terça-feira, julho 28, 2026

Autor: Redação

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Inmet emite 2 alertas laranjas para tempestade e risco de acumulado elevado de chuva


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois avisos de grande perigo por conta de tempestades no Sudeste. Um alerta laranja, válido até as 21h desta sexta-feira (7), refere-se ao risco de chuva de até 100 mm e ventos intensos (de 60 a 100 km/h), predominantemente em áreas de São Paulo, mas também no sul de Minas Gerais e pontos do Rio de Janeiro (veja mapa abaixo).

As áreas do alerta de grande perigo para tempestade são:

São Paulo

  • Araraquara
  • Bauru
  • Campinas
  • Itapetininga
  • Litoral Sul
  • Piracicaba
  • Ribeirão Preto 
  • Região Macro Metropolitana
  • Região Metropolitana de São Paulo
  • Vale do Paraíba 

Minas Gerais

Rio de Janeiro

O segundo alerta laranja do Inmet indica perigo para grande acumulado de chuva até o fim do sábado (8) no sul de São Paulo e em áreas do Paraná e de Santa Catarina (veja abaixo). O aviso ali é sobre a possibilidade de até 100 mm de chuva em 24 horas, com risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de rios.

Áreas do alerta laranja até o fim do sábado:

São Paulo

  • Itapetininga
  • Litoral Sul
  • Região Macro Metropolitana Paulista
  • Região Metropolitana de São Paulo

Paraná

  • Região Metropolitana de Curitiba

Santa Catarina

Além desses novos avisos, ainda está mantido o alerta vermelho para onde de calor no Rio Grande do Sul, com validade até a próxima segunda-feira (10). Muitos municípios do estado já registraram nos últimos dias temperaturas acima de 40 °C.

Também estão mantidos os avisos laranja e amarelo para chuvas intensas para áreas do Nordeste e do Norte, respectivamente.



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AgroNewsPolítica & Agro

Indústrias seguem comprando milho no Sul


No mercado do estado do Rio Grande do Sul, as indústrias seguem olhando e comprando milho, agora cobrindo o mês de fevereiro e março, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços de compra da indústria: Santa Rosa R$ 70,00 Ijuí R$ 70,00 Não Me Toque R$ 71,00 Marau R$ 72,00 Gaurama R$ 72,00 Arroio do Meio R$ 73,00 Lajeado R$ 73,00 Frederico R$ 73,00 Montenegro R$ 74,00 Armazenadores, vão vendendo, na medida que o produtor vende. Pedidas variam de R$ 71,00 a R$ 73,00 interior, fevereiro cheio. Exportação, com a elevação em Chicago, indicou R$ 80,00 sobre rodas entrega fevereiro e pagamento em meados de março”, comenta.

A colheita em SC está atrasada, com apenas 4,2% da área colhida, mas tem boa produtividade no Meio-Oeste. Lavouras no Planalto e Serra apresentam bom desenvolvimento.  preço ao produtor caiu 1,79% em dezembro e segue em leve retração em janeiro. Enquanto o mercado interno diverge, Chicago prevê alta para março/2025. Nos portos, os valores variam de R$ 72,00 (agosto) a R$ 72,50 (outubro).

No Paraná, os produtores esperam uma boa produtividade. “As ofertas para o milho spot giram ao redor de R$ 72,00/saca no interior. Para a safrinha no porto de Paranaguá os compradores oferecem R$ 72,00 com entrega em agosto e pagamento em 30/09 até 73,00 com entrega em setembro e pagamento em 30/10”, completa.

O plantio do milho safrinha no Mato Grosso do Sul está levemente atrasado, alcançando 5% da área. A comercialização atingiu 77% até 20 de janeiro, 3,55 pontos abaixo de 2024.  O preço da saca subiu 0,99% entre 17 e 27 de janeiro, chegando a R$ 63,56. A média do período foi R$ 63,08, alta de 35,65% em relação a 2024. “As cotações no mercado físico caíram na média geral no MS. Campo Grande está em R$ 63,00 Chapadão R$ 60,00, Dourados apresentou alta para R$ 65,99, assim como Maracaju (64,00). Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia onde os preços subiram para R$ 64,50”, conclui.

 





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‘O Brasil que produz está atrás da porteira’, diz Alceu Moreira



No segundo painel da Abertura Nacional da Colheita da Soja, o foco foi o papel dos biocombustíveis na produção de alimentos e os desafios e oportunidades para o setor. O mediador Wellington Andrade, diretor da Aprosoja Mato Grosso, iniciou a discussão parabenizando a Aprosoja MT pelos 20 anos de trabalho e crescimento, ressaltando os desafios enfrentados pelo setor ao longo do tempo.

A primeira questão abordada foi a Lei do Combustível do Futuro, levantada por Wellington ao deputado Arnaldo Jardim. O participante do painel explicou que a reforma tributária representava uma grande ameaça ao setor agropecuário, mas que o esforço conjunto permitiu que o jogo fosse revertido.

O mediador também questionou o deputado Alceu Moreira, deputado federal, sobre os avanços do RenovaBio e sobre como os juros mais baixos poderiam beneficiar o setor. Moreira apontou que, apesar das críticas frequentes ao Congresso Nacional por não entregar resultados imediatos, o trabalho em favor do agronegócio segue constante.

Assim, ele enfatizou a relevância de Mato Grosso como modelo de inovação tecnológica e produtividade no campo. “O Brasil que produz está atrás de uma porteira. Hoje, temos a maior tecnologia possível. Não há ninguém mais receptivo do que o povo da lavoura”, afirmou.

O painel também abordou o crescimento da produção de milho, que tem apresentado uma expansão, tanto em Mato Grosso quanto em outras regiões do Brasil. Bruno Alves, diretor-executivo da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), trouxe a relevância do milho na segunda safra e destacou a importância da associação entre os produtores para o êxito do agronegócio.

Alves destacou que mais de 90% da produção de milho em Mato Grosso vem da segunda safra, o que evidencia o potencial de crescimento do estado e do país para uma produção agrícola sustentável.

Bruno também sublinhou a necessidade de um marco regulatório sólido para o setor agropecuário, com políticas públicas que incentivem o crescimento da produção e a inovação tecnológica. “Precisamos de políticas públicas que convertam todo o aprendizado que Mato Grosso deu ao mundo em mais dinheiro e desenvolvimento para o estado”, afirmou.

O debate sobre reciprocidade no comércio internacional também foi levantado. O representante explicou que está sendo trabalhado um projeto na Câmara dos Deputados para garantir a soberania nacional no setor agropecuário, reforçando que o país deve crescer de acordo com suas próprias regras e políticas. ‘Podemos expandir nossa produção de alimentos sem ceder a pressões externas’, afirmou.

Alceu Moreira completou a reflexão sobre a reciprocidade, destacando que a legislação internacional deve ser justa e aplicável a todos os países. Ele frisou que a aceitação de um código florestal global, juntamente com uma lei de reciprocidade, poderia representar um marco regulatório importante, dando ao Brasil maior autoridade e reconhecimento internacional.



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é preciso agir com responsabilidade fiscal para baixar os preços dos alimentos



O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a situação atual dos preços dos alimentos não tem soluções fáceis e requer decisões do governo que passam pela questão fiscal. Segundo Motta, não dá para enfrentar a alta dos preços com medidas superficiais.

Para o presidente, é necessária uma mudança de rumo na economia e foco na responsabilidade fiscal, com corte de despesas. Motta deu uma entrevista coletiva nesta sexta-feira, após uma solenidade no município de Conde (PB).

“O que está acontecendo com os alimentos? Você está tendo a alta [dos preços] porque estamos com toda uma vinculação à política internacional, como a alta do dólar e outros fatores que afetam os preços”, explicou Motta.

“[Isso] passa por uma questão fiscal do país. Medidas superficiais não trazem constância a médio e longo prazo. É necessária uma mudança de rumo na economia e responsabilidade para discutir corte de gastos. Só isso vai resolver”, afirmou.

Prioridade da Câmara

Motta voltou a defender a pauta econômica como uma agenda prioritária da Casa. Ele reafirmou a disposição dos parlamentares de colaborar com o momento econômico de alta nas taxas de juros e dólar alto.

“A maioria da população sofre quando o cenário econômico não está favorável, quando temos a inflação corroendo nossas moedas. Isso é grave e preocupante”, disse o presidente da Câmara.

“Temos um papel fundamental para ajudar a resolver essa situação. O país depende de nossa harmonia e pacificação para que os problemas da economia sejam resolvido.”

Semipresidencialismo

Hugo Motta também afirmou que a discussão sobre o semipresidencialismo é um papel do Parlamento para melhorar a eficiência do governo, mas não há pressa no tema. Segundo ele, não há compromisso de pautar a proposta de forma urgente. “Vamos discutir essa matéria”, afirmou.

“É papel do Parlamento discutir modelos de governo e formas de melhorar o sistema eleitoral”, disse.

Ontem foi protocolada na Câmara a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2/25, que institui o semipresidencialismo e o voto distrital misto no Brasil a partir de 2030.

Em reunião de líderes na quarta-feira (5), Motta sinalizou aos parlamentares a criação de uma comissão para debater uma proposta de reforma eleitoral para instituir o voto distrital misto. Não há prazo nem calendário definido para instalação desse colegiado.



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PF apreende 5 mil pés de maconha em propriedade rural no interior da Bahia


A Polícia Federal (PF), em ação integrada com a Polícia Militar da Bahia, realizou nesta quinta-feira (6) uma Ação de erradicação de plantios de Cannabis Sativa Lineu (Maconha), no interior do estado.

A Operação Carcará II contou com apoio da CIPE-Caatinga/PMBA e localizou uma plantação com 5.360 pés de maconha em uma área com cerca de 3.110m² no município de Umburanas, região norte baiano.

Uma pessoa que estava na propriedade foi presa em flagrante e responderá por tráfico de drogas. O crime possui pena máxima de 15 anos.

POLÍCIA FEDERAL LOCALIZA PÉS DE MACONHA NA BAHIAPOLÍCIA FEDERAL LOCALIZA PÉS DE MACONHA NA BAHIA

Novas ações

A PF informou que o ciclo produtivo da cannabis é monitorado pelos policiais federais e novas ações são realizadas nos períodos próximos à colheita, coibindo a finalização do cultivo. Segundo a instituição, as ações de erradicação de plantios de maconha tem como efeito a diminuição da oferta da droga no mercado consumidor.

“Com essas operações consecutivas, as Polícias Federal e Militar contribuem significativamente para o desabastecimento dos pontos de venda de droga nos estados da Região Nordeste, evitando assim a escalada da violência tais como: roubos, furtos, homicídios, latrocínios, guerra pelo domínio dos territórios de drogas, dentre outros crimes violentos, geralmente essas ocorrências giram em torno do tráfico de drogas”, encerra a nota publicada no site da PF.

A plantação será incinerada.

*Com informações da Polícia Federal



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O chamado global à responsabilidade pela produção sustentável



O evento da Abertura Nacional da Colheita da Soja segue a todo vapor, com discussões aprofundadas sobre os desafios e impactos da COP 30 no setor agropecuário brasileiro, com especial atenção a Mato Grosso e à produção de soja.

O primeiro painel, intitulado “Sustentabilidade e os Desafios da COP 30”, reuniu especialistas e líderes do setor para abordar a relevância da sustentabilidade na agricultura e os reflexos dessa conferência global para o Brasil.

O moderador do painel foi Fabrício Rosa, diretor-executivo da Aprosoja Brasil, que iniciou a conversa destacando a importância da COP 30 para o setor agropecuário, especialmente no contexto da soja.

Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja Mato Grosso, começou sua fala destacando que a COP 30 trará à tona projetos focados na sustentabilidade da produção agrícola. No entanto, ele questionou a eficácia real da conferência, apontando que, apesar de sua participação nas edições anteriores, as decisões tomadas nem sempre geraram impactos positivos.

Bier destacou que muitas das medidas adotadas nas COPs acabam prejudicando a agricultura brasileira, que ainda é retratada negativamente no cenário internacional, especialmente no que tange ao impacto ambiental.

Além disso, Bier mencionou a Moratória da Soja e defendeu que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) deve fornecer mais apoio ao setor para enfrentar as barreiras comerciais impostas por países como a Europa.

O jornalista, ex-ministro e ex-deputado, Aldo Rebelo, fez uma análise crítica sobre o papel das COPs ao longo dos anos. Rebelo sugeriu que o Brasil aproveitasse a COP 30 para promover um código florestal global, transformando o meio ambiente em um instrumento de desenvolvimento e não uma ferramenta de guerra comercial.

Em relação à saída dos Estados Unidos dos acordos climáticos, Rebelo afirmou que esse movimento enfraquece a COP 30 e compromete os esforços globais. A leitura global será a de que a referência dada por essas conferências perde força, com o afastamento do país mais importante do mundo. Para ele, o governo brasileiro deveria usar a COP para reforçar a importância do meio ambiente como um instrumento de desenvolvimento, em vez de uma disputa entre países.

Daniel Vargas, especialista em questões ambientais, abordou os desafios das COPs e a crise de identidade enfrentada por essas conferências ao longo dos anos. Segundo Vargas, embora o objetivo inicial das COPs fosse a redução das emissões de gases de efeito estufa, elas se concentram, atualmente, em soluções rápidas e econômicas, como a proteção das florestas e a adoção de práticas sustentáveis no setor produtivo.

Ele destacou que, na COP 30, as necessidades dos países tropicais, como o Brasil, precisam ser ouvidas. Vargas alertou que soluções baseadas exclusivamente em modelos europeus não atendem à demanda global por alimentos. O Brasil, para ele, deve chamar o mundo à responsabilidade e apresentar um modelo de produção sustentável que seja viável tanto para o país quanto para o resto do mundo.

O professor também trouxe à tona uma questão central sobre segurança alimentar global. Ele defendeu que a maior ameaça à humanidade não é a preservação ambiental, mas a miséria e a pobreza. “Se um cidadão está lutando contra a fome, não é racional esperar que ele preserve uma árvore”, afirmou o especialista.

Vargas destacou a necessidade de investir em inovação científica e tecnológica para garantir a segurança alimentar e energética no futuro. Ele também ressaltou que a resolução dos desafios ambientais exige a promoção de riqueza e renda para os produtores rurais, que enfrentam não apenas dificuldades internas, mas também ataques de um cenário internacional cada vez mais complexo. O professor concluiu com a proposta de criar um programa global de investimentos em inovação, a fim de garantir que as questões climáticas não prejudiquem a produtividade agrícola.



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Cesta básica registra alta em 13 capitais do Brasil


O preço da cesta básica registrou alta em janeiro de 2024 em 13 das 17 capitais monitoradas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores elevações ocorreram em Salvador (6,22%), Belém (4,80%) e Fortaleza (3,96%). Por outro lado, quatro cidades apresentaram queda no custo dos itens essenciais: Porto Alegre (-1,67%), Vitória (-1,62%), Campo Grande (-0,79%) e Florianópolis (-0,09%).

A cidade de São Paulo lidera o ranking da cesta básica mais cara do país, com um valor de R$ 851,82, representando aproximadamente 60% do salário mínimo vigente (R$ 1.518). No cálculo do Dieese, para cobrir despesas básicas de uma família de quatro pessoas, o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 7.156,15.

Fatores que impulsionaram a alta

O Dieese apontou que o aumento no custo da cesta básica foi impulsionado por três produtos essenciais:

Café em pó, que teve alta em todas as cidades pesquisadas no último ano.

Tomate, cujo preço subiu em cinco capitais e teve aumentos superiores a 40% em Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro, devido às chuvas.

Pão francês, com elevação de preços em 16 das 17 cidades, reflexo da menor oferta de trigo nacional e da necessidade de importação em um cenário de câmbio desvalorizado.

Por outro lado, alguns produtos ajudaram a conter reajustes ainda maiores. A batata registrou queda em todas as capitais nos últimos 12 meses, enquanto o leite integral, apesar de oscilações, ficou mais barato em 12 cidades em dezembro. O arroz e o feijão também apresentaram redução nos preços recentes, devido ao aumento da oferta.





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Acordo entre UE e Mercosul é destaque no Conselho Agropecuário do Sul



A 59ª Reunião Ordinária do Conselho Agropecuário do Sul (CAS) ocorreu em Punta del Este, Uruguai, e reuniu representantes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. O encontro abordou temas estratégicos, como a conclusão do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, a política ambiental europeia, o seguro agrícola e as importações de leite em pó.

Acordos internacionais e sustentabilidade

O primeiro bloco da reunião focou no acordo comercial Mercosul-UE e na reunião com o Conselho da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), onde o Brasil apresentou seu pleito para o reconhecimento internacional como livre de febre aftosa sem vacinação.

No segundo bloco, foram discutidas estratégias para mitigar os impactos das iniciativas ambientais nas relações comerciais e os efeitos do regulamento europeu contra o desmatamento. O ministro Carlos Fávaro reforçou o compromisso do Brasil com a transparência nas práticas agrícolas, mas destacou que não aceitará exigências que ultrapassem a legislação brasileira.

“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e daremos total transparência às nossas práticas. Porém, a soberania nacional estará sempre em primeiro lugar”, afirmou Fávaro.

Seguro agrícola como prioridade

O seguro agrícola foi apontado como tema prioritário pelo Brasil. O ministro destacou que o Plano Safra 2025/26 incluirá avanços na proteção ao produtor, com uso de tecnologia e monitoramento climático. Fávaro anunciou que o Rio Grande do Sul será o primeiro estado com cobertura total de radares meteorológicos, o que permitirá maior precisão nas previsões climáticas para o setor agrícola.

COP30

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apoiará tecnicamente a Presidência da COP30 na definição da Agenda de Ação em Agricultura e Sistemas Alimentares. Para isso, foi criado o Comitê Executivo da Agricultura e Pecuária, que facilitará a articulação do setor durante o evento global sobre mudanças climáticas.

Fávaro aproveitou a reunião do CAS para convidar os países membros a participarem ativamente da COP30, reforçando o papel estratégico do agro sul-americano nas discussões sobre sustentabilidade e segurança alimentar global.

Conselho Agropecuário do Sul (CAS)

Criado em 2003, o CAS reúne os ministros da Agricultura de seis países sul-americanos e tem como principal objetivo coordenar ações e definir prioridades para o setor agropecuário regional.

A reunião também contou com a participação da Federação das Associações Rurais do Mercosul (Farm), da Coordenação das Organizações de Agricultores Familiares do Mercosul (Coprofam) e de representantes de órgãos técnicos como Cosave, CVP e Procisur.

*Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária



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a Abertura Nacional da Colheita da Soja em MT!


Depois de muita espera, a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/2025 já começou! Com mais de mil presentes, o evento é realizado em Santa Carmem (MT), na região de Sinop, na Fazenda Esperança, para celebrar o início da colheita da soja. Confira ao vivo:

O evento iniciou destacando que, em cada nova safra, histórias de superação e o uso de tecnologias inovadoras se entrelaçam, o que representa a trajetória das mãos que plantam neste país. Essas mãos sabem o que é esperar pela chuva, temer pela seca e percorrer um caminho de desafios e conquistas.

Com uma manhã repleta de aprendizado e troca de experiências, os presentes acompanharão de perto debates sobre os desafios e as oportunidades que o setor agrícola enfrenta. A programação também conta com painéis sobre sustentabilidade, biocombustíveis e a COP 30. Confira o andamento do evento:

Anfitrião

Foto: Matheus Martins

Invaldo Weiss, proprietário da Fazenda Esperança, que compartilha sua trajetória com os presentes. Ele conta sobre os altos e baixos vivenciados ao longo de sua jornada e o preparo necessário para cultivar 2.750 hectares de soja. Invaldo também comenta que, apesar de um início com pouca chuva, a colheita não foi prejudicada até o momento, embora os custos elevados continuem sendo o maior gargalo do setor.

Santa Carmem: palco do evento da soja!

Foto: Matheus Martins/Canal Rural

Pela sétima vez, o estado de Mato Grosso é o palco escolhido para o Projeto Soja Brasil, com a Fazenda Esperança, de Invaldo Weiss, sendo o cenário de um evento de grande importância, que também celebra os 20 anos da Aprosoja MT.

Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT, ressalta a importância da união do setor para fortalecer a agricultura no estado, destacando que essa colaboração é essencial para o sucesso contínuo da produção agrícola.

Ele também sublinha os benefícios dos investimentos no setor, que transformam as cidades do estado, especialmente aquelas com alto IDH, que devem grande parte de seu desenvolvimento à soja.

Bier também menciona que, ao longo dos 20 anos da Aprosoja MT, os produtores conquistam seus direitos e fortalecem a agricultura, consolidando Mato Grosso como o “coração do agronegócio”. A realização do evento no estado reafirma o compromisso com o desenvolvimento contínuo e a busca por soluções sustentáveis que impactam positivamente a agricultura e a economia.

Julio Cargnino, presidente do Canal Rural, destaca a relevância do evento para o agronegócio brasileiro. Durante a cerimônia de abertura, ele expressa sua honra em participar da 13ª edição do Projeto Soja Brasil e agradece a Invaldo Weiss por abrir as portas da Fazenda Esperança.

“Hoje é um dia especial, pois todos os produtores rurais estão unidos neste grande evento. Agradecemos, Invaldo, por representar as famílias e produtores rurais de todo o país”, afirma Cargnino, ressaltando a importância da transmissão ao vivo para todo o Brasil.

Cargnino ainda saúda Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, e agradece aos 13 presidentes das Aprosojas estaduais presentes, destacando que este evento marca um recorde de participação. Ele também faz questão de agradecer aos parceiros de longa data do projeto, como Mitsubishi, Bayer, Ihara e Campo Forte.

Ana Euler, diretora de Inovação da Embrapa, destaca a importância de estar presente neste momento significativo, que celebra os 50 anos da Embrapa e os 20 anos da Aprosoja MT. Ela ressalta que este é um marco relevante, especialmente com os lançamentos recentes de novas plataformas e o contínuo crescimento do setor.

Evento ao vivo em andamento

Foto: Matheus Martins

Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, destaca que este evento é um momento de troca de conhecimentos e fortalecimento do setor agrícola. “O público pode acompanhar ao vivo debates que trarão novas perspectivas para o futuro da soja no Brasil”, afirma Buffon.

Durante seu pronunciamento, Buffon também agradece a todos os presentes e às autoridades, ressaltando que “é um privilégio estar aqui, celebrando o início da colheita da soja” e destacando a importância do evento para o fortalecimento contínuo do setor agrícola.

O potencial da soja em MT

Mato Grosso se consolida como o maior estado produtor de soja do Brasil. O grão chegou ao país em 1908 com a migração japonesa, sendo introduzido no Rio Grande do Sul em 1914, e, em Mato Grosso, o cultivo ganhou destaque nas décadas de 1970 e 1980, tornando-se uma nova fronteira agrícola. Técnicas de fertilização do solo e o apoio da Embrapa são fundamentais para o sucesso contínuo da soja, permitindo o melhor aproveitamento da terra e a maximização da produtividade.

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, ressalta o crescimento da soja no estado, que se torna cada vez mais relevante no cenário nacional. “Nos tornamos o maior estado produtor de soja do Brasil. A soja terá um destaque especial e, com o apoio de investimentos em logística e, acima de tudo, a qualidade de vida, veremos um crescimento contínuo”, afirma o governador.

A safra 2024/2025, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), abrange mais de 12,5 milhões de hectares de soja cultivados no estado, com uma produção estimada em 44 milhões de toneladas de grãos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de trigo inicia mês sem muita movimentação



Em Santa Catarina, o mercado segue estável



No Paraná, a expectativa para a safra 2025/26 é de aumento na área plantada
No Paraná, a expectativa para a safra 2025/26 é de aumento na área plantada – Foto: Canva

A TF Agroeconômica reporta que o mercado de trigo no Rio Grande do Sul iniciou fevereiro com pouca movimentação. Os moinhos locais já garantiram suas posições para o mês e avançam lentamente na cobertura de março. As indicações de compra estão em R$ 1.280,00 por tonelada no interior para embarque em março, enquanto trigos mais fortes (W290 e estabilidade 10) chegam a R$ 1.350,00. Os vendedores pedem entre R$ 1.300,00 e R$ 1.400,00. Já na exportação, os compradores estão apenas ajustando suas posições conforme a nomeação dos navios, com preços similares aos do mercado interno.

Em Santa Catarina, o mercado segue estável, acompanhando o ritmo de vendas das farinhas. Os preços CIF variam entre R$ 1.400,00 em Mafra e R$ 1.500,00 por tonelada em Pinhalzinho. Há também movimentação em torno do trigo importado, que chega a R$ 1.700,00 no porto e R$ 1.800,00 no interior. Os preços pagos aos triticultores se mantiveram em Canoinhas (R$ 72,00/saca) e Chapecó (R$ 69,00), mas subiram em Joaçaba (R$ 74,33). Rio do Sul (R$ 68,00), São Miguel do Oeste e Xanxerê (R$ 73,00) registraram estabilidade.

No Paraná, a expectativa para a safra 2025/26 é de aumento na área plantada, impulsionada pela queda nos preços da soja. Apesar disso, o mercado segue cauteloso quanto à concretização dessa tendência. No curto prazo, os preços mais comuns estão em R$ 1.400,00 CIF moinhos na região centro-sul, para entrega em fevereiro e pagamento no início de março, com alguns recebendo apenas em março. O aumento dos fretes tem reduzido os preços FOB, impactando a comercialização.

 





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