segunda-feira, agosto 10, 2026

Autor: Redação

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Broca da cana-de-açúcar pode elevar custo de processamento de etanol em 18%


As perdas causadas pela broca da cana-de-açúcar refletem diretamente nos custos de processamento industrial, com dispêndios de até 18%, dependendo do caso.

Essa é a conclusão de estudo realizado pelo Pecege Consultoria e Projetos em parceria com o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC).

A pesquisa mostra que, em média, as unidades sucroenergéticas do Centro-Sul do país enfrentaram um aumento significativo nas despesas relacionadas à contaminação da matéria-prima e à menor eficiência fermentativa na cana processada.

Assim, essas alterações impactam especialmente a produção de açúcar e etanol, com custos ajustados em função da quantidade de produto gerado.

O levantamento mostra o custo agroindustrial em função da eficiência fermentativa e qualidade da cana por produto, ou seja, quanto maior o índice de infestação, menor a qualidade.

Perdas no processamento de açúcar e etanol

açúcaraçúcar
Foto: Embaixada dos Estados Unidos no Brasil

O estudo mostra que uma cana com 8,5% de comprometimento pela praga tem custo de processamento do açúcar branco 6% maior do que uma planta com zero infestação (R$ 231 contra R$ 218 por tonelada).

Contudo, na produção de etanol, o impacto é ainda mais expressivo ao se considerar o mesmo nível de infestação (8,5%). Neste caso, há custo de processamento de etanol 18% maior em comparação à lavoura sem broca (de R$ 285 contra R$ 235 por tonelada).

“Este levantamento reforça a relevância de compreender os danos causados pela praga e os impactos econômicos no setor sucroenergético. Os dados obtidos não apenas quantificam as perdas, mas também evidenciam a necessidade de estratégias mais eficazes de controle e mitigação”, destaca Haroldo Torres, do Pecege Projetos.

Já de acordo com o gerente de marketing do CTC, Ricardo Neme, o uso da tecnologia Bt na cana-de-açúcar apresenta eficácia de controle da broca da cana acima de 95%, reduzindo quase integralmente os danos causados pela praga tanto na área agrícola quanto no processamento industrial.

O estudo no íntegra pode ser acessado aqui.



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Itália quer mudanças no acordo Mercosul-UE



A Itália está exigindo alterações nas seções agrícolas do projeto de acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, afirmou o ministro das Relações Exteriores do país, Antonio Tajani, nesta quarta-feira (4).

O acordo propõe cotas de importação para produtos agrícolas de países do Mercosul, como Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com isenção ou redução de tarifas. No entanto, agricultores da UE, principalmente franceses, se opõem ao tratado, argumentando que ele ampliaria os desafios econômicos já enfrentados pelo setor devido às importações baratas e regulamentações rigorosas.

Segundo a agência Reuters, Tajani declarou que, embora a Itália apoie o acordo, é necessário corrigir questões relacionadas à agricultura para proteger os interesses locais.

O ministro da Agricultura italiano, Francesco Lollobrigida, também expressou insatisfação, afirmando que o projeto atual é “inaceitável” e pediu que os países do Mercosul cumpram as mesmas normas da UE em relação a direitos trabalhistas e ambientais.

Apesar dessas preocupações, o acordo é defendido por países sul-americanos e encontra forte apoio de membros da UE, como Alemanha e Espanha.

Os líderes dos países do Mercosul devem se reunir no Uruguai nesta quinta-feira (5), e a expectativa é que o bloco possa aproveitar o evento para concluir as negociações do acordo, há muito tempo pendente.

Enquanto isso, a Itália continua pressionando por ajustes que equilibram as demandas agrícolas com os interesses industriais, buscando um consenso que beneficie ambas as partes.



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AgroNewsPolítica & Agro

levantamento analisa efeitos climáticos em 2024 e projeções para 2025


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deu início, em 1º de dezembro, ao levantamento do fechamento da safra de café 2024 e às projeções para a safra de 2025. A pesquisa, que se estende até 14 de dezembro, tem como foco a coleta de informações para estimar a produção de café em todo o país, considerando os desafios enfrentados pelas lavouras devido às adversidades climáticas.

A Conab está conduzindo a pesquisa presencialmente nos principais estados produtores de café, como Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Goiás. Em contrapartida, a coleta será remota ou híbrida em Rondônia, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná, utilizando tecnologias para garantir a precisão dos dados. Essa abordagem permite alcançar uma visão abrangente e detalhada das condições de cultivo em diferentes regiões cafeeiras, ajustando-se às especificidades locais.

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Segundo a Conab, o levantamento ocorre em um ciclo de bienalidade positiva para o café arábica, caracterizado tradicionalmente por maior produtividade. Entretanto, fatores climáticos, como estiagens prolongadas, chuvas irregulares e altas temperaturas durante o desenvolvimento dos frutos, afetaram negativamente o desempenho das lavouras, frustrando as projeções iniciais para a safra de 2024. A Conab destaca que essa pesquisa é fundamental para avaliar os impactos climáticos na produção nacional e orientar o mercado, fornecendo informações estratégicas para o planejamento agrícola e a tomada de decisões no setor cafeeiro.

O último levantamento da Conab, divulgado em setembro, apontava uma produção de 54,8 milhões de sacas beneficiadas em 2024, uma queda de 0,5% em relação à safra anterior. A produtividade média foi de 28,8 sacas por hectare, representando uma redução de 1,9% frente ao ciclo passado, mesmo com um aumento de 1,4% na área em produção, que alcançou 1,9 milhão de hectares. Os dados obtidos durante esta pesquisa serão divulgados em janeiro de 2025. O 4º Levantamento da Safra de Café 2024 está programado para o dia 21, enquanto o 1º Levantamento da Safra de Café 2025 será apresentado no dia 28 do mesmo mês.





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MST pode invadir novamente fazenda do RS após reintegração de posse



Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) estão acampados nesta quarta-feira (4) em frente à entrada da Cabanha Santa Angélica, em Pedras Altas, no Rio Grande do Sul

Na terça (3), grupos do MST haviam invadido essa propriedade e uma outra na mesma região, mas haviam deixado as duas fazendas pacificamente no fim da tarde, seguindo orientação da Secretaria de Segurança Pública do estado.

“Eles apenas saíram do campo, mas seguem acampados em frente à porteira da estância”, afirmou o proprietário da Santa Angélica, Ramiro Costa. Segundo ele, a tensão no local aumenta, mesmo com um efetivo da Brigada Militar dando proteção à fazenda. 

Costa afirma que o MST “passou a falsa impressão que tinham cedido”, levando à desmobilização de produtores e autoridades que tinham ido ao local em socorro ao proprietário. 

“Precisamos seguir mobilizados, porque, além de não irem embora, voltarão para dentro do campo ou até mesmo invadirão a sede”, acredita Costa.

“Não vamos aceitar qualquer tipo de invasão, de esbulho e de desrespeito à propriedade privada”, diz o presidente do Sindicato Rural de Pedras Altas, Carlos Hofmeister. “Estamos em plena safra, mas tivemos que deixar os trabalhos em época de plantio para defendermos essas propriedades”.

Fundada em 1870, a Cabanha Santa Angélica é uma propriedade de tradição agropecuária. Na fazenda, há lavouras de arroz, soja e milho, além de criações de cavalo crioulo, bovinos hereford e braford, ovinos romney marsh e gado leiteiro.

A outra propriedade invadida na região, de onde o MST também já foi retirado, é a Fazenda Nova, produtora de grãos e gado de corte, na divisa de Hulha Negra com Pedras Altas.



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O tempo nas áreas produtoras de soja: onde chove?



O Brasil chega à reta final da semeadura da soja, com 90% da área já plantada, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ritmo está mais adiantado do que no ano passado, o que reflete a boa distribuição de umidade pelo país. No entanto, alguns estados, como Mato Grosso do Sul, ainda enfrentam desafios devido a atrasos nas chuvas, o que tem preocupado os produtores.

Com a distribuição da umidade nas áreas da soja, boa parte do país acelerou os trabalhos no campo. No Mato Grosso do Sul, os produtores estavam aguardando a chuva, que já retornou, permitindo que as atividades fossem retomadas.

De acordo com os dados da Conab, Mato Grosso já finalizou os trabalhos no campo, enquanto Tocantins alcançou 93% de semeadura. Outros estados como Paraná e Minas Gerais também estão em fase final, com menos de 5% para concluir. No Matopiba, a semeadura já está mais de 20% adiantada em relação ao ano passado.

Progresso nas lavouras da soja

A distribuição da umidade do solo tem sido favorável para a aceleração do plantio, com destaque para a umidade em várias regiões produtivas. No Rio Grande do Sul, o quadro de déficit hídrico já foi revertido, e as chuvas chegaram ao sul de Mato Grosso do Sul, mas ainda são necessárias mais precipitações. A previsão é de que a chuva continue avançando para o Matopiba e para o estado do Pará, com até 50 mm de chuva nos próximos dias, o que deve ajudar as lavouras.

Nos próximos cinco dias, o Paraná terá chuvas volumosas, com acumulados entre 80 mm e 100 mm, o que pode atrasar a finalização do plantio. No Centro-Oeste, em estados como Mato Grosso e Goiás, a previsão é de 50 mm de chuva em cinco dias, o que deve garantir o bom andamento das atividades agrícolas.

Para Mato Grosso do Sul, essa chuva é uma ótima notícia, pois ajudará a recuperar a umidade do solo, principalmente nas áreas que estavam mais atrasadas.

O tempo e o impacto no plantio da soja

No período de 9 a 13 de dezembro, a previsão é que a chuva continue avançando no Matopiba, mas com volumes menores, o que ajudará a acelerar os trabalhos no campo, pois essas áreas estão com boa umidade no solo.

O Norte do Pará também deve receber chuvas, enquanto no Sul, as chuvas diminuem no Paraná. No entanto, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul continuam sob alerta, com acumulados de até 150 mm em cinco dias, o que pode causar excessos de umidade no solo, atrasando o plantio e colocando a região sob risco de alagamentos e deslizamentos de terra.

Risco de temporais

A previsão aponta para chuvas volumosas no Centro-Oeste do país, o que pode afetar o andamento das atividades no campo. No entanto, o tempo deve ficar mais firme no Rio Grande do Sul até quinta-feira, e a partir de sexta-feira, uma cavada poderá causar rajadas de vento fortes e risco de granizo, com ventos passando de 100 km/h. Os produtores devem estar atentos a esses eventos climáticos, pois temporais intensos podem prejudicar a produção.

A primavera traz muitos temporais, e os produtores devem estar preparados para as condições climáticas adversas. Quando houver trovoadas fortes, é essencial recolher os maquinários do campo para evitar danos. O risco de granizo e rajadas de vento deve ser monitorado de perto.



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regulamentação dos bioinsumos e a produção sustentável



O Senado aprovou, nesta terça-feira (3), o PL 658/2021, que estabelece o marco legal dos bioinsumos, um avanço para a agricultura sustentável no Brasil. Aprovado na Câmara, o projeto segue para sanção presidencial e representa um avanço para os produtores de soja, que poderão adotar alternativas biológicas aos produtos químicos, aumentando a eficiência e a sustentabilidade das lavouras.

O PL 658/2021 traz uma importante segurança jurídica para o setor agrícola, organizando o mercado de bioinsumos e permitindo o desenvolvimento de tecnologias mais sustentáveis. Para os produtores de soja, isso significa maior acesso a alternativas mais econômicas e ecológicas, que podem reduzir a dependência de produtos químicos importados, melhorar a saúde do solo e aumentar a produtividade das lavouras de forma sustentável.

Fabrício Rosa, diretor-executivo da Aprosoja Brasil, ressaltou a importância do PL 658/2021, destacando que a regulamentação representa um avanço para a agricultura brasileira. Segundo ele, o projeto oferece segurança jurídica, permitindo que os produtores de soja e outros setores possam adotar práticas mais sustentáveis sem enfrentar riscos legais.

O marco legal também reforça a posição do Brasil no mercado agrícola global, aumentando sua competitividade e criando novas oportunidades para atrair investimentos internacionais. Para a soja brasileira, um dos principais produtos de exportação, o projeto traz benefícios diretos, incentivando a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis e tecnologias inovadoras.



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AgroNewsPolítica & Agro

Queda na produção de bezerros preocupa pecuaristas em Mato Grosso



Redução no índice de desmama reforça desafios para a pecuária mato-grossense




Foto: Divulgação

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (2), o índice bruto de desmama em Mato Grosso registrou em 2024 uma redução de 4,83 pontos percentuais (p.p.) em comparação ao ano anterior. Esse resultado representa a quarta maior queda na série histórica iniciada em 2006, fixando a média estadual em 67,65%.

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O desempenho deste ano também marca uma redução de 1,29 p.p. em relação ao índice de 2018, que até então apresentava o menor valor da série. A análise aponta que esses bezerros são oriundos da estação de monta de 2022, considerando o período de gestação e o ciclo de desmame. A queda no indicador é atribuída ao aumento no descarte de fêmeas registrado em 2022. O alto volume de matrizes abatidas nos últimos três anos contribuiu para a redução do potencial reprodutivo no estado, impactando diretamente a produção de bezerros.

A tendência, segundo o Imea, é que o índice bruto de desmama permaneça em níveis baixos nos próximos ciclos, dado o cenário de menor disponibilidade de matrizes no rebanho estadual. Essa redução pode gerar reflexos na pecuária de corte em Mato Grosso, principal estado produtor de carne bovina no país. A menor produção de bezerros pode levar à redução da oferta de animais para engorda, com potenciais impactos na cadeia de abastecimento e na rentabilidade dos pecuaristas.





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sindicatos do Mercosul querem que CEO do Carrefour se desculpe com toda a região



Diversos sindicatos de países do Mercosul solicitaram que o CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, amplie suas desculpas a todos os países do bloco, após ter se desculpado apenas com o Brasil, segundo comunicado da União de Sindicatos da Produção (UGP) do Paraguai.

A controvérsia surgiu depois que o grupo anunciou que deixaria de vender carne do Mercosul, levando empresários brasileiros a suspenderem entregas aos supermercados da rede no Brasil. Em resposta, Bompard enviou uma carta de desculpas.

No entanto, sindicatos do Paraguai e de outros países do bloco afirmaram que o incidente afetou todos os produtores do Mercosul, exigindo uma retratação que contemple toda a região.



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Mesmo na entressafra, preço de arroz recua 14% em novembro



O indicador do arroz em casca Cepea/Irga-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) acumulou forte queda de 13,95% em novembro, encerrando o mês a R$ 102,23 por saca de 50 kg. A média mensal, de R$ 111,66 por saca, ficou 6,39% menor que a de outubro/24 e 1,94% inferior à de novembro de 2023, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de novembro de 2024).

Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) afirmam que o movimento de baixa é considerado atípico para este período de entressafra, quando a menor disponibilidade de cereais, historicamente, sustenta os valores.

Segundo o centro de pesquisas, a comercialização envolvendo arroz em casca no mercado spot do Rio Grande do Sul continua lenta. Produtores têm resistido aos preços oferecidos pelas indústrias, apostando em recuperação nas próximas semanas.

Já a demanda está limitada, com compradores locais mostrando pouco interesse em adquirir o produto e/ou optando por ofertas mais baixas envolvendo sobretudo o arroz depositado e a prazos de pagamento alongados, ainda conforme pesquisas do Cepea.



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acompanhando robusta em Londres, NY registra preços mais baixos



O café arábica opera com preços predominantemente mais baixos na sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE) neste momento. O mercado estende as perdas da última sessão, seguindo o movimento baixista do robusta na Bolsa de Londres.

A alta do dólar frente a outras moedas correntes atua como pressão. Já o bom desempenho dos preços do petróleo limita maiores perdas.

Os contratos com entrega em março/25 operam a 295,40 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,1 centavo ou 0,03%.

Na terça-feira (3), o café arábica encerrou as operações com preços moderadamente mais baixos. Em sessão volátil, em que NY trabalhou ora no terreno positivo e ora no negativo, o fechamento foi em ligeira baixa com o mercado dando sequência à correção técnica dos últimos dias.

Há ainda sinais de sobrecompra e os ajustes persistem. O dólar firme em relação ao real, em patamares historicamente elevados, também pressiona a bolsa, dando competitividade às exportações brasileiras.

Por outro lado, também seguem as preocupações com a safra de 2025 do Brasil, o que são um aspecto de suporte aos preços, que recentemente atingiram os níveis mais elevados em 47 anos. Isso tirou o mercado do fundo do poço da sessão desta terça-feira.

Na máxima do dia, março chegou a voltar a trabalhar acima de US$ 30 a libra-peso, batendo em 300,85 centavos. Mas na máxima também chegou a testar a faixa de 290 centavos.

Os contratos com entrega em março/2025 fecharam a 295,50 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 0,55 centavo, ou de 0,2%. A posição maio/2025 fechou a 293,65 centavos, queda de 0,60 centavo, ou de 0,2%.



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