domingo, agosto 2, 2026

Autor: Redação

News

Mesmo com queda no volume exportado, suco de laranja atinge US$ 1,8 bi



O setor de suco de laranja registrou uma queda de 19,7% no volume exportado nos primeiros seis meses da safra 2024/25 (julho a dezembro), totalizando 430.078 toneladas, contra 535.604 toneladas no mesmo período da safra anterior. Apesar disso, o faturamento atingiu US$ 1,87 bilhão, uma alta de 42,66% em relação aos US$ 1,31 bilhão registrados na safra 2023/24, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

A redução no consumo global e a oferta restrita, reflexo de safras menores, têm impactado o mercado, de acordo com Ibiapaba Netto, diretor-executivo da CitrusBR. “Cinco ciclos de safras pequenas e médias, somados a uma alta de preços sem precedentes, mostram que a queda na demanda era inevitável”, explicou.

Principais destinos e resultadose

Europa

A Europa manteve-se como o maior destino, representando 42,72% das exportações. O volume exportado caiu 22,21%, de 294.033 para 228.692 toneladas. Em contrapartida, o faturamento subiu 41,01%, alcançando US$ 1,03 bilhão, ante os US$ 735,3 milhões da safra anterior.

Estados Unidos

Os embarques para os EUA totalizaram 161.641 toneladas, queda de 7,17% em relação às 174.128 toneladas da safra passada. Já a receita cresceu 56,37%, somando US$ 675,8 milhões frente aos US$ 432 milhões no mesmo período anterior.

Ásia

  • Japão: Exportações recuaram 14,07%, para 11.441 toneladas, mas o faturamento teve aumento expressivo de 79,75%, chegando a US$ 62,9 milhões.
  • China: A queda foi mais acentuada, com volume reduzido em 46,08%, para 19.223 toneladas. O faturamento caiu 17,35%, totalizando US$ 52,2 milhões.

Outros mercados somaram 114.607 toneladas e faturamento de US$ 48.772.433, complementando os valores totais do período.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Dólar opera em baixa frente ao real nesta terça-feira



Dólar à vista registrou queda frente ao real nesta terça-feira (14)




Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney, o dólar à vista registrou queda frente ao real nesta terça-feira (14), ampliando as perdas observadas na véspera, enquanto os mercados internacionais reagem aos dados de inflação dos Estados Unidos e aguardam desdobramentos políticos relacionados ao presidente eleito Donald Trump.

Às 15h18, o dólar à vista era negociado com baixa de 0,62%, cotado a R$ 6,059 na compra e R$ 6,060 na venda. Paralelamente, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento na B3 apresentava queda de 0,49%, negociado a 6.089 pontos.

Na segunda-feira (13), o dólar à vista já havia fechado em leve baixa de 0,08%, cotado a R$ 6,0980.

Dólar Comercial

  • Compra: R$ 6,090
  • Venda: R$ 6,090

Dólar Turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313





Source link

News

Entenda a ‘regra do Pix’ e não caia em golpe



Informações falsas, como taxações no Pix, quebra de sigilo fiscal, taxação para empreendedor e até boletos sobre débitos que não existem, estão circulando nos últimos dias, após uma nova regra da Receita Federal entrar em vigor. 

O que muda, a partir de janeiro de 2025, é que as instituições financeiras (como bancos digitais e operadoras de pagamentos, a exemplo das “maquininhas”) irão repassar à Receita informações de movimentações que excederem R$ 15 mil mensais, no caso de pessoa jurídica (como o MEI, a Microempresa e a Empresa de Pequeno Porte), e R$ 5 mil mensais se for pessoa física. 

“Mas nada muda no dia a dia do empreendedor”, tranquiliza o analista de Políticas Públicas do Sebrae, Pedro Pessoa. A declaração compreende todos os tipos de empreendedores, sejam eles urbanos ou rurais.

O Pix é aceito, hoje, por 97% dos pequenos negócios, sendo o meio de pagamento preferido de 48% dos microempreendedores individuais, segundo pesquisa do Sebrae. 

Por isso, é importante que os empreendedores tirem suas dúvidas e não acreditem em notícias falsas.

Confira abaixo:

Vai ter cobrança de taxa para usar o Pix?

Não haverá nenhuma cobrança sobre o Pix. É importante estar atento, pois criminosos estão gerando boletos falsos sobre supostas taxas referentes ao uso do Pix para aplicar golpe. 

Eles se passam pela Receita e enviam para as pessoas dizendo que se trata da taxa cobrada em valores acima de R$ 5 mil movimentados via Pix. 

Alegam que, se o boleto não for pago, o CPF do contribuinte será bloqueado. 

“Não existe tributação sobre Pix, e nunca vai existir, até porque a Constituição não autoriza imposto sobre movimentação financeira”, assegura o comunicado da Receita Federal.

O que mudou com a nova regra da Receita?

O que muda, a partir de janeiro de 2025, é que as instituições financeiras (como bancos digitais, administradoras de cartão de crédito e operadoras de pagamentos, a exemplo das “maquininhas”) terão de repassar à Receita informações de movimentações que excederem R$ 15 mil mensais no caso de pessoa jurídica (como o MEI, a Microempresa e a Empresa de Pequeno Porte) e R$ 5 mil mensais no caso de pessoa física. 

Com a ação, a Receita Federal busca aumentar a transparência e o monitoramento de operações financeiras no país.

As instituições financeiras não repassavam esses dados antes da nova regra?

Os bancos tradicionais, públicos e privados, já repassam dados dessa natureza há cerca de duas décadas.

E os limites eram menores: se a movimentação excedesse R$ 2 mil mensais para pessoa física e R$ 5 mil para pessoa jurídica, já havia o repasse dessa informação. 

Agora, esse “piso” foi aumentado (só o que ultrapassar R$ 5 mil mensais para pessoa física e R$ 15 mil mensais para pessoa jurídica) e o repasse se tornou obrigatório para todas as instituições que operam essas transações (bancos digitais, chamados de fintechs, administradoras de cartão de crédito, instituições de pagamento).

A Receita vai saber a origem e o destino do meu Pix?

Não. Essas informações continuam sigilosas, segundo a Receita. Apenas será repassado o valor das operações que mensalmente, somadas, ultrapassem R$ 5 mil vinculados ao CPF e R$ 15 mil para operações vinculadas a CNPJs.

Haverá mudanças na minha declaração de imposto à Receita, como pessoa física ou jurídica?

Não. A obrigação é apenas das instituições financeiras. O cidadão, seja pessoa física ou jurídica, continua fazendo a declaração de imposto de renda da mesma forma. 

O importante é declarar tudo corretamente, não importando a forma de recebimento. A nova regra vai ajudar, por exemplo, a evitar divergências na declaração pré-preenchida do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), aponta o governo.

É verdade que a medida quer “pegar” os pequenos comerciantes que recebem pelo Pix?

Não. A medida aperfeiçoa a forma de cruzamento de informações, ampliando, inclusive, os valores que deverão ser reportados pelas instituições financeiras: que eram R$ 2 mil por mês (pessoa física) e R$ 5 mil por mês (empresas) e passaram a ser R$ 5 mil por mês (pessoa física) e R$ 15 mil por mês (pessoa jurídica). 

“É exatamente o contrário, a gente não tem nem condição de fiscalizar dezenas de milhões de pessoas que movimentam valores baixos. A gente quer é automatizar isso para poder melhor orientar esse tipo de contribuinte a se regularizar, por exemplo. 

Se a pessoa não tem uma empresa aberta, ela pode abrir um MEI (microempreendedor individual), por exemplo, para regularizar a fonte de renda. Mas não tem nem sentido a Receita Federal ir para a fiscalização repressiva nesses casos”, assegurou o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.

O que a Receita quer com essa regra?

Ao exigirem que essas instituições de pagamento mais recentes no mercado, como fintechs e administradoras de cartão, forneçam, semestralmente, dados de movimentações volumosas, assim como já fazem os bancos tradicionais, a Receita quer melhorar o sistema de fiscalização, fechando lacunas que passaram a existir com bancos digitais e carteiras virtuais, por onde passou também a circular dinheiro. Para quem cumpre suas obrigações fiscais, nada muda.



Source link

News

Seca causa prejuízos nas plantações de soja em MS



A seca tem causado grandes prejuízos nas plantações de soja em Mato Grosso do Sul, afetando a produtividade agrícola da região. Diego Burgel, produtor de soja da região de Sidrolândia (MS), viu suas expectativas despencarem de maneira drástica. Inicialmente, ele esperava colher entre 60 e 65 sacas por hectare nos 6.200 hectares plantados, o que representaria uma produção expressiva e um bom retorno financeiro. Contudo, devido à escassez de chuvas e ao calor extremo que afetaram a região nos últimos meses, a situação tomou um rumo desfavorável.

Com o clima adverso, Burgel agora estima uma perda de 30% no seu potencial produtivo, reduzindo a previsão para algo entre 42 e 45,5 sacas por hectare. Essa redução representa uma grande queda em sua produção total, com impactos diretos na rentabilidade da safra. A seca prolongada, que tem se tornado uma constante nas últimas temporadas, tem afetado não apenas a quantidade, mas também a qualidade da soja, o que gera uma série de dificuldades logísticas e econômicas para os agricultores.

A realidade dura do campo evidencia o impacto severo das condições climáticas adversas, que vêm desafiando cada vez mais os produtores. A falta de chuva tem prejudicado a germinação das sementes e o desenvolvimento das plantas, o que agrava ainda mais a situação. Além disso, a falta de umidade no solo impede que os grãos atinjam o tamanho esperado, comprometendo a produtividade em MS. A seca, combinada com os custos crescentes de insumos e com a incerteza quanto à recuperação da safra, coloca em risco a sustentabilidade de muitas famílias de produtores rurais, que enfrentam um cenário desolador em um momento crítico da agricultura sul-mato-grossense.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cotação do boi gordo registra alta nas praças paulistas



As cotações subiram para o boi gordo e a novilha,




Foto: Pixabay

O informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que o mercado de bovinos iniciou a terça-feira (14) com aumentos nas cotações, impulsionados pela oferta limitada e pela redução nas escalas de abate, que estão, em média, para seis dias. As cotações subiram para o boi gordo e a novilha, enquanto o preço da vaca permaneceu estável.

  • O boi gordo teve um aumento de R$ 3,00 por arroba.
  • A novilha gorda subiu R$ 2,00 por arroba.
  • O preço da vaca manteve-se inalterado.


No Espírito Santo, todas as categorias de bovinos registraram alta. As escalas de abate diminuíram para cinco dias em média, refletindo a redução da oferta.

  • A arroba do boi gordo e da novilha gorda subiu R$ 5,00.
  • A vaca também teve uma alta de R$ 10,00 por arroba.
  • A cotação do “boi China” também subiu R$ 5,00 por arroba.

Mato Grosso do Sul

Nas regiões de Dourados e Campo Grande, o mercado de carne bovina também registrou aumento nos preços, com escalas de abate variando entre quatro e seis dias.

  • Em Dourados, a cotação da vaca gorda subiu R$ 2,00 por arroba.
  • Em Campo Grande, o boi gordo teve um aumento de R$ 3,00 por arroba. O preço das fêmeas permaneceu estável.

Até a segunda semana de janeiro, o volume exportado de carne bovina in natura foi de 66,4 mil toneladas, com média diária de 9,5 mil toneladas. Isso representa um aumento de 14,9% em comparação ao mesmo período de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5,1 mil, o que significa um crescimento de 11,8% em relação ao ano passado, impulsionando o faturamento, que subiu 28,5%.





Source link

News

Mais de 25 mil animais são resgatados de incêndios em 2024



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) revelou que mais de 25 mil animais silvestres foram resgatados em 2024, a maior parte durante incêndios florestais. Em setembro e outubro, meses mais críticos, ocorreram 25% dos resgates, com destaque para o Distrito Federal, que liderou com 1.071 animais encaminhados aos Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas).

Segundo o Ibama, incêndios cada vez mais intensos são reflexo das mudanças climáticas e colocam em risco diversas espécies. Durante operações no Pantanal, mais de 1.130 animais vivos foram avistados em fuga. Embora algumas histórias tenham finais felizes, como o resgate de tamanduás e onças-pintadas, muitas terminaram em perdas irreparáveis.

Tecnologia no resgate de fauna

Em 2024, o Ibama lançou o Aplicativo para Gestão de Emergências de Fauna (AGF), que auxilia na identificação e coleta de dados de animais em áreas críticas. A ferramenta otimiza os resgates e gera informações valiosas para planejar ações futuras.

As equipes do Ibama que atuam nos resgates de fauna podem registrar necessidades de suprimentos, equipamentos e pessoal, o que facilita a logística das operações. Isso torna a resposta às emergências mais coordenada e eficiente. Com essa inovação, o Ibama dá um passo importante na defesa da biodiversidade da região ao demonstrar que a tecnologia pode ser uma grande aliada no combate às emergências ambientais e na preservação de um dos ecossistemas mais ricos e ameaçados do Brasil.

Com o avanço das mudanças climáticas, o aumento dos incêndios florestais exige esforços coordenados para mitigar os impactos na fauna brasileira. As operações do Ibama e parceiros destacam a urgência de estratégias de preservação e combate a emergências ambientais.



Source link

News

Apesar de febre aftosa, Alemanha espera manter exportações para a UE



O Ministério da Agricultura da Alemanha declarou nesta quarta-feira (15) que espera a continuidade das exportações de carne e produtos lácteos para a União Europeia (UE), mesmo após a confirmação de um caso de febre aftosa na última semana.

Na sexta-feira (10), as autoridades alemãs identificaram o primeiro surto da doença em quase 40 anos em um rebanho de búfalos localizado nos arredores de Berlim, na região de Brandemburgo, conforme informou a Agência Reuters.

A febre aftosa afeta ruminantes de casco fendido, como bovinos, suínos, ovinos e caprinos, e historicamente exigiu grandes campanhas de abate para ser erradicada. Apesar de não representar riscos à saúde humana, a doença altamente infecciosa costuma levar à imposição de proibições de importação de carne e produtos lácteos provenientes de países afetados.

Entre os países que já restringiram as importações da Alemanha estão o Reino Unido, a Coreia do Sul e o México.

Quarentena regional evita maiores impactos

O governo alemão alertou que um único caso de febre aftosa poderia paralisar as exportações de carne e laticínios para fora da UE. Contudo, o Ministério da Agricultura informou que a Comissão Europeia considerou suficiente a adoção de zonas de quarentena de aproximadamente 10 quilômetros ao redor da fazenda afetada, permitindo o uso do princípio de regionalização para racionalizar o comércio.

Pelas normas da UE, restrições à importação de carne e produtos lácteos aplicam-se apenas à região onde a doença foi detectada, e não ao país inteiro.

“Após as notícias da semana passada, a decisão de Bruxelas é um raio de esperança para os agricultores”, afirmou Cem Oezdemir, ministro da Agricultura da Alemanha.

Segundo o governo, a Comissão Europeia não ampliou a área de quarentena estabelecida em Brandemburgo. Carnes e produtos lácteos provenientes de fora dessa zona podem continuar sendo comercializados dentro do bloco.

Exportações focadas na UE

Nos últimos anos, as exportações de carne da Alemanha, especialmente carne suína, têm sido predominantemente direcionadas para a União Europeia. Isso ocorre após muitos países imporem restrições devido a surtos de febre suína africana registrados em 2020.

Ontem (14), a Alemanha informou que, após testes intensivos nas áreas ao redor do foco inicial, não foram detectados novos casos de febre aftosa.



Source link

News

BNDES aprova R$ 480 milhões para expansão de etanol e energia limpa



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 480 milhões em financiamentos para ampliar a produção de etanol, energia limpa e modernizar unidades industriais da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA). O investimento está alinhado às diretrizes de descarbonização e transição energética do governo federal.

Expansão da Produção

Com R$ 220 milhões do Fundo Clima, a unidade Vale do Pontal, em Limeira do Oeste (MG), aumentará sua capacidade de produção de etanol anidro em 85 mil m³ por ano, alcançando 205 mil m³ por safra. A geração de energia a partir de biomassa também será ampliada de 34 MW para 68 MW, com o processamento de cana subindo de 2,7 milhões para 4 milhões de toneladas por safra. O projeto, avaliado em R$ 289,4 milhões, deve gerar mais de 500 empregos diretos.

Além disso, o aumento da produção permitirá à usina emitir mais Certificados de Carbonização (CBios), instrumentos do programa RenovaBio que compensam emissões de carbono e promovem a sustentabilidade no setor de combustíveis.

Modernização e sustentabilidade

Outros R$ 260 milhões, do programa BNDES Máquinas e Serviços, serão destinados à modernização industrial e aquisição de equipamentos agrícolas para as unidades Vale do Pontal, Vale do Tijuco e Canápolis. Os recursos poderão ser usados para compra de máquinas, bens de informática, automação e serviços, com foco na eficiência produtiva.

“O financiamento aprovado pelo BNDES está alinhado às diretrizes do governo do presidente Lula que orientam a ampliação da produção de biocombustíveis, fundamentais para o processo de descarbonização, além da produção de energia limpa e renovável, como a de vapor produzido na queima de biomassa, neste caso, o bagaço da cana, contribuindo para a redução das emissões de gases que causam o efeito estufa”, destacou Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.

Impacto na cadeia produtiva

Carlos Eduardo Turchetto Santos, CEO da CMAA, ressaltou o impacto positivo dos financiamentos:

“Estes recursos serão essenciais para impulsionar os investimentos de longo prazo da CMAA, permitindo-nos reforçar nosso compromisso com soluções sustentáveis e inovadoras. Com este apoio, daremos mais um passo importante para fortalecer o crescimento de nossos negócios e contribuir com o desenvolvimento econômico e ambiental do Brasil. Estamos confiantes de que esta conquista trará resultados expressivos, beneficiando não apenas a CMAA, mas toda a cadeia produtiva que apoiamos.”

A operação também foi celebrada por José Luís Gordon, diretor de Desenvolvimento Produtivo do BNDES, como essencial para consolidar o Brasil como referência global em biocombustíveis:

“A grande capacidade de produção de biocombustíveis é um diferencial brasileiro no campo da descarbonização e transição energética, compondo um dos pilares da nova política industrial e do Plano Mais Produção.”

Futuro Sustentável

Os investimentos devem não apenas impulsionar a produção, mas também fortalecer o compromisso com a sustentabilidade, posicionando o Brasil como protagonistas na luta contra as mudanças climáticas e na promoção da energia renovável.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

o avanço dos defensivos biológicos nas lavouras brasileiras


Por Lucas Rivas

A agricultura brasileira é amplamente dependente de defensivos químicos importados, uma realidade que impacta diretamente os custos de produção e a competitividade do setor. Apesar de sua relevância no mercado global, o Brasil carece de uma indústria química nacional robusta, o que mantém essa dependência e o coloca como o maior mercado mundial de defensivos.

Em 2023, o país importou mais de 2,7 milhões de toneladas de defensivos, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Embora o consumo por hectare não seja o maior do mundo, a extensão das áreas cultivadas e a possibilidade de múltiplas safras anuais elevam o volume total adquirido pelos produtores. Com negociações atreladas ao dólar e influenciadas por oscilações externas, as importações tornam-se um fator crítico para o aumento dos custos agrícolas.

Em entrevista ao Portal Agrolink, Luiz Alberto Moreira da Silva, executivo com mais de cinco décadas de experiência no agro e atual diretor da Luft Agro, destaca que a ausência de uma indústria química de base sólida no Brasil impede a produção nacional de defensivos genéricos. Segundo ele, mesmo com a estruturação de um setor competitivo, atender apenas à demanda interna não seria viável, exigindo que o país também disputasse espaço no mercado internacional, o que traria desafios adicionais em termos logísticos e econômicos. “A falta de uma base industrial forte compromete nossa autonomia. E, ainda que conseguíssemos desenvolver essa estrutura, os custos poderiam ser ainda mais elevados”, analisa.

O papel dos defensivos biológicos

No cenário de crescente pressão por práticas agrícolas mais sustentáveis, os defensivos biológicos despontam como uma alternativa estratégica para reduzir a dependência de químicos importados no Brasil. Para Luiz Alberto, a solução vai além da produção orgânica e já conquista espaço entre grandes players do setor. “Biológicos têm demonstrado eficiência igual ou superior em aplicações específicas, como nematicidas para soja”, explica o especialista. Ele reforça que, além de inovadores, esses produtos respondem à crescente demanda por sustentabilidade, uma exigência cada vez mais presente no mercado global e essencial para o futuro do agronegócio brasileiro.

Desafios e perspectivas

Embora promissores, os defensivos biológicos ainda enfrentam obstáculos significativos no Brasil, especialmente devido às suas exigências logísticas em um território de dimensões continentais. A necessidade de condições específicas, como refrigeração ao longo de toda a cadeia, torna o transporte e o armazenamento um desafio.

Apesar disso, Luiz Alberto Moreira da Silva mantém uma visão otimista sobre a evolução desses produtos. “Os biológicos têm superado barreiras importantes e, embora devam coexistir com os químicos por um bom tempo, a tendência é de um equilíbrio crescente entre essas soluções no campo brasileiro”, projeta.

Essa transição não apenas reforça a competitividade do agronegócio nacional, mas também responde às demandas globais por práticas mais sustentáveis, apontando para um futuro no qual a agricultura brasileira se adapta cada vez mais às necessidades ambientais e econômicas de um mercado em constante transformação.





Source link

News

a queda do dólar e os ajustes no Imposto de Renda; confira análise



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a dificuldade do Ibovespa em manter os 119 mil pontos e a queda do dólar frente ao real. Nos EUA, o dado de inflação ao produtor trouxe alívio parcial. Na China, estímulos impulsionaram o crédito. No Brasil, Haddad comentou ajustes no IR, enquanto o setor de serviços deve mostrar retração em novembro.



Source link