quarta-feira, agosto 12, 2026

Autor: Redação

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IA pode elevar comércio global em 14 pontos percentuais até 2040, diz OMC



A inteligência artificial (IA) pode impulsionar o comércio global até 2040, mas sua efetividade dependerá da capacidade de países adotarem a tecnologia de modo conjunto, avalia a Organização Mundial do Comércio (OMC), em relatório divulgado nesta quinta-feira (21).

Segundo o documento, o melhor cenário requer a participação conjunta de economias desenvolvidas e emergentes, sendo capaz de aumentar o comércio global em 14 pontos percentuais até 2040. Do contrário, um cenário de “divergência tecnológica” pode reduzir pela metade os ganhos do comércio com inteligência artificial, a um aumento de 7% até 2040.

A organização projeta que a adoção de inteligência artificial pode reduzir custos, melhorar a produtividade entre setores e reconstruir padrões tradicionais do comércio global. Somente o comércio de serviços digitais deve crescer 18% até 2040, estima a OMC. O relatório prevê ainda que podem ser criadas novas categorias de bens relacionadas a IA, como veículos elétricos (EVs, em inglês) e robôs.

“Em outras palavras, falhar em difundir tecnologias de IA entre diferentes economias pode significar deixar de lado muitos dos ganhos potenciais”, afirmou a diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, em nota. “Além disso, a inteligência artificial pode apoiar a transição verde ao otimizar recursos e reduzir a pegada de carbono de cadeias de suprimento.”

Entre as possíveis utilidades da IA no comércio global, a OMC pontua a melhora de processos logísticos, facilitação do gerenciamento de cadeias de suprimento e diminuição de barreiras linguísticas em controles de fronteira.

Ferramentas com IA podem, por exemplo, providenciar análises de dados em tempo real, insights preditivos e automatizar alguns processos de tomada de decisão.



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excesso de oferta reduz preços da batata e cebola



Cenoura e alho mantêm estabilidade




Foto: Pixabay

O mais recente levantamento de preços realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), entre 4 e 15 de novembro, trouxe um cenário misto para os valores das hortaliças no entreposto de Contagem da CeasaMinas. Entre as principais mudanças, destacam-se elevações nos preços de alguns produtos e quedas em outros, refletindo as dinâmicas de oferta e demanda no mercado.

Entre as hortaliças analisadas, apenas o alho e a cenoura mantiveram preços estáveis durante o período. Já a abóbora moranga, abobrinha italiana e o tomate registraram aumento nas cotações:

Tomate: A alta foi motivada pelo fim da temporada de inverno nas regiões produtoras, o que impactou negativamente a oferta. Quedas influenciadas por maior oferta

Por outro lado, hortaliças como batata, cebola, chuchu, pimentão e quiabo apresentaram queda nos preços. Os fatores principais foram o excesso de oferta e condições climáticas favoráveis:

Batata: As fortes chuvas recentes nas regiões produtoras aumentaram a quantidade disponível no mercado, somadas ao início da colheita no Sul do país.

Cebola: A queda é atribuída à maior oferta de produtos de alta qualidade, favorecida pelo clima seco durante o período de desenvolvimento da hortaliça.

Os dados analisados abrangem apenas o período até 14 de novembro, já que o feriado do dia 15 interrompeu a coleta de preços na CeasaMinas.





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declaração traz prejuízos à reputação da carne do Brasil, diz associação de criadores de angus



A declaração do CEO do Carrefour da França, de que a gigante do varejo deixaria de comprar carnes do Mercosul, trouxe grande preocupação à Associação Brasileira de Angus e Ultrablack. Em nota, a entidade comenta que a postagem publicada em redes sociais por Alexandre Bompard acarreta “sérios prejuízos à imagem e à reputação da proteína brasileira”.

De acordo com o texto emitido pela entidade, além de improcedente, a declaração é ainda mais grave partindo de executivo de companhia global com ampla atuação no Brasil.

A associação afirma que estimula os criadores a investir em melhoramento genético, qualidade, padronização e sustentabilidade, para oferecer aos consumidores um produto diferenciado, que atenda a altos padrões de excelência.

“Quando líderes mundiais discutem a fome e a ampliação do acesso de mais e melhores alimentos, medidas protecionistas como a anunciada pelo executivo colocam em risco esses esforços”, diz a nota, completando que a expectativa é de prevaleça “o respeito à proteína produzida pelo Mercosul, ao trabalho de milhares de pessoas e ao livre mercado”.



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Cenário positivo para o milho


Segundo a Análise do Especialista divulgada pela Grão Direto nesta segunda-feira (18), na última semana, a região Sul do Brasil teve condições climáticas favoráveis para o milho da primeira safra, com boa umidade no solo, permitindo o avanço do plantio. Apesar da pressão dos preços em Chicago, os valores domésticos do milho no Brasil apresentaram certa resistência. Isso ocorreu devido à desvalorização do real frente ao dólar, que oferece suporte aos preços internos, e ao ritmo lento da comercialização pelos produtores.

O desenvolvimento acelerado da safra brasileira de soja e a recente alta nos preços do milho estão levando o mercado a rever suas projeções para o plantio da segunda safra do cereal em 2024/25. Inicialmente, esperava-se uma redução na área plantada devido às cotações desvalorizadas, mas a recuperação nos preços pode reverter essa tendência, especialmente nas regiões sulistas.

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De acordo com a análise, as cotações do milho registraram disparadas no mercado disponível e uma boa recuperação no futuro, mudando o panorama que se desenhava há dois meses. Com a janela ideal de plantio prevista para grande parte do país e sem sinais de aumento expressivo nos custos de produção, as expectativas são de um bom desempenho em volume para a segunda safra do cereal.

De acordo com estimativas iniciais, a área plantada para a safra 2024/25 seria de 3,756 milhões de hectares, o que representaria uma redução de 5,2% em relação à safra anterior. Essa retração era atribuída às baixas cotações do milho, que levaram muitos agricultores a optarem por outras culturas mais rentáveis. Contudo, o recente aumento nos preços pode levar a uma ampliação da área plantada, sobretudo no Sul do país.

A demanda doméstica continua sendo o principal fator de sustentação dos preços no mercado físico. A valorização do boi gordo e os aumentos nos preços da carne suína e de aves são os grandes propulsores dessa tendência.

Apesar de uma breve queda nos preços na última semana, o cenário geral permanece positivo para o milho no Brasil, com expectativas de uma nova semana favorável ao cereal, conforme a análise da Grão Direto.





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confira cenário macroeconômico na análise do especialista do PicPay



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca que políticas inflacionárias de Trump elevam juros e incertezas nos EUA, enquanto Europa e China enfrentam crescimento fraco.

No Brasil, a deterioração fiscal pressiona o mercado, com a Selic podendo alcançar 14%, caso os cortes de gastos não avancem.



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Soja fecha em baixa em Chicago


As cotações da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram o dia em baixa nesta terça-feira, pressionadas pelo avanço do plantio no Brasil e pelas condições climáticas favoráveis em diversas regiões da América Latina. De acordo com o último relatório da Conab, o plantio da safra brasileira alcançou 73,8% da área planejada, superando os 65,4% registrados no mesmo período do ano passado.

Esse progresso representa uma mudança significativa, de atraso para adiantamento na semeadura, o que aumenta as expectativas de uma safra abundante. Além disso, a Abiove estimou um aumento de 9,4% no volume colhido para a temporada 2024/25, reforçando a pressão sobre os preços.  

O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, registrou queda de 1,11%, ou $ -11,25 cents por bushel, encerrando o dia a $ 998,50. Já o contrato para janeiro de 2025 recuou 1,03%, ou $ -10,50 cents por bushel, finalizando a $ 1008,50. No segmento de derivados, o farelo de soja para dezembro caiu 0,59%, ou $ -1,7 por tonelada curta, fechando a $ 288,6. O óleo de soja para o mesmo mês apresentou retração de 1,49%, ou $ -0,68 por libra-peso, encerrando a $ 44,84.  

A retração nos preços reflete o impacto direto das boas condições de plantio e do clima favorável nas regiões produtoras. O ritmo acelerado de semeadura no Brasil reduz incertezas no mercado, enquanto as perspectivas de aumento na produção consolidam uma oferta robusta para a próxima temporada. Além disso, a regularidade das chuvas em áreas estratégicas tem garantido condições ideais para o desenvolvimento das lavouras, contribuindo para a pressão negativa sobre as cotações.  

O mercado permanece atento à evolução da safra brasileira e à situação climática na América Latina, fatores cruciais para as tendências de preços da soja. Caso as condições climáticas continuem favoráveis e o ritmo de plantio se mantenha acelerado, é provável que as cotações sigam pressionadas nas próximas semanas.

 





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Mercado de soja no Brasil: Atualização por estados



No Mato Grosso do Sul, a umidade melhorou



Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente
Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente – Foto: Nadia Borges

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o plantio e os preços da soja no Brasil apresentaram variações significativas nos estados produtores nesta semana. No Rio Grande do Sul, o ritmo de plantio voltou a desacelerar, com preços no porto fixados em R$ 143,00 para entrega e pagamento em 29 de novembro. No interior, os valores oscilaram entre R$ 134,00 em Santa Rosa e São Luiz e R$ 135,50 em Cruz Alta e Passo Fundo. Em Panambi, os preços pagos ao produtor recuaram para R$ 125,00 a saca.

Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente, com 55% da área prevista já semeada, segundo a Epagri. As lavouras estão em fase vegetativa, com 99% em boas condições, favorecidas pelas chuvas regulares. No porto, a soja foi negociada a R$ 143,00, enquanto em Chapecó o valor ficou em R$ 135,50. No Paraná, as chuvas irregulares mantiveram o mercado cauteloso. No Porto de Paranaguá, a soja CIF foi indicada a R$ 142,00, com entrega e pagamento em dezembro. No interior, Cascavel registrou R$ 138,00 para retirada imediata e Ponta Grossa apresentou preços balcão de R$ 134,00.

No Mato Grosso do Sul, a umidade melhorou e o estado é o quarto mais avançado no plantio de soja nesta temporada. Em Dourados, o preço FOB foi indicado a R$ 137,00, mas sem acordos concretizados. Já o Mato Grosso segue como destaque nacional, com o segundo plantio mais adiantado. Em Primavera do Leste, a saca FOB com embarque imediato recuou R$ 2, para R$ 142,00, com baixa disposição de venda. Outras praças apresentaram valores como R$ 143,50 em Lucas do Rio Verde e Nova Mutum e R$ 141,50 em Rondonópolis e Campo Verde.





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Milho misto na B3: Entenda



O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 72,92



Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram
Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram – Foto: Divulgação

Conforme dados da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho na B3 apresentaram fechamento misto nesta terça-feira (19), refletindo o avanço acelerado do plantio no Brasil e sinais de firme demanda interna e externa. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o plantio da primeira safra de milho já alcançou 52,4%, superando os 49% registrados no mesmo período do ano passado. Esse progresso, aliado à grande demanda interna e preços nacionais acima de Chicago e outras origens, projeta um aumento no volume disponível do grão no país.  

Outro fator positivo foi a reversão do atraso no plantio da soja, que abriu espaço para uma janela adequada ao plantio do milho safrinha, garantindo boas perspectivas para o próximo ciclo. No mercado externo, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) revisou para cima a estimativa de exportações brasileiras de milho em novembro, de 5,37 milhões para 5,57 milhões de toneladas, embora o volume ainda fique ligeiramente abaixo das 5,66 milhões de toneladas exportadas em outubro.  

Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram. O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 72,92, com baixa de R$ 0,88 no dia e acumulando queda de R$ 3,82 na semana. Já o vencimento março/25 encerrou a R$ 73,83, com queda diária de R$ 0,78 e semanal de R$ 2,90. O contrato de maio/25 também recuou, fechando a R$ 72,22, registrando baixas de R$ 0,45 no dia e R$ 1,67 na semana.  

O cenário reflete uma combinação de fatores: o avanço no plantio e a expectativa de oferta maior no Brasil pressionaram os contratos mais curtos, enquanto a firmeza na demanda, tanto doméstica quanto internacional, aponta para um mercado ainda aquecido no médio prazo. 

 





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negociações variam entre os estados


Segundo informações da TF Agroeconômica, o plantio de milho no Rio Grande do Sul avançou apenas 1% na última semana. No mercado, os preços mantiveram-se estáveis: Santa Rosa com R$ 73,00 a saca; Não-Me-Toque, R$ 74,00; Marau e Gaurama também a R$ 74,00; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00, enquanto Montenegro apresentou o maior valor, R$ 77,00. Vendedores pedem valores mais altos, começando em R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negociações pontuais ocorreram em Palmeira das Missões e Erechim, com 300 toneladas a R$ 75,00 e 500 toneladas a R$ 75,50 para entrega imediata.  

Em Santa Catarina, os produtores ainda evitam fechar negócios, com pedidas pelo menos R$ 2,00 acima das ofertas. Compradores indicaram preços de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00 a R$ 75,00 CIF fábricas, enquanto transações de até 2 mil toneladas foram realizadas a R$ 75,00/76,00 no CIF meio-oeste. Chapecó teve indicações de R$ 74,00; Campos Novos, R$ 75,00; Rio do Sul, R$ 76,00; e Videira, R$ 73,00. No porto, os valores ficaram em R$ 67 para outubro e R$ 69 para novembro, sem novos negócios após o feriado.  

No Paraná, o plantio está praticamente concluído, conforme a Conab e o Deral. O mercado local registrou maior movimentação no oeste do estado, com a saca FOB negociada a R$ 70,00 no mercado spot, para embarque imediato e pagamento em 30 dias.  

No Mato Grosso do Sul, o Valor Bruto de Produção (VBP) apresentou queda de 10%, refletindo a lentidão nas negociações. Em Maracaju, os preços foram de R$ 53,00 (+R$ 1,00), Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00), Naviraí a R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciaram ofertas FOB a R$ 52,00, concentrando pedidas em R$ 55,00 no interior e R$ 58,00 no FOB, com indicações nos portos a partir de R$ 60,00.

 





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COP29 foca no papel das cooperativas no combate às mudanças climáticas



Nesta quarta-feira, se comemora o Dia Internacional da Agricultura. A data faz parte da programação da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2024 (COP29), em Baku, no Azerbaijão.

O evento abordou a importância do cooperativismo no setor. De acordo com o coordenador de Relações Governamentais do Sistema OCB, Eduardo Queiroz, o cooperativismo desempenha um papel de desenvolvimento social e econômico especialmente importante no Brasil.

“Nossas cooperativas representam mais de um milhão de produtores rurais e eles fazem parte do nosso cotidiano porque de tudo o que a gente come no dia a dia em nossas refeições, metade vem de cooperativas, desde o cafezinho, do leite, passando pelo arroz, feijão pela carne, então as cooperativas têm esse papel muito importante para o desenvolvimento do país”.

As cooperativas atuam diretamente no campo e facilitam a comunicação com o produtor rural, o que permite um relacionamento mais próximo com o campo, levando discussões sobre sustentabilidade a quem planta e colhe.

A gerente de ESG (Environmetal, Social e Governance) da Cooperativa Cooxupé, Natália Fernandes Carr fala, por exemplo, do projeto Gerações, que tem o foco de ir além da lavoura. Assim, o corpo técnico da cooperativa se dirige à propriedade rural e busca encontrar pontos de melhoria, traçando um plano de ação com 118 requisitos para que o produtor evolua indíces de cultivo e gestão sustentáveis.

Número de cooperativas no mundo

Dados da OCB mostram que ao redor do mundo existem mais de três milhões de cooperativas com cerca de um bilhão de membros, o que corresponde a 12% da humanidade.

No Brasil, existem mais de 4.500 cooperativas, sendo que entre as agrícolas, 71,2% são voltadas à agricultura familiar.

“Uma vez que qualifico o meu agricultor a fazer um plantio com uma planta de cobertura, a fazer uma integração lavoura-pecuária-floresta, a adotar um plantio a partir de um diagnóstico por imagens de Vant [veículo aéreo não tripulado], usando um algoritmo que vai fazer um controle de fluxo de enxurrada, que vai maximizar as linhas de plantio e reduzir o consumo de combustíveis fósseis, tudo isso gera uma economia para o agricultor, para o bolso. No entanto, acima de tudo, gera uma economia para o meio ambiente”, destaca o presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus, Matheus Kfouri Marinho.

O painel ministrado na COP 29 sobre o tema mostrou que o cooperativismo vai muito além do lucro, servindo como ferramenta de desenvolvimento social das comunidades.

“Na Cooxupe, temos o núcleo de educação ambiental, em que a gente apoia a comunidade para que eles possam entender como cuidar do meio ambiente. É um local onde a gente pode também ensinar ações, modos de realmente reduzir o impacto negativo das mudanças climáticas. Também é onde a gente produz as nossas mudas de espécies nativas. Fazemos o fornecimento gratuito para os nossos cooperados para que eles possam continuar preservando a área deles […]”, diz a gerente de ESG da cooperativa.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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