sábado, agosto 1, 2026

Autor: Redação

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Em visita à Bahia e Piauí, ministro Fávaro destaca investimentos na agricultura


Nesta quarta-feira (22), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro visitou fazendas em Luís Eduardo Magalhães (LEM), no Oeste da Bahia e a na Baixada Grande do Ribeiro, no Piauí.

Pela manhã, em LEM, Fávaro realizou uma visita técnica e uma reunião de trabalho na Fazenda Santa Isabe, que conta com o maior pivô do mundo, com 1.220 metros de raio, cobrindo 470 hectares.

Numa publicação no Instagram, o ministro escreveu que “O Matopiba tem se consolidado como uma das mais importantes regiões da agropecuária brasileira, especialmente na produção de grãos e fibras.”.

Seguindo a agenda, no Piauí, na Baixada Grande do Ribeiro, também participou de uma visita técnica para conhecer um projeto de irrigação e plantações de soja e algodão.

A comitiva também contou com o governador piauiense, Rafael Fonteles, além do secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Campos, e dirigentes de bancos públicos, como vice-Presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Luiz Gustavo Braz Lage, o superintendente do BB, Felipe Duch, e o gerente da Área de Operações e Canais Digitais do BNDES, Rômulo Bastos Dias.

Visita Ministro Carlos Fávaro a Bahia e Piauí, no Matopiba; fazendas, agendaVisita Ministro Carlos Fávaro a Bahia e Piauí, no Matopiba; fazendas, agenda
Foto: Divulgação/Mapa

O ministro Carlos Fávaro destacou o empenho do Governo Federal na infraestrutura que fomente a agricultura de qualidade, gerando oportunidades no Piauí.

“Vim com os dirigentes dos bancos para conhecer in loco e mostrar que podemos investir neste estado que é terra de prosperidade e oportunidades”, comentou.

Conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Piauí registrou crescimento de 384% no valor da produção agrícola nos últimos oito anos.


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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de trigo em lenta recuperação



No Paraná, a tentativa dos vendedores de liberar armazéns gerou movimento



Em Santa Catarina, os preços variam entre R$ 1.400 e R$ 1.500/tonelada
Em Santa Catarina, os preços variam entre R$ 1.400 e R$ 1.500/tonelada – Foto: Canva

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná segue apresentando movimentações moderadas, com destaque para a estratégia dos moinhos de antecipar seus estoques. No Rio Grande do Sul, o mercado local continua lento, com moinhos cobrindo suas posições para janeiro e já analisando ofertas para fevereiro e março. 

No interior, as indicações de comprador estão em R$ 1.250,00 para embarques de 15/02 a 15/03, enquanto trigos mais fortes são cotados a R$ 1.300,00. No mercado de exportação, preços caíram R$ 20/t, com cotações de R$ 1.350,00 para entrega em fevereiro. O preço da pedra em Panambi permaneceu em R$ 65,00 por saca.

Em Santa Catarina, os preços variam entre R$ 1.400 e R$ 1.500/tonelada, com ofertas específicas em Mafra (R$ 1.400 CIF), Três Barras (R$ 1.430 CIF), Campos Novos (R$ 1.440 CIF) e Pinhalzinho (R$ 1.500 CIF). O trigo importado, que chega ao estado através da Serra Morena, é negociado por valores superiores a R$ 1.700 no porto e R$ 1.800 no interior. O preço da pedra para triticultores locais manteve-se estável, com destaque para R$ 73,00/saca em São Miguel do Oeste e Xanxerê, enquanto Canoinhas e Joaçaba registraram R$ 72,00/saca.

No Paraná, a tentativa dos vendedores de liberar armazéns para milho-verão e soja gerou algum movimento. No norte do estado, o preço negociado foi de R$ 1.450/t, enquanto no oeste e sudoeste, as pedidas são menores, tornando o trigo paranaense mais competitivo que o gaúcho. Contudo, a diferença entre as ofertas dos vendedores e a demanda dos compradores ainda dificulta negociações significativas.

 





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Governo sanciona lei para acelerar a transição energética no Brasil



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, com três vetos, a lei que cria o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten). A iniciativa contém incentivos para a substituição de matrizes energéticas poluentes por fontes de energia renovável.

De acordo com a lei publicada no Diário oficial da União (DOU), entre os objetivos do Paten estão o financiamento de projetos de desenvolvimento sustentável, a aproximação entre financiadores e empresas interessadas, a utilização de créditos detidos por pessoas jurídicas de direito privado junto à União como forma de financiamento e a promoção da geração e do uso eficiente da energia de baixo carbono por meio de projetos de redução de gases de efeito estufa.

Os projetos de desenvolvimento sustentável elegíveis aos recursos são aqueles destinados a obras de infraestrutura, pesquisa tecnológica e inovação tecnológica com benefícios socioambientais. As empresas que aderirem ao Paten poderão receber recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) e fazer negociações de dívidas com a União de acordo com os investimentos em sustentabilidade.

Vetos

Lula vetou o artigo que estendia os benefícios do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (Padis) a “acumuladores elétricos e seus separadores”, devido à falta de estimativa de impacto orçamentário e financeiro e de compensação para a respectiva renúncia de receita.

O presidente também vetou o artigo que previa que os recursos não utilizados pelo Paten ao fim de cada exercício deveriam ser repassados à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). “A realocação de recursos prevista para a Conta de Desenvolvimento Energético propiciaria redução nos investimentos em projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e projetos de eficiência energética, que são essenciais para o avanço da transição energética, sem produzir impacto significativo sobre a redução da tarifa de energia elétrica”, justificou o Planalto.

Lula vetou ainda o artigo que autorizava o uso de recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima em projetos de mobilidade logística nos segmentos rodoviário, ferroviário e hidroviário, incluídos caminhões fora de estrada, equipamentos agrícolas, ônibus e micro-ônibus, movidos a biometano, biogás, etanol e gás natural na forma de gás natural comprimido (GNC) ou gás natural liquefeito (GNL), e a infraestrutura de abastecimento na forma de GNC ou GNL.

“O dispositivo contraria o interesse público ao possibilitar a destinação de recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima para investimentos não alinhados à Política Nacional sobre Mudança do Clima, às metas brasileiras de redução de emissões de gases de efeito estufa, assumidas na Contribuição Nacionalmente Determinada na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, e à Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima”, completou o governo.



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Retirada de defensivos no Rio Tocantins é cancelada



O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que até o final de abril, não será possível retirar as bombonas de defensivos que caíram no rio Tocantins, após a queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, situada entre os municípios de Estreito/MA e Aguiarnópolis/TO, na BR-226 (Rodovia Belém-Brasília), em 22 de dezembro de 2024. O desabamento provocou 14 mortes e três pessoas seguem desaparecidas.

Segundo o Ibama, os trabalhos de mergulho para retirada das bombonas foram suspensos no dia 10 de janeiro devido ao aumento da vazão de água no rio, impossibilitando operações para retirada dos recipientes com defensivos. Até o momento, 29 bombonas com 20 litros de cada foram retiradas do leito do Tocantins.

Na queda, duas carretas com ácido sulfúrico e uma carregada com defensivos caíram com a estrutura. As transportadoras responsáveis pelas cargas contrataram empresas de resposta a emergências químicas.

“Considerando as dificuldades relacionadas à profundidade do rio no local do acidente, mais de 40m, a vazão de água, visibilidade entre outros aspectos, estimou-se a necessidade de 145 dias de mergulhos para a retirada de todo o material do leito do rio, conforme indicado no Plano de Mergulho da Empresa Port Ship, contratada pela Ambipar para a atividade”, informa a nota.

De acordo com o Ibama, a realização de mergulhos no local só é possível quando a vazão do rio está em aproximadamente 1.000 m³/s – no momento, a vazão está em 7.532 m³/s. A correnteza no rio Tocantins sofre com a influência da Usina Hidrelétrica de Estreito, controlada pelo Consórcio Estreito Energia – Ceste.

Sem garantia

Com o aumento da vazão, as bombonas podem se deslocar da área do acidente, podendo surgir em localidades distantes. O Ibama solicitou ao Consórcio Estreito Energia (Ceste) a previsão do fluxo de água no rio para a realização de mergulhos, com escoamento próximo a 1.000 m³/s, porém, o Ceste informou não ser possível garantir essa vazão no período úmido, que se estende até final de abril.



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Pela primeira vez desde novembro, dólar fecha abaixo dos R$ 6,00



Beneficiado pela moderação nas tarifas comerciais prometidas pelo novo presidente norte-americano, Donald Trump, o mercado cambial teve uma quarta-feira (22) de alívio. O dólar caiu para abaixo de R$ 6 e atingiu o menor nível desde o fim de novembro. A bolsa de valores não teve o mesmo desempenho positivo e caiu pela primeira vez após três altas seguidas.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,946, com recuo de R$ 0,085 (-1,4%). A cotação caiu durante toda a sessão e passou a operar abaixo de R$ 6 a partir das 10h50. Na mínima do dia, por volta das 14h, chegou a R$ 5,91.

A moeda norte-americana está na menor cotação desde 27 de novembro. Em 2025, a divisa tem queda de 3,79%.

O mercado de ações teve um dia mais volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 122.972 pontos, com queda de 0,3%. O indicador alternou altas e baixas durante toda a sessão, mas consolidou a tendência de baixa perto do fim da tarde, puxado por mineradoras.

Sem notícias relevantes na economia brasileira, o dólar foi influenciado pelo mercado internacional. A ausência de anúncios de elevação de tarifas comerciais para a América Latina pelo presidente Donald Trump beneficiou os países emergentes. O novo presidente norte-americano anunciou uma sobretaxa de 10% para os produtos da China e de 25% para os do México e do Canadá a partir de 1º de fevereiro.

Além da falta de menções à América Latina, os percentuais abaixo do esperado diminuíram as pressões sobre a inflação norte-americana. Isso diminui a necessidade de o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) congelar ou elevar os juros neste ano. Durante a campanha eleitoral, Trump prometeu tarifas mais altas sobre os produtos chineses.

Taxas de juros menos altas em economias avançadas beneficiam países emergentes, como o Brasil. Isso porque os juros elevados da economia brasileira atraem capitais financeiros, reduzindo a pressão sobre o dólar e a bolsa.



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AgroNewsPolítica & Agro

Ceará desponta como polo de exportações e investimentos



No campo dos investimentos, o Ceará atraiu US$ 258,4 milhões entre 2021 e 2023



Apesar do volume expressivo, o desafio está em ampliar a participação de pequenas empresas
Apesar do volume expressivo, o desafio está em ampliar a participação de pequenas empresas – Foto: Pixabay

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou, em 20 de janeiro, o estudo “Ceará – Oportunidades de Exportações e Investimentos 2025”. O levantamento destaca o estado como uma região estratégica para o comércio exterior e a atração de capitais, evidenciando o potencial de setores tradicionais e emergentes. A iniciativa faz parte da estratégia da ApexBrasil de diversificar as origens das exportações brasileiras e integrar todos os estados aos fluxos globais.

Com metodologia própria, o estudo oferece uma análise detalhada do cenário econômico do Ceará e suas possibilidades no mercado internacional. Em 2023, o estado exportou cerca de US$ 2 bilhões, sendo 88,8% provenientes da indústria de transformação. Apesar do volume expressivo, o desafio está em ampliar a participação de pequenas empresas e diversificar a pauta exportadora, que hoje se concentra em ferro, aço e produtos semiacabados. A ApexBrasil identificou 4.557 oportunidades de exportação em 108 setores, incluindo calçados, frutas, vestuário e produtos metálicos.

No campo dos investimentos, o Ceará atraiu US$ 258,4 milhões entre 2021 e 2023, com destaque para o setor de software, responsável por 56,1% dos aportes. O varejo surge como área promissora para novos investimentos, empregando 8,6% da força de trabalho local. Segundo Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, as informações são estratégicas para governos e empresas ampliarem seus horizontes no mercado global.

“Essas informações são cruciais e trazem um conteúdo estratégico para governos estaduais, entidades empresariais e empresas locais, que podem utilizar esses insumos para buscar novos negócios no mercado global”, explica o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

 





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o que movimenta os mercados hoje


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o dólar em queda de 1,4%, abaixo de R$ 6, enquanto o Ibovespa recuou 0,3%, aos 122 mil pontos.

Christine Lagarde reforçou a redução gradual de juros na zona do euro, e Trump ameaçou tarifas à Rússia por falta de acordo de paz.

No Brasil, o fluxo cambial semanal cresceu US$ 806 milhões, mas o acumulado do ano segue negativo em US$ 3,8 bilhões. Hoje, foco no CMN e na Receita Tributária de dezembro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Lei reconhece importância da aviação agrícola no RS


Segundo informações divulgadas pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), entrou em vigor no Rio Grande do Sul a Lei Estadual n.º 16.267/25, que declara a aviação agrícola como de relevante interesse social, público e econômico. A norma foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adolfo Brito (PP), no dia 9 de janeiro e publicada oficialmente no Diário da Assembleia no dia 10.

Aprovada em dezembro de 2024 com 31 votos favoráveis e 12 contrários, a lei surgiu do Projeto de Lei 442/23, de autoria do deputado Marcus Vinicius (PP) e coassinada por outros 23 parlamentares. O objetivo central da medida é garantir segurança jurídica para um setor vital à agricultura do Estado, destacando a precisão, eficiência e transparência das ferramentas aéreas no manejo das lavouras.

Impacto para a agricultura gaúcha

A aviação agrícola é altamente regulamentada por legislações federais e monitorada por órgãos ambientais e de agricultura. No Rio Grande do Sul, onde o setor nasceu em 1947, essa tecnologia é essencial para o sucesso de culturas como soja, milho, trigo e, especialmente, arroz. O Estado é responsável por 70% da produção de arroz no Brasil, sendo que boa parte das lavouras depende diretamente das tecnologias aéreas para garantir produtividade e qualidade.

O Rio Grande do Sul também se destaca como a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do Brasil, com números expressivos que incluem, além dos aviões, a crescente utilização de drones na aplicação de insumos agrícolas.

Homenagem a um pioneiro

A lei recebeu o nome de “Lei Telmo Fabrício Dutra” em homenagem ao ex-presidente do Sindag (1997-1999) e um dos fundadores da entidade em 1991. Dutra teve um papel crucial na consolidação do sindicato em Porto Alegre, o que projetou o setor gaúcho de aviação agrícola no cenário nacional e internacional.

O reconhecimento pela Assembleia Legislativa reafirma o papel estratégico da aviação agrícola para o desenvolvimento humano e tecnológico, além de fortalecer o protagonismo do Rio Grande do Sul como berço e referência nacional no segmento.

Avanços e expectativas

Com a promulgação da lei, o setor aeroagrícola passa a contar com respaldo jurídico que assegura sua atuação em todo o território gaúcho, desde que respeitadas as normas regulatórias vigentes. A expectativa é de que a medida promova um debate mais equilibrado sobre o uso de tecnologias agrícolas, valorizando sua contribuição para a segurança alimentar e para a economia do Estado.





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Temporais no Sul e trégua da chuva no Centro-Oeste; acompanhe a previsão de hoje



Enquanto temporais são esperados para o Sul do país, o sol reina em outras áreas, como no Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, regiões onde a chuva diminui. Acompanhe a previsão para esta quinta-feira (23) para os estados brasileiros.

Sul

Instabilidades do interior do continente favorecem o retorno da chuva no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, além de reforçar as precipitações que já atingem áreas do Paraná. Assim, há previsão de pancadas, com risco para temporais, entre o oeste e norte gaúcho até o norte paranaense.

Sudeste

Pancadas ainda isoladas em São Paulo, no Rio de Janeiro e centro-sul de Minas Gerais. Já as capitais desses estados terão um dia de sol, com tempo abafado e chuva à tarde. No Espírito Santo, mais sol do que chuva.

Centro-Oeste

Muito sol e tempo abafado na Região. A chuva cai isolada em áreas do centro-leste de Mato Grosso do Sul, norte de Goiás e no norte e leste de Mato Grosso. Os volumes de chuva não são elevados.

Nordeste

A chuva diminui sobre a Região. As pancadas acontecem isoladas entre o Piauí, norte da Bahia e em Pernambuco. Nas demais áreas, mais sol do que chuva.

Norte

Chove sobre todos os estados, exceto em Roraima, onde a previsão é de altas temperaturas e sol entre nuvens. Pancadas mais fortes caem sobre o Amazonas, Acre e Rondônia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Quais os fatores que influenciam o mercado das commodities?


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de grãos apresenta volatilidade devido a fatores geopolíticos e climáticos. Na soja, os contratos para março na CBOT fecharam a US$ 1062,75 (-4,50), enquanto o indicador CEPEA subiu 0,91% no dia, para R$ 134,44, embora acumule queda de 3,57% no mês. Após ganhos expressivos, o mercado recuou devido à realização de lucros e às declarações de Donald Trump sobre novas tarifas à China. As perdas foram limitadas pelo atraso na colheita brasileira e pela seca na Argentina.  

No milho, os preços na CBOT também recuaram, com o contrato de março a US$ 488,75 (-1,25). O indicador B3 registrou queda de 0,73%, para R$ 77,56, enquanto o CEPEA subiu 0,23% no dia, a R$ 74,02. A realização de lucros e a entrada fluida de grãos no mercado americano pressionaram os preços, mas o atraso no plantio da safrinha no Brasil e a seca na Argentina limitaram as perdas. A relação com mercados-chave, como o mexicano, também segue no radar.  

“Assim como no caso da soja, o mercado está acompanhando de perto as ameaças de Trump à China e ao México, que é fundamental, já que é o maior comprador mundial de milho e é um mercado cativo dos Estados Unidos. O limite para as quedas continua sendo dado pela falta de umidade em áreas da Argentina e o atraso na plantando a safrinha do Brasil”, comenta.

Já o trigo teve leves flutuações, com o contrato de março na CBOT fechando a US$ 558,50 (-0,25). No Brasil, os preços CEPEA variaram: R$ 1.411,41 no PR (-0,34% no dia) e R$ 1.278,48 no RS (+1,05% no dia). Fatores como o declínio do dólar frente ao euro, melhorando a competitividade das exportações americanas, e a ameaça de geadas severas nos EUA e Rússia influenciam o mercado.  

“Além da possibilidade de realização de lucros, os fatores que influenciam o mercado incluem o declínio do dólar em relação ao euro observado até agora nesta semana, o que melhora a competitividade das exportações dos EUA e a possibilidade de temperaturas extremamente baixas em áreas de cultivo de inverno nos EUA e na Rússia, que afetarão as condições das colheitas”, conclui.





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