), na noite desta terça-feira (29) em pleno estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires.

A equipe mineira chegou à sua segunda final de Copa Libertadores graças à vantagem construída na partida de ida das semifinais, na qual derrotou o River por 3 a 0 em Belo Horizonte. Agora o Atlético-MG aguarda o confronto entre Botafogo e Peñarol (Uruguai), na próxima quarta-feira (30), para conhecer o seu adversário na decisão. O alvinegro venceu o confronto de ida por 5 a 0.

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O torcedor do River Plate fez uma grande festa no Monumental de Núñez para tentar apoiar a sua equipe, que precisava ao menos marcar três gols para conseguir decidir a classificação na cobrança de pênaltis. Porém, a equipe comandada pelo técnico argentino Gabriel Milito mostrou coragem e maturidade para lidar com a pressão criada pelo adversário. O grande destaque foi o goleiro Everson, que realizou defesas difíceis, em especial na etapa final.

A decisão da Copa Libertadores será disputada no dia 30 de novembro, no Estádio Monumental de Nuñez.



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Podcast: veja o que vai impactar o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

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No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o dólar alcançou o maior valor desde 2021, fechando em R$ 5,76. Nos EUA, destaque para o recorde do Nasdaq e o ouro como ativo seguro. Para hoje, olho nos dados de emprego e PIB no radar, além do esperado anúncio de corte de despesas no Brasil.

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AgroNewsPolítica & Agro

Semeadura eficiente para a safra 2024/25



A tecnologia é o caminho



Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias
Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias – Foto: Agrolink

Os extremos climáticos no Brasil impõem desafios significativos aos agricultores na safra 2024/25. Enquanto no Centro-Oeste a semeadura da soja enfrenta atrasos devido à estiagem, no Sul, chuvas excessivas limitam o plantio, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Além disso, fatores políticos, como a eleição nos Estados Unidos, podem influenciar os preços das commodities brasileiras. Dauto Pivetta Carpes, engenheiro agrônomo da FertiSystem, projeta que os preços da saca de soja devem ficar entre R$ 100 e R$ 140, afastando o cenário de valorização observado entre 2020 e 2022.

Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias que minimizem os impactos climáticos e de mercado. O plantio é uma etapa crítica, e a precisão é essencial. Carpes destaca que as sementes modernas têm alto potencial produtivo, mas isso só se concretiza em condições adequadas. A mecanização deve ser eficiente, e a FertiSystem investe em soluções inovadoras, como sistemas de acionamento de dosadores de sementes com motores elétricos.

Esses sistemas permitem o desligamento linha a linha, evitando a sobreposição de sementes, o que reduz custos e melhora a produtividade. Sensores de sementes também desempenham um papel crucial, monitorando a semeadura e alertando os operadores sobre falhas, evitando replantios desnecessários.

Com uma abordagem focada na precisão e na tecnologia, a FertiSystem, fundada em 2002 e presente em 95% das indústrias de máquinas agrícolas do Brasil, tem se destacado em promover eficiência e produtividade no campo.





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Dia será marcado por fortes pancadas de chuva em 4 Regiões



Áreas de instabilidade provocam chuva em boa parte do Brasil nesta quarta-feira (30). O mês de outubro vai se despedindo com indíces satisfatórios de umidade no solo, com exceção do Nordeste, onde o sol reina na maioria das áreas.

Veja a previsão para o dia de hoje:

Sul

O sol predomina entre poucas nuvens pelo oeste e noroeste do Paraná, assim como no oeste e nas Missões do Rio Grande do Sul. Em toda a faixa leste dos três estados do Sul, existem condições para pancadas de chuva, assim como no oeste catarinense. As temperaturas ficam elevadas durante a tarde no interior da Região, especialmente no norte e oeste paraense, onde faz calor.

Sudeste

Áreas de instabilidade seguem favorecendo pancadas de chuva entre o centro-leste e norte de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. Nessas áreas, não se descartam chuva de forte intensidade, principalmente no norte e litoral norte fluminense, sul capixaba e em áreas da faixa central mineira. Tempo firme com predomínio de sol apenas no oeste paulista.

Centro-Oeste

Dia com muitas nuvens e chuva a qualquer momento em áreas do centro-norte de Mato Grosso. Em Goiás, o sol aparece entre nuvens e podem ocorrer pancadas de chuva com trovoadas. Não se descarta chuva forte nos dois estados. Já pelo norte e oeste de Mato Grosso do Sul, pancadas de chuva isolada, enquanto no sul, leste e oeste do estado, o sol predomina ao longo do dia.

Nordeste

Dia de sol com temperaturas elevadas no interior do Nordeste. Pode chover isolado pela costa leste da Região entre a Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. No litoral e sul da Bahia, pancadas de chuva com até moderada intensidade, enquanto no centro-sul e norte do Maranhão chove isolado.

Norte

O dia será marcado por pancadas de chuva se espalhando por Tocantins e Pará. Também chove em Rondônia com até forte intensidade. Pancadas de chuva previstas para o Acre e Amazonas, enquanto no Amapá, em Roraima e noroeste do Pará, predomínio de tempo firme.



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Uso de bioinsumos cresce, mas desafios persistem



Os próprios produtores identificam o custo elevado



Os próprios produtores identificam o custo elevado
Os próprios produtores identificam o custo elevado – Foto: Divulgação

Uma pesquisa da Fiesp com 514 produtores agropecuários de todas as regiões do Brasil revela que 66% deles utilizam produtos biológicos, com 74% dos agricultores e 38% dos pecuaristas adotando essa tecnologia. Entre os usuários, 45% aplicam bioinsumos em toda a área cultivada, indicando uma crescente aceitação no setor agrícola.

Nesse contexto, o Monitor de Tendências do Agronegócio Brasileiro aponta que, apesar da difusão dos bioinsumos, sua adoção em larga escala ainda enfrenta desafios significativos. Os próprios produtores identificam o custo elevado, a dificuldade de aplicação e problemas de armazenamento como as principais barreiras para uma maior utilização. Esses obstáculos podem impactar a viabilidade econômica e operacional da adoção de práticas mais sustentáveis.

De acordo com os dados, cerca de 31% dos produtores não utilizam bioinsumos, sendo 59% deles pecuaristas e 24% agricultores. Os motivos incluem a falta de informação, a percepção de eficácia variável e o alto preço dos produtos. Esta lacuna informativa destaca a necessidade de iniciativas que promovam a conscientização sobre os benefícios dos bioinsumos, além de melhorias na acessibilidade.

A pesquisa também revela que qualidade, preço e marca são os fatores mais considerados na hora da compra. Com isso, é fundamental investir em educação e em estratégias que incentivem a adoção de bioinsumos, visando não apenas a produtividade, mas também a sustentabilidade do agronegócio brasileiro. Superar esses entraves pode resultar em um impacto positivo significativo para o setor.





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Novas cultivares de feijão são desenvolvidas para regiões de clima quente



Embrapa lança novas cultivares de feijão-de-metro




Foto: Canva

A Embrapa Amazônia Oriental lançou um edital para a aquisição de sementes genéticas das novas variedades de feijão-de-metro, BRS Lauré (vagem roxa) e BRS Raíra (vagem verde-oliva). O edital é voltado para produtores de sementes e viveiristas que estejam inscritos no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem). Os interessados devem enviar a documentação necessária para o e-mail [email protected] até as 17h do dia 8 de novembro de 2024.

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as variedades BRS Lauré e BRS Raíra foram desenvolvidas para o plantio no estado do Pará, mas também apresentam potencial para outras regiões de clima quente. Ambas possuem uma arquitetura de planta que facilita o cultivo em tutores (espaldeiras), além de alta produtividade e qualidade de vagens. O edital oferece um total de 42 lotes de sementes genéticas das duas cultivares para propagação, comercialização e/ou beneficiamento. Cada lote de 500 gramas de sementes custa R$ 250,00. Após a compra, os produtores de sementes ou viveiristas tornam-se licenciados pela Embrapa para multiplicar e comercializar o material, sem custos adicionais de royalties após a assinatura do contrato.

O feijão-de-metro é uma subespécie do feijão-caupi (Vigna unguiculata), conhecido por suas longas vagens consumidas cruas ou cozidas, principalmente em saladas. A cultivar BRS Lauré se destaca como a primeira variedade de vagens roxo-avermelhadas desenvolvida para o mercado do Norte do Brasil. Nos testes de campo, a BRS Lauré apresentou produtividade média de 11,6 toneladas de vagens frescas por hectare, superando os 7,6 t/ha de uma cultivar comercial e os 8,6 t/ha de uma variedade crioula tradicionalmente cultivada, conforme o informado pela Embrapa.

De acordo com a Embrapa, a variedade BRS Raíra, por sua vez, é caracterizada por vagens na cor verde-oliva mais claras do que as variedades tradicionais. Em testes de campo, a cultivar obteve produtividade superior a 10 t/ha, enquanto os materiais tradicionais alcançaram médias de 7 t/ha (cultivar comercial) e 8,6 t/ha (variedade crioula).

Ambas as variedades demonstraram desempenho produtivo superior em períodos secos e chuvosos, além de boa tolerância ao estresse hídrico e altas temperaturas.





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cotação do “boi China” subiu em São Paulo



No Rio Grande do Sul, a cotação do boi gordo também apresentou elevação




Foto: Canva

De acordo com a análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a  cotação do “boi China” registrou uma alta de R$ 2,00/@ no estado de São Paulo. Apesar da valorização, o impacto nas demais categorias foi limitado, já que alguns frigoríficos ainda não estão ativos nas compras. O cenário nas praças paulistas é marcado por oferta reduzida e escalas de abate menores, com negócios ocorrendo acima da referência média.

No Rio Grande do Sul, a cotação do boi gordo também apresentou elevação, impulsionada pela baixa oferta e forte demanda. Os frigoríficos enfrentam dificuldades para formar suas escalas, que atualmente estão em média em cinco dias. Na região Oeste, o preço do boi gordo subiu R$ 0,10/kg, enquanto a cotação das novilhas aumentou R$ 0,05/kg. O preço da vaca, por sua vez, permaneceu estável. Em Pelotas, a situação é similar, com o boi gordo também apresentando um incremento de R$ 0,10/kg e as fêmeas mantendo seus preços inalterados.

No Espírito Santo, a oferta continua escassa e as escalas de abate estão curtas. O mercado interno sente o reflexo do aumento nos preços, que está dificultando as vendas de carne. Neste cenário, os preços permanecem estáveis, exceto para as novilhas, cuja cotação subiu R$ 5,00/@. Em Santa Catarina, a baixa oferta e a queda no consumo resultaram em uma estabilidade nos preços, que não sofreram alterações nas últimas semanas, conforme apontou o informativo.





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Danone seguirá comprando soja brasileira



A Danone Brasil divulgou uma nota oficial desmentindo a informação de que teria interrompido a compra de soja brasileira devido a questões ambientais e, com isso, teria começado a adquirir o grão da Ásia.

A empresa destacou que “continua comprando soja brasileira em conformidade com as regulamentações locais e internacionais” e que sua aquisição passa por processos de verificação de origem e rastreabilidade, assegurando que o insumo não venha de áreas desmatadas.

Com a repercussão do tema e antes da publicação do posicionamento da companhia, a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) se manifestou, acusando a multinacional de discriminação e desconhecimento das práticas agrícolas do país.

Ligação da Danone à Aprosoja

O presidente da entidade, Maurício Buffon, conta que recebeu ligação da direção da Danone Brasil para esclarecer o tema. Segundo ele, o contato da empresa transmitiu um verdadeiro arrependimento pela declaração dada e, também, medo de boicote aos produtos da marca no país.

“Eles ou qualquer outra empresa têm o direito de não comprar o nosso produto, mas dizer que a nossa soja não tem sustentabilidade ambiental nos obriga a reagir de forma dura”.

De acordo com ele, o mercado brasileiro é muito importante para a Danone e para qualquer outra empresa que busque se estabelecer no país.

“Uma multinacional que quer ser uma multinacional de verdade tem de estar em um país do tamanho do Brasil, com o nosso comércio. Isso [a fala da empresa] repercutiu muito mal. Ele [o diretor da empresa no Brasil] nos falou que [a fala foi] específica a um produto que é feito na Europa, o leite de soja de lá, que não implica nas compras e nos negócios de soja da Danone no Brasil. […] não muda nada no comércio de soja entre o Brasil e a Danone, o que era antes, vai continuar sendo”, diz Buffon.

Para ele, a soja que a empresa pode querer adquirir em outro país tem muito menos sustentabilidade do que o produto brasileiro, já que não é produzida com plantio direto, não possui Áreas de Preservação Permancente (APPs), Reserva Legal inserida na propriedade. “Se alguém tem força para falar de sustentabilidade hoje é o produtor e a agricultura brasileira”.



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Açúcar inicia semana em baixa nas bolsas internacionais


De acordo com as informações divulgadas pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar iniciaram a semana em baixa nas bolsas internacionais. Na segunda-feira (28), todos os lotes do açúcar bruto listados na ICE Futures de Nova York apresentaram desvalorização. O vencimento para março de 2025 foi contratado a 21,96 centavos de dólar por libra-peso, representando uma queda de 18 pontos, ou 0,8%, em relação à sessão anterior. A tela de maio de 2025 recuou 14 pontos, fechando a 20,31 centavos/lb, enquanto os demais contratos caíram entre 8 e 13 pontos.

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também encerrou o dia em queda. O lote para dezembro de 2024 foi negociado a US$ 560,20 por tonelada, com um recuo de 6 dólares, ou 1,1%, comparado à sessão anterior. A tela para março de 2025 caiu 6,40 dólares, fechando a US$ 568,40 por tonelada, com os demais contratos apresentando recuos que variaram entre 2,80 e 5,30 dólares, conforme apontou a Udop.

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De acordo com as informações divulgadas pela Udop, no mercado interno, o açúcar cristal registrou baixa nas cotações, conforme medido pelo Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 157,58, uma desvalorização de 0,43% em comparação aos R$ 158,26 praticados na sexta-feira. Por outro lado, o etanol hidratado continua sua trajetória de valorização, fechando em alta pelo quinto dia consecutivo, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.708,00 por metro cúbico, em comparação aos R$ 2.703,50 do dia anterior, representando uma valorização de 0,17%.





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preços médios da arroba ficam uniformes no país, próximos a R$ 320


O mercado físico do boi gordo volta a apresentar elevação em seus preços. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o movimento acontece de maneira uniforme nos principais estados produtores do Brasil.

“A expectativa ainda é de continuidade, considerando a demanda extremamente aquecida, em especial para as exportações, somado ao atual posicionamento das escalas de abate, que permanecem encurtadas”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, os frigoríficos que atuam apenas no mercado interno seguem acusando problemas de margem. “Neste sentido é evidenciado aumento da capacidade ociosa, com abates mais irregulares durante o mês de outubro”.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 318,58
  • Goiás: R$ 314,29
  • Minas Gerais: R$ 314,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 314,55
  • Mato Grosso: R$ 307,03

Mercado atacadista

carne bovinacarne bovina
Foto: Freepik

O mercado atacadista apresenta alta em seus preços no decorrer da semana. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia durante a primeira quinzena do mês.

“Importante destacar que a carne de frango ainda conta com a preferência de importante parcela da população brasileira, ainda mais em um momento de elevação dos preços da carne bovina no varejo”, ponderou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 23,40 por quilo, alta de R$ 0,10. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,20 por quilo. A ponta de agulha está no patamar de R$ 17,50 por quilo, alta de R$ 0,20.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,95%, sendo negociado a R$ 5,7622 para venda e a R$ 5,7602 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6979 e a máxima de R$ 5,7669.



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