segunda-feira, agosto 10, 2026

Autor: Redação

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Confira as cotações da soja em dia de pouca oferta disponível



O mercado brasileiro de soja segue pouco negociado. Os preços, em sua maioria, são apenas referências no mercado disponível. A safra nova tem poucas novidades. Por enquanto, as indicações dos compradores estão abaixo do que os vendedores procuram. Com pouca oferta, quem tem soja pede preços elevadíssimos, segundo a Safras & Mercado.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço manteve-se em R$ 136,00
  • Região das Missões (RS): preço manteve-se em R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 143,00 para R$ 142,00
  • Cascavel (PR): preço manteve-se em R$ 136,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço manteve-se em R$ 142,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 136,00 para R$ 135,50
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais altos. Em dia volátil, o mercado reagiu positivamente ainda aos dados divulgados ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e aos ganhos do petróleo.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 0,75 centavo de dólar, ou 0,07%, a US$ 9,95 1/2 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 10,02 3/4 por bushel, com ganho de 2,50 centavos, ou 0,24%.

Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com baixa de US$ 0,90 ou 0,30%, a US$ 291,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 42,44 centavos de dólar, com baixa de 0,28 centavo ou 0,65%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 1,27%, sendo negociado a R$ 5,9704 para venda e a R$ 5,9684 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9503 e a máxima de R$ 6,0733.



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Brasil pode sofrer apagão logístico na safra 2027/28, mostra estudo



O Brasil é o maior produtor de soja do mundo e está entre os principais exportadores de grãos, respondendo por 7,8% dos embarques internacionais.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) espera que nos próximos dez anos, a oleaginosa, o cereal e o trigo devem puxar ainda mais o crescimento da produção brasileira, que atingirá 379 milhões de toneladas, acréscimo de 27% frente a última safra.

No entanto, estudo da consultoria Macroinfra aponta que o Brasil atingiu 91,3% da capacidade portuária para exportação de granéis agrícolas, nível que está acima do limite de segurança operacional.

“Estamos hoje em dia em um pré-gargalo porque com 91% de utilização da capacidade, quando se passa dos 80%, 85%, já é hora de agir. Do jeito que está, se nada for feito, se novos terminais não forem agregados na matriz portuária brasileira, prevemos que até a safra 2027/28 já estaremos com 100% da capacidade tomada”, diz Olivier Girard, sócio-diretor da empresa.

Apagão logístico no Brasil

O levantamento indica que a capacidade portuária brasileira chegará a 94,5% já em 2025 e, seguindo o ritmo atual, estará em 96,8% em 2026 e, finalmente, em 99,6% no ciclo 2027/28.

Com isso, a Macroinfra alerta que a tendência é que o Brasil sofra um “apagão” nas exportações de granéis agrícolas até o fim da década e um aumento nos custos, de ponta a ponta, se nada for feito.

Girard ressalta que ao não conseguir exportar, o país sofrerá o processo inverso: a carga ficará armazenada e tende a bloquear todos os portos, em seguida os armazéns das tradings e, por fim, as fazendas. “Isso implica obrigatoriamente no aumento de custos para toda a cadeia”.

Investimentos no Arco Norte

O estudo revela a necessidade de investimentos focados na abertura de novos terminais portuários, principalmente no Arco Norte do país. A região abrange os estados do Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Maranhão, que deve ganhar protagonismo na movimentação de cargas nos próximos anos e podem se tornar uma alternativa logística para os embarques internacionais do setor.

“A maior parte da capacidade está no Sul e Sudeste, estamos falando de praticamente 72,5% da capacidade nessas regiões. No entanto, aonde a produção e as exportações vão crescer cada vez mais será no Arco Norte”.

Assim, ele diz que investir em terminas portuários que estejam localizados mais ao norte e nordeste do país é essencial para evitar o apagão logístico do país.



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Devolução de embalagens de defensivos cresce mais de 75% no Tocantins



O Projeto de Recebimento Itinerante (RI) cresceu neste ano, 75,22% em relação a 2023 e bateu recorde na devolução de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Tocantins.

De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), foram devolvidas 49,9 toneladas de embalagens vazias de 1.330 pequenos e médios produtores rurais atendidos de 34 municípios.

Em 2023, foram devolvidos 28,5 toneladas de embalagens de defensivos no estado.

Além disso, os dados também demonstram que também cresceu o número de produtores rurais atendidos.

Segundo a Adapec, houve um amento de 50,11% em relação a 2023, quando contou com 866 produtores participantes.

“O resultado, que conta com a parceria de outras entidades para a realização do Projeto, é importante para retirar esse passivo do campo, possibilitando que pequenos e médios produtores rurais tenham acesso à devolução correta de suas embalagens e colaborem com a preservação do meio ambiente”, pontua o presidente da Adapec, Paulo Lima.

O gerente de Inspeção Vegetal da Adapec, Carlos César Barbosa, explica que a Agência, além do compromisso na fiscalização dos defensivos, tem um papel fundamental na realização do projeto.

“Contribuímos com a mobilização dos produtores rurais nos municípios onde são realizadas as ações, orientamos, por meio da educação sanitária, sobre a importância da devolução e o uso correto desses produtos, bem como fiscalizamos a realização dos RIs”, destaca.

Parceiros do RI

Além da Adapec, são parceiros do Projeto: o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev); a Central de Silvanópolis dirigida pela Associação dos Revendedores de Insumos Agropecuários de Porto Nacional (Areia); a Central de Pedro Afonso. administrada pela Associação das Revendas de Insumos Agropecuárias do Médio Norte Tocantinense (Atria); a Central de Imperatriz/MA, conduzida pela Associação do Comércio de Insumos Agropecuários da Região Tocantina (Aciart); a Associação dos Distribuidores de Insumos Agropecuários do Estado do Tocantins (Adiato); sindicatos rurais e prefeituras municipais.


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AgroNewsPolítica & Agro

Senado aprova transição energética



“O reconhecimento da importância do produtor rural é primordial”



“O reconhecimento da importância do produtor rural é primordial"
“O reconhecimento da importância do produtor rural é primordial” – Foto: Pixabay

O Plenário do Senado Federal aprovou, na terça-feira (10), o Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN), por meio do Projeto de Lei 327/2021. O programa tem como objetivo fomentar o financiamento de projetos sustentáveis, priorizando iniciativas voltadas ao desenvolvimento de energias renováveis, como solar, eólica e biomassa, além da substituição de matrizes energéticas poluentes por fontes renováveis. A proposta também visa incentivar a inovação tecnológica e a melhoria da infraestrutura verde no país. 

De acordo com o relator do projeto, senador Laércio Oliveira (PP-SE), um ponto essencial do PATEN é a criação de mecanismos que viabilizem o acesso a recursos financeiros com custos reduzidos para os projetos de transição energética. A ideia é promover a substituição das fontes energéticas tradicionais por alternativas mais limpas e renováveis, contribuindo para o crescimento econômico sustentável.

O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) também se manifestou sobre a proposta, destacando a importância estratégica do PATEN para posicionar o Brasil na vanguarda de insumos sustentáveis. Segundo ele, a valorização do produtor rural é um aspecto fundamental, já que o projeto reconhece o papel essencial do agro na produção de matérias-primas para biocombustíveis, como cana-de-açúcar e soja. O texto retornará à Câmara dos Deputados para novas alterações.

“O reconhecimento da importância do produtor rural é primordial do ponto de vista de produtores de cana, soja e outros. É necessário que o produtor seja identificado como fornecedor independente da matéria-prima de biocombustíveis. Essa definição reforça o papel essencial do papel do agro na implementação das políticas públicas do PATEN”, explicou.

 





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Aprosoja MT solicita análise do Cade sobre a Moratória da Soja



A Aprosoja-MT apresentou, nesta quarta-feira (11), um pedido formal ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para avaliar as práticas comerciais das empresas que assinaram a Moratória da Soja.

Após 20 anos de vigência do acordo e diversas tentativas de diálogo com as empresas, a associação decidiu buscar uma análise mais detalhada, apresentando novos dados e argumentos técnicos que mostram os impactos do pacto sobre o livre mercado e a economia das regiões produtoras.

Embora o Congresso já tenha solicitado a análise da Moratória por entender que ela pode afetar o princípio da livre iniciativa, a Aprosoja-MT traz uma nova abordagem, com elementos jurídicos e técnicos adicionais. A associação argumenta que o acordo tem gerado dificuldades para os produtores e afetado o desenvolvimento de algumas regiões.

O pedido à autoridade antitruste destaca que o acordo pode estar criando obstáculos para a concorrência, o que impacta diretamente as atividades econômicas dos produtores e o crescimento sustentável de diversas comunidades.

A Moratória da Soja e seus impactos

A Moratória da Soja foi criada em 2006 com o intuito de combater o desmatamento ilegal na Amazônia. No entanto, ao longo dos anos, o pacto passou a afetar de os produtores que seguem rigorosamente as normas ambientais do Brasil, gerando dificuldades adicionais para suas atividades.

O Código Florestal de 2012 estabelece que, no bioma amazônico, 80% das propriedades devem ser destinadas à preservação ambiental, com os 20% restantes podendo ser usados para cultivo, desde que obtida licença ambiental. Contudo, a Moratória da Soja adota uma política de “desmatamento zero”, o que leva a 90% das tradings que assinaram o pacto a não comprar soja de áreas legalmente desmatadas.

”Quando desprezou o direito dos agricultores, a Moratória da Soja deixou de ser uma solução ambiental para se tornar um obstáculo ao progresso econômico de regiões inteiras”, destaca o presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber.

Mato Grosso

Mato Grosso é o maior produtor de soja do Brasil e o quarto maior do mundo, com uma produção de 44 milhões de toneladas. A Aprosoja-MT estima que cerca de 85 municípios e 2,7 milhões de hectares do estado sejam afetados pela Moratória, resultando em perdas econômicas superiores a R$ 20 bilhões.

”A análise do Cade poderá ajudar a entender como o acordo impacta o mercado de soja e a liberdade de negociação dos produtores, o que pode gerar soluções para a situação atual”, conclui Sidney Pereira de Souza Jr., sócio do escritório Reis, Souza, Takeishi & Arsuffi, que representa a Aprosoja-MT.



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Presidente Lula passará por nova cirurgia na cabeça



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passará por novo procedimento cirúrgico na cabeça na manhã desta próxima quinta-feira (12), de acordo com o último boletim médico divulgado pelo hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

Conforme o texto, a intervenção é complemetar à cirurgia que Lula fez na terça-feira (10) para drenar hematoma intracraniano após sentir dores de cabeça durante o dia.

Na hora da internação, o presidente passou por ressonância magnética que mostrou hemorragia dentro do crânio, decorrente do acidente domiciliar sofrido em 19 de outubro, quando caiu no banheiro.

O boletim informa que o presidente passou bem o dia de hoje e não teve nenhuma intercorrência. Além disso, fez fisioterapia, caminhou e recebeu a visita de familiares.

“Como parte da programação terapêutica, [o presidente] fará complementação de cirurgia com procedimento endovascular (embolização de artéria meníngea média) amanhã, pela manhã”, diz o comunicado assinado pelo diretor de governança clínica, Luiz Francisco Cardoso, e pelo diretor clínico, Álvaro Sarkis.



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Estão abertas as inscrições para a Abertura Nacional da Colheita da Soja!



As inscrições para a Abertura Nacional da Colheita da Soja Safra 24/25 já estão abertas. O evento acontecerá no dia 7 de fevereiro, em Santa Carmem, região de Sinop (MT). A cerimônia será transmitida diretamente da Fazenda Esperança, às 9h (horário de Brasília), e contará com painéis de discussão sobre temas essenciais para o setor, como sustentabilidade e a COP 30, além de biocombustíveis e alimentos.

O evento também celebrará os 20 anos da Aprosoja Mato Grosso, comemorando a trajetória da associação, que tem sido fundamental no fortalecimento da sojicultura no estado. O vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier, ressaltou a importância dessa celebração, destacando que a Aprosoja tem sido uma protagonista no crescimento da produção de soja, promovendo a integração dos produtores, a sustentabilidade e o desenvolvimento contínuo da cadeia produtiva.

Não é por acaso que o evento da colheita será realizado em Mato Grosso. A soja chegou ao Brasil em 1901, mas foi a partir da década de 1970 que começou a se expandir para outras regiões, incluindo Mato Grosso. Segundo Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT, a soja foi a cultura responsável por colocar Mato Grosso no cenário nacional e internacional, impulsionando o desenvolvimento econômico e social do estado, com cidades como Sinop, que possuem alto IDH, se beneficiando diretamente dessa produção.

Inicialmente voltado para a pecuária, o estado foi pioneiro na adoção de novas tecnologias para o cultivo de soja e, nos anos 1990, já era o maior produtor nacional, com a soja se tornando o motor da economia local.

Participe! Acesse o link das inscrições e garanta sua presença no evento!



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AgroNewsPolítica & Agro

Alta no dólar aquece vendas de soja no Mato Grosso



Comercialização de soja supera 99% no estado




Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a comercialização da safra de soja 2023/24 em Mato Grosso atingiu 99,23% da produção até novembro de 2024. O avanço foi de 0,69 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior e ficou 1,19 p.p. acima da média histórica.

A demanda interna manteve-se aquecida ao longo do mês, mas parte dos produtores preferiu esperar por melhores preços para negociar o restante da produção. O preço médio da oleaginosa fechou em R$ 139,32 por saca, uma valorização de 0,29% em relação a outubro, reflexo da oferta restrita no estado.

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Para a safra 2024/25, a comercialização chegou a 41,09% da produção estimada, um avanço de 2,74 p.p. em comparação ao mês anterior. As condições favoráveis das lavouras incentivaram os produtores a retomar a venda de grandes volumes.

A valorização do dólar também contribuiu para o aumento das cotações da soja. O preço médio negociado no estado foi de R$ 111,68 por saca em novembro, uma alta de 0,62% em relação ao mês anterior, conforme os dados do Imea.





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MDIC inicia investigação por dumping nas exportações de leite em pó de Argentina e Uruguai



A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) iniciou investigação sobre dumping nas exportações de leite em pó – integral ou desnatado – da Argentina e do Uruguai para o Brasil.

A denúncia foi protocolada no órgão em agosto deste ano pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

De acordo com despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU), a análise dos elementos de prova de dumping considerou o período de janeiro de 2023 a dezembro de 2023. Já o período de análise de dano considerou o período de janeiro de 2021 a dezembro de 2023.

A CNA afirma que protocolou a petição no MDIC com o objetivo de averiguar a ocorrência de práticas desleais de comércio de leite em pó por parte da Argentina, que responde por metade do volume importado pelo Brasil.

“(…) O surto de importações levou à confederação a alertar o Poder Executivo na busca de ações de defesa comercial, especialmente quando da incidência do Programa de Impulso Tambero, que concedeu subsídios diretos à produção de leite argentino, gerando artificialidade na competitividade de preços”, informou a entidade em nota.



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Ministério da Agricultura busca investimentos para reabilitação de pastagens



A delegação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou da 16ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (COP 16 – UNCCD), em Riade, na Arábia Saudita, com um objetivo: atrair investimentos para o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD).

Na reunião foram discutidas parcerias focadas na reabilitação de pastagens degradadas, alinhando desenvolvimento agrícola, sustentabilidade ambiental e segurança alimentar.

Cooperação e sustentabilidade

O encontro destacou oportunidades de cooperação para transformar pastagens degradadas em áreas produtivas, utilizando tecnologias sustentáveis e práticas que reforcem a segurança alimentar global. Essa iniciativa tem potencial para beneficiar o Brasil e os países parceiros, fortalecendo cadeias produtivas sustentáveis.

Reuniões paralelas

Além desse encontro, a comitiva brasileira tem agendadas reuniões bilaterais com instituições públicas e privadas sauditas para ampliar a promoção do PNCPD, destacando o Brasil como referência em práticas agropecuárias sustentáveis.



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