terça-feira, agosto 11, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de cana pode “encolher”



Muitos produtores enfrentam a perda de viveiros de mudas



Muitos produtores enfrentam a perda de viveiros de mudas
Muitos produtores enfrentam a perda de viveiros de mudas – Foto: Arquivo Agrolink

A produção de cana-de-açúcar no Brasil pode encolher até 20% até 2050, segundo estudo do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). O aumento das temperaturas e a irregularidade das chuvas já impactam negativamente o setor, como observado na safra 2023/2024, marcada por secas e queimadas na região Centro-Sul. Esses eventos não apenas afetam o desenvolvimento das plantas, mas também agravam o desequilíbrio de pragas e doenças, comprometendo a produtividade dos canaviais.

Além disso, muitos produtores enfrentam a perda de viveiros de mudas, essenciais para a renovação das lavouras. Michel Fernandes, consultor agrícola, alerta que a falta de mudas sadias pode gerar perdas produtivas significativas e elevar os custos no longo prazo. Nesse cenário, o manejo eficiente e o planejamento adequado são imprescindíveis para mitigar os impactos climáticos.

Para auxiliar na recuperação dos canaviais, soluções tecnológicas como o Muneo® Biokit, da BASF, vêm ganhando destaque. Combinando ação inseticida, fungicida e biológica, o produto promove o crescimento das plantas e melhora a absorção de nutrientes e água, mesmo em condições climáticas adversas. Experimentos realizados no Triângulo Mineiro comprovaram sua eficácia em diferentes tipos de solo e condições de manejo.

“Os canaviais estão cada vez mais expostos a condições extremas, e nossa missão é oferecer soluções que ajudem os produtores a enfrentar essas mudanças com mais segurança. Com o manejo adequado, é possível maximizar o uso de recursos hídricos e do solo, com um ciclo de produção mais sustentável e eficiente”, afirma Maria Leticia Guindalini, Desenvolvimento de Mercado da BASF Soluções para Agricultura.

 





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Ministro apoia PL da Reciprocidade, que protege exportações brasileiras de regras desiguais



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, manifestou apoio ao projeto de lei 1406/2024, o chamado PL da Reciprocidade, em declaração realizada nesta terça-feira (26). A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, busca impedir que exportações brasileiras sofram prejuízos devido a regras ambientais consideradas rigorosas e desiguais impostas por outros países.

O projeto prevê a não aceitação de acordos internacionais que possam restringir de forma discriminatória o comércio de produtos brasileiros. Segundo Fávaro, o Brasil já adota normas sanitárias e ambientais rígidas, garantindo uma produção de alimentos sustentável e respeitosa ao meio ambiente.

“É muito cabível que a gente possa cobrar a reciprocidade”, afirmou o ministro. Ele ressaltou que o Brasil está preparado para discutir boas práticas ambientais, rastreabilidade e transparência em seus processos com qualquer país ou bloco comercial. O objetivo é assegurar aos consumidores a qualidade e a sustentabilidade dos produtos brasileiros.

O que diz o PL 1406/2024?

O PL propõe alterações na Lei nº 12.187/2009, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). Entre as mudanças, está a criação do Programa Nacional de Monitoramento da Isonomia Internacional de Políticas Ambientais.

O programa terá como função acompanhar as políticas ambientais de países que mantêm relações comerciais com o Brasil, garantindo isonomia e cobrando a aplicação de práticas sustentáveis globalmente.



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Câmara aprova crédito a produtores rurais vítimas de enchentes e espécie de ‘Desenrola Rural’



A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (26), um projeto de lei que autoriza o governo federal a conceder crédito para produtores rurais de municípios gaúchos em situação de emergência ou calamidade decretada até 31 de julho.

A matéria vai ao Senado. De autoria do líder do governo, José Guimarães (PT-CE), e do deputado Bohn Gass (PT-RS), o texto teve a relatoria do deputado Luciano Zucco (PL-RS).

A subvenção econômica é oferecida sob a forma de desconto para liquidação ou renegociação de operações de crédito rural de custeio, investimento e industrialização.

A medida é destinada a mutuários cujos empreendimentos tenham sofrido perdas iguais ou superiores a 30%, em decorrência de eventos climáticos extremos no Rio Grande do Sul.

Está previsto que o Poder Executivo vai instituir uma comissão para analisar os pedidos de desconto das operações contratadas por cooperativas de produção agropecuária ou de mutuários que tenham tido perda igual ou superior a 60%.

O projeto também cria um programa de renegociação de pequenas dívidas de trabalhadores da agricultura familiar, chamado por Bohn Gass de “Desenrola Rural”.

A concessão do desconto para as operações de crédito em situação de inadimplência fica condicionada à liquidação ou à regularização de parcelas vencidas e não pagas relativas ao período anterior a 1º de maio deste ano.



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‘Bola para frente’, diz Fávaro, após retratação do CEO do Carrefour



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o episódio envolvendo o CEO global do Carrefour, Alexandre Bompard, está resolvido após a divulgação de carta com pedido de retratação. Ao anunciar na semana passada que o grupo deixaria de abastecer suas lojas na França com carne do Mercosul, Bompard colocou em dúvida as regras de sanidade do produto.

“O CEO global do Carrefour compreendeu que errou e se retratou. Agora, é bola para frente. Caso encerrado”, declarou o ministro, antes de participar de evento em São Paulo.

Fávaro também avaliou que as declarações não deverão atrapalhar o andamento das negociações para a assinatura de um acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia – que foi o pano de fundo do anúncio feito por Bompard, em meio a protestos de produtores franceses. “Sabemos que a França é contra o acordo, mas precisamos ver se conseguirá, sozinha, impedir algo que a União Europeia e o Mercosul desejam”, respondeu ele.

Sobre o fato de a varejista ter mantido a decisão de não adquirir carne do Mercosul, Fávaro minimizou o efeito. “Não há problema algum. A reação brasileira não foi pelo fato de eles decidirem de quem comprar. Todos têm liberdade de escolher de quem comprar, assim como você escolhe onde compra sua camisa ou seus óculos. Se querem pagar mais caro e, como disseram, preferem comprar dos franceses, é uma decisão deles.”

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) também disse que o episódio está “encerrado”. Em reação às declarações anteriores de Bompard, fornecedores do Carrefour no Brasil haviam suspendido novas entregas, movimento que ganhou o apoio público do ministro da Agricultura.

‘Confusão’

Na carta apresentada ao governo brasileiro, Bompard diz que seu anúncio causou “confusão”. “Se a comunicação do Carrefour França gerou confusão e pode ter sido interpretada como questionamento de nossa parceria com a agricultura brasileira e como uma crítica a ela, pedimos desculpas”, escreveu ele.

O executivo destaca que, na França, o Carrefour compra quase toda a carne utilizada nas suas atividades dos produtores franceses. “E assim seguiremos fazendo. A decisão do Carrefour França não teve como objetivo mudar as regras de um mercado amplamente estruturado em suas cadeias de abastecimento locais, que segue as preferências regionais de nossos clientes. Com essa decisão, quisemos assegurar aos agricultores franceses, que atravessam uma grave crise, a perenidade do nosso apoio e das nossas compras locais”, explicou Bompard.

No Brasil, segundo ele, também o grupo Carrefour compra quase toda a carne necessária para as suas atividades de produtores locais. “E seguiremos fazendo assim. São os mesmos valores de criar raízes e parceria que inspiram há 50 anos nossa relação com o setor agropecuário brasileiro, cujo profissionalismo, cuidado à terra e produtores conhecemos.”



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Máquinas de pequeno porte facilitam manejo de hortifrúti



Novos modelos de máquinas oferecem alta precisão nas operações


Foto: Divulgação

A crescente demanda por maior eficiência no cultivo de hortaliças e frutas tem impulsionado o desenvolvimento de máquinas compactas e especializadas, adaptadas especificamente para as necessidades das pequenas e médias propriedades. Equipamentos como plantadeiras, pulverizadores e colhedoras, agora mais acessíveis e adaptáveis a áreas menores, estão transformando a dinâmica do manejo dessas culturas, otimizando o tempo de trabalho e reduzindo custos operacionais.

Esses novos modelos de máquinas oferecem alta precisão nas operações, o que resulta em uma aplicação mais eficiente de insumos, controle de pragas e colheita mais ágil, permitindo que os produtores alcancem ótimos resultados mesmo em espaços reduzidos. As máquinas compactas têm a capacidade de operar em pequenas áreas de forma altamente eficiente, o que representa uma vantagem significativa em termos de produtividade e redução de custos. Elas possibilitam que o produtor maximize os resultados sem comprometer a qualidade.

Em um cenário de aumento nos custos de mão de obra e maior exigência por produtividade e qualidade no campo, a mecanização na hortifruticultura tem se mostrado uma tendência crescente. O uso dessas máquinas é particularmente importante para atender à crescente demanda por alimentos frescos e saudáveis, especialmente para mercados mais exigentes, tanto no Brasil quanto no exterior. A agilidade proporcionada por esses equipamentos permite que o ciclo produtivo seja mais rápido e eficiente, o que é essencial para culturas que demandam cuidados diários e colheitas frequentes.

Especialistas apontam que a adoção de tecnologias de ponta no manejo das hortaliças e frutas também contribui para a sustentabilidade das lavouras. Máquinas mais precisas e eficientes ajudam a reduzir o desperdício de recursos naturais, como água e insumos, além de minimizar o impacto ambiental da produção. Em regiões onde a mecanização estava limitada por conta do tamanho das propriedades, a chegada dessas máquinas compactas tem sido uma verdadeira revolução, permitindo que mais produtores se beneficiem da modernização do campo.

Além disso, o uso dessas tecnologias no manejo de hortifrúti também tem impactos diretos na qualidade do produto final. A colheita realizada por máquinas avançadas reduz danos aos frutos, garantindo que o produto chegue ao mercado com a aparência e as características organolépticas esperadas pelos consumidores. Com isso, os produtores podem aumentar a competitividade no mercado, conquistando mais espaço no mercado interno e nas exportações.

 





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Prévia do inflação sobe e pressiona BC por juros



O aumento dos preços de alimentos e passagens aéreas acelerou a prévia da inflação oficial no país em novembro e vai pressionar o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que pode intensificar o ritmo de alta da taxa básica de juros, segundo projeções do mercado.

Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça (26), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) passou de uma alta de 0,54%, em outubro, para 0,62% neste mês. O resultado ficou próximo das estimativas mais pessimistas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que previam uma inflação de 0,22% a 0,64%, com mediana de 0,49%.

A taxa acumulada pelo IPCA-15 em 12 meses acelerou pelo segundo mês consecutivo, subindo a 4,77% em novembro, superando a meta de inflação perseguida pelo Banco Central (BC), que é de 3% em 2024, com teto de tolerância até 4,5%.

Os dados de ontem colocam mais pressão sobre o BC na condução da política monetária, avaliou Luis Otávio Leal, economista-chefe da gestora de recursos G5 Partners, que elevou sua projeção tanto para o IPCA de novembro (de alta de 0,20% para 0,35%) quanto para o fechamento de 2024, de 4,6% para 4,7%.

“No Brasil, choques temporários se tornam permanentes e, por isso, acabam tendo de ser combatidos pela política monetária. Por enquanto, mantemos a nossa expectativa de que os juros fechem 2024 em 11,75% ao ano e cheguem a 13% ao ano em maio de 2025, mas ambas projeções têm um claro viés de alta”, disse Leal, em nota.

Com a inflação pressionada, o C6 Bank também prevê que o Copom aumente a taxa básica de juros em 0,5 ponto porcentual na reunião de dezembro, dos atuais 11,25% ao ano para 11,75% ao ano, com mais duas elevações de 0,25 ponto porcentual nos encontros de janeiro e de março de 2025. “Não descartamos, porém, o risco de o ajuste ser ainda mais elevado em função da piora das expectativas de inflação”, ponderou a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, em comentário.

A XP Investimentos espera, por enquanto, uma inflação de 4,9% ao fim de 2024, seguida de alta de 4,7% em 2025. “Nossa projeção para a taxa Selic terminal (no fim do atual ciclo de alta) é de 13,25% em meados de 2025, mas a probabilidade de uma aceleração no ritmo do aperto, para 0,75 ponto porcentual, aumentou”, escreveu Alexandre Maluf, em comentário a clientes.

Itens voláteis

Em novembro, itens considerados voláteis, como alimentos e tarifas aéreas, foram os principais “vilões” da prévia da inflação oficial. O custo das famílias com alimentação e bebidas subiu 1,34% neste mês, respondendo por quase metade (0,29 ponto porcentual) da taxa de 0,62% registrada pelo IPCA-15. Os produtos alimentícios aumentaram pelo terceiro mês seguido.

A alimentação no domicílio encareceu em 1,65% em novembro. Houve aumentos no óleo de soja (8,38%), tomate (8,15%) e carnes (7,54%). Por outro lado, as famílias pagaram menos pela cebola (-11,86%), ovo de galinha (-1,64%) e frutas (-0,46%). Já a alimentação fora do domicílio aumentou 0,57%: a refeição fora de casa subiu 0,38%, e o lanche avançou 0,78%.

Em transportes, as passagens aéreas encareceram 22,56% em novembro, maior pressão individual sobre a inflação (0,14 ponto porcentual). O ônibus urbano subiu 1,34%. Nos combustíveis, houve aumentos no gás veicular (1,06%) e na gasolina (0,07%), mas quedas no etanol (-0,33%) e no óleo diesel (-0,17%).



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França chama alimentos do Brasil de ‘lixo’ e rejeita acordo Mercosul-UE



A Assembleia Nacional da França votou nesta terça-feira (26) contra o acordo de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul, com 484 votos contrários e 70 favoráveis. Apesar de não ter força de lei, a votação sinaliza a forte resistência de alguns países europes ao tratado – também a Polônia votou ontem contra o acordo.

Entre as principais críticas dos franceses, destacaram-se as questões relacionadas à carne brasileira. Parlamentares levantaram dúvidas sobre a qualidade do produto, comparando-o de forma negativa com a produção local. O deputado Vincent Trébuchet afirmou que “nossos agricultores não querem morrer e nossos pratos não são latas de lixo”. Já a deputada Melanie Thomin disse que o acordo seria “tóxico” para os consumidores franceses, uma vez que “hormônios são usados impunemente [na pecuária] no Mercosul.

Em resposta às críticas, o ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, defendeu a qualidade e sustentabilidade da produção brasileira. Ele destacou o compromisso do país em seguir práticas ambientalmente responsáveis, buscando reforçar a posição do Brasil no mercado internacional.

O tratado, que inclui cotas de importação que representariam uma pequena parcela do consumo europeu, também foi alvo de preocupações sobre possíveis instabilidades no mercado francês. O Senado da França ainda deve discutir o tema, enquanto o governo brasileiro acredita que o acordo seja formalizado na semana que vem, em Montevidéu, no Uruguai, durante a reunião de cúpula do Mercosul.

A votação também trouxe à tona debates mais amplos sobre acordos de livre-comércio. Alguns deputados defenderam a revisão de outros tratados comerciais vigentes. A ministra da Agricultura da França, Annie Genevard, expressou oposição ao acordo, mas destacou os laços históricos entre a França e os países da América Latina como um fator relevante a ser considerado.



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Preços da carne bovina seguem em alta


De acordo com a edição de novembro do Agro em Dados, publicação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, em outubro de 2024, o mercado da carne bovina registrou um aumento expressivo nas cotações, reflexo de fatores como a escassez de animais prontos para abate e a demanda aquecida, tanto interna quanto externa. Desde junho, os preços vêm se elevando, impulsionados por uma recuperação lenta das pastagens, mesmo com o início das chuvas.

A baixa oferta de animais terminados, aliada a escalas curtas de abate nos frigoríficos, tem restringido a oferta de carne no mercado consumidor. Por outro lado, as exportações brasileiras seguem em alta, com destaque para o aquecimento da demanda internacional, que sustenta os preços.

Entretanto, no mercado doméstico, o preço elevado da carne bovina pode favorecer o consumo de proteínas mais acessíveis, como carne suína e de frango, nos próximos meses, conforme o boletim.

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No cenário internacional, o governo do Marrocos concedeu ao Brasil uma cota de 20 mil toneladas de carne bovina com isenção total de impostos. O país norte-africano, que já intensificava suas compras desde 2022, importou US$ 5,8 milhões da proteína brasileira entre janeiro e setembro deste ano. A medida pode fortalecer o comércio de produtos agropecuários brasileiros e beneficiar estados exportadores como Goiás, que já mantém relações comerciais com outros países africanos, como Egito e Argélia.

Segundo o Agro em Dados, a carne bovina brasileira enfrenta desafios para se adequar às normas europeias de rastreabilidade previstas para 2025. A legislação EUDR exige o controle total da cadeia produtiva, desde o nascimento dos animais. A China, outro grande importador da proteína, também adotará padrões semelhantes, com os primeiros embarques de carne totalmente rastreada previstos para o próximo ano. Essas exigências devem sustentar os preços enquanto as propriedades se adaptam às novas regulamentações.

No mercado interno, o preço do bezerro alcançou R$ 2.409,01 no final de outubro, o maior valor já registrado para o mês, representando um aumento de 5,2% na média mensal em relação a 2023, segundo o Cepea. A procura por boi magro pelos confinadores, entusiasmados com os preços atuais e futuros do boi gordo, deve continuar pressionando os valores para cima.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Prosa Agro Itaú BBA | Perspectivas para a indústria da soja e a Lei…


Atenção: Esse conteúdo foi produzido pela equipe do Itaú BBA e gentilmente cedido para republicação no site Notícias Agrícolas

Neste episódio do Prosa Agro, recebemos o André Nassar, fundador da consultoria Agroicone, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (ABIOVE), que compartilhou conosco sua perspectiva para o próximo ano da indústria de soja no Brasil.

Além disso, dividiu a sua visão sobre os desafios e oportunidades que a eleição americana irá trazer ao agronegócio brasileiro e os paralelos da situação atual com a “guerra comercial” dos EUA com a China em 2018.

Discutimos as oportunidades que a Lei “Combustível do Futuro” traz para o agronegócio como um todo, além do potencial de aumentar o beneficiamento da soja dentro do país. Falamos também sobre como o Brasil precisa se posicionar na discussão internacional sobre os combustíveis de baixo carbono, como o combustível sustentável de aviação (SAF), o diesel verde (HVO) e o combustível marítimo.

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confira as notícias que impactam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca a indefinição sobre o pacote fiscal no Brasil, enquanto o IPCA-15 surpreende para cima, reforçando o viés de alta na Selic. Nos Estados Unidos, tarifas de Trump elevam incertezas, mas fortalecem o dólar e impulsionam bolsas.



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