segunda-feira, agosto 3, 2026

Autor: Redação

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EUA apresentam perspectivas estáveis para o mercado de trigo


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu mais recente boletim de estimativas para a oferta e demanda agrícola global, com destaque para o trigo. A perspectiva para a safra 2024/25 nos Estados Unidos indica suprimentos ligeiramente maiores, uso doméstico e exportações estáveis, além de estoques finais levemente ampliados. No cenário global, os estoques também aumentaram, embora o consumo e o comércio tenham registrado ligeira queda.

Para os Estados Unidos, os suprimentos de trigo foram revisados para cima, com importações estimadas em 130 milhões de bushels, cinco milhões a mais que no mês anterior. Esse crescimento é atribuído ao aumento no Hard Red Spring, uma das principais classes de trigo norte-americano.

O uso doméstico, dividido entre alimentação animal, uso residual e sementes, permanece quase inalterado. O uso de sementes foi ajustado para 64 milhões de bushels, conforme dados do relatório de sementes de trigo de inverno e canola da National Agricultural Statistics Service (NASS).

As exportações seguem estimadas em 850 milhões de bushels, com alterações compensatórias por classe. Os estoques finais foram ajustados para 798 milhões de bushels, representando um aumento de 15% em relação ao ciclo anterior. O preço médio de comercialização foi ligeiramente reduzido para US$ 5,55 por bushel, refletindo tanto os preços futuros quanto os valores à vista projetados para o restante do período.

No âmbito internacional, os estoques de trigo devem alcançar 258,8 milhões de toneladas, um aumento de 0,9 milhão em relação à estimativa anterior. Essa alta é impulsionada por aumentos nos estoques da Rússia, Brasil, Nigéria e Ucrânia, que superaram as reduções na Turquia, China e Indonésia.

Os suprimentos globais de trigo foram ajustados para 1.060,7 milhões de toneladas, com uma leve alta de 0,4 milhão, devido à maior produção na Síria e no Paquistão, que compensaram a redução no Uruguai. Por outro lado, o consumo global foi reduzido em 0,6 milhão de toneladas, totalizando 801,9 milhões, com destaque para a queda no consumo turco, parcialmente compensada pela Ucrânia.

O comércio global de trigo sofreu uma redução de 1,7 milhão de toneladas, totalizando 212 milhões. As exportações russas foram revisadas para baixo, alcançando 46 milhões de toneladas, um milhão a menos do que o estimado anteriormente e significativamente abaixo do recorde de 55,5 milhões registrado no ano passado.





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Comece o dia bem informado com as principais notícias econômicas



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta do Ibovespa e a queda do dólar, em um dia de mercado cauteloso. Na China, o superávit comercial surpreendeu, enquanto o governo reforçou a defesa do yuan. No Brasil, o Relatório Focus mantém alta nas projeções de inflação, com câmbio e juros estáveis. A agenda do dia é leve, com olhos no cenário internacional e Brasília.



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Chuva típica de verão chega com intensidade hoje; veja previsão



Veja a previsão do tempo para esta terça-feira (14) nas cinco regiões do país:

Sul

Dia de sol com poucas nuvens na maior parte da manhã no Sul do país. A condição de chuva aumenta durante a tarde e à noite na Serra do Rio Grande do Sul, no oeste e sul de Santa Catarina e no sudoeste e leste do Paraná. Chuva típica de verão que pode acontecer com força, mas de forma localizada.

Sudeste

Chove a qualquer momento do dia entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Espírito Santo. A atuação de um cavado mantém a umidade elevada sobre o Sudeste, trazendo risco alto para temporais. Em São Paulo, chuva mais típica de verão: dia de sol, muito calor e pancadas irregulares à tarde no litoral, no Vale do Paraíba e no extremo norte paulista.

Centro-Oeste

A condição é de chuva forte entre o Distrito Federal, centro-norte de Goiás e no estado de Mato Grosso. As pancadas que acontecem em vários momentos do dia devem trazer acumulados elevados. O sol aparece mais em Mato Grosso do Sul, com o tempo esquentando durante à tarde, mas devem ocorrer pancadas mais irregulares entre o centro-sul e leste do estado. Contudo, no sudoeste do estado não chove e o calorão continua.

Nordeste

O tempo segue instável na maior parte da Região. As capitais do litoral continuam com risco maior para temporais. Alerta entre Maranhão, Piauí, Bahia, Ceará e interior de Pernambuco.

Norte

O sol predomina com mais força em Roraima e o ar fica seco. Não chove no noroeste do Pará, mas no Amapá as pancadas são mais isoladas. Chuva concentrada entre o Tocantins, sul paraense e amazonense. Em Rondônia, risco alto para temporais.



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Exportações de pato e peru somam US$ 165 milhões


As exportações brasileiras de carnes de peru e pato, segmentos considerados de alto valor agregado, apresentaram resultados distintos em 2024, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Enquanto as vendas externas de carne de peru registraram queda tanto em volume quanto em receita, o mercado de carne de pato obteve crescimento no volume embarcado, mas enfrentou redução na receita gerada.  

No caso da carne de peru, os embarques totalizaram 64,1 mil toneladas, uma retração de 8,1% em relação às 69,8 mil toneladas exportadas em 2023. A receita, por sua vez, apresentou uma queda mais acentuada, de 23,4%, fechando o ano em US$ 153,9 milhões, contra os US$ 201 milhões registrados no ano anterior. Entre os principais destinos, o México liderou com 9,8 mil toneladas (-39%), seguido pela África do Sul (9,5 mil toneladas, -27%) e pelos Países Baixos (8,6 mil toneladas, -20%). Por outro lado, o Chile se destacou positivamente, com um aumento de 56%, alcançando 7 mil toneladas importadas. 

Já as exportações de carne de pato atingiram 3,551 mil toneladas, representando um leve aumento de 1,3% em comparação às 3,507 mil toneladas embarcadas em 2023. Apesar disso, a receita gerada caiu 12,7%, totalizando US$ 11,9 milhões. Os Emirados Árabes Unidos foram os maiores compradores, com 1.524 toneladas adquiridas, um crescimento expressivo de 66%. Outros destinos relevantes incluíram Arábia Saudita, Catar, Chile e Kuwait, que apresentaram variações mistas nos volumes importados.  

“Os dois setores avícolas somaram para o país US$ 165 milhões em receitas cambiais, e há boas expectativas com relação ao fluxo de embarques em 2025, especialmente para a Europa e Oriente Médio”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 





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Boi gordo: semana começa com estabilidade



Na última semana, as vendas no atacado foram consideradas positivas




Foto: Kadijah Suleiman

O informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que a segunda-feira iniciou sem alterações nos preços em relação à última sexta-feira, com muitas indústrias ainda fechando negociações para compra. As escalas de abate permanecem, em média, programadas para uma semana.

No estado do Pará, as principais regiões produtoras, como Marabá, Redenção e Paragominas, registraram estabilidade nas cotações no início da semana.

Na última semana, as vendas no atacado foram consideradas positivas, refletindo em um aumento de preços na reposição de estoques. Entre os destaques, a carcaça de boi capão registrou alta de 2%, enquanto a carcaça de boi inteiro teve elevação expressiva de 6,6%.

No caso das fêmeas, os aumentos foram ainda mais significativos: a vaca casada apresentou alta de 7,1%, enquanto a novilha casada subiu 4,3%. Por outro lado, o traseiro do boi capão 1×1 foi a única exceção à tendência de alta, com queda de 0,9%.

No mercado de carnes alternativas, o movimento foi oposto ao das carcaças bovinas. A carcaça de suíno especial registrou redução de 0,8%, o equivalente a R$ 0,10 por quilo. Já o preço do frango médio sofreu queda de 1,5%, o que representa uma redução de R$ 0,12 por quilo.





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Dólar fecha em leve queda



O dólar à vista encerrou o pregão desta segunda-feira (13) com leve desvalorização




Foto: Pixabay

O dólar à vista encerrou o pregão desta segunda-feira (13) com leve desvalorização de 0,08%, cotado a R$ 6,0980 para venda. No acumulado de janeiro, a moeda americana registra queda de 1,31%, refletindo um cenário de maior estabilidade cambial nas últimas semanas, conforme os dados do InfoMoney.

De acordo com os dados, na B3, o contrato futuro de dólar para fevereiro, considerado o mais líquido no momento, apresentava queda de 0,17% às 17h03, sendo negociado a R$ 6,1175.

O dólar comercial encerrou o dia com os seguintes valores:

Compra: R$ 6,090

Venda: R$ 6,090

Já no mercado de turismo, voltado para transações de pequeno volume, os valores foram:

Compra: R$ 6,17

Venda: R$ 6,35





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Grupo Piracanjuba obtém quase R$ 500 mi do BNDES para produção de whey protein e queijos



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 499 milhões para o Grupo Piracanjuba (Laticínios Bela Vista S/A).

O recurso será voltado para a companhia implantar uma unidade industrial com capacidade de beneficiar 1,2 milhão de litros de leite por dia para produzir concentrados e isolados proteicos (whey protein), lactose em pó, queijo muçarela e manteiga em São Jorge d’Oeste, sudoeste do Paraná.

Com recursos do Programa BNDES Mais Inovação (R$ 277 milhões) e R$ 222 milhões via Finem (linha Incentivada B), a unidade terá capacidade instalada de produção de até 39,4 mil toneladas ao ano de muçarela e de até 7,9 mil toneladas anuais de manteiga.

Em duas linhas de produção anexas, a partir do soro de leite, efluente da produção de queijos, a empresa produzirá até 6 mil toneladas ao ano de whey protein (concentrados e isolados proteicos) e até 14,8 mil toneladas anuais de lactose em pó.

Produção no mesmo parque industrial

A construção das duas plantas na mesma unidade industrial (a produção de queijo muçarela e manteiga na primeira etapa e a produção do whey protein e da lactose em pó na segunda) traz, de acordo com o Grupo Piracanjuba, importantes ganhos de escala e vai ao encontro dos modelos internacionais (Estados Unidos e Europa).

“Além disso, possui uma grande pegada de descarbonização devido à ausência do transporte do soro do leite entre diferentes plantas fabris”, informa a empresa, em nota.

Já de acordo com o BNDES, trata-se da primeira queijaria de grande porte do país cuja produção de queijo e de concentrados e isolados proteicos de soro em pó e de lactose em pó já nasce planejada e integrada em um mesmo parque industrial. Ao todo, o projeto tem investimento de R$ 612 milhões.

Atendimento ao mercado interno

O whey protein e a lactose em pó têm ampla aplicabilidade, com uso na nutrição (alimentação suplementar e hospitalar), em produtos farmacêuticos e em cosméticos, entre outros, além de agregar grande valor à cadeia láctea nacional, segmento no qual o Brasil ocupa a terceira posição como maior produtor global de leite.

No Brasil são poucas as indústrias que produzem o whey protein em pó em suas várias concentrações, e atendem apenas 15% do mercado, segundo dados do Sistema PGA SIGSIF do Ministério da Agricultura e Pecuária e COMEXSTAT – MDIC, de 2023, sendo 85% do consumo abastecido por produto importado.

“A aprovação desse projeto representa a expansão da fronteira tecnológica brasileira, com a nacionalização da produção e dos sistemas industriais, além de contribuir com a substituição da importação de produtos que chegam a US$ 54 milhões na balança comercial brasileira. A construção da unidade resultará na criação de 250 novos empregos diretos na região, com impacto na geração de renda das famílias”, explica o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luís Gordon, o projeto aprovado pelo Banco está alinhado a objetivos da Nova Indústria Brasil, que busca “fortalecer as cadeias agroindustriais para a segurança alimentar e nutricional, além de agregar valor à cadeia láctea brasileira.”

O presidente do Grupo Piracanjuba, Luiz Claudio Lorenzo, afirma que a empresa buscou financiamento do BNDES para alavancar novas tecnologias no ramo de laticínios e, desse modo, sustentar o crescimento da companhia nos próximos anos.

“A unidade da Piracanjuba reunirá alta tecnologia, com equipamentos modernos e alta capacidade, que contribuirão para padronização e qualidade dos produtos e eficiência operacional, orientados por uma perspectiva sustentável, tratamento e reaproveitamento de água e, produção e utilização de biogás como fonte de energia. E, ainda, as oportunidades de emprego disponibilizadas geram renda para a economia local”.



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alternativa sustentável para a produção de biodiesel



A macaúba se adapta a diferentes condições de solo




Foto: Pixabay

A macaúba, palmeira nativa do Brasil, tem se consolidado como uma alternativa sustentável para a produção de biodiesel. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA), por meio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) e da CATI Sementes e Mudas, tem desempenhado um papel crucial no incentivo ao cultivo dessa espécie no estado.

Com alto valor econômico e ambiental, a macaúba se adapta a diferentes condições de solo, incluindo áreas marginais ou em recuperação, o que a torna estratégica para a agricultura sustentável. O cultivo da planta não apenas gera renda, mas também contribui para a recuperação ambiental, a preservação de solos degradados e a captura de carbono.

Atualmente, a pesquisa genética liderada pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC) avança em ritmo acelerado. A previsão é de que, nos próximos anos, seja lançada a primeira cultivar comercial da macaúba, com materiais de alta performance. Segundo especialistas do IAC, genótipos clonados poderão produzir de 4 a 5 mil litros de óleo por hectare, muito acima das atuais médias de produção agrícola de óleos vegetais.

Enquanto a soja, principal matéria-prima do biodiesel no Brasil, gera cerca de 500 litros de óleo por hectare, a macaúba pode render até 2.500 litros na mesma área. Essa diferença representa um impacto significativo na redução da necessidade de terras agricultáveis, contribuindo para uma produção mais sustentável.

A recente implementação da “Lei do Combustível do Futuro” é vista como um marco para ampliar a viabilidade econômica do biodiesel e de outros biocombustíveis. A legislação estabelece programas nacionais para o diesel verde, biocombustível para aviação e biometano, além de definir percentuais mínimos e máximos para a mistura de etanol à gasolina e de biodiesel ao diesel. Com essa medida, espera-se uma maior valorização da macaúba como alternativa de produção sustentável, fortalecendo sua posição no mercado de biocombustíveis e incentivando a adoção da cultura por pequenos e médios produtores rurais.





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Dia de mais atividade para a soja; veja cotações no Brasil



O mercado brasileiro de soja esteve ativo hoje, com os preços em Chicago subindo bem ao longo do dia. O dólar ficou estável, mas os prêmios caíram, compensando parte da alta na bolsa norte-americana. Com isso, os preços no físico subiram, mas de forma limitada. O vendedor apareceu mais no mercado, enquanto os compradores seguem cautelosos, esperando a safra nova para tentar preços mais baixos.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00.
  • Missões (RS): preço subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00.
  • Porto de Rio Grande (RS): preço se manteve em R$ 143,00.
  • Cascavel (PR): preço subiu de R$ 132,00 para R$ 133,00.
  • Porto de Paranaguá (PR): preço subiu de R$ 140,00 para R$ 142,00.
  • Rondonópolis (MT): preço subiu de R$ 119,00 para R$ 121,00.
  • Dourados (MS): preço subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00.
  • Rio Verde (GO): preço subiu de R$ 123,00 para R$ 124,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com preços em leve alta. O dia foi de volatilidade e recuperação técnica, com os agentes se posicionando para o relatório de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira.

O USDA deverá reduzir suas estimativas para a safra e os estoques finais de soja americana em 2024/25. Os dados de janeiro do USDA sobre oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na sexta-feira, 10 de janeiro, às 14h.

Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques americanos de 454 milhões de bushels em 2024/25. Em dezembro, a previsão do USDA era de 470 milhões. Para a safra americana, o USDA deverá reduzir a estimativa de 4,461 bilhões de bushels para 4,451 bilhões, segundo a perspectiva do mercado.

Em relação à oferta e demanda mundial de soja, o mercado aposta em estoques finais de 132 milhões de toneladas para 2024/25. Em dezembro, o número ficou em 131,9 milhões.

Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição de 1º de dezembro deverão ficar acima do número indicado pelo Departamento no mesmo período de 2023. A projeção do mercado indica estoques trimestrais de 3,236 bilhões de bushels, contra 3,001 bilhões de bushels no mesmo período de 2023.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 2,25 centavos de dólar ou 0,22%, a US$ 9,96 3/4 por bushel. A posição de maio teve cotação de US$ 10,08 1/4 por bushel, com ganho de 2,25 centavos, ou 0,22%.

Nos subprodutos, a posição de março do farelo fechou com baixa de US$ 1,70 ou 0,56%, a US$ 299,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 42,38 centavos de dólar, com alta de 0,79 centavo ou 1,89%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,08%, negociado a R$ 6,0979 para venda e a R$ 6,0959 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0767 e a máxima de R$ 6,1372.



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Veja como os preços da arroba do boi gordo iniciaram a semana


O mercado brasileiro do boi gordo manteve o ritmo de alta nas cotações nesta segunda-feira (13). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a dinâmica de mercado pouco mudou.

“As indústrias ainda se deparam com escalas de abate encurtadas, posicionadas entre cinco e seis dias úteis na média nacional. A oferta de animais terminados no geral é restrita. Em determinadas regiões há problemas de qualidade no pasto, com a incidência de pragas a exemplo da cigarrinha das pastagens e lagartas, atrasando a engorda”, comenta.

De acordo com ele, outro aspecto é que em demais regiões o pasto ainda apresenta boas condições, permitindo que o pecuarista cadencie o ritmo dos negócios.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: R$ 331,83 (R$ 331,00 na sexta-feira)
  • Minas Gerais: R$ 318,82 (R$ 317,65 anteriormente)
  • Goiás: R$ 319,29 (R$ 314,64 antes)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 324,20 (R$ 321,48 na sexta)
  • Mato Grosso: R$ 316,69 (estável frente ao último período)

Mercado atacadista

carnecarne

O mercado atacadista abriu a semana apresentando preços firmes, com menor espaço para reajustes durante a segunda quinzena do mês. As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 335,83 milhões em janeiro (7 dias úteis), com média diária de US$ 47,975 milhões.

A quantidade total exportada pelo país chegou a 66,397 mil toneladas, com média diária de 9,485 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.057,90.

Em relação a janeiro de 2024, houve alta de 28,5% no valor médio diário da exportação, ganho de 14,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 11,8% no preço médio.

Quarto traseiro permanece cotado a R$ 26,80, por quilo. Ponta de agulha ainda é precificada a R$ 18,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,08%, sendo negociado a R$ 6,0979 para venda e a R$ 6,0959 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0767 e a máxima de R$ 6,1372.



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