sábado, agosto 15, 2026

Autor: Redação

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Governo de SP incentiva o cultivo de café canéfora



O governo de São Paulo lançou nessa quinta-feira (31) o Programa Estadual de Incentivo ao Cultivo de Coffea Canephora.

A iniciativa, que pretende revitalizar a cafeicultura na região centro-oeste, oeste e noroeste do estado, “oferece alternativas para produtores rurais e amplia a competitividade do setor”, disse a Secretaria de Agricultura em nota.

São Paulo é um dos principais estados produtores do café arábica. O programa tem como meta aumentar a produção estadual, incentivando o cultivo de canéfora (robusta ou conilon), um tipo diferente de grão, para atender à crescente demanda do mercado doméstico e internacional, fomentando a inovação, sustentabilidade ambiental e econômica da cafeicultura.

Maiores produtores de café canéfora

O canéfora representa cerca de 40% da produção mundial de café, conforme a Secretaria. Os maiores produtores são Vietnã, seguido de países como Brasil, Indonésia, Índia e Uganda.

A medida é uma parceria da Secretaria de Agricultura e Abastecimento com a Câmara Setorial do Café, com a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) e a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), além do apoio do setor privado especialmente aqueles colegiados na Câmara Setorial do Café.

Salários dos pesquisadores

Na ocasião, a Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) reivindicou valorização da pesquisa pública em carta aberta à Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O documento foi entregue ao secretário Guilherme Piai.

O estado de São Paulo tem, atualmente, 16 Institutos Públicos de Pesquisa nas áreas de Agricultura, Saúde e Meio Ambiente. Apesar de ser o estado mais rico da nação, paga os piores salários para pesquisadores, segundo a APqC.

“Vivenciamos uma diferença salarial gritante com carreiras similares federais como a Embrapa e a Fiocruz, além de termos tido uma perda salarial de 54,19% nos últimos 11 anos. Ainda, dentro da carreira, existem pesquisadores (16%) que obtiveram êxito judicial e recebem o dobro salarial de um pesquisador que não obteve a mesma decisão, apesar de desenvolverem as mesmas funções”, diz a carta.



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Confira como ficou o mercado da soja no Brasil; preços mostram firmeza



Os preços da soja mostraram firmeza nesta sexta-feira (1º) no mercado brasileiro. Negócios envolvendo o produto disponível e a safra nova foram registrados, com bons volumes movimentados no Paraná. Em outras regiões, o dia foi mais lento.

Além disso, a Bolsa de Chicago apresentou volatilidade, mas com algumas variações positivas. O dólar forte trouxe um bom suporte ao mercado.

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Grão no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): R$ 136,00 por saca de 60 quilos
  • Região das Missões (RS): R$ 135,00 por saca
  • Porto de Rio Grande (RS): aumentou de R$ 145,00 para R$ 145,50 por saca
  • Cascavel (PR): R$ 140,00 por saca
  • Porto de Paranaguá (PR): aumentou de R$ 145,00 para R$ 146,50 por saca
  • Rondonópolis (MT): R$ 150,00 por saca
  • Dourados (MS): R$ 140,00 por saca
  • Rio Verde (GO): aumentou de R$ 136,00 para R$ 137,00 por saca

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos para o grão, acentuadamente mais baixos para o farelo e fortemente mais altos para o óleo. Na semana, a posição janeiro/25 do grão acumulou queda de 0,38%.

O mercado, que vinha sendo sustentado pela forte demanda pela soja norte-americana, perdeu força e reverteu para o território negativo. O final da sessão foi bastante volátil, influenciado pela previsão de clima benéfico ao plantio e ao desenvolvimento das lavouras no Brasil. A força do dólar frente a outras moedas também pressionou as cotações.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 198.000 toneladas de soja para destinos não revelados, 132.000 toneladas para a China e 30 mil toneladas de óleo de soja para a Índia. Todos os volumes serão entregues na temporada 2024/25.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com baixa de 0,75 centavo ou 0,07%, a US$ 9,93 3/4 por bushel. A posição março/25 teve cotação de US$ 10,08 1/4 por bushel, com recuo de 1,25 centavo ou 0,12%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 4,20 ou 1,4%, a US$ 295,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 46,30 centavos de dólar, com ganho de 1,16 centavo ou 2,56%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 1,52%, sendo negociado a R$ 5,8697 para venda e a R$ 5,8678 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7625 e a máxima de R$ 5,8738. Na semana, a divisa subiu 2,88%.

As informações são da Safras & Mercado.



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Três fazendas do Pará têm Cadastros Ambientais Rurais cancelados em definitivo



Em uma medida para garantir a integridade do novo projeto de concessão para recuperação florestal, o Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), cancelou Cadastros Ambientais Rurais (CAR) sobrepostos ao Projeto de Unidade de Recuperação Triunfo do Xingu.

A decisão inclui as fazendas Canto Verde, Lacerda e Recreio, situadas nos municípios de Altamira e São Félix do Xingu, no sudoeste e sudeste do estado.

Retomada de área

A medida surge após uma análise das intervenções em terras públicas dentro das Áreas de Proteção Ambiental (APA), que culminaram em decisão judicial de retomada da área pelo governo estadual.

Entre as recomendações legais foi determinado o cancelamento do CAR dessas fazendas, com base em registros de desmatamento e falta de conformidade dos proprietários com a legislação ambiental.

Os documentos da Semas apontam que os registros ambientais da Fazenda Recreio e da Fazenda Lacerda, suspensos desde julho de 2023, foram cancelados definitivamente.

Esses cadastros, de acordo com dados do sistema de monitoramento Prodes/Inpe, apresentaram desmatamento superior a 50 hectares entre 2018 e 2022, impactando negativamente a área de proteção.

Notificadas desde 2020 e 2022, os responsáveis pelos cadastros não responderam às exigências ambientais, levando à medida administrativa mais severa.

Cancelamento do CAR

A Fazenda Canto Verde, que permanecia com o CAR ativo e validado desde 2022, também teve seu cadastro cancelado em consonância ao art. 51 da IN n° 02/2014, que define que o cancelamento do CAR pode ocorrer desde que motivado por decisão judicial ou decisão administrativa do órgão competente devidamente justificada.

Segundo o secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Raul Protázio Romão, as ações visam combater o avanço do desmatamento e garantir que áreas protegidas como a APA Triunfo do Xingu permaneçam preservadas.

“O governo estadual reforçou seu compromisso de manter a Amazônia preservada e ressaltou que não tolerará abusos em áreas de proteção, especialmente diante de um cenário de crescente pressão sobre a floresta amazônica”, afirmou.

O secretário afirma que tudo isso faz parte de uma estratégia mais ampla de controle e fiscalização ambiental. “Estamos trabalhando para assegurar que cada área no Pará seja utilizada de forma sustentável. As florestas e as áreas de preservação são ativos importantes, e a gestão ambiental responsável é uma prioridade nossa”, completa.

As informações partem da Agência Especial de Comunicação Social (Ascom) do Governo do Pará


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Temporais são previstos para áreas produtoras da soja no Brasil; onde a precipitação aparece?



A previsão do tempo para as áreas produtoras da soja no Brasil indica um final de semana com temporais, principalmente na região Sul. No entanto, boas notícias surgem para os produtores em Balsas, no Maranhão. Nos próximos dez dias, o tempo deve se firmar, com um bom volume de chuvas entre os dias 13 e 15 de novembro, com cerca de 40 milímetros, o que viabiliza o início da semeadura da safra 2024/25. Após as chuvas, a expectativa é que a umidade retorne gradualmente à região.

Nos próximos dias, as chuvas se concentrarão no Centro-Sul, com bons volumes em Mato Grosso do Sul, norte do Paraná e interior de São Paulo. No entanto, a situação permanece complicada para o Matopiba e o norte de Minas Gerais.

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Frente fria se aproxima

Uma frente fria se aproxima na próxima semana, trazendo a expectativa de grandes volumes de chuva para o Matopiba e o norte de Minas Gerais, superando os 50 milímetros em algumas áreas. Nas regiões do centro-norte de Minas, a previsão é de que esses volumes cheguem a 100 milímetros, contribuindo para a semeadura da safra 2024/25.

Na virada da primeira quinzena de novembro, a chuva deve se espalhar pelo Matopiba, favorecendo o início da nova safra. No Pará, na região de Santarém, as previsões também indicam volumes de até 100 milímetros, com ajuda para os produtores na reposição hídrica do solo.

Embora a próxima semana se apresente mais seca no Centro-Oeste e na região Sudeste, ainda haverá boa umidade no solo. Isso proporciona uma janela favorável para que os produtores avancem com os trabalhos em campo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fungicida se destaca no controle da ferrugem da soja



Freitas explica que os resultados obtidos refletem o “manejo consciente da soja”



Freitas explica que os resultados obtidos refletem o “manejo consciente da soja”
Freitas explica que os resultados obtidos refletem o “manejo consciente da soja” – Foto: Aline Merladete

A Sipcam Nichino destacou o fungicida Fezan Gold entre as tecnologias de controle de ferrugem da soja mais eficazes na safra 2023-24, conforme os Ensaios de Rede realizados nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul. Segundo a empresa, a solução se destacou entre as tecnologias premium avaliadas, oferecendo um controle diferenciado da doença e uma boa relação custo-benefício, em comparação com outros 16 produtos. Mesmo sob alta pressão de ferrugem nos campos experimentais, o fungicida apresentou um desempenho superior, especialmente nas análises realizadas na fazenda da Coamo, em Campo Mourão (PR), e no campo da Agro Tecno Research, em Passo Fundo (RS).

José de Freitas, engenheiro agrônomo e especialista em desenvolvimento de mercado da Sipcam Nichino, detalha que os Ensaios Cooperativos de Rede mediram a eficácia dos fungicidas na produtividade das lavouras e na incidência de fitotoxicidade. Em Campo Mourão, Fezan Gold figurou entre os fungicidas mais eficazes, alcançando a maior produtividade do ensaio, com 4,896 mil kg/ha de soja e um controle de 95% do fungo causador da ferrugem (Phakopsora pachyrhizi). Já em Passo Fundo, o produto posicionou-se entre os três mais efetivos, com uma produtividade de 4,747 mil kg/ha, superando o tratamento testemunha em 2,456 mil kg/ha, com eficácia de 71,2%.

Freitas explica que os resultados obtidos refletem o “manejo consciente da soja,” que envolve o uso de práticas integradas, como o respeito ao vazio sanitário, o plantio de variedades tolerantes a patógenos, controle químico preventivo e o uso de produtos com ação multissítio. Fezan Gold, segundo ele, é o primeiro do mercado a reunir propriedades sistêmica e protetora em uma formulação com ação multissítio, característica que reforça sua importância estratégica no controle da ferrugem asiática e outras doenças de relevância para a cultura da soja.

 





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Veja os destaques do Cooperativismo em Notícia deste sábado



O programa Cooperativismo em Notícia deste sábado (2) destaca dois temas: o projeto Sicoob em Movimento e a história da família Sobieray no quadro Gente que Faz o Agronegócio.

O episódio será transmitido às 8h30, com reprise na terça-feira, às 13h30 (horários de Brasília). Veja os detalhes:

  • Família Sobieray: a história do quadro Gente que Faz o Agronegócio tem a ver com uma família que era muito próxima do maior líder do cooperativismo catarinense: Aury Luiz Bodanese. Esses são os Sobieray. O sonho do seu Casemiro, o patriarca, era ter uma propriedade para passar os finais de semana, para descanso. Incentivado pelo Seu Aury, ele decidiu investir numa granja que também fosse rentável. E é essa granja que o programa vai mostrar. Com mais de 100 hectares, entre terras próprias e arrendadas, a família foca em três áreas: grãos, ovelhas e prestação de serviços. Adquirida em 1972, a propriedade é um exemplo de sucessão rural. A terceira geração já está assumindo as rédeas da fazenda.
  • Sicoob em Movimento: as boas relações e o atendimento cordial formam a base do sucesso de qualquer instituição. As cooperativas, por exemplo, não estão lidando com clientes. Elas lidam com os donos, com quem, de fato, manda. Foi pensando nisso, em estar mais próximo de seus cooperados, que o Sicoob Credial, lá de Cunha Porã, criou o projeto chamado Sicoob em Movimento. Funciona assim: os associados são escolhidos, a diretoria da cooperativa vai até a casa deles e por lá, a conversa flui. Assim, a instituição busca se manter cada vez mais próxima do associado.

O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados, às 8h30, com reprises às terças-feiras, às 13h30.



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aeronaves da FAB colidem e uma delas cai em área rural



Duas aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) colidiram nesta sexta-feira (1) em Pirassununga, município do nordeste paulista. Os dois aviões eram modelo T-27 Tucano e estavam sendo utilizadas em treinamento de cadetes.

De acordo com informações da FAB, um dos aviões pousou em segurança e o outro foi direcionado para uma área rural.

Nenhuma pessoa em terra se feriu e o piloto conseguiu realizar os procedimentos de ejeção com sucesso. Ele foi resgatado por equipes de salvamento da Força.

Vídeos que circulam nas redes sociais (acima) mostram muita fumaça na região e um avião em chamas caído em uma área rural. Há filmagens também que apresentam o piloto de uma das aeronaves utilizando um paraquedas, momentos depois dele ter se ejetado do avião.

Em nota, a FAB esclareceu que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) investigará o acidente para identificar os possíveis fatores que contribuíram com o acidente.

Vale lembrar que no dia 22 de outubro, outro caça da Força Aérea Brasileira, um F-5M, também caiu. A ocorrência se deu no município de Parnamirim, na Grande Natal, no Rio Grande do Norte, também durante um exercício aéreo.

Na ocasião, o piloto conseguiu se ejetar antes do caça colidir com o solo e foi resgatado por uma equipe de salvamento.



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Chicago enfrenta volatilidade no fechamento; clima no Brasil impacta



Os contratos futuros de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram esta sexta-feira (1º) com preços em queda, especialmente para o farelo, enquanto o óleo registrou aumentos. Na semana, a posição de janeiro/25 da soja acumulou uma queda de 0,38%.

O mercado, que anteriormente se sustentava pela forte demanda da soja norte-americana, perdeu força e terminou a sessão em território negativo. A volatilidade foi uma constante ao longo do dia, influenciada pela previsão de condições climáticas favoráveis ao plantio e ao desenvolvimento das lavouras no Brasil. Além disso, a valorização do dólar frente a outras moedas pressionou ainda mais as cotações.

USDA

Os exportadores privados dos Estados Unidos informaram ao Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sobre a venda de 198.000 toneladas de soja para destinos não revelados, 132.000 toneladas para a China e 30.000 toneladas de óleo de soja para a Índia, todas com entrega programada para a temporada 2024/25.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com uma baixa de 0,75 centavo, ou 0,07%, a US$ 9,93 3/4 por bushel. A posição de março/25 foi cotada a US$ 10,08 1/4 por bushel, com recuo de 1,25 centavo, ou 0,12%.

Nos subprodutos, o farelo de soja para dezembro teve uma queda de US$ 4,20, ou 1,4%, com o fechamento a US$ 295,30 por tonelada. Por outro lado, os contratos de óleo de soja com vencimento em dezembro fecharam a 46,30 centavos de dólar, um ganho de 1,16 centavo ou 2,56%.

As informações são da Safras & Mercado.



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AgroNewsPolítica & Agro

Solos degradados: Risco para a agricultura



A erosão remove a matéria orgânica e nutrientes necessários



A erosão remove a matéria orgânica e nutrientes necessários
A erosão remove a matéria orgânica e nutrientes necessários – Foto: Pixabay

As mudanças climáticas e o manejo inadequado das terras têm deixado marcas profundas no Cerrado e no sul do Brasil, regiões que enfrentam chuvas irregulares e secas prolongadas. Contudo, os desafios da agricultura vão além da falta de água: a erosão e a perda de solo estão ameaçando a sustentabilidade e a produtividade de longo prazo. Quando o solo perde sua cobertura vegetal devido ao desmatamento, queimadas ou manejo incorreto, ele fica vulnerável à ação da chuva e do vento, levando consigo a camada fértil, essencial para a agricultura.

A erosão remove a matéria orgânica e nutrientes necessários ao desenvolvimento das plantas, comprometendo não só a safra atual, mas também as futuras. Para os agricultores, isso representa um grande risco, pois o solo é o principal ativo de suas operações. Em resposta, tecnologias que promovem a regeneração e fortalecimento do solo são cruciais, e é aí que o Microgeo se destaca como uma solução eficaz. O Composto Líquido produzido pela Bioestação Microgeo (BEM) permite reconstituir a estrutura do solo, recuperando matéria orgânica e melhorando a capacidade de retenção de água e nutrientes, fundamentais para a saúde e resiliência do solo.

O uso contínuo do Microgeo ajuda a restaurar o equilíbrio do microbioma do solo, tornando-o mais resistente à ação de chuvas fortes e evitando o escoamento superficial que leva a camada fértil embora. Com isso, os nutrientes permanecem disponíveis para as plantas e o solo torna-se mais eficiente no uso de insumos agrícolas. Essa abordagem não apenas conserva o solo, mas garante a sustentabilidade e produtividade da lavoura, mesmo em condições climáticas adversas.

A solução do Microgeo vai além do combate à erosão. Ela cria um ambiente fértil e saudável, fundamental para uma agricultura sustentável e economicamente viável, oferecendo aos produtores uma ferramenta essencial para manter a viabilidade a longo prazo de suas propriedades.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

mercado interno insuficiente pressiona preços da manga



Crise na produção de mangas no Vale do São Francisco se intensifica




Foto: Agrolink

A situação crítica na produção de mangas no Vale do São Francisco, particularmente na Bahia, é intensificada pela queda constante nos preços. Na semana passada, o quilo da manga Palmer foi vendido a R$ 0,90, enquanto o quilo da Tommy ficou em R$ 0,62, uma queda de até 30% em comparação à semana anterior, conforme as informações da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri BA).

De acordo com os dados do Seagri BA, o principal razão para o cenário desfavorável é o excesso de oferta, agravado pela queda na demanda externa. Os Estados Unidos, o maior destino das exportações brasileiras de manga, reduziram as importações nos últimos meses devido a questões logísticas, incluindo greves nos portos americanos. Esse bloqueio no escoamento internacional fez com que o mercado doméstico absorvesse o excesso de produto, intensificando a pressão sobre os preços.

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Técnicos da Seagri avaliam que os valores devem permanecer baixos até o final do ano, uma vez que o mercado interno não tem demanda suficiente para equilibrar a oferta. A expectativa de recuperação depende do retorno gradual das exportações para os EUA, que pode ocorrer à medida que as operações portuárias se normalizem.

Para mitigar as perdas, produtores de manga no Vale do São Francisco vêm buscando alternativas como a redução de custos de produção, diversificação de cultivos e exploração de novos mercados consumidores. Essas ações visam garantir a sustentabilidade da produção no longo prazo, em um momento crítico para o setor, conforme os dados da Seagri.





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