Temperaturas elevadas e pancadas de chuva de moderada intensidade. O tempo típico do verão já começa a dar as caras antes mesmo do início oficial da estação, marcado para o próximo sábado (21).
Veja a previsão do tempo para esta quinta-feira nas cinco regiões brasileiras:
Sul
Nesta quinta-feira, novas áreas de instabilidade avançam do interior do continente, trazendo chuva para os três estados da Região Sul. As pancadas se espalham por grande parte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com intensidade moderada. No entanto, o nordeste do Paraná terá predomínio de tempo firme. As temperaturas seguem elevadas em toda a região.
Sudeste
O dia será marcado por chuvas isoladas no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Em Minas Gerais e no interior de São Paulo, as pancadas de chuva poderão vir acompanhadas de trovoadas. Já no centro-leste paulista, o sol predomina ao longo do dia.
Centro-Oeste
A instabilidade atmosférica fará com que a chuva volte a se espalhar por toda a região. O sol aparece entre nuvens, mas há possibilidade de chuva a qualquer momento. Durante a tarde, temporais localizados não estão descartados.
Nordeste
O tempo permanece instável, especialmente no interior. Destaque para o sul do Maranhão, sul do Piauí e oeste da Bahia, onde há alerta para temporais. Nas áreas litorâneas, a circulação de umidade do mar para o continente favorece pancadas de chuva entre o Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.
Norte
O calor combinado com a elevada umidade do ar manterá o tempo instável, com pancadas de chuva em todos os estados. Na metade norte do Pará, as precipitações serão isoladas, acompanhadas de trovoadas. Nos demais estados, a chuva poderá ser de forte intensidade, especialmente a partir do período da tarde.
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Foto: Divulgação
Segundo o boletim informativo divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a área destinada ao cultivo de milho em Mato Grosso na safra 2024/25 deve crescer 0,56%, totalizando 6,84 milhões de hectares. O aumento é impulsionado pela valorização dos preços do cereal nos últimos meses, o que tem favorecido o equilíbrio entre custo e receita para os produtores.
No entanto, o cenário de produção apresenta um alerta. O Imea estima uma produção total de 45,84 milhões de toneladas, representando uma redução de 2,81% em relação à safra anterior. A produtividade esperada, considerando a média das últimas três safras, é de 111,72 sacas por hectare, mas fatores como condições climáticas e incidência de pragas e doenças podem impactar os resultados finais.
Quanto à comercialização, até novembro de 2024, 23,84% da safra já foi negociada, superando o mesmo período do ciclo anterior, mas ainda abaixo da média das últimas cinco temporadas. O Imea reforça a importância de os produtores aproveitarem os momentos de alta nos preços para travar custos e garantir margens mais competitivas.
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Foto: Pixabay
Após um dia marcado por volatilidade, o dólar comercial encerrou esta terça-feira (17) cotado a R$ 6,0956, em uma leve alta de 0,02% em relação ao fechamento do dia anterior. Durante o início da tarde, a moeda norte-americana atingiu R$ 6,20, seu maior valor nominal já registrado.
As flutuações do câmbio ocorreram em meio às expectativas do mercado sobre as votações da reforma tributária e do pacote fiscal (PLP 210) na Câmara dos Deputados. Declarações do presidente da Casa, Arthur Lira, indicando a intenção de avançar com essas pautas, contribuíram para a desaceleração da moeda após a máxima histórica.
Desde a última sexta-feira (13), o Banco Central intensificou suas intervenções no mercado à vista, oferecendo liquidez para conter a alta do dólar. Na segunda-feira (16), foram injetados US$ 1,63 bilhão, na maior operação do tipo desde o início da pandemia de Covid-19.
Além das tensões internas, fatores externos também impulsionam a pressão sobre o câmbio, como a desaceleração da economia global e os impactos das políticas monetárias de países desenvolvidos.
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“Conseguimos trazer de volta pontos importantes conquistados na primeira etapa na Câmara” – Foto: Agencia Brasil
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (17), o Projeto de Lei Complementar 68/2024, que regulamenta a Reforma Tributária. O texto estabelece as regras para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS), e segue agora para sanção presidencial. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) comemorou as conquistas para o setor, especialmente as medidas que garantem desoneração fiscal e apoio ao produtor rural.
A proposta também desonera IBS e CBS na compra e importação de tratores, máquinas e implementos agrícolas por produtores rurais não contribuintes, além de incluir créditos presumidos diferenciados para produtores conforme receita anual e tipo de produção. Serviços técnicos agrícolas, análises laboratoriais e outros insumos essenciais também foram incluídos, ampliando os benefícios para o setor.
Outro ponto de destaque é a tributação reduzida para biocombustíveis e hidrogênio de baixa emissão de carbono, com alíquotas entre 40% e 90% das aplicadas a combustíveis fósseis equivalentes.Segundo a FPA, essas medidas reforçam o apoio ao agronegócio, promovendo competitividade, sustentabilidade e incentivo ao uso de energia renovável.
Segundo o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), a bancada trabalhou para assegurar alimentos mais acessíveis à população e preservar os direitos do produtor rural. “O que dialogamos em todo o processo foi para que o brasileiro possa se alimentar com dignidade e tenha seus direitos resguardados. Da mesma forma, que a sociedade e o produtor rural não seja onerado. Conseguimos trazer de volta pontos importantes conquistados na primeira etapa na Câmara e fechamos um texto positivo para o setor agropecuário brasileiro”, disse Lupion.
Meses após se consolidar como a maior exportadora de algodão do mundo, o Brasil deu um passo pioneiro rumo à descarbonização da sua cadeia produtiva. Graças à Footprint PRO Carbono, desenvolvida pela Bayer em parceria com a Embrapa e a Abrapa, a pegada de carbono do cultivo de algodão foi mensurada pela primeira vez no país, utilizando dados primários de produtores de Mato Grosso. A calculadora, que já avaliava cultivos de soja e milho, revelou uma emissão média de 329 kg CO2 eq/t de algodão, com potencial de redução de até 32%.
Essa iniciativa também busca estabelecer uma referência nacional para emissões na cadeia do algodão, incluindo derivados como óleo e biodiesel. O presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel, destacou que o objetivo é fortalecer a posição do algodão brasileiro no mercado global e no programa Renovabio. A parceria técnica envolve ainda a Abiove, que integra dados de agricultores da Bahia e Goiás na fase inicial do projeto, reforçando os atributos sustentáveis da produção nacional.
Além do algodão, a Footprint PRO Carbono já está sendo aplicada na sojicultura. Em Santa Catarina, a Cooperalfa terá a pegada de carbono de seus grãos de soja monitorada a partir de 2025, abrangendo 5.000 hectares na primeira fase. A expectativa é alcançar emissões de 383 kg CO2 eq/t com intervenções agrícolas, demonstrando a eficiência do sistema brasileiro frente à média internacional.
O programa PRO Carbono também avança na inovação tecnológica com o Modelo Preditivo PRO Carbono, desenvolvido pela Bayer e Embrapa. Essa ferramenta promete simular a dinâmica de carbono no solo, reduzindo custos de análises e promovendo a agricultura conservacionista em larga escala. A validação internacional do programa, como no Scope 3 Standard Program da Verra, consolida o protagonismo do agronegócio brasileiro na mitigação climática e no mercado de carbono global.
O mercado físico do boi gordo registrou queda nos preços em alguns estados nesta quarta-feira (18).
De acordo com a consultoria Safras & Mercado, assim como nos últimos dias, os frigoríficos atuaram de maneira comedida na compra do boi gordo, apontando que as escalas de abate estão bem posicionadas para a reta final de 2024.
O cenário se mostra difícil para o avanço de preços no curto prazo. Segundo Allan Maia, analista da empresa, vale frisar que a liquidez do físico deve cair gradativamente devido ao período de festas e às manutenções programadas por parte das indústrias.
“Além da programação de abates, os agentes devem acompanhar com atenção no decorrer das próximas semanas a evolução da carne no atacado e as condições das pastagens”, disse Allan Maia analista da empresa.
Preços médios da arroba do boi
São Paulo: R$ 310 a R$ 315
Minas Gerais: R$ 305 a R$ 310
Goiás: R$ 300
Mato Grosso do Sul: em Campo Grande, foi cotada em até R$ 315
Mato Grosso: na região do Xingu, ao nível de R$ 290. Já em Rondonópolis, ficou em R$ 300
Mercado atacadista
O mercado atacadista prossegue a semana com preços acomodados para a carne bovina. Os preços encontram dificuldade para novos avanços no momento.
“Um ponto que pesa no momento é que as varejistas já estão posicionadas para o atendimento do período de festas. Vale pontuar, ainda, que as altas recentes da carne bovina foram consistentes, o que pode levar uma parcela da população a migrar para proteínas mais acessíveis, como a carne de frango”, diz Maia.
O quarto dianteiro foi cotado a R$ 20,30 por quilo. Quarto traseiro ficou em R$ 26,80 por quilo. A ponta de agulha permaneceu em R$ 19,50 por quilo.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 2,81%, sendo negociado a R$ 6,2673 para venda e a R$ 6,2653 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0933 e a máxima de R$ 6,2708.
O mercado brasileiro de soja segue com fraco movimento nesta quarta-feira (18). Com poucos negócios, a maior parte das indicações são nominais, se ajustando, no mercado físico, à safra nova. De acordo com Safras & Mercado, houve registro de algumas compras de soja em Minas Gerais, com pequenos volumes, mas preços bem acima do mercado.
Preços por cidade e estado
Passo Fundo (RS): preço manteve-se em R$ 132,00
Missões (RS): preço manteve-se em R$ 133,00
Porto de Rio Grande (RS): preço manteve-se em R$ 140,00
Cascavel (PR): preço caiu de R$ 133,00 para R$ 132,00
Porto de Paranaguá (PR): preço manteve-se em R$ 137,00
Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 126,00 para R$ 123,00
Dourados (MS): preço manteve-se em R$ 132,00
Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00
Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços acentuadamente mais baixos. As cotações atingiram os menores níveis em quatro anos, pressionadas pela perspectiva de boa safra sul-americana e pela falta de incentivos ao biodiesel no orçamento oficial. As perdas foram ampliadas no final do dia, após o Federal Reserve elevar a estimativa de inflação e sinalizar que pode diminuir o ritmo de corte nos juros.
A previsão é de clima benéfico às lavouras na América do Sul, o que deve resultar em uma grande produção de soja no continente. A proposta de mudança na política de biocombustíveis nos Estados Unidos traz pressão extra ao óleo de soja. Além disso, os investidores tiveram um dia nervoso frente à reunião do Federal Reserve (Fed), que decide os juros norte-americanos hoje.
O Fed confirmou o corte de 0,25 ponto percentual, mas o mercado teme que o ritmo dos cortes perca força nas próximas reuniões, em meio ao temor de medidas inflacionárias a serem adotadas por Donald Trump. O comunicado elevou as estimativas inflacionárias, acentuando a queda nas commodities agrícolas.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 25,00 centavos de dólar ou 2,55% a US$ 9,51 3/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,53 1/4 por bushel, com perda de 25,50 centavos, ou 2,60%.
Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com alta de US$ 7,70 ou 2,68% a US$ 279,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 39,55 centavos de dólar, com baixa de 1,07 centavo ou 2,63%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 2,81%, negociado a R$ 6,2673 para venda e a R$ 6,2653 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0933 e a máxima de R$ 6,2708.
O governo federal aprovou, nesta quarta-feira (18), os planos de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas na Caatinga (PPCaatinga) e no Pantanal (PPPantanal), que serão implementados a partir do ano que vem.
Já os planos para a Mata Atlântica e o Pampa deverão ser lançados na primeira semana de fevereiro, após consultas públicas.
As medidas foram apresentadas na reunião da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento, comandada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, no Palácio do Planalto.
As iniciativas somam-se aos já existentes planos para o Cerrado (PPCerrado) e a Amazônia (PPCDAm), este último implementado em 2004, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com isso, todos os biomas estão cobertos pelas políticas.
“Baseados em evidências científicas e embasados por seminários técnico-científicos, os planos reforçam a abordagem de políticas públicas fundamentadas em dados concretos e análises robustas”, explicou o Ministério do Meio Ambiente (MMA), em comunicado.
Redução do desmatamento
O MMA apresentou, ainda, novas estimativas de redução de desmatamento. Entre agosto e novembro de 2024, os alertas caíram 77,2% no Pantanal; 57,2% no Cerrado; e 2% na Amazônia, segundo o Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
“Tanto Cerrado, quanto o Pantanal, que ainda tinham dados relativamente altos de desmatamento, a gente está conseguindo reverter e consolidar a queda de desmatamento nos últimos quatro meses”, disse o secretário Extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do MMA, André Lima, após a reunião. “Fechamos o ano com esse balanço importante, quer dizer, saldo muito positivo”, acrescentou
O Deter emite alertas diários de novas alterações na cobertura florestal para apoiar ações rápidas de fiscalização e combate a crimes ambientais realizadas pelo Ibama e ICMBio. Já a taxa anual de desmatamento por corte raso é fornecida pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes), feito no intervalo de agosto de um ano até julho do ano seguinte.
De acordo com Prodes, o desmatamento na Amazônia Legal caiu 30,6%, no período de agosto de 2023 a julho de 2024, em relação ao ano anterior (2022/2023). No Cerrado, a queda foi de 25,7%, considerando os mesmos períodos.
Articulação do governo
De acordo com André Lima, o combate ao desmatamento no Pantanal e no Cerrado é resultado da articulação do governo federal com os estados. No Pantanal, foi firmado pacto entre MMA e o governo de Mato Grosso do Sul que resultou na aprovação de uma nova lei estadual restringindo o desmatamento em áreas críticas e sensíveis.
Outro marco importante foi com os governadores da região conhecida como Matopiba, que engloba áreas agrícolas nas fronteiras dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. O pacto é voltado ao controle do desmatamento ilegal no Cerrado, com ênfase no monitoramento e fiscalização de imóveis com os maiores índices de desmatamento registrados em 2023, com base no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
“São biomas que têm uma área importante de desmatamento que acontece em áreas privadas, então o controle é feito sobretudo pelos órgãos estaduais”, explicou Lima. “Na Amazônia, o trabalho mais forte, um Desafio maior, são em áreas públicas, florestas públicas não destinadas, assentamentos, que correspondem a mais de dois terços dos desmatamentos na região”, acrescentou.
Planos de ação
No Pantanal, as principais causas do desmatamento incluem a expansão da pecuária e da agricultura; exploração de recursos minerais; dificuldades em determinar a legalidade do desmatamento no bioma; e a predominância de áreas privadas, dificultando a governança ambiental.
O PPPantanal é composto por 13 objetivos estratégicos; 32 resultados esperados; 54 linhas de ação; e 159 metas. Entre as principais iniciativas destacam-se:
Fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios;
Implementação da Política de Manejo Integrado do Fogo;
Criação de instrumentos normativos para regulamentar a supressão de vegetação;
Promoção de práticas de agricultura e agropecuária sustentáveis;
Fomento ao turismo e às atividades extrativistas;
Integração de dados do Cadastro Ambiental Rural (Sicar) com o sistema de Autorização de Supressão de Vegetação (ASV);
Geração de energia sustentável; e
Estruturação de um fundo de financiamento para ações no Pantanal
Já na Caatinga, os gargalos para combate ao desmatamento estão na expansão da pecuária e da agricultura; no uso da vegetação nativa como fonte de energia; na instalação de empreendimentos energéticos (eólicos e solares); e na exploração de recursos minerais.
O PPCaatinga, por sua vez, é composto por 13 objetivos estratégicos; 32 resultados esperados; 49 linhas de ação; e 120 metas. Suas prioridades incluem:
Avançar na regularização fundiária e ambiental;
Promover práticas de agricultura sustentável;
Reconhecer territórios de Povos e Comunidades Tradicionais;
Fortalecer linhas de crédito para pequenos produtores;
Estruturar um fundo de financiamento para o bioma;
Planejar empreendimentos energéticos; e
Integrar dados do Sicar com o ASV
Avanço das queimadas
Incêndios florestais.Fonte: Fernando Frazão/ Agência Brasil
Sobre o avanço das queimadas pelos biomas do país, como aconteceu neste ano, André Lima contou que as medidas de prevenção para 2025 deverão estar aprovadas até a primeira quinzena de fevereiro. Ao contrário do desmatamento, a área queimada no Brasil de janeiro a novembro de 2024 quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado.
“Tem uma mudança significativa que 2025 é o primeiro ano que a gente já tem um novo marco regulatório, que é a Política de Manejo Integrado do Fogo, que nos permite no âmbito do comitê de manejo do fogo, estabelecer uma série de novas regras de prevenção preparação e controle”, explicou,
“Então, nós vamos estabelecer medidas preventivas para os proprietários rurais, um conjunto de medidas que podem ser adotadas pelas prefeituras, pelos estados e pelo próprio governo federal, no âmbito dos planos de manejo integrado do fogo, que é o grande desafio é a preparação para 2025”, completou.
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Sistemas de direção automática são usados em 70% das grandes propriedades – Foto: USDA
A adoção da Agricultura de Precisão tem crescido entre os grandes operadores agrícolas nos Estados Unidos, principalmente em culturas como milho e soja, segundo o relatório “2023 Technology Use”. O USDA revelou que 27% das explorações agrícolas utilizavam ao menos uma dessas tecnologias no último ano, como monitores de rendimento, Drones e ordenha robotizada, com taxas superiores a 50% nos estados líderes em produção de grãos. A adoção é significativamente maior entre grandes propriedades, que conseguem maximizar os benefícios dessas ferramentas, enquanto pequenas explorações enfrentam barreiras como custos elevados e falta de infraestrutura, como internet de qualidade.
Entre as tecnologias mais comuns, sistemas de direção automática são usados em 70% das grandes propriedades, seguidos por equipamentos de taxa variável (45%) e drones (12%). No caso das explorações leiteiras, 19% adotaram ordenha robotizada. Já nas explorações médias, mais de 50% utilizam mapas de rendimento e mapas de solos, enquanto pequenas explorações, com menos de 350 mil dólares de receita bruta anual, registram uma adoção limitada, com apenas 13% utilizando monitores de rendimento.
Os principais motivos para a adoção incluem aumento de produtividade (55%), redução de custos (41%) e melhorias no solo e no impacto ambiental (40%). A economia de tempo e a redução da fadiga do operador também são fatores importantes. Entretanto, barreiras como o alto custo inicial e a complexidade de ferramentas baseadas em dados dificultam a disseminação, especialmente entre pequenos agricultores. Apesar dos desafios, tecnologias mais acessíveis e de fácil uso têm encontrado maior adesão, reforçando o potencial da Agricultura de Precisão em transformar a produção agrícola, com ênfase na eficiência e sustentabilidade, principalmente nas grandes propriedades.
No dia 20 de dezembro, às 20h, estreia um programa pensado para os micro e pequenos produtores rurais. O projeto inovador será transmitido no Canal Rural e no YouTube e tem o Sebrae como parceiro nesta missão empreendedora.
“São homens e mulheres que acordam de manhã, nunca desistem, enfrentam as adversidades naturais da vida e fazem com que sua produção local, dentro do próprio espaço, gere renda à família”, diz Décio Lima, presidente do Sebrae.
A cada programa um especialista ajudará a explicar um tema que será fundamental para o agronegócio.
Na estreia do Porteira Aberta Empreender, Simone Goldman, consultora de agronegócio do Sebrae, estará presente para falar sobre Crédito Consciente.
Daniel Azevedo e o comentarista Miguel Daoud, comandarão o programa que tem como objetivo levar informações, dicas práticas e histórias inspiradoras para ajudar no desenvolvimento do empreendedorismo no campo.
Para Julio Cargnino, presidente do Canal Rural, o programa será um marco na comunicação tendo como destaque o micro e pequeno produtor:
“O Porteira Aberta Empreender será um espaço dinâmico e informativo para apoiar o produtor rural. Vamos ajudá-lo a acessar crédito, organizar sua empresa e se adaptar às mudanças no campo para que ele de fato seja um empreendedor de sucesso. E a comunicação acessível e qualificada são essenciais para garantir o sucesso dos empreendedores rurais”, afirma Cargnino.
À frente do Porteira Aberta Empreender, a jornalista Queli Ávila reforça essa missão:
“Esse projeto é um sonho antigo. Levar informações para o micro e pequeno produtor rural sempre foi um desafio e também uma necessidade. A parceria do Sebrae, essa instituição tão reconhecida no Brasil, fortalece essa jornada. Estamos muito otimistas e empenhados em ajudar esse produtor que coloca alimento na mesa da população todos os dias”, finaliza Ávila.
Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.
Conheça a equipe
Daniel Azevedo | Apresentador
“A expectativa é a melhor possível, porque a parceria do Sebrae e do Canal Rural no programa Porteira Aberta Empreender responde a uma das demandas mais relevantes do agro brasileiro: melhorar a gestão do micro e pequeno empreendedor rural.”
Daniel Azevedo | Apresentador
Miguel Daoud | Comentarista
“É um projeto inovador que trará ao micro e pequeno produtor rural mudanças de patamares.”
Miguel Daoud | Comentarista
Ludmila Santana | Editora-chefe e apresentadora
“Estamos com um time incrível que não mede esforços para trazer as melhores soluções aos desafios diários dos pequenos produtores, com dicas, histórias inspiradoras e, sobretudo, serviço.”
Ludmila Santana | Editora-chefe e apresentadora
Luíza Cardoso | Apresentadora
“Não existe vitória sem planejamento. Então, espero poder ajudar o pequeno produtor rural a se preparar, a se qualificar e a entender onde ele pode buscar ajuda para arrumar os eixos do seu negócio.”
Luíza Cardoso | Apresentadora
Matheus Martins | Especialista em Mídias Sociais
“Meu objetivo neste programa, é desenvolver conteúdos para redes sociais orgânicos e impactantes com uma abordagem informativa e com muito entretenimento. Quero contribuir para o crescimento sustentável do público agro, unindo relevância e conexão nas plataformas digitais.”
Matheus Martins | Especialista em Mídias Sociais
Fabiana Bertinelli | Editora
“Estou muito feliz em fazer parte desse time em que cada integrante traz uma experiência única, o que torna o trabalho colaborativo e enriquecedor. Sem dizer, que é um programa que traz uma linguagem inovadora e informativa para você, produtor rural!”
Fabiana Bertinelli | Editora
Wellington Borges | Editor de vídeo
“Poder participar e contribuir de um projeto tão especial, que levará informação e capacitação a todos os micro e pequenos empreendedores rurais, só engrandece e dignifica o nosso trabalho.”
Wellington Borges | Editor de vídeo
Queli Ávila | Coordenadora do Porteira Aberta Empreender
“Com o apoio do Sebrae, vamos construir um belo caminho contando histórias e dando dicas de empreendedorismo rural para além da porteira”. Por isso:Abra as porteiras do seu negócio e venha empreender com a gente.”