sexta-feira, julho 31, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

relatório sobre Greening deve ser entregue até 31 de janeiro



A entrega do relatório é uma obrigatoriedade para os produtores




Foto: Seane Lennon

De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, os citricultores do estado com plantios comerciais de citros devem ficar atentos ao prazo final para a entrega do Relatório de Vistoria do HLB (greening), que se encerra em 31 de janeiro. A entrega do relatório é uma obrigatoriedade para os produtores de cerca de 275 municípios do estado.

O novo sistema de envio de dados, disponibilizado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), já está acessível aos citricultores pelo portal de serviços. A plataforma oferece funcionalidades como o histórico de envios e a situação da produção por semestre, com a exigência de uso do cadastro GOV.br para o envio do documento.

A entrega do Relatório de Vistoria é uma medida de monitoramento da principal doença que afeta as frutas cítricas, como as mexericas e as laranjas. A obrigatoriedade de envio inclui não apenas os municípios onde há registro oficial da praga, mas também localidades classificadas como de risco, como áreas vizinhas de estados com focos da doença, como São Paulo, e municípios com maior probabilidade de ocorrência.

O monitoramento constante realizado pelo IMA permite acompanhar a situação fitossanitária dos pomares e identificar focos do greening de forma mais eficaz, evitando sua propagação e garantindo a sanidade vegetal no estado. As informações coletadas são essenciais para a formulação de políticas públicas que atendam às necessidades específicas de cada região, assegurando respostas rápidas aos desafios enfrentados pelos citricultores.

Além disso, o IMA reforça a conscientização dos produtores por meio de programas como o “Viva Citros”, promovendo boas práticas no combate ao greening e orientando sobre as exigências fitossanitárias.





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Dia instável com pancas fortes de chuva a qualque hora; veja a previsão de hoje



Tempo instável em boa parte do país, com tempo abafado e pancadas de chuva de moderada a forte intensidade a qualquer hora do dia. Confira a previsão para esta terça-feira (28):

Sul

O tempo volta a ficar mais instável no Sul, com previsão de pancadas fortes de chuva entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O sol deve aparecer mais em território gaúcho, com as pancadas se concentrando entre a tarde e à noite. Muitas nuvens e chuva a qualquer hora no oeste catarinense e no Paraná.

Sudeste

Dia instável com mais nebulosidade em São Paulo e condições de chuva a qualquer momento. Risco alto de temporais no norte paulista, no Triângulo e sul de Minas. Chove com moderada a forte intensidade no sul do Rio de Janeiro. Tempo firme no Jequitinhonha e no Espírito Santo.

Centro-Oeste

O tempo fica mais instável entre Mato Grosso do Sul e o estado de Goiás. Pode chover em forma de pancadas mais fortes no Distrito Federal, intercalando algumas aberturas de sol no decorrer do dia. Terça com mais sol e pancadas isoladas e irregulares em Mato Grosso.

Nordeste

O dia fica instável entre Maranhão, Piauí, Ceará e o interior do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Nestas áreas, há pancadas de moderada a forte intensidade e tempo abafado. O sol predomina na costa leste da Região e chove de forma moderada.

Norte

Dia abafado em toda a Região com risco de pancadas fortes de chuva. Alerta de temporais em Roraima, no Amapá e no litoral do Pará. Chove a qualquer momento em Manaus e Palmas.



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Tecnologia avalia saúde de bovinos com monitoramento remoto da temperatura


A Embrapa Gado de Corte e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) desenvolveram uma tecnologia inovadora que permite monitorar a temperatura corporal de bovinos de forma remota. A medição da temperatura corporal é essencial para identificar infecções, inflamações, períodos de cio e situações de estresse no gado.

O sistema utiliza sensores instalados no canal auditivo dos animais, garantindo precisão nos dados e bem-estar no manejo. O dispositivo já teve sua patente depositada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi).

Alimentado por energia solar, o sistema dispensa o uso de baterias, garantindo maior durabilidade e menor necessidade de manutenção. A escolha do sensor no canal auditivo prioriza boa fixação e conforto para os animais.

Monitoramento de bovinos e impactos na pecuária

Pedro Paulo Pires, pesquisador da Embrapa, destaca que a inovação supera os desafios das técnicas tradicionais de medição, que costumam ser caras e estressantes para os animais. O sistema utiliza uma base transceptora que pode estar a até 25 km de distância, conectada à internet, permitindo o envio de dados em tempo real para um servidor. Isso possibilita que o produtor receba alertas sobre febre, estresse térmico e outros problemas.

A ferramenta também se mostra útil na identificação de cio e monitoramento de partos, contribuindo para a eficiência no manejo. Segundo Pires, o dispositivo é especialmente relevante em regiões livres de febre aftosa sem vacinação, onde há maior risco de disseminação de doenças.

Parceria entre instituições e aplicação prática

O projeto é fruto de uma parceria de longa data entre a UFMS e a Embrapa, que já resultou em quase 50 dissertações focadas em soluções tecnológicas para a pecuária brasileira. O professor Fábio Iaione, orientador do projeto, afirma que o sistema combina conhecimentos de zootecnia, veterinária, engenharia e computação.

“A temperatura é medida periodicamente e transmitida para um receptor conectado à internet, que envia os dados para análise”, detalha Iaione.

A Embrapa busca parceiros para a fabricação em larga escala do dispositivo, visando facilitar o acesso dos produtores rurais à tecnologia. A expectativa é que a ferramenta contribua para melhorar a rastreabilidade da carne bovina, alinhada às exigências de segurança alimentar e barreiras sanitárias.

Foto: Embrapa

Patente e inovação tecnológica

Dayanna Schiavi, analista da Embrapa, afirma que a patente garante exclusividade aos inventores e agrega valor à tecnologia. O processo incluiu verificação da novidade da invenção e cumprimento de requisitos legais. Segundo ela, o registro é um passo importante para a negociação e disseminação da tecnologia no mercado.

Com essa inovação, o Brasil dá um passo significativo na pecuária de precisão, contribuindo para a sustentabilidade e competitividade do setor.



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Preço das terras agrícolas teve valorização de 113% nos últimos cinco anos



O preço das terras voltadas à agricultura no Brasil subiu 113% entre julho de 2019 e o mesmo mês de 2024. Assim, em média, o hectare foi de R$ 14.818,10 para R$ 31.609,87.

O cálculo provém de estudo da Scot Consultoria que analisou os 17 estados mais relevantes para a produção agropecuária do país.

Segundo a empresa, entre os principais fatores para a valorização estão os preços altos das commodities em 2020.

“Nós não tínhamos entrado no período de pandemia, então havia um acesso a crédito mais facilitado. Após esse momento, os preços das commodities, em função de um quadro de balanço de oferta e demanda internacional mais ajustado – com destaque para soja e o milho – dispararam lá fora com um câmbio que, com o início da pandemia, acabou elevando ainda mais esses preços”, detalha Felipe Fabbri, analista da consultoria.

Como exemplo, ele destaca a saca de soja que ultrapassou os R$ 200 à época. “Então, com os preços das terras indexadas à commoditie, essa valorização acabou acontecendo na mesma intensidade ou até em um volume superior”.

Valorização ao Norte

Ao longo dos cinco anos mapeados pela pesquisa da Scot, o valor médio do hectare destinado à pecuária também subiu e registrou avanço de 116%.

Ao se analisar por estado, Rondônia foi o destaque, com aumento que chegou a 300%, visto que o preço médio do hectare atingiu R$ 23 mil reais. Estados como Maranhão e Piauí, que compõem a fronteira agrícola do Matopiba (áreas de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) valorizaram 200% no mesmo período.

De acordo com Fabbri, o interesse pelas áreas está vinculado aos preços praticados no Sul e Sudeste, regiões que abrigam as terras agrícolas mais caras do país, o que estimula a descentralização dos investimentos.

“Os próprios investidores, pensando naqueles que saíram das áreas mais ao Sul, migraram para o Centro-Oeste em uma primeira fase de expansão territorial, de expansão de fronteiras agrícolas, e passaram hoje a olhar para esses estados como oportunidades para que eles pudessem realizar os seus investimentos no principal ativo mobilizado: a terra”.

Terras agrícolas como investimento

Apesar da dificuldade de liquidez, ou seja, de comercialização, as terras agrícolas são uma das fontes mais seguras para investimento no país. Nos próximos anos, devem seguir com alta procura.

“Apesar dessa questão de maior demanda, maior crescimento e valorização, a gente pode trabalhar com o que já se existe de área sem a necessidade de abertura de novas áreas, porque a gente sabe que a questão da sustentabilidade tem crescido cada vez mais na pauta para o nosso país”.



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Faep repudia ideia de reduzir impostos para alimentos importados



A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Paraná (Faep) divulgou nesta segunda-feira (27) uma nota de repúdio à ideia do governo federal de reduzir impostos sobre alimentos importados com o intuito de reduzir o preço aos consumidores.

Segundo a entidade, o plano “desconsidera as dificuldades econômicas vividas pelo país e onera o produtor rural”.

Conforme o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette, os preços praticados internamente são resultado dos elevados custos de produção e do chamado “custo Brasil”.

“O Brasil tem produção em quantidade e qualidade suficiente para abastecer o mercado interno na maioria dos alimentos alvos da ação”, afirmou no comunicado.

“A importação indiscriminada, somente em função do apelo do preço, poderá sentenciar muitos produtores a encerrarem suas atividades”, afirmou.



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Confira os preços da arroba do boi neste início de semana



O mercado físico do boi gordo apresentou preços em queda no início da semana, especialmente nas praças de produção e comercialização da Região Norte do país.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o enfraquecimento dos preços da carne no mercado doméstico foi o estopim do movimento.

“Resta saber se as indústrias conseguirão avançar suas escalas de abate com preços mais baixos em um ambiente ainda pautado pela restrição de oferta. Por outro lado, as exportações permanecem em bom nível, o que tem atuado como relevante ponto de sustentação neste início de temporada”, afirma.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 332,42
  • Goiás: R$ 321,43
  • Minas Gerais: R$ 320,88
  • Mato Grosso do Sul: R$ 326,02
  • Mato Grosso: R$ 318,43

Mercado atacadista

O mercado atacadista registra preços acomodados para a carne bovina na abertura de uma semana que ainda é pautada por consumo enfraquecido.

“Soma-se a isso a preferência da população por proteínas mais acessíveis durante o primeiro bimestre”, diz Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 18,00 por quilo. O quarto dianteiro segue precificado a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,08%, sendo negociado a R$ 5,9123 para venda e a R$ 5,9103 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8984 e a máxima de R$ 5,9559.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores apostam em manejo para manter safra de banana



Comercialização de banana cresce em cooperativas do RS




Foto: Seane Lennon

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (23), os agricultores da região administrativa de Santa Maria, especialmente em São João do Polêsine, estão focados no manejo das plantações de banana.

As atividades incluem o raleio das touceiras, manejo e adubação das lavouras, práticas essenciais para garantir a manutenção da produtividade.

A comercialização da fruta ocorre por meio de cooperativas no atacado e no comércio local, consolidando a banana como um produto de destaque na economia da região.





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Suspeito de roubar ‘pedras de boi’ avaliadas em R$ 2 milhões é preso



Um homem de 50 anos foi preso nesta segunda-feira (27) suspeito de participar de um roubo de “pedras de boi” avaliadas em R$ 2 milhões.

O crime ocorreu em 19 de setembro de 2023 (como noticiado pelo Canal Rural, à época), quando três pessoas armadas renderam funcionários de uma empresa de exportação do produto em Barretos, no interior de São Paulo, e levaram a carga.

A Operação Pedra de Fel, como são chamadas as pedras de boi, foi desencadeada pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Barretos.

Ao todo, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na cidade de São Paulo e em Sorocaba, sudeste do estado. O suspeito capturado foi encontrado em um hotel no centro histórico da capital.

De acordo com reportagem do G1, ele será encaminhado à DIG de Barretos, onde deve prestar depoimento, e na sequência, será enviado para a Cadeia de Colina, no norte do estado. A polícia ainda faz buscas por outros envolvidos no crime.

Como foi o roubo

O crime aconteceu na rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326) em setembro de 2023. Funcionários da empresa de exportação estavam transportando uma carga de 2,7 quilos de pedras de boi (cada grama vale cerca de R$ 320).

Os criminosos interceptaram o veículo das vítimas e anunciaram o assalto. Dois deles estavam armados e renderam os funcionários.

As vítimas foram levadas para um canavial à beira da estrada, onde foram amarradas. Os bandidos levaram a carga de pedras de boi, além de celulares e dinheiro. Uma das vítimas conseguiu se soltar e liberar os colegas. Os bandidos fugiram do local.

Pedras de boi

As pedras de boi, ou pedras de fel, são cálculos biliares bovinos, formados na vesícula biliar do animal. A maior parte da produção no Brasil é destinada para a China, onde é muito utilizada para fabricação de medicamentos naturais e para induzir a formação de pérolas em ostras.

Esses cálculos biliares bovinos podem variar em tamanho e cor, ou seja, podem ter desde alguns milímetros até vários centímetros de diâmetro. As cores mais comuns são amarelo-claro, verde-escuro e marrom.



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Dia de queda nos preços; confira as cotações da soja no Brasil



O mercado brasileiro de soja não registrou negócios nesta segunda-feira (27). Os preços tiveram mais um dia de queda, acompanhando a retração de Chicago, com o dólar pouco relevante no dia. Além disso, os fretes encarecidos têm freado a realização de negócios no momento.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Região das Missões (RS): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço se manteve em R$ 140,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 128,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 132,50
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 116,50 para R$ 115,50
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 117,50 para R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 119,00 para R$ 118,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. O mercado ainda sentiu a pressão exercida pelo corte nas tarifas de exportação da Argentina, anunciado na sexta-feira. Previsões de chuvas sobre a região produtora argentina, aliviando o estresse hídrico, também contribuíram para as perdas.

Segundo o boletim agroclimático da Rural Clima, a semana já começa com chuvas no Sudeste, Centro-Oeste e em parte da Região Sul do Brasil, com chance de precipitações também na Bolívia, Argentina e Paraguai. No entanto, o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos alerta que as precipitações na Argentina deverão permanecer irregulares nos próximos dias.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 729.362 toneladas na semana encerrada no dia 23 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 979.290 toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 10,75 centavos de dólar ou 1,01%, a US$ 10,45 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,58 1/2 por bushel, com perda de 9,75 centavos, ou 0,91%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 4,10 ou 1,34%, a US$ 300,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,00 centavos de dólar, com baixa de 0,22 centavo ou 0,48%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,08%, negociado a R$ 5,9123 para venda e a R$ 5,9103 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8984 e a máxima de R$ 5,9559.



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Paraná prorroga emergência zoosanitária por mais 180 dias



O governo do Paraná informou, em nota, a prorrogação por mais 180 dias da emergência zoossanitária para vigilância contra a gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1).

O novo prazo foi instituído por meio do Decreto 8.721/2025, assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD). Esta é a terceira prorrogação do decreto original, assinado em 23 de julho de 2023.

De acordo com o chefe do Departamento de Saúde Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Rafael Gonçalves Dias, a medida visa garantir que a doença não atinja a avicultura comercial do estado. “É importante registrar que essa é uma medida preventiva, precisamos nos manter alertas”, afirmou, na nota.

Gripe aviária no Brasil

A gripe aviária, doença com distribuição global e ciclos pandêmicos, foi detectada pela primeira vez no Brasil em aves silvestres em 15 de maio de 2023.

Recentemente, o vírus causou uma morte humana nos Estados Unidos e foi registrado em produções comerciais de países como Chile e Colômbia.

Com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, aves migratórias podem trazer o vírus para o Sul. Apesar do aumento dos incidentes no exterior, o Paraná não registrou nenhum caso em granjas comerciais até o momento, com a ocorrência limitada a aves silvestres.



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