terça-feira, julho 28, 2026

Autor: Redação

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Chuvas melhoram solo para soja, mas atrasam colheita



USDA: chuvas irregulares impactam lavouras no Brasil




Foto: Pixabay

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apontou que quase todas as regiões agrícolas do Brasil registraram precipitações na última semana, mas em volumes bastante irregulares.

No Centro-Oeste, as chuvas variaram entre 10 mm e 50 mm, melhorando a umidade do solo e favorecendo as lavouras de soja nos estágios finais de desenvolvimento. No entanto, os volumes também causaram atrasos na colheita, especialmente em áreas onde os trabalhos já haviam sido iniciados. O plantio do algodão de segunda safra também foi impactado, sofrendo atrasos no Mato Grosso, embora a umidade tenha beneficiado culturas já germinadas.

Por outro lado, no sul do país, a falta de chuvas e as temperaturas elevadas agravaram a seca no Rio Grande do Sul, onde os volumes registrados foram inferiores a 10 mm. A escassez de água limitou ainda mais a umidade do solo, acelerando o desenvolvimento das lavouras de soja, mas com impacto negativo na produtividade.

A persistência das condições climáticas adversas no Sul pode comprometer os rendimentos da safra, enquanto no Centro-Oeste, as precipitações podem continuar interferindo nos trabalhos de campo, conforme os dados do boletim do USDA.





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Seguros são fundamentais na crise climática



Os seguros agrícolas são ferramentas fundamentais nessa estratégia



Para enfrentar os desafios climáticos, produtores devem começar avaliando riscos
Para enfrentar os desafios climáticos, produtores devem começar avaliando riscos – Foto: Pixabay

A adaptação às mudanças climáticas é uma necessidade estratégica para o agronegócio, e os seguros desempenham um papel essencial nesse cenário. Segundo Claudio Durante, executivo da Aon, a gestão de riscos climáticos permite maior previsibilidade e continuidade das operações, garantindo a sustentabilidade do setor diante de eventos extremos.  

Para enfrentar os desafios climáticos, produtores devem começar avaliando riscos como secas e inundações, desenvolvendo planos de mitigação. O uso de tecnologias avançadas, como sistemas de irrigação eficientes e monitoramento climático, também fortalece a resiliência das lavouras. Além disso, práticas agrícolas sustentáveis, como rotação de culturas e conservação do solo, ajudam a minimizar impactos ambientais e econômicos.  

Os seguros agrícolas são ferramentas fundamentais nessa estratégia. Eles oferecem proteção financeira contra perdas inesperadas, permitindo que os produtores mantenham suas atividades mesmo após desastres naturais. A diversificação de culturas também se apresenta como alternativa para reduzir riscos e explorar novas oportunidades de mercado.  

A resiliência climática deve ser encarada como uma vantagem competitiva, e não apenas como uma medida de precaução. O planejamento contínuo e o uso inteligente de seguros garantem maior segurança para o agronegócio, permitindo que o setor cresça de forma sustentável e inovadora. “Preparar-se para desastres climáticos é uma chance de inovar e se destacar no mercado. Os seguros agrícolas são fundamentais para garantir a sustentabilidade do setor”, conclui.

 





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Dia será marcado por temporais e muito calor; confira a previsão



Veja a previsão do tempo para as cinco regiões do país neste sábado (8): tem calor, temporais, pancadas de chuva e rajadas de vento.

Sul

Não chove no noroeste, oeste e sul do Rio Grande do Sul. Tempo firme também em Porto Alegre, com muito calor. Contudo, no norte do estado, precipitações em forma de pancadas, assim como em todo o Paraná e em Santa Catarina. Risco alto de temporais no centro-norte e leste paranaense.

Sudeste

Dia de sol e muito calor no Sudeste. O tempo continua firme no leste, nordeste e norte de Minas Gerais. Não chove e faz muito calor no norte do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Pancadas típicas de verão no noroeste e Triângulo de Minas, assim como no estado de São Paulo.

Centro-Oeste

Fim de semana abafado e com pancadas típicas de verão no Centro-Oeste. O sol predomina, as temperaturas sobem e faz calor. À tarde, a combinação de calor e umidade favorece a condição de pancadas fortes de chuva com raios e ventos moderados. Alerta no oeste e noroeste de Mato Grosso do Sul e no oeste e noroeste de Mato Grosso.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) estimula nuvens carregadas no centro-norte do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, com risco alto de temporais. Dia abafado com sol, aumento de nuvens e calor. As pancadas podem ocorrer a qualquer momento do dia. Chuva moderada no litoral da Bahia, Alagoas, Pernambuco e Paraíba.

Norte

Sol entre nuvens e pancadas a qualquer momento entre o Acre, Rondônia, Amazonas, centro-norte do Tocantins, Roraima e Amapá. Risco alto para temporais com raios e ventos moderados a fortes.



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Boa oferta brasileira pressiona soja, milho se beneficia



No mercado de milho, os futuros em Chicago também recuaram




Foto: Emerson Peres

As cotações da soja em Chicago encerraram a semana passada em queda, com o contrato para março fechando a sexta-feira (31) em 1.042 cents por bushel, recuo de 1,3%, segundo a StoneX. O mercado segue atento à safra da América do Sul e às tensões geopolíticas dos EUA com Colômbia, México, Canadá e China. Além disso, as vendas fracas de exportação continuam pressionando os preços. Com a colheita avançando no Brasil e a soja nacional mais competitiva que a norte-americana, o mercado monitora o impacto sobre os estoques dos EUA. A política tarifária dos EUA, apesar de ter tido ajustes, ainda gera incertezas.  

No mercado de milho, os futuros em Chicago também recuaram, com o contrato para março/25 fechando a semana a 482 cents por bushel, queda de 0,9%. No início do período, fundos de investimento impulsionaram as compras, apostando nos riscos climáticos da safra sul-americana. No entanto, os rumores de novas tarifas dos EUA sobre produtos do Canadá e México trouxeram cautela ao mercado, reduzindo o apetite dos investidores e pressionando os preços.  

Na B3, o milho seguiu trajetória oposta e registrou alta. O contrato para março encerrou a semana a R$ 75,50/saca, avanço de 0,5%. “Se por um lado a posição mais isolacionista da política tarifária dos EUA tende a penalizar os preços em Chicago, o milho brasileiro só tem a ganhar com esse movimento, uma vez que a medida retira competitividade de um importante mercado exportador de grãos, favorecendo a posição brasileira no comércio global e entregando, consequentemente, suporte aos preços domésticos”, indica.

 





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Óleo de soja sobe com tarifas dos EUA sobre importação



O mercado asiático operou com volumes reduzidos



A imposição das tarifas pelos EUA adiciona um novo elemento ao cenário global do óleo de soja
A imposição das tarifas pelos EUA adiciona um novo elemento ao cenário global do óleo de soja – Foto: Abiove

Segundo a StoneX, o óleo de soja registrou valorização na última semana, impulsionado pela decisão dos Estados Unidos de impor tarifas de importação ao Canadá, México e China. Após quatro pregões praticamente estáveis, os contratos saltaram 2,5% na sexta-feira (31), atingindo o maior nível em duas semanas. O vencimento para março de 2025 fechou a US¢ 46,1/lb, uma alta de 2,0%, refletindo a percepção de que a medida pode favorecer o consumo do óleo de soja americano e fortalecer sua competitividade no mercado interno.  

O mercado asiático operou com volumes reduzidos devido ao feriado de Ano Novo Lunar, o que limitou grandes oscilações. A Bursa da Malásia permaneceu fechada na quarta e quinta-feira, e as bolsas chinesas também interromperam as negociações. Com isso, o contrato para abril de 2025 foi cotado a USD 963,8/t, mantendo estabilidade frente à semana anterior. A ausência de novas movimentações nesse período contribuiu para a falta de direcionamento mais claro nos preços da região.  

A imposição das tarifas pelos EUA adiciona um novo elemento ao cenário global do óleo de soja. A expectativa é que a demanda interna nos Estados Unidos aumente, o que pode sustentar os preços no curto prazo. No entanto, a retomada das operações na Ásia pode trazer novas influências ao mercado, especialmente considerando o impacto do consumo chinês sobre os preços internacionais dos óleos vegetais.

“O mercado asiático teve volumes significativamente menores e poucas novidades devido ao feriado de Ano Novo Lunar, com a Bursa fechada para operações na quarta e quinta-feira, com as bolsas chinesas também paralisadas por conta do feriado”, conclui.

 





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Futuros da soja sobem em Chicago


A TF Agroeconômica informou que os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam em alta nesta quinta-feira (15), impulsionados por compras de oportunidade. O contrato para março, referência para a safra brasileira, subiu 0,33%, encerrando a US$ 1.060,50/bushel, enquanto o contrato de maio também avançou 0,33%, fechando a US$ 1.075,75/bushel. No mercado de derivados, o farelo de soja caiu 0,62%, para US$ 306,4/ton curta, enquanto o óleo de soja registrou valorização de 0,69%, sendo negociado a US$ 45,40/libra-peso.  

Apesar da leve recuperação, o cenário fundamentalista não favorece a oleaginosa. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) informou que as vendas líquidas caíram 12% na semana, ficando 40% abaixo da média das quatro semanas anteriores. Além disso, a Argentina recebeu boas chuvas, o que pode reduzir perdas na safra. O Brasil, por sua vez, avança na colheita, aumentando a pressão sobre os preços diante da oferta crescente.  

No mercado internacional, os dados de exportação dos EUA seguiram fracos, reforçando o viés baixista. O USDA reportou que, entre 24 e 30 de janeiro, foram vendidas 387,7 mil toneladas de soja da safra 2024/25, abaixo das 438 mil toneladas da semana anterior. A China liderou as compras, adquirindo 208,7 mil toneladas, mas o volume total ficou próximo do mínimo esperado pelo setor privado.  

O mercado segue atento ao impacto das condições climáticas na América do Sul e ao ritmo da colheita no Brasil. O avanço do novo grão no circuito comercial tende a influenciar as cotações, enquanto os traders avaliam oportunidades de compra diante das oscilações diárias.

 





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Como a soja encerrou o dia?


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, segundo a TF Agroeconômica, não há indicações no porto. “No interior, os preços seguem o balizamento de cada praça: R$ 134,00 em Cruz Alta (pagamento em 17/02 – para fábrica), R$ 134,00 em Passo Fundo (pagamento no fim de fevereiro), R$ 134,00 em Ijuí (pagamento em 17/02 – para fábrica), e R$ 134,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento no fim de fevereiro). Os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 126,00 por saca para o produtor”, comenta.

A safra de soja 2024/2025 em Santa Catarina deve crescer 12,2%, com 768,6 mil hectares plantados e produtividade média de 3.771 kg/ha, totalizando 2,91 milhões de toneladas. No entanto, as exportações do estado caíram 5,7% em volume e 23% em receita devido à queda nos preços internacionais, que atingiram o menor nível em quatro anos. O mercado global segue pressionado pela alta oferta e volatilidade. No porto de São Francisco, os preços variam de R$ 132,29/t em fevereiro a R$ 141,00/t em junho.

O Paraná deve enfrentar desafios de logística em virtude do crescimento da safra. “Para entregas no Porto de Paranaguá, os compradores indicavam ideia de R$ 134,00 para entrega em janeiro 31/01 e pagamento 28/02. No spot da soja em Ponta Grossa, os preços foram a 130,00 por saca CIF, mas a liquidez foi baixa, com compradores afastados e vendedores sem grãos. Em Maringá, no disponível, as indicações chegaram a R$ 123,47 por saca FOB, para retirada imediata e pagamento em janeiro, mas sem negócios reportados”, completa.

A colheita de soja em Mato Grosso do Sul atingiu 12% da área prevista, ficando 1,5 pontos percentuais abaixo do ano passado. A maior produtividade está na região Sul (13,9%), seguida pelo Centro (13,3%) e Norte (0,5%). No entanto, 42% da área total, cerca de 1,8 milhão de hectares, sofre com estresse hídrico, afetando lavouras plantadas entre setembro e outubro. A Aprosoja/MS espera que as chuvas melhorem as condições. Os preços da soja variam entre R$ 114,47/t em Chapadão do Sul e R$ 117,57/t em Dourados, Campo Grande e Maracaju.

O custo de produção está marcando alta expressiva e preocupando o produtor no Mato Grosso. “O Ponto de Equilíbrio (PE) foi calculado em R$ 96,29 por saca, ou 52,08 sacas por hectare. Embora o preço da soja tenha ficado 11,31% acima do PE até dezembro, a recente desvalorização no mercado acende um alerta para os produtores no planejamento da próxima safra. Campo Verde: R$ 117,71, Lucas do Rio Verde: R$ 108,8. Nova Mutum: R$ 108,8. Primavera do Leste: R$ 112,33. Rondonópolis: R$ 112,33. Sorriso: R$ 108,8”, conclui.





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Semana reserva chuva de 200 mm no Norte e alívio da estiagem no Sul



Entre este sábado e a próxima quarta-feira (12), o norte de Mato Grosso deve receber volume de chuva superior a 100 mm, o que pode inviabilizar a continuidade da colheita de soja no estado.

Em Mato Grosso do Sul e em Goiás as precipitações também ganham força, fator que atrapalha os trabalhos em campo.

Já nas áreas do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), a chuva também se faz presente em território maranhense e tocantinense. Porém, na Bahia e no Piauí, os acumulados são menores, de cerca de 30 mm em cinco dias.

Contudo, o alerta da semana vai para o norte do país, principalmente em Rondônia e no Pará. Paragominas, Santarém e Altamira, por exemplo, regiões de suma importância para a soja, devem receber volumes que ultrapassarão os 200 mm até o dia 12.

No Sudeste, a frente fria avança neste final de semana, mas não deve trazer precipitações volumosas. Contudo, pode vir acompanhada da queda de granizo e de rajadas de vento que ultrapassam os 70 km/h.

Chuva de volta ao Sul

Nos próximos cinco dias, praticamente não chove de forma volumosa no Sul do país. Lavouras gaúchas que sofrem com a estiagem devem continuar sentindo os efeitos da seca e calor excessivos.

No entanto, ao analisar a previsão entre os dias 13 a 17, as precipitações voltam a cair na região com acumulados mais significativos que tendem a passar de 70 mm.



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País caminha para supersafra e desafio é armazenagem, diz presidente do BNDE



O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, defendeu maior presença do Estado para garantir o equilíbrio dos preços de alimentos, com medidas como o estímulo a investimentos em armazenamento de grãos e desenvolvimento do mercado interno para commodities.

“Nós precisamos de mais participação do Estado e mais política pública”, disse, apontando a necessidade de infraestrutura de silagem e o impacto da dolarização de commodities, inclusive as produzidas no Brasil.

“Estamos caminhando para uma supersafra. O desafio é armazenagem”, destacou.

“O BNDES está se antecipando para estimular o armazenamento da safra porque a venda desta safra está muito dependente dos desdobramentos da tensão geopolítica.”

China e EUA

Mercadante avaliou que, se a China fizer acordo com os EUA para comprar mais alimentos, haverá restrições às exportações do Brasil. Mas, se a tensão entre a China e os EUA crescer, o país asiático vai suprir parte da produção de grãos de concorrentes do Brasil. “Estamos num cenário em que precisamos ter mais infraestrutura de armazenamento, silagem. Estamos trabalhando fortemente nisso”, frisou.

“A segunda questão é o câmbio. Porque parte dos preços dos alimentos está dolarizada”, afirmou, citando produtos em que o Brasil se destaca como produtor – café, suco de laranja – e que, mesmo assim, estão ficando mais caros nas prateleiras. “Então nós temos oferta, só que o preço está indexado à bolsa internacional.”

O executivo disse ainda que é preciso desenvolver a agricultura familiar e o mercado interno de alimentos.

Mercadante abordou segurança alimentar e preços dos alimentos em entrevista coletiva para anúncio de acordo com o Rio Grande do Sul visando proteção contra eventos climáticos extremos e estruturas de resposta a ocorrências. Ele comentou que o banco de fomento criou uma área específica para lidar com impactos da emergência climática.

O executivo comentou que os resultados do BNDES sairão em breve e antecipou que o índice de inadimplência foi de 0,001% em 2024.



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Confira como os preços da arroba do boi gordo terminaram a semana


O mercado físico do boi gordo fecha a semana apresentando calmaria e inexpressivo fluxo de negócios.

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, algumas indústrias passam a se ausentar da compra de gado, o que é bastante usual para uma sexta-feira.

“A expectativa de curto prazo ainda é de alguma alta dos preços, mesmo que isso ocorra de maneira comedida. Até mesmo na Região Norte o mercado já apresenta maiores sintomas de estabilidade”, considera.

De acordo com Iglesias, o bom escoamento da carne de boi ao longo da primeira quinzena do mês é uma variável chave para justificar essa maior propensão a reajustes no curto prazo.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: R$ 329,10
  • Goiás: R$ 306,25
  • Minas Gerais: R$ 314,71
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,95
  • Mato Grosso: R$ 322,42.

Mercado atacadista

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Foto: Freepik

O mercado atacadista apresenta preços firmes, ainda com perspectiva de alta das cotações no curto prazo, com boa perspectiva de reposição entre atacado e varejo, produto da entrada dos salários na economia.

Por sua vez, é importante mencionar que haverá maior espaço para alta dos preços dos cortes dianteiro e da ponta de agulha, em linha com a população que permanece descapitalizada, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro segue precificado a R$ 25,00, por quilo. Já o quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50, por quilo. A ponta de agulha, por sua vez, permanece no patamar de R$ 17,80, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,47%, sendo negociado a R$ 5,7916 para venda e a R$ 5,7896 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7349 e a máxima de R$ 5,8079. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,75%.



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