segunda-feira, agosto 3, 2026

Autor: Redação

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Mulheres são multadas por pesca ilegal durante a piracema em rio do interior de SP



Duas mulheres foram autuadas pela Polícia Militar Ambiental por pesca ilegal durante o período de piracema no rio Aguapeí, em Valparaíso, região de Dracena, no interior de São Paulo. Questionadas pelos agentes, elas alegaram que estavam pescando para preparar o almoço.

Os policiais encontraram 0,9 kg de peixes das espécies jurupoca, mandi e tuvira. Após serem pesados, os animais foram devolvidos ao ambiente aquático. As mulheres foram multadas em R$ 1.018 cada, conforme o artigo 34 da Lei Federal nº 9.605/98, combinado com o artigo 35 da Resolução SIMA-05/21.

Além disso, as autoridades apreenderam dois conjuntos de pesca contendo varas de nylon com molinete, carretilha, linha, chumbada e anzol. Todo o material ficará à disposição da Justiça.

A piracema no estado de São Paulo começou em novembro de 2024 e termina em 28 de fevereiro de 2025. Esse período é crucial para a reprodução dos peixes, quando eles se deslocam até as nascentes para desovar. O desrespeito às normas é considerado crime ambiental, sujeito a multas e apreensões.



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Carne de peru e de pato: exportações do Brasil caem em receita em 2024



As exportações brasileiras de carne de peru e pato, segmentos de alto valor agregado da avicultura, movimentaram US$ 165 milhões em 2024, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em nota.

Ambas apresentaram queda na receita na comparação com 2023, com recuo de 23,4% para a carne de peru e de 12,7% para a de pato.

A receita com a carne de peru foi de US$ 153,9 milhões contra US$ 201 milhões um ano antes. O volume caiu 8,1%, de 69,8 mil toneladas em 2023 para 64,1 mil toneladas em 2024.

Principais destinos da carne de peru do Brasil

  • México: 9,8 mil toneladas (-39%),
  • África do Sul: 9,5 mil toneladas (-27%)
  • Países Baixos: 8,6 mil toneladas (-20%).
  • Chile: 7 mil toneladas (+56%).

Carne de pato

As exportações de carne de pato apresentaram crescimento de 1,3% em volume, para 3,551 mil toneladas, mesmo que a receita tenha recuado de US$ 13,7 milhões em 2023 para US$ 11,9 milhões em 2024.

O Oriente Médio foi o principal destino da carne de pato brasileira, com destaque para os Emirados Árabes Unidos, que importaram 1,5 mil toneladas (+66%). A Arábia Saudita adquiriu 893 toneladas (-9%), enquanto o Chile registrou aumento de 94%, para 195 toneladas importadas.



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Conab indica produção de 322,25 milhões de t



A produção brasileira de grãos na safra 2024/25, em fase inicial de colheita, pode alcançar recorde de 322,25 milhões de toneladas, o que corresponde a um crescimento de 8,2% em comparação com a temporada anterior (297,75 milhões de t), ou 24,5 milhões de toneladas a mais.

No entanto, em relação à previsão anterior, de dezembro, a produção é 173 mil t menor. As informações são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que divulgou nesta terça-feira (14) o quarto levantamento sobre a safra 2024/25.

Segundo a estatal, o bom desempenho acompanha o clima favorável registrado durante o desenvolvimento das culturas de primeira safra. Aliado a isso, a área total semeada está estimada em 81,4 milhões de hectares e deve crescer 1,8% quando comparada com o ciclo 2023/24.

A produtividade média deve aumentar 6,3%, saindo de 3.725 kg/hectare para 3.960 kg/hectare na atual temporada.

Soja e milho

Principal produto cultivado no país, a soja deve registrar uma produção de 166,33 milhões de toneladas, 12,6% maior ante 2023/24, ou 18,61 milhões de toneladas a mais. “Após um ano de quebra na safra, o atual ciclo tende a recuperar a produtividade média das lavouras. Para esta temporada, é esperado um desempenho médio de 3.509 quilos por hectare, frente a 3.201 kg/ha registrado em 2023/24”, informou a Conab.

O plantio da oleaginosa ocorreu de forma concentrada, principalmente, a partir do fim de outubro. Com isso, a colheita também deve ocorrer, em sua maior parte, a partir do fim de janeiro. As condições climáticas, no período analisado, vêm favorecendo a cultura até o momento, mas a Conab ainda mantém as atenções para os efeitos do comportamento climático até a finalização dos trabalhos de colheita do grão.

Com o segundo maior volume de produção, o milho deve registrar uma colheita total de 119,55 milhões de toneladas em 2024/25, 3,3% acima da temporada anterior (115,70 milhões de t). Para a primeira safra do cereal é esperada uma redução de 6,4% na área semeada. Em compensação, a produtividade média deve crescer 4,8%, atingindo 6.062 quilos por hectare, resultando em colheita de 22,53 milhões de t (menos 1,9% ante a temporada anterior, de 22,96 milhões de t).

“As precipitações frequentes, intercaladas com períodos de sol, favoreceram o desenvolvimento da cultura nas principais regiões produtoras”. Já os plantios da segunda e terceira safras do grão têm início a partir deste mês e abril, respectivamente.

Outras culturas

Para o algodão, a Conab prevê um crescimento de 3,2% na área a ser semeada, quando comparada com a safra anterior, sendo estimada em 2 milhões de hectares. Já a perspectiva é de uma produção de pluma em 3,7 milhões de toneladas, estável ante 2023/24, mas figurando entre as maiores já registradas na série histórica caso o resultado se confirme.

No caso do arroz, a semeadura para o ciclo 2024/25 ultrapassa 90% da área total prevista para esta safra 2024/25 nas principais áreas produtoras do país, estimada em 1,75 milhão de hectares, o que representa um crescimento de 8,5%. Além da maior área semeada, a Conab também espera uma recuperação nas produtividades médias das lavouras no país, saindo de 6.584 quilos por hectare para 6.869 kg/ha.

Essa combinação de fatores leva a expectativa de um incremento de 13,2% na produção, estimada em 11,99 milhões de toneladas ante 10,59 milhões de t em 2023/24.

Importante dupla do arroz no prato dos brasileiros, a produção total de feijão também deve registrar crescimento de 4,9%, sendo estimada em 3,4 milhões de toneladas, a segunda maior safra dos últimos 15 anos, perdendo apenas para a temporada 2013/14.

O resultado acompanha tanto o incremento de área como de produtividade. Apenas na primeira safra da leguminosa, a colheita tende a apresentar uma elevação de 15,5%, estimada em 1,09 milhão de toneladas. A colheita deste primeiro ciclo da cultura está em andamento, com 19,4% concluída na primeira semana de janeiro, comentou a Conab.

Já no caso das culturas de inverno, a colheita da safra 2024 está encerrada. Para o trigo, principal produto cultivado, a produção foi estimada em 7,89 milhões de toneladas, 2,6% abaixo da colhida na safra de 2023.

“Essa queda foi ocasionada, principalmente, pela redução de 14,2% na área de plantio nos estados da região Sul, aliada ao comportamento climático desfavorável durante todo o ciclo da cultura no Paraná e nas regiões Sudeste e Centro-Oeste”, informou a Conab.



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AgroNewsPolítica & Agro

Saúde do solo: pilar da sustentabilidade agrícola


Segundo artigo publicado no Blog da Aegro, a saúde do solo, definida como sua capacidade de funcionar como um sistema vivo, é um dos principais alicerces para a produção sustentável de alimentos. Solos saudáveis abrigam comunidades diversificadas de organismos que auxiliam no controle de pragas, reciclagem de nutrientes e mitigação de doenças, garantindo a retenção de água e nutrientes, essenciais para a produtividade agrícola.

De acordo com especialistas, cerca de 95% da produção mundial de alimentos depende diretamente da terra, destacando a urgência de práticas sustentáveis para preservar a qualidade dos solos e garantir a segurança alimentar global.

Um solo saudável é bem estruturado, rico em matéria orgânica e biodiversidade microbiana, com níveis equilibrados de nutrientes. Esses fatores promovem o desenvolvimento das plantas e aumentam o rendimento das culturas. Além disso, alimentos cultivados em solos bem manejados apresentam maior valor nutricional, com níveis elevados de vitaminas, minerais e compostos bioativos.

A estrutura física ideal do solo facilita a infiltração de água, a aeração e o crescimento das raízes. A biodiversidade microbiana melhora a ciclagem de nutrientes e reduz a incidência de patógenos, enquanto a matéria orgânica aumenta a retenção de água e a fertilidade, fatores que tornam a agricultura mais eficiente e sustentável.

Os solos saudáveis funcionam como filtros naturais, protegendo a qualidade da água ao absorver contaminantes antes que atinjam lençóis freáticos, rios e lagos. Além disso, são fundamentais para o sequestro de carbono, armazenando o gás e contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas.

A prevenção da erosão é outro benefício significativo. Solos bem manejados são menos suscetíveis à perda de suas camadas superficiais por ação do vento ou da água, protegendo a fertilidade e reduzindo impactos ambientais.

A saúde do solo não impacta apenas a produtividade agrícola, mas também a economia global e a sustentabilidade ambiental. A manutenção da qualidade do solo promove sistemas agrícolas mais viáveis economicamente e capazes de atender à crescente demanda por alimentos.

Além disso, ao melhorar a eficiência no uso de recursos e reduzir a dependência de fertilizantes químicos, os solos saudáveis geram uma agricultura mais sustentável e resiliente diante das mudanças climáticas.





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Milho inicia o ano com preços firmes no Brasil, apesar de pressão externa



O mercado brasileiro de milho continua registrando preços firmes neste início de 2025, sustentado principalmente pela oferta ajustada e pelo otimismo após o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A análise, divulgada na última sexta-feira (10), trouxe previsões otimistas, com cortes na produção e nos estoques globais e americanos, fortalecendo as cotações internacionais.

De acordo com Paulo Molinari, consultor da Safras & Mercado, as cotações estão fortalecidas nos portos para exportação e o mercado interno trabalha com expectativas de preços mais altos no futuro. “A oferta de milho existe, mas a preços mais elevados”, ressalta.

Preços no Brasil

Nos portos, o preço segue entre R$ 78,00 e R$ 80,00 por saca (CIF) em Santos e Paranaguá. Nas principais praças do país, os valores são os seguintes:

  • Paraná (Cascavel): R$ 69,00/71,00
  • São Paulo (Mogiana): R$ 74,00/76,00
  • Campinas (CIF): R$ 78,00/80,00
  • Rio Grande do Sul (Erechim): R$ 73,00/74,00
  • Minas Gerais (Uberlândia): R$ 68,00/69,00
  • Goiás (Rio Verde – CIF): R$ 66,00/67,00
  • Mato Grosso (Rondonópolis): R$ 65,00/66,00

Chicago e Dólar

No cenário internacional, os contratos futuros do milho em Chicago recuaram após altas nos últimos dois pregões. O contrato com vencimento em março caiu 0,41%, cotado a US$ 4,74 1/2 por bushel. Os investidores aguardam as chuvas previstas para a Argentina nesta semana, que podem aliviar as perdas causadas pela seca e pela onda de calor que já comprometeram as lavouras.

A retração nos preços do petróleo em Nova York também contribui para a pressão negativa. Ontem (13), o contrato de março subiu 1,27%, cotado a US$ 4,76 1/2 por bushel, enquanto o de maio avançou 1,51%, alcançando US$ 4,86 3/4 por bushel.

Apesar do mercado internacional pressionado e da valorização do real frente ao dólar, que desestimula negociações nos portos, o mercado brasileiro segue fortalecido, impulsionado por uma oferta limitada e preços competitivos internamente. As condições climáticas e a evolução da colheita na América do Sul devem continuar influenciando as cotações nas próximas semanas.



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Governo sanciona programa para renegociação de dívidas estaduais



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou parcialmente o Projeto de Lei Complementar que institui o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). Publicada hoje (14) no Diário Oficial da União (DOU), a medida visa revisar os termos das dívidas estaduais e do Distrito Federal com a União, oferecendo condições mais favoráveis para renegociação.

O programa prevê descontos nos juros, parcelamento das dívidas em até 30 anos e a criação de um fundo de equalização federativa, destinado a compensar estados com boa situação fiscal. A iniciativa busca fomentar o aumento da produtividade, a melhoria da infraestrutura, a segurança pública e a educação, com foco na formação profissional, além de promover o enfrentamento das mudanças climáticas.

Condições do Propag

Os estados poderão quitar parte das dívidas transferindo bens móveis ou imóveis, participações societárias, créditos com o setor privado e outros ativos para a União. O saldo remanescente será pago em parcelas corrigidas mensalmente, com possibilidade de amortizações extraordinárias e descontos nos primeiros cinco anos.

Como contrapartida, os estados não poderão contrair novas operações de crédito para o pagamento das parcelas refinanciadas durante a vigência do contrato, sob risco de exclusão do programa. O prazo para adesão ao Propag termina em 31 de dezembro de 2025.

Vetos

Lula vetou dispositivos que, segundo o governo, poderiam comprometer o equilíbrio fiscal e reduzir incentivos à gestão fiscal responsável. Os vetos evitam impactos negativos no resultado primário e nos cofres da União.

Desenvolvimento sustentável

Segundo o governo, o Propag foi desenhado para viabilizar uma solução sustentável para as dívidas estaduais, reduzindo encargos, alongando prazos e incentivando o uso de ativos para abatimento dos débitos. A proposta também busca fortalecer investimentos em áreas prioritárias, impulsionando o desenvolvimento econômico e social do Brasil.



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Reino Unido proíbe importação de animais da Alemanha por surto de febre aftosa



O Reino Unido anunciou nesta terça-feira (13) a proibição da importação de bois, suínos e ovelhas da Alemanha, em resposta ao surto de febre aftosa detectado no país. A medida, segundo comunicado do governo britânico, busca evitar a disseminação da doença, que representa uma ameaça significativa à saúde animal e à agricultura local. A informação foi divulgada pela Agência Reuters.

Na semana passada, a Alemanha confirmou o primeiro surto de febre aftosa em quase 40 anos. A infecção foi detectada em um rebanho de búfalos na cidade de Hönow, no estado de Brandemburgo, próximo a Berlim. Segundo o site Deutsche Welle, três animais morreram devido à doença.

As autoridades alemãs investigam a origem da infecção. Um porta-voz do Instituto Federal de Saúde Animal da Alemanha (FLI) alertou que produtos de origem animal importados ilegalmente de regiões como Oriente Médio, África, partes da Ásia e América do Sul podem representar riscos graves para a agricultura europeia.

A febre aftosa é altamente contagiosa e afeta bovinos, suínos, ovelhas, cabras e outros ruminantes. Apesar disso, a doença não representa risco para os seres humanos, que, no entanto, podem atuar como vetores de transmissão.



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AgroNewsPolítica & Agro

prazo para cadastro de rebanhos termina na sexta-feira


Segundo dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri Ba), os produtores rurais da Bahia têm até a próxima sexta-feira (17) para realizar o cadastramento obrigatório de seus rebanhos junto à Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri). O registro é indispensável para a obtenção da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento essencial para o transporte e comercialização de animais.

A exigência se aplica a todos os criadores baianos que possuem animais de produção, como bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equinos, peixes e até abelhas. Segundo a Adab, o cadastro é fundamental para garantir a saúde e segurança dos animais, além de assegurar a regularidade nas operações comerciais.

Os produtores podem optar por realizar a atualização pelo Sistema de Defesa Agropecuário da Bahia (Sidab), disponível no site oficial da Adab, ou presencialmente em um dos 402 escritórios de atendimento da Agência distribuídos pelo estado.

A Bahia se destaca no cenário agropecuário nacional, com cerca de 762 mil propriedades rurais, conforme o último Censo Agropecuário do IBGE. A criação de bovinos lidera o setor, com 13,2 milhões de cabeças de gado, colocando o estado em posição de destaque no Nordeste.

A Adab reforça que o processo de cadastramento foi simplificado para facilitar o acesso dos criadores, com suporte técnico disponível nos escritórios regionais. Além disso, o Sidab oferece uma plataforma intuitiva para aqueles que optarem pelo registro online, conforme o divulgado pela Seagri.





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Mapa nomeia novo secretário adjunto para Comércio e Relações Internacionais



Marcel Moreira é engenheiro agrônomo, com mestrado em Negócios Globais de Alimentos e Agricultura, e acumula quase 18 anos como servidor de carreira do Mapa. Ao longo de sua trajetória, atuou como auditor fiscal federal agropecuário e adido agrícola na Arábia Saudita, entre 2018 e 2021. Antes de ser nomeado, ocupava o cargo de diretor do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos da SCRI.



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São Paulo confirma primeiro caso da doença em 2025



A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo confirmou o primeiro caso de febre amarela em humanos neste ano. O paciente é um homem de 27 anos, morador da capital paulista, que esteve em Socorro, na região de Campinas, onde já havia sido notificado um caso da doença em macacos.

Em 2024, o estado registrou dois casos em humanos, sendo um autóctone – com origem dentro do estado – e outro de um homem contaminado em Minas Gerais, que acabou falecendo.

O Instituto Adolfo Lutz confirmou recentemente nove casos da doença em macacos: sete na região de Ribeirão Preto, um em Pinhalzinho e outro em Socorro.

Ações de Vigilância e Vacinação

Diante do cenário, o estado intensificou as ações de vigilância em saúde e vacinação nas regiões afetadas. A vacina contra a febre amarela está disponível nos postos de saúde e deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes de deslocamentos para áreas de mata ou regiões com registros da doença.

O que é a Febre Amarela?

A febre amarela é uma doença transmitida pela picada de mosquitos silvestres infectados. A morte de macacos em áreas específicas pode ser um sinal da presença do vírus, já que esses animais também são altamente vulneráveis à doença.

As equipes de saúde recomendam que qualquer avistamento de macacos mortos ou doentes seja imediatamente comunicado às autoridades locais.

Sintomas da Febre Amarela

Os sintomas iniciais incluem febre súbita, calafrios, dores intensas no corpo e cabeça, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza recorrentes. Em casos mais graves, a doença pode evoluir rapidamente, exigindo atendimento médico imediato.

Vacinação, informação e medidas de prevenção são as melhores formas de conter o avanço da febre amarela.



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